Home Aviação Militar Aviação Naval russa recebe o primeiro avião anfíbio Be-200ES

Aviação Naval russa recebe o primeiro avião anfíbio Be-200ES

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Em 14 de julho de 2020, ocorreu a entrega da primeira aeronave anfíbia Beriev Be-200ES para a Авиация Военно-Морского Флота Российской Федерации (Aviação da Marinha Russa).

A aeronave com o número de série 311 e número de cauda 20, em homenagem ao piloto civil soviético Alexander Mamkin foi construída pela TANTK e voada pela primeira vez em 14 de fevereiro de 2020 em Tagangrog. Foi entregue ao 190º regimento de aviação mista, pertencente ao 859º Centro de Treinamento de Combate e Reciclagem do Comando de Voo da Aviação Naval da Marinha Russa.

O Beriev entregue é a primeira aeronave do contrato revisado para três aeronaves de busca e salvamento Beriev Be-200ES com função de combate a incêndio, assinadas em 2018 entre o Ministério da Defesa da Rússia e a PJSC UAC (United Aircraft Corporation).

O contrato data de 2013 e originalmente incluía seis Beryevs anfíbios para a Marinha Russa – duas aeronaves Be-200ES e quatro Be-200PS (sem função de combate a incêndio) por um total de 8,4 bilhões de rublos (US$ 117 milhões).

Devido a excedentes de custos e atrasos, a construção das aeronaves (números de série 309-310 e 351-354) na TANTK não avançou além do estágio inicial que levou à rescisão do contrato original em 2017 e a uma ação subsequente no Tribunal de Arbitragem de Moscou que exigia a recuperação de um adiantamento de 6,7 bilhões de rublos da TANTK. No final, essa situação resultou em um contrato renovado para três aeronaves Be-200ES, assinado em 2018.

Finalmente, a aeronave com a série 311 representa o décimo sexto Be-200 construído em geral e a sétima aeronave do tipo Be-200ES fabricada na TANTK Taganrog, com os seis Be-200ES anteriores (números de série 303-308) entregues entre 2016-2018 ao MChS Rossiy (EMERCOM – Ministério da Defesa Civil, Emergências e Gestão de Desastres Naturais).

Outros nove Be-200 foram construídos anteriormente: dois protótipos de voo na TANTK (Be-200 em 1998 e Be-200ES em 2002) e sete Be-200ES na fábrica de aviação IAZ Irkutsk, seis para o EMERCOM russo e um para o Ministério de situações de emergência da República do Azerbaijão.

FONTE: Scramble Magazine

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Fabio Araujo
Fabio Araujo
3 meses atrás

Acho que na nossa marinha teria espaço para uma força de hidroaviões modernos para missões de patrulhamento e também de SAR. E existem boas opções no mercado internacional tanto esse russo, quanto um japonês e até mesmo um chinês.

Bardini
Bardini
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Patrulhamento: https://www.iai.co.il/p/heron-maritime
.
SAR: Aeronaves de asa fixa e rotativa, que já temos por sinal.

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Pq hidroaviões ?
Qual o lugar da costa brasileira, o uso de um Hidro se justificaria, ao invés de um moderno P8, por exemplo ?

José
José
Reply to  Alfredo Araujo
3 meses atrás

Já ouviu falar de Amazônia e Pantanal?

JuggerBR
JuggerBR
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Não tem nem navio, hidroavião pra que?

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  JuggerBR
3 meses atrás

Se tem um nalfrágio e um avião normal encontra os sobreviventes, o máximo que ele pode fazer e avisar o local para um navio que pode domorar dias para chegar no local. Já um hidroavião, pousa e retira eles de lá.

Ricardo da Silva
Ricardo da Silva
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Fábio Araújo,
Respeitosamente gostaria de lembrar que “avião anfíbio” pousa/decola da água OU de terra. Já o “hidroavião” pousa ou decola exclusivamente da água.

Particularmente, acredito que a função SAR seria interessante sim pois chega mais rápido que um helicóptero e pode pousar diretamente na água. Mas acho que nem os russos estão considerando-o para esse uso. Para essa função (SAR) seria ideal que a aeronave se comportasse como um barco na água.

