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Como a Força Aérea Iraquiana foi destruída na Guerra do Golfo em 1991?

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Caças F-16 Fighting Falcons, F-15C e F-15E Eagles voam sobre os campos de petróleo em chamas durante a Operação Desert Storm no Iraque, em 1991
Caças F-16 Fighting Falcon, F-15C e F-15E Eagle voam sobre os campos de petróleo em chamas durante a Operação Desert Storm no Iraque, em 1991

Por Alexandre Galante

Quando o Irã e o Iraque encerraram uma brutal guerra de 8 anos em 1988, a Força Aérea Iraquiana havia lutado bem. Em 1991, era uma das maiores forças aéreas no sudoeste da Ásia, com mais de 700 aeronaves de combate de asa fixa.

O Iraque havia comprado aeronaves de caça novas e muito capazes, incluindo MiG-29s da União Soviética e Mirage F-1s da França. O país também tinha melhorado suas bases aéreas, aumentando o tamanho e o número de suas pistas e construído
centenas de abrigos endurecidos de aeronaves para protegê-las em caso de ataque.

Na Operação Desert Storm em 1991 para libertar o Kuwait das forças iraquianas, as forças aéreas da Coalizão liderada pelos EUA destruíram cerca de 140 aviões de combate iraquianos, 105 dos quais foram destruídos no solo. O restante dos aviões iraquianos conseguiu fugir para o Irã para escapar da campanha de bombardeio.

Os caças da Coalizão destruíram 33 aviões iraquianos em combate aéreo, segundo o Center for Strategic and Budgetary Assessments (CSBA). As perdas iraquianas incluíram oito MiG-23s, seis Mirage F-1s, seis MiG-29s, quatro SU-22s, dois SU-25s, dois MiG-25s, dois MiG-21s, um PC-9, um IL-76 e um SU-7.

Destes 33 aviões, 27 foram engajados e abatidos com auxílio de aeronaves de alerta aéreo antecipado (AWACS).

Dezesseis (16) aviões iraquianos foram destruídos em combate BVR, além do alcance visual.

Dezessete (17) foram abatidos em combate no alcance visual (WVR), com cinco (5) deles exigindo manobras de combate aéreo. Mas a detecção de longo alcance proporcionou aos pilotos da Coalizão tempo para se posicionarem vantajosamente para disparos sem precisar puxar Gs significativos.

Nos engajamentos BVR, o maior alcance de detecção foi de 42 milhas (o alcance máximo do radar do F-15 Eagle na época).

Caças F-15 Eagle lançando mísseis AIM-7 Sparrow

O engajamento de maior alcance foi de 16 milhas (a média foi de 10 milhas), que era uma limitação do míssil ar-ar BVR da época, o AIM-7 Sparrow, pois o míssil AMRAAM ainda não estava disponível.

Como comparação, o abate BVR de maior alcance até hoje foi feito por um F-14 iraniano nos anos 80, a 62 milhas de distância.

Nos combates aéreos na Guerra do Golfo os aviões americanos não ultrapassaram os 650 nós de velocidade durante os engajamentos.

Os caças americanos F-14, F-15 e F/A-18 lançaram 88 mísseis AIM-7 Sparrow durante a campanha, para obter 24 “kills”, o que dá uma Pk (Probability of a Kill) de 27%.

Em praticamente todos os abates documentados usando mísseis BVR, as aeronaves inimigas “cooperaram”, pois não sabiam que estavam sendo detectadas ou que um radar inimigo estava travado nelas.

Em contrapartida, os iraquianos conseguiram obter o primeiro “kill” em combate ar-ar da guerra. Um MIG-25PDS, pilotado pelo tenente Zuhair Dawood, do 84º Esquadrão de Caça, derrubou um F/A-18 Hornet da Marinha dos EUA do Esquadrão VFA-81 na primeira noite do conflito.

O segundo “kill” obtido pelos iraquianos foi registrado por um piloto chamado Jameel Sayhood voando um MIG-29. Ele abateu um Tornado GR.1A da Royal Air Force com mísseis R-60.

Um MiG-29 iraquiano destruído no solo pelas forças da Coalizão durante a Operação Desert Storm
Um MiG-29 iraquiano destruído no solo pelas forças da Coalizão durante a Operação Desert Storm
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Kemen
Kemen
1 ano atrás

Impossivel comparar uma capacidade aérea tão grande como a da coalizão, com a do Iraque, a derrota em todas as frentes era e foi inevitável.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Kemen
1 ano atrás

então o que os israelenses fizeram foi milagre

Kemen
Kemen
Reply to  Carlos Campos
1 ano atrás

Não me lembro dos israelenses estarem combatendo no Iraque! Quando foi colega?

J-20
J-20
Reply to  Kemen
1 ano atrás

O que ele quis dizer é sobre Israel ter enfrentado as coalizões árabes e ter vencido

Kemen
Kemen
Reply to  J-20
1 ano atrás

Exelente estratégia, se antecipando a ser atacado, mantendo suas forças armadas sempre em treinamento (inclusive os reservistas)
e tendo sempre em mente que para Israel era uma questão de sobrevivência do pais e inclusive de sua população, isso é fundamental para se defender com tudo e de todas as formas. Atualmente na minha opinião pode-se afirmar que em tecnologia militar e preparo militar, o pais é um dos mais avançados, apesar de tão pequeno. Desde que Israel passou a existir como pais, Davi sempre ganhou de Golias.

JOSE DE PADUA VIEIRA
JOSE DE PADUA VIEIRA
Reply to  Kemen
1 ano atrás

1973, yon Kippur

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  JOSE DE PADUA VIEIRA
1 ano atrás

Seis dias também.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Kemen
1 ano atrás

Entrada aérea em espaço iraquiano e destruição do reator nuclear.

Mas se não serve:

Guerra do Yon Kippur quando destruiu as forças aéreas Egípcio, Jordânia e Syria somadas, que eram apoiadas por URSS e Saudi Arábia.

Mas se não serve:

Tem a guerra dos seis dias também…..

Mas se não serve……

Shalom

Wagner
Wagner
Reply to  Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

É sempre assim! Shalom

Kemen
Kemen
Reply to  Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

Carlos, não existiu uma guerra entre Iraque e Israel, a destruição do reator nuclear foi uma ação preventiva militar.

Cristiano GR
Cristiano GR
Reply to  Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

E os constantes ataques aos palestinos não conta?

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Cristiano GR
1 ano atrás

Correção (sr Cristiano GR), as constantes retaliações “após” os ataques por parte dos palestinos(Hezbollah, terroristas covardes que atacam e depois se escondem em hospitais e escolas, de onde muitas vezes lançam seus foguetes).

Kemen
Kemen
Reply to  Cristiano GR
1 ano atrás

Não, porque foram ou são resposta a ataques por foguetes feitos pelos palestinos, não tem guerra aberta, nem poderia pois os palestinos so tem armas portateis!

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Kemen
1 ano atrás

Pelo que me lembro antes da Tempestade do Deserto, houve a Operação Opera em 1981, o ataque à usina nuclear iraquiana, executados por F16 israelenses!

