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Embraer lança o A-29 Super Tucano na Europa

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Embraer A-29 Super Tucano
Embraer A-29 Super Tucano

O Jane’s informa que a Embraer quer garantir seu primeiro cliente europeu para o turboélice de ataque leve EMB-314/A-29 Super Tucano, segundo um funcionário da empresa em 7 de junho.

Falando na conferência SMi Close Air Support (CAS) em Londres, o vice-presidente de vendas da Embraer na Europa e Norte da África, Simon Johns, disse que o Super Tucano poderia ser equipado armas aéreas europeias com uma alternativa de baixo custo para jatos e helicópteros em suas missões.

A Embraer também apontou para nações como a Ucrânia, que carecem de financiamento para uma nova aeronave de combate, e que considerariam o Super Tucano uma opção acessível que acrescentaria considerável poder de combate. Além disso, a capacidade do Super Tucano de operar próximo à linha de frente torna-o ágil e flexível o suficiente para responder aos eventos em tempo hábil.

Como parte desse impulso para a Europa, a Embraer está oferecendo alguns aprimoramentos à aeronave padrão. Como Johns observou, as mudanças “incluem a integração de munições antitanque dedicadas, como o míssil Hellfire da Lockheed Martin (AGM-114), que já está no roteiro da aeronave, bem como foguetes guiados a laser.

“Há cenários em que o Super Tucano, operando em um campo de batalha com um sistema de defesa aérea benigno ou semi-degradado no lado oposto, poderia realizar a missão de destruir tanques, missão largamente deixada para helicópteros armados até agora.”

Em função de estar equipado para realizar essas missões, o Super Tucano agora tem um receptor de alerta radar (RWR) e sistema de alerta de aproximação de mísseis (MAWS) em desenvolvimento para um ambiente de maior ameaça no teatro europeu.

Cargas externas do A-29 (clique na imagem para ampliar)
Cockpit do A-29
Cockpit do A-29

131 COMMENTS

  1. Em tempo de conquistar contratos… Começo a sonhar e viajar… A Europa comprando A29 apara Ucrânia, vai ser Show ver atacando tanques dos rebeldes

    • Não acho que na Ucrânia os alvos sejam os tanques dos rebeldes, que seriam melhor combatidos pelos Su-25, mas sim outros meios de combate dos mesmos.

  2. Sensacional! O Tucano é uma excelente e muito poderosa arma de guerra! Notadamente, o custo de adquirir e manter o A-29 é bem acessível, que o torna muitas vezes mais vantajoso do que helicópteros, claro que não os substituem, mas no apoio aproximado as tropas e contra guerrilha, não há rival a altura. A10 é outro patamar.

  3. Imagina-se o Tucano em combate contra insurgentes mal-armados no Terceiro Mundo.
    Não creio em sua sobrevivência em qualquer teatro na Europa.
    Certamente, qualquer grupo rebelde teria acesso a armas anti-aéreas mais sofisticadas, fornecidas por aliados. De qualquer que seja o lado.

    • Antonio, por ser turboélice, o A-29 tem baixa assinatura infravermelha, o que dificulta bastante o engajamento por mísseis guiados por calor. Além disso o A-29 também tem sistemas de auto-defesa como chaff/flare e vai receber RWR e MAWS. Não será fácil abatê-lo.

      • Apenas complementando Galante, as FARCs usaram em sua guerra contra as forças legalmente instituídas da Colômbia MANPADS comprados no mercado negro ou fornecidos pela Venezuela. Ainda assim a taxa de sucesso dos Super Tucanos foi estrondosa, com apenas um exemplar perdido sem que se soubesse com clareza o motivo.

      • Galante,
        Mas vale salientar que a melhor defesa contra manpads serão as bombas guiadas e o sistema de designação de alvos que permite que o avião opere fora do envelope.

      • Galante e Bosco, levando a discussão para um nível adiante penso que existem três armas que caso venham a ser integradas ao A-29 irão aumentar ainda mais a sua vantagem no segmento: o AGM-114 Hellfire, o MBDA Brimstone e a GBU-39 SDB.

        • Tireless, tem mais uma opção que acho que seria de integração relativamente leve, e a meu ver excelente relação custo/benefício que são os foguetes com guiagem laser. Me parece que para coisas como posição de metralhadora pesada, morteiro ou camionetes com metralhadora na caçamba, aka technicals, um foguete de 70 mm guiado para compensar a falta de precisão normal seria uma solução mais do que suficiente

      • Galante. Refiro-me à possível gama de armas modernas que rebeldes apoiados por potências estrangeiras possam ter acesso, e não apenas a MANPADs.
        Inclusive no meu texto eu frisei: ‘Certamente, qualquer grupo rebelde teria acesso a armas anti-aéreas mais sofisticadas, fornecidas por aliados. De qualquer que seja o lado’.
        Ok?

        • Tendo em vista a assimetria existente entre grupos rebeldes e forças regulares a posse de sistemas antiaéreos maiores que os MANPADS e os onipresentes ZU-23 montados em caminhonetes termina por ser incompatível com tais grupos irregulares. O caso que citei abaixo ( O sistema Buk que abateu o MH-17) é a exceção que termina por confirmar a regra.

          Assim, uma vez que a maior ameaça vinda do solo são justamente os MANPADS o A-29 encontra-se plenamente capacitado a enfrentar grupos insurgentes que fazem uso dos mesmos.

