Home Acidente Aéreo Helicóptero da FAB resgata sobreviventes de queda de avião no Mato Grosso

Helicóptero da FAB resgata sobreviventes de queda de avião no Mato Grosso

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As vítimas foram encontradas na noite do dia 4 de dezembro

Por volta das 19h40 desta terça-feira (4) um helicóptero H-60 Black Hawk da Força Aérea Brasileira (FAB) localizou e resgatou com vida os dois tripulantes da aeronave matrícula PT-ICN, que decolou na manhã de sexta-feira (30) de Pimenta Bueno (RO) com destino a Santo Antônio do Leverger (MT).

Cerca de 30 militares do Esquadrão Pelicano (2º/10º GAV) estiveram envolvidos nos quatro dias de buscas. Mecânicos do Esquadrão Pantera (5º/8º GAV) também compuseram a tripulação.

“Já era o quarto dia de buscas e decolamos por volta das 17h para fazer um padrão onde ainda não havíamos passado com o helicóptero. Cerca de uma hora depois da decolagem ouvimos o sinal do ELT [Emergency Locator Transmitter] e continuamos circulando na região. Logo depois, nossa tripulação avistou a aeronave e já dava pra ver o pessoal acenando pra gente, mostrando que estavam vivos”, conta o Tenente Aviador Fábio Rachildes Pinto.

“Pousamos em uma área próxima, os resgateiros desembarcaram e já fizeram a ação inicial, imobilizaram os dois nas macas e levaram para o helicóptero. Mais ou menos às 19h estávamos prontos para decolar. No pouso em Cuiabá a ambulância já estava esperando para levá-los ao hospital”, completou o militar.

A operação de busca e salvamento teve início no sábado (1) e foi coordenada pelo Salvaero Manaus, contando também com a participação da aeronave SC-105 Amazonas, que realizou mais de 40 horas de voo durante as buscas.

Os pilotos do PT-ICN estavam desaparecidos desde o dia da decolagem e foram resgatados em uma região de mata, em Cáceres, a 220 km de Cuiabá (MT).

Eles foram levados ao Aeroporto de Cuiabá, onde foram entregues aos cuidados do SAMU e levados até o Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande (PSMVG). Depois, foram transferidos para o Hospital Santa Rosa, unidade de saúde particular em Cuiabá.

FONTE: Força Aérea Brasileira

28 COMMENTS

  1. Excelente trabalho da FAB. O C-295 na configuração SAR se mostrou uma excelente aquisição.

    Melhor ainda é saber que ninguém morreu.

    @OFF TOPIC

    Está programado para o dia de hoje o lançamento do VS-30.

  2. Sobre a queda dos aviões:
    Conheci uma pessoa que trabalhava em uma empresa que também atuava na manutenção de aeronaves pequenas (cesna, etc). Palavras dele:
    – Só vôo em aviões que eu sei quem fez a manutenção. O que a gente vê por aí é inacreditável…….

  3. Foram muito demoradas essas buscas.
    Poderia ter sido mais rápida?
    Algum procedimento poderia ser melhorado?
    Como se encontra um avião desses?
    Não é monitorado pelo sivam pela atitude de voo ser baixa?
    Não se comunicaram com ninguém durante o voo?

    • nonato, você chega a ser cômico! Você por acaso sabe o tamanho da área de busca? Sabe se o avião havia declarado a rota de voo? Se a rota de voo foi declarada, você sabe se, por conta do problema que causou a queda, ele não se desviou da rota? O terreno era campo, plano ou era de mata e com colinas e depressões no solo. Se o radar do controle de tráfego aéreo acompanhava o voo, e possível estimar o lcal da queda, mas mesmo assim, a área de buscas sempre é grande. Você simplesmente decreta que as buscas foram muito demoradas, mas sem ter conhecimento algum da realidade e de como se deu a queda e das condições do terreno, do tempo (aqui, te digo que chovia muito, ao menos em um dos dias da busca).

      • Para o bom entendedor meia palavra basta.
        Quatro dias no meio da mata pode significar a diferença entre a vida e a morte.
        As buscas foram demoradas.
        Se a demora foi justificada ou não é outra história.
        Não é de bom alvitre fazer sarcasmo com a opinião dos colegas.
        Ademais, a própria matéria é bem clara. No quarto dia decidiram procurar num local onde ainda não haviam procurado.
        Meu post anterior também é claro.
        Havia acompanhamento por radar?
        A rota foi refeita?
        De início pensei que era Manaus-cuiaba.
        Mas é uma viagem bem mais curta.
        Rondônia-mato grosso.

        • Nonato, sugiro que você vá para o 2/10 Gav e ParaSar e mude todos os procedimentos internacionais que a FAB segue.

          Aliás, na próxima, vai junto com os caras e ensine a eles pois estão fora do padrão!!

          Amigo, na boa, não quer parabenizar, tudo bem, mas fica na sua, por favor!!!

