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Indonésia assina contrato para compra de 11 caças Sukhoi Su-35

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Sukhoi Su-35

Rússia e Indonésia assinaram um contrato para o fornecimento de 11 caças multifuncionais Sukhoi Su-35, uma fonte informada em Jacarta disse à agência Interfax nesta quinta-feira.

“O contrato para o Su-35 foi assinado”, disse a fonte. Anteriormente, foi relatado que a Rússia e a Indonésia concordaram em certos aspectos técnicos do contrato para o fornecimento de 11 caças.

O fornecimento de tecnologia de aeronaves modernas de acordo com a legislação indonésia está vinculado à obrigações de compensações e contra-negociação.

“Isso significa que nos comprometemos a comprar certos bens nacionais, que são coordenados”, disse Viktor Kladov, diretor de cooperação internacional e política regional da Rostec State Corporation.

Ele afirmou que a Indonésia poderia fornecer borracha, óleo de palma e outros produtos tradicionais de exportação.

Vamos acrescentar que o contrato foi assinado apesar da forte pressão exercida em Jacarta pelos EUA, a fim de evitar a compra de caças russos. Sabe-se que durante a visita do secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, a este país, o lado indonésio foi informado de que, no caso de adquirir armas e equipamentos militares russos, a Indonésia poderia voltar a enfrentar um embargo à entrega de armas dos EUA, como ocorreu em 1997. Ao mesmo tempo, a Indonésia recebeu caças americanos F-16.

O custo de 11 caças Su-35, conforme relatado anteriormente, ascenderá a US$ 1,14 bilhão de dólares, enquanto a metade do valor (US$ 570 milhões) será coberto pelo fornecimento de produtos indonésios. Observamos também que essas commodities, provavelmente, não serão entregues fisicamente à Rússia, mas estão destinadas à venda.

COLABOROU: Rustam Bogaudinov

102 COMMENTS

  1. É 100 mi a unidade, é um esforço enorme para um pais como Indonésia,mas tem que adquirir.Como disse em comentários anteriores,vai ser difícil muitos países manterem forças aéreas atualizadas com os preços dos caças atuais.Mas sohaverá um nicho que as empresas, é que haverá espaço para caçar na casaq das dezenas de milhões de dólares.Claro que muitas forças armadas vão desenvolver mais as artilharias antiaérea e misseis AA de defesa de ponto,de aérea,

  2. Ivanmc 16 de Fevereiro de 2018 at 9:56

    Não foi o que vimos na Síria! Aliás, o que vimos lá foi o F-22 chegar perto dos Su-25 sem que a escolta de Su-35 se desse conta….rs!

  3. Roberto F. Santana 16 de Fevereiro de 2018 at 10:00

    Roberto, O Su-35 é muito bom e isso é preciso admitir! O que não condiz com a realidade dos fatos é achar que o aparelho derrota até X-Wing e Tie Fighter. Ademais a meu ver, e tendo em vista toda a experiência dos EUA testando aeronaves com TVC ao longo dos anos 90 (F-15 STOL/MTD, F-16 VISTA e F/A-18 HARV) culminando no X-31 é um erro que o aparelho tenha esse dispositivo visto que conforme esses testes mostraram a vetoração de empuxo funciona melhor em mísseis do que em aviões, onde não apenas acrescenta peso como as manobras dele decorrente deixam o aparelho sem energia, portanto vulnerável.

    Aliás, é por essa razão que o F-35 não tem TVC

    Outro aspecto a meu ver inaceitável do Su-35 é a ausência de um radar AESA

  4. Confesso que apesar de admirar os norte americanos, mas tem horas que sua diplomacia é meio confusa para mim.
    Promover um embargo de armas contra a Indonésia porque esta vai adquirir equipamento russo?
    Ganhariam o que com isso, a não ser empurrá-la ainda mais à esfera de influência russa?
    Medo de alguma possível transferência de conhecimento/tecnologia dos equipamentos estadunidenses aos russos?
    Mas tal receio não se materializa quando das compras pela Índia, por exemplo.
    E olha que ambas “Is” tem um potencial adversário em comum: China.
    Não deveriam ver como uma forma de Jacarta diversificar os fornecedores de seus armamentos aos moldes de Nova Déli?
    Ou tem mais algum componente na “trama” que desconheço?
    Sds.

  5. É provável que a indonésia também tenha interesse no Bhramos. SU-35 + Bhramos é uma dupla imponente para um país arquipélago como a Indonésia que tem tido problemas marítimos com a China

  6. Bom dia Senhores!

    Não sou o mais habilitado para dar palpites em temas aéreos, mas fico imaginando se lá no FX ( não me lembro se o FX1 ou FX2 … foram tantos desde 2001) quando os russos estavam disponibilizando o caças SU-27 SKM, me lembro que muitos aqui no PA diziam que o SU-35 era uma aeronave de papel, que não voaria, outros diziam que tratava-se apenas de uma nova redesignação para o o SU-27 ….

    Passa o tempo…

    O SU-35 é mais que uma realidade (muito caro para nossa FAB) mas uma realidade para muita gente que leva a defesa da pátria à sério.

    Estou convencido que para o atual momento o JAS39E/F será mais que uma aeronave de combate, será um sistema integrado de combate, muito mais capaz que uma aeronave isoladamente (vide os SU-33 da Venezuela)

    Mas não me surpreende ver que aqueles que antes diziam que o SU-35 era uma mirage, hoje ou “babam nos ovos” ou fingem demência e se calam…

    CM

  7. wwolf22 16 de Fevereiro de 2018 at 10:24

    Sendo a força aérea melhor treinada do mundo, e a que mais derrubou aparelhos inimigos em combate desde a guerra da Coréia inclusive Migs pilotados por soviéticos, Israel é parâmetro sim….