          • A importância de um grupo rebelde pró-Moscou que opera perto das fronteiras da Rússia pode levar ao acesso de armas mais poderosas por esses insurgentes. Esses grupos seriam assim muito mais suscetíveis a receber armamento mais sofisticado, inclusive podendo ser operado por soldados russos. Na verdade, na situação do local, ninguém nem vai descobrir quem estará operando tal equipamento. A Rússia NUNCA vai permitir que forças aliadas suas sejam derrotadas perto de suas fronteiras. Nem que parece isso forneçam (ou operem) BUK, Pantsir ou chega lá o que for.
            Já conflitos de baixa intensidade em uma floresta qualquer da América Latina ou nas montanhas do Afeganistão ou Paquistão não teriam o mesmo ‘apelo’ para os russos.

      • Olá, Galante.

        Não entendi a relação do fato de ser turboélice com a assinatura infravermelha.
        Como o turbojato e o turboélice têm o mesmo princípio de funcionamento e usam o mesmo combustível, a assinatura tem relação direta com a potência ou o combustível que está sendo consumido no momento. O calor gerado é semelhante ao de um motor turbojato ou turbofan de mesma potência.
        A potência aplicada faz uma diferença enorme. Como exemplo, uma vez, eu estava testando a capacidade de acoplamento de um míssil IR, no setor traseiro de um C-130, e constatei que a distância de detecção caiu pela metade quando o C-130 abandonou o um regime de cruzeiro para iniciar a descida.
        Abraço,

        Justin

        • Endosso o que foi dito pelo Cel acima. A melhor defesa para o A-29 em TOs como os da Colômbia, e porque não o da Amazônia brasileira, é a escuridão da noite. A não ser que os sistemas de detecção IR disponham de capacidade de visão noturna, aí o jogo muda de novo.

        • Em comparação com os jatos típicos as aeronaves leves com propulsão turboélice queimam muito menos querosene por unidade de tempo e com melhor eficiência energética. Isso se traduz em menor assinatura IR.

          • Senhores,
            A primeira geração de manpads operava na banda média do infra vermelha (3 a 5 µm) e se dirigia à chama do motor a jato.
            Os mísseis atuais são sensíveis também à banda longa (8 a 15 µm), que é sensível ao calor gerado pelo corpo da aeronave.
            O fato da chama de um motor a jato ser mais ou menos quente que os gases e o calor liberado por um motor turbohélice é irrelevante. O míssil é capaz de trancar nos dois.
            A assinatura térmica menor ou maior tem a ver com a distância que o trancamento é possível. A velocidade de um jato é maior e ele deve ter aquecimento maior da célula devido ao arrasto, em compensação o motor do Super Tucano é no nariz da aeronave, o que deve implicar na assinatura térmica.
            Ambos podem sensibilizar o seeker, em distâncias diferentes , mas podem.

          • Justin Case,

            Não compare um motor turbofan de aeronave comercial com de um caça de alto desempenho. São razões de by-pass totalmente diversas (0,3:1 vs 10:1).

          • Olá, Caerthal.

            Certamente eu não estava comparando turboélice PT-6 com turbofan de caça de alto desempenho.
            Um concorrente turbofan do A-29 seria o Textron Scorpion, que usa 2 motores turbofan de aeronaves “comerciais”, embora sejam de concepção mais antiga e de razão de bypass bem mais baixa do que os motores de útima geração.
            Abraço,

            Justin

    • No caso da Ucrânia as armas são levadas por soldados russos “em férias”….

      E levam de tudo, inclusive um lançador de mísseis Buk. Uma delas, por sinal, ao pretexto de abater um Il-76 da Força Aérea Ucraniana terminou por derrubar o MH-17

      • Está aí. É uma possibilidade. Do mesmo jeito que rebeldes de Donbass (ou russos)podem ter operado um Buk, algum grupo rebeldes pró-ocidental pode operar um similar americanos ou europeu. Mas, o raciocínio é esse.

        • Não há registros de grupos rebeldes apoiados pelo Ocidente que tenham operado armas antiaéreas maiores que MANPADS. Até mesmo esse episódio foi extremamente atípico visto que uma arma do porte de um lançador de mísseis Buk é incompatível com grupos guerrilheiros, rebeldes ou insurgentes, que pela assimetria de forças precisam disparar e logo se retirar.

          • Evidentemente, vc não vai ver russos cedendo BUK ou Pantsir para os rebeldes curdos ou da Papua-Nova Guiné.
            Mas, é perfeitamente possível que opere em Donbass (na sua fronteira)
            Vou dar um exemplo:
            Vc deve lembrar da proclamada República da Krajina que era um enclave sérvio na Croácia e que contava com apoio do Exército sérvio.
            Imagine que a Croácia usasse aviões nos combates. Nada impediria que o Exército sérvio, em apoio aos rebeldes, utilizasse sistemas anti-aéreos pesados para derrubar aviões croatas.
            A realidade de alguma regiões da Europa é bem distinta da tradicional figura do guerrilheiro isolado no meio do mato.
            E em Donbass mais ainda. É quase uma mini Rússia em suas fronteiras.

  4. talvez possa ser utilizado para monitoramento e interceptaçao de trafego aereo ilegal de aeronaves de baixo desempenho ou drones na deixando aeronaves mais caras para missoes mais importantes

  5. Aproveitando o suceesso estabelecido pelo Tucanão, eu quero fazer um comentário Off Tópic, se permitido, a respeito do imbróglio judicial que se tornou o satélite brasileiro lançado recentemente. Apesar de todas as minhas críticas ao que foi feito, como foi feito, agora eu tenho que apoiar o governo. Mas que _________são este juízes. O satélite dá um prejuízo diário elevadíssimo se subutilizado, e as __________ vão lá e proíbem a utilização. Porcaria! Cobra-se “a posteriore” os eventuais prejuízos provocados por ilegalidade da Telebras e Visiona, mas _______________________ Não interrompe o uso do satélite! Provavelmente são _______________ como infalíveis, que não entendem bulhufas de tecnologia, exceto de facebook. Eu me revolto!

