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Al-Ghadir, a poderosa Força de Mísseis do Irã

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Míssil balístico de longo alcance iraniano Emad-1

Por Sérgio Santana*

Certamente, o maior receio relacionado a uma represália por parte do Irã após o ataque que matou o general Qassem Soleimani é o de que esta ocorra através de um contra-ataque com mísseis balísticos e de cruzeiro.

O Irã tem o maior e mais diversificado arsenal de mísseis balísticos no Oriente Médio, com um substancial inventário de mísseis balísticos de alcance muito curto (Close Range Ballistic Missiles, CRBMs), mísseis balísticos de curto alcance (Short Range Ballistic Missiles, SRBMs) e mísseis balísticos de médio alcance (Medium Range Ballistic Missiles) que podem atingir alvos em toda a região a até 2.000 quilômetros da costa do Irã, podendo alcançar tanto Israel quanto o sudeste da Europa.

Eles são agrupados no Comando de Mísseis “Al-Ghadir” (Al Ghadir Missile Command), sob o controle da Força Aeroespacial da Guarda Revolucionária do Irã, agindo como dissuasor estratégico crítico, além de ferramenta essencial da projeção de poder iraniano.

A AGMC realiza periodicamente exercícios de nível nacional altamente divulgados, demonstrando as capacidades e prontidão da força, muitas vezes como parte da série de exercícios NOBLE PROPHET da Guarda Revolucionária. Em 2017, o Irã usou pela primeira vez o nome EQTEDAR-E VELAYAT para o principal exercício da AGMC. Esses eventos de demonstração de força normalmente incluem lançamentos de mísseis divulgados e declarações destacando as capacidades dos mísseis do país e sua postura dissuasora.

Exercícios anteriores apresentaram lançamentos contra modelos em escala de bases aéreas e alvos navais norte-americanos.

O Irã também usou seus mísseis em combate em várias ocasiões nos últimos anos. Em junho de 2017 e em outubro de 2018, o Irã lançou SRBMs a partir de posições no oeste do Irã em ataques de alto nível contra alvos do Estado Islâmico na Síria.

O Irã realizou as duas operações em resposta direta a ataques terroristas ao seu território, embora alguns funcionários do governo tenham notado que os ataques foram também uma mensagem para qualquer potencial adversário do Irã.

Família de mísseis balísticos do Irã (da direita para a esquerda): Shahab-1 (camuflado), Qiam, Shahab-2, Shahab-3, Ghadr, Sejjil, Safir SLV, e Simorgh SLV

Em setembro de 2018, o Irã lançou SRBMs contra alvos dos militantes curdos no Iraque, prejudicando a sede do Partido dos Democratas Curdos do Irã.

E embora líderes iranianos enfatizem a auto-suficiência, o Irã continua depender de fornecedores estrangeiros para componentes críticos e a tecnologia dos seus mísseis.

O Irã tem um extenso programa de desenvolvimento de mísseis e o tamanho e sofisticação de seus força de mísseis continua a crescer apesar de décadas de esforços de contraproliferação destinados a coibir seu avanço.

O Irã continua tentando aumentar a letalidade, confiabilidade e precisão de sua força de mísseis. Nos últimos anos, o Irã apresentou SRBMs e MRBMs com precisão e precisão cada vez maiores.

O Irã está recebendo um número crescente de mísseis balísticos de teatro, melhorando seu inventário existente, e desenvolvendo capacidades técnicas que permitir-lhe produzir um míssil balístico intercontinental (Inter Continental Ballistic Missile, ICBM).

Misseis Balísticos de Alcance Muito Curto e Curto Alcance

Os SRBMs de propulsão líquida do Irã – o Shahab 1, Shahab 2 e Qiam-1 – são baseados na tecnologia do míssil Scud. O Qiam-1 tem um alcance de 750 km e variantes do sistema foram usados ​​como parte de ataques iranianos contra o Estado Islâmico na Síria. Teerã também forneceu variantes Qiam-1 de alcance estendido ao grupo Huthis no Iêmen.

Esses mísseis, lançados principalmente em Riyadh, na Arábia Saudita, atingiram alvos a mais de 900 quilômetros de distância.

Os CRBMs e SRBMs de propulsão sólida do Irã principalmente consistem nas muitas variantes da família de mísseis Fateh-110. A maioria desses sistemas alcança até 300 quilômetros, mas o Irã apresentou uma variante chamada Fateh-313 com um alcance de 500 quilômetros.

O Irã também anunciou várias versões desses mísseis configurados com diferentes tecnologias de busca terminal, incluindo direcionamento eletro-óptico e anti-radiação, que os torna capazes de mirar navios. Estes sistemas – que incluem o Khalij Fars, Hormuz 1 e Hormuz 2 – supostamente têm alcance de cerca de 300 quilômetros.

Em setembro de 2016, o Irã apresentou o novo SRBM Zolfaghar, um sistema com propulsor sólido e alcance de 700 quilômetros, que foram empregados em seus ataques contra o Estado Islâmico na Síria em 2017 e 2018.

