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China testa aeronave hipersônica ‘waverider’ com sucesso

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Veículo hipersônico é tão veloz que pode escapar de sistemas antimíssil

A China testou com sucesso sua aeronave hipersônica Starry Sky-2 ou Xingkong-2, que é capaz de transportar ogivas nucleares e escapar de sistemas de defesa antimíssil a uma velocidade surpreendente de cinco vezes a velocidade do som (Mach 5).

Uma equipe de cientistas conduziu o teste de voo bem-sucedido da aeronave hipersônica Starry SKy-2 em um local secreto na China na semana passada.

O especialista militar chinês, Song Zhongping, disse ao The Global Times que o teste foi um “avanço” e acrescentou que o “waverider” pode transportar ogivas convencionais e nucleares.

Zhongping disse: “O teste mostrou que a China está avançando ombro a ombro com os EUA e a Rússia”.

Esta é a primeira vez que a China divulgou publicamente o desenvolvimento de sua aeronave.

Os EUA e a Rússia têm pesquisado e testado “waveriders” desde 2010.

Acredita-se que a Rússia esteja desenvolvendo uma arma hipersônica chamada Zircon, que eles afirmam poder vencer os interceptadores de mísseis da OTAN.

A arma, chamada Xingkong-2 ou Starry Sky-2, poderá viajar a velocidades de 7.000 km/h e até mesmo mudar de direção durante o voo para impossibilitar a interceptação.

Especialistas acreditam que o teste mostra que a China está agora no mesmo estágio da Rússia e dos Estados Unidos na corrida para fazer armas hipersônicas.

A Academia de Aerodinâmica Aeroespacial da China (CAAA) disse em um comunicado que o último voo de teste foi um “grande sucesso”.

O comunicado da CAAA disse: “O teste estabeleceu uma base tecnológica sólida para aplicações de engenharia do design waverider.”

A aeronave será capaz de disparar mísseis, que poderão viajar nas mesmas velocidades e serão capazes de derrotar os sistemas convencionais de defesa antimíssil.

Os cientistas descreveram o voo de teste como um “enorme sucesso”, a aeronave conseguiu manter a velocidade mais de cinco vezes e meia a velocidade do som por 400 segundos a uma altitude de 30.000 metros.

Aeronaves hipersônicas são veículos que podem ser usados ​​para entregar ogivas contra alvos em todo o mundo.

O analista militar de Pequim, Zhou Chenming, disse que a versão armada do Starry Sky-2 poderia estar pronta para ser empregada pelo Exército de Libertação Popular (PLA) dentro de alguns anos.

Ele disse: “Acho que ainda faltam três a cinco anos para que essa tecnologia possa ser militarizada.

“Além de ser usado como míssil, também pode ter outras aplicações militares, que ainda estão sendo exploradas.”

FONTE: www.express.co.uk / South China Morning Post

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39 COMMENTS

  1. Porque é sempre propagado essa ideia de que a arma por ser manobrável se torna automaticamente imune a interceptação?

    Mísseis de cruzeiro convencionais são muito mais manobráveis (e bem mais furtivos) e vivem sendo derrubados.

    • Waverider é um HGV e vai acondicionada dentro do míssil lançador, como uma MIRV, o míssil sim é de lançamento vertical, já o veículo apresentado atua de forma semelhante a um míssil hipersônico saindo de dentro de um míssil balístico

  2. Caro TjLopes.
    Mísseis de cruzeiro são manobráveis mas são lentos e esta lentidão facilita sua interceptação.
    Já os mísseis hipersônicos, são difíceis de interceptar devido à sua grande velocidade. Quando em rota balística, sua posição futura é perfeitamente previsível o que facilita em muito o seu abate. Se este míssil possui a capacidade de manobrar e mudar de direção, sua posição futura não poderá ser prevista e isto tornará sua interceptação quase impossível.

    • Gilmar,
      Não diria quase impossível. Mesmo podendo manobrar, raios de curva são enormes quando em velocidades altas.

