sábado, outubro 23, 2021

Gripen para o Brasil

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Consórcio Rafale aumenta número de parceiros no Brasil

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Mas projetos de cooperação diminuíram

O consórcio Rafale Internacional, um dos três grupos que disputa a venda de caças para a Força Aérea Brasileira, anunciou no último dia 1 de abril, durante seminário realizado em Belo Horizonte que havia formado 60 acordos com 42 empresas brasileiras para garantir a transferência de tecnologia, um dos quesitos do programa F-X2.

Conforme constatou o site do Poder Aéreo, o grupo francês aumentou o número de futuros parceiros no Brasil caso o caça Rafale vença a disputa. Em outubro de 2009, o número de empresas nacionais que seriam beneficiadas com a transferência de tecnologia era de 38 (ver imagem acima). Este valor foi informado durante a apresentação do programa do consórcio francês para parlamentares brasileiros na Câmara Federal. O número apresentado agora (42) significa que outras seis empresas nacionais firmaram acordos desde então.

No entanto, o número de acordos baixou. Novamente, citando a apresentação do consórcio Rafale para os parlamentares brasileiros em outubro de 2009, naquela data foi informado que existiam 67 projetos de cooperação e agora são apenas 60.

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Baschera

Parceiros ?? Tomara estejam usando preservativos…..

Sds.

Rodrigo

Confesso que acho muito legal ver os franceses agonizando..

O Baschera e outros colegas que não recebem notícias somente pelo noticiário público, entendem o que eu falo.

Os franceses tem tanda necessidade de expor o Rafale, que tem um Blog chamado Rafalenews

ahahahaha

Baschera

Rodrigo disse:
2 de abril de 2011 às 17:04

Sim….Rodrigo…… só notícias boas…deles mesmos…KKKKK.

Sds.

Justin Case

Amigos, Acho que não dá para concluir muita coisa com esses números. Com a mesma empresa, podem existir vários projetos de offset e ToT. Esses projetos podem estar previstos no mesmo acordo ou em acordos diferentes. Podem ser estabelecidos novos acordos para ampliar entendimentos anteriores. Apesar disso, nada disso tem condições de alterar a avaliação técnica das ofertas, pois estas não estão abertas para edição. O compromisso de offset e ToT é aquele que está, por escrito, nas mãos do Governo. Considero que o estabelecimento de novos acordos e projetos é positivo, pois demonstra que as empresas estão confiantes no… Read more »

Grifo

Boa Poggio. A Dassault tem toda a liberdade para inventar os números que ela divulga, mas poderia pelo menos inventar sempre os mesmos! Senão fica feio. Um outro exemplo é o número de empregos gerados no Brasil. Na apresentação feita no Congresso se fala em 3 mil empregos ao longo de 10 anos, como se pode ver no slide acima. No entanto, no site da própria Dassault (http://www.rafale.com.br/index.php?id=6&area=6&release=41) o número é de 29 mil empregos (!) ao longo de dez anos, sendo 3,5 mil empregos diretos só na fabricação e 4,5 mil empregos diretos nas atividades de ToT. Pelo jeito… Read more »

Nick

Meu maior medo é que muitas dessas empresas que receberão as tecnologias são “fundo de quintal” e provavelmente sumirão do mapa ou poderão ser compradas por uma ELBIT da vida. Ou por outro lado são empresas controladas pro franceses, como no caso da OMNISYS.
As excessões são poucas, como a EMBRAER.

E existe o fato da obsolecência das tecnologias que forem sendo recebidas, se não houver investimentos internos para manter atualizados os mesmos, ou mesmo a falta de projetos concretos e factíveis para a utilização dos mesmos.

Nick

errata:

“pro” = “por”

[]’s

Nick

Poggio,

Tem essas que você citou, mas por exemplo, e essa IAS? Não ia ser a FOCAL que receberia a ToT de manutenção dos motores??

