quarta-feira, julho 6, 2022

Gripen para o Brasil

Vai óleo aí?

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

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Fotos de manutenção dos F-5 da ROKAF, em intercâmbio realizado com pessoal da USAF

Na foto de cima, tirada no dia 10 de agosto na Base Aérea de Osan, Coreia do Sul, sargento da USAF (Força Aérea dos EUA) checa o óleo de  motor de um F-5 Tiger II da ROKAF (Republic of Korea Air Force). Trata-se de um programa de intercâmbio em que, num acordo mútuo entre as duas forças aéreas, pessoal de manutenção de uma força ganha experiência prática trabalhando em aeronaves da outra. Nas demais fotos, outras partes dos F-5 são checadas.

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A ROKAF pretende substituir seus F-5 Tiger II (68 aeronaves do tipo foram montadas na Coreia do Sul) por desenvolvimentos do jato de treinamento KAI T-50 Golden Eagle, que são o caça leve FA-50 e o Lift (Lead In Fighter Trainer – treinamento operacional para a aviação de caça) TA-50. Clique nos links mais abaixo para outras matérias sobre a colaboração entre as duas forças e os futuros substitutos dos F-5 da Coreia do Sul.

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FOTOS: USAF

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Bronco1

Mais unidades de F-5 E/F de ocasião para a FAB?

F/A-18E Super Hornet

“Mais unidades de F-5 E/F de ocasião para a FAB?”

Sem chances. Se adquiridos mais F-5s, adeus FX-2. O aumento da frota por aeronaves antigas, deveria estar fora de cogitação na FAB.

Rodrigo Marques

“”Mais unidades de F-5 E/F de ocasião para a FAB?””

Tomara que não! Que venha o Rafale.

Será que calibraram os pneus e limparam o para-brisas também? 🙂

Abs

Bronco1

Existe na FAB a visão de que é necessário ampliar a frota de areonaves de caça e que o F-5M é um vetor que atende às necessidades apesar de ser limitado. Assim, depois dos Jordanianos haviam rumores de que viriam pra cá os Tiger III chilenos que começarão a dar baixa. Ao se confirmar a retirada de serviço dos Sul Coreanos, a FAB contará cum uma frota inteira a preços módicos, podendo ampliar o número de vetores “F” que é um desejo antigo dos esquadrões para facilitar a transição e a adaptação à nova plataforma. Não que eu coadune dessa… Read more »

Leigo

Sou a favor dessa compra …

Para o MUSAL.

Leigo

Se bem que já tem um lá …

frederico augusto marques

Leigo,

No MUSAL tem um F5B, versão biplace não armada do F5A Freedom Fighter.

Fábio Max

É…

…pelo andar do FX-2, são mais F-5 para a FAB.

Primo

Vira essa boca prá lá.

Saravá, vou até no padre me benzer.

Marcelo Tadeu

Nossa! É assim que vcs tratam um avião especial como este???

Gente mal agradecida!!!!

Sds,

joao terba

O Saito falou que a FAB não vai comprar mais F5.
abraço.

Vassili Zaitsev

Pessoal, SErá que compensa a FAB adquirir os Tiger III chilenos????????? Quantos são??????????????????? pelo que sei são + – 18 unidades, entre mono e biplaces…….. Não falo pela quantidade, mas sim por outro simples motivo: Os F-5 chilenos ja foram modernizados, com o radar israelense Elta 2032, se não me engano, enquanto os nossos F-5 “Mike” são equipados com o radar italiano Fiar Grifo……………….. Então, lanço uma pergunta: compensa essa compra, se considerarmos o fato de termos de abrir outra linha logística, outra linha de suprimentos apenas para esses radares????????????????? Eu, tb vi esta info de que a FAB estaria… Read more »

falcon

Isto msm Joao o brigadeiro Saito falou em uma entrevista a defesanet, que nao iria comprar mais F-5EM, porque ja temos d+, ainda bem .. Os ultimos 11 F-5EM comprados foram os da Jordania.
abraços

Fábio Max

João,

E desde quanto o Saito apita alguma coisa?

Vassili,

O F5-III chilenos ainda não foram desativados, eles aguardam a chegada do terceiro lote de F-16 adquirido pelo Chile junto à Holanda.

Mas o comentário é que existe interesse do Brasil sim, pois a aviônica deles seria pouco inferior à do F5M, mas compatível com a linha de manutenção da FAB. ALiás, foi a modernização deles que gerou a idéia de modernizar os nossos para o padrão M.