          Cada uma que a gente tem que ler!!

        • Sarcasmo? Não fiz uso de sarcasmo contigo. Só disse que você é cômico pprque faz suposições e afirmações definitivas sem conhecimento dos fatos como eles aconteceram. “Ah, no quarto dia eles descobriam o avião porque passaram por onde ainda não tinham passado.” Isso reforça o que falei antes, ou seja, a área de buscas era muito grande. Se eles tivessem começado pela área onde o avião estava, teriam achado no primeiro dia. Mas, ele começam pelos locais mais prováveis. E se acharam no quarto dia, nostra que o avião estava bem mais longe do que deveria estar, pela rota estimada.
          Você simplifica as coisas e acha que é tudo fácil. Desde fazer uma busca por uma aeronave em uma vastidão de terreno, passando por projetar um caça (coisa fáááciiiil!) e outras tantas. Pelo que você fala, são todos uns amadores, principiantes e irresponsáveis.

  4. Ouvi dizer que o radar na banda P é o que tava no requisito, só não entendi porque a FAB “entubou” receber o outro…

    Dessa maquineta (H60) a FAB precisava de mais 24 –
    Total 40. E o EB teria que ter 40 no mínimo.

    E desses, 20 com capacidade HMD, foguetes apkws e canhão de 20mm. E ainda a gatling .50 na porta.

    Todos deveriam ter lançador de flare e (pasmem) freio rotor.

    Essas máquinas fazem a diferença.

    • Quem requisitou o radar banda P fui eu. Eu levei os espanhóis na antiga ORBISAT, em Campinas. Eu não estava mais na COPAC, e ouvi dizer que a ORBISAT não conseguiu cumprir alguns requisitos técnicos impostos pela Airbus Military. Ouvi dizer.

    • Bela máquina, mas é pra quem tem bala na agulha (moeda fortíssima), ou muita, muita generosidade dos EUA (ou gera muitos problemas a eles – drogas).

      Mais unidades ao EB?! kkkkkkk
      Pergunte aos que mandam lá, porque não efetivaram aquela aquisição de mais 3 unidades?! A FAB, com estes 16 UH-60L pé de boi, poderia ter 28 AW-139M (numa conta de padaria). Seriam 8 unidades a mais a sua disposição.

      Ambos ao preço flyway em 2012/2013:
      – UH-60: US$21.3 million (à FAB, isto saiu algo em torno de US$ 25 a 30 milhões por unidade, detalhe, pelados)
      https://en.wikipedia.org/wiki/Sikorsky_UH-60_Black_Hawk

      – AW-139M: US$ 12 million.
      https://en.wikipedia.org/wiki/AgustaWestland_AW139

      Fora o custo da hora de voo.

      Com certeza o UH-60 é mais helicóptero do que o AW-139M, entretanto, para missões cotidianas em território nacional, o AW-139M está de ótimo tamanho, aliás, a própria USAF está indo com o mesmo aparelho, em substituição a diversos UH-1H que opera nas bases aéreas nos EUA. Um parceria Boeing – Leonardo (uma parceria mesmo e não essa cara-c* que a Boeing que fazer com a Embraer) sob a denominação MH-139M.

      https://www.militaryfactory.com/aircraft/detail.asp?aircraft_id=1907

      Para missões mais complexas, o H-36 Caracal está aí para isto.

    • É só a Embraer retomar as conversas com a Leonardo, que o AW139 (assim como a variante militar), pode ser montada e mantida no Brasil. Tanto o mercado civil, como o próprio militar (o EB também tem interesse nisso), poderia ser atendido.

      #Ficaadica

  5. Parabens a forca aerea brasileira.Bolsonaro nosso novo Presidente tem que dar condicoes para as Focas armadas socorrer e vigiar as nossas Fronteiras e o perímetro de 150 km que a lei ja estabelecidas garantem isso seja Fronteiras maritimas ou terrestres o povo agradece.

  6. Nonato, você não entende das coisas e tem a cara de pau de diagnosticar como se conhecesse. Desde quando comparava a construção de um Corolla com a construção de um caça já mostrava sinais de uma ignorância muito grande. E a pessoa que não consegue sair da ignorância é digna de pena.

    Mas enfim, faça um teste aí com a sua bunda sentada na cadeira em frente ao computador, da forma que está. Entre no Google maps e selecione a forma “satélite”. Depois encontre uma cidade grande apenas navegando pelo sistema, sem pesquisar o nome da cidade. Dê um zoom no máximo possível e identifique algo do tamanho de um ônibus nessa cidade. Imediatamente feche o navegador. Pois bem, algumas horas depois, abra o mapa novamente e encontre o mesmo ponto apenas navegando pelo mapa, sem pesquisar. Faça isso e imagine encontrar algo assim tão pequeno sobrevoando uma mata fechada, considerando todos os aspectos climáticos que podem atrapalhar uma busca dessas.

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