  8. Excelente aquisição, um vetor com V maiúsculo. Impõe respeito até nos americanos e australianos.
    Hoje em dia estar alinhado com a Rússia e China não é um mal negócio. Tudo vai depender de quais produtos a Indonésia consegue trocar pelos armamentos russos.
    Quem sabe posteriormente venham sistemas S-300 e alguns MI-28N.

  9. É parecido com a venda dos MI-35M pra FAB. Os Indonésios deram borracha e outros materiais em troca de Su-35 e aqui usamos carne para a compra dos Helicópteros.

    A Rússia está com falta de certos materiais? É por causa das sanções?

  10. Mal negócio trocar matéria prima por tecnologia e produtos de alto valor agregado, mas tem muitos aqui que acham lindo né, Brasil colônia.

  11. Roberto F. Santana 16 de Fevereiro de 2018 at 11:14

    Uma pena que a entrevista se perdeu! Ainda asim é interessante como alguns políticos e especialistas dizem uma coisa do aparelho enquanto os pilotos que o voam dizem outra completamente diferente. Aliás, na entrevista com o ex-comandante da Heyl Ha’Avir ele não apenas se mostra muito entusiasmado com o aparelho como também afirmou que pilotos da USAF que foram a Israel voar os F-35I também se entusiasmaram.

  12. Quem não deve ter gostado disso foi a China. A Indonésia não tem uma boa imagem da China e já entraram em discussão algumas vezes.
    Eu acho pouco provável que o governo americano tenha feito tal “ameaça” de forma direta, no entanto, acredita que deve ter existido algo como “pooo vai comprar os caças deles? Compra aviões da gente…afinal, quando vocês precisam é nós que estamos aqui, especialmente com a China).
    Esse avião parece ser muito bom…pelo menos em termos de dados técnicos.

  13. Ivan BC 16 de Fevereiro de 2018 at 11:30

    Uma Indonésia bem armada, especialmente no tocante a meios navais e de interdição naval, representa uma dor de cabeça absurda para os planos expansionistas chineses. Fosse os EUA eu investiria pesado em Jakarta não apenas fornecendo aviões e mísseis antinavios como também navios (alguma versão customizada dos LCS)

  14. MBP77 16 de Fevereiro de 2018 at 10:12
    Confesso que apesar de admirar os norte americanos, mas tem horas que sua diplomacia é meio confusa para mim.
    Promover um embargo de armas contra a Indonésia porque esta vai adquirir equipamento russo?
    …………………….
    Eu também duvido muito disto…não faz o menor sentido. Não consigo imaginar uma discussão dessa nos bastidores. Uma coisa séria negociações nos bastidores, redução de preços de caças americanos etc…para tentar rivalizar a venda, mas jamais embargos ou qualquer coisa nesse sentido.
    Basta ver o caso do Afeganistão e Iraque, influência americana, comprando armamentos russo, centenas de blindados. Mesmo todos sabendo que os EUA tem estoques de armamentos que poderiam ser disponibilizados.

  15. O Pentágono fazendo burrada novamente.
    Ao invés de soltar bravata, deveria ter oferecido o Super Hornet via FMS dando um bom desconto.
    Duvido que os indonésios fechassem com os russos.

    Sds

  16. Paulo Jorge 16 de Fevereiro de 2018 at 12:11

    Concordo! E ainda por cima com um bom lote de mísseis AGM-84 Harpoon! E de troco alguns P-3 revitalizados.

  17. Ivan BC 16 de Fevereiro de 2018 at 11:30
    Ivan BC, a Indonésia e China gozam de boas relações, inclusive é na China que os pilotos de Su-27/30 fazem treinamento com simulador de voo.
    Eles tem feito vários treinamentos conjuntos nos ultimos anos.
    A unica coisa que a China reclama é que a Indonésia não os deixa pescar em torno do arquipelago de Natuna, que a Indonésia chama de Mar de Natuna.
    . https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT4JQoJurkgbBn7LgyvIKonzo4bMEfjijVs8nhQ9d4kdRBVM20DA4CGeLFNCQ

  18. Eu tenho acompanhado as notícias e não vi esta ameaça de embargo pela compra dos Su-35, a visita do Sec. de Defesa foi muito positiva onde ele ofereceu mais F-16 e liberou o treinamento das Forças Especiais dos EUA com o Kopassus que estava suspenso devido a acusações de desrespeito aos direitos humanos, com esta proibição o Kopassus estava treinando com os Chineses, o ultmo treinamento foi em 2017.

  19. Paulo Jorge 16 de Fevereiro de 2018 at 12:11
    Eu não acho…acho que essa venda era inevitável. Certamente a Indonésia deseja ter aviões além dos feitos nos EUA, querem ter um leque de opções e com isso ainda empurrar produtos nacional (conforme demonstra a matéria), se não fosse essa venda dificilmente os russos comprariam commodities da Indonésia…

  20. 1º) Claro que o Brasil poderia comprar da Russia com grana e até com commodities que vem ser até melhor pra quem alega não ter grana, os russos fazem isso, já que é beneficos para todos, o problema e as FAs aceitarem material russo.