Ted
Ted
Reply to  Ricardo da Silva
3 meses atrás

Duvido que pouse num mar com ondas de 2,5 metros

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
Reply to  Ted
3 meses atrás

Pois é…
Os caras veem o video de apresentação, com a aeronave “enfrentando” marolinhas de nem 30cm, ai já acham q ela seria ótima p operar no Atlântico Sul, pousando no meio do mar grosso… rsrs

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Ted
3 meses atrás

Mestre Ted, conhece os limites operacionais dos “estados de mar 1-4” das especificações dos modelos propostos?

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

O BE-200 pode operar em ondas com Estado do Mar III ou seja, ondas de até 1,25 metros

João Augusto
João Augusto
Reply to  Ted
3 meses atrás

Qual que faz isso?

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Ted
3 meses atrás

O japones Shinmaiwa pousa ate 3 metros….estado mar V…

MMerlin
MMerlin
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

Uma aeronave única a US-2. O que pega nela é custo, que fica acima dos 100 milhões.

Antoniokings
Antoniokings
3 meses atrás

Aeronave fantástica;

RenanZ
RenanZ
3 meses atrás

Está aí um equipamento que, embora russo (e todos os seus problemas logísticos conhecidos), seria muito bem aproveitado no Brasil, seja por qualquer braço das Forças Armadas, bombeiros, polícia ambiental, ou até mesmo alguma empresa de transporte regional ou de fretamentos.

Sagaz
Sagaz
Reply to  RenanZ
3 meses atrás

O kc390 exercerá combate a incêndio.

Ricardo da Silva
Ricardo da Silva
Reply to  Sagaz
3 meses atrás

E como o KC-390 coleta água? o Be200 pode coletar diretamente pousando em rios ou lagos.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Ricardo da Silva
3 meses atrás

O combate aéreo a incêndios também é feito com um produto químico em pó, lançado sobre o fogo, tal como feito quando se utiliza água.

Ricardo da Silva
Ricardo da Silva
Reply to  Funcionario da Comlurb
3 meses atrás

E no caso de “reabastecimento” para novo ataque, em tese reabastecer com água tende a ser mais rápido, ou não ?

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Ricardo da Silva
3 meses atrás

Prezado,

Acredito que reabastecer com água, em tese, deve ser mais rápido sim.

Da uma olhada nesse vídeo:

https://youtu.be/DS4eKAdAQzk

jmoura 16195
jmoura 16195
Reply to  Ricardo da Silva
3 meses atrás

lembrando que rios e lagos na Amazônia tem muitos troncos a deriva, que podem causar danos a essas aeronaves

Sagaz
Sagaz
Reply to  jmoura 16195
3 meses atrás

Para captar milhares de litro em água bruta, sem nenhum tratamento, imagina o equipamento envolvido tais como filtros, bombas para água bruta, fora como já dito, não é simplesmente “vi um rio, vou pousar ali”, senão a analogia seria a mesma de um avião convencional pousar em qualquer rua disponível!

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Sagaz
3 meses atrás

Obviamente que não, as áreas de reabastecimento ou pouso são definidas em briefings e suportadas por equipes de terra. Uma equipe de terra cuida da área. Isto ja era doutrina desde a época dos catalinas.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Ricardo da Silva
3 meses atrás

Em hidroaviões ou anfibios ele não pousa, ele lambe a agua numa corrida de quase pouso, sugando e enchendo o reservadorio em 20seg tal como o deste modelo. Isto resulta num numero de surtidas e missões absurdamente maior. Mais missoes=maior eficiência<custo

Matheus Mascarenhas
Matheus Mascarenhas
Reply to  RenanZ
3 meses atrás

Meu consagrado, aeronave pra combate a incêndio é geralmente usada mais na amazônia. Você já viu o mapa hídrico da Amazônia? Não existe condições de uma aeronave fazer reabastecimento num rio cheio de curva e muitos objetos sólidos existentes

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Matheus Mascarenhas
3 meses atrás

Matheus, TODOS eles NUNCA estiveram na Amazônia. Acredite.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Matheus Mascarenhas
3 meses atrás

Fala isso para a FAB que operou os catalina de 1943 á 1982 por lá.