Zolfaghar

Mísseis balísticos de Médio Alcance

O míssil Shahab 3 com propulsor sólido é a base da força MRBM do Irã. O Irã modificou o Shahab 3, que é baseado no MRBM norte-coreano No Dong, para ampliar seu alcance e eficácia, com a variante de maior alcance sendo capaz de atingir alvos a uma distância de cerca de 2.000 quilômetros.

Em 2015, o Irã divulgou o primeiro lançamento de uma variante do Shahab 3 – chamada Emad-1, equipado com um veículo manobrável reentrada (MaRV), o que poderia permitir ao sistema atingir com precisão alvos a até 2.000 quilômetros de distância.

O Irã também realizou vários lançamentos do MRBM de propulsor sólido Sejjil, que também possui alcance de 2.000 quilômetros. Autoridades iranianas anunciou planos para um Emad-2 com maior precisão, bem como uma nova variante do Sejjil , que também pode ser guiado até o alvo.

Em setembro de 2016, o Irã reivindicou que a produção do novo MRBM Khorramshar começaria em 2017. O Khorramshahr, que o Irã afirma ter alcance de 2000km deriva do míssil tecnologia norte-coreana Musudan.

Míssil de cruzeiro iraniano Soumar

Mísseis de cruzeiro de ataque terrestre

Em 2012, o Irã anunciou o desenvolvimento de seu primeiro míssil de cruzeiro de ataque terrestre (Land Attack Cruise Missile, LACM), chamado Meshkat . Em 2015, o Irã exibiu o que chamou de Soumar LACM, um sistema lançado do solo que parece basear-se no modelo russo AS-15. O Irã afirma que o Soumar tem um alcance de 2.000 quilômetros.

Nome Alcance Carga Propulsão Fonte CEP Status
Scud B (Shahab-1) até 300 km 770-1.000 kg combustível líquido, um estágio Líbia, Coreia do Norte ~1 km Implantado
Scud C (Shahab-2) ~500 km ~700 kg combustível líquido, um estágio Coreia do Norte Implantado
Shahab-3 1.300 km ~750 kg combustível líquido, um estágio Rússia, Coreia do Norte ~3 km Implantado
Shahab-3 variants
(Qadr, Ghadr)
até 2.000 km 750-1.000 kg combustível líquido, um estágio Testado com sucesso
BM-25 2.500 km combustível líquido, um estágio Coreia do Norte Número limitado
Safir
(space launcher)
2.000 km (estimado se usado como um míssil) 1.000 kg combustível líquido, dois estágios Operacional
Sejil até 2.500 km 1.000 kg combustível sólido, dois estágios Testado com sucesso


*Bacharel em Ciências Aeronáuticas (Universidade do Sul de Santa Catarina-UNISUL); Especialista em Engenharia de Manutenção Aeronáutica (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais-PUC/MG); Pesquisador do Núcleo de Estudos Sociedade Segurança e Cidadania (NESC-UNISUL) e Professor Convidado da Pós-graduação em Gestão e Direito Aeronáutico (UNISUL)

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cerberosph
cerberosph
6 meses atrás

O alcance ok, mas qual a quantidade e o poder de destruição de cada míssil desses?

cerberosph
cerberosph
Reply to  cerberosph
6 meses atrás

Lembro que o poder de destruição dos Scuds de Saddam eram pífios, será possível o Irã criar um míssil sujo, colocando urânio enriquecido junto com o explosivo? Aumentaria muito seu poder e inviabilizaria as contra medidas, como o Iron dome.

Marcos10
Marcos10
Reply to  cerberosph
6 meses atrás

A Primeira Guerra do Golfo ocorreu tem trinta anos. Certamente o alcance, precisão e capacidade melhoraram muito.

Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
Reply to  cerberosph
6 meses atrás

“…o poder de destruição dos Scuds de Saddam eram pífios…” Também com uma ogiva de apenas 1000 Kg não dá para esperar muita coisa. O Grande erro soviético foi negar em fornecer os SS-12(bem mais precisos que o SCUD) que Saddam queria para atingir Terã.

Marcos Rêgo
Marcos Rêgo
Reply to  Vinicius Momesso
6 meses atrás

Seria incoerente agradar um aliado e desagradar o outro.

CAIO CESAR DE SOUSA CIPRIANO
CAIO CESAR DE SOUSA CIPRIANO
Reply to  cerberosph
6 meses atrás

urânio enriquecido junto com o explosivo? como assim? Como essa solução inviabilizaria as contramedidas?