Kemen
Kemen
Reply to  Fabio Araujo
1 ano atrás

Bem colega, não acho que um bombardeio de surpresa para destruir uma central nuclear seja uma guerra e, considera-la como vitória de guerra não tem sentido.
Foi uma ação militar preventiva que teve exito, porque o Iraque vinha apoiando a Siria nas suas ações contra Israel e a central nucler seria no futuro um perigo iminente contra a população israelense pois poderiam desenvolver armas nucleares.

FICO SÓ OBSERVANDO
FICO SÓ OBSERVANDO
Reply to  Kemen
1 ano atrás

me responde o seguinte o regime mundial e capitalista ai eu pergunto quem ajuda quem no sistema sem ter interesse em algo? está CLARO A SUBVENÇÃO americana a ISRAEL isso é notório e sabido por que as bombas nucleares de israel não sofrem nenhuma pressão dos EUA se o mundo árabe vive constantemente vigiado? qual o estoque de bombas atômicas de israel?

Tadeu Mendes
Tadeu Mendes
Reply to  FICO SÓ OBSERVANDO
1 ano atrás

Dificil resposta, pois a politica de Israel de nem negar e nem confirmar, impede uma analise precisa do programa.

Mas nos anos , se estimava que possuiam no minimo 200 bombas nucleares (bombas A? ou bombas H?)

Alguns analistas pensam que Israel possui um arsenal nuclear de aproximandamente 400 bombas.

Zeca Carvalho
Zeca Carvalho
Reply to  Kemen
1 ano atrás

Israel chegou a ser atacado pelo o Iraque o intuito de Saddam era fazer Israel entrar na guerra e com isso países inimigos de Israel apoiar o Iraque

Jessica Tavernari
Jessica Tavernari
Reply to  Carlos Campos
1 ano atrás

Os israelenses venceram países pequenos, se Irã e Turquia (na época com governos pro Ocidente) tivessem participado contra Israel o resultado poderia ter sido outro, mas mesmo assim Israel teve mérito na vitoria de 1967 e no “empate” de 1973. Mas sua comparação está fora de proporção, o Iraque enfrentou os EUA (maior superpotência militar do mundo) além de inúmeros aliados americanos, no próprio Oriente Médio e resto do mundo

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Jessica Tavernari
1 ano atrás

Jessica Tavernari 25 de março de 2019 at 22:03
Se Síria e Jordânia são países pequenos, e parece-me que são, se comparados ao Irã e a Turquia, mas o Egito e o Iraque são pequenos?
E, pela sua concepção, Israel é um país de qual tamanho?

francisco
francisco
Reply to  Kemen
1 ano atrás

A principal lição é que os USA e seus aliados agem sempre antecipadamente e de forma covarde.
105 aviões, foram destruídos no solo, portanto, por um ataque surpresa.
Somente 33 foram abatidos no ar. Isto já havia acontecido na guerra entre Israel e os Arabes, quando a maioria dos aviões da Síria e Egito foram abatidos em solo, com o auxílio dos USA.

Paulo siqueira
Paulo siqueira
Reply to  francisco
1 ano atrás

Aproveitando as comemorações judaicas e de falhas no sistema de inteligência do exército israelense, Egito e Síria atacaram Israel em 06 de outubro de 1973. Portanto os judeus foram covardemente atacados contrariando essa sua afirmativa!

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  francisco
1 ano atrás

Surpresa? o ataque teve data e hora marcado amplamente divulgado, procure se informar e deixe de falar estupidez

Cristiano GR
Cristiano GR
Reply to  francisco
1 ano atrás

Auxílio potencializado com as melhores imagens de satélite disponíveis na época e talvez até com aviões AWACS.

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  francisco
1 ano atrás

O nome disso não é covardia e sim “estratégia” militar sr Francisco !!!

Wellington Rossi Kramer
Wellington Rossi Kramer
Reply to  francisco
1 ano atrás

Ohhh Saddam, tira ozavião do pátio que nois vai bombardiá eles.

Thiago Carvalho
Thiago Carvalho
Reply to  Kemen
1 ano atrás

Quanta bobagem eu li agora (pior ainda estar respondendo). O povo quer comparar a coalizão internacional da Guerra do Golfo, liderada pelos EUA e mais 33 países, com uma junção desorganizada de Egito, Síria, Jordânia, etc. Faça-me o favor. A coalizão foi a maior mobilização de forças (recursos humanos e equipamentos) desde a Segunda Guerra Mundial. A força contou com a nata da tecnologia, incluindo os caças mais desenvolvidos à época, bombardeiros stealth, bombas guiadas a laser, uma verdadeira tempestade de mísseis tomahawk, todo tipo de aeronave de alerta antecipado, uso satélites espiões, etc. Também é bom lembrar ao pessoal… Read more »

Hélio
Hélio
1 ano atrás

Mais uma prova da alegada superioridade dos caças ocidentais…
Engraçado que seus apologistas sempre tratam essa guerra como se os F-16 e F-15 tivessem abatidos todos os 140 aviões.
O que importa não é nem o caça, é a estrutura de apoio de combate, melhor do que ficar discutindo se o Gripen é melhor que o Rafale ou o f-18 é se preocupar com os radares e mísseis de bom desempenho.

Kemen
Kemen
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Exato e acrescentaria, toda a extrutura de defesa principalmente a aérea e todas as outras que atuam em conjunto.

Fabrício Barros
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Dos 33 caças abatidos pelas forças da coalização, 27 (pouco mais de 80%) o foram com auxílio de aviões de alerta antecipado. Logo, não se deu graças a melhores caças, mas, fundamentalmente a uma estrutura de guerra e coordenação muito melhores, além da superioridade numérica.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Fabrício Barros
1 ano atrás

Parabéns, prezado.
Vc em poucas palavras concluiu q a guerra não é super trunfo!!!
Se vc fosse o responsável, colocaria avião x avião pra ver quem é o melhor, ou partiria pra cima com tudo?
Se vc verificar seus filhos sendo assaltados, vc ataca o ladrao com a mão, pq talvez esteja desarmado, ou parte pra cima com tudo?
Sds

Alex
Alex
Reply to  Hélio
1 ano atrás

É por isso que o Estados Unidos investem bilhões em novos caças…

Hélio
Hélio
Reply to  Alex
1 ano atrás

Ou não, veja a matéria publicada hoje mesmo.
Nessas condições, tanto faz se é F-16 ou F-22.

Rustam
Rustam
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Hélio
Mais uma prova da alegada superioridade dos caças ocidentais…
Engraçado que seus apologistas sempre tratam essa guerra como se os F-16 e F-15 tivessem abatidos todos os 140 aviões.
———
Proof of what? ))) Well, then look at the air battles in Vietnam as well as the loss of US aircraft in that war

JOSE DE PADUA VIEIRA
JOSE DE PADUA VIEIRA
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Na verdade o sucesso da operações americanas nunca se deve aos super caças, o ef-111 Raven, o gruman eletrônico q não me lembro o nome e a versão do f-18 eletrônico são as verdadeiras ponta de lança da fas americanas. Nunca nos lembramos dessas aeronaves, mas são elas que permitem os EUA operar livremente sobre território inimigo.