JSilva
JSilva
3 meses atrás

Vocês acham que haveria espaço para duas destas aeronaves para serem operadas na Amazônia em combates a incêndio, sendo adquiridas pelo Conselho da Amazônia com recursos internacionais do Fundo da Amazônia? Ou os rios e hidrelétricas da região não comportam sua operação, sendo melhor o KC-390?

Last edited 3 meses atrás by JSilva
Bardini
Bardini
Reply to  JSilva
3 meses atrás

A única grande utilidade que eu enxergo, seria no combate a incêndios ou fazer ligação com algumas unidades ribeirinhas. . Eu, sinceramente não vejo isso aí como uma aquisição interessante, mesmo para amazônia. Seria desperdício de recursos na minha opinião… uma aquisição muito mais relevante paras as forças, seria o Chinook. . Pq? Pq Chinook tem capacidade de carga para operar uma “cesta” enorme para combater incêndios e é muito mais maleável para coleta de água em pleno voo, seja de pequenos rios, açudes, lagos e afins que se encontram nas proximidades da região afetada. Fora que tirando o fator… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Bardini
JSilva
JSilva
Reply to  Bardini
3 meses atrás

Opção interessante também, Bardini.
Acho que com essa pressão internacional para uma resposta do governo brasileiro ao desmatamento da Amazônia, principalmente os causados por incêndios, seria uma boa oportunidade para, com recursos do Fundo da Amazônia, adquirir esses equipamentos duais, assim como foi o SIVAM e o E/R-99 .

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Reply to  Bardini
3 meses atrás

A verdade é que o Brasil precisa de um esquadrão de aeronaves dedicadas ao combate a incêndios florestais,atuando na Amazônia Legal…e com vários meios diferentes.

Sagaz
Sagaz
Reply to  FABIO MAX MARSCHNER MAYER
3 meses atrás

Fazer um contrato, chega de mais cargos, equipamentos para dar manutenção. Pagar “x” por disponibilidade e “10x” por execução. Se não executar quando for solicitado, multa. Se a performance não for adequada, multa. Pronto.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Reply to  Sagaz
3 meses atrás

Sim, você tem certa razão. Mas a prática diz que, no Brasil, muitos contratos externos simplesmente não são cumpridos mesmo pagos, e quando existe a necessidade, o serviço não é efetivado. E ainda há aquelas situações em que não se tem o serviço porque 3 anos depois da licitação o MP resolveu discutir o edital e anular tudo ou ainda, aparece um caso de corrupção e para tudo.

Se a FAB tivesse um esquadrão assim, seria a FAB, não uma terceirizada, seria o Estado agindo sem implicações licitatórias.

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Bardini
3 meses atrás

A quantidade de coleta é pequena e o alcance operacional fica restrito, uma aeronave como esse BE seria mais útil, até o KC390 é mais útil que um Chinook.

Renato B.
Renato B.
Reply to  JSilva
3 meses atrás

Que eu saiba combate a incêndio florestal se faz mais com isolamento e negação de combustível (aceiros estratégicamente colocados) do que o ataque direto às chamas. Por isso aviões ajudam, mas não resolvem.

Mais útil seriam helicópteros de transporte ou bombeiros paraquedistas (os EUA usam) para acessar os locais essenciais em tempo hábil.

Reparem que nos últimos anos tivemos incêndios imensos em vários locais do mundo.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Renato B.
3 meses atrás

E os aviões lançam, na maioria das vezes, retardantes, e não água.

Renato B.
Renato B.
Reply to  Rinaldo Nery
3 meses atrás

Exato, o retardante é para reduzir a expansão, sem combustível o incêndio acaba.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  JSilva
3 meses atrás

Acho que existe pleno espaço para largo uso de anfibios pelo Brasil, quer seja no mar ou na Amazonia. Existem muitas missões variadas e todas elas acima da capacidade de atendimento atual, quer seja da MB ou do EB, ou mesmo FAB. Numa delas especificamente, o combate a incêndios, o Mestre Bardini ja deu a dica. Um Chinook Firefight pode com cesto e mais tanques internos, pode transportar incríveis 2800 galões de água ou seja, mais de 10 ton de agua ….pode ser um coringa pois por obvio sem o kit de combate a incêndio, pode realizar uma serie de… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

comment image

Ate 10.200 ton de agua….e quando nos dias calmos ( em que são a maioria) estaria dando suporte as demais missões do EB…

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

Como postei acima, a cor laranja mostra claramente que é retardante, e não água.

