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Rússia testa lançamento de mísseis no caça T-50 e vai produzir novo míssil 58USHK em 2016

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caça T-50 PAK FA - Sukhoi T-50 - foto Sukhoi

A agência de notícias russa TASS noticiou que o caça russo de quinta geração iniciou os testes de disparos de mísseis e que os mesmos foram bem-sucedidos.

A agência também informou que o novo míssil antirradiação 58USHK (imagem abaixo) começará a ser produzido em 2016.

58USHK

COLABOROU: Felipe

99 COMMENTS

  1. Acho o T-50 grande de mais, sempre fui fã de aviões pequenos para aviação de caça por isso acho que o BR acertou em comprar o Gripen , decola até em estradas e da para ocultar esconder em qualquer lugar , por mim o BR poderia comprar uns 250 Gripen , ai tava de bom tamanho

  2. bem que eles podiam divulgar os vídeos, mas é um ótimo equipamento parece que aprenderam com as lições da Geórgia. Também é dito com capacidade ar-ar com pequenas modificações…

  3. De fato é um incrível avião, mas, muito grande. Só a assinatura térmica dos motores não seria um risco contra misseis guiados por calor?

  4. Sem entrar nessas bobeirinhas de USA x Russia, é um belo jato. Pena não terem embarcado (de forma séria) neste projeto.

    A exemplo do VLS em sociedade com a Ucrânia, onde jogamos fora 1 bilhão de reais e desistimos no meio do projeto por pura incapacidade de manter os investimentos.

    Uma pena mesmo. Pelo menos entramos no Gripen.

  5. Ronilson,
    Sem dúvida!
    Nem precisa ser com o T-50.
    E os russos têm vários modelos de mísseis antirradar que são igualmente bons.
    Esse tem a vantagem de poder ser levado dentro do compartimento de armas.
    Uma pena que o F-35 não possa levar o HARM também, mas no caso a doutrina da OTAN deve ser diferente.
    Havia um programa chamado de T3 pra desenvolver um míssil para substituir tanto o Amraam quanto o Harm e que caberia nas baias tanto do F-22 quanto do F-35, já que teria as dimensões do Amraam.
    Ele foi cancelado mas com certeza está na geladeira e deve sair um dia.
    Um abraço.

  6. Bosco
    Vlw em relaçao ao tamanho das aeronaves russas acho que é por causa de suas grandes dimensoes territoriais eles preferem avioes grandes por terem mais autonomia ja vi comentarios aqui que eles nao conseguem fazer avioes pequenos o que e um absurdo voce nao acha bosco

  7. Hoje é um dia para ficar na História do PA.

    Bosco, nosso indicado para ocupar de forma vitalícia o assento de Ministro da Defesa, não é Engenheiro, sequer da área de Exatas

    Apesar de ficar bestificado não há problema! Conhecimento tem de sobra!

    Com o Bosco, não há enrosco!*

    Por falar nisso… Boscão, pelo que dá para deduzir das “ibagens”, tem um alçapão de armas ventral no T-50, não?

    Sim, tem os pods nas asas, mas se a russaiada quiser diminuir a detecção do bicho, e aumentar a furtividade, estes só devem ser usados em cenários em que a discrição pode ser secundarizada, correto?

    Sds.

    *Ainda vou compôr um jingle de campanha! 🙂

  8. Concordo com colegas acima,
    Eu se fosse escolher para comprar um caça Stealh de combate áereo escolheria o F-22.
    Este T-50 tem dimensões muito grande e bem pesado. Acredito que pode comprometer o poder de manobra no combate áreo.
    Prefiro apostar em caças menores e mais leves e com capacidade furtiva como F-22 e F-35.
    Me desculpem os adoradores, mas este T-50 está fusão de um bombardeiro com um caça, colocando o a furtividade.
    Essa foto mostra o motor, que não é embuxo vetorial. E mostrando o fogo saindo.
    Pela presa para miseis guiados por calor.
    Sds

  9. Uma vez assisti a um documentario no discovery channel sobre o maior submarino nuclear russo e um especialista militar americano disse o seguinte é inacreditavel aqueles caras nao conseguiam nem fabricar um carro mas tinhan tecnologia para construir esse monstro nuclear capaz de devastar os EUA
    Poder militar e desenvolvimento social nao andam de maos dadas

  10. Leonardo
    Espera o t-50 ficar operaçional ai veremos suas qualidades nao tire conclusoes precipitadas vamos ser imparçial somos todos amantes de equipamento militar nao importa a sua origem

  11. Ronilson,
    Até onde eu sei os caças russos são grandes porque a doutrina russa (e soviética, no passado) privilegia o uso de armas nos pontos duros e prefere levar o combustível internamente, liberando os pontos duros.
    Os americanos estão meio que seguindo esse conceito já que existem tanques conformais (não ejetáveis) para os caças F-15, F-16 e F-18 E/F, que na prática funciona como se fossem tanques internos.
    Só com raras exceções seria razoável um caça com tanques conformais ainda levar tanques subalares já que a principal função deles é liberar espaço para armas e com a vantagem de comprometer menos o arrasto e o RCS.

  12. Realmente os caças russos são enormes se comparados com os caças ocidentais.

    Observando a tecnologia de radares russos para Stealth-Detecção : IRST , VHF AESA o complexo de radar multibanda Nebo-M que inclui 03 tecnologias de radares AESAs: o VHF RLM-M, o RLM-D em L-band (UHF) e S / X-band RLM-S… o novíssimo 55Zh6UME CVLO …

    com a tecnologia certa … não importa a dimensão que se tem… será visto.

    ps. o F-22…T-50 ..são o estado da arte do saber humano.. ambos belos e letais.

  13. Leonardo
    26 de agosto de 2015 at 20:10 #

    O empuxo vetorado nos escapes dos motores (TVC – Thrust Vector Control) é o principal responsável pela capacidade de supermanobrabilidade do T-50. O TVC do motor atual se move em três dimensões e garante que o T-50 manterá a manobrabilidade mesmo a baixa velocidade usando apenas a potência do motor para manobrar a aeronave em manobras pós. Como os motores são bem separados o TVC pode ser usado para rolagem. A disposição é assimétrica criando um “V” criando controle em todas as direções. No T-50 o sistema de controle de voo foi programado para facilitar a realização de manobras pós estol automaticamente como a manobra “cobra”.

    Fonte: sistemasdearmas.com.br

  14. Colegas,

    O RCS conhecido para caças considera o armamento que ele carrega num missão ou é pelado?

    Porque sempre que leio sobre assinatura radar chama-se atenção que com mísseis nas asas o RCS de um caça praticamente vira uma árvore de natal para os radares, isso procede?

    Se isso for verdade, o fato de carregar o armamento internamente já torna o T-50 mais furtivo que qualquer caça de geração anterior?

