domingo, dezembro 5, 2021

Gripen para o Brasil

O problema no projeto Gripen ‘NG’

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Gripen F em Axalp - foto 3 Depto de Defesa da Suíça

A diminuição da capacidade do caça escolhido para o Brasil*

Por Manuel Flávio Vieira

ClippingNEWS-PAEm dezembro do ano passado terminou uma das mais longas concorrências de entre fabricantes de armamento de toda a História: a vitória do caça sueco Gripen NG no programa FX2, um processo de seleção de caças de superioridade aérea para a FAB cujo início data de 15 anos atrás.

O projeto do Gripen NG teve início em abril de 2007, quando a Noruega assinou um acordo quanto ao futuro desenvolvimento do caça, no valor aproximado de US$ 25 milhões, seguido pelo governo sueco em outubro daquele ano. O programa tinha duas metas básicas: gerar uma nova versão e desenvolver novas tecnologias que também pudessem ser incorporadas aos Gripens em operação.

A nova versão (New Generation, NG) do Gripen deveria ter uma capacidade maior de combustível interno, pelo reposicionamento do trem de pouso, deslocando da fuselagem para as raízes das asas, sendo abandonada uma proposta de tanques conformais do início da década passada. E também previa uma turbina mais potente devido ao peso maior projetado. Os demais requerimentos do projeto como radar AESA, novos sistemas de autoproteção e novos sistemas de comunicação deveriam ser aplicados também na atual versão.

Dados informados pela SAAB para a nova versão, a monoplace, atualmente denominada “E”, previam um peso vazio de 15.700lb (7.120kg), peso máximo de decolagem de 36.400lb (16.500kg), combustível interno de 7.300lb (3.300kg) e capacidade de cargas externas de 13.000lb (5.900kg)¹.

No programa FX2 o diretor da SAAB no Brasil justificava o relativamente discreto aumento de peso de 300kg com relação versão anterior pela introdução de novos materiais estruturais, mais leves 2.

A partir de meados do ano de 2.010 começou a ser divulgado em revistas especializadas3 o aumento do peso vazio para 7.500kg da versão  monoplace. No ano seguinte informações disponibilizadas pelo Departamento de Defesa e Proteção Social da Suíça (DDPS) corroboraram essa  informação 4.

Em 2012 a publicação da SAAB, a Spirit,5  já apontava um aumento do peso vazio para 7.600kg. Em 2.013 o Departamento de Defesa suíço atualizou os dados da aeronave, divulgando um peso vazio de 7.800kg 6. O peso máximo de decolagem (MTOW) permanece até hoje o mesmo, 16.500kg, com um aumento de 100kg de capacidade de  combustível interno, indo para 3.400kg. O aumento projetado das dimensões do caça permanecem o mesmo: 10cm longitudinalmente e 20cm de envergadura.

Na sessão da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, CRE, em 27 de fevereiro deste ano7 o presidente da Comissão Programa Aeronave de Combate (COPAC) divulgou a capacidade de cargas externas de 5.200kg, o que refirmava um peso vazio de 7.800kg. Diga-se de passagem confirmadas pela empresa como sendo o “Basic Mass Empty” (BME), da versão monoplace. “BME”  é um conceito que inclui a parte integral da aeronave, os fluidos, combustível residual, a estrutura da ponta da asa onde se encaixa o míssil (chamada “wingtip”) e o canhão vazio.

Em junho deste ano foi apresentado pela empresa um novo aumento do peso vazio: pelo caderno técnico da aeronave, disponível no site dela8 agora está projetado um peso vazio de 8.000kg, permanecendo o peso máximo de decolagem em 16.500kg e capacidade interna de combustível em 3.400kg. O peso vazio fora confirmado pela empresa como “BME”. A versão monoplace do caça apresenta atualmente apenas 5.000kg de cargas externas, em contraponto aos 5.900kg anunciados pela empresa no período inicial. É importante  frisar que as imagens da aeronave armada encontra-se bem acima da atual capacidade e ainda são propagadas na mídia, inclusive pela própria empresa.

Gripen F em Emmen - foto Depto de Defesa da Suíça

O impacto nas capacidades

A turbina do Gripen em operação é a Volvo RM12. É uma versão mais potente da General Eletric F404-402, desenvolvendo  18.100lb em pós-combustão e 12.100lb em potência militar (potência máxima sem pós-combustão), apresentando um consumo específico de combustível (massa de combustível queimada por hora dividida pela potência que produz) de 1.79 lb/hr/lbf e 0.844 lb/hr/lbf naqueles 2 regimes respectivamente.

A turbina da versão “NG” é mais moderna, derivada da F414-400 do Super  Hornet, denominada F414G. Apresenta potência  0,22% maior em pós-combustão (22.050lb ante 22.000lb), desenvolvendo a mesma potência em regime militar (14.000lb). A General Electric não informa o consumo específico de combustível, mas aponta para uma maior eficiência quanto a F404. Ressalta-se que a versão “NG” é mais pesada, um pouco maior e, mantendo praticamente todo o design, gera mais arrasto. Esses fatores fazem com que o desempenho dinâmico do voo exija mais combustível que a versão “C/D”.

