No dia 7 de fevereiro de 1967, o Saab Viggen fez seu voo inaugural com o piloto de teste Erik Dahlström nos comandos. O Viggen era uma máquina poderosa, um caça com sistema de armas no estado da arte de seu tempo e tornou-se a espinha dorsal da Força Aérea Sueca durante décadas. Entrou em serviço em 1971 e permaneceu na ativa até 2005.

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1 COMMENT

  1. Embora eu seja simpático aos avanços do Viggen, ele me parece um conceito muito ineficiente.
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    O motor, por exemplo, me pareceu inadequado a proposta da aeronave. Não é baseado num motor militar, como aconteceu com seu antecessor, e sim derivado de um motor civil, que teve que ser extensivamente modificado para ser usado no novo projeto. É um motor enorme, 6,23 m de comprimento, 1,03 de largura e 2,350 kg de peso. É o tipo de motor usado em caças de grande porte, como os F-105 e F-106 americanos, mas o Viggen acabou saindo mais pesado e com menor alcance que estes vetores. Inclusive, seu contemporâneo, o MiG-23, possuía motor de mesma potência, mas era mais leve mesmo sendo mais comprido e possuindo geometria variável.
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    A relação peso/tamanho do Viggen é desproporcional a sua carga paga e alcance. O Mirage F.1, por exemplo, é menor, carrega a mesma coisa e tem mais alcance, além de ser mais ágil e mais barato.
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    Dos 3 caças de 3ª geração surgidos no começo dos anos 70, o Mirage F.1, MiG-23 e o Viggen, este foi o único a não conseguir clientes externos.
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    No fim das contas, os suecos perceberam que não podiam mais manter a força que tinham na época do Draken (600 caças!) com o Viggen e aperfeiçoaram o conceito com o Gripen, fazendo a mesma coisa com uma fração do peso, tamanho e custos do Viggen, perdendo apenas um pouco de aceleração mas ganhando muito em agilidade e flexibilidade da plataforma, sem falar nos custos de operação ridiculamente menores.

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