Felipe
Felipe
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Superioridade? E o obsoleto MiG-25 que sem Awacs abateu um novíssimo F/A-18 Hornet? A maioria foi destruída quando estava no solo, ou até por erro de piloto iraquiano que se chocou sozinho ao solo (como um dos MiG-29 no confronto com F-15). Os caças do Iraque eram antigos ou versões de exportação simples (como o MiG-29A), mas o Awacs foi o principal motivo da vitória da coalizão.

Pedro
Pedro
Reply to  Felipe
1 ano atrás

Essa historia do caca que bateu ao solo ao perseguir um F-111 foi um Mirage F1. O grande detalhe do abate do F-18 eh que o mesmo era multifuncional, ou seja, deveria ter capacidade de defesa mesmo estando ele para ataque na ocasiao que foi abatido, sem falar que o Mig entrou em uma formacao completa da USAF e USN, com AWACS e avioes de guerra eletronica e escolta e logrou abater e ainda fugir! Ou seja, foi barba, cabelo e bigode a gosto do cliente. Esse abate no meu entendimento eh muito mais digno de orgulho do que os… Read more »

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Pedro
1 ano atrás

Como havia dito anteriormente foi um abate muito mais em virtude da habilidade do piloto do que das qualidades do vetor visto a total obsolescência do Mig-25 já à época. E cumpre lembrar que o F/A-18 que foi abatido não estava em missão de escolta ou superioridade aérea mas sim inserido em um pacote de ataque de modo que o erro foi dos aparelhos de escolta (F-14 e F-15) e dos AWACS.

E esse abate, assim como os 33 da coalizão, foram todos dignos sem que um fosse mais que o outro….

Felipe
Felipe
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

O MiG-25 penetrou uma formação dos EUA, abateu um caça e ainda conseguiu fugir de outros F-18, F-14 e F-15s e isso é só merito do piloto? O fato de ser um caça quase Mach 3 não ajudou? Por isso performance ajuda muito, indepedentemente do grau de sofisticação de uma aeronave.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Felipe
1 ano atrás

Felipe, o Mig-25 não poderia sustentar Mach 3 por mais que alguns segundos sob pena de os motores serem destruídos e também pelo altíssimo consumo de combustível. Ademais e tendo em vista seu RCS de transatlântico foi inegavelmente por habilidade do piloto que ele conseguiu tal feito.

Chris
Chris
Reply to  Felipe
1 ano atrás

Isso que eu chamo de dar valor ao gol de honra…

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Felipe
1 ano atrás

Felipe, 1 abate pra 16 perdas? Isso prova o quê?

Para cada aeronave da coalização abatida os iraquianos perderam 16 das suas.

Belos números.

Hélio
Hélio
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Para quem não entendeu, eu fui irônico na primeira frase, por isso tem reticências no final e a segunda contradiz a primeira.
Não existe superioridade alguma nos caças ocidentais, o que existe são potências com imensos recursos materiais atacando países pobres e panfletando uma superioridade total, quase racista.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Quando você fala em potências atacando países pobres a invasão da URSS ao Afeganistão em 1979 entra no cômputo certo?

E por falar em superioridade, os números (105 x 0 para o F-15, 75×0 para o F-16) não dizem nada? Fiquemos então no F-4E (116,5 x 25), Mirage III (106) e Nesher (140) a serviço de Israel. E por favor, sem essa de que “Israel recebe mesada dos EUA” pois os inimigos do Estado Judeu recebiam quantidades incalculáveis de armas, inclusive aviões de combate, da URSS de graça! Não venceram por serem incompetentes…..

Hélio
Hélio
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

Puro choro seu, quantos caças soviéticos a força aérea terrorista, que originou a Al Qaeda, o Hezbollah, o Hamas e todos os outros grupos islâmicos radicais, que foram financiados pelos EUA, derrubaram? Oras, NENHUM. Agora me fale sobre o Vietnam, ou mesmo o próprio Afeganistão, onde os EUA estão cansados de fracassar. Oras, parece que as super-armas não são eficientes contra barbudinhos chineludos. Sobre as tais vitorias do F-16 e F-15, porque você insiste em ignorar o que eu disse lá em cima? O que é a estrutura de combate israelense comparada a egípcia e síria? Ou será que você… Read more »

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Hélio
1 ano atrás

“O que é a estrutura de combate israelense comparada a egípcia e síria? ” Os soviéticos forneceram caças Mig-21 e até mesmo bombardeiros Tu-16 armados com mísseis de cruzeiro para esses países. Não contentes construíram bases aéreas enormes e estruturaram um sistema de comando e controle. Ao final os próprios russos estavam tripulando os caças e sabe o que aconteceu quando enfrentaram os pilotos israelenses em dogfights? Perderam! foram cinco pilotos russos abatidos pelos israelenses sem perdas do lado da Heyl Ha’Avir. E quando você fala em “equivalência” se esquece que os árabes tinham uma superioridade de 3:1 em aviões… Read more »

Kemen
Kemen
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Antes das ações aéreas a coalizão lançou 2000 (sim, dois mil) AGM-88, neutralizando todas as defesas aéreas e radares do Iraque, e so ler ou reler como se desenrolou a guerra do Iraque.

teropode
1 ano atrás

E mais uma vez os equipamentos russos falham ao não conseguir suportar a pressão da tecnologia ocidental . Quando observamos o holocausto sofrido pelos blindados decorrem russa , o constrangimento é enorme , até quando estes líderes párias Vã o preferir os faz de conta russos, recusando as formidáveis máquinas ocidentais , sorte destes ditadores eque a China começa oferecer coisa melhor com um preço semelhante .

Brunow Basillio
Reply to  teropode
1 ano atrás

Quando a China aprender a Fabricar motores, sistemas antiaéreos, turbinas para seus navios pode até ser…
E eu não vi nenhuma falha em equipamento russo, principalmente mediante a falta de estrutura de apoio Iraquiana comparado com a coalizão…
ganhou um -..

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  teropode
1 ano atrás

Equipamentos russos pilotados por russos, chineses e mesmo vietnamitas, fizeram a festa nos ‘modernos aparelhos’ ocidentais.

Elton
Elton
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Na verdade não foi tanto assim mas manteve um equilíbrio nos combates lembrando que o F4 custava três vezes mais caro que o MIG21 e eram em caso de abate dois pilotos perdidos em vez de um

Mig35
Mig35
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

É isso mesmo, e no Vietnam os F-5 eram derrubados por tiros de mosquetão kkk.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Na guerra da Coreia a vantagem dos F-86 Sabre foi de 3:1. Na guerra do Vietnã enquanto os norte-americanos perderam 79 aviões de todos os tipos em combates aéreos os F-4 Phantoms derrubaram 105 Migs, os F-105 Thunderchiefs 25 e os F-8 Crusaders 19. No Oriente Médio os F-4E da Heyl Ha’Avir derrubaram 116,5 caças inimigos com 25 perdas.

Cadê a “festa” dos equipamentos russos sobre os ocidentais?

