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Irã lança produção do caça Kowsar derivado do F-5

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O Irã lançou formalmente a produção de um derivado de produção nativa do Northrop F-5 Tiger II, conhecido como Kowsar.

A mídia iraniana noticiou que, em 3 de novembro, altos líderes militares participaram do início da produção em massa da aeronave. Pelo menos sete aeronaves foram mostradas na linha de produção da Hevapeimasazi (Iran Aircraft Manufacturing Industries Company: HESA); o avião de caça Kowsar (não confundir com o avião de treinamento a jato Kosar) foi revelado pela primeira vez em agosto.

Enquanto o Kowsar é claramente baseado no F-5E/F Tiger II fabricado nos EUA, a mídia iraniana relata que foi equipado com aviônicos de quarta geração. Na verdade, as imagens do cockpit mostram que os instrumentos analógicos e os mostradores do F-5 original foram substituídos por unidades de exibição multifuncionais modernas.

O Kowsar é o último de muitos “novos” tipos de aeronaves de combate que o Irã revelou recentemente para mostrar as crescentes capacidades domésticas aeroespaciais do país para o mundo. Todos, exceto um dos cinco novos tipos foram variantes remodeladas do Northrop F-5.

O Irã recebeu 141 caças F-5E e 28 F-5F Tiger II antes da Revolução Iraniana em 1979, e já converteu várias aeronaves em variantes domésticas, incluindo o Simorgh (Fênix), Azarakhsh (Raio), Saeghe (Relâmpago) e Saeghe 2.

FONTE: Jane’s

67 COMMENTS

    • concordo, duvido que estejam fabricando tudo do zero, nao passa de uma reforma nos avioes que eles ja tem…mas que seria interssante se fossem novos, seria…

          • Thomaz Aquino

            Estamos todos morrendo de medo desses países falidos. Não sei nem como vou conseguir dormir a partir de hoje.

          • Vai sim. A Sexta Frota iraniana vai desembaracar em Copacabana e vai colocar a burka em todas as cariocas gostosas.

          • Olha tem razão, a quantidade de reabastecedores e caças de longo alcance poderão atacar até o RS partindo de Natal…

            Vão trazer seus grandes porta-aviões ao longo da costa e o exercito avançando para o oeste…

            Temos que fugir para os paises vizinhos… Meu Deus.

            Esses países são grandes potências mundiais e militares…

    • É um caça da década de 60 não precisa de uma linha de montagem robotizada, um tiozinho com uma chave de fenda e rebitadeira é o suficiente!

    • Roberto,
      Com todo o respeito que você merece: Xiu!!!!
      A Embraer não vai gostar de saber que tem um concorrente no Brasil, ainda mais dentro da própria FAB.
      Já se esqueceu que por aqui, só pode se for Embraer…
      Os caras piram, se descobrirem que a FAB não é mais o seu quintal.
      No mais parabéns ao Irã e a Hesa, cada um se vira com os limões que tem.
      No fim do dia a limonada geladinha, pronta, é o que importa.
      Há um país na Ásia que começou fazendo clone de “Fagot” e de clone em clone passaram a fazer clone de “Flanker”, hoje fazem J-10; J-11; J-15; J-20; J-31, etc, etc, etc…

  1. Perderam a chance de batizarem a aeronave como MiG-28! Mas aquele lance dos royaties poderia ser pago à Mikoyan através de petróleo 😛

  2. No caso de uma confusão no futuro, os EUA pode se desfazer de seus drontes para treinamento de disparo pratico e usar a Força Aérea do Irã como alvo. imaginem a economia financeira em? kkkkkkkkk

  3. Engenharia reversa patética. Poderiam ao menos ter usado o f-5 como base para fazer algo diferente. Pegaram um projeto com meio século de existência e “melhoraram”. É uma piada!