Com uma vantagem de cargas externas de apenas 300kg,  capacidade externa de combustível entre a nova e a atual versão é a mesma. Uma versão “NG” com 2 tanques externos de 300 galões (1.135L) estará carregando 23,5% a mais de combustível que a versão “C/D” na mesma configuração. Na configuração com 2 tanques de 450 galões (1.700L), o NG estará levando 19,3% a mais.

O processo de seleção de um caça para a Força Aérea da Suíça foi iniciado em janeiro de 2.008, 4 meses antes do nosso. Ao contrário do FX2, o candidato da SAAB foi a versão “C/D”, tendo os testes de voo sido realizados em território suíço 9, nas condições e dimensões deles, ao contrário do nosso, realizado na Suécia e com apenas 10 horas de voo no total. 10

A Força Aérea Suíça realizou 26 voos de interceptação sobre o seu pequeno território com o Gripen “C/D”. Destes, em 4 o caça sueco não concluiu a missão tendo de pousar com o nível de combustível abaixo da reserva de segurança.9 É evidente que no Brasil o caça não poderá voar com menos combustível externo ainda. Operará com pelo menos 2 tanques de 1.135L, mesmo com as operações em rodovias previstas pelo Comando Geral de Operações Aéreas (COMGAR).

A FAB selecionou para o FX2 os caças Lockheed Martin F-35 Lightning II, Sukhoi Su35BM, EADS Typhoon, Dassault Rafale, Boeing Super Hornet e o SAAB GripenNG. Apenas o último pertence a uma classe de peso abaixo dos demais. No FX1 foram selecionados o Sukhoi Su35, Dassault Mirage 2000mk2 (denominado “BR”), Lockheed Martin F-16CJ e o SAAB Gripen C/D. De caça pesado apenas havia o russo, com os caças americanos e francês médios-leve e o Gripen sendo um caça leve. O Mirage 2000mk2 tem capacidade de 6.000kg de cargas externas, peso vazio de 8.200kg, 3.200kg de capacidade interna de combustível e peso máximo de decolagem de 17.500kg. O F-16  tem 6.700kg de capacidade de cargas externas, peso vazio de 9.165kg, 3.220kg de capacidade interna de combustível e peso máximo de decolagem de 19.185kg. Pelo projeto inicial o GripenNG, devido a uma estrutura proposta significativamente mais leve que, juntamente com o motor mais eficiente, o caça sueco poderia se “ombrear” com esses 2 caças “benchmarking” do ocidente,  o Mirage e F-16.

Atualmente o Gripen NG, numa configuração ar-ar, que é a mais leve das configurações, com 2 mísseis de curto alcance, 4 mísseis de  longo alcance (uma configuração ar-ar básica) e com 2 tanques de 1.700L ficaria no limite da capacidade. (O caça francês e o americano portam tanques sob as asas de 1.700L e 2.270L respectivamente). É impossível ao “NG” carregar 2 bombas inteligentes da classe de 2.000lb com 2 tanques de menor capacidade disponível, teria de ser com apenas 1 tanque, ou levar 1 bomba dessa classe com 2 tanques grandes sem depreciar a quantidade de combustível.

Vale ressaltar que o caça com 2 mísseis de curto alcance nas pontas das asas, apenas  2 pilones em cada asa, as discretas “iscas” para mísseis (chamadas decoys e flares) e o armamento do canhão interno, ou seja, uma configuração praticamente “limpa”, já estará carregando 877kg de cargas externas. No rodapé do artigo os leitores poderão constatar as configurações da aeronave com o peso das munições, adaptadores, tanques e pilones, que não são informações classificadas: são disponibilizadas pelos  fabricantes e forças aéreas.

Gripen F em Axalp - foto 3  Depto de Defesa da Suíça

Considerações finais

Numa entrevista realizada via internet pelo jornal O Globo e pela agência Defesanet na data de 29 de janeiro deste ano 11 sobre o tema da decisão do FX2, um dos jornalistas questionou o presidente da COPAC, brigadeiro Crepaldi Affonso, sobre o problema do aumento de peso da aeronave. Ele respondera curta e laconicamente que “o caça teria os requisitos da FAB”. Depois disso o Gripen já teve a capacidade de cargas externas diminuídas em mais 200kg.

Com um problema de projeto que vem se agravando literalmente ano a ano, onde a capacidade de cargas externas despencou de 5.900kg para 5.000kg, o peso vazio aumentando de 7.100kg para 8.000kg, o Presidente da COPAC não apresentou uma reposta condizente com o problema apresentado.