Tem algumas empresas como

GRANA, LANMAR, POLARIS, FIRST WAVE, CONDOR S/A e outras desconhicidas, sinceramente duvida que daqui 20 anos a metade estejam no mercado. Algumas vão falir, outras serão incorporadas, e outras podem até mudar de negócio. E essa possibilidade aumenta exponencialmente se as empresas não forem de grande porte, com uma boa estrutura físico-financeira por trás, e nem isso garante o futuro delas.

[]’s

Nick

Ahmm… desculpem os erros de português, é a pressa =/

[]’s

andersonrodrigues1979

Bem Nick para evitar essa perda devemos colocar o Maximo possível de militares de carreira acompanhando esse projeto o que não seria muito fácil, mais como vem sendo feito com o a-dater o que você acha mais com certeza é um risco você esta certo. Outra coisa a França depende muito dessa venda por isso acho que é o momento para tiramos o Maximo possível deles, mais tenho certeza que qualquer que seja o escolhido teremos que desenvolver muita coisa por nós mesmos, ou talvez recorrer a outros projetos para conseguir o que faltar. Outra coisa é que podemos analisar… Read more »

Grifo

Senhores, excelente artigo publicado hoje pelo Felipe Salles na Alide, sobre o estado atual da aquisição dos EC-725: http://www.alide.com.br/joomla/index.php/component/content/article/75-extra/2233-programa-dos-ec-725-mergulha-em-aguas-cada-vez-mais-turbulentas Destaco um trecho emblemático para quem acredita em “parceria estratégica”, em “transferência de tecnologia irrestrita”, no “pacote tecnológico” comprado por Nelson Jobim: A tão propalada “transferência de tecnologia” (ToT), sempre foi a principal leitmotiv por trás do programa de novas aquisições de defesa desde o último governo, no caso do EC-725, e responsável por um substancial aumento de preço unitário de cada helicóptero. Segundo acertado em contrato com os europeus, a ToT do helicóptero da Marinha iria diretamente para as empresas… Read more »

Nick

Caro Anderson Rodrigues,

Essa é uma situação que me preocupa. Talvez o A-Darter seja um bom exemplo de ToT. Ou seja a transferência através de um projeto em conjunto, onde ambas as partes colaboram em termos de recursos e conhecimentos. E claro compartilham os riscos.

Um mal exemplo de ToT, sem dúvidas é o Esquilo da Helibrás, onde o produto tem pouca nacionalização, e a empresa voltou para as mãos dos europeus (EADS).

Caro Grifo,

Pode ser uma Devassa??? 😀 😀

[]’s

Rodrigo

Grifo disse:
4 de abril de 2011 às 7:07

São estas e outras “coisitas mas”, que fazem eu ter muita alegria em ver os picaretas franceses agonizando com os Rafales.

No caso do EC725, ainda tem mais podreira para vir a tona.

Vader

Grifo disse:
4 de abril de 2011 às 7:07

De fato, falar o que?

Torço para que essa porcaria de “tubo” vá pro vinagre. Muito provavelmente sairá mais barato pagar as multas do que seguir até o final com essa josta.

________________

Rodrigo disse:
4 de abril de 2011 às 8:38

“São estas e outras “coisitas mas”, que fazem eu ter muita alegria em ver os picaretas franceses agonizando com os Rafales.”

(2)

Abraços.

Rodrigo

Não tem multa….

Grifo

Não tem multa….

Correto, contratos deste tipo não prevêem multa.

Justin Case

Amigos,

Eu acho muito estranha essa estória.

Você compra helicópteros e associa a este contrato uma transferência de tecnologia de motor-foguete de míssil? Sem sequer ter sido comprado um lote de mísseis?

Isso é quase como comprar Rafale e exigir ToT para o VLS.
Alguma relação tem que ter com o que você comprou, no mínimo, que seja o mesmo fornecedor.