    2º) Claro que existe pressão de USA, ou vcs não recordam da pressão que sofremos na epoca que o Brasil parecia que iria se alinhar em alguns aspectos com a Russia, a primeira coisa que USA recordou era que eles eram o melhor cliente da EMB, ademais do seu maior fornecedor, sabedor que eles inclusivem poderiam melar qualquer venda delas, não por casualidade a Embraer fugiu dos russos como o diabo foge da cruz como naquela vez que nem quiseram receber um representante do governo deles e se alinharam como era esperado com o amigo Obama.

    Não tenho nada contra USA, incluso compraria mais material militar deles, mais faria como a India que compra deles e dos russos, que eles ameaçam nos retaliar, beleza então porque podemos fazer o mesmo e chumbo trocado não doi porém gostamos de nos subordinar, isso passa agora com USA e não vai ser diferente quando seja com a China.

  21. Elaine 16 de Fevereiro de 2018 at 13:22
    Sputniknews?
    Moça, você sabia que esse site é o maior FakeNews do Brasil? É um mídia internacional inserida no Brasil, financiado por russos…é o mesmo que G1, UOl, Brasil247, revista Forum, Paulo henrique Amorim, O Tijolaço, O Vermelho etc…defendendo o Lula dia e noite! São pagos para fazer isto…

  22. A Indonésia é um país que se faz respeitar…….. por quem quer que seja.

    Se essa conversa realmente existiu (o que não é nada impossível, mas não acredito que tenha sido neste tom ameaçador), os representantes indonésios devem ter deixado bem explicito o que iria acontecer, ou seja, “se não quiserem nos vender, sem problemas, tem quem queira e hoje a realidade tecnológica, industrial e econômica é bem melhor do que no passado, então quem perderá – inclusive politicamente, serão vocês”.

    De resto, a Indonésia faz o correto, não se amarra a ninguém, mas não faz a bagunça logística que é a Índia, ou seja, não possuem duas ou três aeronaves para a mesma função. Diversificam os fornecedores, mas não criam uma cadeia logística enorme.

    – Um único modelo de caça grande de superioridade aérea (Su-27/30/35);
    – Um único modelo de caça médio multifunção (F-16);
    – Um único modelo de caça leve e de treinamento avançado (T-50A – que deverá substituir o BAe Hawk em todas as funções);
    – Um único modelo de caça ligeiro COIN (A-29, em substituição aos OV-10 Broncos).

  23. Elaine 16 de Fevereiro de 2018 at 13:22.
    .
    Pior que é verdade. Um tempo atrás eu até desconfiaria, mas agora. Sabe que em 2009 o Su-35 foi ventilado para o FX2, mas o COMAER ideologicamente vetou veementemente e com ira. Só não sei por que?!

    • “o Su-35 foi ventilado para o FX2, mas o COMAER ideologicamente vetou veementemente e com ira.”

      Com ira?

      Ivanmc, eu não vi em nenhum lugar esse tal de veto “com ira”, você poderia trazer uma fonte que comprove essa “ira”, ou desenvolver um pouco mais o assunto?

      O que eu sei é que o Su-35 não foi “ventilado” para o F-X2, ele efetivamente participou da concorrência, foi avaliado juntamente com outros cinco caças e foi cortado da seleção final do F-X2, assim como foram cortados o Eurofighter Typhoon e o Lockheed Martin F-16, restando apenas a short-list de Rafale, Gripen e Super Hornet.

      Para relembrar o anúncio da short list do F-X2 em 2008:

      http://www.aereo.jor.br/2008/10/01/comando-da-aeronautica-pre-seleciona-candidatos-do-projeto-f-x2/

      Enfim, a palavra “veto” eu nunca ouvi falar. Muito menos veto “com ira”. A não ser que, na hora de anunciar cerimoniosamente esse suposto veto ao Su-35, eles chamaram a banda IRA pra fazer a trilha sonora?

      https://www.youtube.com/watch?v=oB2y5tD0CiA

  24. Ivan BC 16 de Fevereiro de 2018 at 11:43
    *
    Pois é, tem algo nesse estória de “embargo” que não bate…
    *
    Walfrido Strobel 16 de Fevereiro de 2018 at 12:32
    *
    Apenas reafirma essa minha impressão inicial de que tem “caroço no angu” (desinformação, quem sabe).
    Sds.

  25. Elaine 16 de Fevereiro de 2018 at 13:22

    Me desculpe, mas esta muito mal informada.
    Brasil possui o Igra e o Sabre.
    A Colombia (que é o aliado mais próximo dos gringos) utiliza helicópteros Mi-17.
    México, vizinho do grande satã) possui Mi-8, Mi-17 el Mi-26.
    Peru tem o Mig 29

    Nem li o que está no sputinik pois não é uma fonte confiável, mas se não acredita em mim (e nem precisa), só pesquisar que vc pode confirmar o que postei.

  26. Fernando “Nunão” De Martini 16 de Fevereiro de 2018 at 13:48
    ………………….
    Participação do grupo no programa Mixto Quente, no verão de 1987.
    Essa foi a primeira aparição do Ira! na televisão no Rio de Janeiro.
    …………………
    Acho que os editores da trilogia estavam no show kkkkkkk

  27. Eu posso garantir que não estava, Ivan, certamente não viajaria ao Rio só pra ver o Ira…

    Na época eu via essas e outras bandas aqui em São Paulo mesmo.

    Mas voltemos ao tópico, senão vou ter que puxar minha própria orelha, se outro editor do site não a puxar antes.