Renato B.
Renato B.
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

Parece muito, mas já viu a escala, o tamanho de alguns incêndios florestais? Os EUA tem C-130, MD-11, já teve até 747 preparado para combate a incêndio e ainda assim o estrago é imenso. teve um na Califórnia que forçou o deslocamento de 6000 pessoas. Por isso que falei que eles ajudam, mas são parte do sistema. E ainda tem outro fator. As florestas americanas são longas extensões de pinheiros (coníferas) rende em incêndios na copa das árvores, bom para a ação aérea. No caso brasileiro muitas vezes o incêndio está correndo no solo e o ataque por cima não… Read more »

Rommelqe
Rommelqe
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

Prezado Carvalho 2008, só reforçando seu argumento e do Bardini, o kit anti-incêndio empregado nos C-130 tem uma capacidade máxima de 2400 galões, ou seja, inferior à do Chinnok Fire Fighter. Assim concordo que todos aqueles povos ” tão zelosos” com a nossa amazônia nos emprestem uns 6 Chinook e paguem sua manutenção.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Rommelqe
3 meses atrás

Pois é….então, pensando em cenario amazonico com tudo o que se precisa lá….a prioridade seria o chinoook mesmo…não iria ficar parada na garagem por falta de serviço de jeito nenhum….comment image

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

comment image

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Rommelqe
3 meses atrás

Tem de pagar nada não. O problema é nosso e nós temos de resolver. Se quiser financiamento de fora, verba de fora, patrocínio de fora, então não pode reclamar se alguém lhe cobra resultados é contrapartidas. Tem de criar vergonha na cara e resolver e ponto. Se vc cria um vinculo de financiadores externos, de organizações externas para vigiar e atuar? Voce cria um mercado de trabalho e um submercado financeiro que se auto alimenta e auto gera conflito para se auto justificar, vira meio de vida de muita gente e aí, não adianta depois ficar de todo este fomento… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

Digo, ficar reclamando de todas estas fake news de catastrofismo das queimadas amazonicas se bc mesmo cria o mercado de profissionais e pseudo organizacoes que vivem dela por vultosas somas de dinheiro…

Rommelqe
Rommelqe
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

Prezado, na realidade fui é ironico. Concordo contigo. Nossos problemas nós mesmos temos que resolver. Aliás incêndios florestais por definição são naturais, enquanto queimadas são provocadas pelo homem. Na grande maioria os fogos deflagrados em nossas florestas são incêndios, naturais, e, filosoficamente falando, de um ponto de vista ecologico dos fanáticos “ecochatos”, nem poderiam ser debelados pelo homem, pois assim se esta indo “contra a natureza”.
Mas voltando aos Chinooks, estes extraordinários aparelhos nos seriam extremamente uteis, não so no quesito de combate a incêndio mas também complementado outras finalidades.

Maurízio Souza e Souza
Maurízio Souza e Souza
Reply to  JSilva
3 meses atrás

Esquece essa coisa de Fundo da Amazônia… Aquilo ali é dinheiro pra ONG e prefeitura corrupta…

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Maurízio Souza e Souza
2 meses atrás

Pois é….se voce carita dinheiro de fora, então quem der dinheiro tem direito a dar pitaco, aguente, se alugou…é do inquilino enquanto estiver alugado…eles precisam de credito de carbono? Eles que façam seu próprio reflorestamento e revertam a devastação que fizeram em seus países. Temos de preservar e explorar de forma racional. Se vc cria estes fundos e financiamentos de organizações, meu Deus do Céu!!!Logico que vc cria um mercado de trabalho enorme de loby que ira se auto justificar, politizar, fazer estardalhaço, depois que ganha emprego e uma teta, ninguem quer perder. Mesmo nobdia que o Brasil fizer 150%… Read more »

Fábio Jeffer
Fábio Jeffer
3 meses atrás

Seria de bom uso na Amazônia

Andre
Andre
3 meses atrás

Parece ter saido do Spaceballs. Até em beleza a China já passou a Rússia. Nesse ritmo, a primeira invasão externa chinesa vai ser a retomada de Yongmingcheng, ou Vladvostok, como os invasores russos a chamam.