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  CAIO CESAR DE SOUSA CIPRIANO
6 meses atrás

Caio eu mesmo faleiem colocar urânio enriquecido em nossos subs para serem nossos vingadores em caso deataque ao Brasil. Não importa seo iron dome derrubar, o urânio ia ser liberado e infectar pessoas ou animais. O solo ia ficar radioativo. E sendo explodido no ar. A área infectada seria grande. Centenas de pessoas iam morrer em poucos dias. Milhares iam ficar doentes com câncer. Bairros ia se tornar zonas fantasmas por meses.

nonato
nonato
Reply to  Carlos Campos
6 meses atrás

Mais um motivo para atacar logo o Irã.
Quanto mais o tempo passa, pior é.
Melhor atacar enquanto pode do que depois querer e não poder…

Caio
Caio
Reply to  nonato
6 meses atrás

Uma vez que se tenha enriquecido o urânio não é mais melhor fazer logo a bomba nuclear ao invés de uma bomba suja? Sempre li que o processo de enriquecimento de urânio é o mais complicado para se fazer a bomba.

Jota Ká
Jota Ká
Reply to  Carlos Campos
6 meses atrás

Tb pensei nisso.
O território de israel é relativamente pequeno.
Não à toa os sionistas, inclusive seu líder , ficam histéricos com as ameaças dos aiatolás.
Em concretizando esta hipótese, a “terra prometida” mudaria para “terra amaldiçoada “. Que ironia! 😊

Conan
Conan
Reply to  Jota Ká
6 meses atrás

Bastaria Israel despachar um único míssil nuclear de cruzeiro lançado de submarino Popeye Turbo 1 com uma cabeça de guerra de 200 kiloton e Tehran deixaria de existir!!!

Elifas ribeiro
Reply to  Jota Ká
6 meses atrás

Oh coitado do Irã se eles atingirem Israel eles atacarão ferozmente pois eles tem mais de 300 bombas nucleares e coragem para se defender e o Irã sabe disso ficam só na ameaça mas não tem coragem de atacar !!

Jorene
Jorene
Reply to  cerberosph
6 meses atrás

Lembro das fotos da destruição das explosões de Scuds na batalha das cidades na Guerra Iraque X Irã, e a destruição era grande. Já a mira, esta sim era pífia. Mas os Scuds eram usados como arma de terror contra civis em grandes cidades, como as V1 e V2 alemãs na II GM. Afinal, mil kgs de TNT fazem um belo estrago !

Sérgio Santana
Sérgio Santana
Reply to  cerberosph
6 meses atrás

Tem uma tabela com esses dados acima…

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  cerberosph
6 meses atrás

Um míssil balístico com reentrada controlada, só a orgiva sem carga já causaria danos catastróficos por impacto sinetico.

tomcat4.0
tomcat4.0
Reply to  cerberosph
6 meses atrás

Imagino eu que devem ter evoluído bem nas capacidades de seus mísseis viu.

Antoniokings
Antoniokings
6 meses atrás

E, agora há pouco, um míssil atingiu a Zona Verde, caindo perto da Embaixada americana.

cerberosph
cerberosph
Reply to  Antoniokings
6 meses atrás

Segundo notícias foram dois mísseis dentro da praça na zona verde e mais dois Katyusah na base aérea

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Antoniokings
6 meses atrás

Fui checar no New York Times e a noticia ainda não foi confirmada, outras fontes dizem até que 480 misseis foram interceptados… acho que é fake news, mas que dá um sensacionalismo barato isso dá…

Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
Reply to  Ricardo Bigliazzi
6 meses atrás

Fake news não é, mas felizmente apenas 5 pessoas se feriram.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Vinicius Momesso
6 meses atrás

O meu era (sobre os 480 misseis), muito bla bla bla e pouco conteudo, a unica coisa que consegui achar de misseis na “zona verde” foi de um ataque no meio do ano passado, e não agora a pouco.

Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
Reply to  Vinicius Momesso
6 meses atrás
Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Vinicius Momesso
6 meses atrás

brincadeira… coitado do Hyundai. Por ser uma “Zona Verde” reduto de embaixadas achei tudo muito miseravel.

Rafael Coimbra
Rafael Coimbra
Reply to  Antoniokings
6 meses atrás

Perto? kkk precisão não é o forte do míssil iraniano! é um dar a sorte de acertar, o Irã volta para idade da pedra…

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Rafael Coimbra
6 meses atrás

Não vai haver guerra entre Irã e EUA.
A questão é o Iraque e apenas os EUA deverão sair de lá.
Que é justamente o que o Irã quer.
A presença americana no País está cada vez mais contestada e rejeitada.
Em tempo: Milicianos xiitas iraquianos pediram para que os soldados do País se afastem de bases e instalações americanas na região.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Antoniokings
6 meses atrás

Também acho que não haverá, enquanto um lado vai lançar um monte de foguetes e granadas o outro atacará de maneira cirurgica. Será que o 1o. homem do Irã está tranquilão a céu aberto?