Isso é o que se consideraria normal, mas nessas recentes ações ou não-ações de compras de material militar, não dá para descartar nada.

Abraços,

Justin

Grifo

Você compra helicópteros e associa a este contrato uma transferência de tecnologia de motor-foguete de míssil? Sem sequer ter sido comprado um lote de mísseis? Caro Justin Case, não é nem um pouco estranho, ainda mais se a empresa que fabrica o motor do helicóptero é a mesma que faz a propulsão do míssil. Já tivemos casos por exemplo onde em uma concorrência para aviões de caça um concorrente ofereceu tecnologias para a área espacial. Um outro ofereceu tecnologias para uso em um futuro avião de transporte. Como você bem sabe, nem todo offset precisa ser oferecido em cima do… Read more »

Justin Case

Grifo,

Independentemente dos motivos de seu estabelecimento, se esse projeto de offset foi ajustado entre as partes, seu cumprimento deve ser requerido.

Mesmo não sendo cabíveis multas em acordos de offset (não envolvem transações monetárias), há outros mecanismos de pressão para que os resultados sejam alcançados.

Abraço,

Justin

Ivan

Grifo,

Esta notícia é para ler com uma dose dupla de Jack Daniels

Sds,
Ivan, o Antigo.

Ivan

Justin Case, Como sempre muito sensatas as suas ponderações. Efetivamente há de se verificar a existência dos contratos de offset, a correta assinatura dos mesmos e integridade legal. Se não houve contrato, não há o que cobrar, infelizmente. Entretanto é importante observar que o argumento que vc usa para defender os franceses, mesmo sem identificarmos se houve contrato, serve para defender a atitude americana no passado, estes seguramente sem contrato algum. Observe que muitos anti-americanos acusam os Yankees de não transferir tecnologia, esquecendo que não havia contrato prévio. Na verdade esquecem que não havia contrato, nem compra de meia cententa… Read more »

Grifo

Mesmo não sendo cabíveis multas em acordos de offset (não envolvem transações monetárias), há outros mecanismos de pressão para que os resultados sejam alcançados.

O melhor mecanismo seria inabilitar esta empresa de participar de novas concorrências para as FFAA, concorda?

Rodrigo

Para ser sincero a parte do MAN-1, eu nem considero grande coisa.

Há anos que os franceses vem nos embargando por causa dele, inclusive negando a venda do Exocet Block II, a preço de mercado.

Não é surpresa e se aqui não se concebeu uma alternativa, são pelos motivos de sempre.

O que me incomoda mais é ser mais um aparelho feito para operar.full na Europa.

Quando eu faço o desafio, para me mostrarem ele full no Afeganistão, não é por implicância é observação.

Rodrigo

Grifo,

o mais fácil seria permitir novas fábricas de helicópteros no Brasil e o Governo para de passar a mão na cabeça da Lixocopter.

Por que a Lixocopter USA funciona e aqui somos praticamentes reféns?

Justin Case

Grifo,

Uma das penalidades internacionalmente aceitas para descumprimento de offset refere-se a como considerar a empresa faltosa nos futuros processos de seleção.
Normalmente o que se faz é aumentar o fator de risco quando da avaliação, de modo compatível com a gravidade da falta cometida.
Não creio que uma desqualificação automática fosse adequada, pois poderia bloquear uma opção futura que poderia ser interessante por outros aspectos.
Abraço,

Justin

Justin Case

Ivan disse:
4 de abril de 2011 às 10:08


“No final, é tudo farinha do mesmo saco…

Como já escrevi várias vezes, e o ZE inúmeras vezes:
Países não tem amigos, tem interesses.”

Como já tinha comentado antes, eu concordo plenamente com a afirmação.

Lembre-se, no entanto, é que esses interesses dos Países, quando são COMUNS ou, pelo menos, CONVERGENTES, é que dão sustentação às PARCERIAS duradouras, independentemente das cláusulas contratuais.