Hélio
Hélio
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

HMS, você leu o texto? Ou vai ignorar solenemente a verdade para insistir em mentiras publicitárias? Qual era a estrutura de combate americana frente a norte-coreana e vietnamita? Qual era a superioridade numérica americana? Quantos desses caças era uma ou duas gerações mais antigos que os americanos? E mesmo assim os americanos conseguiram perder todos esses aviões, fora o baile? Para que essa idolatria e esse fanatismo? Isso já é um caso psiquiátrico.
Isso sem falar que tem gente aí contando 1/2 “vitória”, 1/4 de “vitória” e não usando o mesmo critério para contar as derrotas.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Hélio
1 ano atrás

“Qual era a estrutura de combate americana frente a norte-coreana e vietnamita?” Na Guerra da Coréia a estrutura era rigorosamente a mesma visto que a própria URSS estava patrocinando o conflito com inúmeros pilotos soviéticos tripulando os Migs-15 sem falar é claro na imensa superioridade numérica visto que o número de aparelhos superava em uma proporção muito maior que a dos caças a serviço da USAF no conflito. E no Vietnã, não se esqueça que de novo a URSS estava por trás do Vietnã do Norte sem falar que as regras restritivas impostas aos pilotos norte-americanos custaram muitas vidas e… Read more »

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Operação Rimon 20…

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Na Guerra da Coreia os números revisados colocam uma razão de vitórias/perdas de 3:1 a favor dos F-86 Sabre contra os Migs-21. No Vietnã a USAF/USN/USMC perderam em combate aéreo 79 aviões ao passo que os F-4 Phantoms abateram 105 Migs, os F-105 Thunderchiefs 25 Migs e os F-8 Crusaders 19 Migs. E no Oriente Médio os F-4E da Heyl Ha’Avir derrubaram 116,5 caças árabes contra 25 perdas ao passo que os Mirage III derrubaram 106 Migs e os Neshers 140 Migs.

Cadê a “festa” dos caças russos frente aos aparelhos ocidentais?

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Pilotos soviéticos apanharam de pilotos israelenses voando aeronaves ocidentais durante a Guerra de Atrito contra o Egito.

Marcos10
Marcos10
Reply to  teropode
1 ano atrás

Para saber de fato se são bons ou não, teríamos de testa-los.

Hélio
Hélio
Reply to  teropode
1 ano atrás

Está discutindo contra o próprio texto? O que o texto mostra é muito diferente, a vitória da OTAN se seu pela imensa superioridade material, não a superioridade do equipamento, os EUA empregaram armas que o Iraque não tinha, e foi isso que lhes deu vantagem, o próprio texto mostra isso. Sobre os blindados, parece que você se faz de bobo, os blindados americanos eram DUAS GERAÇÕES mais modernos que os iraquianos, eles tiveram vantagem porque engajavam os alvos ao DOBRO da distância dos tanques iraquianos. Agora, quer falar sobre os tanques ocidentais? Eles não andam em boa fase no oriente… Read more »

Rustam
Rustam
Reply to  teropode
1 ano atrás

teropode
E mais uma vez os equipamentos russos falham ao não conseguir suportar a pressão da tecnologia ocidental . Quando observamos o holocausto sofrido pelos blindados decorrem russa
———-

Boy do you write from Hospice? Reading today’s comments you understand that the spring aggravation has begun

Aladaf
Aladaf
Reply to  Rustam
1 ano atrás

It is not springtime in Brazil. Basic knowledge on geography should be a pre-requisite before making comments in a blog about military subjects. From this point on whatever you say will deserve even less credibility, which, quite frankly, does not mean much.

João Lopes
João Lopes
Reply to  Rustam
1 ano atrás

Você esta num site brasileiro.

Munhoz
Munhoz
Reply to  teropode
1 ano atrás

Estude a estrutura das forças árabes, liderança, organização, mobilidade nas informações e autonomia nas decisões!

O parente do grande líder já assume com Coronel ou General da noite para o dia, e aí daquele que contrariar !

num combate um tenente mais pro ativo salvando sua tropa, que nos 🇺🇸 ou na Rússia 🇷🇺 iria ganhar uma medalha 🥇, nesses países ganha uma bala na cabeça, para não virar herói e ameaçar o poder do grande líder!

Renato B.
Renato B.
Reply to  Munhoz
1 ano atrás

Descreveu perfeitamente porque o bucha de canhão de um exército árabe perdia para um soldado-cidadão israelense.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Renato B.
1 ano atrás

Bem colocado amigo! E vou além: Um soldado bucha de canhão árabe, analfabeto ou semianalfabeto que muitas vezes era um humilde camponês, a quem era dada pouca ou nenhuma instrução no manuseio de armas contra um soldado-cidadão israelense, com nível educacional muito maior e a quem foi dado um treinamento completo sem falar na motivação de estar lutando pela sobrevivência do seu país.

Hélio
Hélio
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

Xiii…
Alguém tem que avisar os soldados americanos sobre isso, porque a realidade que eles encontram contra os chineludos é muito diferente disso.
Mas claro, os árabes sempre mentem.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Estamos falando das guerras entre árabes e israelenses aqui, e quer você queira ou não essa é exatamente a diferença que separava e ainda separa os soldados árabes dos israelenses.

E do confronto da narrativa dos árabes com o resultado dos conflitos a conclusão é exatamente essa: os árabes sempre mentem….

Hélio
Hélio
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

Ah! Então os soldados árabes são uma coisa contra os israelenses e outra contra os americanos?
Quanta lorota, meu Deus, parece petista defendendo o Lula.

Munhoz
Munhoz
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Quando eles se organizam em guerrilhaa coisa muda de figura e eles passam a lutar pela sobrevivência com uma hierarquia bem melhor!

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

Árabes são os mesmos quer contra os EUA, que contra Israel visto que o exército iraquiano foi surrado pelos EUA não uma mas duas vezes e o exército sírio ano passado, ao atacar as posições norte-americanas tomou um sarrafo a despeito de contarem com o apoio de iranianos e de mercenários russos.

Sinto muito, mas fatos são fatos….

Pedro
Pedro
1 ano atrás

A coalização fez o dever de casa, já que tinha tudo ao seu favor e por seus méritos. Nao havia risco de derrota alguma, ate pq o Comando Aéreo Iraquiano deixou de funcionar já nas primeiras horas de conflito (e jamais voltou a funcionar) tanto devido a capacidade de ataque como a ineficiência e incapacidade do mesmo. Era como bater em um bêbado cego e surdo com as mãos atadas. Problema do Iraque se criou uma guerra que não mediu as consequências e que jamais poderia vencer. O piloto iraquiano que abateu o F-18 com o Mig-25 deixava claro que… Read more »

elton
elton
Reply to  Pedro
1 ano atrás

a raiz da origem da derrota foi no comando da força aerea em que ninguem ousou expor ao Saddam Hussein antes da invasão do kuwait que mesmo com bases resistentes ,uma sofisticada defesa aerea e bons caças eles não teriam a menor chance contra a USAF\OTAN

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Pedro
1 ano atrás

O abate do F/A-18 pelo Mig-25 é crédito exclusivo do piloto pois o Foxbat naquela época já estava francamente obsoleto. Aliás o histórico de combate do Mig-25 deixa muito a desejar! Os sírios perderam 3 dos seus exemplares para os Eagles da Heyl Ha’Avir sem perdas para Israel, os F-15 da USAF também abateram diversos aparelhos na Guerra de 1991 e os F-14 iranianos foram seus terríveis algozes na Guerra Irã-Iraque.