LBacelar

como o FX2 está sendo adiado constantemente, eis o nosso novo caça tampão… Que venha o FX3

Virtualxi

É interessante ver como a Coréia do Sul já planeja a substituição, algo natural em FORÇAS AÉREAS INTELIGENTES, de seus F-5, aviões interessantes mas que, a exemplo de fuscas e brasílias, são de concepção antiga e não mais possuem capacidade de sobrepujar ou se igualar a aeronaves mais modernas. Fora que, com a idade, acabam se tornando um ativo caro de se mantér, que justificaria a burrice e ignorância massissa de quem insistem em mantê-los ativos em suas forças aéreas. Interessante como o Chile, também usuários dos F-5, e anos a luz de qualquer outra força aérea da América Latina,… Read more »

F/A-18E Super Hornet

Convenhamos, o F-5 pode ser um excelente interceptador, mas é uma aeronave limitada. Se comprarmos mais destes, qual será a expectativa de uso na FAB? De 10, 15 ou 20 anos? Nos condenaria ao atraso tecnológico a esse período!

Espero que saia o FX-2 o mais rápido possível. Uma possível aquisição de F-5’s seria de extremo mau gosto. Não desmerecendo a nave, mas está se encontrará em avançado grau de obsolescência, a alguns anos.

Abraços

Jc

“são de concepção antiga e não mais possuem capacidade de sobrepujar ou se igualar a aeronaves mais modernas.”

talvez os coreanos, mas os nossos nao empataram com os agressor ano passado?

nao q ache q deviamos comprar mais velharias, longe disso.
soh pra polemizar 🙂

Bruno Rocha

“Não desmerecendo a nave, mas está se encontrará em avançado grau de obsolescência, a alguns anos.” Avançado grau de obsolencia ou de decomposição. Pois para manter os daqui, estão se matando e muitos ficam parados no angares da vida enfeitando aeroportos e fazendo alegria da molecada Vou ficar muito triste se o Brasil trocar os Gripen ou Rafale por esse aviões. Eles não tem mais chance nenhuma. Reformar e modernizar os F-5, só se for para por no nosso museu aeroespacial. Enquanto temos um TIRANO na Venezuela com SU30 modernizados e com armas violentas, Índios com F-16. Estaremos comprando o… Read more »

Mauricio R.

“…podendo ampliar o número de vetores “F” que é um desejo antigo dos esquadrões para facilitar a transição e a adaptação à nova plataforma.” A necessidade de transição e adaptação está em uma parte mais embaixo do inventário da FAB. É alí bem entre o ST e o A-1/AMX, pois a transição seguinte não necessita de tantas células assim, pq é somente operacional. Não é por nada, mas quem tem PRC á esquerda, Coreia (maluca e nuclear) do Norte bem em frente e os russos á direita; tem que levar mto a sério sua capacidade de defesa. “…mas os nossos… Read more »

Tadeu

Se é para comprar “avião velho”, a FAB podia adquirir uns 36 MIG-31, bem armados e em versão atualizada. Deixar 12 em Anápolis e distribuir o restante em pontos estratégicos do território nacional.

Com o cenário atual, pré-sal, 4ª frota, bases norte-americanas na Colômbia, Chaves… uma aeronave de interceptação pura(inclusive anti-míssil), de longo alcance e alta velocidade, não seria mal.

Bruno Rocha

**********COMENTÁRIO DEDICADO A FORÇA AEREA BRASILEIRA*********** Vocês vão me achar um cretino, mas eu temo muito pelo Brasil se algum dia um político “religioso”, “pacifico” ou “ambientalista” se tornar presidente desta nação. 1. Enquanto vem os famosos discursos intermináveis sobre como as armas destroem o mundo. Os outros países se armam até os dentes. 2. O futuro presidente contará cada vez mais o orçamento das áreas militares para concentrar na renda do pobre trabalhador e na segurança pública(dos ricos e deputados). Enquanto isso, os terroristas comprar Bombas Atômicas. 3. A força aérea do Brasil termina em sucatas voadoras onde a… Read more »

Bruno Rocha

A respeito da política presidencial e a força aérea do Brasil. A FAB não pode fazer nada caso um novo presidente “prego e chato” seja eleito. Quero dedicar também esse comentário aos meus amigos do BLOG e a ou povo brasileiro. Que Deus nos abençoe.

Bronco1

Mauricio R.

A transição à qual me refiro é a do F-5 para o F-5M, cuja doutrina de emprego é evidentemente diferente da anterior.

O biplace, portanto, assume uma função de instrução avançada que nenhum outro vetor da FAB é capaz de fazer e, talvez, mesmo depois de modernizados não o serão.

Um piloto de A-1, por exemplo, é essencialmente um piloto diferente dos pilotos de F-5 da FAB, ainda que desde a implantação dos primeiros esquadrões de A-29 os pilotos passem por um longo período voando numa unidade operacional antes de operarem aeronaves à reação.

alves pereira

Boa Boite,

Salvo os nossos f-5EM, os demais na minha opinião são ótimos alvos DRONE para prática de defesa anti-aérea.KKKK…

Saudações.

