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Caças Super Hornet australianos partem para o Oriente Médio

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Caça Super Hornet australiano parte para o Oriente Médio - foto Min Def Australia

Também seguiram aeronaves E-7A Wedgetail e KC-30A, respondendo a decisão do Governo da Austrália de se preparar para contribuir aos esforços internacionais de combate ao Estado Islâmico, no Iraque

Imagens divulgadas pelo Ministério da Defesa da Austrália neste domingo, 21 de setembro, mostram o principal contingente da Força Aérea Real Australiana partindo para o Oriente Médio, a partir das bases de Amberley e Williamtown. No total, cerca de 600 integrantes compõem o destacamento australiano que parte para a região, em preparação para responder a futuras decisões do Governo da Austrália relacionadas ao conflito em andamento no Iraque.

Tripulantes de Super Hornet australiano preparam-se para partir para o Oriente Médio - foto Min Def Australia

Caças Super Hornet australiano partem para o Oriente Médio - foto Min Def Australia

As aeronaves incluem caças F/A-18F Super Hornet, um avião multitarefa de reabastecimento em voo e transporte (MRTT) KC-30A e um de alerta aéreo antecipado e controle (AEW&C) E-7A Wedgetail. O desdobramento se segue a decisão do Governo da Austrália em se preparar para contribuir aos esforços internacionais para combater e degradar os combatentes do Estado Islâmico.  Em nota anterior, o ministério havia informado que até oito caças Super Hornet integrariam o contingente.

Tripulantes de Wedgetail australiano preparam-se para partir para o Oriente Médio - foto Min Def Australia

AEW&C Wedgetail australiano parte para o Oriente Médio - foto Min Def Australia

KC-30A australiano parte para o Oriente Médio - foto Min Def Australia

FONTE / FOTOS: Ministério da Defesa da Austrália (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

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Marcos
Marcos
6 anos atrás

Onde está Puthânfia, a quinta economia global?

Carlos
6 anos atrás

Quem tem …… tem ……

SH (sniff…) MRTT (sniff) …..

Quem tem …… tem ……

Com três tanques extras.

“Tanqueiros” de plantão, prato cheio …… (rs).

Carlos
6 anos atrás

Mandamos o quê ?

Infantes PQD, UAE’s, BOE, Fuzileiros etc …. ?

Vão de quê ?

C 105 Amazonas ?

A 1M ?

F 5M ?

Somos terceiro mundo e ponto.

Esse papo de emergente, BRICS, Grupo dos 10, dos 12, dos 20, UNASUL ….. e por ai vai ….. é coisa de _________ e ponto final.

COMENTÁRIO EDITADO

Vader
6 anos atrás

Qualé gente, querer comparar Austrália com Brasil é que nem comparar Ferrari com Fuscão.

Um é um país sério, de verdade. O outro não.

Simples assim.

Mauricio R.
Mauricio R.
6 anos atrás

Interessante, p/ bater no IE, ISIS, o raio que os parta desde que use turbante; tem.
Agora p/ ajudar a Ucrânia, não tinha não.

Marcos
Marcos
6 anos atrás

Santana:

Assisti os 5’37” do vídeo chinês, já o vídeo brasileiro assisti até os 42″, depois fiquei com vergonha.

Marcos
Marcos
6 anos atrás
Baschera
Baschera
6 anos atrás

“A Austrália recebeu convite dos EUA e do Iraque para se juntar à coalizão…”

Leia-se $$$$$$$$ … muita grana !!

E/ou terá contratos multimilionários aprovados pelo governo do Iraque… como “compensação”.

Assim funciona o mundo.

E nós ?? Bem…. eu não mexeria neste vespeiro… nem acho que valeria o “preço” que os EUA e os Iraquianos podem pagar… até porque, não teríamos nem o que mandar para lá.

Sds.

