quinta-feira, setembro 23, 2021

Gripen para o Brasil

Apenas quatro Sukhois Su-30MKM da Malásia estão em condições de voo

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Su-30MKM da Malásia
Su-30MKM da Malásia

KUALA LUMPUR (Reuters) – Somente quatro dos 18 caças russos Sukhoi Su-30MKM de propriedade da Royal Malaysian Air Force (RMAF) são capazes de voar, disse o ministro da Defesa Mohamad Sabu.

O ministro disse que a RMAF tinha 18 caças Sukhoi Su-30MKM e dez caças MiG-29, fabricados na Rússia.

“Apenas quatro dos Sukhois são capazes de voar bem”, disse ele, acrescentando que os 14 restantes estão em reparo.

Em sua resposta durante a moção de agradecimento sobre o discurso real no Parlamento na terça-feira (31 de julho), Mohamed Sabu disse que a RMAF não conseguiu manter adequadamente a aeronavegabilidade dos caças a jato.

Ele disse que o Ministério da Defesa havia rescindido o contrato com a empresa escolhida pelo governo anterior e estava procurando substituí-la por empresas locais.

Mohamad Sabu também informou à Câmara que os dez jatos multi-função MiG-29 entraram em operação em 1995, enquanto seis caças Sukhoi Su-30MKM de superioridade aérea foram entregues em 2007 e o restante em 2009.

MiG-29 da Malásia
MiG-29 da Malásia

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Johnny Calixto Gouvea

E os SU-30 da Venezuela, quantos estariam em condições de vôo??

DOUGLAS TARGINO

Acho que ninguém aqui teria essa resposta para te dar, a não ser que ele trabalhasse na base aérea da Venezuela! kkk

César A. Ferreira

O mistério desta notícia mora neste trecho:

“(…) Ele disse que o Ministério da Defesa havia rescindido o contrato com a empresa escolhida pelo governo anterior e estava procurando substituí-la por empresas locais”.

Não sou crente, mas acredito em muitas coisas.

Antonio

O novo governante da Malásia fez sua campanha eleitoral baseando-se em denúncias de corrupção do Governo anterior e afirmando que cancelaria todos os contratos antigos.
O resto é blá blá blá de ‘russos isso, russos aquilo’.

Topol

já sei… já sei… aquela do pós venda né…

Alfredo Araujo

Vc ao menos leu o texto ?

Bosco

Aposto que é a tinta RAM!

Top Gun Sea

Pode ser problema na baia ventral dele. rsrs

Antonio
Rafael Dreher RAmalho

Bom…. de qq forma o F-22 ainda está com 44% de disponibilidade(tendo “tinta RAM” e baias ventrais), os Sukhois, sem nada disso, estão com 22%. Impressionante a aparelho norte americano.

Antonio

Mas o Sukhoi não é nenhum supra-sumo. O F-22 é. Né, não?

José Luiz

O segredo para operar bem um caça é ter um bom parque de material com material humana treinado, ferramental, bancadas de teste de todos os tipos e peças, fornecidas por pós venda ou uma grande prateleira. Aí não vão ter problemas, mesmo que seja russo. Mas isto custa caro e existe a tendência de se desprezar uma grande estrutura em favor de imã manutenção mínima feita nas próprias bases.

José Luiz

Desculpe os erros mais digitar em celular não é o meu forte.

Bruno w Basillio

Ou acabou a reserva do colchão…..
Mas estranho está reserva do colchão tem acabado em tantos lugares …Alemanha, EUA etc….e olha que estes dois não depende de pós venda Russo,
Contrata se uma empresa ,sabe lá quem, anula o contrato com a mesma ,aí reclama que as aeronaves não pode voar…
Pergunta aos Israelenses qual a disponibilidade deles , são uma boa escola para o mundo…

Robert Smith

Desculpas, desculpas…. problema de “contrato cancelado…” etc… porque você acha que cancelaram o contrato de manutenção?
O fato é que essa reclamação é feitas por praticamente TODOS que operam equipamento Russo… não conseguem da assistência técnica adequada… e ainda tem gente que chora pela FAB não ter escolhido o SU-35….

Caio

E como dizem por aqui “comprar e manter não são a mesma coisa”. Mas mesmo assim não esperava isso na Malásia. O tigre tá virou lince.