      É certo que mesmo pequenas mudanças de grau no curso, em velocidades tão elevadas quanto as divulgadas na matéria, levam em poucas dezenas de segundos um alvo para muito mais longe do que a trajetória de um míssil interceptador (que também precisaria manobrar, em alta velocidade e grande raio de curva, ou com perda de velocidade no caso de um raio de curva menor), mas também levam o míssil atacante para mais longe do alvo para o qual estaria sendo direcionado e cuja defesa estava engajada.

      Eu diria que dificulta e muito a interceptação, sendo necessária uma rede maior de defesa antiaérea, mas não a torna impossível a meu ver, pois a manobrabilidade é dificultada em altas velocidades, e o que prejudica o interceptador vale para o próprio alvo, e vice-versa.

      • acho que o principal fator nao e o fato de ser manobrável ou não e sim os 7000km/h né? será que realmente nosso cérebro entende o que isso significa? em m/s são 25.200m/s. Pegue a fita métrica em sua residência e meça um metro. Sim, o míssil percorrerá essa distâcia vezes 25.200 em apenas 1 segundo. Claro, que isto só será válido durante o período em que o movimento for uniforme, mas de qualquer forma dá pra ter uma noção. Que sistema está preparado para reagir em tamanha velocidade? O THAAD?

      • Se imaginarmos dois misseis, um balístico com 1000 km de alcance alimentado por um motor foguete durante a fase de impulso e outro , um míssil cruise alimentado por um motor scramjet durante todo o percurso do ponto A ao ponto B, ambos atingirão Mach 7, só que o primeiro terá um apogeu de uns 300 km e uma trajetória parabólica previsível, enquanto o segundo terá uma trajetória nivelada a cerca de uns 40 km de altura.
        A altitude de ambos não faz diferença em relação ao alcance de detecção. Ambos serão detectados tão logo saiam de trás do horizonte radar. Então, voar mais baixo não ajuda nesse quesito. Supondo que o míssil balístico não tenha uma ogiva de reentrada manobrável ele não pode manobrar e sua trajetória é previsível, enquanto naturalmente um míssil que voa tem capacidade de manobra.
        O míssil cruise hipersônico tem superfícies aerodinâmicas e/ou tubeiras vetoráveis (como o Iskander) e claro, pode manobrar, mas não é imaginável que um míssil a 2 km por segundo a 40 km de altitude possa implementar manobras de grande amplitude. A norma é que um míssil supersônico e hipersônico, contra alvos na superfície (fixos ou navais) , se mantenha o mais firme possível no curso em direção ao alvo. Sem dúvida por ele estar “voando” ele pode implementar algumas manobras de pequena amplitude e mudar de nível, principalmente quando se aproxima do alvo, mas no meu entendimento isso está longe de ter potencial de inviabilizar qualquer tipo de defesa. Dificulta? Sem dúvida! Impede? Creio (juntamente com algumas milhares de pessoas) que não!
        Um míssil antibalístico endoatmosférico para interceptar um míssil hipersônico que manobra na fase terminal naturalmente perde em desempenho em relação a uma interceptação de um míssil balístico que não manobra. Por exemplo, se um 48N6 do sistema S-400 (capaz de interceptar mísseis balísticos a 4,8 km/s) pode interceptar um míssil balístico numa faixa de 60 km, para interceptar um míssil hipersônico que manobra essa faixa é reduzida, digamos para 30 km, porque o interceptador vai ter que ajustar seu curso em voo por conta da alteração da posição futura do alvo.
        Mas essas alterações, tanto do míssil cruise hipersônico que converge em direção ao alvo num mergulho quanto o interceptador (48N6) que sobe em direção a ele, são correções de pequena amplitude. Vale salientar que um míssil interceptador de grande altitude geralmente é dotado de algum tipo de controle de empuxo (TVN no 48N6) ou de atitude (PAC-3) que o habilita a mudar rapidamente sua trajetória.