Flanker
Flanker
Reply to  Antoniokings
6 meses atrás

Também não acho que vá haver guerra….só que isso não quer dizer que não haverá retaliação por parte dos EUA se o Irã quiser se vingar. Ontem vi reportagem em que a família do general pedia, ao próprio líder iraniano, vingança. Usavam citações e invocavam a religião islâmica no pedido de vingança. Ou eu seu muito ignorante no conhecimento da religião islâmica ou eles subvertem-na para justificar o que fazem como sendo algo que agrade Alá. O que sei é que são todos um amontoado de fanáticos, lunáticos, raivosos, belicistas, violentos, vingativos e sanguinários. Se eu tivesse algum poder, simplesmente… Read more »

CLAYTON SANTOS DELFINO
CLAYTON SANTOS DELFINO
Reply to  Flanker
6 meses atrás

Fácil é pensar que todos devem se subverter a uma conduta que se auto julga perfeita.

Marcelo
Marcelo
6 meses atrás

O problema de usar e o que vai receber depois né. Seriam pulverizados em questão de horas.

ted
ted
Reply to  Marcelo
6 meses atrás

Sr. Né. quem orquestrará o contra-ataque não serão os iranianos. mas o assessoramento! será de quem sabe das coisas. GEOPOLITICA. suponho 2 a 3 anos para a vingança.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
6 meses atrás

Uma obviedade: “Os Persas não são Árabes”.

Estão se aprontando para atirar dentro de um barril de pólvora. Podem até mirar nos EUA, mas certamente vão acertar um monte de Árabes…

Adriano Madureira
Adriano Madureira
6 meses atrás

Ver um país embargado economicamente e tecnologicamente a 40 anos, ter uma diversidade de mísseis de curto, médio e longo alcance, enquanto nós que nunca fomos embargados ou sancionados, ainda estamos engatinhando no assunto.

Agora, caso tudo ande como esperado, teremos nosso Avibrás AV-300 para potencializar o nosso poder ofensivo.
Mas mesmo assim é vergonhoso, ficamos atrás de muitos em várias coisas, assim como os chineses e indianos, onde o programa espacial deles não tem uma diferença etária tão grande assim.

Rogerio Schneider
Rogerio Schneider
Reply to  Adriano Madureira
6 meses atrás

Defesa nunca foi levada à sério pelo Brasil. As Forças Armadas existem para pagar salários e dar polpudas verbas a filhas de altos oficiais das forças armadas. Nosso atraso pode ser visto pelo fato do país não possuir sequer uma montadora de automóveis genuinamente nacional (com exceção da Agrale que está em Manaus produzindo veículos militares). República Banana e sua elite medíocre.

Sergio
Sergio
Reply to  Rogerio Schneider
6 meses atrás

Nós tínhamos. Chamava-se Gurgel! E seria hoje,não tivesse sido destruída e sabotada por sucessivos governos, apá de cal sendo jogada pelo entao ministro do planejamento do senhor Itamar franco , o Coroné Ciro Gomes, nossa Hyundai ou no mínimo nossa jac motors. Até o nome era fácil de deglutir lá fora. Mas a pressão das Volks, Ford, GM e a covardia de nosso poder público levou -a a desaparecer. O doutor João Amaral Gurgel foi o barão de Mauá do seculo XX.

LEANDRO WOLLICK
LEANDRO WOLLICK
Reply to  Adriano Madureira
6 meses atrás

Ao que me recordo os cientistas brasileiros chegaram a estudar modificações nós SCUDS iraquianos como parte de um acordo militar que o Brasil fez com o Iraque secretamente.
Ao que me parece conseguiram melhorar algo significativo porém foi tudo engavetado posteriormente.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  LEANDRO WOLLICK
6 meses atrás

Como sempre…

Jorge Faustino
Jorge Faustino
Reply to  Adriano Madureira
6 meses atrás

Forças armadas forte serve para defender, no mínimo, as riquesas do país e seu povo.
A história do Brasil mostra que isso nunca foi do interesse das nossas forças .

Wardog1
Wardog1
Reply to  Jorge Faustino
6 meses atrás

Faustino

Qual a solução p nosso exército se interessar pela defesa da nossa soberania?

ted
ted
Reply to  Wardog1
6 meses atrás

sofrer um ataque militar de outro exército. neste momento venezuela ou guiana francesa representam alguma coisa. mas se o bicho pegar. não faz que nem a argentina na 2ª guerra.

Hermes
Hermes
Reply to  ted
6 meses atrás

Tipo o que ocorreu quando da Guerra do Paraguai, onde fomos pegos de calças na mão e depois da guerra voltou tudo ao mesmo patamar? Ou na I GM onde nossos navios estavam sucateados, melhorou depois e na II GM estava quase tudo ruim do mesmo jeito? Ou quando após os torpedeamentos entramos na II GM, nem roupa de frio levamos para a Itália e após a FEB voltar com uma puta experiência de combate foi desbaratada? Nem isso nos transformou em potência militar.

ted
ted
Reply to  Adriano Madureira
6 meses atrás

Eles chegarão lá. Porque realizarão parcerias com quem estava disposto a contribuir e cobrar preços módicos pelas tecnologias. módicos.módicos.módicos.

