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Colaboração Real 3 – Episódio 3: O alto desempenho do Gripen na defesa do Brasil

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Primeiro Gripen E da FAB

São muitos os requisitos que uma aeronave precisa cumprir para garantir a defesa do espaço aéreo.

O Gripen, com seu alto desempenho, não só será capaz de atender todos os requisitos, mas também aumentará a capacidade de alcance da Força Aérea Brasileira.

Conheça mais sobre o novo caça que será responsável pela defesa do território brasileiro.

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Fabio Araujo
Fabio Araujo
17 dias atrás

Vai ser um salto tecnológico para a FAB, vamos voltar a ter os caças mais poderosos na região.

Kemen
Kemen
Reply to  Fabio Araujo
17 dias atrás

Show de avião, show de variedades e capacidades possiveis de armamento, baixo custo operacional, parabenizo a FAB pela escolha. O Rafale também muito bom, teria um custo operacional e preço mais alto, com menos tranferencia tecnologica. Falta agora ver o que a FAB vai integrar e quais as aquisições finais de armamento.

Tomcat4,2
Tomcat4,2
17 dias atrás

Já está sendo um salto tecnológico gigantesco que a FAB está dando. A capacidade, que espero seja aproveitada ao máximo, que estamos adquirindo com esta transferência de tecnologia é importantíssima , tanto quanto o vetor em si. Agora é firmar parceria com a SAAB já no FS-2020 q é seu conceito de caça de 5 geração.comment image

Cinturão de Orion
Cinturão de Orion
Reply to  Tomcat4,2
17 dias atrás

Concordo. O FS 2020 “é” a futura aeronave da FAB e para a indústria aeronáutica brasileira. Isto se nos próximos anos não surgir nenhuma outra ideia (ainda não vista) de design, de motorização e, principalmente, de conceito stealth.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Tomcat4,2
17 dias atrás

Boa tarde, esta é minha maior preocupação e questionamento, será que vamos mesmo utilizar no futuro (breve) os conhecimentos repassados via tot e compensar o que gastamos por ele? Eu concordo com você, ideal no unirmos a eles e já pensarmos no FS2020. Espera receber o lote de 36, se possível adquirindo um novo e não precisa ser de 36, talvez 18 ou 20 e partirmos para o de 5a geração da saab em conjunto. Abraços

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Saldanha da Gama
17 dias atrás

18, 20 ou 24…

Marcos10
Marcos10
Reply to  Saldanha da Gama
17 dias atrás

1) será que vamos mesmo utilizar no futuro (breve) os conhecimentos repassados via tot e compensar o que gastamos por ele?
R.: Não
2) ideal no unirmos a eles e já pensarmos no FS2020.
R.: O suecos se uniram aos britânicos.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Marcos10
17 dias atrás

Formalmente a Suécia não faz parte do programa do Tempest, pelo menos ainda não. E não dá pra dizer qual é o caminho que a Real Força Aérea sueca tomará.

Marcos10
Marcos10
Reply to  Filipe Prestes
17 dias atrás
nonato
nonato
Reply to  Marcos10
17 dias atrás

Leia melhor o artigo.
A saab não será parceira principal. Participação bem secundária…

Marcelo
Marcelo
Reply to  Marcos10
17 dias atrás

O acordo é para desenvolver tecnologias não necessariamente para desenvolver o Tempest

nonato
nonato
Reply to  Filipe Prestes
17 dias atrás

Isso significa que não pode ter outro projeto?

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  Marcos10
17 dias atrás

Sempre me agrada a idea do Brasil participar de projetos e desenvolvimento de tecnologia. Pena que “somos” arrogantes demais para juntar forças com aliados.

JT8D
JT8D
Reply to  Rodrigo
16 dias atrás

Oi? Arrogância? Pelo contrário, tomamos duas vezes a iniciativa de desenvolver aviões com os argentinos (CBA 123 e KC 390). Por outro lado nunca recebemos propostas concretas de desenvolvimento de nenhum “aliado”.

Cinturão de Orion
Cinturão de Orion
Reply to  Marcos10
17 dias atrás

O Projeto FS 2020 é diferente (independente) do Projeto Tempest.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Saldanha da Gama
16 dias atrás

Isso só será possível se entrarmos definitivamente na cadeia de produção do Gripen e mais pedidos (não só do Brasil) sejam feitos.

