A Cobham fornece o cone do nariz em material composto, a sonda de reabastecimento, bem como tanques auxiliares de combustível e pods de reabastecimento das asas para o Embraer KC-390.

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Maria Lacoste

Quando vai voar o segundo protótipo? está pintado no padrão de cor branco cinza?

Ederson Joner

Quanto tempo deve faltar para estes testes, acredito que esteja entre as ultimas etapas, após boa parte da aeronave estar com procedimentos definidos.

Rinaldo Nery

Agora vamos tirar a prova do reabastecimento dos H-36, que muita gente aqui questionou.

Alexandre Samir Maziz

Eu mesmo questionei rsrs , gostei do vídeo bem explicativo , belo avião o Embraer KC-390 , orgulho nacional , espero que post aqui fique só no debate sadio de alto nível ,onde cada um “defenda” sua opinião e ou discorde da do outro apresentando argumentos técnicos , e não partindo para discussões de cunho pessoal igual ocorreu nas postagens do F-5 , onde fiquei meio aborrecido , pois procuro acessar o site para aprender mais sobre defesa ….

gengisduEduardo Pereira

Que vídeo porreta !!!! Que aeronave viu ,sei que ainda colocarei muitas fotos bacanas deste bichão em operação como papel de parede aqui no meu pc, fora as que já tenho.rs Parabéns a FAB e Embraer mais uma vez!!!!!

Mauricio R.

O cara da RAF já falou, são 120 kt. Fora a turbulência escorrendo pela pta das asas como no A-400M.

Wellington Góes

Interessante informação Cel., mas vão fazer os testes antes mesmo de terem treinado e certificado tripulações do H-36?! Até aonde eu sei (mas fique a vontade para me corrigir se estiver enganado), ainda não houve nenhum voo do H-36 full mission treinando REVO com o KC-130H. O senhor pode nos passar mais informações?! Desde já agradeço!

Até mais!!! 😉

Rinaldo Nery

Wellington, voce está correto. Acredito que alguns farão esta instrução na França, ou em outra FA. Vou procurar saber no COMGAR.

Rinaldo Nery

Quanto aos testes, acredito que os pilotos de prova de helicóptero, do IPEV, vão fazer os voos de qualificação.

Jakson de Almeida

Mas a kombossa não vai se desmanchar com a turbulência do KC-390?

Jakson de Almeida

A kombossa (toda delicada)se reabastecendo no MC-130J.
https://www.youtube.com/watch?v=tzEBBkcgkO0
Agora o HH-60.
https://www.youtube.com/watch?v=uh6ko–jwYo

Nonato

Qual o risco de no reabastecimento de um helicóptero a hélice cortar a mangueira?
E o problema da velocidade?

André Bueno

A questão chave é a velocidade. Se o KC-390 a uma velocidade baixa o suficiente para um helicóptero o acompanhar, possivelmente estarão resolvidos os problemas. Mas sei que não é tão simples assim.

Mauricio R.

Na verdade velocidade x carga, pois ambas as aeronaves estarão de alguma forma equipadas e carregadas. Mas isto já está dado, são 120 kt.

André Bueno

Não é uma cena de reabastecimento. Aliás, as posições até estão invertidas.
Além da beleza de Karen Black, a comissária piloto, segue as imagens:

https://www.youtube.com/watch?v=ajwdrz0bktQ

https://www.youtube.com/watch?v=Q5AxvY3N4WE

Rommelqe

Um dos mais interessantes posts ja publicados aqui no Aereo refere-se aos ensaios em modelo reduzido, conduzidos pela Embraer, nas instalações da na DNW-LLF. Nesta serie de ensaios (que não se resumiram a este) foi verificado o comportamento aerodinâmico da mangueira e sonda de reabastecimento do KC-390. Sensacional, vale a pena ver!

Marcelo Silveira

Uma pergunta de leigo.
Digamos que na cartilha ele voe com 26t, mas operacional qual seria?
Li certa feita, que C130 J poderia levar 30t confere?

Fernando "Nunão" De Martini

“Marcelo Silveira em 11/03/2016 às 20:31 Uma pergunta de leigo. Digamos que na cartilha ele voe com 26t, mas operacional qual seria?” . Depende da distância. 26t de carga máxima será (se o desempenho esperado no projeto se comprovar) um valor operacional, para uma certa distância, comprimento de pista etc. . Não sei o dado de alcance com 26t (que é para carga máxima concentrada, como um blindado por exemplo, que pode ser colocado no compartimento de carga exatamente sobre o centro de gravidade da aeronave), mas para 23t que é o máximo de carga distribuída ao longo do compartimento… Read more »

Wellington Góes

Rommelqe, acredito que este seja o vídeo em questão.

https://youtu.be/Kk744X_hlcI

Wellington Góes

André e Maurício, acredito que a equação correta seria velocidade, carga e sustentação, especialmente no caso do helicóptero. Aliás, acho este último o principal componente e ai é que está o problema, ou seja, oa quão forte será a turbulência gerada pelas asas do KC-390 e o quão distante o helicóptero precisará estar para minimizar seus efeitos.