Sagaz
Sagaz
Reply to  Andre
3 meses atrás

Aí você fez a lacrolandia dar nó na cabeça, você não pode elogiar uma tirania e falar mal de outra!

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Sagaz
3 meses atrás

Verdade, foi muita maldade com a lacrolândia, adoçar e salgar ao mesmo tempo seus ícones, os pobrezinhos vão ficar batendo pino em suas cacholas.

Andre
Andre
Reply to  Sagaz
3 meses atrás

A realidade é muito dura com eles.

Foxtrot
Foxtrot
3 meses atrás

Enquanto isso a FAB e Embraer querem reviver o Brasília com motor hibrido.
Em minha modesta opinião, desperdício e sub utilização das grandes mentes que há na empresa.
Sem falar no fato da torra do dinheiro público que seria melhor utilizado em uma versão hibrida do ATL-100 da Desaer.

Marcos10
Marcos10
Reply to  Foxtrot
3 meses atrás

Desconheço que a FAB e Embraer queiram reviver o Brasília com motor híbrido.

Fernando EMB
Fernando EMB
Reply to  Marcos10
3 meses atrás

Marcos, há coisas que apenas o Foxtrot, em sua sabedoria divina, parece saber. Pede para ele avisar o pessoal da Embraer, pra acho que eles não estão sabendo dessa história de reviver Brasília.

Sagaz
Sagaz
Reply to  Fernando EMB
3 meses atrás

Ixpessialixta

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Sagaz
3 meses atrás

E ele é, amigo. Engenheiro da Embraer.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Fernando EMB
3 meses atrás

Fernando não é porquê você tem algum laço sentimental ou financeiro com a empresa que tudo que ela faz está certo.
Não vejo mesmo com bons olhos outro “Brasília” em um mundo repleto de aviões na mesma categoria.
Sem falar nas opções nacionais ora em desenvolvimento.
Mas como você vive de recursos da empresa, só tem que defender mesmo.
Para mim essa é mais uma jogada antiga da empresa para agaranhar fundos governamentais.
E tenho dito !

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Fernando EMB
3 meses atrás

O máximo que me deixam escrever aqui é vai vendo!

Renato B.
Renato B.
Reply to  Foxtrot
3 meses atrás

Achar que toda a tecnologia tem que funcionar no ritmo de computador e celular que todo o ano lança coisa nova é um erro. O que a Embraer faz é fazer melhoria incremental e muito de seu sucesso está em focar no posicionamento de mercado e/ou baixo custo de operação. É por isso que ela vez sucesso com um avião de ataque turboélice numa época em que existem jatos stealth. Avanço tecnológico é sexy, mas o que faz um avião voar é dinheiro. “Profit hunter” foi um nome para lá de adequado para descrever a estratégia da Embraer. Melhor um… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Renato B.
SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Foxtrot
3 meses atrás

Desperdício de dinheiro é avião híbrido, ele nem mesmo pode pousar em qualquer lugar do mar, se tiver uma ondinhas já era. Um avião híbrido desse porte, os locais onde ele pode pousar na água é bem limitado, e lembrando que não pode jogar água salgada no meio da floresta.

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  SmokingSnake 🐍
3 meses atrás

Quis dizer hidro e não híbrido 😫

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Foxtrot
3 meses atrás

Mestre Foxtrot, parece que o modelo em estudo devera ter o dobro da capacidade e assentos do Brasilia. Será muito maior.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

“Mestre Foxtrot” ???????

É sério isso Carvalho ?

Ricardo da Silva
Ricardo da Silva
3 meses atrás

Engraçado, pra não dizer lamentável, ver que os comentários se focam menos nas aeronaves e mais nos países de origem. Se esse avião anfíbio fosse estadounidense teríamos uma miríade de elogios mas como é russo . . . .

Acredito que seu melhor uso, e é isso que os russos estão demonstrando, é com o combate ao incêndio. Mesmo porque ele é capaz de recolher água diretamente de rios ou lagos, coisa que o KC-390não pode fazer por motivos ÓBVIOS.