E é importante que se ressalte o “silêncio” sobre o problema por parte de alguns veículos especializadas em defesa, que é de ciência deste próprio autor o conhecimento por parte dos editores.  A título de observação, esses veículos são patrocinados pela SAAB que, diga-se de passagem, realiza propaganda maciça na mídia especializada.

Referências:

¹http://www.jsfnieuws.nl/wp-content/DutchAirForceAssociation_Gripen_2009.pdf, apresentação SAAB na concorrência da Holanda.
² Revista Tecnologia & Defesa, num. 117, 2.009.
3 Revista Força Aérea, ed.65, ago/set 2.010.
4 http://www.news.admin.ch/NSBSubscriber/message/attachments/25030.pdf
 5 http://www.saabveteran.se/spirit/spirit2012_3.pdf
6 http://www.freeuploadsite.com/do.php?id=53204
7http://www.senado.gov.br/atividade/comissoes/sessao/escriba/notas.asp?cr=2304
8http://www.saabgroup.com/Global/Documents%20and%20Images/Air/Gripen/Technical%20brochure,%20Gripen%20NG,%20English.pdf
9http://www.lematin.ch/suisse/suisse-veut-98-retouches-gripen-7/story/25116550
10http://g1.globo.com/brasil/noticia/2014/02/piloto-que-aprovou-gripen-para-brasil-diz-que-alcance-de-visao-e-diferencial.html
11 http://www.youtube.com/watch?v=sFINdXaia8c

Gripen E        

Basic Mass Empty: 8.000kg (fluids, residual fuel, internal cannon,  wingtip)

Pilot’s weight: 100kg

Internal fuel: 3.400kg

External payload 5.000 kg

Total- Max Takeoff Weight (MTOW): 16.500kg

Basic Flight Design Weight:

Decoys (BriteCloud) and flares: 90kg

Weight cannon’s ammunition: 31 kg (120 cartriges of 27mm)

2xA-darter=186kg

4 wings pylons (2x 155kg+2x130kg)= 570kg

Total: 877kg

Strike missions =877+pod(208kg)+pylon(30kg)= 1.115   strike- basic configuration

Fuel: JP-8 300 gallons=2.040lb

300gallons (1.135L): empty tank (130kg)+ fuel (925kg). Total: 1.055kg

450gallons (1.700L): empty tank  (167kg)+ fuel (1.388kg). Total: 1.525kg

290gal tank (833kg of fuel+130kg tank)+pylon= 1.093kg –centerline

Centerline pylon:125kg (including ejector rack)

Wing pylon:130kg (including ejector rack)

“wet” wing pylon to 4.000lb :155kg (including ejector rack)

IRIS-T=87,5kg
Friuli bombs: (1.000lb class) 465kg+ 60kg kit= 525 kg
500lb: 270kg + 50kg  kit= 320 kg

4 small diameter bomb ((SDB)  GBU-39, 40, 42 4x130kg total 520kg) +

adapter BRU61(145kg)=665kg
Meteor (long range missile) (175 kg)+ adapter (60kg)= 235kg

AIM 120D BVR missile (161,5 kg)+launcher LAU-7 (48,5kg) = 210kg

A-Darter (brazilian short-range missile)= 93kg.
MAR-1 (brazilian anti-radiation missile): 265 kg +launcher (70 kg)=335 kg
SkyShield Pod: 454kg

RecceLite pod : 200kg
Litening pod: 208kg
RBS 15ER (anti-ship missile)=630 kg (don’t need launcher)

BRU 69 (2-bomb rack)= 95kg

BRU 61 (small diameter bomb rack) = 145kg

ALKAN (2-bomb rack) 4036=60kg

F-414-400 ground consumption: start=10lb.   Taxi em IDLE 15lb/min  Taxi normally  duration: 5 min. (5 min.=75lb+10lb start=85lb)=31kg

BPEN1000 (Friulli penetration bomb)=1.000kg
Laser Guided Bombs (LGB)- US NAVY site
GBU-10 Model C/B, D/B, E/B: weight: 2,110.25 lbs (957kg);

GBU-10 Model G/B, H/B, J/B, K/B: weight: 2,129.58 lbs;:

GBU-12 Series:weight: 606.67 lbs

GBU-16 Series:weigth: 1092 lb

Air-to-Air missions

Basic (877kg)+ 2x450gal (3.050kg)+4 Meteor+2 centerline pylons (250kg)= 4.997kg

Interception: with 3 tanks (2x450gal+1x290gal)+2 A-darter= 5.020kg

SEAD (Supression of Enemy Air Defenses)

b.strike(1.115kg)+2x415gal (1.570L  2.830kg)+Skyshield (455kg)+1 centerline pylon+ 2MAR-1 (670kg) = 5.200kg

b.strike(1.115kg)+2x300gal (2.110kg)+SkyShield (455kg)+1 centerline pylon+2 MAR-1 (670kg) = 4.475kg

Strike missions:

Basic configuration (1.115kg)+ 2x450gal (3.050kg)= 4.165kg

+1 BPEN (penetration bomb)+1 centerline pylon (1.125kg)= 5.290kg

+1 GBU 10+1 centerline pylon (1.080kg)=5.250kg

+ 2 GBU 16 (990kg)=5.155kg

+3 GBU 12 (825kg)+1 centerline pylon=5.115kg

Basic configuration (1.115kg)+ 2x300gal tank (2.110kg)= 3.225kg

+2 BPEN+2 centerline pylons (=2.250kg)= 5.465kg

+2 GBU 10+ 2 centerline pylons (=2.150kg)= 5.380kg

+3 GBU 16 (1.485kg) + centerline pylon (=1.610kg)= 4.835kg

+2 GBU 16 (990kg)+2 Meteors (470kg)+2 centerline pylons (=1.550kg)=4.935kg

+3 FP83 (1.575kg)+ centerline pylon= 4.925kg

+2 FP83 (1.050kg) + 2 Meteors (470kg) (=1.720kg)= 4.935kg

+ 4 FP82 (1.280kg)+2 centerline pylons (1.520kg)= 4.745kg

+4 GBU 12 (2×2 GBU(1.110kg) +w. 2xAlkan403669(120kg) =(1.220kg))+2 centerline pylons (250kg)+2 Meteors (=2.010kg)= 5.165kg

+ 6 GBU 12 (4 GBU  w. 2xbomb adapter BRU-61 (standard USAF adapter) at centerline (1.290kg))+2centerline pylons+2GBU12 wings(=2.090kg)= 5.305kg

+ 2 SDB (1.330kg)+2 Meteor (centerline)+ 2 centerline pylons (=1.990kg)= 5.155kg

+2 RBS15 (1.260kg)+2 Meteor (centerline)+2 centerline pylons (=1.860kg)= 5.085kg

 Gripen F demonstrador - foto Departamento de Defesa da Suíça

FONTE: Jornal GGN / Luis Nassif Online (artigo de Manuel Flávio Vieira)

FOTOS: Departamento de Defesa da Suíça (em caráter meramente ilustrativo)

*NOTA DO EDITOR: a opinião do autor não corresponde, necessariamente, à opinião dos editores deste site. Trazemos aqui o artigo publicado hoje (17 de setembro) na fonte acima referida para debate por parte dos leitores do Poder Aéreo, dada a importância do tema: por se tratar do futuro caça da Força Aérea Brasileira e ao fato desse debate fazer parte da missão deste site, desde o seu nascimento, há mais de seis anos.

Porém, não podemos deixar de ressaltar que o artigo, que procura transparecer um grande cuidado com detalhes em relação a diversos pesos, capacidades e números divulgados e apoiados nas mais diversas fontes, deixa de fazer uma referência quantitativa importante à principal diferença do monoposto de nova geração do Gripen (E, ou NG) em relação à versão anterior (C) : o aumento de cerca de 1 tonelada na capacidade interna de combustível. A decisão de aumentar essa capacidade é apenas mencionada, sem números, no terceiro parágrafo do artigo, e em nenhum momento é dito que a versão C, com a qual se faz diversas outras comparações entre pesos, motorização etc, possui uma capacidade interna de combustível de cerca de 2,4 toneladas, ou seja, 1 tonelada a menos, do que a futura versão E, que deverá carregar internamente 3,4 toneladas de combustível (e não importa se isso foi proposital ou por escolha do autor, já que o efeito da lacuna é o mesmo, podendo gerar um erro de interpretação por parte do leitor).

O aumento na capacidade de combustível interno do Gripen C em relação ao futuro Gripen E (ou NG) é de aproximadamente 40%, o que equivale (também aproximadamente) ao peso de um tanque externo de 300 galões, porém carregado internamente.

Feita a ressalva, convidamos os leitores a debater o artigo, incluindo o próprio autor, que é cadastrado para comentários neste site.

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Rinaldo Nery

Interessante. Que ele envie um pedido de informações à COPAC.
Já postei aqui que o critério crítico foi TRANSFERENCIA DE TECNOLOGIA. NENHUM outro concorrente iria faze-lo como a FAB pretende.
Somente o GRIPEN NG vai permitir à EMBRAER o acesso ao conhecimento necessário para a fabricação de um caça supersônico.
Agora, se para isso o avião ficou mais pesado ou mais leve, com alcance maior ou menor, certamente, isso não importa se queremos atingir o objetivo final.

Jean-Marc Jardino

EEEE Brasilzao, comprando gato por lebre, um caça multiuso que carrega a merreca de 5000 kg de armamentos, até o aposentado M2000 no Brasil carregava mais armameto do que isso ai.