  15. Xtreme,
    “…será visto.”
    Resta saber: a que distância???
    A defesa antiaérea pode apresentar duas situações conflitantes. A primeira é ver e não ter “perna” pra interceptar.
    É o que acontece com o Exército Brasileiro que opera o radar SABER M-60 que pode detectar e rastrear uma aeronave a 60 km de distância, mas no máximo consegue interceptar uma aeronave atacante a 8 km com o RBS-70.
    Isto nos torna vulneráveis a qualquer agressor que opere um pod designador EO de Segunda
    Geração e, por exemplo, bombas Paveway II ou Lizard, guiadas a laser, que lançadas de um caça podem engajar alvos a mais de 15 km de distância.
    A outra situação é ter mísseis sup-ar com grande alcance mas cuja utilização depende de sistemas de sensores que podem ter seu desempenho degradado pelo inimigo que usa ECM ou a furtividade.
    É o caso do sistema Patriot que tem um míssil (MIM-104D) com pelo menos 100 km de alcance mas cujo radar MPQ-65 operando na Banda C só detectaria um T-50 a uns 30 km.
    O T-50 poderia engajar o sistema Patriot numa operação DEAD, mantendo fora do alcance do sistema sup-ar americano, e nem precisaria usar o míssil citado no artigo do post.

  16. Marcelo,
    Não entendi quais são esses pods nas asas do T-50.
    Seriam as “canoas” para o míssil R-73?
    Se forem, não me consta que sejam removíveis.
    No mais, obrigado pela rima! rsrsss

  17. Jorge,
    O RCS divulgado é estimado com o caça “pelado”.

    Só pra comparação o site “ausairpower” cita algumas estimativas de RCS em m²:
    F-22: 0,0001 m² frontal, e 0,001 m² lateral e traseiro, e 0,01m² inferior e superior.
    F-35: 0,001 m² frontal, 0,01 m² lateral e traseiro e 0,1 m² superior e inferior.
    B-2: 0,0001 m² all aspect;
    T-50: 0,01 m² frontal.
    Su-35: 2 m² frontal

    Há duas considerações interessantes:
    1- o RCS de uma aeronave (caça) com carga externa é maior do que a soma dos RCS do caça e individualmente das cargas externas e seus cabides e lançadores. Ou seja, nesse caso de RCS, 1 + 1 = 3.
    2- um caça tem “n” lados e não só a frente, a traseira, o lado direito, o esquerdo, o de baixo e o de cima. A referência geralmente dada diz respeito ao RCS frontal com o caça peladão.

  18. Ronilson,
    Estou sendo imparcial.

    T-50
    Dimensões
    Comprimento 22,0 m
    Envergadura 14,2 m
    Altura 6,05 m
    Peso total 26.000 kg
    Peso bruto máximo 37.000 kg

    F-35
    Comprimento 15,4 m
    Largura 10,7 m c/ asas dobradas
    Altura 4,6 m
    Peso vazio 9,980 kg
    Peso Máximo 22,680 kg

    F-22
    Comprimento 18,9 m
    Envergadura 13,6 m
    Altura 5,1 m
    Peso vazio 14 365 kg
    Peso carregado 27 216 kg
    Vendo esses dados, dar para provar que T-50 é muito tem dimensões maiores e peso maior em relação ao outros.
    Acredito, possa tirar o poder de manobra no combate aereo.

    Jorge,
    Eu sou igual Thomé, só acredito vendo.
    E pelos videos e fotos disponiveis na NET o motor está fixo. Ele não se move como você sugere. Já F-35 e F-22 tem motor vetorado e se move de acordo com manobra, tendo mais eficiência no combate aereo.
    E o motor sai fogo no T-50, podendo ser isca fácil para mísseis guiados por calor.
    Sds

  19. Quando se fala de assinatura IR eu sempre me lembro do Rafale, é muito impressionante neste vídeo
    https://www.youtube.com/watch?v=WlWQsW4ZZfQ

    Repare que ele está em procedimento de pouso num PA e ainda assim parece ter uma ótima cobertura no infravermelho, claro não dá pra saber com exatidão já que não são os mesmos sensores filmando, mas é impressionante, no mínimo uma grande jogada de marketing

  20. Bosco;

    Rapaz, se aqueles trilhos das asas não são móveis… o RCS do T-50 deve ser pouca coisa melhor que os caças de 4ª geração, não?

    Porque se ele não possuir compartimento interno, como os F-22 e F-35, para levar armas, a reflexão (e consequente detecção) se torna muito maior com o carregamento externo destas, confere?

    Sem contar que esses motores devem ofertar uma assinatura IR que é uma grandeza…

    Sds.

  21. T-50 o nome diz muita coisa sobre a aeronave “T” , calma os russos não são idiotas eles sabem o que faz aumentar e diminuir o RCS, os trilhos ficaram apenas se eles acharem que as características stealth não se adequam ao perfil da aeronave, e não parece ser o caso então, se espera, que quando o caça precisar eles serão removidos. Se vocês notarem tem muita coisa no T-50 que vai brilhar no radares e que provavelmente não vão se manter nas versões finais…

  22. caro leonardo
    eu mesmo ja vi videos no youtube onde mostra claramente os bocais do motor do pak-fa se movimentando para os lados e para cima, de uma procurada ai que você vai achar, e a questão do tamanho não diminui a capacidade de manobra do pak-fa isso também se nota nos videos, pois ele tem muitas superfícies moveis, mais do que o Su-35.

  23. Marcelo,
    O T50 tem compartimento interno sim. E agora que eu vi os tais “trilhos”.
    Sem dúvida são cabides removíveis.

    Groo,
    O T3???
    Acho que não!!

  24. F-35 x t-50 é como se fosse f-16 x su-27 esses avioes furtivos serao tao comuns que eu duvido que eles se mantenham com essa capacidade furtiva como conhecemos hoje logo brilharam como arvores de natal nos novos radares e novas tecnologias criadas para combatelos

  25. Tá aí o maior oponente a ser batido pelo ocidente.
    Pena que demorou e chegará batendo nas portas da sexta geração.
    Mas sem dúvidas demonstra o potencial eslavo de superar a queda da URSS.