  28. Cada dia que passa fico mais simpático aos equipamentos russos e vejo neles a escolha lógica de quem quer ter uma politica independente e não alinhada

  29. Humberto,
    A Elaine não quer saber de seus exemplos. Não perca seu tempo. Na cabeça dela a coisa funciona do jeito que ela falou e não há argumento que desmonte os ensinamentos do GPCdEU (Grande Pensador Coletivo das Esquerdas Unidas).
    E tem até vídeo e link de mídia pra provar o que ela tá falando.
    Desista senão vai enfartar!!

  30. Gabriel2 16 de Fevereiro de 2018 at 14:10

    Entre os caças, vejo que o mais próximo de politica independente e não alinhada é o Grippen, pois a Suécia não pertence a nenhuma aliança militar (no caso a Otan).
    Agora a Russia, hummmm dificil de entender esta lógica..

  31. Não aguento essa briga da guerra fria a cada notícia no blog. hehehe

    Quisera o meu país adquirir SU-35, F-35, qualquer um deles. Gripen também foi uma excelente compra. Qualquer avião de tecnologia atual, que venha qualquer um e eu darei pulos de alegria. rs

  32. Alexandre Galante 16 de Fevereiro de 2018 at 14:12
    Mais de 3 vezes…o Su-35 puxa ainda 1/3 mais que o F-35.
    ………………….
    Esse Su-35 seria muito bom na região amazônica, geralmente os caças russos tem mais autonomia.
    Autonomia do F5 segundo o site da FAB:
    Raios de Combate:
    1.056 km (tanque cheio, 2 mísseis AIM 9-B Phyton e 5 min de combate a 5.000 m)
    222 km (tanque cheio, 2359 kg de armamentos, 2 mísseis AIM 9-B Phyton e 5 min de combate ao nível do mar)

  33. Alexandre Galante 16 de Fevereiro de 2018 at 14:12
    O su-35 decola com o triplo do MTOW.

    Payload F5 3,2 T
    Payload Su-35 8 T

    Essa comparação é “meio” injusta, mas mostra o quanto estamos defasados em relação aos caças atuais.

  34. Fernando “Nunão” De Martini 16 de Fevereiro de 2018 at 13:48.
    .
    Esses artigo eu li no Aeromagazine, e a “ira” é o meu relato quando eu perguntei para um oficial superior aposentado, no dia 11 de outubro de 2017 no churrasco na Baco, O por quê da não escolha de aeronaves Russas para a FAB? Já que temos helis H2 Sabre de origem russaTive as mais absurdas respostas, que não vale a pena replicar. Todo ano tem churrasco de confraternização antes do dia 12 de outubro na BACO.
    Respondendo às requisições de informações emitidas em junho de 2008 pelo Comaer chefiado pelo tenente brigadeiro-do-ar Juniti Saito, apresentaram-se como concorrentes as mesmas empresas que participaram do F-X-BR, com exceção do estreante consórcio Eurofighter e do não comparecimento da RAC-Mig, contudo, propondo modelos de caças mais avançados inseridos dentro de um escopo de fornecimento mais amplo e profundo, incluindo “offsets” (contrapartidas tecnológicas e comerciais). Boeing, Dassault, Eurofighter, Lockheed Martin, Saab e Sukhoi (representada pela Rosoboronexport) colocaram na mesa de negociações seus aviões de combate F/A-18E/F Super Hornet, Rafale F3, F-16 Adv (Advanced), Gripen NG e Su-35BM, respectivamente. Em novembro de 2008, um “shortlist” desclassificou as propostas do Eurofighter, Lockheed Martin e Sukhoi. Considerado um dos favoritos, a eliminação do Su-35BM causou polêmica sob alegações de que pressões políticas em favor do Super Hornet condicionaram a decisão do Comaer.
    Até o F-35 nos foi oferecido por duas vezes. Em 1994 tinhamos uma equipe de 40 militares especialistas em mecanica de aeronaves da FAB, sendo 8 da Baco, nos EUA já para trazermos 2 duzias de F-16 que logo foi vetado pelo FHC..
    E a banda é da minha época.

    • “Ivanmc em 16/02/2018 às 14:43”

      Continuo não vendo nem veto (e sim seleção, que cortou outros, incluindo um dos meus caças preferidos da disputa, o F-16) nem ira, a não ser que o oficial que vc menciona seja o responsável por ambos (veto e ira). Mas bola pra frente, mesmo porque já se vão quase dez anos desde a short list onde nem Su-35 nem F-16 entraram, certo?

  35. Se a FAB tivesse o Su-35 seria mesmo o melhor meio de impedir que os americanos jogassem suas bombas na Floresta Amazônica e matasse a fauna e a flora da região. Que pena. Com o Gripen nossos bichinhos e nosso verde estarão desprotegidos.