    • Gilmar,
      Como você acha que um míssil a Mach 6 (7.000 km/h) manobra. Por exemplo, vamos supor que o míssil seja lançado do ponto A ao ponto B que esteja a 1000 km de distância. Para ele ir a Mach 6 precisará estar a no mínimo 25 km de altura, onde o ar é bem rarefeito. Um míssil a Mach 6 tem obrigatoriamente superfícies de controle e sustentação bem reduzidas (não que isso seja relevante já que o míssil pode contar com uma tubeira tipo TVN).
      Um míssil a Mach 6 (2 km/s +-) leva 500 segundos (8 minutos) para percorrer esses 1000 km.
      Aí ele é lançado e se põe em direção ao alvo e de acordo com o seu entendimento (que não é só seu, diga-se de passagem, mas difundido por anos e anos de sputinices há milhares de outros crédulos) de vez em quando, aleatoriamente, ele começa a fazer zigue-zagues para escapar de eventuais interceptadores? E isso de forma randômica ou o tempo todo?
      Imagine o zigue-zague de um míssil a Mach 7 a 40 km de altura. Você acha que esse zigue-zague é de amplitude realmente capaz de fazê-lo sair do “angulo de visão ” do seeker de um eventual míssil que vai ao encontro dele? E com esse tanto de zigue-zagues aleatórios será que ele não perde muito combustível /propelente à toa? Provavelmente se fosse seguindo uma linha reta ele teria um alcance muito maior, né? Além de poder acelerar muito mais porque com tantos zigue-zagues o arrasto aumenta e ele perde energia.
      Ou será que o míssil começar a fazer esse zigue-zague só na faze terminal, quando já converge para o alvo, mergulhando. Será que a Mach 7 dá pra fazer grandes zigue-zagues de grande amplitude a ponto de um míssil guiado recebendo atualizações do lançador, perdê-lo de vista? Por exemplo, nos últimos 50 km quando o míssil a Mach 7 já começa a se preparar para mergulhar contra o alvo ele também começa a implementar zigue-zagues?
      Você já imaginou como seria um míssil descendo lá de 40 km de altura a 2 km/s e tendo só uns 25 segundos para fazer um monte de zigue-zagues e ainda se alinhar novamente com o alvo? Será que é viável que isso aconteça levando-se em conta as forças inercias envolvidas?

      • Bosco.
        “… ele é lançado e se põe em direção ao alvo e de acordo com o seu entendimento (que não é só seu, diga-se de passagem, mas difundido por anos e anos de sputinices há milhares de outros crédulos) de vez em quando, aleatoriamente, ele começa a fazer zigue-zagues para escapar de eventuais interceptadores?…”

        Quer dizer que sou mais um dos crédulos influenciáveis e que formo minhas opiniões baseado no que se lê na Sputnik??
        Aí você judiou não é meu amigo. Em outras circunstâncias poderia dizer até que você apelou rsrsrs.
        Meu amigo, não tenho ideia do tipo de manobra que um míssil hipersônico possa fazer para dificultar sua interceptação, se você tiver alguma informação a respeito, gostaria que compartilhasse com a gente.
        O meu comentário foi feito baseado no texto que diz que o artefato “pode até mesmo mudar de direção durante o voo”.
        Convenhamos, “mudar de direção durante o voo” apenas deixa claro que o míssil faz manobras de despistamentos, mas não dá detalhes de como é feita esta “mudança de direção”. Mesmo porque este detalhe deve ser considerado sigiloso.
        O fato, e acredito que você concorda comigo, é que interceptar um míssil que está empreendendo manobras deste tipo é muito mais difícil do que interceptar um artefato em rota balística com seu posicionamento futuro perfeitamente previsível.
        Do contrario, seremos obrigados a afirmar que Chineses e Russos não entendem nada de mísseis, pois estes dois países tem se empenhado muito em agregar estas características a seu projetos.
        Outro ponto que parece que você não entendeu, é que eu não disse que a interceptação seria impossível. Eu disse que seria quase impossível.
        E mantenho a minha opinião de que um artefato voando a 7.000 Km/h e empreendendo manobras de despistamentos é extremamente difícil de ser abatido.
        Abraço.