    Sds

  26. Leonardo ser maior e mais pesado são apenas dois fatores que influenciam na capacidade de manobra, no T-50 a aerodinamica foi levada muito mais em conta do que em outros caças, 70% de suas estrutura e feita em compostos de carbono o que diminuio muito o peso da aereonave e como o Jorge já mencionou o motor do T-50 tem TVC, tudo isso sem falar do atuais motores que proporcionam ate 30000kg de empuxo com o pos-combustor e 39000kg com os futuros motores.
    Resumindo o T-50 será o mais rapido e manobravel caça de sua geração, se vc nunca viu um video onde, o T-50 mostra o seu TVC, é porque nunca procurou, mas basta perguntar ao bosco que ele tem ou nao vetoração de empuxo

  27. Os caças russos em geral são maiores do que os ocidentais.
    Mas, ao que me parece, o pak fa não é muito maior do que o f22.
    Por falar nisso acho pior o caça ser pequeno demais. Se o raio de combate de um gripen é de 800 km significa que ele sai de anapolis e quando chega próximo de São Paulo tem que reabastecer. Ou seja voa uma hora a 800 km/h e fica dependente de um avião tanque que, dependendo da urgência, pode não estar disponível.
    Pagar 100 milhões por um caça que não aguenta voar mais de uma hora no TO.
    Seria como o soldado ir à guerra dar 20 tiros e ter de voltar ao quartel de origem para buscar mais balas…

  28. Ah, Bosco não é engenheiro. Provavelmente é um enfermeiro e gosta de aviação militar como hobby. Rs.
    Se bem que isso não tem nada a ver.
    Ser “especialista”, especialmente época de fácil acesso à informação, depende mais do interesse do que da formação acadêmica ou da área de atuação profissional.
    Certamente a maioria do pessoal da FAB tem menos conhecimento geral do que Bosco.
    De repente, um piloto domina a arte de voar, mas não sabe tudo sobre aviões em geral, sobre as características de cada missel, aviao estrangeiro etc.

  29. Oh leigo, teu raciocínio faz sentido quando o Gripen entra em território inimigo e não dispõe de meios por terra ou ar pra se manter voando.
    A função dele na FAB é eminentemente de defesa. E, neste particular, qualquer aeródromo em território nacional vira ponto de REVO, desde que previamente preparado.
    É a melhor estratégia? Não, mas foi o que a FAB quis, porque voa o F5 que é muito pior e tem se virado bem.
    Em caso de invasão ao inimigo, basta deslocar o efetivo para a zona de fronteira que o problema acaba.
    Dá AS só não fazemos fronteira com Chile e Equador.

    Sds

  30. Groo,
    Bem interessante!!!
    Se esse míssil que combina as características do Amraam com um AARGM num pacote do míssil Amraam for desenvolvido, trará algumas possibilidades interessantes.
    Por exemplo:
    1- permitirá que caças stealths (F-22 e F-35) levem mísseis antirradiação nas baias internas.
    2- possibilitará um incremento no alcance contra alvos no solo de pelo menos o dobro se comparado às bombas SDBs;
    3- por ter um radar de frequência dual (centimétrico e milimétrico) será altamente resistente às ECMs, incluindo a técnica DRFM, que não são eficazes contra radares milimétricos banda Ka.
    4- terá velocidade supersônica contra alvos na superfície, o que reduz o tempo de reação de uma bateria antiaérea no caso do F-35 que é dito ser vulnerável quando vira a traseira pro radar de engajamento banda X do S-300/400;
    5- poderá ser usado contra “alvos de tempo crítico”, inclusive lançadores de mísseis Scud, Iskander, etc., de modo bem mais eficiente que a SDB II que é subsônica.

    Um abraço.

  31. Os caças Russos T 50, ainda estão numa fase experimental enquanto os Americanos F22 furtivo ja estão a aperar e ja foram provadas a suas capacidades de combate. É conhecimento de todos que os caças F22 desde que comessaram a operar ainda não tiveram problemas mecãnicos. O F22 é um caça excelente que nem os F 15, F16 e F18.
    Quantos ao T 50, tenho muitas duvidas, uma vez que ainda não foi testado em campo de batalha, dizer tambem que pela história dos aviões de combate americanos sempre foram os melhores, Por Exemplo na guerra do iraque, no regime do Sadam Husein, os F 15 e 16 provaram a sua superioridade em combate, em relação aos Migs 16 e 21, pelas falhas operacionais detetadas nos migs 16 e 21, os russos lançaram o Mig 29, que recentemente a India devolveu por vários problemas…
    Tenho verificado que os Russos ao lancarem um novo produto preocupam -se mais em por o mesmo no mercado antes de testa-lo devidamente, enquanto os americanos não, imaginem quanto tempo o F35 foi projectado mas só agora foi aprova pelo pentagno, depois de vários textes que iam sendo detetadas falhas que foram supridas. e mais Ainda em fase de lancar um caça da 5 geração, os Russos ja estao a trabalhar na 6 geração… quid juris

  32. Olá Wolf.
    Ao que parece, a maioria dos caças não tem um raio de ação muito maior.
    De qualquer maneira isso é muito estranho.
    Pressupõe-se que qualquer equipamento de guerra tenha uma certa autonomia.
    Não faz sentido voar uma hora e parar para beber água. ..
    Na guerra o objetivo é lutar.
    Imagine um caça recebe um alerta de invasão na região amazônica e sai de anapolis.
    Pressupõe-se que não há um reabastecedor no ar 24 h.
    Quando chega antes de Manaus já foi embora mais da metade do combustível.
    E se o confronto for demorado e consistir de perseguições em velocidades supersônicas?
    E dogfights que aumentam enormemente o consumo?
    O piloto vai combater já preocupado com o consumo…
    O mesmo raciocínio se aplica aos armazenamentos, que não são exclusividade dos gripen.
    De repente um caça transporta dois mísseis ar-ar guiados por calor para combate WVR, dois meteors, dois misseis anti radiação. E dependendo do tipo de confronto dá dois tiros e fica desarmado.
    É algo sem sentido. Uma máquina de 100 milhões voa 1.000 km da dois tiros e fica sem dentes…

  33. O Radar OTH usando uma combinação de freqüências permite acompanhar a curvatura da Terra garantindo uma cobertura radárica várias vezes superior aos demais padrões.

  34. Salve engano, mas o T-50 não tem como objetivo o dogfigth a tal assinatura de radar deste onibus não impede de lançar seus misseis a longa distância.

  35. Bosco

    Face aos radares, somente observei que o tamanho do caça não ira necessariamente decidir seu sucesso ou fracasso.

    Concordo que os caças de 5ª geração são “vistos” quando o “caldo já entornou”…rs.. mais a fila anda e novos radares podem surpreender.

    ps … luta sem fim…se os EUA criam a mãe de todos os misseis os Russos irão criar o pai…e assim sucessivamente…rs

  36. como diz o ditado
    “pau que bate em Chico, bate em Francisco” kkkk
    Bem, se os sistemas de defesa e radares Russo conseguem enxergar o Raptor o futuro Su-“XX” atual T-50 é que não vai escapar dos radares de Tio Sam.
    E neste aspecto parece haver novamente uma diferença de estratégia, enquanto os russos apostam em diminuir a frequência e aumentar os RCS, os americanos fazem o oposto aumentam ainda mais a frequência, provavelmente incrementando muito o ganho e a capacidade Anti-stealth mantendo o RCS constante. Isto provavelmente deve ser consequência do nível de descrição de cada aeronave. Futuros adversários dos americanos, que provavelmente não possuiriam características stealth tão refinadas, Já os russos precisam lidar com as aeronaves americanos e preferem uma aproximação mais bruta.