Marcos10
Marcos10
Reply to  Ricardo da Silva
3 meses atrás

Avião estadunidense eu também não apoio não. Já americano, pode ser.
Quanto ao recolher água diretamente em algum rio da Amazônia, lá pela quinta vez que estiver fazendo isso, pega um tronco submerso.
Teve algum Catalina da FAB que colidiu com tronco em rio.

Ricardo da Silva
Ricardo da Silva
Reply to  Marcos10
3 meses atrás

Marcos 10, se você não sabe, e eu até entenderia isso, pela “norma culta” o gentílico dos “Estados Unidos da América” são estadounidense ou estadunidense. Já “americano” é gentílico para todas as Américas. Mas na linguagem coloquial usam o “americano” como gentílico dos EUA.
 
Se você não entendeu eu exemplifico:
Seguindo a ‘Norma Culta’, Boeing, Embraer e Bombardier seriam empresas, “americanas”, mas só a Boeing seria estadunidense.
Já na linguagem coloquial, as pessoas se referem como “americana” apenas a Boeing.
 
É apenas uma questão de vocabulário. Do entendimento do idioma que você usa.

Marcos10
Marcos10
Reply to  Ricardo da Silva
3 meses atrás

Quem nasce nos EUA é americano.
Quem nasce em qualquer parte das Américas, também é americano.
O gentílico, por eles próprios, e americano. O resto e ranço.

Ricardo da Silva
Ricardo da Silva
Reply to  Marcos10
3 meses atrás

Marcos 10,
O que você chama de “Ranço” eu chamo de conhecimento.
“Americans” era um termo “pejorativo” dos ingleses contra os colonos e que estes tentaram resignificar através da “Doutrina do Destino Manifesto (em inglês: Manifest Destiny)”.
Ao usar “estadunidense”, você restringe aos limites territoriais dos EUA.
Se quiserem usar “americanos” fiquem à vontade, de repente você até concorda com o “Manifest Destiny”.
Para saber um pouquinho mais:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Doutrina_do_destino_manifesto

Marcos10
Marcos10
Reply to  Ricardo da Silva
3 meses atrás

Ironia das coisas, até pouco tempo atrás aqui se chamava República dos Estados Unidos do Brasil. Assim seríamos também estadunidenses, não brasileiros.

Ricardo da Silva
Ricardo da Silva
Reply to  Marcos10
3 meses atrás

Sempre nos referimos como “Brasil”, enquanto nos EUA a autorreferência é , via de regra, “United States”.
Isso sim é ironia . . .

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Marcos10
3 meses atrás

Americano pode ser qualquer país que esteja localizado no continente……..americano, do Norte, central ou do Sul, como o Brasil.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Marcos10
3 meses atrás

Sim, um Catalina pode bater num tronco. Mas a doutrina de operação é pousar onde equipe de “terra” faca a varredura da área e limpeza da área. Tal como até c-115 Bufalos atolaram em pistas improvisadas, não podemos utilizar um exemplo de risco para negar a possibilidade. Se o hidroavião opera entre bases e postos, são bases e postos demarcados e cuidados. Pode se desdobrar para areas virgens, pioneiras de improviso sob o risco conforme a missão (infiltração, exfiltração, emergências, socorro ou simplesmente em coordenação a equipes de terra tal como seria a função bombeiro. A qual delas o mestre… Read more »

Matheus
Matheus
Reply to  Ricardo da Silva
3 meses atrás

Eu já disse antes, aqui na trilogia, criticar EUA e Israel é ofensa pessoal.

Sagaz
Sagaz
Reply to  Matheus
3 meses atrás

A crítica é contra o mimimi que o professor de história ensina, apenas isso. Ofensa pessoal é falar mal dum cara que no próprio diário relata ter atirado na cabeça de um garoto de 13 anos que não concordava com a “revolução”, o tal cara da estampa das camisas.

Renato B.
Renato B.
Reply to  Ricardo da Silva
3 meses atrás

Eu achei particularmente genial um avião anfíbio a jato. Imagine se isso chegar ao mercado civil. Quantas ilhas e áreas de rio e lago se tornariam viáveis?