Phacsantos

Informações mais seguras:
http://www.saabgroup.com/en/Air/Gripen-Fighter-System/Gripen-for-Brazil/The-Fighter-Gripen-NG/

Maximum take-off weight 16.5 tonnes

Payload 7.2 tonnes

Max fuel 7 tonnes

Clésio Luiz

Alguns valores publicados por ele merecem ser levados com cuidado. Por exemplo, os tanques levados pelo F-16 e Mirage 2000. É raro ver um F-16 voando por aí com o tanque de 2.270 litros. Já o Mirage 2000 opera com frequência com o tanque de 2.000 litros, maior que o que ele usou como ilustração. O peso do F-16 usado como referência é do F-16E, mais pesado que o F-16C bloco 50 que foi oferecido à FAB. E por fim, existe uma grande fixação no peso máximo de decolagem do Gripen E. É perfeitamente possível que a aeronave decole com… Read more »

joseboscojr

No atual mundo politicamente correto onde as armas burras são mal vistas e onde há 100.000 manpads, a carga útil de 2 t é satisfatória.
A menos que a FAB queira usar o caça para jogar bombas burras a baixa altitude, aí é pouco e seria melhor se adquiríssemos alguns B-52.
Há pouquíssimos alvos que exigem armas maiores que as bombas de 250 quilos (500 lb).
Isso deve ser levado em consideração.

Rinaldo Nery

João, teria que discordar um pouco de você.
Bombas de 2.000lb são necessárias sim, principalmente quando o alvo são edificações. Era o armamento padrão do F-117.
Elas podem ser lançadas sem guiagem de média altitude. O modo CCIP permite isso. Se você tiver a coordenada geográfica do alvo fica mais fácil ainda. Até o A-29 pode fazer um lançamento nivelado acima da camada de nuvens, com grande precisão.
Caso você não saiba, o A-1 lança a partir de 20.000ft.

Marcelo Pamplona

Boa tarde a todos! Parei de ler aqui: “O processo de seleção de um caça para a Força Aérea da Suíça foi iniciado em janeiro de 2.008, 4 meses antes do nosso. AO CONTRÁRIO do FX2, o candidato da SAAB foi a VERSÃO “C/D”, tendo os testes de voo sido realizados em território suíço, nas condições e dimensões deles, ao contrário do nosso, realizado na Suécia e com apenas 10 horas de voo no total. ” (grifos meus) O problema não é no projeto, e sim, no texto do Sr. Manuel. Insinuar que a Suíça iria adquirir a versão C/D… Read more »

Marcelo Pamplona

Prezados editores:

Peço para que desconsiderem o termo “Sr. Nassif” e considerem “Sr. Manuel”, assim como, que liberem meu post da moderação (está preso neste e já atualizei a tela).

Por fim, peço a gentileza de desconsiderar a repetição da frase: “Parei de ler aqui”… pura desatenção.

Sds.

NOTA DOS EDITORES: COMENTÁRIO JÁ LIBERADO, COM AS ALTERAÇÕES SOLICITADAS.

Antonio M

O pior é que li até o fim até descobrir a fonte, senão teria parado de ler também ……

Rinaldo Nery

Afinal, quem é esse Manuel Vieira?

Guilherme Poggio

Fato: realmente há um aumento do peso vazio da aeronave com o avanço do projeto.

Fato: foi divulgado uma redução da carga externa.

Perguntas: isso inviabiliza a aeronave para a FAB? É um motivo forte o bastante para cancelar a escolha?

Lembrando que o problema da separação de armas do Super Hornet acabou gerando pilones não alinhados que por sua vez provocam vibração e aumentam o arrasto do avião (e consequente redução do alcance). A USN cancelou a entrega ou reduziu o número de pedidos?

Edcarlos Prudente

O Gripen NG nem saiu do papel, e já se especula que o mesmo será incapaz de realizar as missões a que se destinará na FAB de forma adequada?

O que não dá mesmo é continuar com velhos F-5, com carga útil e alcance muito menor que qualquer Gripen que exista ou possa existir.

carvalho2008

Sem dúvida que o peso dele aumentou e a carga externa diminuiu, mas a vantagem do aumento da capacidade de combustivel interno ainda é muito grande.

Missões em que o vetor decola full são mais específicas tanto quanto missões REVO.

E lembrando que nestas características, o avião pode decolar full de cargas externas , no limite estrutural dos pilones e vazio de combustivel, para depois via REVO atochar o máqximo de combustivel. na pratica, é assim que se opera na maioria das vezes em missões distantes.

jura_gol

O que mais me irrita é quando aparece um Manoel (ou mané)??????????????????, que nunca ouvi falar, vir dar uma de entendido ,com argumentos de you tube,sem saber explicar a coisa direito,dando a entender que o site ? esta fazendo campanha por certa aeronave ,por ser patrocinado pela SAAB ,ou seja lá qual for o fabricante, tudo que foi descrito por esse Mané já é de nosso conhecimento pois acompanhamos todas as atualizações da materia referida pela revista forças de defesa ,e pelo o proprio site onde vos escrevo,plagiando o Antônio M, se eu tivesse prestado atenção no nome do Mané… Read more »