  37. Senhores

    Todos os motores são fixos, tanto os do F-22 como os do Su-35 como os T-50.

    Apesar das dimensões exageradas dos caças russos eles são extremamente manobráveis, principalmente o Su-35 e o T-50, o empuxo é vetorado pelos bocais dos motores, esses sim podem ser controlados para cima, para baixo, e para ambos os lados. O bocal do F-22 também é vetorado porém em apenas um sentido, para cima e para baixo.

    Quanto a assinatura IR do T-50 realmente deve ser tão grande quanto ao resto da família Flanker. Porém é sábido que os mísseis IR são mais fáceis de serem enganados, salvam-se os mísseis IR de 5ª Geração, porém é bem seleto o grupo de países com inventários siginificativos de mísseis de 5 geração. Porém o projeto do T-50 ainda não foi finalizado, eles não foram projetados para voarem com as mesmas turbinas do SU-35 (o que ocorre Hoje), é aguardada a produção de um motor de 5ª Geração para o mesmo porém o projeto está atrasado.

  38. Olá pessoal.

    Off topic: quando se pensa em raio de ação para aviação de caça no Brasil. costumam-se cometer alguns equívocos. O primeiro: imaginar uma invasão “via Amazônia”. Pessoal, são milhões de quilômetros quadrados de florestas densas e intransponíveis por terra (blindados e outros motorizados não entram). Caças são prioritariamente para defender pontos nevrálgicos da nação: produção e distribuição de energia, parque industrial e C&C. O grosso disso tudo fica concentrado nas regiões CO, S e SE do país. Caso uma nação resolva nos atacar pelo oeste, eles terão que atravessar milhares de quilômetros para chegar a algum ponto de interesse militar, sem apoio logístico nenhum. É fácil perceber que se uma força aérea invasora tentar vir por esse caminho seria uma opção bem interessante deixar essa força penetrar em profundidade, interceptá-la quando ainda se encontrar a uma distância segura dos alvos prioritários e ainda segurar uma leva de caças espreitando esse pessoal na volta, quando estiverem em “bingo fuel”. A força de defesa não precisaria portanto de raio de ação tão grande quanto possa parecer num primeiro momento e faria um regaço na força invasora. Já se a invasão for por mar, a única força que conta atualmente com condições de fazer tal coisa é a US Navy. Nessa situação hipotética, sinto muito, estaríamos ferrados. Abraço!

  39. O candente e sobre-humano esforço de desenvolvimento deste caça pela Rússia é a maior prova de que a tecnologia stealth não apenas funciona, como é MORTAL. Não fosse assim e Putin seguiria investindo nas jamantas dos tempos da URSS como MiG-31 e Su-27 (e seus derivados).

    Mas não é apenas o Putin: outros países como China Vermelha, Japão, Coréia (a que presta), Turquia e, salvo engano, até a Indonésia, buscam possuir suas alternativas de 5a geração, ou seja: caças com baixíssimo RCS e com transporte interno de (ao menos algumas) armas.

    É lógico que o desenvolvimento dos radares busca diminuir a distância, que hoje é monumental, em relação às aeronaves discretas.

    Porém hoje, e ao menos nas próximas décadas, a vantagem será sempre da aeronave. E o desenvolvimento cada vez mais priorizado por todos os países de mísseis anti-radar é a prova cabal disso: armas que, portadas por aeronaves furtivas, possam destruir os radares, especialmente os de solo, antes sequer que estes sistemas percebam a presença inimiga.

    A melhor alternativa ainda para combater uma aeronave stealth é outra aeronave stealth, o que tenderá a looooongo prazo a levar o combate cada vez mais para perto, em casos extremamente raros até mesmo para o dogfight.

    Quanto ao T-50 em particular, ele claramente não possui (ao menos por ora, já que se trata de um protótipo) o mesmo refino na tecnologia discreta que o F-35 e, menos ainda, o F-22. Em fotos aproximadas se consegue claramente perceber os rebites em sua fuselagem, para nem falar nos bocais de escape dos motores do tamanho de vulcões.

    Provavelmente o T-50 será bastante efetivo em disfarçar sua assinatura-radar contra qualquer ameaça ar-ar de geração anterior, incluso aí o Su-27 e seus derivados, mas não tanto a ponto de se contrapor ao caça benchmark do futuro, o F-35, e muito menos ainda ao F-22.

    Vale lembrar que o F-22 possui em ângulo frontal (o principal, dado que um caça normalmente será visto “de frente”, ou seja: se você o “enxergar” no radar indo embora, do ângulo traseiro, muito provavelmente é porque já estárá no outro mundo…) a mesma assinatura-radar de uma asa-voadora como o B-2, que malgrado seu tamanho, é sabidamente o shape mais discreto fisicamente possível para uma aeronave (qualquer uma).

    Ou seja: a única forma de se ter um caça stealth com menos RCS do que o F-22 é tomar este e diminuir-lhe o tamanho. O que não foi feito (com certeza não no T-50) e provavelmente não será, até porque sequer são totalmente conhecidos os materiais de que sua fuselagem é feita (sobre isso o que se sabe é que é algum tipo de liga que envolve níquel, solução esta copiada em partes no F-35, só que neste último de custo mais palatável). Diminuir o RCS de um caça além do RCS do F-22 com efeito parece ser uma tarefa impraticável em termos financeiros.

    Ou seja: em termos de discrição-radar de caças o F-22 é incomparável com qualquer outra aeronave-caça conhecida, e muito provavelmente se manterá assim por um loooooooongo tempo, considerado que os próprios americanos provavelmente não terão substituto para ele nesta atual 5a geração de caças.

    Não adianta senhores, não existem milagres em Defesa: dinheiro é qualidade, simples assim. Por isso que o F-22 é o caça mais caro do mundo, à única provável exceção do Dassault Rafale (mas este último é caro pela incompetência francesa, e não por sua qualidade).

    Assim, é evidente que o seu envio à Europa é SIM parte do aumento da pressão americana sobre o país do Putin. É sim um alerta firme de que os EUA não deixarão a Europa sozinha para enfrentar as ameaças e estrepulias russas.

    E deixa SIM o Putin de cabelo em pé, sabedor como ele certamente é de que HOJE e na próxima década (ao menos) não possui em inventário qualquer maneira de se contrapor a um hipotético e muito pouco provável ataque americano que utilize os F-22 (além é claro dos B-2 e armas auto-guiadas).