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Renato B.
3 meses atrás

Bem, de acordo com os expixialixtaz, os rios e lagos do Canadá, China, Rússia, Alasca etc são livres de troncos, entulhos, aguapés, tartarugas, pedras, jacarés, boto cor de rosa, pirarucus e sucuris gigantes, portanto lá pode, já aqui, NÃO.
É muito azar da nossa gigantesca bacia fluvial.

Marcos10
Marcos10
3 meses atrás

Parecem crianças!
Manhêêê, compra um iPhone 21 pra mim. Por favor, por favor, por favor. Eu preciso. É importante.
Cada avião que aparece aqui, seja russo, chinês, americano, paraguaio, a turma que que a FAB compre um.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Marcos10
3 meses atrás

Se na casa ate a bicicleta tá como pneu furado e vc pega busão acho normal….inveja sadia ou não, só se tem daquilo que vc não tem…quem tem Ferrari, salvo motivos sentimentais, não inveja um Fusca…

João Adaime
João Adaime
3 meses atrás

Bela aeronave, mas para combate a incêndio o Canadá fabrica um mais apropriado, o Canadair CL-415.
O Brasil poderia pedir que países europeus, tão preocupados com a Amazônia, financiem alguns para nós a longo prazo.

a 15.jpg
Marcos10
Marcos10
Reply to  João Adaime
3 meses atrás

Apoiado.
Podíamos pedir para aquela garota sueca uns vinte.

Marcos10
Marcos10
Reply to  João Adaime
3 meses atrás

Brincadeiras a parte, esse avião esteve aqui no Brasil em demonstração, mas foi considerado caro demais.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Marcos10
3 meses atrás

Caro demais?! USD50MI(RUB3.589.250.000,00 Rublos) por uma aeronave dessas acho que não é algo tão caro…

Marcos10
Marcos10
Reply to  João Adaime
3 meses atrás

US$ 40 milhões por unidade. E devem ter sido fabricados menos de cem.

Sagaz
Sagaz
Reply to  João Adaime
3 meses atrás

Mais apropriado fazer licitação para uma empresa ficar de prontidão. A verba vai variar, quando não houver verba cancela o contrato. Cada estado que pague pelo serviço. Quando possível o MD contribui, senão o IBAMA, senão ONG, senão os Thunderbird…. Chega de torrar dinheiro.. a empresa inclusive poderia ter ação em toda a América do Sul

João Adaime
João Adaime
Reply to  Sagaz
3 meses atrás

Prezado Sagaz
Uma empresa particular investir nestes aviões para ficar de plantão tipo corpo de bombeiros, terá de ser igual às termelétricas particulares, que só são acionadas em caso de seca nas hidrelétricas. Mas enquanto elas estão ociosas, nós continuamos pagando para mantê-las de prontidão.
Não existe almoço grátis.
Abraço

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  João Adaime
3 meses atrás

correto. O melhor é ter equipamentos multitarefas como lastro e somente se a coisa se agrava, ai sim contratar o serviço pontual.

Renato B.
Renato B.
Reply to  Sagaz
3 meses atrás

Já teve uma empresa americana fazendo isso com um 747 nos estados unidos, faliu.

Renato B.
Renato B.
Reply to  João Adaime
3 meses atrás

Os europeus faziam isso e o governo federal desprezou essa grana. E no momento está tentando enganar porque os investidores estão ameaçando sanções economicas. A estrutura de monitoramento e controle está sendo desmantelada num ponto que ameaça até o agronegócio.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
3 meses atrás

Eu acho que o combate a incêndios não deveria ser somente prioridade do governo federal em Brasília,acho que os estados devem ter sua cota de responsabilidade. Será que é algo tão caro e difícil para os nove estados(Acre,Amapá,Amazonas,Pará,Rondônia,Roraima,Tocantins,Mato  Grosso e Maranhão)da amazônia legal adquirir alguma( s ) aeronave( s ) para o combate ao incêndio?! Será que adquirir um C-130 Hércules de segunda mão ou um KC-390 novo é algo tão oneroso? Deveriam se unir contra problemas em comuns e comprar um aparelho que poderia ficar a disposição dos estados,que cuidariam de sua manutenção e demais custos. Acho que só ficar a… Read more »

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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
3 meses atrás

Estes estados são uma vergonha, quase capitanias hereditarias em que nem UTIs tinham nos municipios e tinham de deslocar gente mais de 600 km ate a capital.