Lyw

Creio que, ao deixar de de lado o fato de que a versão NG carrega 1 tonelada de combustível internamente a mais que a versão C/D e de insinuar que os testes realizados na Suíça que resultaram numa autonomia sofrível envolveram o Gripen NG (o que não pe verdade já que os testes realizados foram com a versão C/D), o autor deu um tiro no pé… Infelizmente muita gente, que desconhece os fatos, acaba iludido com esta desinformação. A FAB deveria elaborar um pequeno texto pondo os pingos nos “Is”, nada muito alarmante, apenas esclarecendo a situação para que pessoas… Read more »

Iväny Junior

É um texto humorístico. Me divertiu, tanto quanto o comentário de certo “francês” em jargão brasileiro. O mirage 2000 é um ótimo avião, sem dúvidas. Mas em qualquer tipo de combate e em qualquer versão, ele é inferior ao Gripen C. BVR, WVR, ar-solo, o que for. Além do que o Gripen já está homologado em Meteor e IRIS-T. Projetos com grande parceria da DIEHL e melhores que os micos, ops, micas. O Gripen NG terá radar melhor que o rafale, tanto em ar-ar quanto ar-solo (basta ver os depoimentos dos pilotos franceses sobre a demora na mudança de modos),… Read more »

Rinaldo Nery

Roberto, acho que o site não é pró ninguém. É pró debate, pró Brasil.

juarezmartinez

Perfeito Cel. Nery. O que eu vejo nesta situação é que a estas alturas do campeonato, a FAB já deveria ter ahh…. vindo a público de forma transparente, profissional e colocado os pingos nos “i”s. Não fez, o Brig Batista esteve por aqui por varias vezes e alguns destes momentos clareou algumas coisas que estava pipocando. Outra questão é que, acho Cel Nery vai concordar comigo: Estamos fazendo elocubrações masturbativas alucinógenas de uma coisa que não rodou ainda. Qual será o peso da aeronave??? Ninguém sabe, ela não está pronta ainda, o que a SAAB e deve ter feito é… Read more »

Lyw

Creio que poderíamos não partir para ofensas com termos que de alguma forma venham a denegrir a pessoa do autor.

Gostaria também que o autor se pronunciasse a respeito, não deixe que comentários pouco educados de alguns o impeçam de defender seu ponto de vista. Que pode não estar de todo correto (esta é minha opinião), mas merece o respeito de todos aqui.

Joner

Boa noite, não vou ler todo o texto no celular, mas já adianto uma questão, de nada adianta ter capacidade para uma ou doze toneladas, A FAB NÃO TEM O QUE PENDURAR NOS PILONES!

Rinaldo Nery

Juarez, sinceramente, acho que não faz nenhuma diferença se o peso é maior, menor, etc. Concordo contigo.
Depois que o avião voar a FAB vai emprega-lo da melhor forma possível dentro das capacidades do avião. Como já foi postado aqui, se for necessário, tem REVO.
O que interessa mesmo, volto a frisar, é o que a indústria nacional vai aprender com esse projeto.
Tenho certeza que, no Alto Comando, estão cagando pra esses detalhes.

Colombelli

Partindo da premissa de acerto dos apontamentos do autor, (a título de concessão do benefício da dúvida e ad argumentandum tantum) em que resta substancialmente atingida a capacidade para cumprimento de missões?

Qual tipo de missão restou atingida e em que medida? O prejuízo pode ser compensado com outras medidas ( revo, exemplo)?

Se não houve prejuizo ou se ele pode convenientemente ser contornado, tollitur quaestio, é discutir sem fundamento.

joseboscojr

Só o trabalho que deu de compilar os dados acerca do peso dos diversos itens já faz o autor ser digno de crédito e sua opinião ser merecedora de nossa atenção. Eu de minha parte acho que esses dados apresentados devem ser levados em consideração, apesar de saber que o item mais relevante para a escolha do NG ter sido a transferência de tecnologia. A TT pode até ter sido o mais relevante, mas não foi o único item e o desempenho dinâmico do caça em si também deve ter sido levado em consideração, e se de alguma maneira esse… Read more »

Rinaldo Nery

Joãoboscojr:
¨… já que não acredito que possamos absorver toda a tecnologia disponível e a que seremos capazes de absorver poderia ser fornecida por qualquer um dos fabricantes,…¨
Exceto o motor, a EMBRAER tem capacidade para absorver tudo. Os outros fabricantes não passariam nem metade desse conhecimento. Muito menos os norte americanos.

Joner

Vai voar desdentado o tempo todo, super cruzeiro vai ser fato diario!

joseboscojr

Rinaldo,
Espero que esteja certo.

Joner,
rsrssss
Desdentado não! Vai ter um dente de leite bambo na forma do canhão com meia dúzia de projéteis de 27 mm.