  36. Eu já discorri sobre isso algumas vezes mas vamos lá. A grande quantidade de combustível interno do Su-35 traz um comprometimento da carga paga.
    A soma do peso vazio do Su-35 com o peso máximo do combustível interno em relação ao MTOW não fecha em uma carga paga (payload) de 8 t, que é o payload tradicional de caças médios e pesados do Ocidente.
    Em outras palavras, para o Su-35 “transportar” 8 t de armas ele não poderá estar com os tanques internos cheios.
    Vamos lá:
    Peso vazio: 17,2 t
    Peso máximo de decolagem: 34,5 t
    Capacidade interna de combustível: 11,5 t
    Sobrou 5,8 t (tira aí o peso do piloto e seu equipamento e o peso da munição do canhão e tem-se algo em torno de 5,5 t).
    Então, não há o que se falar em payload de 8 t.
    Não que isso seja um absurdo tendo em vista que 5,5 t é coisa pra chuchu, mas só para colocar os números nos seus devidos lugares.
    Em termos de comparação com o F-35A é mais ou menos assim:
    Peso vazio: 13,2 t
    Peso máximo de decolagem: 31,8 t
    Peso do combustível interno: 8,4 t
    Sobrou 10,2 t
    Tirando 300 quilos referente ao piloto e à munição e tem-se o valor de 9,9 t, que seria o payload do F-35. Bem maior que as 5,5 t do Su-35.
    Se levando a mesma quantidade de combustível que o Su-35 (11,5 t), acrescentando 3,1 t de combustível externamente e ainda mais 1 t para os tanques e os suportes, ainda assim o payload do F-35 será de 6,1 t, 600 quilos maior que a do Su-35.
    Ou seja, como a física é igual em todo lugar, nem tudo são flores para um avião com tanques grandes como possa nos parecer a primeira vista.

  37. É simples meus caros!
    1)É dificílimo ser embargado pela Rússia…os caras vivem de petróleo, gás e armas! Os EUA até o final do ano serão autossuficientes em petróleo e gás e influenciarão os preços do mercado internacional fortemente …a Rússia vai perder parte de sua influencia e dinheiro.
    2) Existe uma gama de países ex-membros da URSS tanto alinhados com a Rússia quanto alinhados com o Ocidente que Herdaram parques industrias militares soviéticos que precisam de dinheiro e podem transferir tecnologia para nós.
    3)Nosso principal parceiro comercial é a China, que produz peças sobressalentes para equipamentos russos em suas fabricas …isso quando não copiam os mesmo descaradamente.
    4) Nossas relações comerciais com a China( exportação de grãos, minerios e Petroleo podem entrar na jogada) são mais favoráveis do que com os EUA…somos estratégicos para a China!
    5) Os EUA podem nos virar as costas quando quiserem e por qualquer motivo , a China e a Russia não!
    6) Optar por um fornecedor militar, não altera necessariamente as relações comerciais no âmbito civil que é o que de fato importa…o poder do Brasil está no soft power! Mais fácil negociar com menos desigualdade com a Russia e China do que com OTAN e EUA….somos descartáveis para os americanos(eles não precisam de nós!).

    Meus caros um país soberano deve buscar relações de complementariedade mutua no cenário internacional, buscar vantagens reais para si! Os EUA se interessavam pelo Brasil no cenário da Guerra Fria tendo em vista a contenção do comunismo no Mundo…mas hoje não temos mais essa carta na manga.

    Quanto ao Gripen, ao menos que as investigações levem ao cancelamento do contrato, acredito que vale a pena na relação custo beneficio. A Suécia depende sim dos países que compõe a OTAN e já vimos contratos com eles minguarem por causa disso no passado.

    Esqueçam paixões ideológicas! Guerra=Política e politica se faz com o cérebro e não com o coração! Sou a favor do livre mercado, do capitalismo e da liberdade…mas defendo que façamos a balança do poder do cenário internacional nos ser mais favorável gerando mais beneficios e mais independência para o Brasil.

  38. E lá vamos nós…
    .
    O caça da FAB está decidido. Será o Gripen E/F.
    É em muito, superior aos Mirage 2000C/B que desativaram, que foram os melhores caças que a FAB já operou.
    .
    O grande questionamento: Precisamos de mais do que o Gripen E/F poderá entregar ou precisamos de mais Gripen E/F para que a FAB possa entregar mais?
    .
    É preciso lembrar: É da FAB que estamos falando. Uma força que ainda tem de voar F-5 E/F Modernizado, que tem um território imenso para cobrir, isso inserido no contexto da América Latina, onde existe pouco dinheiro, ameaças pífias e etc.
    .
    E o Su-35?
    Baita aeronave. Que a Indonésia faça bom uso…

  39. Queria muito ver esse avião na MB, botando banca em todo o Atlântico Sul e Caribe. Já que não teremos um PA, ao menos a MB teria um “braço” bem longo e pesado.

  40. Uma opinião americana sobre equipamentos e geopolítica internaciona. Normalmente as análises bem feitas sobre equipamentos e os conflitos.
    *Um pouco de visão com muito boa e com pouco exagero pra os lados.

    HMS sobre os Su-35S/F-22 tá estranho essa história para os dois lados. Como ninguém soltou vídeo então…
    1-Fato de lançar flare, se se colocasse em paralelo ou cruzar a frente pra estar visível.
    2- O fato de só verem um SU-35 se eles sempre estão em 2.

  41. Tem uma imagem rolando com os supostos offsets do acordo.
    Sem link mas lá está escrito.
    .
    Target Objective & Achievements (Offset Activity)

    1º – AL-41F-1S and AL-31F Engines Maintenance and Repair Center facility and capability design.
    2º – Transfer of technology (ToT) for establishing in Indonesia of a maintenance and repair center for AL-41F-1S and AL-31F Engines.
    3º – Build Capability for Radar Targeting System Maintenance for Sukhoi aircraft.
    4º – Build Capability for synthetic and Enhanced Display System Maintenance for Sulhoi aircraft.
    5º – Build Capability for Integrated Logisitc Management System (Spare Parts Ordering Control Office)
    6º – Estabilishing High Technology Aviation, Naval and Land System Hose Factory.
    7º – Capability audit of 1000 h (hour ???) Sukhoi Aircrafts Maintenance and Repair.
    8º – Capability audit of maintenance center on Critical Avionics System of Su Aircraft.
    .
    Os beneficiários dos offset são a Força Aérea e empresas da Indonésia. Como se pode ver, querem controlar o máximo a manutenção dos Sukhois.