Bardini
Bardini
Reply to  Tomcat4,2
17 dias atrás

FS2020 é só um estudo de uma Universidade a respeito de um conceito de análise de prototipagem de baixo custo, que foi financiado pela SAAB. NÃO é um projeto de um caça de quinta geração. NÃO vai existir.

Last edited 17 dias atrás by Bardini
ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Bardini
17 dias atrás
Last edited 17 dias atrás by ADRIANO MADUREIRA
Tomcat4,2
Tomcat4,2
Reply to  Bardini
16 dias atrás
Bardini
Bardini
Reply to  Tomcat4,2
16 dias atrás

Isso é de 2013. Os Koreanos já estão desenvolvendo o seu próprio caça de quinta geração. A Finlândia não quer ser o ultimo operador de um caça e partiu para um projeto de aquisição. Taiwan a pelo o que me lembro, está desenvolvendo um novo caça. . O “Flight System 2020” já chegou no tal 2020 e nada. Quais as chances que tu acha que existem de sair da SAAB um caça de quinta geração? Só se aparecer um Brasil da vida, pra bancar tudo o que vai além de uma IDEIA de marketing e de um demostrador em subescala… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Tomcat4,2
16 dias atrás

Aliás, se você ler o livro, lá no começo, verá que a Universidade começou esse projeto de pesquisa estudando um modelo em escala do RAFALE.
.
https://books.google.com.br/books?id=Q2N2DwAAQBAJ&lpg=PA81&ots=cgK1KFDd_P&dq=Generic%20Future%20Fighter%202&hl=pt-BR&pg=PA7#v=onepage&q=Generic%20Future%20Fighter%202&f=false

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Tomcat4,2
16 dias atrás

Se esqueceu que você mora no Brasil?Essa preocupação com a defesa no longo prazo é coisa para países sérios,não para uma República de Bananas.A FAB e os políticos demoraram tanto para escolher um caça que tiveram que comprar um tampão,ainda assim demoraram tanto que esse tampão precisou ser aposentado e até hoje não temos um caça novo em operação.

O Brasil só vai operar um caça de 5º geração lá para 2070 e olhe lá.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Allan Lemos
15 dias atrás

Cada coisa.
Pintar um caça de superioridade aérea de camuflagem de floresta.
Atraso doutrinário mesmo.
Engraçado que os mirrages do GDA nunca foram pintados de camuflados.

Foxtrot
Foxtrot
17 dias atrás

Nossos Gripens poderiam vim com essa camuflagem digital viu.
E não com aquele “carnaval” de camuflagem de selva da era do Vietnã.

Lucas
Reply to  Foxtrot
17 dias atrás

Se não me engano já teve alguem da FAB confirmando que a camuflagem não sera a atual (glória). Em aeronaves de baixa atitude eu até vejo função nela, mas em caças e aviões eu acho totalmente desnecessário. O conceito é que se for visto de cima a camuflagem irá se misturar com a vegetação, mas quando isso vai ocorrer com um caça? E camuflagem enquanto ele esta em solo tbm não faz sentido, sendo que ele sempre estará sob concreto e asfalto, não tendo contraste nenhum.

Jonathan
Jonathan
Reply to  Foxtrot
17 dias atrás

Está na hora de mudar mesmo, essa camuflagem de selva é horrível

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Jonathan
17 dias atrás

Rosa da Marickay.

André Bueno
André Bueno
Reply to  Rinaldo Nery
17 dias atrás

Kkkkkkk… O Comando da Aeronáutica poderia abrir um concurso, não Rinaldo? O sujeito compra Sucrilhos, a caixa vem com um desenho do Gripen em branco e ele desenha o padrão para concorrer! Kkkkkkkkk…

Marcos10
Marcos10
Reply to  Rinaldo Nery
17 dias atrás

Quanto tempo é possível manter o motor do Gripen em plena potência + pós combustor?

Marcos10
Marcos10
Reply to  Marcos10
16 dias atrás

Os dois espertos aí que negativaram, podiam então responder. Para manter Mach 2.0 tem de manter a potência ao máximo. Então, por quanto tempo é possível sustentar Mach 2.0?