Rinaldo Nery

Brigadeiro Crepaldi – O processo de seleção do Projeto F-X2 considerou em seu escopo o ciclo de vida da aeronave, apreciando desde a necessidade operacional, a confrontação desta com os requisitos estabelecidos, o seu emprego, a avaliação operacional, a sua oportuna modernização ou revitalização até a sua desativação, bem como riscos e o fomento da indústria nacional. Vale ressaltar que profissionais especializados apreciaram as áreas técnico-operacional, logística, industrial, comercial, riscos e contrapartidas (offset) de forma independente, evitando qualquer composição de resultado. A aeronave Gripen NG apresentou a melhor avaliação, conforme relatório técnico emitido pela COPAC, em janeiro de 2010, sendo… Read more »

juarezmartinez

O Clésio fez um colocação interessante sobre o peso máximo de decolagem, poderia ser compensado por uso de pista maior, aí tem uma armadilha:
Se for , por exemplo, a pista da BASM, praticamente ao nível do mar, umidade relativa do ar baixa, pressão barométrica da região estável, clima sub tropical para temperado, sem problemas, agora se for na BAAN, mudo tudo em função da altitude, se for Taguatinga muda de novo por causa da umidade e da pressão barométrica.

Grande abraço

Vader

Parabéns ao PA por publicar este textinho enviesado, cheio de dados errados, conclusões piores ainda, e suposições e inferências tiradas do éter. Só demonstra a mentira das acusações contra a Trilogia do autor do texto e de seus acólitos do site deste jornalista que é uma verdadeira musa do _______________(não sei se fui muito sutil, hehehe). Maaaaaaaas, caros editores, cuidado: aparelhadores profissionais usam este expediente mesmo de dizer que determinado espaço da imprensa não é democrático apenas para que este espaço se esforce para provar que está errado, publicando suas sandices e sendo, assim, devidamente aparelhado. Foi assim que um… Read more »

Rinaldo Nery

SBAN – 3.750 ft. A pista mais alta do Brasil.

Vader

Ich editores, caiu na moderação e ainda errei ao fechar o itálico…

Podem liberar/consertar, por favor? 😉

Grato.

NOTA DOS EDITORES: COMENTÁRIO JÁ LIBERADO E ERRO CORRIGIDO, CONFORME SOLICITAÇÃO.

Vader

Aliás, esgrimir números tendenciosos, errados, sem contexto e de fontes duvidosas é uma arte da retórica que o _________________ governante tem levado ao estado-da-arte.

“Nunca antef nefte paíf” se viram tantos números absurdos quanto nos últimos 12 anos.

Acredita neles quem quer…

Eu de minha parte prefiro acreditar em ARGUMENTOS.

COMENTÁRIO EDITADO

Vader

PPPPS: tem um certo blog (aquele que foi abandonado pelo editor…) por aí que uma certa rafachinélica postou este post na forma de comentário (e nem deu os créditos ao suposto autor – que feio…) e a rafalechada já começou o delírio, rsrsrs…

Elas não se conformam kkkkk… Vão rasgar as calcinhas até o final dos tempos hehehe… 🙂

Ora, conformem-se madames! Le Jaque de laMerdelair…

PERDEU, kkkkkkkk!!!

🙂

Vader

PPPPPPPS: senhores editores, para prova de que publicar as sandices desta caterva não funciona, vejam lá no “abandonado” que mesmo vocês tendo publicado o textinho ainda tem gente xingando vocês de antidemocráticos e quejandos, e dizendo que a Trilogia é “vindida pas SAAB e pusamericanus”…

Não adianta meus caros: com essa corja o negócio é na borrachada e só… Se abrir fresta… eles aparelham…

Nick

Esse dado do aumento do peso vazio é preocupante, mas não dá para saber se é em relação aos protótipos, ou se será a versão final. De qualquer forma, os dados parecem ser os mesmos que o Knight postou aqui faz um tempo. Agora supondo que a capacidade carga seja essa mesma, será que vai influir na capacidade de executar as missões planejadas pela FAB? Acredito que não, pelo menos para a maior parte das missões. O mais afetado seria Deep Strike Missions, mas contra quem? O Paraguai? Bolivia? Venezuera? E mesmo para essas missões existe e será melhor no… Read more »

joseboscojr

Vadão,
O aumento irrisório de potência a que o Manuel Flávio se referiu foi em relação a duas versões do F-414 e não comparando o F-404 com o F-414.
É uma parte do texto dele que ficou confusa e que nem precisava ter sido inserida porque comparou os motores usados no SH com o do NG, que não tem nada a ver com o “causo”.

joseboscojr

Eu acho o debate interessante mas assim como o Nick eu penso que o que se sabe antes do bicho alçar voo e na medida que ele evolui é o peso vazio e ainda não se tem certeza do MTOW. Talvez a correção desse dado (MTOW) seja feita posteriormente quando dos primeiros testes. Sobre o consumo, vale salientar que o do F-414 é menor (menor consumo específico) que o do F-404, mas o é em relação a massa de combustível x a potência, mas como a potência do primeiro é maior, o consumo absoluto também é maior. Só seria menor… Read more »

Knight

Clésio Luiz 17 de setembro de 2014 at 17:35 #

Os dados que eu utilizei do F-16 foi do manual de voo. Da versão block 50/52.

segue o link do manual de voo:
https://info.publicintelligence.net/HAF-F16-Supplement.pdf

Aliás, pesos de armamento, cabides e tanques ou foram de manuais de voo ou vieram do fabricante, com exceção do lançador do MAR-1.