  42. Cansa ver tantos pilotos que jé entraram em combate voando su-35 f-22 e c… a quatro, que chato essa mania de defender um, e criticar o outro, um é lixo e o outro é o pica das galaxias ti f… viu!!!

  43. Gabriel2 16 de Fevereiro de 2018 at 15:27

    Somos estratégicos produtores de grãos para a China. Só.

    4) Nossa balança comercial pode até ser positiva com a China, porém eles não têm interesse em produtos manufaturados, mas apenas em recursos primários nossos. Os EUA, além de também gerarem balança comercial superavitária para o Brasil, compram mais manufaturados nossos que os chineses. Nessa linha de raciocínio, pode me explicar, por favor, o motivo de a China ser mais positiva para o Brasil? No momento que as commodities flutuarem para um valor mais baixo, se dependermos tanto da China, nossa balança comercial irá afundar.

    5) Por que motivos os EUA podem “nos virar as costas” mas a China e a Rússia não? Pode me explicar a lógica disso, ou é apenas sua opinião ideologicamente baseada?

    6) Somos descartáveis para os EUA, mas não para a China e Rússia? Novamente, por quê? Ou é apenas sua opinião?

    Hoje temos sim interesse por parte dos americanos pois somos a potência regional na América do Sul, e nesse contexto quase toda a política deste sub continente passa pelo Brasil. Basta pararmos de nos aliar com ditaduras e agirmos como um país democrático realmente age, e então os EUA passarão a nos respeitar.

  44. Pessoal,
    Só pra deixar claro eu acho o Su-35 formidável. Não fica nada a dever a nenhum caça de sua geração.
    E ele com tanque cheio tem sim grande autonomia/alcance e ainda leva mais de 5 t de carga se necessário. Vale salientar que a moda hoje em dia são 4 a 6 mísseis ar-ar e não mais que 2 t de carga ar-sup, ou seja, 5 t dá e sobra.
    O Su-35 tem seus pontos duros homologados para 8 t daí a informação dele ter um payload de 8 t. Só esqueceram de dizer que aí o tanque não pode estar cheio . rsrs É meio que a esperteza do brasileiro fazendo escola la nos Urais. rsrss Meio que uma desonestidade intelectual, mas nada grave.
    O que os russos fizeram foi dar flexibilidade pra carga externa e pro combustível interno. Não é assim que se faz no Ocidente onde a capacidade de carga externa e a capacidade de combustível interna batem no final.
    Por exemplo, voltando ao F-35A, seu peso máximo de decolagem é a soma quase que exata do peso vazio com o peso do combustível interno mais a capacidade somada dos 11 pontos duros (22 mil libras) + o piloto.
    No Su-35 essa soma não bate, mas não quer dizer grande coisa não. Só quis deixar claro essa questão de peso máximo de decolagem, combustível interno e carga paga, já que todos aqui gostamos do tema.
    Valeu!

    • Bosco,
      Vários caças têm capacidade de pilones superior à carga útil externa possível com tanques internos cheios, desde os velhos Mirage até os F-16 de várias versões e o Gripen.

      Uma das poucas exceções é o Rafale.

  45. Edimur,
    Eu pelo menos não vi ninguém aqui dizendo que o caça A ou B ou C é lixo e que outro é a “pica das galáxias”, não. Tamo tudo de “boa” falando de aviãozinho.

  46. Era meu preferido dentro do FX-2 …inveja , mas fazer o q …oportunidade ja passou , azar o nosso
    Sonhar com S-34 na MB e impossível (n serve pro Brasil ..e o dizem né ) ….e sonhar com,quem sabe , alguns F/A 18 e fazer treinamento quando algum PA americano passar pela nassa costa . e olhe la ,isso se a MB quiser aviação de caça ainda
    Realidade pra FAB e 108 Gripens + ao menos 36 AMX .. ja q a modernização dos nosso atuais esta parada , seria uma boa a aquisição dos ITALIANOS .. mas ..

  47. Acho meio fake news essa do embargo americano, não vi em lugar nenhum e o embargo em 97, foi devido a invasão do timor leste pela Indonesia, ninguem faria um embargo em outro pais por uma coisa tão banal, num pais que nem representa risco geopolitico para os EUA.