Augusto L
Augusto L
6 meses atrás

São somente alvos voadores para as defesas norte americanas na região.
Não tem a mínima chance de fazerem de acertarem a uma base militar americana no golfo pérsico, so teriam alguma chance se disparassem antes dos americanos trazerem seus mísseis antiaéreos para região o que não é difícil para eles, logisticamente.

Marcos10
Marcos10
Reply to  Augusto L
6 meses atrás

A Arábia Saudita discorda.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Marcos10
6 meses atrás

A Arábia Saudita abateu praticamente todos os mísseis balísticos do Iêmen.
Só não abateu a onde não tinha defesas ativas, me desculpe mas se informe melhor.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Augusto L
6 meses atrás

Isso sem falar que eles usam PAC 2 e os EUA trariam PAC 3+, THAAD, Awacs, caças tudo isso ligado dm uma rede, praticamente impenetrável para o nível tecnológico iraniano que é inferior. E nem a tática de saturação funcionária, porque eles não tem mísseis em número suficiente, os únicos que são números são os foguetes tipo katiusha e esses não conseguiriam atacar as bases americanas no golfo, apesar de poderem acertar as bases e outros ativos americanos no Iraque e Síria que não tem defesa aérea balística posicionada. Mas ai os EUA poderiam simplesmente fazer a promessa de um… Read more »

Felipe Silva
Felipe Silva
Reply to  Augusto L
6 meses atrás

O pac-3 está em uso pelos sauditas. Com uma taxa de 100% de sucesso em abater misseis balisticos lançados pelos terrorirstas do Iêmen

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Marcos10
6 meses atrás

Não mesmo, hoje dá razão aos EUA em relação a cobertura necessária. Como já lhe foi dito, melhor estudar mais.

Mayuan
Mayuan
Reply to  Marcos10
6 meses atrás

Só que a AS não fez o que os EUA fariam que é atacar a origem do problema caso julguem que o risco é grande demais. Não dá pra abater o míssil, bombardeia o lançador.

Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
Reply to  Augusto L
6 meses atrás

Eu não “asseguraria” eficiência máxima seja qual sistema de defesa aérea for. Superioridade aérea acima de tudo!

Bulldog
Bulldog
6 meses atrás

O Irã não irá retaliar de seu território, pois permitiria um ataque às instalações de onde partiram os mísseis. A resposta será no Iraque ou na AS, por meio das “forças proxy”, em alvos de interesse estratégico dos EUA. Um ataque de mísseis balísticos partindo de território iraniano é tudo que Israel quer. Os EUA nem tanto.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Bulldog
6 meses atrás

Qualquer ataque á qualquer base americana em qualquer pais tera uma retaliação como as que aconteceram no dia 1 contra o general iraniano e na sexta retrasada contra bases das milícias iranianas.
O Irã não tem muito o que fazer em termos cinéticos para atingir os militares americanos.

Dafranca
Dafranca
Reply to  Augusto L
6 meses atrás

Tem que ser muito ingênuo para achar que o Iran não vai retaliar. Se não retaliarem vão estar sinalizando que EUA podem continuar com os ataques.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Dafranca
6 meses atrás

Se os Iranianos atacarem vão sinalizar que precisam levar mais chumbo, é simples!
Aliás quem atirou primeiro foi o Irã o mesmo valeu para os EUA que se não fizesse nada os ataques aumentariam em escala.
Ate parece que você não esta a par dos acontecimentos.

Dafranca
Dafranca
Reply to  Augusto L
6 meses atrás

Quem está dizendo que vão ser atacados é a própria Casa Branca, o governo da Inglaterra e o próprio Irã. Quem sou eu para descordar? https://www.dailymail.co.uk/news/article-7851623/Iranian-identifies-35-targets-retaliatory-strikes-General-Soleimanis-death.html

Marcos10
Marcos10
Reply to  Bulldog
6 meses atrás

Bem colocado. Os iranianos podem ser tudo, menos burros.

Mayuan
Mayuan
Reply to  Marcos10
6 meses atrás

Disso eu discordo. Se fossem inteligentes estariam cuidando de desenvolver o país ao invés de torrar rios de dinheiro pra se enfiar nesse mar de M

Flanker
Flanker
Reply to  Mayuan
6 meses atrás

Exato! Mas, o fanatismo religioso dos aiatolás e seu apego ao poder não permite isso. Durante rodo o período desde a revolução islâmica eles investem os tubos em manter suas Forças Armadas….em detrimento de todo o resto

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Mayuan
6 meses atrás

Mayuan.
Qual a opção que eles tem ? Se eles aceitam e assinam um tratado coordenado pela comunidade internacional. Ai entra um novo presidente americano e diz que não vale mais. E recomeça as sanções ?

Mayuan
Mayuan
Reply to  Antonio Palhares
6 meses atrás

Não digo nem que não devam investir nas FAs deles mas se parassem de rasgar dinheiro bancando milícias pra ficar fustigando desafeto já dava uma boa melhorada hein!