        • Gilmar,
          Os russos (URSS) utilizam mísseis supersônicos antinavios há muito tempo. Desde a década de 60 eles operam o AS-4, que chega a Mach 4 ou mais.
          Desde aquela época não se falava nada acerca de “manobrabilidade” como fator extra de defesa contra interceptação.
          Uma lista de mísseis supersônicos russos: AS-4, AS-6, Moskit, SSN12, Oniks, P1000, Kh-32, Iskander.
          Os americanos tinham o Hound Dog, um míssil Mach 2.2 e 1500 km de alcance que ninguém nunca tocou na características “manobrabilidade” como fator diferencial para a sobrevivência.
          Mesmo o SR-71, que chegava a Mach 3.3, nunca se falou nada dele manobrar para escapar de defesa.
          Mesmo até o Brahmos, essa tal manobrabilidade nunca foi colocada como fator diferencial para penetrar numa defesa consistente. Falava-se em velocidade aliada a altitude baixa combinado com baixo RCS.
          E olha que só estamos falando de mísseis supersônicos.
          Aí, chegamos aos “hipersônicos”, na forma de veículos de reentrada, mísseis e “deslizadores”. De uma hora pra outra, antes mesmo deles estarem de fato operacionais, são tidos como altamente manobráveis e que tais manobras impossibilitariam a defesa.
          Se mísseis supersônicos nunca agregaram a manobra como fator diferencial apesar de em tese ser muito mais fácil fazer neles, o que nos leva a crer que nos hipersônico é possível fazê-lo?
          Até mesmo nos subsônicos a manobrabilidade nunca foi fator importante. Os fatores mais importantes sempre foi o voo a baixa altitude, contornando o relevo e o baixo RCS. Alguns subsônicos antinavios manobram na fase terminal mas isso só serviria para dificultar a defesa com os CIWS, de curtíssimo alcance, já que nessa distância é que esses mísseis seriam enfrentados pelos primeiros sistemas defensivos efetivos contra mísseis sea-skimming.
          E sem dúvida para um sistema defensivo é mais fácil interceptar um alvo que não manobra e que tem seu ponto futuro pré-determinado, porque aí se lança o interceptador e há grande certeza do alvo se encontrar no ponto futuro calculado. Mas isso se aplica unicamente a projéteis de canhões e a mísseis que não possuem algum tipo de atualização de meio curso, coisa rara hoje em dia no tocante principalmente a mísseis de defesa naval e a mísseis de defesa de grande altitude, já que esses mísseis são conectados ao lançador via data-link e recebem atualização em tempo real e integral desde o lançamento até o impacto.
          Ou seja, levando-se essa atualização pelo radar da estação de controle e a imediata correção do míssil interceptador não há mais o que se falar de manobrabilidade como fator de imprevisibilidade da determinação do ponto futuro pelo sistema defensivo já que esse ponto futuro alterado e imediatamente percebido, computado e implementado a correção no míssil interceptador.
          Essa manobrabilidade só seria realmente efetiva se fosse de tal amplitude que o míssil interceptador não pudesse compensá-la fisicamente, mas sabemos que há limites de força g envolvidas e que numa interceptação “head-on” por mais que a “descida” favoreça o atacante o míssil interceptador é lançado dentro de seus parâmetros ideais.