  4. Na Globonews tem um programa chamado Que Mundo é Esse, onde eles visitam vários países para mostra a realidade de cada país, visitando diversas cidades naquele país e entrevistando moradores. Eles estão no Iran, que tem uma população bem amigável e para os padrões Árabes gozam de certa liberdade que seus vizinhos não permitem a população, como a Arábia Saudita. Muito bom o programa recomendo a todos! Mesmo com os embargos eles conseguem manter uma certa normalidade e ver que em certos quesitos, como segurança, mesmo lá, estão bem a frente de nós!

    • Sim Jefferson,

      Apesar das brincadeiras que eu faço e outros, assisti um Globo Repórter sobre o Irã.

      O País é lindo e a população muito hospitaleira, além de ser muito visitado por ocidentais, principalmente franceses. Eles fazem questão de dizer que são persas e não árabes. Não sei como vai ficar com todo esse embargo internacional e com esse governo teocrático maluco deles pois a população não pode levar a culpa pelos seus governantes.

  5. Nada me tira da cabeça que isso é uma farsa.Esse aviões são velhos aviões recebendo modernização e revisão e apresentado como novos.Não sei qual é o objetivo dessa pataquada.

  6. Quando o PA informou o “lançamento” desse avião, e agora, procuro em todas as imagens e não vejo sequer as antenas de RWR, que nos F-5 ficam no nariz, logo atrás do bico e nas moduras dos bocais dos motores. Será que nem RWR tem?

  7. Se os Gripem já estivessem na ativa a FAB poderia ter vendido os F-5M para a Força Aérea Iraniana, por causa disso os Iranianos perderam a oportunidade de comprar um caça umas 30 vezes melhores do que essa traquitana na matéria.

  8. Nada que o PAMA não faça, mas não fez. Vergonha deles ou nossa ?
    .
    Dependendo da quantidade que façam, pode ser um problema. Quantidade tb é qualidade.
    .
    Como conseguiram aviônica de 4ªger específica para os F-5 ? Será que na época do “Brasil Puthênfia” vazou algo pra lá ?

  9. Na boa, ao menos se viram com o que tem localmente e a industria de defesa deles está bem a frente da nossa, deveríamos ter um mínimo de respeito .

  10. Lógica do Irã: melhor ter uma esquadrilha de F-5 na mão do que duas esquadrilhas de Gripen no papel. No caldeirão do Oriente Médio o poder de fabricar é decisivo para os combatentes. Quem depender de importações está frito. Vimos isso nas Malvinas, a Força Argentina acabou em poucos dias, Logo faltaram meios. Até os Aermacchi, bravamente entraram em ação.

  11. Isto não é linha de produção…é a linha de revisão….

    talvez e so talvez os Saegh é que sejam novos ou foram novos pois estes sim tinham ao menos a dupla empenagem como mudança estrutural….e afinal de contas, se haviam estudado e aimplementado a dupla empenagem, porque haveria de um modelo novo você abandonar isto???

    Noves fora, mesmo não sendo novo e sim uma revitalização, é um passo importante para qualquer um…é um caça pé duro ( não o fosse não estaria voando até hoje)….e o desempenho é igual a um moderno LIFT….se Lift tem valor de combate….porque O F-5 modernizado não teria??? o unico problema é voce querer usar um LIFT como sua primeira linha de defesa….tirando isto, tem lenha para queimar….tem seu nicho de aplicação….

    Se arrependimento matasse na ausencia de habilidade de ler futuros incertos, poderiamos ter comprado uma licença que havia de um empresa americana decadas atras, em que se especializava em montar a fração da seção dianteira BIPOSTA e permitira converter um monoposto em biposto (não lembro a empresa)….não sei se era gambiarra, mas olhando como foi longa a vida do F-5, aposto que teria ocorrido de uns bons compradores de versões F-5MF biposto….seria legal….

  12. Fosse mesmo um novo caça, deveria no mínimo, ser algo como F-20 e não esse “xerox”.
    Isso é uma reforma tardia para dar mais uns anos de vida para esse velho guerreiro.