Renato
Renato
Reply to  Pedro
1 ano atrás

Você disse que “era como bater em um bêbado, cego e surdo com as mãos atadas”?! Interessante… Mas, e quando o Iraque (almejando tomar as reservas petrolíferas que não lhe pertenciam) invadiu o Kweit, que praticamente não tinha forças militares? “Era como bater em um bêbado, cego e surdo com as mãos atadas.” Aí sim, né? O Iraque só não contava com uma imediata reação da comunidade internacional, em prol da justiça e soberania de um aliado. Parece que aqui, o “correto” era a coalizão reduzir sua força, pra guerra ficar “equilibrada”. Senão, não vale… (que esquisito). Mas é curioso… Read more »

Kommander
Kommander
Reply to  Renato
1 ano atrás

Para de falar besteiras. O amigo não quis tirar os créditos da USAF/OTAN em ter ganho os combates, só disse que a desorganização do comando aéreo iraquiano facilitou muito a vitória dos aliados.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Pedro
1 ano atrás

O abate do F/A-18 pelo Mig-25 deveu-se quase que unicamente à habilidade do piloto iraquiano pois a despeito do temor que despertou durante muitos anos no ocidente o fato é que em 1991 o Foxbat já não era há muito um aparelho de primeira linha. Aliás o histórico de combate do avião é decepcionante pois nos enfrentamentos contra os F-15 da Heyl Ha’Avir foram perdidos três aviões sem perdas para Israel, os F-15 da USAF teriam abatido algo em torno de 10 aviões durante a tempestade do deserto e na Guerra Irã-Iraque o Mig-25 encontrou na combinação F-14/AIM-54 iraniana um… Read more »

Felipe
Felipe
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

Aham…o piloto que fez o avião chegar a mach 3 e fugir, não a aeronave. Cada uma…

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Felipe
1 ano atrás

Vou repetir o que já havia dito! O Mig-25 apenas pode acelerar a Mach 3 por uns poucos segundos sob pena de seus motores se destruírem ou cair em pane seca. E com o altíssimo RCS do avião foi apenas pela habilidade do piloto que ele conseguiu evitar os AWACS e as escoltas.

Elton
Elton
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

O MIG25 foi concebido e desenvolvido para destruir bombardeiros de longo alcance e aviões de reconhecimento em interceptações em que raramente haveria forte escolta ou em missões de reconhecimento sob alta ameaça, seu ponto forte e a velocidade e capacidade de subida e foi usado fora de sua doutrina de uso por exemplo em dogfight e combates aéreos BVR era como querer usar o F106 contra os SU27 seria o mesmo resultado.

elton
elton
1 ano atrás

os americanos e OTAN estavam equipados e treinando para lutar a terceira guerra mundial contra as forças aereas sovieticas e os iraquianos eram uma força que podiam ate ter experiencia em combate e bons equipamentos mas sua liderança militar em todos os escaloes era inepta porque eram indicados por afiliação politica e simpatia do governante sem competencia(lembra algum pais sul-americano)e mandaram seus pilotos para a morte ou derrota certa em uma guerra contra uma força que não haviam sido treinados ,preparados e equipados para enfrentar

Jacinto
Jacinto
1 ano atrás

Quando se lê (i) que a maioria das vitórias (27 de 33) foi obtida com auxílio de AWACs e (ii) que em quase todos as vitórias, as aeronaves inimigas não sabiam que estavam sendo alvejadas, o que se aprende é que o fator decisivo foi a consciência situacional.

Pedro
Pedro
Reply to  Jacinto
1 ano atrás

Quem vê antes, atira antes e tem mais chances de vitoria. Isso vem lá da I Guerra Mundial. Aqui a chave não eh o AWACS e sim um controle aéreo eficaz, seja em terra, mar ou em voo.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Pedro
1 ano atrás

O controle aéreo eficaz do espaço aéreo iraquiano apenas foi possível com os AWACS tal como no Vale do Bekaa anos antes.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Pedro
1 ano atrás

A USAF e a USN, como as forças aéreas da OTAN e a Heyl Ha’Avir, dão muito mais liberdade e capacidade de decisão aos pilotos no ar com o AWACS providenciando alerta aéreo e as aeronaves de EW negando a consciência situacional ao inimigo. Por seu turno a força aérea iraquiana era moldada no antigo modelo soviético de um comando e controle centralizado no solo, que já havia se mostrado absolutamente inefetivo no Vale do Bekaa quando foi “cegado” pela EW israelense.

Pampapoker
Pampapoker
Reply to  Jacinto
1 ano atrás

Certíssimo o seu comentário. Graças aos awacs os americanos já sabiam de antemão o que iria acontecer. Bastavam as aeronaves iniciar vôo, já estavam nos radares das awacs. Onde os f15 eram monitorados para realizar o abate. Sem awacs na guerra moderna, vc e cego.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Jacinto
1 ano atrás

o texto omite que os Americanos fizeram uma espécie de corredor seguro com guerra eletrônica maciça para cegar os radares iraquianos, depois de cegados eles eram destruídos, isso contribuiu e muito para o sucesso da Tempestade no Deserto

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Carlos Campos
1 ano atrás

Verdade! Aliás nesse conflito os EF-111 e os EA-6B tiveram um papel fundamental

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Carlos Campos
1 ano atrás

Os aviões de guerra eletrônica foram muito importantes para diminuir a eficiência do sistema de defesa aérea iraquiano!

Bosco
Bosco
Reply to  Jacinto
1 ano atrás

E consciência situacional superior significa ver sem ser visto. Ponto para a tecnologia stealth. Os americanos e a OTAN apostam na furtividade para logar êxito no combate BVR.

kaleu
kaleu
Reply to  Jacinto
1 ano atrás

É exatamente por esse motivo que a “superioridade” do SU-30 venezuelano não seria decisivo em um eventual combate com a FAB, além dos AEW&C, o nosso treinamento e doutrina de combate superariam os modernos aviões do vizinho

Elton
Elton
Reply to  kaleu
1 ano atrás

Quanto aos nossos pilotos serem bons não tenho dúvida mas minha preocupação é com quem tem estrelas indicadas pelo presidente que não nescessariamente são indicados por competência e habilidade esses caras sim e que em caso de guerra acabam fazendo bravos soldados e equipamentos insubstituíveis serem perdidos por decisões estúpidas de um alto comando e estado maior.

FernandoEMB
FernandoEMB
1 ano atrás

Gostaria de saber se alguém tem alguma ideia do destino dos EMB-312 Iraquianos. Até hoje só vi uma foto de um deles destruído numa base aérea.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  FernandoEMB
1 ano atrás

Boa, questão para pesquisa.

O Cascavel a gente sabe.

Materia para o Forte.

Fernando (Dragon44)
Fernando (Dragon44)
1 ano atrás

Essa Probability of a Kill de 27% é espantosa heim! 88 mísseis lançados para se obter 24 kills é uma taxa de acerto muitooo baixa, oq ocasionou isso? falha em algum componente, flares, manobras evasivas? ou uma combinação de tudo isso?

Elton
Elton
Reply to  Fernando (Dragon44)
1 ano atrás

No laboratório e um ,no treino e outro ,e no combate real com todo o estresse de combate ,manuseio inapropiado e cuidado na instalação e outra história.