Luiz Floriano Alves

Estas teorias de manutenção favorecem aos fabricantes. Se antes se guardavam estoques nas prateleiras e se faziam inspeções a cada xxx horas de voo, hoje reina a tal Manutenção Preditiva. Nesse caso se analisa o equipamento com o uso de instrumentos especiais. Dependendo dos resultados, se estima o numero de horas que restam antes de uma manutenção geral. Menor estoque de peças e menos horas de mecânicos e técnicos. Blz. Mas menor disponibilidade de aeronaves. Quando ocorre uma quebra não prevista cai por terra toda esta teoria de Preditiva. Com menor disponibilidade, os países acabam aumentando as frotas para ter… Read more »

DOUGLAS TARGINOO

Não concordo, mas respeito! Abraços.

Munhoz

Na época da URSS eles tinham varias linhas de montagem e manutenção espalhadas por todo pais, o objetivo era resistir a uma guerra, eles aprenderam isto na 2º guerra, eles projetaram esta linhas de montagem e manutenção para serem deslocadas também alem de espalhadas. Nos EUA na época da 2º guerra eles não tiveram o mesmo problema da URSS em ter que deslocar tudo para interior do pais rapidamente, então eles não adotaram a mesma estrategia da URSS. Na URSS este caro e complexo sistema de manutenção era subsidiado pelo estado, na Russia pós URSS este sistema acabou sendo um… Read more »

Delfim

Pode ser :
– falha de corpo de mecânicos
– fornecedores de peças
– estoque
– serviços terceirizados
– $$$ (afeta tudo acima).
.
Esta da manutenção “preditiva” é boa. Se economiza $$$ com peças para se gastar com equipamentos. E quanto menor a disponibilidade de peças no mercado, mais as peças valem para quem precisa. Chega um momento que a operação se torna antieconômica. Os F-103 pararam com muitas horas para gastar mas muito caros de manter e ultrapassados.

Saldanha da Gama

Que são imponentes estes su”s são! Ainda acho que deveríamos ter um esquadrão de caças mais pesados trabalhando com o Gripen, tipo centro-avante ou ponta de lança de um time de futebol, poderia ser o su35, o f18, f16 ou melhor, o f15 e um dos mais lindos que é o rafale mas proibitivo por seu custo e sua manutenção. st4

Telemaco

A notícia diz que muitas aeronaves estão paradas e que se “havia rescindido o contrato com a empresa escolhida pelo governo anterior e estava procurando substituí-la por empresas locais”.
Qual a “empresa anterior”? Não foi informado.
Ela foi responsável por esse quadro? Não foi informado.
Aguardemos.

Antonio

Ainda bem, né?

Ivanmc

Comprar não quer dizer operar.

HMS TIRELESS

Sem sombra de dúvidas a disponibilidade dos F/A-18D deve ser muito boa…

Nem preciso dizer mais nada…rs!

Walfrido Strobel

A disponibilidade dos Hornet tem que estar boa, acabaram de ser modernizados.Primeiro foi a célula em 2015 e em 2017 a integração de novos armamentos, mas são só oito unidades.
. http://www.defenseworld.net/news/20019/Malaysian_Boeing_F_A_18D_Fleet_Upgraded_With_Sidewinder_Missiles__Smart_Bombs#.W2MatKy5dPE

Renato de Mello Machado

É meu caro,mas teria de manter relações muito boas com os EUA.Praticamente sendo um país subalterno como Japão ou Alemanha.Caso contrário é embargo na certa, se não ler a cartilha deles.Pelo menos isso, na medida do possível temos ainda algum pequeno, lastro de soberania.

Antonio

Sem contar que o F-16 já é um projeto antigo em vias de se tornar obsoleto.
E como o disse o Ministro da Defesa da Eslováquia:
– ‘Somos um país pequeno. Foi o que deu para comprar’.

JPC3

Por que o F-16 é obsoleto e os caças russos de mesma geração não são?

Esses seus comentários não fazem sentido. Não sabe que o importante é o que vai dentro dos aviões, como motor, radar, ECMs e computadores?

Augusto L

Correto a versões do F-16 com tecnologia embarcada semelhante aos SU-30, que os russos chamam de 4+ geração, e à versões do Viper que podem ser consideradas de 4,5 geração ou como preferem os russos 4++.

Antonio

F-16 contra Su-30 é uma temeridade.
Contra o Su-35 é suicídio.

Augusto L

O block 50/52+ e equivalente ao SU-30 e o F-15 com APG-61v, em alguns casos como radar é superior, o block50/52+ da Grécia, é superior em radar e ECM a qualquer versão do SU-30.
E o F-16 block 70 e equivalente ao SU-35, tendo o radar superior e ECM superior tambem.

Dou385

“F-16 contra Su-30 é uma temeridade.”