  13. Se a ideia é fazer novo do velho, então por que não fazer caças baseados nos F-4 ou F-14? Mesmo que copiar toda a estrutura, ao menos estes tem mais espaço para aviônicos modernos.
    Mas na real, penso se tratar de farsa.

  14. já que possui muitos F5 poderia ter feito mudança maiores como tanques conformais e uma dupla empenagem ou mais pods ou sonda reabastecimento sei la … parece que ta igual ao F5 mesmo

  15. Mikhail Bakunin 7 de novembro de 2018 at 10:31
    Nada que o PAMA-SP não faça… Não perdem nenhuma oportunidade de passar vergonha os barbudinhos de turbante.
    Então porquê não o fazem?
    Mais uma vez vamos investir bilhões em mais um projeto mirabolante estrangeiro, para que?
    Para comprar 36 unidades (na melhor das hipóteses) e depois quando o projeto se tornar obsoleto jogar no lixo e comprar outro novo?
    Foi assim com o Xavante, depois o AMX e agora o Gripen e sempre assim o será.
    Não acho que os Iranianos estão bem fabricando (ou mesmo melhorando) um caça tão antigo como o F-5 (e excelente diga-se de passagem), mas ao menos estão partindo de alguma coisa existente e “evoluindo” o projeto ,e o melhor com capacidade e autonomia.
    E o Brasil?
    Porquê não fazemos como eles (não duvido da capacidade dos PAMA,S) ao mesmo tempo em que compramos algumas unidades de prateleira de caças modernos?
    Porquê não evoluímos o AMX em paralelo a compra dos Gripen ?
    Ao menos em caso de guerra e negação das nações “amigas” do Brasil, teremos algo autônomo e nacional para lutar.
    Como sempre digo, sou mais ter 250 AMX-MK2 feitos em casa do que 36 Gripen montados com tecnologia importada e sujeita a embargos.
    Mas brasileiro não faz o dever de casa, tira péssimas notas e quer fazer bulling com quem estuda e tira excelentes notas.
    Parabéns Irã, China, Índia e outras nações que seguem esse caminho.
    Daqui a pouco não precisarão de mais ficar submissos a vontades aleias e dependentes de nações que só querem sua submissão e controle.
    Triste a realidade nacional, tanta capacidade joga no lixo e sub utilizada!

    • você me desculpe, mas essa autonomia não existiu e nunca existirá. peguemos o caça sueco: desenvolvemos software, montamos radares, fazemos isso e aquilo, mas o motor é 100% americano. Se trumpinho tomar birra do brasil e suspender a importação da repimboca da parafuseta, o resto do avião não sai do chão. então qual autonomia que temos? nenhuma!

      seremos sempre compradores de artigos de prateleira. pega o 390. se os EUA quiser, bloqueiam a venda dele como fizeram com aquele tanque nosso nos anos 90. é só dizer “se você comprar o avião brasileiro, onde comprará o restante do armamento que precisa”?

      nunca desenvolveremos armamento significativo pra disputar com as empresas peso-pesado mundiais. faremos, no máximo, oque já fizemos: montar produto estrangeiro.

      afinal, semontamos carro, pq não avião?

  16. Não sei porque a ironia eles tem o triplo de f-5 que o Brasil e falam do grispen ,nos vamos ter eles os 36 em 2024 antes disto vai ser um pinga pinga danado é os nossos f-5 terá que aguentar.Na América latina Venezuela,chile tem melhores vetores que nos. Eles estão certo lembrando que podem comprar da Rússia os vetores que necessitam e podem por os f-5 deles como segunda linha de defesa.