Marcelo Tadeu

Bruno Rocha, por favor, pare de beber este negócio!!!!

Amigos, que disse que o Programa F-X2 foi adiado?

E outro “comprar Mig-31″” Pelo amor de Deus, vamos fazer comentários racionais!!! Ninguém nasce sabendo de tudo, mas , pelo amor de Deus!!!

Será que alguém que diz gostar de aviação não deveria ler sobre o assunto de vez em quando!!! Cada viagem!!!

Caipira

“…Interessante como o Chile, também usuários dos F-5, e anos a luz de qualquer outra força aérea da América Latina…”

(?!???)

Marcelo Tadeu

Outra besteira que disseram!!! O Chile é muito inteligente, compraram 10 Caixas-pretas novinhas, mais 16, sei lá, usadas, sem nenhuma transferência de tecnologia, nem total domínio dos software, tudo por um punhado de Cobre, Vinho (muito bom ,diga-se de passagem e Pêssegos). Ô Pessoal, os F-5 vão começar a dar baixa daqui há 10 anos, isto é amanhã, praticamente. E a sua modernização visou, sobretudo, preparar a FAB para a arena BVR e glass cockpit,datalink, HMD, etc, assim como o A-1M e ST, pois quando chegar o GRIPEN (Torço pelo RAFALE, mas é o GRIPEN que vai levar) já teremos… Read more »

Mauricio R.

“…F-5 para o F-5M, cuja doutrina de emprego é evidentemente diferente da anterior.” “…instrução avançada que nenhum outro vetor da FAB é capaz de fazer…” “Um piloto de A-1, por exemplo, é essencialmente um piloto diferente dos pilotos de F-5 da FAB,…” Bronco1, Creio eu que vc está confundindo instrução avançada c/ conversão de tipo. Quem vem dos “Terceiros” necessita aprender a voar a jato, a melhorar a sensibilidasde de mãos e pés desenvolvída desde a instrução primária. Conversão de tipo é qndo o piloto vem do A-1/AMX p/ o F-5 ou o Mirage 2000, vc vai ser convertido p/… Read more »

Marcelo Tadeu

Caramba Maurício , pela primeira vez estou concordando contigo!!!

O que será que eu comi no café?? rsrsrsrs

Tb acho que falta aquele empurrãozinho entre o T-29 e o A-1, tanto que os pilotos saem de Natal , vão para os esquadrões do 3º Gav, VOLTAM pra Fortaleza (1º/4º Gav)para serem líder de esquadrilha, voando AT-26 e daí vão para Santa Maria ou Santa Cruz, voar A-1. Há estudos na FAB visando a compra de algum vetor que faça esta ponte: T-50, Alenia A-346, etc. Até uns 12 F-5FM poderiam quebrar o galho,concorda?

Sds,

Tadeu

Marcelo Tadeu em 25 ago, 2009 às 8:30

“E outro “comprar Mig-31″” Pelo amor de Deus, vamos fazer comentários racionais!!! Ninguém nasce sabendo de tudo, mas , pelo amor de Deus!!!”

Caro ‘quase xará’,

menos empáfia por favor…

Marcelo Tadeu

Caro “quase Xará” Tadeu, Pense bem, Sabe quanto custa manter um Mig-31? Não é só comprar, o que nem deve ser tão caro assim, é um avião com tecnologia da década de 80. Agora, manter uma linha se suprimento só para 12 aviões , para aquele motorzão, aviônicos, treinamento, pois deve ser super complexo de operar, etc. É sobre isso que eu falo, podemos comprar até F-22 se os EUA vendesse. Vc vai ver a Venezuela daqui há uns 5 anos, como estarão os SU-30 que eles compraram, metade no chão. Valeu!!! Prazer em te conhecer!! Vc tb é devoto… Read more »

Mauricio R.

“Até uns 12 F-5FM poderiam quebrar o galho,concorda?”

Marcelo Tadeu,

Não acho que necessite de tanto, mas tão somente de uns MB-339.