Knight

Marcelo Pamplona 17 de setembro de 2014 at 18:10 #

Você entendeu errado.

Knight

Prezado editores,

Eu não coloquei no texto a diferença de capacidade dos tanques internos porque eles não voam sem tanques externos. Foi por isso que eu comparei uma versão com a outra com tanques externos.

Knight

Vader 17 de setembro de 2014 at 22:55 #

Eu não ofendo a Trilogia e tampouco a grande maioria dos que lá frequentam também ofendem.

Aliás, você está me ofendendo, Vader. Eu nunca te ofendi.
E não vou retrucar suas ofensas nem agora, nem posteriormente.

Knight

Nick 17 de setembro de 2014 at 23:23 #

Nick,

Eu acompanhava a questão do peso do caça. A luz amarela se acenderia quando baixasse os 5.300kg de capacidade de cargas externas. A vermelha se acenderia quando baixasse de 5.200kg. E foi isso que ocorreu.
Observa a quantidade de configurações que são afetadas quando se baixou de 5.235kg para 5.000kg. Ele vai poder voar, mas tirando combustível.

Knight

joseboscojr 17 de setembro de 2014 at 23:37 #

Bosco, eu coloquei os dados das 2 turbinas (F414-400 e F414G) para mostrar que a diferença de entre as duas é irrisória e portanto o desempenho (incluindo o consumo, também). Se conhece pouco da F414G. Portanto pode usar a trubina do SH como parâmetro.
Já a RM12 tem um desempenho notadamente maior que a F404-402, incluindo o consumo específico de combustível.

Knight

Roberto F Santana 17 de setembro de 2014 at 18:11 # Prezado Roberto. Eu fui a um evento recentemente com as industrias de defesa aqui em São Paulo, onde o brigadeiro Crepaldi iria participar. Por isso eu fui munido de vários documentos para questioná-los. Enretanto ele não foi. Eu chamei a atenção do problema no evento. Um dos assessores do Ministro da Defesa (que aliás é Cel da FAB) estava lá e pediu-os a mim. Encaminhei-os neste final de semana. Vamos ver a resposta… A minha intenção é descortinar o problema. Ele nunca vai ser resolvido continuando do modo que… Read more »

Knight

Iväny Junior 17 de setembro de 2014 at 19:49 #

Nunca no FX2 eu desejei o Rafale ou o Flanker vencedores. Quem participa do DefesaBrasil e do BaseMilitar sabe que a minha preferência se recaía no Super Hornet e no GripenNG.

O meu artigo não foi sobre sistemas, mas sim sobre o que envolve o peso e a autonomia e o Mirage juntamente com o F-16 são 2 caças médio-leves bons padrões de comparação.

Knight

jura_gol 17 de setembro de 2014 at 19:26 #

No artigo eu não escrevi pensando na Trilogia. Eu converso com jornalistas e editores de algumas mídias especializadas, inclusive impressa, que poderiam fazer um grande barulho e vejo que eles sabem do problema do aumento do peso/diminuiçao das cargas externas, mas não divulgam.

No tocante suas ofensas a minha pessoa, me abstenho de comentá-las.

Knight

“Clésio Luiz 17 de setembro de 2014 at 17:35 # Alguns valores publicados por ele merecem ser levados com cuidado. Por exemplo, os tanques levados pelo F-16 e Mirage 2000. É raro ver um F-16 voando por aí com o tanque de 2.270 litros. Já o Mirage 2000 opera com frequência com o tanque de 2.000 litros, maior que o que ele usou como ilustração.” Prezado Clésio, O Mirage pode carregar tanques de 450gallons (1.700L) quanto tanques de 2.000L sim. Mas o GipenNG não tem tanque maior que 450gallons. Ora, eu vou comprar com tanuques de mesma capacidade. Já o… Read more »

Knight

”Vader 17 de setembro de 2014 at 21:57 # Parabéns ao PA por publicar este textinho enviesado, cheio de dados errados, conclusões piores ainda, e suposições e inferências tiradas do éter.” Eu escrevi no artigo que: ‘A FAB selecionou para o FX2 ‘ O Comando da Aeronáutica, atento às necessidades operacionais para as próximas décadas e obedecendo ao cronograma de desativação de aeronaves de combate da Força Aérea Brasileira, instituiu, no dia 15 de maio de 2008, a Comissão Gerencial do Projeto F- X2, com o objetivo de conduzir os processos de aquisição de aeronaves de caça a serem incorporadas… Read more »

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