Ozawa
Ozawa
6 anos atrás

O Nunão está certo quanto à (im)pertinência da atuação brasileira contra o EI por não ser nossa “área de influência”. Note-se que até o Reino Unido está refratário em enviar algo para lá que não sejam reféns ingleses pra serem decapitados diante das câmeras ou extremistas para fazerem parte do EI… Ou seja, sua participação já é mais que ativa por lá… Mas, cá entre nós, o que é hoje uma “área de influência brasileira…” ? Eu disse área de influência mesmo, não me exemplifiquem com Haiti, Angola… Seria, ou deveria ser, a AL, mas tem sido mesmo um área… Read more »

Ozawa
Ozawa
6 anos atrás

Em que pese tenha posto a expressão “área de influência” entre espas em meu comentário, fazendo alusão a post do Nunão, não foi uma referência direta de seu comentário, que usou a expressão “interesse estratégico”. Quis equivaler ambas expressões.

Marcos
Marcos
6 anos atrás

De fato! O Brasil, em tese, não tem nada a ver com o E.I. Nem com o Afeganistão.

A questão essencial é: não temos o que mandar!

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

Eh! O Brasil não tem nada a ver com o EI. Vamos deixar por conta dos americanos nos safar de mais essa e no processo vamos sair incólumes e posar de pacifistas e afastar os homens bomba de nosso território e ainda continuar a meter o pau nos imperialistas e nos sionistas.
Se brincar o Itamaraty ainda vai achar que o Ocidente está reagindo de forma desproporcional, afinal só cortaram a cabeça de 3 ocidentais.
Não temos nada a ver com o que acontece no mundo. Somos o Brasil-sil-sil.

juarezmartinez
juarezmartinez
6 anos atrás

Eu tenho uma visão um pouco diferente: Se, e somente se , tivessemos os hoje a mínima capacidade transporte estratégico dentro da FAB, e se tivessemos equipagens com doutrina melhorada, armamento moderno em quantidade e principamente $$$$ com apoio do Tio Sam seria uma oportunidade ímpar para utilizar os ST com apoio de um E 99. Seria além de tudo um ótimo comercial de venda dos produtos, mas infelizmente estamos aonde estamos e por aqui permaneceremos, não importa se o conflito for no Oriente Médio, na África, na América Latina ou em Cacimbinhas do Norte, dada a nossa incompetência tradicional.… Read more »

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

Maurição e Nunão (zão), As pretensões russas na Ucrânia são eminentemente de geopolítica local, já o EI e suas pretensões têm conotação global. Podemos até não nos meter na prática mas pelo menos era para termos uma posição clara a respeito assim como tivemos no caso da resposta israelense na Faixa de Gaza, ao invés de mais uma vez implementarmos a política do avestruz e enfiarmos a cabeça dentro da terra fingindo que nada está acontecendo no mundo. Eu de minha parte, como cidadão brasileiro prestes a ir às urnas escolher quem nos governará nos próximos quatro anos gostaria de… Read more »

Joner
Joner
6 anos atrás

Gostei muito da idéia do juarezmartinez;
“uma oportunidade ímpar para utilizar os ST com apoio de um E 99. Seria além de tudo um ótimo comercial de venda dos produtos,”.
Com apoio dos EUA e de Israel, a FAB podeira fazer parte dos trabalhos por lá, por uma fração do preço das outras forças, desde que, houvesse bases dentro do alcance dos A-29 e alguns SH dando uma cobertura no ambiente ar-ar.
Quanto a munição, … não temos muitas, quase nada na verdade…
Mas a idéia é muito interessante.

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

Joner,
Isso jamais ocorrerá!
A atuação crítica e severa da política internacional brasileira só se volta de forma peculiar contra os excessos dos imperialistas e sionistas.
Nisso somos mestres. Sabemos escolher os inimigos.
O Itamaraty e o atual governo não é bobo de se meter com os turbantinhos e pra aparecer prefere crescer e posar de galo pra cima dos tolerantes imperialistas porque sabe que não vai levar um balaço no meio da testa.
O máximo que iremos fazer no âmbito militar será mesmo compor as forças de paz da ONU em algum canto remoto do planeta, esquecido por Deus.

juarezmartinez
juarezmartinez
6 anos atrás

Joner, tudo isto que eu disse só valeria se tivessémos um povo sério, politicos sérios e uma nação que tenha o respeito da comunidade internacional, mas como o o Bosco disse, esta gente esta mais preocupada em defender terrostias, assassinos, contabandistas, cocaleiros, bancar o oprimido “peluzamericanu”.
A propósito isto aqui nem cara de país tem mais, é um bando de gente fazendo o que bem entende e cada por si….