Recruta zero
Recruta zero
6 meses atrás

O problema pro Irã são, titãs, tridentes, etcs.

Marcos10
Marcos10
6 meses atrás

Nessa briga toda há muitos interessados. É só ver os acordos entre países no caso da Síria. E lembrando que na Guerra Irã Iraque os EUA apoiavam o Iraque e Israel apoiava o Irã.

MBP77
MBP77
Reply to  Marcos10
6 meses atrás

Bem colocado, aliás o próprio Irã tem interesse no aumento das tensões.
Só ver o reflexo dos últimos acontecimentos sobre o preço do petróleo.
Sds.

sub urbano
sub urbano
6 meses atrás

Momento é de rezar e jejuar pela alma do herói tombado em combate. Retaliação e como será, só depois disso.

Davi
Davi
Reply to  sub urbano
6 meses atrás

Vai morar lá

Kita
Kita
Reply to  sub urbano
6 meses atrás

Se esse é o herói da história tenho receio de saber da perversidade do vilão.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Kita
6 meses atrás

Como dizia um amigo meu, essa história toda não dá nem pra transformar em roteiro de faroeste, porque precisaria ter pelo menos um mocinho. Mas só tem vilão.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Nunão. Matou à pau.
Não poderia ser mais verdadeiro.

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  sub urbano
6 meses atrás

Herói para você, para mim é terrorista…

Fabio Jeffer
Fabio Jeffer
Reply to  Rodrigo Martins Ferreira
6 meses atrás

Rodrigo Martins Ferreira
Os EUA são tão bonzinhos

MBP77
MBP77
Reply to  Fabio Jeffer
6 meses atrás

Não são, realmente.
Mas nos EUA os líderes tem mandato por tempo certo, algo que não se vê no Irã, e por lá também não se vê o Exército reprimindo frequentemente a população insatisfeita com o governo com violência e mortes, como no caso da recente Revolução Verde iraniana.
Sem contar, atentados como os da AMIA, embaixada americana em Benghazi, etc.
Cada um escolhe seu “malvado favorito” de acordo com os princípios próprios que defende.
Sds.

Antunes 1980
Antunes 1980
6 meses atrás

O Irã com estes mísseis, não será capaz de atacar bases norte-americanas no Iraque e na Síria, e muito menos ultrapassar as defesas de Israel.
Seriam interceptados pelos sistemas Patriots e Iron Dome israelense.
E o medo de ter sua infraestrutura e bases militares destruídas pelos americanos, faz o Irã ficar somente nas ameaças.
O máximo que eles conseguem fazer, é enviar seus lacaios iemenitas e do hezbolah para atacarem alguns dos aliados dos Estados Unidos.

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Antunes 1980
6 meses atrás

Os israelenses sabem que o dia que eles não retaliarem a altura qq ataque sofrido será a deixa para todo muçulmano maluco achar que pode fazer o mesmo logo, um ataque direto a Israel seria, na melhor das hipóteses a desculpa para eles acabarem de vez com o programa nuclear iraniano. Seria um belo teste para a capacidade de penetração em defesas do Adir.

ted
ted
Reply to  Marcos R.
6 meses atrás

100% concordo. a questão é chegar a 1 km debaixo de uma montanha rochosa onde estão as ultracentrifugas.Sr.eqspert

Leo Rezende
Leo Rezende
Reply to  ted
6 meses atrás

Não é para isso que servem as termobáricas?

Leo Rezende
Leo Rezende
Reply to  Leo Rezende
6 meses atrás

Ou mesmo uma nuke?

João Adaime
João Adaime
6 meses atrás

Se a disputa é entre EUA e Irã, porque os norte-americanos atacam o Iraque?

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  João Adaime
6 meses atrás

João no Iraque tem iranianos infiltrados. O Iraque não é independente. Os EUA estão ocupando elee o Irã quer colocar um governo fantoche

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Carlos Campos
6 meses atrás

Carlos.
Os Estados Unidos estão tirando o petróleo Iraquiano sem pagar. É claro que não querem sair e não podem sair.

RENAN
RENAN
6 meses atrás

Pouco ou muito, o importante é que o Irã tem.
OS dentes não são tão belos e fortes como os dos americanos. Mas mordem e ferem.

Mísseis com 2 km de alcance é um sonho distante para nossa realidade.

Parabéns ao Irã. (Tenho vergonha da nossa capacidade de responder a uma agressão).

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
6 meses atrás

A necessidade é a mãe de todas as tecnologias. O Brasil bem que poderia ter um arsenal desses, armas nucleares também. Tem meu total apoio, inclusive o financeiro caso inicie um programa desses, mesmo que o programa seja ilegal.

Um salve para à galera da Interpol que está me investigando neste momento!

Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
Reply to  Defensor da liberdade
6 meses atrás

Comentários como aquele em fóruns pró-islã, tomaria “chuva de likes”, pois para eles o holocausto “nunca existiu”.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Vinicius Momesso
6 meses atrás

Em páginas de memes fizeram muito sucesso tbm hahahahah

Valdez Oliveira de Araujo
Valdez Oliveira de Araujo
6 meses atrás

O que não entendo é a razão do Trump fazer isso, li que ele não nem aliados pra tomar essa decisão. Vamos aqui pensar juntos: Bush inicia a guerra do Afeganistão e Iraque pra depor ditadores Sunitas que são radicais e poe no lugar governantes Xiitas que são mais abertos ao ocidente. No caso do Iraque, a maioria era Sunita, EUA impos um governo Xiita e os flagelados, muitos ex militares de Saddan germinaram o ISIS…(resumindo muito) Pq…agora Trump explode lideranças Xiitas do Iraque? Soleimani foi a cereja do bolo, os ataques mataram tb lideranças Xiitas do Iraque. Nem falo… Read more »

Junior
Junior
Reply to  Valdez Oliveira de Araujo
6 meses atrás

Amigo se informe melhor, os Xiitas sempre foram maioria no Iraque, só que o Saddam, que era Sunita, comandava o país com punhos de ferro. Os xiitas sempre foram marginalizados no governo de Saddam, assim como os Curdos, esses sofreram até mais, pois ele chegou a usar armas químicas contra cidades curdas. Os EUA implodem pontes com quase todo mundo, se duvida, pergunte aos curdos que sempre foram aliados deles por aquelas bandas, aliás, únicos aliados realmente confiáveis, foram largados sozinhos para serem engolidos pelos turcos

ted
ted
Reply to  Valdez Oliveira de Araujo
6 meses atrás

no tabuleiro xadrez. o irã.afeganistão.siria.arabiasaudi…..

Augusto L
Augusto L
6 meses atrás

Muito difícil o Irã contra atacar, atacando alvos/ativos americanos, os iranianos estariam pondo um alvo em suas cabeças.

Atacar o Israel é fora de questão, a resposta israelense vem mais pesada que a americana, talvez intensificar as ações contra a AS possa surgir algum efeito desejável juntamente com uma estratégia de aumento de tensões para fazer a repercussão de guerra iminente continuar e isso forçar Trump a ceder um pouco.

Ai o Irã pode adotar várias táticas para aumentar as tensões mas dificilmente vão acertar alvos americanos cinéticamente, quem fala isso não conhece o jogo.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Augusto L
6 meses atrás

Outra coisa que podem fazer é testar realmente se os EUA vão revidar, começando com ataques perto das bases mas não realmente as atingindo e indo aumentando mas eu diria que os americanos ja demonstraram que vão revidar se forem alvejados.

cwb
cwb
6 meses atrás

pela tabela acima alguns misseis são de combustível liquido,então para preparar o lançamento existe um tempo para deixar o missil pronto, correto?(o combustivel é muito explosivo e perigoso para manusear)
se usar reconhecimento por satélite ou informações de inteligencia,você teria como saber se será atacado,pois acho que esses misseis não ficam em silos;e uma equipe para preparar um lançamento não chama muito a atenção pela movimentação?
obrigado pela atenção

ScudB
ScudB
Reply to  cwb
6 meses atrás

Amigo cwb! O míssil se transporta abastecido com oxidante (melange a base de acido nítrico) e propelente (querosene especial) . Através do único soquete antes de lançamento so é necessário colocar uns 30-35 (dependendo da versão do Scud) litros de propelente de lançamento e nivelar com 120 psi a pressão da ampola de ar comprimido que vem do sistema interno do carregador de míssil. Tudo (dependendo do nível de treinamento) leva menos de 10 min entre posicionamento da mesa de lançamento e disparo. Muito mais tempo leva “amarramento” topográfico e calculo. Mas isso pode ser feito sem lançador na posição.… Read more »

cwb
cwb
Reply to  ScudB
6 meses atrás

grande scud B obrigado pela aula,aprendi um pouco mais sobre mísseis.
abraço e boa semana!

João Ricardo
João Ricardo
6 meses atrás

Quais os tipos e quantidades de mísseis de defesa aérea que o irã possui ?? Alguém sabe ??

Hermes
Hermes
Reply to  João Ricardo
6 meses atrás

Acho que já teve matéria sobre isso na Trilogia, dá uma olhada no campo de buscas.

ScudB
ScudB
Reply to  João Ricardo
6 meses atrás

De S-300PMU tem 32 lançadores (128 tubos). Alem disso compraram uns 30 Tor e fizeram sistemas Sayyad e Hordad de fabricação própria.

nonato
nonato
6 meses atrás

Não vejo ninguém discutir, de forma organizada, possíveis cenários de guerra, especialmente por parte dos Estados Unidos.
O que fazer e como?
Como seriam os ataques do Irã?
Como se defender?
Como atacar?
Mísseis de cruzeiro?
Mísseis balísticos?
De onde seriam lançados os mísseis?
Há mísseis suficientes para defesa e ataque?
O que atacar?
Haveria inserção de comandos em território iraniano para realizar sabotagem e tomar alvos de valor, quem sabe destruir depósitos de munições e mísseis? Radares?

