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Primeiro ataque de caças Rafale da Marinha Francesa ao Estado Islâmico

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Rafale M pronto para enganchar em missão de 25fev2015 contra o EI - foto MD França

Ataque foi realizado na manhã de 25 de fevereiro, por dois caças Rafale M que decolaram do navio-aeródromo francês Charles de Gaulle, cujo grupo aéreo embarcado inclui doze jatos Rafale M e nove Super Étendard Modernisé.

Clique aqui para conferir mais fotos e informações em matéria publicada no Poder Naval.

Rafale M pronto para lançar em missão de 25fev2015 contra o EI - foto 2 MD França

11 COMMENTS

  1. Interessante reparar que, diferentemente das fotos de caças Rafale (e também de Mirage 2000D) da Força Aérea Francesa partindo ou voltando de missões contra alvos do EI no Iraque, e que publicamos em diversas matérias aqui no Poder Aéreo, as fotos desses Rafale M não mostram mísseis ar-ar na configuração de armamentos.

    Algumas das fotos divulgadas dos Rafale e Mirage 2000D da Força Aérea Francesa com mísseis ar-ar, em missões da Operação Chammal:

    http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/01/Mirage-2000D-com-bombas-guiadas-empregado-na-Opera%C3%A7%C3%A3o-Chammal-contra-o-EI-foto-Min-Def-Fran%C3%A7a.jpg

    http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/01/Rafale-com-bombas-guiadas-empregado-na-Opera%C3%A7%C3%A3o-Chammal-contra-o-EI-foto-2-Min-Def-Fran%C3%A7a.jpg

    http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/12/Primeiro-voo-operacional-Mirage-2000D-opera%C3%A7%C3%A3o-Chammal-foto-Min-Def-Fran%C3%A7a.jpg

    http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/09/Opera%C3%A7%C3%A3o-Chammal-segundo-ataque-de-Rafale-ao-EI-no-Iraque-foto-3-Min-Def-Fran%C3%A7a.jpg

  2. A coisa que me atrai no Rafale, e por consequência qualquer caça bem projetado (como o F-16 e o Su-27) é a eficiência do projeto.

    Comparado aos outros caças navais de seu porte, o MiG-29K e o F-18C, ele é mais curto, ligeiramente mais leve, carrega mais carga sem restrições de configuração e ainda por cima, apesar de ter menor envergadura e ter asas em delta, tem menor velocidade de pouso.

    Não é perfeito, lógico, mas é um bom exemplo de aeronave bem pensada para o seu propósito.

  3. Salam Aleikum

    Kojak, tem eles tem, por exemplo alguma coisa derrubou o jato do piloto jordaniano, se não foi com arma então foi com sorte, nesse caso é a prudência recomenda aos demais paises uma aeronave mais confiavel e pelo visto a França é quem assumido mais o papel de atacar.
    Ah outra coisa que pode ser notado as caminetes dos integrantes da IE é tudo importada deve ser por causa do calor então tem que vir com ar condicinado, o dono da revenda deve estar feliz.
    Abraços

  4. É isso Kojak.

    Hamadjr até agora a gente não sabe o que derrubou o piloto jordaniano. Sobre ameaças aéreas, só sabemos que o EI se apossou de alguns velhos Mig-21 e 23 sírios, que seriam patos de mira para os Rafales.
    Artilharia antiaérea não poderia parar os pássaros franceses, porque com este damoclès e bombas inteligentes dá pra ficar bem acima do raio de atuação dos sistemas antiaéreos mais modernos.

    Um grande abraço e um ótimo domingo a todos.

  5. Iväny Junior

    “…..o EI se apossou de alguns velhos Mig-21 e 23 sírios……”

    São versões desatualizadas, não creio que tenham saído “da chon” na Síria e nem no Iraque (norte).

    Caso tenham feito, foi voltinha no quarteirão. (rs)

    Parece que já foram destruídos, Tio David andou bombardeando vetores “na chon”.

    F 16 Jordaniano ?

    Voo solo rasante ou a baixa altitude em área hostil ?

    É o que se fala.

    http://www.aereo.jor.br/2014/12/24/caca-jordaniano-cai-na-siria-e-piloto-e-capturado-pelo-estado-islamico/

    “joseboscojr
    26 de dezembro de 2014 at 0:44 #

    O próprio texto menciona a possibilidade de ser um manpads.
    Se o EI está de posse e capacitado a operar sistemas antiaéreos mais sofisticados e de média altitude, a coalizão já teria ficado sabendo, mesmo porque esses sistemas utilizam radar e a região deve estar sendo monitorada quanto às possíveis emissões de radar, principalmente se houvesse a possibilidade deles terem posto a mão em nesses sistemas.
    O mais comum é que é certo é que o EI está de posse de mísseis portáteis (manpads) e inclusive já foi comprovado o uso destes contra helicópteros.
    Daí ou o caça F-16 jordaniano estava em baixa altitude, de dia, e provavelmente fez mais de uma passada sobre uma determinada área, e foi pego por um manpads, ou foi mesmo pane mecânica.
    Se foi pego pelo manpads, sugere que o caça estava atacando com armas burras (bombas, canhões e foguetes).
    No caso de um manpads, pode-se dizer que há uma zona letal ao redor dele com um raio de 3 a 5 km e uma altitude de uns 3000 metros.
    Um caça usando armas burras adentra essa zona letal para poder ter precisão. Ou seja, se o defensor tiver posicionado um manpads próximo ao possível alvo e o atacante se arriscar usando armas burras, há grandes chances do caça ser atingido.
    Se for usar armas burras, melhor que seja de noite. Se for de dia, é lançar (ou atirar) e subir rápido lançando flares.”

    Aleikum Salam

    Shalom Aleikhem

  6. Clesão,
    Há de se saber se um Rafale naval com esse corpinho de bailarina aguenta desaforo igual ao F-18?
    Imagino que haja algum motivo pro capa americano ser mais robusto.
    Não seria alguma exigência estrutural do usuário?
    Ou seja, será que um F-18 SH é capaz de pousar e decolar mais vezes, durante um tempo maior, levando uma carga maior e trazendo mais carga de volta que o caça francês?
    Se não tiver nenhuma razão do F-18 ser mais robusto (e pesado), é lícito chegar à conclusão que os americanos estão literalmente emburrecendo e desaprendendo a projetar caças.

  7. Bosco,

    São estilos diferentes de projeto, mas pelo que eu já li, a persistência (aguentar “desaforo” do inimigo) é a mesma para as duas aeronaves.

    Mas se por “desaforo” você quis dizer piloto de mão pesada, daí o “corpinho de bailarina” do Rafale também significa menos esforços transmitidos para a estrutura.

    E o F-18 é mais pesado, mais gastão, e mais… barato de adquirir e de consertar.

  8. Bosco, eu me referia ao modelo C do Hornet, já que o E cresceu muito e agora está na categoria dos caças pesados (embora mais leve que um F-14 ou Su-33).

    O motivo para os “hornetinhos” serem mais pesados que o Rafale, imagino eu, se devem ao fato de serem fisicamente maiores e transportar mais combustível interno que o Rafale M. Não tem mágica aqui.

    Porém, o modelo “C” tem velocidade de pouso maior que o “E”. O Rafale M tem velocidade de pouso menor ainda que o Super Hornet, só perdendo para os majestosos 19 metros de envergadura do Condor andino que é o Tomcatão. (turkey é a mãe…)

    Eu acho o projeto do Rafale M muito interessante porque é uma aeronave em delta com canards, configuração que muitos “conhecedores” adoram apontar como menos eficiente que os modelos convencionais.

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