  48. Interessante tb ressaltar mais uma vez e a composição e forma do pagamento ….atrativo pra se negociar com Russos e chineses e isso .. nem sempre e so dinheiro ou ouro envolvido …. eu trocaria Kilos de carne por mais um lote de MI-35 por exemplo :D.. ou ate os sonhados MI-28 …

  49. Roberto,
    Sem dúvida!
    Como disse minhas considerações foram só pra esclarecer algumas particularidades. O Galante chamou a atenção para o MTOW do Su-35 e o Heyarth lembrou que o payload da aeronave era de 8 t. Isso me instigou a fazer referência à quantidade de combustível interno que o Su-35 leva sua relação com os outros dados.
    O que de algum modo esses cálculos deixam transparecer é que esse altíssimo desempenho em relação ao alcance do Su-35 não é mais uma impressão que uma realidade de fato tendo em vista que como norma os russos não levam tanques extras enquanto por exemplo, o F-18E chega na mesma quantidade de combustível com os tanques cheios e 2 tanques de 480 galões.
    Claro, dois pontos duros foram utilizados pelos dois tanques no F-18, o que limitou a utilização de armas a 9 pontos duros e para algo em torno de 5 t de carga, mas o Su-35 também ficou com quase exatamente a mesma quantidade de combustível e a carga externa.
    Pode-se dizer que mesmo assim o Su-35 leva vantagem porque não tem os tanques externos (vazios) para atrapalhar, mas aí se pode dizer que os tanques podem ser alijados em caso de necessidade.
    Na verdade o tema é emocionante e se poderia ficar aqui a noite todo simulando as mais diversas situações.
    Um abraço.

  50. Nunão,
    Me lembro da época do F-X2 ter feito esses cálculos e nunca notei isso. Vou verificar.
    Aberto aqui na minha frente por conta do meu comentário direcionado ao Roberto tenho os dados do Super Hornet é fica mais ou menos assim:
    Peso vazio: 14,5 t
    Peso combustível interno: 6,8 t
    Peso máximo de decolagem: 30 t
    restante (piloto, munição, carga dependurada): 8,7 t
    Capacidade somada dos pontos duros: 8 t.

  51. Uma olhada rápida e o F-16 realmente tem a capacidade dos hardpoints maior que a soma do peso vazio mais o peso de combustível interno relacionado com o MTOW. Vi que é de 10 t os peso homologado para os hardpoints e nem preciso ver os outros dados pra saber que não vai bater.
    Como diria o Spock: fascinante!!

  52. De qualquer forma se encher o tanque do F-16 ele ainda leva 7,5 t de carga externa (incluindo piloto e munição). Diferente do grandão Su-35 que se encher o tanque ele leva só 5,5 t.

  53. Bosco
    Só de curiosidade, o SU-35 levaria essas 5.5t somente de armamento, enquanto que o F-16 precisaria levar tanques de combustível, o que degradaria sua capacidade de armas levadas,mesmo que este leve 7.7t externamente, supondo que ambos teriam que cumprir uma mesma missão de longa duração, com grande quantidade de armas, o F-16 não perderia um pouco de sua capacidade de carga transportada em relação ao SU-35 não?

  54. Tico,
    Sem dúvida!
    O Su-35 é muito mais capaz. Decolando com peso máximo de decolagem e tanques internos cheios (11,5 t) o Su-35 ainda levaria 5,5 t de armamentos.
    Com carga idêntica (5,5 t) o F-16 levaria no máximo 5 t de combustível.
    Claro, há de se ter em mente que o Su-35 é bimotor e o F-16 é monomotor. Também os motores do Su-35 têm que ser capazes de erguer 34,5 t enquanto o motor do F-16 tem que erguer menos de 20 t.
    O consumo específico seco do F-16 é de 17.155 lbf enquanto o do Su-35 de cada motor é de 19.200 lbf. Ou seja, o Su-35 consome um pouco mais.
    De qualquer forma o alcance do Su-35 com 5,5 t de armas decolando com peso máximo é maior que um F-16 com 5,5 t de armamentos e decolando com peso máximo. Mas não é nada assim tão fantástico como podemos imaginar.

  55. Su-34.
    Peso vazio: 22,5 t
    Peso máximo de decolagem: 45,1 t
    Peso de combustível interno: 12,1 t
    Payload: 10,5 t (tira aí dos dois tripulantes e mais a munição do canhão e têm-se mais de 10 t de carga “paga”).
    Esse não utiliza de “desonestidade intelectual” não. É de fato poderoso.

  56. Só de curiosidade fui dar uma espiada nos dados dos Sukhoi.
    O Su-27 é absolutamente honesto em relação à divulgação da capacidade de seus pontos duros, informando ser de 4,4 t. É matematicamente preciso.
    O Su-30 informa ser de 8 t, igual o do Su-35, mas com tanque interno pleno sobram 7,4 toneladas. Tirando munição e piloto e vê-se que já deram uma pequena “maquiada”.
    Aí chega no Su-35 e a coisa fica mais visível, sendo informado uma capacidade nos pontos duros de 8 t mas que só comporta com o tanque interno cheio 5,5 t de carga externa. Deram uma boa maquiada nele.
    Claro, como já dito isso não é crítica, é só curiosidade. E claro, os pontos duros do Su-35 são homologados para 8 t, ninguém duvida disso. E como bem lembrou o Roberto, peso máximo de decolagem não significa que o caça não possa voar. Um Su-35 pode decolar com seus tanques pela metade e com o máximo de carga externa que os pontos duros suportam (8 t) e ser reabastecido em voo, encher o tanque numa revo, e aí terá uma massa maior que a MTOW (peso máximo de decolagem), em que pese ficar pesadão, não suportar força g excessivas, etc.
    A questão é que com tanques externos se consegue chegar perto do desempenho do Su-35 apesar de serem utilizados pontos duros (molhados) que no Su-35 estariam vazios de qualquer maneira porque.
    Ou seja, em caças convencionais ter muito combustível interno ou menos combustível interno e adicionar tanques externos é meio que trocar seis por meia dúzia e fica a cargo de cada desenvolvedor a pedido do usuário.
    Já em relação aos caças furtivos (stealths), aí ter uma grande capacidade de combustível interno faz toda a diferença.