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Marcos10
16 dias atrás

Marcos, velocidade máxima é raramente atingida. Além de ter que usar a potência máxima do motor, normalmente a velocidade só é atingida quando a aeronave está desarmada, ou com pouquíssimo armamento e talvez até com tanque de combustível pela metade. Mas vou te dar uma ideia… alguns dados divulgados sobre o motor F414 indicam o seguinte: F414-GE-400 (MIL) 14,700lbs @ 0.840 lb/HR/lb st (MAX) 22,000lbs @ 1.850 lb/HR/lb st Esses números indicam o seguinte, com pós-combustor acionado, o motor consome 1.850 libras por hora para cada libra de potência. Na potência máxima de 22.000 libras, ele consumirá incríveis 40.700 libras… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Luís Henrique
16 dias atrás

Complementando: Veja o consumo em potência Máxima Militar. São 14.700 libras de potência, consumindo 0,84 libra por hora para cada libra de potência. OU seja, para manter o “famoso” Super Cruise, o consumo é de 12.348 libras por hora. OU 5.600 kg. Os 3.400 kg de combustível interno do Gripen E acabariam em 36 minutos. Sem contar o que já fora gasto na decolagem + reserva + combustível para voltar para casa. Por isso que digo que Super Cruise no Gripen E é muito mais propaganda do que uma vantagem verdadeira. Um ganho mínimo na velocidade para uma perda substancial… Read more »

Marcos10
Marcos10
Reply to  Luís Henrique
16 dias atrás

Nota 10 a resposta. Grato.

Rommelqe
Rommelqe
Reply to  Luís Henrique
14 dias atrás

Caro Luis: como voce sabe, estar em regime “super cruise” não significa que o motor seja mantido em pós combustão. O que vai definir a velocidade máxima em regime “super cruise militar ” logicamente depende das perdas aerodinâmicas observadas (medidas) nos ensios em curso. Só como observação, se a aeronave estiver “limpa” sem nenhuma carga externa (misseis, bombas e tanques) essa velocidade será uma determinada e, se considerarmos um padrão de quatro misseis AA (por exemplo dois Meteor e dois Sidewinder) logicamente será menor. E quem tem sistemas de bordo tão sofisticados quantro um Gripen essa velocidade pode nem ser… Read more »

Marcelo
Marcelo
Reply to  Rinaldo Nery
17 dias atrás

Existiu uma camuflagem rosa na 2a Guerra para o Spitfire.

Lu Feliphe
Reply to  Jonathan
17 dias atrás

E se fizessem uma versão pixelada dela.

Lu Feliphe
Reply to  Lu Feliphe
17 dias atrás

Digo uma camuflagem digital?

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  Lu Feliphe
17 dias atrás

Digital Marickay Camu?
A Saab poderia incluir no catalogo. kkkkkkk
HueBR sem freio!

Lu Feliphe
Reply to  Rodrigo
17 dias atrás

Sim, é uma ideia maluca mas ficaria bem estranho uma coisa assim.

horatio nelson
horatio nelson
17 dias atrás

alguem sabe o dia,mês,ano,e hora q o gripen chega por aqui ?

André Bueno
André Bueno
Reply to  Alexandre Galante
17 dias atrás

Galante, coloque um banner no Aereo com contagem regressiva para a chegada!

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  André Bueno
17 dias atrás

Excelente ideia!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  André Bueno
16 dias atrás

otima ideia!

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Alexandre Galante
16 dias atrás

obg galante,como o andré falou tem q colocar uma contagem regressiva ai…

Lu Feliphe
17 dias atrás

Vai ser um grande avanço para a Força Aérea Brasileira, teremos um caça moderno, com tecnologias ótimas e também basicamente o melhor do mercado em armamento.

Jonata N
Jonata N
17 dias atrás

o que teria de bom nesse FS2020 para o Brasil se envolver caso fechassem acordo para desenvolvimento mútuo?

JS666
JS666
Reply to  Jonata N
16 dias atrás

Um caça de 5ª geração em estado de arte ? Participar do projeto e desenvolvimento de tecnologias sensíveis ? Dividir a produção dos componentes ?

Rodrigo
Rodrigo
17 dias atrás

O Brasil é pródigo em pagar mais caro pela transferencial de tecnologia e não produzir localmente.
Tomara que com o Gripen seja diferente, e a MD ao menos encomende mais 2 lotes de 30 aeronaves produzidas localmente.

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Rodrigo
17 dias atrás

Se chegarmos a 60 F39 eu ja estou satisfeito

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Leonel Testa
17 dias atrás

48/12 E/F seria ao meu ver um poder de dissuaçao rasoavel

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  Leonel Testa
17 dias atrás

Algo entorno 100 a 150 unidades e um sistema sólido e em grande quantidade de defesas anti aérea de longo e médio alcance.
Mas a realidade é outra.