Bosco
Bosco
Reply to  Fernando (Dragon44)
1 ano atrás

Fernando, A análise fria dos números pode ser enganosa. Faz parecer que 73% dos mísseis falharam , o que , apesar do Sparrow não ser uma grande coisa, pode não ser verdade. Pode ser que dois ou mesmo três mísseis tenham sido lançados “ao mesmo tempo”, ou seja, antes do piloto confirmar o resultado do primeiro lançamento ele já lança um segundo e até um terceiro. Em atingindo o alvo com o primeiro, o alvo pode “sumir” da tela por conta dele ter desacelerado abruptamente ou ter se partido e “enganado” os mísseis “na fila” e aí o segundo míssil… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Uma interceptação a 30 km leva mais de 50 segundos. Se o piloto for esperar confirmar se o alvo foi destruído para lançar um segundo míssil, o alvo já estaria na sua cara. O mais provável é que pelo menos dois mísseis sejam lançados em sequência. Só essa tática já tem o potencial de baixar o Pk para 50% independente de qualquer outro fator (contra medidas, defeito do míssil, manobras evasivas, interrupção da iluminação, etc.).

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Perfeito.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Bosco
1 ano atrás

O Sparrow sempre teve um péssimo registro em combate. Melhorou muito com a entrada em serviço do ‘Dogfight Sparrow’ AIM-7E-2, mas ainda assim era um tanto tenebroso. Dito isso, é quase certo que era prática comum o ‘ripple firing’ de pelo menos dois Sparrow na Primeira Guerra do Golfo. Ainda haviam muitos veteranos do Vietnã na ativa e com certeza passaram isso adiante para os mais novos. Devemos também considerar que o Sparrow é um míssil um tanto quanto delicado, e pode ter acontecido problemas de condicionamento e manutenção que não seriam considerados extravagantes, ainda mais no tempo operacional que… Read more »

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Perfeito.

Maurício.
Maurício.
Reply to  Fernando (Dragon44)
1 ano atrás

Fernando, na vida real a coisa é muito diferente, no Iraque dois F-15 entraram em combate contra dois Mig-25, para o abate do primeiro Mig foi necessário 5 mísseis, o piloto do F-15 disse que se fosse em um treinamento seria 5 kills a favor do F-15, mas na vida real é tudo diferente, por isso que eu acho bom uma boa carga de mísseis e o bom e velho canhão sempre pronto para o combate.

Bosco
Bosco
Reply to  Maurício.
1 ano atrás

Maurício, “por isso que eu acho bom uma boa carga de mísseis e o bom e velho canhão sempre pronto para o combate.” Então teremos que armar nossos infantes com espadas (gosto muito da gládio) porque a munição do fuzil uma hora pode acabar. O “dog-fight” com canhão ocorria por conta da tecnologia da época que tornava inevitável o combate fechar e não por conta dos combatentes (pilotos) optarem por fazê-lo por bravura. Pudessem escolher eles não o fariam. Hoje, com radares AESA e mísseis de longo alcance (e nem vamos falar da tecnologia stealth) , o combate com canhões… Read more »

Maurício.
Maurício.
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Bosco, acho que não é necessário uma espada, uma baioneta já estaria de bom tamanho só por garantia…rsrsrs
Até hoje os americanos usam a baioneta, o seguro morreu de velho, aqui uma prova de que até os mais bem equipados e treinados soldados usam :comment image
Essa foto é de uma operação no Iraque.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Maurício.
1 ano atrás

Fallujah.

Como faz para adicionar a foto ao comentário Maurício?

Maurício.
Maurício.
Reply to  Alfa BR
1 ano atrás

Alfa BR, eu copio e colo o link no comentário, mas para a foto aparecer o link tem que ser seguro, tem que ter aquele cadeado verde, acho que se o link não for seguro a imagem fica presa no spam ou não aparece, ficando só o link mesmo e não aparecendo a imagem.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Maurício.
1 ano atrás

Obrigado!

Bosco
Bosco
Reply to  Maurício.
1 ano atrás

Maurício,
Sem dúvida. Mas aí, vale salientar que são operações urbanas, onde o combate já está fechado desde o início.
Vale salientar que muitos combatentes americanos usam mesmo espadas e muito popular é a machadinha apache (Tomahawk). https://i.imgur.com/cBevfPi.jpg
Apesar do meu comentário, no âmbito da infantaria é uma temeridade o combatente ir sem uma boa arma branca, mesmo porquê, se não salvar a vida serve pelo menos pra descascar laranjas.

Maurício.
Maurício.
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Olá Bosco, eu entendo seu ponto de vista, é semelhante ao do Roberto Santana quando disse que se você errar 4 mísseis BVR é melhor cair fora, no ponto de vista dele nem Aim-9 ele levaria, mas sempre é bom ter e não precisar do que não ter e precisar, eu mesmo me sentiria muito mais confortável num caça que tivesse o canhão, até mesmo para outros tipos de alvos de oportunidade.

Bosco
Bosco
Reply to  Maurício.
1 ano atrás

Maurício, Sem dúvida do ponto de vista de elevar a moral ter um canhão é positivo. Além do fato dos cenários elencados antes. O que não concordo muito é com essa ideia de que o canhão serve para quando acabar os mísseis. Já discuti isso algumas vezes por aqui e minha posição é: e quando acabar a munição do canhão? Ou seja, não tendo canhão a luta encerra quando acabam os mísseis. Em tendo um canhão a luta encerra quando acaba a munição. Simples assim! No final tando o que saiu sem canhão quanto o que saiu com um canhão… Read more »

Maurício.
Maurício.
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Bosco, talvez ter o canhão hoje em dia sirva muito mais moralmente falando do que operacionalmente, pelo menos num combate aéreo, talvez eu seja precavido demais mesmo.

Bosco
Bosco
Reply to  Maurício.
1 ano atrás

Maurício,
Vale salientar que por muito tempo ainda o canhão será necessário já que nem todo mundo tem PESA/AESA e mísseis de longo alcance (acima de 100 km).
*O aMraam tá passando da hora de mudar de nome para aLraam. rrssss
E quando todo mundo for stealth o canhão volta a ser utilizado pelo motivo “certo” (se já não tiver sido substituído pelo laser).

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Bosco
1 ano atrás

O gladio na curta distância e ambiente fechado está entre as mais eficientes num combate corpo a corpo

teropode
Reply to  Maurício.
1 ano atrás

Baionetas sempre será o úteis, principalmente em ações solitárias, quem viu o vídeo do Australiano percebeu que por pouco ele alimentaria não estar com uma baioneta .

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Aos que estão me “dislinkeando” :comment image

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Perfeito.

Bosco
Bosco
Reply to  Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

rsrssss

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Bosco, estás louco. Gládio é legal como curiosidade hoje em dia e fazia sentido durante a era Romana, mas eu preferiria um sabre de cavalaria hehehehe.

E por acaso, mais alguém aí também fica revoltado que, no filme ‘O Nimitz Volta para o Inferno’ um F-14A em 1941 gasta um valiosíssimo AIM-9 para derrubar um A6M2 (T-6 convertido)?