Allan Lemos
Allan Lemos
6 meses atrás

Torço muito para que o Irã alcance capacidade nuclear plena assim como a Coréia do Norte conseguiu.Só assim para os EUA pararem de agir como se fossem os donos do mundo.

Mauro
Mauro
6 meses atrás

O CEP do Scud era de 20 campos de futebol, a tecnologia iraniana o fez diminuir para 19 campos de futebol de CEP…
Aquele caça stealth que eles apresentaram recentemente que guarda uma leve semelhança com um F-5 Tiger é a prova mais cabal da altíssima capacidade tecnológica do Irã, muito bem ressaltada por alguns comentaristas acima.
Dá mesmo uma inveja danada.

ScudB
ScudB
Reply to  Mauro
6 meses atrás

Amigo Mauro! O campo de erro é elíptico logo na artilharia é mais usado termo EEP. EEP de ScudB (com ogiva de exportação) é +- 200..450m pela distância e +- 100..300m pelo curso. A versão ScudC – 700..900m por 350…600m devido certo aumento de alcance. Este tipo de sistema nao possui nenhum tipo de “mira”: calcula numero dos pulsos do motor para distancia computada , gira a mesa de lançamento num certo angulo , bota uma compensação conforme temperatura e umidade do ar e pronto! No ar tal sistema usa lemes para compensar efeitos de vento na trajetória medindo a… Read more »

sub urbano
sub urbano
Reply to  Mauro
6 meses atrás

Falou e disse um brasileiruxo cujo país é no máximo referencia na fabricação de divertidas bombinhas de são joão.

Flanker
Flanker
Reply to  sub urbano
6 meses atrás

Isso…concordo. Mas, o Brasil sendo incapaz de produzir armas modernas e misseis de longo alcance não torna as armas iranianas um exemplo de capacidade e modernidade. Ou seja, não é porque somos brasileiros que não podemos criticar o ultra moderno caça stealth de isopor iraniano e outras papagaiadas deles.

Mauricio R.
Reply to  Mauro
6 meses atrás

O F-5 Tiger II é aquele avião que a Embraer tentou reformar com a tecnologia da Elbit, comprada pela União.
Se enrolaram de tal maneira que a Elbit precisou socorre-los, caso contrários não teríamos mais aviação de caça.
Hoje a Embraer monta sob licença, novamente com tecnologia de terceiros comprada pela União, uma aeronave concebida e projetada na Suécia.
Enquanto o Irã correu e ainda corre atrás de tornar seus mísseis mais efetivos, nós estamos lambendo as feridas do 22/08/2003.
Lá não tem Visiona.

Ademar Vila Nova
6 meses atrás

Enquanto isso na República das Bananas da América do Sul só IGLA – S.

Mauro
Mauro
Reply to  Ademar Vila Nova
6 meses atrás

Vai morar no Irã… esse papo de “elogiar” os outros por terem túlias de equipamentos ou suposta alta capacidade militar em alguma coisa, falando daqui é fácil.
Tem que morar lá para elogiar esse monte de foguete deles, falar isso no bem bom daqui é tranquilo.

Coutinho
Coutinho
Reply to  Ademar Vila Nova
6 meses atrás

Pior é elogiarem o Irã por construir armas de destruição em massa. E não venha me dizer que estão elogiando a capacidade tecnologica deles.

ScudB
ScudB
Reply to  Coutinho
6 meses atrás

??
Poderia classificar as ADM so para gente entender de que esta falando?

Sérgio Luís
Sérgio Luís
6 meses atrás

Cão que ladra ñ morde!
O Irã ñ vai atacar diretamente os EUA nunca!
Eles sabem que se atacarem será o fim do regime dos aiatolás!

Teórico
Teórico
6 meses atrás

Geopolítica. Jerusalém é a terceira cidade sagrada do Islã – chamada de Al-Quds. Será que os persas iriam dar este tiro no pé ?

Kemen
Kemen
6 meses atrás

Alguns misseis são meio obsoletos, o Iran tem pouca quantidade, não tem muito poder de destruição pois as cargas são convencionais, a precisão não é lá essas coisas. Aposto que os EEUU tem todos os locais aonde são armazenados no Iran mapeados. Caso sejam deslocados pelos seus veiculos, não duvido que satélites poderiam acompanhar a sua localização. Mas sem dúvida são perigosos, principalmente se atingirem cidades.

Almeida
Almeida
5 meses atrás

O mais grave é que os velhos SCUDS verdadeiras sucatas, conseguiam atingir o alvo em 75 porcento de lancamentos, os patriots pouco serviram pra defender, agora com velocidades superiores dos novos misseis vai subir para 95 porccento de acertar o alvo.