    É a América flexionando seus músculos, que ao contrário dos outros estão PRONTOS para combate AGORA, para mostrar ao novo Czar que ele pode muito, pode até mesmo ocupar militarmente alguns de seus vizinhos mais fracos, mas (ainda – e torçamos para que assim continue) não pode tudo.

    Saudações.

  40. Quanto ao Gripen-NG, o único “erro” se é que se pode chamar assim da SAAB neste caça foi não haver dotado ele de ao menos uma baia interna de armamentos, o que levaria esta aeronave a um outro patamar.

    Tirante isso todo o resto são FIRULAS: o Gripen-NG tem mais ou menos o mesmo raio de combate e autonomia dos caças de sua classe e geração; carrega quantidade parecida de armas; manobra tão bem ou melhor que a maioria; opera sistemas igualmente avançadíssimos, com contramedidas excelentes e um ótimo radar; possui igualmente baixo RCS (desarmado) e lança armas igualmente mortais.

    E tudo isso por um preço “pagável”, o que não necessariamente ocorre com outros caças comparáveis.

    É um caça que, bem utilizado dentro de uma doutrina condizente, com o apoio aéreo (outras aeronaves, AWAC, etc.) e de solo condizentes e o aporte financeiro e logístico corretos é uma arma mortal, de botar medo em qualquer oponente.

    Preferências todos temos. Mas o Gripen NG não faz e não fará, do ponto de vista técnico, feio para qualquer aeronave comparável.

  41. Parabéns pelas suas palavras Vader, Bravo! Bravo!
    Leigo
    O Gripen NG pode levar combustivel extra, podendo aumentar seu raio de combate
    Sobre T-50
    Pelas fotos, ele pareçe suas baias bem finas, acredito possa comprometer levar miseis de mais calibre.
    Se colocar fora, vira um caça de 4 geração novamente.
    https://www.youtube.com/watch?v=h08AxiE2HwU
    Por este video e todos outros, a única coisa que movimenta é a boca da saída dos motores, acredito para controlar a velocidade.
    Mas ele não movimenta para baixo e para cima, como o F-22 faz.
    https://www.youtube.com/watch?v=OfDIxvWcRqM
    Sds

  42. Realmente Vader, muito bom comentário sobre Putin, principalmente “… o poder muito, mas não tudo”.

    Com relação ao Gripen NG, do ponto de vista financeiro, acrescentar uma baia interna de armamentos encareceria a o produto final a ponto de inviabilizá-lo? Ou seria questão de uma tecnologia a ser ainda alcançada pela SAAB?

    Perdoe-me a pergunta simplória, sou iniciante no assunto ainda.

    Sds

  43. “Leigo em 27 de agosto de 2015 at 0:41
    Por falar nisso acho pior o caça ser pequeno demais. Se o raio de combate de um gripen é de 800 km significa que ele sai de anapolis e quando chega próximo de São Paulo tem que reabastecer. Ou seja voa uma hora a 800 km/h e fica dependente de um avião tanque que, dependendo da urgência, pode não estar disponível.”

    Leigo, seu raciocínio tem um erro fundamental: raio de combate de 800km significa que um caça vai voar 800km até um objetivo, cumprir uma missão e então voltar os mesmos 800km para sua base. Não faz sentido dizer, assim, que vai voar 800km por uma hora e ficar sem combustível.

    Também é preciso saber de que raio de combate você está falando: para missão ar-solo? Voo só em altitude baixa ou alternando alto-baixo? Missão ar-ar de patrulha aérea de combate com deslocamento subsônico e 15, 30, ou 60 minutos sobre o objetivo? Missão ar-ar de interceptação supersônica em alerta de defesa aérea? Enfim, de que raio de combate se está falando? Para cada um deles, para cada tipo e quantidade de carga externa ou perfil da missão, o raio muda.

    “Leigo em 7 de agosto de 2015 at 4:08
    Imagine um caça recebe um alerta de invasão na região amazônica e sai de anapolis.
    Pressupõe-se que não há um reabastecedor no ar 24 h.
    Quando chega antes de Manaus já foi embora mais da metade do combustível.
    E se o confronto for demorado e consistir de perseguições em velocidades supersônicas?”

    Se você está falando de uma interceptação na região de Manaus saindo de Anápolis, trata-se de uma missão inviável para qualquer caça. São praticamente dois mil quilômetros de distância, ou duas horas de voo em velocidade de cruzeiro, a única velocidade possível para qualquer caça se manter voando por distâncias tão grandes sob pena de acabar o combustível muito antes. Nenhum caça voa a essa distância para interceptação / perseguição em velocidade supersônica, seja ele grande ou pequeno. Nem o MiG-31.

    Missões de interceptação têm duração em geral de uns 15 a 20 minutos de voo até o alvo, a partir da corrida de decolagem, também em geral com subida para grande altitude e corrida supersônica de máximo desempenho carregando mísseis ar-ar (e em geral sem tanque externos ou apenas um), seguida de alguns minutos para combate (se for uma situação de combate, é claro). Assim, o raio de combate supersônico viável da maioria dos caças modernos fica entre 400km e 500km, dependendo da aeronave, pressupondo volta à base da qual partiu. Interceptação a maior distância que isso é subsônica (a cerca de 1.000km/h), o que não dá pra chamar exatamente de interceptação, pois dá tempo demais para um alvo (em geral voando a velocidades próximas a esta) mudar de rumo.

    Também não se usa reabastecimento em voo (REVO) em missões de interceptação, salvo raras exceções dependendo da situação tática de um conflito. O REVO é comumente empregado em missões de ataque ou reconhecimento de longa duração ou para apoio a missões de patrulha aérea de combate, mantendo os caças mais tempo no ar.

  44. Mesmo se russos colocarem o motor novo que poderá se movimentar para baixo e para cima como F-22 e F-35 faz. Mesmo que esse motor resfrie a dissipação do calor. Até agora não fizeram, mesmo que coloquem o radar novo, o capacete interativo, a rede de sensores de 360 graus. Tudo isso que falei, que os F-35 e F-22 tem. Na minha opinião acho impossível colocarem toda essas tecnológias em pouco tempo. Mas se colocarem todas essas tecnológias, etc. Vão produzir somente 12 unidades.
    Pois com crise e falta de dinheiro na Rússia. O GF russo diminuiu a encomenda dos T-50 de 52 unidades para 12 unidades, disse ministro da defesa Yuri Borisof.
    Fonte: kommersant.ru
    12 unidades não dá nem para defender Moscou, muito menos o maior país territórial do mundo.
    Enquanto os americanos pretendem ter 2500 F-35 e 186 F-22. Russo irão ter 12 T-50.
    Até a pequena Holanda pretende ter mais vetores de 5 geração que Russia, Holanda pretende comprar 32 F-35.
    Sds

  45. Eu lembro de uma discussão algum tempo atrás, onde o Nunão mostrou que nem o MiG-31, que é o caça com o maior raio de ação supersônico em operação, seria útil para fazer missões de interceptação sobre a Amazônia saindo de Anápolis.

