As imagens abaixo, capturadas do Google Earth, mostram vários tipos de aviões militares americanos estocados no 309th Aerospace Maintenance and Regeneration Group (AMARG), localizado na Base Aérea de Davis-Monthan, Tucson, Arizona. O local é conhecido como “cemitério de aviões”.
A quantidade de caças F-16 da primeira foto, é muito maior que o número de F-5s da FAB.
17 de outubro de 2008,
em Curiosidade, Foto,
por Alexandre Galante
88 Comentários to “O lixo de uns é o luxo de outros”





Essa frase “O lixo de uns é o luxo de outros” vai ficar na história.
RSrs…
Existe outra que diz “Quem pode, pode. Quem não pode, se sacode, ou se vira como pode”.
Até que nós estamos nos virando bem e conseguimos fazer milagres com certos lixos. Assim mesmo, defendo que deveriamos “Poder” mais do que achamos ou nos submetemos em “poder”.
Essa frase “O lixo de uns é o luxo de outros” vai ficar na história.
RSrs…
Existe outra que diz “Quem pode, pode. Quem não pode, se sacode, ou se vira como pode”.
Até que nós estamos nos virando bem e conseguimos fazer milagres com certos lixos. Assim mesmo, defendo que deveriamos “Poder” mais do que achamos ou nos submetemos em “poder”.
“lixo” entre aspas…na verdade várias dessa células estão em ótimas condições e podem ser colocadas em operação em um curto período de tempo.
Se lembram que após os ataques de 11 de setembro várias aviões comerciais foram para o deserto? Pois as pessoas tinham medo de voar…tinha aviões que mal tinham entrado em operação e foram pro “cemitério de aviões”, hoje já voltaram a voar.
Levanto uma questão, na Base do Cachimbo, ao leste da pista tem uma clareira com o que parece ser Mirages e F-5′s alguém explica??
Abraços!
“lixo” entre aspas…na verdade várias dessa células estão em ótimas condições e podem ser colocadas em operação em um curto período de tempo.
Se lembram que após os ataques de 11 de setembro várias aviões comerciais foram para o deserto? Pois as pessoas tinham medo de voar…tinha aviões que mal tinham entrado em operação e foram pro “cemitério de aviões”, hoje já voltaram a voar.
Levanto uma questão, na Base do Cachimbo, ao leste da pista tem uma clareira com o que parece ser Mirages e F-5′s alguém explica??
Abraços!
Concordo com o Diego, muitas destas celulas fariam qualquer pais de médio porte virar uma potencia aérea regional facilmente. O caso dos F-5 da FAB são um bom exemplo de celulas antigas que podem receber novas tecnologias e ainda prestarem bons serviços (dentro das suas limitações), imaginem se fossem F-16, ou até mesmo F-4 (com novo motor), C-130 etc.
Mas ainda prefiro aviões novos e que as compra de prateleiras sejam feitas em casos extrema urgência.
Concordo com o Diego, muitas destas celulas fariam qualquer pais de médio porte virar uma potencia aérea regional facilmente. O caso dos F-5 da FAB são um bom exemplo de celulas antigas que podem receber novas tecnologias e ainda prestarem bons serviços (dentro das suas limitações), imaginem se fossem F-16, ou até mesmo F-4 (com novo motor), C-130 etc.
Mas ainda prefiro aviões novos e que as compra de prateleiras sejam feitas em casos extrema urgência.
E ainda tem gente entusiasmado com a possibilidade de aquisição por parte da marinha brasileira dos F/A 18 hornet… meu Deus, que espírito de pobre querer receber lixo descartado e ainda se submeter às conveniências e restrições americanas. Tem que se pensar grande SIM !!!! RAFALE na FAB e na MARINHA !!!! A aquisição desses meios por parte do Brasil é um investimento, não é uma despesa. Só uma plataforma de petróleo passa da casa do bilhão de dólares. O petróleo a ser explorado ainda não há uma estimativa da fortuna debaixo do mar. O nosso patrimônio é muito mais valioso do que “apenas” 120 RAFALE para a FAB e 18 para a MARINHA. Meios de defesa modernos são prioridade.