    COMENTÁRIO EDITADO. MODERE O LINGUAJAR E MANTENHA O RESPEITO. É PERFEITAMENTE POSSÍVEL SE EXPRESSAR, REVOLTADO OU NÃO, SEM BAIXAR O NÍVEL DA DISCUSSÃO. LEIA AS REGRAS DO BLOG:

    https://www.aereo.jor.br/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

    • Valeu! Obrigado! Eu agradeço o espaço e considero o nível exigido. Eu apenas me revoltei. Aprecio a oportunidade dado por este jornalístico para a expressão livre de nossas idéias, como fator principal de aprimoramento cultural, como quis nosso legislador constituinte.

    • O erro dos militares foi aceitar esse negócio de colocar banda larga no satélite, que lançassem outro satélite apenas para isso, agora o satélite fica sujeito a toda essa picaretagem da política. Mesmo que não afete a parte militar mesmo assim causa incomodo e usam a parte militar como argumento para impedir que alguma empresa estrangeira possa oferecer o serviço, mas acontece que nenhuma empresa brasileira quer fazer os investimento exigidos e a banda larga do satélite fica inutilizada dando prejuízo.

      • O erro dos militares maior foi não terem eles mesmos desenvolvidos dois satélites pelo preço de um. Ate´as crianças de Ubatuba sabem fazer um satélite. Ainda que eles tenham feito um “cubesat”, eles sabem como. Na realidade é vergonhoso, de tão simples…

    • Quando você tiver por lá uma guerra assimétrica ou então quando uma força aérea de algum país integrante da OTAN como França ou Grã-Bretanha enfrentar grupos dessa natureza em operações no exterior. É bom lembrar que pela falta um vetor como o A-29 a França durante a operação Serval no Mali precisou atacar guerrilheiros com o Rafale.

  6. Não sei porque tanto estardalhaço, os Super Tucanos vendidos na Europa serão fabricados nos EUA, por funcionários norte-americanos e rendendo divisas para o tesouro dos EUA.

    • Não é bem assim, Gilbert.

      Para vendas de A-29 promovidas pela Embraer as aeronaves são montadas aqui. Outro dia mesmo foi informada a venda de seis aviões, e a imensa maioria dos A-29 fabricados foram montados aqui e vendidos pela Embraer.

      Para vendas de A-29 promovidas pela Sierra Nevada (parceira da Embraer nos EUA), com venda via FMS, as aeronaves são montadas nos EUA.

      Em ambos os casos, as partes da fuselagem e asas são fabricadas no Brasil, seja para envio à linha de montagem final brasileira, seja para a linha de montagem final americana, e as vendas geram divisas para o tesouro brasileiro.

    • Gilbert, você tem a mais remota idéia do que está falando? Super Tucanos montados nos EUA são somente os que são pagos por eles e depois distribuídos a seus aliados via FMS. É este o caso dos países europeus? Os EUA vão praticamente doar Super Tucanos aos europeus? E se fizerem isso o problema (e o custo) é deles, porque a Embraer vai receber do mesmo jeito.
      É interessante que quando a Saab permite que a Embraer monte Gripens no Brasil, ninguém diz que os suecos são “entreguistas”. Mas a Embraer, para agradar certos brasileiros teria que produzir tudo aqui, de motores a aviônicos, de preferência numa aldeia indígena na amazônia.

  7. Um parlamentar britânico, na época dos ataques à Líbia, ao criticar os gastos do governo com defesa, disse em uma sessão que pelo preço de um único Typhoon daria para comprar uma esquadrilha de Super Tucanos.
    Como não vejo nenhuma possibilidade de mudança da situação mundial para melhor em um horizonte próximo, acho que o caminho é as forças aéreas adquirirem aeronaves mais baratas de adquirir e operar.

  8. Mustang P-51 do século XX rsrsrs.
    Mas é uma bela aeronave!
    Para mim, isso só prova que a Montaer (Embraer), tinha e tem capacidades de construção de um caça nacional.
    Quem sabe uma evolução do AMX?
    Se fosse um país sério como Índia e Coréia dos Sul, faríamos como eles.
    iríamos adquirir caças mais capazes tecnlogicamente e ao mesmo tempo desenvolver um caça menos potente localmente ( caso da HAL e o KFX, apensar que esse ultimo estará em pé de igualdade de muito caça moderno).
    Mas investimos uma fortuna em um caça tático, com promessa de transferência de tecnologias que já possuímos, para uma empresa que muito em breve não será mais nacional (se é que era, e se já não é mais!).
    Vergonha!

    • Quem chama a EMBRAER de “Montaer” demonstra de forma cabal e inequívoca desconhecer a empresa. Deve ser também saudades dela estatal falida…

      • Mas a estatal [ainda que não esteja com saudades] foi a precursora nos importantes projetos. O Bandeirante nasceu fora mas Xingu e Brasília muito contribuíram para o ERJ 145 e daí vai.

  9. Lógica da Sierra Nevada by Tio Sam. Governo americano promove a russofobia em todos os países europeus assim como na maioria as ex repúblicas soviéticas. Na sequência exige de forma pública que os parceiros da OTAN mantenham seu percentual de participação bélica custe o que custar . Por fim através destes dois mecanismos força à venda de F-35 a Supertucanos. Não faz sentido adquirir este vetor que faz as mesmas ações que um helicóptero leve ou drone, só que a um custo superior em 30%. Matemática ocidental as vezes é impressionante.

