sexta-feira, maio 14, 2021

Gripen para o Brasil

Raytheon vai modernizar os F/A-18C/D dos Marines com radar AESA

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

F/A-18C do USMC

EL SEGUNDO, Calif. – O Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA (USMC) selecionou o radar AESA APG-79(v)4 da Raytheon para equipar sua frota clássica Hornet F/A-18C/D. A Raytheon começará a fornecer radares em 2020 e concluir as entregas até 2022.

O APG-79(v)4 é uma versão em escala do radar AESA APG-79 integrado nos Super Hornets da US Navy e da Força Aérea Real Australiana e nos EA-18G Growlers. Juntamente com as melhores capacidades de direção de tiro, as equipes ganham vantagem em operações cruciais em todo o espectro – incluindo dominância aérea, ataque marítimo e missões ar-terra.

“Com os radares da AESA, pilotos e tripulações de jatos de caça inclinam a balança a seu favor sobre seus adversários”, disse Eric Ditmars, vice-presidente da Raytheon Secure Sensor Solutions. “Agora que o APG-79(v)4 está programado para voar no Hornet clássico, os pilotos do Corpo de Fuzileiros Navais poderão identificar, rastrear e engajar mais alvos a uma distância maior do que nunca.”

As equipes verão uma melhor confiabilidade do radar, reduzindo as horas de manutenção e aumentando a disponibilidade para o voo. Como o APG-79(v)4 compartilha mais de 90% de comunalidade com o APG-79, o Corpo de Fuzileiros Navais se beneficiará do mesmo caminho de sustentação e atualização global já implementado para o sistema.

A Raytheon Company, com vendas de US$ 25 bilhões em 2017 e 64.000 funcionários, é líder em tecnologia e inovação especializada em soluções de defesa, governo civil e segurança cibernética. A Raytheon está sediada em Waltham, Massachusetts.

APG-79
Radar AESA APG-79

FONTE: Raytheon

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Gustavo

Vida longa aos Hornets! Pensa em alguém que torceu por isso…

Washington Menezes

“Com os radares da AESA, pilotos e tripulações de jatos de caça inclinam a balança a seu favor sobre seus adversários”, disse Eric Ditmars, vice-presidente da Raytheon Secure Sensor Solutions.
Ué só agora inclina a balança sobre seus adversários?

JPC3

Ele se refere aos Horntes dos Marines, que, com radares de varredura mecânica, estariam em desvantagem contra alguns adversários que possuem radares com tecnologias mais modernas.

GEN Escobar

Nossa FAB poderia pegar uns 24 desses Hornets usados e modernizados, né! Nem precisaria ser Super Hornet. Mas ainda sustento que 24 F-15´s fariam das nossas forças aéreas, praticamente imbatíveis na América Latina. Estou ansioso em saber o que as FA´s trarão com a gestão Bolsonaro.

Wellington Rossi Kramer

Com os Gripens já seremos imbatíveis na américa latina.

Pedro nine-nine

Superior, não imbatível.

Eduardo

Custo absurdamente desnecessário, tanto em aquisição quanto, principalmente em manutenção. Além de já ser um avião caro de manter, seriam usados.

Cleber

Uma dúzia de Super Hornet na MB , mesmo sem Porta Aviões, baseada em terra , colocaria respeito por aqui na região .

Leonel Testa

Em vez de uma duzia de super hornets deveriamos era ja comprar mais 18 gripens isso sim Cleber pra pelo menos termos um numero minimo de caças

Adriano RA

O que será que muda nessa versão em relação ao do Super Hornet? Menor necessidade de energia? Número de módulos?

Maurício.

Adriano, provavelmente o radome do Hornet é menor que o radome do SH, por isso um radar em escala menor para o Hornet, é tipo o radar grifo que a FAB escolheu para o F-5, o grifo poderia ser instalado no F-5 sem a necessidade de cortar o nariz e projetar um radome novo, mas a FAB escolheu um grifo com uma antena maior e consequentemente mais módulos.
No final deve ser isso mesmo que você falou, menor necessidade de energia e menor número de modulos.

Joao

Com essa inclinação, parece o sistema de varredura “swashplate” do gripen ng

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