Grande abraço

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

Na verdade a política externa brasileira e q

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

Na verdade a política externa brasileira é que nem fantasma, sabe pra quem aparecer e assustar.

Mauricio Silva
Mauricio Silva
6 anos atrás

Prezados, boa noite. O que o Brasil teria a ganhar, efetivamente, participando de uma missão de ataque ao EI? Faço a pergunta de forma séria, deixando de lado os rompantes anti-brasileiros fartametne citados em posts anteriores. Todos países envolvidos na ação tem, de forma clara e facilmente identificada, motivos para se beneficiar (e quando falo de benefícios, não me refiro a coisas pouco tangíveis, como “preservação da dignidade humana”, ou qualquer outra “ladaínha” pseudo humanitária, lugar comum em mais de um meio de comunicação). Quais seriam os “benefícios” para o Brasil? Posar de potência alinhada a filosofia da aliança ocidental… Read more »

juarezmartinez
juarezmartinez
6 anos atrás

Olha Mauricio, eu discordo veementemente da tua linha de pensamento. O TO lá favoreceria a utilização de uma aeronave com as caracteristicas do ST, que é COIN por natureza e traria sim aos olhos de varios países que hoje estão mobilizando aeronaves de alta performance e alto custo operacional para esta missão. Ao contrário da tua afirmação, o mercado militar não pertence” auzamericanu”,aos impiedosos judeus e aos ex parceiros estratégicos Franceses, ele pertence a quem tem produto, competência e pós venda. Interessante tu fazeres uma afirmação que o oriente médio não faz parte dos eixo de interesse do Brasil, a… Read more »

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

A nossa política externa extremamente pró-brasileiros e altamente patriótica parte do princípio que sendo boazinha com ditadores e terroristas não será molestada, mesmo porque há quem faça o serviço sujo no seu lugar. Torcem pela derrocada do império americano e para que o Dragão Chinês tome seu lugar na vã esperança que o Brasil permanecerá intocado comendo feijoada enquanto o mundo todo come arroz na cumbuquinha com pauzinho. Fundamentalismo islâmico disseminando a Sharia pelo mundo? Ora! Quando eles dominarem o mundo o Brasil será o paraíso cristão intocado com seus 10000 santos e mais de 50000 terreiros de umbanda ou… Read more »

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

Há dois bons motivos para que, caso tivéssemos condições de fazê-lo, apoiemos os países ocidentais nessa luta contra o EI. O primeiro é que se a Sharia aportar por essas bandas, nossas leis extremamente tolerantes e relativas irão pro brejo. Nossos governantes e autoridades de modo geral deveriam temer essa possibilidade e se postarem mais ao lado das “democracias” ocidentais já que é o deles que está na reta. Em segundo lugar, duvido muito que se atrairmos o terrorismo por apoiarmos os países ocidentais na luta contra o EI ou coisa que o valha haverá alguma mudança significativa nas já… Read more »

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
6 anos atrás

Concordo com o Juarez, seria uma ótima vitrine para os Super Tucano e E99, além de estarmos contribuindo com a aniquilação destes fanáticos. Seriam instrumentos perfeitos pra a região e a função proposta.
E para os que acham que os brasileiros são “mansinhos”, que não se envolvem com isso:

http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/brasileiro-esta-combatendo-pelo-estado-islamico-ha-dois-anos,d554b3073ca98410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html