    • “Clésio Luiz em 27/08/2015 as 14:57”

      Pois é, Clésio, e olha que o MiG-31 é um monstro nesse sentido, pois é divulgado que consegue fazer uma interceptação supersônica, voando a mais de Mach 2 e com carga de mísseis de longo alcance, num raio de aproximadamente 700km.

      Acho que, atualmente, o caça ocidental moderno que mais se destaca em raio de interceptação (fora o F-22, cujos dados são controversos) é o Eurofighter Typhoon, que pelo que sei teria capacidade de realizar uma interceptação supersônica de alto desempenho (velocidade final não divulgada) a 450km da base, num tempo de 20 minutos, com nada menos do que oito mísseis (6 BVR) e nenhum tanque externo.

      Se a missão prever um deslocamento rápido para uma zona de Patrulha Aérea de Combate, de forma a restar combustível suficiente para 30 minutos sobre o objetivo e voltar à base, os dados que tenho é que poderia chegar em cerca de 25 minutos a essa mesma distância e com a mesma configuração (8 mísseis e sem tanques externos), diminuindo a velocidade de máximo desempenho supersônico para supercruise.

      A Dassault diz que o Rafale se equipara ao Typhoon quanto a esses números, variando um pouco a configuração.

      O Gripen C é inferior a ambos quanto ao raio de interceptação supersônica. Mas já li que o Gripen C se equipara ao desempenho conseguido pelo Mirage 2000-5 (que apesar de levar mais combustível tem um motor mais beberrão) nessas condições, sem combustível externo ou com um só tanque ventral e com o máximo de mísseis, no caso 6 – embora idealmente sua carga de mísseis nessas missões deva ser menor (4) para não comprometer a aerodinâmica (ponto para o velho Mirage 2000-5, que leva quatro de seus mísseis sob a fuselagem). E que é consideravelmente inferior ao Mirage 2000-5 no raio para missão típica de PAC com máximo de combustível externo.

      Porém, quando se fala em Gripen E (ou NG), este promete não ficar muito atrás do Typhoon e do Rafale devido à 1 tonelada de combustível que foi possível aumentar na carga interna em relação ao modelo C, apesar da carga de mísseis certamente ser menor.

      Em tese, pode-se considerar que o Gripen E seria até melhor se levarmos em conta a proporção de combustível interno frente ao consumo de seu único motor, comparado aos dois motores dos outros “eurocanards”.

      Por exemplo, o EJ200 do Typhoon é comparável em potência ao F414 destinado ao Gripen E (um pouco mais de potência seca, um pouco menos em pós-combustão, e consumo específico provavelmente um pouco melhor, pelo que se divulga). Com 5.000kg de combustível interno, o Typhoon leva 2.500kg de combustível para matar a sede de cada um de seus dois EJ200. Já o Gripen E deverá levar 3.400kg internos para seu único F414, proporcionalmente uns 25% a mais que o Typhoon (proporcionalmente, deixo claro).

      Evidentemente, diversos outros fatores entram na conta, como aerodinâmica, altitude ideal de operação, maior ou menor consumo na corrida de decolagem devido a haver menor ou maior margem em relação ao peso máximo na configuração máxima de mísseis, maior ou menor impacto aerodinâmico dos mísseis para o voo supersônico etc, na comparação dos caças bimotores e maiores frente ao monomotor menor.

      Porém, ainda que se desconte tudo isso em demérito do Gripen E (monomotor), ele teria que ser uns 25% menos eficiente em aerodinâmica e consumo frente ao Typhoon (bimotor) para não se equiparar ou pelo menos chegar perto. Eu chuto (puro chute baseado em lógica) que, com essa solução de engenharia que elevou para 3.400kg o combustível interno (que como sabemos é a forma aerodinâmica mais eficiente de carregar combustível, quando comparada aos tanques externos), o Gripen E não deverá ficar muito atrás do Typhoon quanto a esses raios mencionados acima, ainda que transportando menos mísseis que o bimotor (porém mais mísseis que o Gripen C, devido a poder levar até 3 BVR sob a fuselagem) e tambem provavelmente com menos “sobra” de potência em relação ao peso básico de combate que, comparativamente, cresceu mais.

      Mas, ainda que se mantenha atrás (ligeiramente, eu chuto) que Typhoon e Rafale nessa capacidade, seria uma inferioridade muito distante de valer a alcunha de “perna curta” que muitos dão ao Gripen E por simples herança de imagem do Gripen C. Afinal, como pode ser chamado de “perna curta” um caça que proporcionalmente (ou seja, levando em conta seu único motor e relação potência / consumo frente aos dois motores dos demais “eurocanards”), leva mais combustível interno que Rafale e Typhoon? Os outros compensam pelo maior combustível externo que levam – mas é sempre bom lembrar que metade do combustível externo é “consumido” pelo próprio arrasto gerado pelos tanques, enquanto o combustível interno não gera arrasto extra, pois já está dentro da aeronave.

      É claro, o Gripen E ainda precisa voar, e muito, para provar isso que estou escrevendo, rsrsrsrs. Haja paciência para esperar pelos testes.

  46. Fernando “Nunão” De Martini
    27 de agosto de 2015 at 14:34 #

    Infelizmente, Fernando, faltam conhecimentos básicos de geografia para muitos. Mais uma prova da realidade tosca que se vive em nosso país.

    Abraço

  47. Sem falar que os motores Russos são os que tem a maior assinatura térmica, principalmente em afterburner, do mundo.

    Se eles não resolverem isso nos novos motores não terá supermanobrabilidade que irá salvar os caras, uma vez que assinatura térmica dos motores é detectada até pelo quadrante frontal e no mesmo plano.

    Grande Abraço.

  48. Jorge,
    Confere!
    Não há uma correlação direta mas fato é que os ditos stealths estão também equipados com os melhores sensores e sistemas de fusão de dados e tendem a ver e agir primeiro que os de geração anterior.
    Mesmo no caso do Su-35 e do F-15, ambos com os radares de maior alcance dentre os convencionais, eles seriam surpreendidos pelos furtivos.
    Vale salientar que ser furtivo não é só levar armas internamente. O B-52 também leva e tem RCS de 100 m². O F-111 podia levar arma internamente e tinha RCS de uns 10 m².
    Quanto aos de 4,5ª G ocidentais, que é dito terem RCS pelado entre 0,1 e 1 m², é possível que haja um incremento pequeno do RCS se eles estiverem armados só com 4 mísseis “conformais”, que são aqueles que ficam colados no corpo ou no máximo, na ponta das asas.
    Os tanques externos têm em geral baixo RCS frontal (devido a forma ogival) mas eles precisam de cabides, que têm rebites, porcas, parafusos, etc. , e isso aumenta o RCS frontal e lateral.
    Uma solução para os caças de 4,5 poderia ser os tanques conformais.
    Um abraço.