Kemen
Kemen
Reply to  Fernando (Dragon44)
1 ano atrás

Misseis BVR tem baixa taxa de acerto, mas 27% é baixa mesmo, na minha opinião seria provavel uns 50%, mas para quem tem misseis e grana sobrando…, acredito que com os Sentry pasando os dados por data link, pensaram ser melhor lançar para ver se acerta do que entrar em dogfight.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Kemen
1 ano atrás

A função principal dos misseis BVR é colocar o defensor numa posição desfavorável, o “Kill” em si é so um bônus.
Vejo o conflito, entre a Índia e o Paquistão, apesar de não ter acertado nenhum Araam nos Mirage’s e Sukhoi’s indianos, os Araam paquistanês lograram exito em mante-los longe do pacote.
Para voce não se abatido por um missil BVR, lancada a 50% de seu alcance, tera que fazer manobras de alto G, perdendo energia, so o inimigo lancar 2 ou 3 misseis você ta lascado.

Felipe
Felipe
Reply to  Fernando (Dragon44)
1 ano atrás

o Amraam tá pior que isso. 25% no confronto de India e Paquistão recente.

WFonseca
WFonseca
1 ano atrás

O artigo não dá ênfase mas o Iraque possuía uma sólida defesa AA, Bagdá era um dos lugares mais defendidos do planeta. O conflito começou com Apaches voando baixo para destruir antenas de radar, F117 atacando centros de controle em conjunto com uma chuva de Tomahawks abrindo caminho para o bombardeio de outros caças por 42 dias seguintes. Enquanto isso o Iraque lançava mísseis contra Arábia Saudita e Israel, buscando quebrar o apoio praticamente unânime que a Coalizão possuía no Oriente Médio; queimava poços de petróleo para desestabilizar o mercado etc.. Apesar da incontestável superioridade dos aliados, dizer que a… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  WFonseca
1 ano atrás

WFonseca,
Vale salientar que essa operação da coalizão obteve unanimidade dos membros da ONU, inclusive da Rússia e China. Isso fez crer que novos tempos estavam vindo onde as tensões internacionais seriam debeladas em nome da justiça e do bom senso e enfim a paz iria reinar na Terra.
Ledo engano!

Pedro
Pedro
Reply to  WFonseca
1 ano atrás

Era forte no papel mas na realidade era tremendamente fraca. Os radares estavam sempre ligados na potencia máxima, não havia preocupação em alterar ou camuflar a frequência dos radares. O mesmo poderia-se falar da comunicação tática e estratégica entre o comando e as unidades. As baterias antiaéreas e os misseis ficavam expostos em lugares fixos debilmente camufladas. Alem disso, as tropas estavam famintas, mal pagas com moral perto do zero, onde o comando era efetuado por pessoas próximas do ditador ou principalmente, de seus filhos malucos e sádicos que unica preocupacao era acumular e saquear riquezas do pais, impor castigos… Read more »

Jacinto
Jacinto
Reply to  WFonseca
1 ano atrás

A força aérea dos EUA encomendou um estudo sobre campanha aérea na Guerra do Golfo. O trabalho, embora censurado em algumas partes, foi publicado. Chama-se “Gulf War Air Power Survey” e pode ser encontrado na Amazon. O relatório contém um relato dia a dia dos primeiros dias da campanha aérea. Sobre o “Package Q” – que foi o maior “pacote” da Guerra, no terceiro dia, que acabou com dois F-16 derrubaods (salvo engano meu) a conclusão foi essa: (volume 2, fls. 176) “There were a number of crucial lessons from Package Q. The most obvious was that enemy defenses in… Read more »

Delfim
Delfim
1 ano atrás

Aí se vê a necessidade de um caça ter sensores RWR, IR, entre outros, para detectar ameaças.

Alfa BR
Alfa BR
1 ano atrás

Ultimo conflito convencional de alta intensidade…

Antunes 1980
Antunes 1980
1 ano atrás

Foi um massacre da coalizão.
Fico me perguntando como os limitados caças soviéticos ainda conseguiram derrubar dois caças aliados.
Penso que foi falha grotesca dos seus pilotos.
Levando em consideração tudo que consta nesta matéria, então a Rússia poderia ser derrotada em um hipotético ataque da OTAN, visto que não possuía capacidade BVR naquela época.
Os Estados Unidos e aliados perderam a chance de mudar drasticamente o equilíbrio de forças globais.

Renato B.
Renato B.
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Ela continuava tendo armas nucleares, mesmo no meio do caos e decadência da era Yeltsin.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Renato B.
1 ano atrás

Só um pequeno detalhe. A URSS, com Gorbachev no comando, ainda estava de pé durante a Guerra do Golfo, e só foi deixar de existir no final de 1991, embora já não era a mesma desde 1989. E digo mais. Se Gorbie tivesse conseguido fazer suas reformas (Glasnost e Perestroika), era bem capaz de a URSS ainda estar de pé, e bem parecida com o que a China é hoje, mas os linha dura de lá não gostaram disso e se ferraram, e aí sim, Yelstin veio à tona e como primeira medida como Presidente da Rússia, decidiu beber todo… Read more »

Edson Jaqueira
Edson Jaqueira
1 ano atrás

Ressalta-se que todo o sistema de radar Iraquiano foi destruído, razão pela qual eles não tiveram qualquer chance de uma digna defesa área. A única saída foi mesmo fugir para o Iran. Ainda bem!

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

11° parágrafo, F 14 empregado pelos americanos ?

Sérgio Luís
Sérgio Luís
Reply to  Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

Será que são do Irã!?!
Lógico que são dos states!!!

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Sérgio Luís
1 ano atrás

Estavam desativados, creio que até destruídos pelos USA, não confere o emprego dos F 14 dos USA nessa matéria.

Bosco
Bosco
Reply to  Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

Carlos,
Os F-14 foram desativados em 2006. A Primeira Guerra do Golfo foi em 1991. Os F-14 da USN tiveram participação ativa.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

O texto diz que foi um F-14 iraniano.

Sérgio Luís
Sérgio Luís
1 ano atrás

Uai
Tinham que mostrar os Tornados e F-18 abatidos por este mesmo Mig-29 também uai!!
Assim não vale!

Felipe
Felipe
Reply to  Sérgio Luís
1 ano atrás

O F-18 foi um MiG-25

Agnelo
Agnelo
1 ano atrás

O texto deixa bem claro q mesmo com superioridade numérica, tecnológica e doutrinária, a guerra não foi simples como os “supertrunfistas” insistem em insinuar.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Agnelo
1 ano atrás

Nem no ar, muito menos no solo.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Agnelo
1 ano atrás

Nenhuma guerra é simples. Os ingleses também penaram nas Malvinas. No CENEPA, em 1995, também não foi fácil.

CignusRJ
CignusRJ
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

Rinaldo Nery.
Por gentileza poderia se aprofundar mais sobre este exemplo que deu sobre a guerrear do rio cenepa?
Eu conversei com um peruano, na época servia na força aérea peruana, e com um militar reformado brasileiro. Ouvi duas versões sobre como foi o conflito, tanto em terra como no ar.
O que mais me chamou a atenção foi o comentário do brasileiro que disse o seguinte: “os militares equatorianos são muito mais profissionais que os peruanos.” Não importa que o peru seja mais rico e melhor euqipados, os euqatorianos venceriam sempre.