Marcelo Tadeu

É, esqueci do MB-339, destes tipos que a Malásia adquiriu. Realmente, tá vendo hoje estou concordando com vc em tudo, caramba, o que será que eu comi? rsrsrsr

Nunão

Certamente, Maurício. Aliás, até o tão malhado AT-63 dos argentinos daria conta do recado, se tivesse uma produção um pouquinho melhor que a meia dúzia de três ou quatro que operam. Já os MB-339 têm uma cadeia logística bem consolidada. Eu preferiria um Lift / caça leve em maior quantidade, porque não creio que o F-X2 equipe mais do que uns três esquadrões da FAB, por mais otimista que eu seja. Mas posso estar errado, é claro. Só senti falta de mais comentários por aqui relativos ao post em questão, e não da FAB, falando dos F-5 da ROKAF e… Read more »

Bronco1

Maurício R. Estou falando justamente da última transição, aquela em que os pilotos já estão acostumados a outros vetores e precisam aprender a voar os F-5. Nesse caso, especialmente aqueles que já tem alguma experiência no F-5, mas ainda estão sendi instruídos na capacitação de vôo no vetor modernizado que tem uma doutrina diferente da anterior, uma vez que opera equipamentos eletrônicos, sensores e armas mais modernas. Concordo que precisamos de um LIFT na FAB. Seja ele um treinador avançado ou uma aeronave que reúna as características de um treinador/caça LOW. Mas na atual conjuntura acho improvável. E o mais… Read more »

Bronco1

Nunão, Se eu bem entendi, você quer chamar atenção para o fato de os F-5 estarem sendo substituídos por LIFTs com um preço razoável e uma boa capacidade de combate, enquanto a FAB não fez opção por essa escolha. É essa comparação que você pretendia que fosse feita com o post? Porque se for, como eu disse acima na resposta ao Maurício, eu concordo e defendo essa hipótese, seja pelo custo de compra e utilização do vetor, seja pela padronização dos esquadrões de instrução e os operacionais, seja pela atraente fórmula de High (FX-2) + Low (LIFT), seja pela elevada… Read more »

Nunão

“Bronco1 em 25 ago, 2009 às 20:17 editar Nunão, Se eu bem entendi, você quer chamar atenção para o fato de os F-5 estarem sendo substituídos por LIFTs com um preço razoável e uma boa capacidade de combate, enquanto a FAB não fez opção por essa escolha. É essa comparação que você pretendia que fosse feita com o post?” Bronco1, vamos separar as coisas: Na matéria, estou falando sobre a ROKAF, o intercâmbio com a USAF e citando outras matérias sobre os substitutos dos F-5 naROKAF. E, no meu último comentário, ressaltei que senti falta de comentários a respeito desse… Read more »

Bronco1

Maurício R. Estou falando justamente da última transição, aquela em que os pilotos já estão acostumados a outros vetores e precisam aprender a voar os F-5. Nesse caso, especialmente aqueles que já tem alguma experiência no F-5, mas ainda estão sendi instruídos na capacitação de vôo no vetor modernizado que tem uma doutrina diferente da anterior, uma vez que opera equipamentos eletrônicos, sensores e armas mais modernas. Concordo que precisamos de um LIFT na FAB. Seja ele um treinador avançado ou uma aeronave que reúna as características de um treinador/caça LOW. Mas na atual conjuntura acho improvável. E o mais… Read more »

Bronco1

Mais unidades de F-5 E/F de ocasião para a FAB?

F/A-18E Super Hornet

“Mais unidades de F-5 E/F de ocasião para a FAB?”

Sem chances. Se adquiridos mais F-5s, adeus FX-2. O aumento da frota por aeronaves antigas, deveria estar fora de cogitação na FAB.

Rodrigo Marques

“”Mais unidades de F-5 E/F de ocasião para a FAB?””

Tomara que não! Que venha o Rafale.

Será que calibraram os pneus e limparam o para-brisas também? 🙂

Abs

Bronco1

Existe na FAB a visão de que é necessário ampliar a frota de areonaves de caça e que o F-5M é um vetor que atende às necessidades apesar de ser limitado. Assim, depois dos Jordanianos haviam rumores de que viriam pra cá os Tiger III chilenos que começarão a dar baixa. Ao se confirmar a retirada de serviço dos Sul Coreanos, a FAB contará cum uma frota inteira a preços módicos, podendo ampliar o número de vetores “F” que é um desejo antigo dos esquadrões para facilitar a transição e a adaptação à nova plataforma. Não que eu coadune dessa… Read more »

Leigo

Sou a favor dessa compra …

Para o MUSAL.

Leigo

Se bem que já tem um lá …

frederico augusto marques

Leigo,

No MUSAL tem um F5B, versão biplace não armada do F5A Freedom Fighter.

Fábio Max

É…

…pelo andar do FX-2, são mais F-5 para a FAB.

Primo

Vira essa boca prá lá.

Saravá, vou até no padre me benzer.

Marcelo Tadeu

Nossa! É assim que vcs tratam um avião especial como este???

Gente mal agradecida!!!!

Sds,

joao terba

O Saito falou que a FAB não vai comprar mais F5.
abraço.

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