    • Se você é tão ___________assim, vai morar em Moscou e tenta escrever as _____________ que habitualmente escreve com a liberdade que você tem aqui.

      COMENTÁRIO EDITADO. MANTENHA O RESPEITO E NÃO FAÇA ATAQUES PESSOAIS. NÃO É A PRIMEIRA VEZ QUE VOCÊ É ADVERTIDO.

      • Bem colocado! E além dos países bálticos também no leste europeu esse sentimento é muito forte, agravado por 45 anos ocupação brutal.

        • No aspecto demográfico a situação da Rússia também é crítica. A população vai se reduzir em termos absolutos, e o território russo é gigantesco. Se hoje já há “vazios demográficos”, daqui a trinta anos a coisa estará pior.

    • Sou leigo. Todo mundo sabe disso.
      Mas vejam bem. Muitos sugerem o ST para uso fora da Europa no lugar de Rafales, Typhoons, etc. Sem dúvida.
      Mas, na minha opinião de leigo (seria importante especialistas traçarem eventuais cenários de uma guerra dentro da Europa com uma invasão russa – como seria? Ataque de mísseis de cruzeiro, batalhas de caças no ar, seguidos de invasão imediata?), os ST poderiam ser usados na Europa.
      Claro que não podem ser usados em batalhas aéreas contra SU 27 ou 35.
      Desconsiderando a existência de caças de alto desempenho (que seria a única possibilidade de emprego de helicópteros, por exemplo), não vejo óbice para o uso do ST
      O míssil que atinge um ST atinge um Rafale
      Desde que realize ataques a uma distância segura (se é que isso existe), usado como plataforma de lançamento de bombas, foguetes e mísseis, me parece que a velocidade não faz tanta diferença.
      Talvez radares e sensores façam…

  10. Eu ainda torço por uma evolução. Admiro o sucesso do Tucano. Mas… Bem, se se meche o corpo, tipo, cancela a saidinha em Búzios, você pode fazer uma novo “chassi”, usando o mesmo trêm de pouso, os mesmos eletrônicos, as mesmas armas, para uma coisa nova, que agregue novidades arquitetônicas com fins de por exemplo, furtividade, desemprenho melhorado do motor, uma estrutura mais leve, e mais forte, até arriscar, por que não, uma propulsão coaxial. Uma inovação. As inovações são importantes para toda indústria nacional. Se Embraer ou Avibras, ou Embraer e Avibras em parceria, ou outro parceiro ou empreendedor aeronáutico, com ou sem parceria financeira com FAB, apenas apoio e estímulo, se possível, eu acredito que vai ao menos parecer que o país não está dormindo em louros. E não é apenas uma questão de aspecto, a inovação gera lucros futuros. É um investimento que agrega experiência e “knowhow” para replicar. Então, vai que se faz dois ou três protótipos de um Tucano II ou “Ultra Tucano” e sai uma coisa boa? Só experimentando… Eu desejo boa sorte, afinal, são todos trabalhadores… Só não pode dormir muito…

  11. Sei não. ..aviões turboelice no teatro europeu? Operações irregulares e o sinismo poderoso do kremili podem armar “rebeldes” com meios AAA suficientes para alijar o relativamente lento ST da linha de frente, não?

    • Se lentidão for parâmetro para operações no TO europeu, não haveria um único helicóptero de ataque em todo o continente.

  12. Em operações de baixa intensidade, as forças europeias teriam um ótimo vetor a um custo bem interessante, principalmente em algumas das suas intervenções na África, caso da AdL’Air no Mali, por exemplo.

    • No Mali os franceses voaram e muito os seus Tiger.
      .
      Super Tucano seria certamente muito interessante para este tipo de TO. Equipado com FLIR, foguetes de 70mm e as suas metralhadoras, poderia fornecer boas opções de engajamentos.
      .
      Os custos de operação certamente seriam inferiores aos do Tiger.
      Mas a grande vantagem do Tiger seria poder operar sem a necessidade de uma toda uma infraestrutura.
      Outra grande vantagem, seria o canhão de 30 mm.

      • Amigo Bardini, salvo engano há opções de pods de canhões de 20mm ou de 30mm para o A-29. Contudo, creio que naquele TO do Mali os veículos dos Guerrilheiros/ Terroristas podiam ser neutralizados pelas metralhadoras de 12.7 mm orgânicas do aparelho.

        • Não faz muito sentido para mim, um operador de Super Tucano abrir mão de dois pilones que poderiam levar ou combustível ou foguetes, para levar um par de canhões de 20 mm, nessa situação. Isso fazia sentido para o Tucano, que não tinha a metralhadora internamente. Se já vai ter de levar algo pendurado mesmo… Leva uma 20mm de uma vez.
          .
          Um canhão 30 mm em um helicóptero como o Tiger, faz muita diferença na situação do Mali.
          O problema não eram veículos. No Mali, os franceses avançavam centenas de quilômetros e os inimigos cediam terreno sem muito combate no inicio das operações, até que chegaram em uma cadeia de morros em um terreo pedregoso… Um terreno bastante favorável para o combate rasteiro daquela gente.
          .
          Os Tiger tinham de empregar o canhão e foguetes contra proteções rochosas, onde os inimigos se entrincheiravam para atacar em emboscadas.
          Além do canhão, o tipo de voo que o helicóptero pode fazer também deve ajudar a encontrar um melhor ângulo de ataque, naquele terreno.