  49. Há fotos e vídeos na internet que mostram o F-22 e o B-2 com uma imensa assinatura térmica, apesar de haver relatos que eles usam técnicas de redução de assinatura térmica, inclusive “tinta” apropriada.
    O que se deve deduzir é que se houver mesmo elas são específicas para o “modo” stealth, que no caso do F-22 é estar voando a 55 mil pés sem pós-combustor, em velocidade subsônica ou supersônica.
    Nessa “faixa” é que a “tinta” deve funcionar, transformando o calor devido ao arrasto em uma frequência na faixa do RF de onda milimétrica, onde é atenuada pela atmosfera.

  50. Em relaçao ao t-50 sem duvida nenhuma sera um adiversario a ser batido pelo o ocidente a russia tera apenas 55 caças ate 2020 mas como diz um comandante da força aerea israelense uma força aerea moderna nao precisar ter todos os avioes no estado da arte

  51. E vamos parar de achisno porque ninguem sabe a configuraçao final do t-50 uma coisa eu sei su-34, su-35, e t-50 vao dar trabalho a qualquer inimigo por mais poderoso que seja

  52. Leonardo
    Qualquer um sabe que o pak fa tem como prazo para estar pronto ate 2020, ou seja são 4 anos e meio pra ficar pronto sendo que o radar ja foi amplamente testado e ja começaram a contrução dos prototipos do novo motor.
    E 12 unidades são até 2020 , e quem te disse que eles vão para por ai?

  53. Vader, sou leigo.
    Sei que nuns dez anos de PA, várias discussões já devem ter sido travadas.
    Não afirmo nada, apenas questiono.
    Sem dúvida, para quem é do ramo, alguns temas parecem banais.
    Agora que, para o cidadão de senso comum, imaginar que em tempos modernos, onde um avião leva pouco tempo para chegar ao seu alvo, imaginar que um caça inimigo possa entrar pela Amazônia (se ficarmos pensando que qualquer cenário é impossível, então não precisaria defesa aérea pois teoricamente, a maioria dos países da AL não tem aviões com alcance suficiente, ou sequer têm aviões…nem reabastecedores) e poderiam atacar Belém e manaus impunemente, destruir as bases aéreas de lá, tucurui, etc.
    Tudo que pergunto é numa lógica, que pode não corresponder à prática.
    Nunao pelo menos passou várias informações úteis. Mesmo assim, ainda me quesiono acerca de interceptações de curto alcance. Tentar engajar o inimigo a 100 km? A 200 km? E se passar? E se disparar um missel com esse alcance?
    Imagino que o ideal seria enfrentar o inimigo o mais distante possível da base ou da área protegida e o mais próximo possível da fronteira.
    O famoso area denial…

  54. Leigo,

    Por isso mesmo que uma opcao logica para esse cenario que voce colocou e ter cacas disponiveis para interceptacoes em bases mais proximas a potenciais ameacas ( mas tambem distantes o suficiente para haver tempo de reacao a um ataque a ela mesma ) se e quando necessario, conforme a analise da situacao, dados de inteligencia etc.

    Uma interceptacao na regiao norte do pais precisa ser feita por cacas operando a partir de pistas e bases na propria regiao. Sejam esses cacas de um esquadrao inteiro que ja seja baseado no norte do pais, seja por pequenas esquadrilhas, secoes ou elementos dispersos em mais de uma base, desdobrados a partir de um esquadrao baseado originariamente em outro ponto do pais.

    Idealmente, essa interceptacao sera realizada a uma distancia entre 400 e 500km da pista de onde o caca decolou, pensando no desempenho de cacas modernos como os tres que disputaram a fase final do programa F-X2.

  55. O gripen é um dos melhores avioes de caça do mundo mas na minha opiniao ele é bom para defender o espaço aereo de pequenos paises como os da europa e nao os çeus de um pais continental como o nosso ainda mais em pequena quantidade

  56. Pois é, Nunão. Meu objetivo é aprender e entender. E até criticar o que não me parece lógico, muito embora esses problemas sejam tratados dentro das estratégias convencionalmente utilizadas pela maioria dos países.
    Muito interessantes suas informações.
    Acredito que na história do Brasil tenha havido raros casos de interceptações, como o vulcan e um avião cubano na época da guerra das Malvinas, embora ambos não se tratassem de ameaça real.
    Numa hipótetica invasão aérea (vader até falou em dificuldade de invasão por terra pela Amazônia, mas me refiro a incursões aéreas), quais seriam os objetivos do atacante? Quantos aviões atacariam? Quantos aviões seriam necessários para dete-los? São perguntas hipóteticas porque tudo é relativo. Falo em sentido geral. Se um país qualquer mantém, por exemplo, seis caças em alerta, certamente não espera ser atacado por 20 aviões.

  57. Pessoal,

    Uma aeronave de combate é uma máquina como outra qualquer. Atende as especificações do projeto de acordo com as necessidades do usuário.
    A Suécia, ao que tudo indica, não idealizou a variante “A” do Gripen para exportação, tanto que o dito cujo não fazia REvO, mas atendia aos requisitos operacionais na Suécia.
    A partir da versão, “C” alguns incrementos foram feitos e o avião passou a ser assediado por outras Forças, todas em países diminutos (África do Sul, República Checa, Eslováquia etc).
    Essa viariante não interessa à FAB, salvo como tampão ou escada para a versão “E”.
    Por último, a versão oferecida a FAB já coloca o pequeno Gripen num cenário favorável para operar em países de dimensões continentais, assim como o F16 voa nos EUA sem problema algum.
    Maior tamanho, empuxo e combustível, junto a um maior raio foram medidas necessárias para uma Força que não dispõe de reabastecedores em todas as bases aéreas e encontra muita dificuldade em bancar um eventual birreator.
    O Gripen não foi a opção “A” de ninguém, pois muitos sonham ou desejam aeronaves do quilate do F22, F35 e T50 por aqui.
    Foi o que deu pra comprar no governo petralha, diante dos devaneios de ToT irrestrita, jabá, produção local enchendo os bolsos da turma da CUT de São Bernardo e Cia, mas ou era isso ou o processo empacava.
    Fiquemos felizes que algo melhor que o F5 e o limitado A1 elevará a FAB a um patamar muito superior ao atual estado de penúria.
    Minha preocupação não é nem mais o Gripen em si. Mas o tipo de aviônica que a FAB vai ter condições de bancar, o treinamento adequado e a suíte de armas.

    Sds.