  17. Eu não ficaria incomodado de forma nenhuma,pois sou fã do F-5 se a FAB fizesse o mesmo.Claro com autorização dos EUA. É perfeitamente possível, a fabricação local e até inteligente de certa forma. Pois queimaria varias etapas e treinamento de pessoal, se fossem comparado a compra ou projetar, um caça novo.E de certa forma o uso do F-5 como agressor,pelo EUA deu uma fama ao caça.Com ajuda dos russos fizeram uma engenharia reversa, aviônicos igual ao que o Strobel falou em seu comentário e se possível um swap para usar um motor similar russo, ficaria Show.Poderiam me chamar para ajudar, queria muito ser o “tiozinho com uma chave de fenda e uma rebitadeira”.

  18. Isso gera um mar de dúvidas…

    Se é um modelo “novo” por que não foram aplicadas as melhorias que o próprio fabricante viu como efetiva no meio dos anos 70 (LERX aumentado e Shark Nose?)…

    Onde estão as antenas de RWR, algo que, pela falta de espaço na fuselagem do F-5E não podem ser instaladas conformalmente…

    Onde está o profundor maior para garantir mais autoridade em pitch, algo que o próprio fabricante adotou no F-5G/20

    Se é um modelo “novo” por que não aproveitar para sanar a maior deficiência da aeronave: a falta de potência? O próprio fabricante propôs o F-5G/F-20… Por que insistir nessa deficiência crônica da aeronave com russos tendo turbofans de 18.000lb e chineses com baratos turbojatos de 15.000lb… Por acaso seguiram o caminho de engenharia reversa desses pequenos turbojatos (até faria sentido já que são bem simples e um bom ponto de partida).

    Por que não redesenhar a seção frontal e integrar um maior radar? (isso nós mesmos fizemos aqui e a própria Northrop deve reconhecer que um possível F-20C seguiria esse caminho…

    Por que não são divulgados os números de desempenho almejados/conseguidos?
    Para mim não passa de uma simples linha de revitalização/modernização…

  19. É realmente digno de um estudo mais aprofundado, de como um governo como o Iraniano consegue disseminar mundo a fora tantas mentiras sobre seus avanços na esfera militar e atômica.
    Estas matérias servem apenas para darmos muita risada de um fake news.
    Tudo isso não passa de uma reforma nos aviões que eles já possuem.
    Mas a pergunta que não quer calar, por que eles não adquirem Mig´s e Sukhoi´s SU27 ou 30.
    Pelo visto nem a Rússia e China confiam nesta ditadura religiosa e radical.

    • Mestre…não são necessariamente mentiras…é mais algo …como diria….marketing interno….obvio que toda imprensa especializada ou o mundo militar sabe calibrar o que é novo ou não….então isto na verdade parece sempre ser mais uma propaganda interna para auto afirmação do governo teocratica para com seu publico interno e ignorante das reais tecnologias militares…

      mas por outro lado eles, adaptando ou não, tem conseguido feitos impressionantes para quem sofre embargos constantes a decadas…..possuem drones, misseis, F-14 e F-4 recondicionados o que deve ter sido bem complexo….até aquele antigo canhao anti aereo de 100 mm eles conseguiram automatizar aplicando sensores eletro opticos e radar….tem que pesar na balança o que conseguem com o que tem…

  20. Isso me faz lembrar, além do já mencionado PAMA-SP, a linha de produção do Kfir, quando Israel necessitou adaptar o Mirage IIIC às demandas daquela força, à revelia da Dessault.

    Grande conquista técnica do Irão, apesar de suas limitadas opções de parcerias e aquisição de insumos e produtos.

    Isso é o correto. Cada nação trabalha com o que tem.

  21. É o aproveitamento dos F-5 sem condições de voar, aposto que é uma reforma e modernização, tal como fizemos com os aviões que compramos da Jordania.

  22. Sou leigo, mas os “ispecialistas” daqui comentam como se fossemos os EUA ou a Rússia.
    E por acaso o tal do PAMA ou Embraer fazem algo diferente?!
    Acho que não né! Sou montan e desmontam com suas chaves de fenda.
    Parabéns ao Irã

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