Abraço,

Justin

Grifo

Normalmente o que se faz é aumentar o fator de risco quando da avaliação, de modo compatível com a gravidade da falta cometida. Caro Justin Case, risco se refere a possibilidade algo acontecer. Neste caso temos não uma possibilidade, mas um fato consumado. Nos processo de licitação regulamentados pela lei 8.666 o concorrente é considerado inabilitado se tiver pendências com o governo. Acredito que o mesmo princípio possa ser utilizado por analogia nos processos por dispensa de licitação, visando a defesa do interesse público. Algo a ser verificado pelo TCU e MP. Como esta empresa fabrica motores, acredito que nenhuma… Read more »

Grifo

Por que a Lixocopter USA funciona e aqui somos praticamentes reféns?

Caro Rodrigo, por conta de coisas com essa abaixo. Notícia de hoje, Valor Econômico:

http://www.valoronline.com.br/impresso/brasil/97/407447/no-corte-de-r-43-bi-defesa-preserva-projetos-estrategicos

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, define até o fim desta semana o corte de R$ 4,3 bilhões no Orçamento de investimento e custeio do Exército, Marinha e Aeronáutica. Jobim já decidiu manter os investimentos previstos na lei orçamentária deste ano para os projetos de construção do submarino nuclear, do avião cargueiro KC-390 ***e de 50 [sic] helicópteros EC 725***, a serem destinados para as três Forças Armadas.

Justin Case

Grifo, Falhas em cumprimentos de contratos existem sempre, seja por parte de contratantes (que não pagam conforme previsto, não fornecem as informações ou não disponibilizam os meios), como dos contratados (com problemas no fornecimento de material e serviços, qualidade ou atrasos). Se formos radicalizar, não poderemos contratar nenhum fornecedor, pois é comum que ocorram problemas; e as empresas não irão vender para nenhum governo, pois quase todos têm problemas no seu orçamento ou mudam suas prioridades. Se formos capazes de utilizar a nossa experiência passada para fundamentar nossa escolha, já está bom demais. Considere que a inexistência de experiência passada,… Read more »

Rodrigo

Grifo eu não consigo abrir aqui, mas só de ler o link, já imagino o que vem do “ex” MD e nem levo em consideração o que vem dele e asseclas.

Rodrigo

Pois é, Justin …

São pessoas como você que passam demais a mão na cabeça dos franceses que fazem eles deitarem e rolarem aqui no Brasil..

Te plagiando..

Assim não pode, assim não da..

Seja mais patriota.

——————-

Ahhhh se são os gringos que fizessem um terço disto a casa ia cair.

DrCockroach

Do link do Grifo: Jobim não quis revelar quais compras foram adiadas e nem onde o corte foi realizado. “Ainda estamos concluindo o ajuste”, disse o ministro. É certo, no entanto, que foi cancelada a compra de 12 helicópteros da Rússia para a FAB. Aliás, o governo brasileiro tem se queixado da falta de cumprimento de cláusulas contratuais por parte dos russos. – Se nao cortou os que vem da Franca, cortou o que alem dos russos? – P/ o NJ, os russos nao cumprem contratos…; – E os comandantes irao ficar quietos? – Acompanhar de perto o lobby mineiro… Read more »

Grifo

Se formos radicalizar, não poderemos contratar nenhum fornecedor, pois é comum que ocorram problemas;

Caro Justin Case, o que você chama de “radicalizar” é na verdade a prática já adotada em todas as licitações feitas segundo a lei 8.666. E o mundo parece funcionar muito bem desta forma.

Grifo

Grifo eu não consigo abrir aqui, mas só de ler o link, já imagino o que vem do “ex” MD e nem levo em consideração o que vem dele e asseclas.

Notícia completa, para ler tomando duas Caracú:

https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/4/4/no-corte-de-r-4-3-bi-defesa-preserva-projetos-estrategicos

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