Home Aviação Militar Boeing vence competição do drone-tanque MQ-25A

Boeing vence competição do drone-tanque MQ-25A

6979
20
Boeing MQ-25A
Boeing MQ-25A

O Pentágono deu à Boeing um contrato de US$ 805 milhões e a gigante aeroespacial tem até 2024 para entregar quatro veículos aéreos não tripulados MQ-25A.

A Boeing deve também demonstrar que os quatro jatos podem ser integrados na ala aérea de um porta-aviões para fornecer serviços de reabastecimento aéreo aos aviões embarcados.

O novo drone-tanque poderia dobrar o raio de ação da ala aérea embarcada, com o MQ-25A fornecendo até 15.000 libras de combustível a 500 milhas náuticas.

O contrato ocorre quando a Marinha dos EUA está lutando para manter a prontidão de sua frota de caças F/A-18E/F Super Hornet, que também servem como aviões-tanque para a ala aérea.

De 20 a 30% das horas de voo do Super Hornet são dedicadas a operações de reabastecimento aéreo, e cortar essas horas faz parte do esforço do Chefe de Operações Navais, o almirante John Richardson, de levar o MQ-25 à frota.

A Marinha planeja eventualmente comprar mais 72 veículos aéreos de reabastecimento em voo, com um custo total do programa de cerca de US$ 13 bilhões.

Concorrentes no Programa MQ-25A

Conceitos do MQ-25A Stingray. De cima para baixo: Lockheed Martin, Boeing, General Atomics
Conceitos do MQ-25A Stingray. De cima para baixo: Lockheed Martin, Boeing, General Atomics

20
Deixe um comentário

avatar
7 Comment threads
13 Thread replies
0 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
14 Comment authors
JPC3CamargoerFelipe SilvaMikhail BakuninMarcelo Recent comment authors
  Subscribe  
newest oldest most voted
Notify of
Roberto F. Santana
Membro
Famed Member
Roberto F. Santana

Instrumentação consoles e painéis, assentos ejetáveis, sistema de pressurização, aquecimento, refrigeração de cabine, oxigênio, canopi e sua mecanização; isso só para citar alguns dos itens que seriam dispensados com a tecnologia drone nas aeronaves de combate.
O futuro promete. Gostaria de ver um drone-bombardeiro, algo do tamanho de um B-52 ou B-1.

Rui chapéu
Visitante
Rui chapéu

Adiciona na lista as aeronaves que teriam que ficar de prontidão caso o piloto caia na aérea inimiga.
No Vietnam eram helicópteros, a-1 skyraiders, aviões fazendo cap……

A parte ruim é que tudo que funciona recebendo um “comando” externo pode ser interferido se o inimigo souber como fazer.
E eu não duvido em nada da capacidade de roubo de dados de russos e chineses por exemplo.

Fernando
Visitante
Fernando

Instrumentação continuaria a existir, não? A diferença é que agora os dados vão para o operador remoto e não para um display no cockpit. Mas sem dúvidas: simplificações que implicam em menos peso, menos itens de inspeção e reparo e menos custo.

Roberto F. Santana
Membro
Famed Member
Roberto F. Santana

Eu quis dizer com relação à apresentação das informações ao piloto, como por exemplo, telas e instrumentos visíveis no cockpit.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Na vdd não tera operador remoto, sera AI.
Então sem hacker

Marcelo
Visitante
Marcelo

Nao, nao sera. Esta em curso uma regulamentacao para isso, para nao permitir que IAs tomem a decisao de matar seres humanos. Entao, podem automatizar tudo, menos a tomada de decisao para realizar a acao letal.

Mikhail Bakunin
Visitante
Mikhail Bakunin

É um reabastecedor, não um bombardeiro.

Felipe Silva
Visitante
Felipe Silva

Marcelo
Isso na teoria, para parecer ético nas discussões sobre conflitos. Na prática, se os militares estão desenvolvendo essa tecnologia, não é simplesmente para limita-la quando for viável, e sim para usá-las no combate. Não acredito nesse papo de regulamentação. A tecnologia estará lá, fresca. E os militares a usarão assim que precisarem.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Felipe. A questão ética é fundamental dentro das forças armadas. Caso contrário, elas deixam de representar os interesses de uma nação e passam a ser uma facção em si mesma. (é interessante que o PCC possuir um rígido código de ética). Por outro lado, não é razoável achar que um sistema AI possa operar independentemente da cadeia de comando. A instância superior de comando é essencialmente política porque e o emprego da força é uma decisão ética tomada por esta instância política. Considero o livro “Admirável mundo novo” uma bom ponto de partida, principalmente no papel desempenhado por Mustapha… Read more »

Rui chapéu
Visitante
Rui chapéu

Agora olhem esse link aqui. Dá uma olhada na absurda quantidade de drones fabricados por lá. É de deixar os americanos de cabelos em pé!!

https://en.m.wikipedia.org/wiki/List_of_unmanned_aerial_vehicles_of_China

Clésio Luiz
Visitante
Clésio Luiz

A Nothrop, que já tinha até operado o X-47B embarcado, era considerada o concorrente mais experiente, pulou fora da competição. Já as outras nem se deram ao trabalho de construir um protótipo. A Boeing foi a única a fazê-lo e agora ganha a concorrência.

Jogo de cartas marcadas?

Marcelo
Visitante
Marcelo

Imagina, claro que nao…nos EUA isso nunca aconteceria…que eh isso Clesio? hehehe

Diogo araujo
Visitante

hackeia esse! hackeia o global hawk! são iguais aqueles de quitanda abiguinho pode acreditar!

BISPO
Visitante
BISPO

hummm… radar de banda L ….trava essa beluga e um R-77M ..despacha…. próximo assunto..rs

JPC3
Visitante
JPC3

Cada cometário sem embasamento nenhum, só no achismo.

Felipe Silva
Visitante
Felipe Silva

Só besteira

Ivan
Visitante
Ivan

“O novo drone-tanque poderia dobrar o raio de ação da ala aérea embarcada, com o MQ-25A fornecendo até 15.000 libras de combustível a 500 milhas náuticas.” . Cada F-18 E/F ou F-35 C devem receber algo entorno de 6.000 libras (2.700kg.) de combustível por REVO padrão, talvez 10% ou 20% a mais ou a menos. Assim sendo, as 15.000 libras (aproximadamente 6.800kg.) de combustível disponíveis para reabastecer serão suficientes – a princípio – para atender dois caças (ou caça-bombardeiros) navais em missão. . Aparentemente se encaixa perfeitamente na CAP (Combat Air Patrol), com um par de caças configurados para combate… Read more »

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

Ivan, é interessante notar que poucos KA-6D foram convertidos, o que significava que essas aeronaves eram as mais voadas porque realizavam cross deck sempre que algum navio voltava de deployment e outro saía.

Ivan
Visitante
Ivan

Sim.
Talvez por isso foram protagonistas de situações bizarras.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Com certeza a marinha americana escolheu esse projeto da Boeing de olho no Phantom Ray no futuro.