Iväny Junior
6 anos atrás

Caros Existe toda a questão do terrorismo sim. Com o envolvimento de todos os players. Em momentos distintos, EUA e a antiga URSS apoiaram a formação de grupos guerrilheiros para fazerem o trabalho sujo por eles. Isso foi do afeganistão ao oriente médio. O osama bin laden e um médico egipcio que me esqueci agora, receberam grana dos EUA para ajudar a expulsar a URSS do afeganistão (de onde se formou o talebã) fazendo lavagem cerebral nas crianças, bem como, foram apoiados pelos russos na guerra irã-iraque, guerra do golfo e diversos conflitos diários. O problema do oriente médio, principal,… Read more »

Phacsantos
Phacsantos
6 anos atrás

Eu acho que as FAs brasileiras poderiam atuar na África, participando mais ativamente da resolução de conflitos nesse continente que é o berço étnico/cultural de METADE de nossa população!

Temos muito a contribuir com o desenvolvimento africano. E eu digo CONTRIBUIR mesmo, não explorar a desgraça alheia!

O Oriente Médio que fique a cargo apenas da diplomacia brasileira.

wfeitosa
wfeitosa
6 anos atrás

Na minha modesta opinião, acho que não teríamos grandes benefícios em uma eventual participação nesta peleja ….

Considerando que não temos a cultura, equipamentos e nem as capacidades pra lidar internamente com atos de terrorismo, traríamos um problema considerável pra dentro de casa …

vejam o que o estadão mostra hoje:

http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,ei-pede-ataques-contra-cidadaos-da-coalizao-liderada-pelos-eua,1564215

Abraços.

Joner
Joner
6 anos atrás

Mauricio, seu comportamento e opinião condiz com a realidade de nós brasileiros, um povo covarde, sem ideologia, bitolado e sem cultura. Uma nação onde pais faziam seus filhos casarem para não irem à guerra, quer exemplo maior de covardia que esse? Dizer que o Brasil não deve se meter nesses conflitos com medo de atentados por aqui é ser COVARDE! Somos covarde por natureza, corruptos por natureza, e não vejo uma mudança no cenário, infelizmente… De que espécie são nossos políticos corruptos? São da sua espécie, da minha, da nossa, pois infelizmente, esta em nosso DNA. O Brasil é a… Read more »

Guizmo
Guizmo
6 anos atrás

O que me chama a atenção nesse post é a capacidade de desdobramento dos SH e outros aviões da RAAF.

Prova que para manter presença geopolítica alhures, não é necessário ter porta-aviões…

Abs

Eder Albino
Eder Albino
6 anos atrás

Sobre o deslocamento dos Hornets, quantos revo é necessário até a chegada ao seu destino?

Baschera
Baschera
6 anos atrás

Quem disse que não temos brasileiros nas filas do EI ??
Além do mais, somos muito mais assassinos do que eles….aqui matamos por uma trouxinha de drogas de $10 paus…

Voltando ao tópico:

Eu estive analisando a ideia, ótima por sinal, do Juarez de uma hipótese em se mandar um esquadrão de ST com apoio dos R-99 para o TO ao qual a matéria de refere….

Conclusão: Esqueçamos…. nem vou me atrever a contar e descrever os meios que não temos para cumprir a missão.

Sds.

Joner
Joner
6 anos atrás

Outro asunto importante: Como ficam as despesas nestas operações? Cada nação banca seus contingentes e meios utilizados, ou alguns pagam mais que outros?
Por exemplo, se SH australianos vão bombardear, quem vai fornecer as bombas, combustível e etc?

Sds.

juarezmartinez
juarezmartinez
6 anos atrás

Guizmo 22 de setembro de 2014 at 13:15 #

O que me chama a atenção nesse post é a capacidade de desdobramento dos SH e outros aviões da RAAF.

Prova que para manter presença geopolítica alhures, não é necessário ter porta-aviões…

Abs

Meu caro Guizmo! Todo mundo sabe disto, até meu cachorro, o Billy sabe, somente o admiral Moon e a “Never Navy” que não sabem , a própósito guizmo, é pior ainda, eles não sabem que não bem.

Grande abraço

Guizmo
Guizmo
6 anos atrás

Pois é Juarez, uma pena…..

Abs