domingo, novembro 28, 2021

Gripen para o Brasil

Notícias do Eurofighter no Paris Air Show

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Durante o 49º International Paris Air Show a Eurofighter anunciou que completou uma série de ensaios com o míssil BVR MBDA Meteor, que faz parte do processo de integração de armas para o Typhoon.

O primeiro de uma série de ensaios para garantir a separação segura do míssil em todo o envelope de vôo foi realizado pela BAE Systems, com a aeronave IPA 1 na área de testes de Aberporth, no Reino Unido.

O Meteor é um míssil BVR de próxima geração, movido a ramjet e com a maior “No Escape Zone” das atuais armas ar-ar, resultando em uma faixa “stand-off” maior e alta probabilidade de destruição. Após um ano de financiamento, as nações parceiras do programa concordaram em continuar o programa de desenvolvimento da próxima geração de radar E-Scan para o Typhoon e confirmaram a intenção de entrada em serviço até 2015.

A Eurofighter GmbH e a Euroradar iniciaram o desenvolvimento em escala real do novo radar AESA CAPTOR-E em julho de 2010. O novo radar vai manter as principais características do radar Captor-M existente e vai oferecer benefícios superiores ao M-Scan, incluindo aumento da capacidade de detecção e rastreamento, capacidade ar-superfície avançada e reforço das medidas de proteção eletrônica. Typhoons existentes serão reequipados com o novo radar.

FONTE: key.aero

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edcreek

Olá,

Muito bom ver o projeto avançando com AESA e METEOR o Typhoon assim como o Rafale colocam mais peso do outro lado da balança equilibrando mais as coisas com o grande irmão, com maior capaçidade de detecção e maior alcançe.

Abraços,

LuppusFurius

Ei, Edcreek…
É uma balança bem equilibrada, do lado do grande irmão uma baleia azul, e do lado europeu uma formiga mais um aipô……
Eita balancinha bem equilibrada…..

Sds Romulanas
Luppus Furius

Antonio M

Não é a utilização de um bom míssil que vai equilibrar alguma coisa com os EUA e sim, se a União Európeia fosse mais união do que antagonismo.

Exemplo: se a França não abandonasse o Eurofighter, teriam um caça com mais escala e preços/custos mais baixo. Simples assim mas, muita coisa tem de ser feita para salvar a tal união.

E vide a guerra na Líbia. Ainda vão acabar pedindo ajuda para o Tio Sam …..

Mauricio R.

O Typhoon parece sofrer de um certo processo de canibalismo, aonde as células dos Tranche 2 e as células iniciais do Tranche 3 tendem a suplantar as células do Tranche 1, como se fossem de uma outra aeronave completamente distinta.
E ambos esses “Tranches”, deverão ser suplantados pelas células finais do Tranche 3, que trarão a versão final e completa desta aeronave ao serviço ativo.

Wagner

O EFA é uma maravilha, acho que é a solução ideal para a Europa, incluindo países como Grécia, Polônia, HUngria.

Avião que faz de tudo, bimotor, super agil, uma maravilha para pilotar só falta ele fazer um cafezinho para o piloto), super bem armado.

prova de que quando a Europa se une para fazer as coisas, o resultado é uma máquina militar de excelência.

PIlotar esse EFA deve ser muuito bom…

Wagner

Romulanos ???

Cuidado o Tal Shiar está nos vendo… kkk !!!

edcreek

Olá,

LuppusFurius eu não disse que a balança ia ficar equilibrada, disse que teria mais peso do outro lado….Para igualar só se juntar Russia, China, França e Inglaterra ai quem sabe….E lembre-se resistir é inutil….

Abraços,

LuppusFurius

Wagner
Tal Shiar é melhor que a NSA e ao preço de ABIN…!!!!!hahahahahaha…

Edcreek
A balança com o Império do Mal, do outro a NATO (sim esta mesma da Líbia) , Russia, China,India……..Haiti,Bottswana……e a Super Super-Potência Pindamonhangaba….. daí sim ficaria no nível equilibrado……

Abçs
Luppus Furius

Ivan

O Meteor é um míssil ar-ar que a Europa Ocidental precisava, tendo em vista que os países consorciados usam o AIM-120 AMRAAM americano ou o MICA de alcance limitado. Esta arma permitirá aos 3 (três) eurocanards europeus enfrentar com um míssil europeu as últimas versões do Flanker russo, inclusive o novíssimo Su-35, na arena BVR (beyond visual range). Mas a balança do poder aéreo foi desequilibrada com a tecnologia stealth e não há mais volta. Em um quadro hipotético, no caso dos novos radares AESA detectarem caças stealth a uma distância de 30 (trinta) ou 40 (quarenta) quilômetros, os caças… Read more »

Mauricio R.

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