Mas para isso o Su-30 vai ter que decolar primeiro.

André

Entre uma sociedade subalterna aos EUA, como a alemã ou a japonesa, e uma sociedade subalterna a ideias ultrapassadas e grupos corruptos, como a brasileira, me parece ficar fácil escolher.

Gabriel

Se tivessem comprado o Rafale F3 não estariam passando por isso…

Walfrido Strobel

A vizinha Indonésia voa e está comprando mais aviões da Sukhoi, tudo é questão de quem opera e da manutenção.
Os Sukhoi malaios estão sem contrato de suprimento e manutenção e nos Mig antigos não quiseram fazer a modernização proposta pela Rússia ao governo anterior, assim não surpreende a baixa disponibilidade.

Mk48

Eu só quero saber onde estão uma meia dúzia de “comentaristas” que não vou citar os nomes porque todos os conhecem , e que sao ferrenhos defensores dos produtos russos, que não se pronunciaram até o momento.

Antonio

Estávamos lendo a reportagem daqui de 20/07 sobre os F-22 que não saem do chão também.

filipe

Os Aviões Russos são para a Guerra, não são para serem Rainhas de Hangar, eles são bons em Guerra, o resto é conversa, se vc tiver uma Guerra , vai ver quão bom é o Sukhoi, com paz é complicado, muitas Forças Aereas preferem manter em estado de alerta poucas unidades, o resto fica para uma situação de Guerra.

André

Como na guerra entre Irã e Iraque né? O cacete que os aviões russos deram nos F14 iranianos…

paddy mayne

Isso não faz sentido algum. Em um cenário de combate um avião recebe danos, voa com mais carga, faz mais missões, estressa o motor com frequência, coisas que são evitadas em simples patrulhas. É óbvio que necessitará de muito mais manutenção.

Agnelo

Perdão, prezado. Não entendi. Os aviões russos são pra guerra, que exige muitíssimo mais, mas nãopra paz, q exige menos? Tipo, meu carro só dá pra levar 5 pessoas em pista de terra molhada, levar 2 em asfalto, não? Verdade é que meios aéreos são os mais carentes de manutenção, e se esta não ocorrer, essas máquinas vão parar. Há peças q vc deve trocar uzando ou não. Se ela funcionou 100%, 50% ou ficou no hangar devem ser trocadas. No mais, sabe-se lá como é a administração daquela Força Aérea, ainda mais com a assistência “daquele jeito” q os… Read more »

JPC3

Verdade, se não conseguem manter em tempos de paz imagina durante a guerra fazendo duas ou três missões por dia.

Juarez

Mk48 2 de agosto de 2018 at 13:23 Eu só quero saber onde estão uma meia dúzia de “comentaristas” que não vou citar os nomes porque todos os conhecem , e que sao ferrenhos defensores dos produtos russos, que não se pronunciaram até o momento. Boa tarde “48”. Eles devem estar todos agora na “wirkipidia” procurando todo e qualquer defeito encontrado em F 16, F 18, F15 desde o lançamento destas aeronaves, estão procurando todo e qualquer parafuso defeituoso, para vir aqui e dizer: “Usaavião duzamericanu” também defeito, porque em mil novecentos e não sei quando duas arruelas de pressão… Read more »

Antonio

Não precisa pesquisar muito, não. Reportagens sobre os F-22s parados e os defeitos do F-35 pululam por toda a rede.

Nilton L Junior

Cada torcida entende conforme seu gosto, mas ficando no fato em si, o que parece é que 4 estão aptos os outros estão sendo feito manutenção. Com as ambições Chinesas na mar do sul, a Malásia e outros países na região precisaram de um reforço em seus inventários.

Leonardo Araújo

Rainhas do hangar.

Isso mostra que se aventurar em algo que não está sobre seu domínio tecnológico, financeiro8 e operacionais

Como sempre acreditei que a FAB fez a melhor das escolhas .

Bruno w Basillio

Todos enfrentam problemas, o diferencial é a capacidade de prever estes problemas e resolve
los antes que a situação fique crítica como na Malásia….Os americanos com seu mega orçamento e dezenas de fornecedores nacionais enfrentam ,imaginam os pobres Malásianos…
https://www.airforcetimes.com/news/your-air-force/2018/03/05/fewer-planes-are-ready-to-fly-air-force-mission-capable-rates-decline-amid-pilot-crisis/

Ricardo

Mistura tudo. Terceiro mundismo, falta de planejamento, um caça caro de manter (dois motores), corrupção e o péssimo apoio pós-entrega da Rússia. É o que está acontecendo na Malásia.

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