          • Bardini,

            Interpreto que a importância dos helicópteros de ataque é algo bastante artificial. Seu espaço foi criado pela restrição que os exércitos tem em prover capacidade de ataque com o emprego de aeronaves de asa fixa. Na maioria dos caso as FFAAs detêm o monopólio do emprego o que obriga aos Exércitos e Marinhas a procurar soluções de asas rotativa que possivelmente seriam melhor atendidas por aeronaves como o A-29.

            Em comparação ao Tiger o A-29 tem uma autonomia muito maior e maior velocidade. Mais importante uma proteção muito maior para a tripulação pelo sistema ejetor.

    • Resta saber quem vai pagar? A Ucrânia falida não tem grana nem para pagar nem a manutenção dos 4 T-84 que foram para Strong Europe Tank Challenge e pregaram no meio da competição ficando em ultimo lugar bem juntinho com os britos e Challis deles.Uma piada..

  13. Que forçada de barra…. o A-29 não tem a menor condição de operar na Ucrânia… junto às barbas de Putin. Para o A-10 já seria um tremendo desafio. Ucrânia não é Afeganistão.

  14. Os nossos possuem a capacidade e atualizações necessárias para operarem estas opções de armamentos? Também com Flares e chaffs controlados por Maws e RWR?
    E a torreta flir?

      • Nossos A-29 não possuem chaff/flare e nem RWR e MAWS. A FAB já estuda uma atualização na frota de A-29, que provavelmente contemplará a instalação desses sistemas. Possuem FLIR Star Safire II e CCIPI/CCRP para lançamento bastante preciso de armas burras.

  15. E dá-lhe globalização. Aeronave brasileira com bandeira dos Estados Unidos da América em busca de um operador europeu.

  16. Impressionante
    Enquanto a Embraer e seus associados ficam procurando 1001 utilidades para o nosso ST, alguns aqui ficam enumerando 1001 problemas para os europeus e outros possíveis clientes não adquirirem esta fantástica aeronave.
    Se serve ou não, deixe que eles descubram depois de comprarem. A Empresa e as forçar armadas sabem dos riscos.

  17. Em toda a situação de confronto teremos as armas adequadas para o TO que se apresentar. Não vamos envir o Atlântico para os afluentes do Am,azones, nem se aparecer uma tropa de inimigos por lá. No ar tb podemos ter objetivos pouco defendidos e sem caças de cobertura. ´É o chamado cenário Insurreição. Tivemos isso na Colombia e lá, o ST se consagrou ao detonar acampamentos insurgentes fora do alcance das armas defensivas. Em qualquer oarte do globo pode surgir este cenário. Até é mais comum do que os grandes exércitos levando tudo de roldão. Também nos chamados conflitos assimérticos, onde uma parte é muito mais bem equipada e poderosa do que a outra.

  18. Foxtrot, vc chama a Embraer de montadora, com sentido pejorativo, e ao mesmo tempo diz que ela tem capacidade de desenvolver uma evolução do AMX, por exemplo. Isso é uma contradição!
    Você repetidamente se refere ao Gripen E/F como um “caça tático” que “custou uma dortuna”. Pois bem, discorra sobre o peoblema em esse caça ser “tático” e ainda sobre o que vc considera “uma fortuna”.
    Vc diz ainda que o que está sendo tranferido para o Brasil (lembre-se que não é somente a Embraer que está absorvendo tecnologia) são tecnologias que já possuímos. Pois bem, lembro à vc que nenhuma empresa brasileira tem a capacidade de projetar, desenvolver e produzir aeronaves supersônicas. Com o que está sendo aprendido com os suecos, essa capacidade será adquirida. Capacidade de operação em rede e de fusão de dados, nos níveis avançados que os suecos dominam (eles estão na vanguarda desse tipo de tecnologia), tambem será algo que será assimilado pelo Brasil. Estruturas aeronáuticas e materiais compostos também estão nessa lista, assim como várias outras coisas que serão aprendidas com esse projeto.
    Quanto a outra aeronave de combate, mesmo que um low, nesse momento e em um futuro previsível, não estão nos planos da FAB, por “n” motivos, sendo o principal o financeiro. Você, como todos aqui, sabe a tremenda dificuldade que a FAB teve para conseguir aprovar e encomendar o F-X. Um projeto que começou em 1994, se arrastou, foi cancelado, mudou de escopo, se arrastou, quase foi cancelado e finalmente, a suras penas, foi decidido. Isso levou quase 20 anos!!! Por isso, se a FAB conseguir alinhar um total de 72 Gripen E/F já será um grande, gigantesco avanço comparado ao que possuímos e operamos hoje. Se, e quando, a situação econômica melhorar, talvez se aumente o número de Gripens. Essa aeronave é feita para aceitar atualizações e upgrades muito mais facilmente que as aeronaves que operamos hoje. Se houver condições financeiras, a FAB poderá operá-la com atualizações praticamente contínuas sendo implementadas. E ele irá operar por, no mínimo, 30 anos. Nesse período, e sempre dependente das condições financeiras, um substituto para o F-39 poderá ser desenvolvido de forma menos traumática e sem gaps entre a aposentadoria de um vetor e a aquisicão de outro.

    • Essa galera acha que desenvolver um vetor é barbada. Esquecem que ninguém desenvolve nada hj nessa área sem ter um comprador. O Brasil gastaria dezenas de bilhões num projeto pra vender 36 unidades para o Brasil e depois? Como ficaria a linha de produção sem pedidos? quem bancaria esse projeto e prejuízo? Muita gente acha que cabeça é feita pra usar boné. ou boina com estrela vermelha.

  19. A OTAN está pensando numa aeronave de baixo custo contra insurretos barbudos. Está de muito bom tamanho.
    Podem contar que vai ter proteção aérea. Não vai encarar Sukhois p.ex. Outros caças mais capazes o farão.
    .
    Dá o que pensar, se vão abandonar o “swing/omnirole” para usar um A-29 para ataque terrestre e os caças exclusivamente para combate aéreo.