  58. PARA UM PAIS QUE NAO SE PREOCUPA COM DEFEZA E NAO TEM DINHEIRO O GRIPEN ESTA DE BOM TAMANHO

    NOTA DOS EDITORES: NÃO FAÇA COMENTÁRIOS SÓ COM MAIÚSCULAS OU SERÃO APAGADOS. PRIMEIRO AVISO.

  59. Mas de acordo com ministro da defesa russo Yuri. Vão fabricar somente 12 T-50 nos próximos 5 à 10 anos, não dá nem para fins de defesa.
    Futuro da 5 geração.

    Rússia = 12 T-50
    Japão = 42 F-35
    Israel = 75 F-35
    Koreia do Sul = 40 F-35
    Itália = 90 F-35
    Noruega = 52 F-35
    Holanda = 37 F-35
    Turquia = 100 F-35
    Reino Unido = 138 F-35
    Austrália = 100 F-35
    Dinamarca = 30 F-35
    Canadá = 65 F-35
    EUA = 2500 F-35 e 186 F-22
    Fontes: kommersant.ru, f35.com, agência de noticias reuters.
    Tirem suas conclusões.
    Sds

  60. “leigo
    27 de agosto de 2015 at 20:14 # ”

    Leigo, acho que fui eu que me referi à invasão por terra na região amazônica, não o Vader, depois dou uma lida melhor para ver.
    Mas me referindo à tua última questão, deixo claro o seguinte: que alvo seria militarmente interessante para uma potência estrangeira atacar na região norte, apenas com incursão aérea? Manaus? Belém? Qualquer força aérea invasora teria que voar por milhares de quilômetros espaço aéreo brasileiro adentro para atacar alvos que não possuem representatividade estratégico-politico-econômica de peso para a nação (me perdoem os moradores da região norte, mas é isso mesmo). Os alvos de interesse estratégico: grandes refinarias, grandes centros industriais, Comando e Controle, centros nevrálgicos de produção e distribuição de energia elétrica, assim como a maior parte da população do país, se encontram nas regiões sudeste, sul e centro-oste. Não consigo ver alvos de interesse militar que justifiquem um ataque relâmpago de uma força nessa região. Aliás, praticamente todo ataque aéreo antecede uma invasão por terra (salvo alguns ataques que os Israelitas fizeram contra alguns reatores nucleares em países vizinhos). E não é nada fácil controlar por terra uma região tomada por densas florestas (lembre-se do Vietnã)
    Depois, para dar uma conferida, pegue um mapa do Brasil e meça as distâncias: dependendo de onde se entra no espaço aéreo amazônico, para chegar em Belém você terá que voar quase 3000 km! Cara, só alguns modelos de bombardeiro estratégico voam esse raio sem reabastecimento aéreo! E se partir qualquer ataque vindo dessa região para atingir o sul do país, pior ainda! Por isso, repense a questão de alcance de caças para um país como o Brasil. O país é continental, mas as regiões estrategicamente importantes para um ataque aéreo são menores que a Europa Central.

  61. Galuber
    Eu nao disse que o gripen nao presta para nós eu disse que ele é ideal para defender espaço aéreo de paises pequenos mas é o que temos para a janta e demos por satisfeito

  62. “ronilson
    27 de agosto de 2015 at 23:39 #”

    Ronilson, dá uma lida lá em meu comentário acima, acredito que o mesmo se presta também para teu pensamento.

    Abração

  63. Errata:

    Em meu comentário, onde está:

    “… justifiquem um ataque relâmpago de uma força nessa região.”, leia-se:
    “justifiquem um ataque relâmpago de uma força na região amazônica.”.

    Grato.

  64. Wagner
    Li e entendi seu comentario voce esta totalmente correto mas paises com grandes territrios sempre buscam caças com uma autonomia maior e de preferençia com dois motores mas fazer o que nao é o ideal mas é o que temos

  65. Andrei,
    De acordo com LM e agência de noticias Reuters pareçe que sim.
    A LM não divulga quantas linhas de produção tem. Mas devem várias linhas e devem estar trabalhando noite e dia de domingo a domingo.
    Pois, quem não quer dinheiro. Essas guerras armamentistas países, como Koreia do Sul, Japão, Noruega e Israel pediram presa nas entregas, por conta de ameças de guerra.
    Se eles conseguirem terminar todos pedidos mais rápido possivel é vantagem para eles.
    Pois tem países na fila de espera que podem ser possíveis compradores do F-35. Como Cingapura, Árábia Saudita, Nova Zelândia, Alemanha, Espanha, Finlândia, etc.
    Sds

  66. A FAB deveria comprar uns FY-12 e basear em Porto Alegre, assim interceptaria rapidinho seja em Manaus ou em Recife e o povo deixaria de reclamar sobre a impossibilidade do Gripen E realizar interceptações em Manaus a partir de Anápolis.

    Alguém ae liga pra Skunk Works.

  67. Gripen E esta ótimo, acho que foi no PA mesmo que vi que o raio de ação do Gripen E será de 4000km me corrijam se eu estiver errado.

    • Jhenison,

      Você está errado. Como solicitou, vou lhe corrigir.

      4000km é o alcance de traslado divulgado para o Gripen E pela Saab (e também pela FAB: http://www.gripenng.fab.mil.br/index.php/a-aeronave).

      Trata-se de voo só de ida, de deslocamento, com máximo de combustível interno e externo.

      Raio de ação é outra coisa, pressupõe volta à base (voo de ida e volta).

      E o raio de ação / raio de combate etc varia conforme a missão (ar-ar, ar-solo, ar-mar), perfil de voo, cargas transportadas etc.

      O raio de ação mais divulgado (pela Saab e até pela FAB) é de 1.300km, em configuração para missão ar-ar de Patrulha Aérea de Combate (PAC) com 30 minutos “on station”. Ou seja, decola, voa por 1.300km em velocidade de cruzeiro até uma área determinada, patrulha essa área por 30 minutos e volta 1.300 km para sua base.

  68. Leigo (escolheu bem o nick), ninguém ataca de surpresa sem motivo. Se entrarmos numa situação de crise com algum país, meios serão deslocados para a área de interesse Isso chama-se Exame de Situação.
    Para conhecimento, se a crise for na Região Amazonica, os GRIPEN, podem operar de Manaus, Belém, Boa Vista, São Gabriel da Cachoeira, Eirunepe, Porto Velho, Cruzeiro do Sul, Vilhena, Rio Branco, Imperatriz, Marabá, Altamira, Tefé,e muitas outras pistas que possuam, pelo menos, 2.000 m de comprimento. Vou chutar que com 1.800 m já dá pra operar com uma boa configuração de armamento.

  69. Obrigado Ivan. Só pra lembrar que em São Gabriel, Eirunepé e Vilhena temos instalações permanentes. Nas demais é só montar Unidades Celulares de Intendência (UCI). Além das OM do Exército Brasileiro, que também prestam apoio.

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