Mas sim, o EB pode ter alguns Chinooks para isto e os Estados algo mais barato de manter e mas tambem eficiente como o Air Tractor.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

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Como o nome diz…Air tractor = Trator Aereo. Até incriveis 4200 kg de agua=4200 lilitros….

Aviao de fazenda…decolagem curta com ou sem flutuadores que ate versão militar ganhou….hora voo muito barata….o mesmo PT6A….

Renato B.
Renato B.
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

É o Dusty do filme Aviões 2 – Heróis do Fogo e Resgate!

rafaehl
rafaehl
3 meses atrás

A Grécia comprou ha alguns anos 10 hidroaviões da russia, aqui temos o pantanal, amazonas e amazonas azul, e ainda tem gente aqui que pergunta pra que hidro, quanto a madeira boiando nos rios,bancos de areia,etc. se fossem problemas insolúveis nem barco navegava. Só pra combater incendios ja valia.
Quem se denominou Americanos foram eles os estadunidenses. Americanos somos todos nós nascidos nas Americas, como Asiáticos,Africanos,Europeus. Mas todos teem uma denominação nacional propria,fora dos EUA , é comum seus vizinhos usarem o termo Estadunidenses.

Marcos10
Marcos10
Reply to  rafaehl
3 meses atrás

Prezado,
No passado a FAB teve diversos acidentes operando em rios da Amazônia.
Pena que o Cel. Franco Ferreira não esteja mais entre nós, ele poderia lhe relatar, alguns extremamente trágicos.

Rommelqe
Rommelqe
Reply to  Marcos10
3 meses atrás

Só, para acrescentar, uma curiosidade: sabem por que o Rio Madeira tem esse nome? Pois é….já anotamos, em determinados períodos, mais de 4000 toras POR DIA chegando nas barragens. E são “madeiras” oriundas de desmate natural, visto que o fluxo do rio vai erodindo as margens e literalmente arrancando arvores. Voce é obrigado a devolver toda essa madeira a jusante da usina porque tem que ser matida a dinâmica ecologica da região.

Marcos10
Marcos10
Reply to  rafaehl
3 meses atrás

Como eu disse lá atrás, e eu concordo com você, americanos somos todos nós. Mas os nascidos nos EUA também o são.
Você não chama os Mexicanos de estadunidenses, chama? Deveria, segundo ser argumento. Estados Unidos Mexicanos.
Se serve para um, serve para outro.
No mais, que eu saiba, eles não se importam de o resto também o serem americanos continentais. Isso aí é ranço de esquerdista.

Matheus Mascarenhas
Matheus Mascarenhas
3 meses atrás

Achei esse avião meio estranho, mas vindo da Russia sei que não poderia ser diferente. É uma bela aeronave, mas estranha

Luiz Floriano Alves
Reply to  Matheus Mascarenhas
3 meses atrás

A aviação comercial já enterrou o hidroavião. Anfíbios como o Beriev tem seu nicho de mercado. Na Russia, acredito, existem regiões sem pistas de pouso e dotadas de lagos e rios caudalosos. Já usamos os Catalinas na Amazonia, e consta que não deixaram saudades. Os objetos flutuantes são os piores inimigos do pouso em água dos grandes aviões. Lembrem o acidente que vitimou o filho de Jaques Cousteau. Ocorreu em virtude de choque de um Catalina com tronco flutuante. Perda do avião e da tripulação.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Luiz Floriano Alves
3 meses atrás

Canada é região de muitos lagos….tem muito hidroavião lá… Quem em é porque precisa…quem não tem, é porque possui outros meios melhor adaptados a sua realidade. Hidroaviao em meio oceanico é o meio termo entre helis e navios. Quem usa? Quem tem caracteristicas de de atuação deste meio curso. China, Japão, Canadá, Russia…. Inglaterra tem lagos? Marinha atua a meio curso ou atua em muitos milhares de milhas de distancia alem da autonomia destes? em que somente navios são mais aptos a trabalhar? EUA tambem…o que é perto ele cobre com helis…o resto de seus interesses estão muito longe mesmo… Read more »

Italo Souza
Italo Souza
3 meses atrás

Linda aeronave