    • Não é bem assim. O A-29 é feito para operações específicas, principalmemto COIN. Bem equipado é um vetor de respeito. Mas, é claro que não fará ataques contra alvos bem defendidos. Aí entram aeronaves mais capazes, que no caso europeu, são os Typhoon tranche 3, os Rafale, os F-16 e logo os F-35. O A-29 não faz tudo que um caça multifunção faz, ao passo que faz muitas dessas coisas, quando a missão permite, a um custo muito menor, e com a mesma eficácia.

  20. Obrigado por responder. Mas os Heli compensam pela combinação de flexibilidade, meios modernos de obtencaode alvo, armas inteligentes mas principalmente o aproveitamento do terreno para manobrar e atacar, sim ou não? Levando em consideracao que o ST precisara de pistas e não ser furtivo, como sobreviver em um teatro com AAA emassada?

  21. Justin Case 10 de junho de 2018 at 3:04

    Caro Justin Case, sem querer abusar de sua paciência, lá vai uma pergunta de leigo: o fato de estar voando, digamos assim “no rabo” do C-130 – com um rastro de calor, será que não modifica as condições de engajamento IR para melhor? Ao contrário de um MANPADS, que engaja do solo, numa posição bem menos favorável?
    Saudações

    • Olá, Edson.

      Se os mísseis tiverem visada direta com as fontes de energia IR, mais fácil é o acoplamento.
      Por isso, a deteção é mais fácil pelo setor traseiro. Em alguns casos, como medida de redução de assinatura, busca-se “sombrear” essas fontes de calor. Como exemplo, veja como os estabilizadores verticais do A-10 escondem parcialmente a tubeira de cada motor, para quem está no setor traseiro, às 5 ou 7 horas, posição mais tradicional para a aproximação de um míssil que navega para um alvo que está manobrando defensivamente. Se o ponto visível mais quente estiver vários metros atrás do avião alvo, isso pode significar sobrevivência ao ataque do míssil.
      Abraço,

      Justin

        • Justin, permita-me lhe fazer uma pergunta offtopic, mas preciso aproveitar a sua presença aqui.

          Os mirage lllE possuíram em algum momento na FAB, RWR e dispensadores Chaff/Flare?

          E também, existe algum material disponível online sobre as capacidades da nossa frota na época (números)?
          Sempre fico curioso em compará-lo ao F-5E (antes da modernização).

          • Esses recursos (RWR, Chaff/Flares) foram introduzidos na FAB pelo A-1 salvo engano. E os Mirage III nunca o receberam até onde sei.

            Aliás, uma informação interessante é que ao recolocar em vôo os Impala Mk-2 monoplaces comprados da África do Sul o pessoal da FAB envolvido ficou surpreso ao ver nesses aviões justamente esses itens (RWR, Chaff/Flares).

          • Ao HMS TIRELESS.

            Obrigado! se for então esse o caso, o fato é que tanto os caçadores de F103E e F-5E voavam surdos (não tinham RWR), cegos (radares extremamente limitados em cobertura/alcance, mal armados (até a chegada do Python 3) e desprotegidos (sem chaff/flares).

            Ou o vetoramento fazia magia negra de coloca-los na posição certa na hora certa, ou já era caso o inimigo pilotasse um caça 4g (ou até mesmo um recauchutado como o Tigerlll).

            Não é surpresa o resultado das cruzex antes de 2006. A defasagem de material era muito grande. Mas não vou alongar mais pois é OFF.

      • Justin Case 10 de junho de 2018 at 18:47

        Agradeço a atenção e as explicações.
        Aliás, bela imagem do A-10

        Forte abraço

  22. Flanker ter capacidade não quer dizer que queira.
    A Montar optou por montar aviões por ser mais rápido, lucrativo para seus acionistas.
    O descontentamento com os rumos da empresa não é só meu, mas também de seu criador Odores Silva.
    Mas a culpa não é exclusivamente da empresa, temos um governo laico, submisso e sem nenhuma aspiração de autonomia.
    Sendo assim a empresa realmente tem que buscar lucro para seus acionistas.
    Como exemplo que usei de início, temos a índia e sua empresa HAL, que mesmo desenvolvendo é fabricando um avião que apresentou muitos problemas, continuam investindo no projeto,ao mesmo tempo que adquirem equipamentos internacionais.
    Aqui optamos pelo viés da importação apenas.
    Senhores moderadores, não vi nenhuma ofensa a membros do fórum, nem sempre a realidade ou crítica construtiva é ofensa.
    Mas se acham isso, que ao menos sejam igualitários e ajam com a mesma ação a todos.
    Passar bem !

    • Acho que você vive num mundo alternativo. Ou talvez eu tenha vivido nos últimos 15 anos.
      Embraer montadora de avião!? Explica isso aí.
      Claro que com experiência de causa… e não uma descabida carteação sem fundamentos.