Bruno
Bruno
Reply to  CignusRJ
1 ano atrás

Se você assistir as reportagens e documentários disponíveis no youtube referente ao conflito do CENEPA, você vê claramente a superioridade profissional dos ecuatorianos frente aos peruanos, os peruanos são o embuste do embuste, se eles ainda são hoje eu não sei, mas no CENEPA eram.

Alfa BR
Alfa BR
1 ano atrás

33 abates da coalização contra 2 confirmados pros iraquianos dá um kill ratio de 16,5 pra 1.

Pensa numa surra…

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
1 ano atrás

Ouvimos de oficiais da USAF: ¨com AWACS você ganha, sem AWACS você perde¨.

Aéreo
Aéreo
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

Nery, como se avalia hoje a vulnerabilidade dos AWCAS com aviões furtivos e misseis BVR melhores? Poderia dar uma “palhinha” sobre o tema?

Augusto L
Augusto L
1 ano atrás

Pra mim ainda melhor e mais sensacional operação aerea de todos os tempos foi a Mole Cricket 99, durante a guerra do Libano.
Na epoca nao existia nenhum analista de qualquer lugar do mundo, conseguiria imaginar uma vitoria tão esmagadora contra aeronaves e baterias anti-aereas em tao pouco tempo.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Augusto L
1 ano atrás
Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Carlos Alberto Soares
1 ano atrás
Pericles Ferreira Leite
Pericles Ferreira Leite
Reply to  Augusto L
1 ano atrás

Sim, a Mole Cricket 19 é um daqueles “estudos de caso” que devem ser referência para certos contextos. Impressionante.

rdx
rdx
1 ano atrás

A FA iraquiana operava principalmente versões de caças soviéticos de exportação com manutenção ruim (aposto que muitos não tinham nem RWR), pilotos com treinamento deficiente e/ou proibidos de ter iniciativa e consciência situacional nula, uma vez que os centros de comando e controle foram destruídos no início da campanha. O massacre era inevitável.

Carlos Campos
Carlos Campos
1 ano atrás

Um vídeo sobre como foi a incursão contra as forças Iraquianas, guerra eletrônica foi essecial
https://www.youtube.com/watch?v=C6eoX0PvDSc

Helio Eduardo
Helio Eduardo
1 ano atrás

Galante, Ótima lembrança, mais uma matéria enriquecedora. Se me permite, gostaria de dar minha opinião. Creio que, fora as superpotências (EUA, China e Rússia), nenhuma outra nação teria a menor condição de opor resistência a uma coalizão que, dentre suas vantagens, tinha a superioridade tecnológica absoluta, calcada em uma igualmente absoluta superioridade numérica. Se não me falha a memória, das lições aprendidas aqui na Triologia, está que na I Guerra do Golfo se consolidaram as bombas e mísseis “inteligentes”, houve o uso intensivo do que se consolidaria como C3I, e os combates BVR tornaram-se uma realidade, tudo, ao menos, numa… Read more »

Jodreski
Jodreski
Reply to  Helio Eduardo
1 ano atrás

Amigo queria complementar… acho que nem Rússia e China (sozinhas) dariam conta de frear uma coalizão ocidental (dos quais já sabemos quem serão, afinal o núcleo é sempre o mesmo). . Mas no caso da Rússia e China, a vitória ocidental teria um preço caríssimo, ou seja, a população dos países da coalizão precisaria apoiar esse ataque/invasão sem questioná-lo, pois eu acredito em vitória ocidental, mas as baixas tb seriam significativas, não seria fácil. Quando os caixões começassem a sair dos transportadores e mídia mostrasse isso poderia crescer um sentimento anti guerra muito forte dentro desses países (como aconteceu no… Read more »

Helio Eduardo
Helio Eduardo
Reply to  Jodreski
1 ano atrás

Obrigado Jodreski, concordo com seu ponto de vista.

Rene Dos Reis
Rene Dos Reis
Reply to  Jodreski
1 ano atrás

” Quando os caixões começassem a sair dos transportadores e mídia mostrasse isso poderia crescer um sentimento anti guerra muito forte dentro desses países”

Um ataque de uma coalizão contra a Russia seria a própria Otan ne? neste caso colocaria a existência do país em risco ,conhece a doutrina Russa sobre o uso de armas nucleares?

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 ano atrás

Foi um conflito entre uma força aérea antiga (até mesmo com aviões novos) e uma força aérea moderna (até mesmo com aviões veteranos). E no final das contas, a tecnologia venceu, o que indica que ter forças no estado da arte é mais eficiente que enormes forças aéreas obsoletas.

O caminho é o mesmo, quase 30 anos passados, com as evoluções naturais: AWACS, datalinks, BVR, etc…

Luiz Trindade
Luiz Trindade
1 ano atrás

A verdade nua e crua é que o Saddam Hussein enlouqueceu e invadiu o Kuwait sem necessidade. Invadindo deu elementos necessários para os EUA tirar ele do poder, um desejo antigo de eliminar um deposta que os mesmo apoiaram na época da guerra fria e testar novas armas sem perigo de mortes para os militares norte-americanos. Pelo menos à principio pois a resistência no chão fizeram suas vítimas.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Reply to  Luiz Trindade
1 ano atrás

Saddam chegou a ser considerado aliado dos EUA, quando entrou em guerra contra o Irã. Até hoje, se pergunta o que deu na cabeça dele, para cometer a asneira de invadir o Kwait.

Blind Mans Bluff
Blind Mans Bluff
1 ano atrás

O que ganhou a guerra foi a doutrina AirLand Battle. FM-100-5

Dr. Mundico
Dr. Mundico
1 ano atrás

Cá prá nós, foi um verdadeiro festival de tiro ao pato.

XFF
XFF
1 ano atrás

È até uma covardia a coalizão da OTAN + Estados Unidos atacar um país pequeno igual Iraque. Por bem mais armado que Iraque esteja, é óbvio que não daria conta. Além disso, Iraque é um deserto onde é muito fácil ver tudo pelo ar. Engraçado é que os EUA não entram sozinho em guerra depois da porrada que tomaram no Vietnã.
Se gabam de ter derrotado o Iraque como se tivessem vencido uma potência como China ou Rússia.
Sem contar ainda que o Iraque vinha vinha de uma guerra de grande desgaste de 8 anos com Irã.

Chris
Chris
Reply to  XFF
1 ano atrás

E invadir o coitado do Kwait, não é covardia?

Recce
Recce
Reply to  XFF
1 ano atrás

“Engraçado é que os EUA não entram sozinho em guerra depois da porrada que tomaram no Vietnã.”

Mas os EUA não lutaram sozinhos no Vietnã. Havia forças regulares e irregulares do Vietnã do Sul, australianos (surraram o NVA e o VC em praticamente todos os combates), neo-zelandeses, sul-coreanos…

E se o TO do Vietnã fosse como o da Guerra do Golfo teria sido outra vitória rápida para os EUA…

Pedro
Pedro
1 ano atrás

Pessoal,

Foi neste blog que teve uma matéria do envio dos aviões e demais aparatos militares iraquianos para o Irã, quando da invasão americana? Me expliquem se possível como aconteceu isto.