    Leó,
    Motores costumam ter versões mais ou menos potentes e mais ou menos beberronas e tem que levar em conta as características de sustentação da asa e o arrasto da aeronave e o tamanho da pista que o bichão vai utilizar pra decolar.
    Acho que são muitas variáveis que no final permite que um mesmo motor possa ser utilizado por caças com MTOW diferente. Mesmo porque o Su-35 como um caça bombardeiro puro sangue precisa de uma maior reserva de potência enquanto que o Su-34 tá mais pra bombardeiro supersônico e se vira com uma menor relação peso/potência.
    Um abraço.

  57. SU-34 um baita avião! Quem dera o Brasil com 12/24 aviões desses ou F-15 SG/SA/E ou SU-30SM.

    São os três melhores para ataques em ambiente de alta densidade.

    2019 termina ou atual contrato e se parte pro modelo SU-34M.

  58. Fernando “Nunão” De Martini 16 de Fevereiro de 2018 at 18:15
    Eu lembro de uma imagem do Rafale voando com todos os pontos duros ocupados.
    https://goo.gl/images/2RQqh2

    Léo Neves 16 de Fevereiro de 2018 at 20:49

    O Su-34 é um pouco maior que o su-35, mas a área das asas é praticamente a mesma e o motor do su34 parece inferior, também gostaria de saber como o su-34 consegue carregar muito mais carga. Seria em troca da performance reduzida?

  59. Bosco 16 de Fevereiro de 2018 at 14:24
    Humberto,
    A Elaine não quer saber de seus exemplos..

    Pois é ..mas tem que escrever, se não conseguimos salvar ela, pelo menos, tentamos salvar algum iniciante, no mais, tática de petralha, repita n vezes uma mentira que as pessoas consideram verdade.

  60. Nunão,
    Apesar de eu ter concordado com você a respeito do F-16 fato é que a carga paga divulgada dele é de 7,5 t, o que está em conformidade com a matemática.
    Eu disse ser de 10 t porque fui direto a um site que mostrava a capacidade individual de cada hardpoint que somado daria mais de 10 t, mas não é essa a capacidade divulgada pelo fabricante, que é de 7,7 t. Esta está bem próximo dos dados divulgados do fabricante.
    F-16 C (wiki)
    Peso vazio: 8,57
    MTOW: 19,2 t
    combustível interno: 3,2 t
    Payload: 7,43 t (tirando pilotp e munição e temos algo em torno de 7,2 t. Não é muito diferente do anunciado pelo fabricante.

  61. Bosco.
    Arrisco uma analogia interessante.
    Na natureza uma formiga ergue 50 vezes seu peso, mas um elefante não levanta seu próprio.
    Daí que embora máquinas maiores façam absolutamente mais, relativamente fazem menos.
    .
    Outra questão é que os Flankers precisam defender um retângulo russo de 22 milhões de km2. Daí possuem uma ênfase em desempenho e autonomia que prejudica a carga paga. Apesar de fotos que mostram todo um arsenal, duvido que operem com mais de 6 mísseis.
    .
    Já li alhures que um F-5M com 2 Pythons e 4 Derbys mais o tanque ventral deixa de ser supersônico. Em todas as missões reais de interceptação da FAB nunca se usou mais de 2 mísseis IR.
    .
    Os F-4, F-14 e F-15 levam seus Sparrows/Amraams junto à fuselagem, uma elegante e funcional solução que pouco denigre seu desempenho.

  62. Pô, que inveja eu tenho de alguns países que compram equipamentos bem MELHORES que o Brasil, mesmo tendo menos dinheiro, menos território e etc…

  63. Interessante. O Irã queria comprar caças russos, a Rússia ofereceu o SU-27, que é um excelente avião e faria frente aos F-16/F-15 de Israel, mas o Irã queria o SU-35. A Rússia se negou. Porque cargas d´água a Rússia se recusa a vender aviões de ponta ao Irã, mas em contrapartida vende equipamentos de ponta a países como Indonésia, Venezuela e muitos outros?

    Eu confio em Putin, sei que ele é um estrategista brilhante, e sei que eles têm informações que eu não tenho e uma equipe altamente capacitada e bem informada para tomar as melhores decisões, mas… como pessoa comum, realmente não consigo entender.

  64. Bosco
    Obrigado pela sua atenção e análise
    Fiquei mais fã do Sul_34 que já era

    Imagino nossa marinha com 18 destes
    E a aeronáutica com 18 destes
    Seria top um ganho expressivo de força
    Abraço

  65. Nos últimos meses tem sido especulado a venda de Su-30SM ao Irã para substituir F-4s/F-14s e
    Su-24s, todos vetores que utilizam 02 tripulantes e houve sondagem para J-10s chineses na substituição de F-5s / J-7s e Mig-29s, todos monoplaces….como muita coisa tem sido especulada para o Irã nas últimas décadas, resta aguardar….

  66. Heyarth 16 de Fevereiro de 2018 at 21:27

    Os motores do SU-35S (caça de superioridade aérea e interceptador como tarefa primordial, apesar de multifunção como é comum em todos os novos modelos) entregam 31,900 lbf de empuxo (com o pós-queimador) e os motores do SU-34 (também multifunção, mas essencialmente uma aeronave de ataque) entregam (na versão mais atual) 32,600 lbf de empuxo (com o pós-queimador). Diferença de 1,400 lbf a maior para o SU-34.

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