  23. Não temos conhecimento em matérias compostos, melhor avisarem a Novaercraft que desenvolveu e fabricou o Calidus todo em materiais compostos, temos a fibra forte, AKAER etc.
    Melhor eu pegar meu diploma de engenharia mecânica e jogar no lixo, pois não aprendi nada lá kkkkkk.
    Transferência de tecnologias avançadas, você realmente acredita que um país ou empresa fomentará outro que em futuro próximo concorrerá com oesmo?
    Que com uma parte de dinheiro, vão transferir conhecimentos que gastaram bilhões para desenvolver ?
    E para seu conhecimento, no projeto GRIPEN o Brasil gastou mais de 20 bilhões ( se não me engano) de reais, se isso não é uma fortuna para você, para mim é.
    Ainda mais para um país que não valoriza o conhecimento autóctone, educação, saúde defesa etc.
    Intende- se nossa submissão e inércia perante as vontades das super potências.
    Não sei vocês, mas não sou muito de abaixar a cabeça e dizer sim senhor para todos.
    Me frusta e muito, ver tanta capacidade tecnológica local, que se bem empregada e incentivada nós daria uma verdadeira independência, jogada no lixo ou ignorada.
    Ver países que estavam em pé de igualdade conosco, agora está a anos luz de nos.
    Se essa situação lhes agrada, a mim não, e tenho o direito de expor meu descontentamento.
    Assim como vocês tem o direito de não ler o que escrevo.
    Mas nunca faltei com o respeito com ninguém aqui ou em qualquer outro fórum que participo, não faz meu tipo debater e ou brigar com pessoas que não merecem tal esforço.
    Passar bem a todos !

    • Foxtrot,

      Assumindo que a Embraer leva a cabo projetos originalmente seus, então pode se dizer sim que esta desenvolve aeronaves, e não somente as monta…

      Quanto a sistemas embarcados, é até mais conveniente buscar o que já existe no mercado e assim facilitar o acesso a este. Aliás, esse foi um dos fatores que levou esta empresa a ser o que é hoje…

      Quer um exemplo de bateção de cabeça de um país que faz tudo e não conseguiu mercado? Rússia… Seus projetos civis simplesmente não decolam, e uma das razões consiste justamente em componentes que não tem a confiança do mercado.

      Ora… Os próprios suecos não tem pudores em pegar de fora o que precisam; e o fazem a tempos. O novo Gripen é um exemplo disso, com seus sistemas de procedências diversas. Aliás, isso é tendência… Até os americanos, quando lhes dá na telha, pegam componentes ou mesmo sistemas de armas inteiros de fora…

      Por fim, o ‘Gripen NG’ não é um programa de “transferência de tecnologia” somente, onde um lado cede algo ao outro ( isso é mais um jargão criado pela imprensa )… Trata-se de um programa que visa o desenvolvimento conjunto de uma aeronave de combate ( incluso a variante biplace ), com responsabilidades claras para cada lado da parceria. E dentro desse contexto, os suecos ofereceram cooperação no desenvolvimento de sistemas de links de dados e software em geral, além de aeroestruturas e que contempla a construção local de 80% ( seria 100 % no caso do biplace ) dos componentes estruturais ( a Akaer, citada por você, tem uma cooperação forte com a SAAB; coisa do final da década passada ) e a montagem das aeronaves do lote final.

    • Se vc, como engenheiro que diz ser, acredita que materiais compostos de aeronaves a hélice tem as mesmas características e exigências de uma aeronave supersônica, não digo mais nada…..
      Quanto a transferência de tecnologia, se a Embraer aprender a calcular, projetar, desenvolver e produzir uma asa e e fuselagem de perfil aerodinâmico supersônico (coisa que ela não sabe fazer), o custo de 5,5 bilhões de dólares já terá valido a pena. E quanto pagaríamos por outros caças? Os dois outros concorrentes custavam bem mais caro e iríamos aprender menos. Nunca fui adepto da tal ToT. Mas, nesse caso especifico, com os concorrentes que estavam na short list, foi a escolha mais acertada e palatável.
      Mas, não vou ficar me estendendo muito, pois tudo sobre esse programa está facilmente disponível na internet….qualquer um pode pesquisar e ver tudo que esta sendo feito.
      Finalizando, vc afirma não agredir ninguém, mas em sua última frase, agrediu à todos, pois diz que quem não concorda com vc e lhe rebate afirmações suas, não merece seu esforço.
      Vc parece estar sempre prevenido para um embate Pelas suas colocações, parece que tudo que é feito em desacordo com suas opiniões, está errado. Esse é um espaço para debate. E e estou debatendo, contrapondo cada argumento seu, sem descambar para ataques à você.

  24. O A-29 é o “Bruto” voa em qualquer circunstância, local e tempo. Eu acho que é o melhor turbo-hélice militar que existe na atualidade. Apoio a tropas terrestres, uma aeronave para executar missões de ataque ao solo, apoio aéreo aproximado, reconhecimento armado, patrulhas diurnas e noturnas de fronteiras, além de escolta e controle aéreo avançado, e por aí vai…
    A manut do tucano é um pincel com Lithium Grease 190 e querosene está pronto, carrega as enfitadeiras e já era.

  25. Flanker você como Tiriless, Blu. Eyes etc.
    São conhecidos meus de outros fóruns, onde tem visões contraditórias contra tudo e todos.
    O problema de vocês é acharem que são únicos donos da verdade, pois a verdade suas são únicas e pronto.
    Como você mesmo disse, aqui é um espaço aberto, onde todos contribuem com o que sabe e cada contribuição tem algo válido.
    Sendo assim, ninguém é especialista de nada, e todos juntos sabem de tudo.
    Engraçado fibra de carbono, liga de titânio, aramida etc não são empregadas em aviões TH e super sônicos?
    Quando disse que não estou aqui para debater com pessoas que não valem o esforço, me referi aqueles que ao verem que seus argumentos não são válidos partem para agressão pessoal e eu não estou aqui para isso.
    Para não me prolongar muito, deixo um pensamento de um dos homens mais inteligentes da história humana ( em minha modesta opinião).
    A única certeza que tenho, é que não sei de nada , Albert Einstein.
    Pense nisso!
    Passar bem!