Mauricio R.

O afastamento do helicóptero estará limitado ao comprimento disponível de mangueira, neste modelo de HDU em particular.

Delmo Almeida

Nunão, até onde eu sabia, a grande diferença entre o C130J e o C130J-30 é o comprimento e a capacidade volumétrica, mas não de peso do item transportado. Inclusive a versão tradicional levaria vantagem, pois sua fuselagem seria mais leve pela ausência do anel extra na fuselagem.

Poderia me corrigir?

Marcelo Silveira

Obrigado Nunão pelo esclarecimento.
.

Por mais que eu torça pelo sucesso do Embraer KC 390, não consigo imaginar a FAB ou qualquer força aérea, sem um C 130, principalmente se fosse um C130J.
Na hora de bolear a perna, alçar o voo, botar na “forma” o KC 390! Pro comandante “talvez” sera impossível não pensar no velho Hércules de guerra.

Fernando "Nunão" De Martini

Delmo, boa tarde.
.
Quem pode te corrigir não sou eu, mas o próprio link da USAF que passei no comentário acima do seu.
.
A maior diferença do C-130J-30 para o C-130J padrão é a capacidade volumétrica superior devido ao comprimento maior, como você escreveu (e no link da USAF tem todas as medidas), mas há sim um ligeiro aumento no peso máximo de carga admissível, subindo de 19t para 19,9t.

Rommelqe

Wellington, sim esse é o video. Notar que os ensaios em modelo reduzido (EMR) são efetuados em uma enorme bancada de laboratorio, exigindo uma instalação extremamente complexa e cara. Quando se está desenvolvendo o projeto de uma aeronave (ou de um submarino, automóvel, navio, etc) é muito mportante medir as solicitaçōes (forças, momentos, empuxos, pulsaçōes de pressão, arrasto,etc…) que são aplicadas pelo fluxo aerodinâmico à mesma e vice-versa. As escalas geométricas que devem ser utilizadas nos EMRs são definidas por vários parametros tal que se obtenha resultados adequados e que seja possível extrapolar os mesmos para o protótipo em tamanho… Read more »

Delmo Almeida

Obrigado Nunão!!! Sempre fazendo um excelente trabalho!!!

Maico

A minha dúvida é: para os clientes internacionais o KC-130J não seria mais atrativo devido à (eu suponho) velocidade mais baixa devido aos motores turbo-hélices?

Fernando "Nunão" De Martini

Maico, bom dia. . Depende do que o cliente em potencial deseje. Se ele quiser a capacidade de realizar mais missões pelo mesmo período de tempo com o mesmo número de aeronaves, levando mais carga, o jato KC-390 é vantajoso por ser mais veloz (desde que a disponibilidade e custos de operação sejam compatíveis com esse benefício). . Se o cliente em potencial não está preocupado com a velocidade e essas capacidades superiores de carga vistas em conjunto, e principalmente se já for um operador de C-130, é de se esperar que fique mais inclinado a adquirir o C-130J. .… Read more »

Maico

Muito obrigado, Nunão!

Sempre completo e esclarecedor.

As razões tendem a ser mais políticas que técnicas.

Abraço!

Mauricio R.

“Se a capacidade de reabastecer jatos de combate em altitudes maiores e velocidades superiores for a mais importante para esse eventual cliente, aí a balança tende para o KC-390, que…” . Nunão, . Antes de tudo vc é um bravo, pois não é p/ qualquer um comprar “briga” c/ A-330MRTT; B-767 e IL-78. O KC-46 não quis comentar, disse que já é meio de março e ele tá muito ocupado e que depois de agosto, quem sabe ele retorna o contato. O KC-10 nem bola deu, em compensação a “fila” atrás dele me pareceu bastante impaciente, ocorreram algumas mudanças de… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini

Maurício R, bom dia. . Minha “braveza” não inclui a compra de brigas com os exemplos citados. A briga não é minha. Mas se o próprio turboélice A-400M compra essa briga do argumento para racionalizar e dinamizar o número de plataformas aptas a REVO que uma força aérea pode possuir, complementando com aviões de transporte tático (no caso do A-400M, também vendido como estratégico) os jatos maiores como os que você mencionou, por que o KC-390 não buscaria fazer o mesmo para disputar o mercado? . Afinal, o próprio Hercules há décadas faz essa dobradinha reabastecendo jatos de combate no… Read more »