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Rodrigo
16 dias atrás

talvez 100 não seja um numero tão distante, ja temos o 1º lote de 36, tendo em vista a aposentadoria dos f-5 e amx,não é impossivel esse numero d 100 não

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  horatio nelson
14 dias atrás

Grande Horatio, obrigado pelo comentários.
Quando olhamos como números está bem próximo, mas quando olhamos os valores isso muda.
Quando precisamos cortar orçamento federal o MD sempre está no top 3 da lista.
Abraço

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Rodrigo
17 dias atrás

É o que esperamos e usar esta transferência em um de 5a geração, pode até mesmo ser o FS 2020 da saab….Gastar este valor, apenas por gastar e não usar, será um desperdício absurdo….

Bardini
Bardini
Reply to  Saldanha da Gama
17 dias atrás

O Brasil teve acesso aos estudos do FS2020 e desenvolve um projeto semelhante. Esse FS2020 NÃO é um projeto de caça. É um conceito de prototipagem, para validação de conceitos a muito baixo custo.
.
Generic Future Fighter

Last edited 17 dias atrás by Bardini
Wilson
Wilson
17 dias atrás

A grande dúvida agora é: Vem mesmo com um conjunto de mísseis Meteor no BVR (por enquanto apenas boato) e Iris-T/A-Darter (compras já autorizadas) ou apenas vai reciclar os poucos dentes do F-5 usando Derbys e Pythons?

MMerlin
MMerlin
Reply to  Wilson
16 dias atrás

O Meteor já é um fato e o A-Darter uma incógnita. Deste último, não me refiro apenas a integração, mesmo porque já foi feita com as versões C/D adquiridas pela África do Sul, mas sim ao próprio produto.

Last edited 16 dias atrás by MMerlin
JSilva
JSilva
17 dias atrás

“Usar o poderio aéreo tem tudo a ver com poder projetar poder. E a maneira de projetar poder quando uma aeronave está voando, é o tempo em que ela fica no ar e a área que ela consegue cobrir.” “…e o Brasil, como um país de dimensões continentais, precisa que realmente que alguns requisitos de performance sejam atendidos, para que realmente a missão seja cumprida.” Então a autonomia é importante numa aeronave de caça. Esse é um debate que sempre foi minimizado por aqui, principalmente quando se tratou do F-5, uma aeronave que nunca foi adequada, no meu ponto de… Read more »

Flanker
Flanker
17 dias atrás

Acredito que os Gripen não adotarão a camuflagem verde/cinza. Provavelmente adotará dois tons de cinza. Mas, isso não quer dizer que a atual camuflagem, tão criticada por muitos, não seja útil e eficaz…….e, como eu sempre digo, camuflagem militar não tem função estética….não é o mesmo que pintura automotiva……ficar com birra por conta disso é apenas criancice …..

Paulo Lahr
Paulo Lahr
17 dias atrás

Que nao seja jogado ao vento este conhecimento.

Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  Paulo Lahr
17 dias atrás

Infelizmente não estou esperançoso que esse projeto do Gripen dará frutos à FAB e explico meu ponto de vista. No início, quando foi decidido o FX2 entendi que essa parceria com a SAAB fosse mais concreta, ou seja, as unidades montadas pelas duas empresas e vendidas globalmente. Errado. A SAAB transformou o Gripen em carne de vaca, oferencendo para India, Canadá, etc. Algo me diz que a EMBRAER ficará apenas com algumas aeronaves para a FAB e só. Portanto, nesse aspecto o projeto foi desperdício de dinheiro. Por outro lado, a absorção de tecnologia é interessante, claro, desde que, seja… Read more »

Lu Feliphe
Reply to  Luiz Antonio
17 dias atrás

Na realidade a versão que a Embraer está desenvolvendo em conjunto com a SAABé uma nova versão de uma plataforma já existentes ou seja é óbvio que a SAAB vai tentar parcerias, e vendas em mercados onde a plataforma sueca pode ser bem sucedida.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Luiz Antonio
16 dias atrás

Ponto. É o que apontei em outro comentário. O ToT só estará consolidado quando entrarmos definitivamente na cadeia de produção do Gripen.

JSilva
JSilva
Reply to  MMerlin
16 dias atrás

Exato, querer construir o Gripen todo aqui não deveria ser o principal objetivo, a Embraer deve liderar os fornecedores brasileiros no desenvolvimento e atualizações futuras que a FAB necessite, com acesso aos códigos fonte. Mas o mais importante para os fornecedores brasileiros seria está integrado à cadeia global do caça, ou seja, que qualquer Gripen fabricado no mundo passasse por fornecedores brasileiros, assim você cria escala.

Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  JSilva
16 dias atrás

Aí é que esta o nó. Voce disse “fornecedores brasileiros” fornecendo para quem além da FAB? A SAAB espelhou o modelo com outros países, ou seja, “fornecedores indianos”, “fornecedores canadenses”, etc., etc. Não posso evitar de pensar que fomos enganados “por contrato”. Mas como tudo na vida, os fatos serão as evidências dos erros e acertos.

Rommelqe
Rommelqe
Reply to  JSilva
14 dias atrás

A AKAER por exemplo está contratada pela SAAB para fornecer os componentes que fabrica para TODOS os Gripens, inclusive Suecos. A AEL Brasil também. A EMBRAER certamente também terá um quinhão bem interessante, particularmente nos modelos F.
O fator de produção em ” grande” escala poderá fazer com com que o Gripen E/F dos próximos lotes seja em valor unitário muito menor, certo? Não vale a pena?

Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  MMerlin
16 dias atrás

É justamente a cadeia de produção é que preocupa? Quais as perspectivas para vendas globais? Nessas vendas globais a EMBRAER teria participação? Qual seria a carteira dos fornecedores brasileiros se a SAAB está adotando a mesma política com outros países nos quais existiriam fornecedores locais?

Rodrigo
Rodrigo
17 dias atrás

Alguém sabe como funciona a transferência de tecnologia?
Para onde vai os projetos, diagramas, etc…

Marcos10
Marcos10
Reply to  Rodrigo
17 dias atrás

O projeto do componente a ser fabricado é fornecido, porém existe a propriedade intelectual. E evidente pode-se comprar essa propriedade intelectual. Quanto ao conhecimento, é transferido aos engenheiros, que obviamente tem um contrato com a empresa na qual trabalham.

Marcos10
Marcos10
Reply to  Rodrigo
17 dias atrás

Se não me engano aqui no PA tem alguma coisa a respeito de transferência de tecnologia para a Embraer quando da compra de alguma coisa lá no passado: a Bell transferiu tecnologia de redução de espessura de chapa de alumínio por processo químico.
Esse negócio de ToT irrestrita não existe.

Vitor
Vitor
17 dias atrás

Fiquei com uma dúvida nunca abordada. Vai haver transferência de tecnologia quanto ao Fly by wire considerando a parte supersônica? Acredito que este conhecimento não esteja a pleno no Brasil/Embraer.

Imagino que termos total conhecimento do avião pra poder futuramente poder fazer melhorias ou novas versões (até mesmo a naval).

Marcos10
Marcos10
Reply to  Vitor
16 dias atrás

A Embraer teve de contratar a BAE para arrumar o FBW do Praetor.

João Marcos Luiz da silva
João Marcos Luiz da silva
16 dias atrás

Pensem num caça que tem um radar que detecta e ataca o inimigo a mais de 200Km de distância. O radar dos atuais F5 tem alcance de 60 km.

Ronaldo Machado
Ronaldo Machado
16 dias atrás

Mas esse vídeo foi só para falar do alcance da aeronave? Nisso o Tu-128 já era soberbo. Não tem vídeos com mais conteúdo?

Rommelqe
Rommelqe
14 dias atrás

Embora seja um fator muito importante a camuflagem parece ser o unico tema que habita a cabeça de alguns …é equivalente a discutir o vermelho Ferrari sem pensar no seu motor… Mas ja que é moda, vou repetir qual camuflagem eu faria: manteria o padrão de cores da FAB, só que a pintura seria em pixels…cada pixel com uma RAM (ou pelo menos em determinadas áreas da fuselagem….mas aí é outro papo!). Não esquecer que o avião pode ficar desdobrado em aeroportos não necessariamente dotados com recursos plenos e estar camuflado contra inimigos que queiram destrui-lo em terra, o que… Read more »

Luis Costa
Luis Costa
14 dias atrás

Como tem “marketing” do Gripen , em portais e redes sociais , no Brasil… E todos os “comerciais” falam “maravilhas” da aeronave… Será isso é apenas um mera “coincidência”? A FAB ainda nem opera o caça… E enquanto a FAB “aguarda” seu “novo caça” desde os anos 90, forças aéreas de países que tratam a questão de defesa com seriedade , estão se equipando com caças de quinta geração e trabalhando em projetos para caças de sexta geração… No Brasil , defesa é um ” tema ” de quinta categoria para a “nossa competente classe política”.