    • Prezado,

      “Eu sou especialista no que trabalho. Ainda bem!”
      Aerococus

      Sustento minha família graças a isso. Sou tão especialista para te afirmar que chamar a Embraer de montadora é um absurdo.

      Por favor, para de propagar isso. Tá dando vergonha alheia. Desencoraja a leitura de seus comentários, mesmo que eventualmente apresentem pontos razoáveis.

  26. Acho que podemos lançar a campanha “Adote um Bloqueiro Sem Noção”. No final de semana nos revezaríamos levando essa gente para passear onde poderiam alimentar os pombos e conversar com os cachorros.

  27. O que eu gostaria de saber daqueles que acham que tudo pode ser feito aqui é o custo em P&D até o produto final. E custos em números finais de tudo. Todo aquele que diz que não deveríamos comprar sucatas e desenvolver aqui jamais apresentaram os custos em números. Nunca vi.

    Por este motivo abro aqui um debate a respeito.
    Coloquem aqui em números o quanto nos custaria um projeto como o FX-2 levando-se em conta um caça bimotor como Rafale F4 (ultima versão do caça) ou F-18 E/F que foram os finalistas do projeto junto ao Gripen NG.

    O projeto seria: Desenvolvimento de um caça supersônico de 4a geração (temos experiência no desenvolvimento do subsônico AMX apenas), desenvolvimento do grupo propulsor, desenvolvimento de TODOS os sistemas da aeronave inclusive o radar AESA, desenvolvimento de todos os mísseis (ar-ar, ar-terra, ar-mar) de 5a geração e motorização de última geração dos mesmos a serem empregados pela aeronave visto que ainda estamos desenvolvendo o A-Darter que dizem já se encontrar em fase final e é um míssil de curto alcance, bombas inteligentes e tudo o mais.

    Custos disso tudo? No aguardo.

    • Ninguém.
      Até pq o único pais que esta testando o A29 ST é os EUA no programa OA-X visando uma possível aquisição no futuro de uma aeronave de ataque leve para a USAF.

      O A29 é o finalista junto ao AT-6 Wolverine.

  28. Li aí em cima comentários sobre ¨caça tático¨ e ¨caça estratégico¨. Existe isso? Alguém me explica, não entendo muito….

    • Pois é! O Foxtrot repete isso….até perguntei pra ele qual o problema do Gripen ser um suposto “caca tático”….estou tb agurdando a resposta.

      • Ele deve estar trazendo isso da aviação de transporte ou de ataque, deve estar falando em relação ao alcance, ou relação alcance x carga paga. Assim espero.

        • Amigos, não existe essa distinção. Essa definição, tático ou estratégico, refere-se à campanha aérea e suas fases. Está relacionado com os alvos. Um mesmo tipo de avião pode bater alvos táticos ou estratégicos.

    • O problema não é estar lotado e sim saber se de fato existirá verba. Quanto mais criteriosa e competitiva for a concorrência, melhor. Até agora caíram fora os mata_mosquitos e o avião experimental.

  29. Caerthal 11 de junho de 2018 at 23:15
    Acho que podemos lançar a campanha “Adote um Bloqueiro Sem Noção”. No final de semana nos revezaríamos levando essa gente para passear onde poderiam alimentar os pombos e conversar com os cachorros.

    Por favor, para de propagar isso. Tá dando vergonha alheia. Desencoraja a leitura de seus comentários, mesmo que eventualmente apresentem pontos razoáveis.
    Caro moderador, isso não são ataques pessoais?
    Bom segue o barco, justo como o judiciário nacional.
    Não vou perder meu tempo e me rebaixar a responder, não vale o esforço!

  30. Gonçalo JR, não precisamos desenvolver tudo localmente, apenas itens critico como ( aviônicos, comunicações, armamentos etc) lembrando que já possuímos capacidades nessas áreas.
    Uma parceria seria muito bem vinda, vide exemplo do KC-390 (que diga-se de passagem não tínhamos conhecimentos em fabricação de aviões de transporte).
    Não sou contra aquisições, mas as mesmas devem ser “casadas” com fabricação local.
    Como acontece com países como Coreia do Sul, Índia, China etc..
    O problema nosso é que visamos apenas aquisições e nada de desenvolvimento local.
    Como você mesmo citou, gastamos fortunas no projeto Xavantes, AMX e agora Gripen e todo esse conhecimento será jogado no lixo para aquisição de novo, pois aqui não há planejamentos apenas decisões de ultima hora, tomadas no calor da discussão.
    A plataforma A-29 é um caça leve ( turbo hélice), pois emprega as mesmas tecnologias que estão presentes em aviões mais potentes, tecnologias como Aviônicos, comunicações, Fly by wire systen etc.
    O mesmo acontece com o AMX, lógico com defasagem tecnológicas, mas como dominamos a fabricação e integração das plataformas, porque não eleva-lá a novos patamares, como acontece mundo a fora?
    Mas como muitos comentaristas ditos especialistas, que sustentam a família com isso, e já devem ter fabricados inúmeras aeronaves dizem, é melhor gastar bilhões em projetos importados e depois jogar tudo isso no lixo do que fabricar paralelamente um projeto nacional que gerará empregos de alto nível, conhecimentos em diversas áreas, diversificação da balança comercial e sua pauta de exportação etc..
    Quanto a Montaer (Embraer), se os caminhos da mesma desagrada ate mesmo seu fundador, chegando ao ponto do mesmo alegar que hoje em dia, nem os interiores dos aviões fabricados pela mesma, são feitos no Brasil, me julgo no direito de apresentar meu desapontamento.
    Quem não gostar que não leia.
    Passar bem a todos!

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