          • Meu amigo, não tenho conhecimento suficiente para dizer se a manobrabilidade dos Mísseis hipersônicos é eficiente ou não para impedir a sua interceptação. Acredito que só tiraremos esta dúvida se estes artefatos forem usados em conflito.
            Você citou alguns artefatos hipersônicos que não são manobráveis, mas se esqueceu de dizer que são todos de projetos um tanto antigos, de quando provavelmente existia pouca capacidade para tornar estes artefatos manobráveis:
            O AS-4 Kitchen me parece ter entrado em serviço em 1961.
            O AS-6 alcançava Mach-3, e foi lançado em 1970.
            O Moskit foi desenvolvido na década de 70.
            O P-500 Bazalt ou SS-N-12 Sandbox entrou em serviço em 1975.
            O P-800 Oniks teve seu desenvolvimento iniciado oficialmente em 1983.
            O P-1000 não passa de uma versão um pouco melhorada do SS-N-12.
            Kh-32 não passa de um derivado do Kh-22. O Kh-22 entrou em serviço por volta de 1963.
            O Skander ou SS-26 Stone é o mais recente e teve seu desenvolvimento iniciado em 1988.
            Já os desenvolvimentos mais recentes parecem ter por característica adotar este recurso:
            O Kinzhal é um desenvolvimento recente e possui a capacidade de manobrar para dificultar sua interceptação.
            Temos também o Bulava, um desenvolvimento recente portando ogivas manobráveis.
            O veículo Chinês citado na matéria também terá este recurso.
            Não tenho dúvida de que Russos e Chineses acreditam sim que a manobrabilidade aliada à grande velocidade é um trunfo para dificultar o abate deus mísseis.

  3. Esses misseis tem que atingir uma velocidade muito maior que Mach 5 para serem realmente game changers.
    Mas de qualquer jeito já é um progresso.

    • Pois é.
      Tecnologia basta querer.
      Não existe isso de que é difícil demais ou inalcançável para nós.
      A própria Índia ou Israel não são países maiores ou muito mais desenvolvidos do que nós.
      Ou a própria Suécia.
      O que têm é porque correram atrás.
      Nós estamos para perder muito com eventual venda da Embraer…

  4. Leandro. A matéria está exata mesmo ou há um exagero na velocidade do nosso 14-X ? Porque nela diz que será absurdas 10 vezes a velocidade do som, ou seja, duas vezes mais rapida que a chinesa testada.

  5. Lucio Pinheiro, não sei dizer se a velocidade do nosso 14-X vai ser isso mesmo. Mas todas as matérias que eu já li a respeito informa a essa mesma velocidade.

        • Há uma grande diferença de enfoque relativo às armas hipersônicas russas e americanas. Na Rússia a ênfase é fazer com que uma arma hipersônica manobrável com ogiva nuclear consiga penetrar nas defesas providas pelo “Escudo”, e as convencionais tenham potencial de penetrar nas defesa de um carrier strike group , já a ênfase das armas hipersônicas nos EUA é atacar alvos de tempo crítico com armas convencionais, tanto nas situações táticas quanto nas estratégicas.
          Em tendo um escudo efetivo contra ataque nuclear e tendo armas hipersônicas de alcance global naturalmente o arsenal nuclear irá se tornar obsoleto e será reduzido a um mínimo.

    • Se ficar assistindo depois só resta chorar.
      Deve agir enquanto pode.
      Se eu sou 10 x superior a meu inimigo, e o veio me desafiando e me provocando dezenas de vezes e o vejo comprando toneladas de explosivos, bazucas, etc, vou esperar que ele fique em pé de igualdade para reagir?
      Ou na vida real, um cara passa lhe provocando todos os dias dizendo que vai lhe matar, você vai esperar para reagir quando ele estiver atirando em você?

  6. Fico pensando qual o impacto que esse tipo de tecnologia vai ter na exploração espacial no futuro. Ela pode ter impacto no custo de se colocar material em órbita? Se o custo diminui podemos colocar mais material no espaço, o que vai impactar na exploração espacial.

  7. A manobra de baixa amplitude não é eficaz para impedir que um míssil hipersônico seja interceptado e a manobra de grande amplitude não resolve. Olha essa impressão artística de um míssil hipersônico, provavelmente o veículo Avangard https://nationalpostcom.files.wordpress.com/2018/03/russia_new_weapons-e1519932612198.jpg , se desviando de um navio dotado de sistema Aegis.
    Se ele desvia é sinal que ele o teme, se o teme, é sinal que em tese pode ser interceptado. Muito bem, ele desvia dos sistemas defensivos que encontra pelo caminho mas ele não terá como desviar do derradeiro sistema defensivo que defende o alvo. Muito pelo contrário! Ele terá que penetrar fundo nele para atingir o alvo.

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