E ainda tem gente entusiasmado com a possibilidade de aquisição por parte da marinha brasileira dos F/A 18 hornet… meu Deus, que espírito de pobre querer receber lixo descartado e ainda se submeter às conveniências e restrições americanas. Tem que se pensar grande SIM !!!! RAFALE na FAB e na MARINHA !!!! A aquisição desses meios por parte do Brasil é um investimento, não é uma despesa. Só uma plataforma de petróleo passa da casa do bilhão de dólares. O petróleo a ser explorado ainda não há uma estimativa da fortuna debaixo do mar. O nosso patrimônio é muito mais valioso do que “apenas” 120 RAFALE para a FAB e 18 para a MARINHA. Meios de defesa modernos são prioridade.
Antonio,
realmente, sou plenamente a favor da aquisição de meios operacionais ” zero bala” para as FFAA, mas, enquanto não chegam, nos viramos como podemos com F-5 mesmo.
Ah, se viessem os da Suíça, poderíamos formar um novo esquadrão, desta vez no norte do Brasil.
Antonio,
realmente, sou plenamente a favor da aquisição de meios operacionais ” zero bala” para as FFAA, mas, enquanto não chegam, nos viramos como podemos com F-5 mesmo.
Ah, se viessem os da Suíça, poderíamos formar um novo esquadrão, desta vez no norte do Brasil.
O Chile já está com 44 F-16,quase igual em número aos nossos F-5
O Chile já está com 44 F-16,quase igual em número aos nossos F-5
Veja como é a mentalidade deles, americanos… Um míssil de cruzeiro, o Tomahawk, custa por volta de um milhão de doletas… Caro? Pensem agora em quanto a marinha americana economiza com a utilização de um míssil desses, durante um conflito real! E quanto ela economiza devido ao poder dissuatório dessa arma.
Eles são uma nação rica?? Verdade… mas, mais do que isso, eles calculam não só o custo unitário de um armamento ou o custo da manutenção deste e sim, o quanto vão economizar em meios e vidas humanas!! Se precisam ter 60 Aleigh Burke?? mandam fazer….Mais trocentos caças navais?? pode encomendar!!! Nós nao temos o orçamento de defesa deles, mas poderíamos começar a pensar como eles!!
Veja como é a mentalidade deles, americanos… Um míssil de cruzeiro, o Tomahawk, custa por volta de um milhão de doletas… Caro? Pensem agora em quanto a marinha americana economiza com a utilização de um míssil desses, durante um conflito real! E quanto ela economiza devido ao poder dissuatório dessa arma.
Eles são uma nação rica?? Verdade… mas, mais do que isso, eles calculam não só o custo unitário de um armamento ou o custo da manutenção deste e sim, o quanto vão economizar em meios e vidas humanas!! Se precisam ter 60 Aleigh Burke?? mandam fazer….Mais trocentos caças navais?? pode encomendar!!! Nós nao temos o orçamento de defesa deles, mas poderíamos começar a pensar como eles!!
Aqui nos Estados Unidos estao renomeando esse deposito de avioes . Brevemente vai se chamar: Latin American Air Forces Arms Super Shopping Center.
Aqui nos Estados Unidos estao renomeando esse deposito de avioes . Brevemente vai se chamar: Latin American Air Forces Arms Super Shopping Center.
Antonio, mandou bem!!!
É isso que penso também, se o Brasil quer ser respeitado, tem que se impor e tem que investir alto, sim. Caso contrário, os nossos vizinhos vão continuar nos afrontando (diga-se de passagem que parece que há um coplô contra o Brasil) começou com o gás da Bolívia; não se deu o devido valor!!! Agora todo mundo quer tirar uma casquinha do Brasil.
Tem que se pensar grande e “tirar o escorpião do bolso” ANTES QUE SEJA TARDE.
Tem dinheiro e não quer gastar em nosso benefício???
O Brasil tá igual um cidadão que tem dinheiro na conta mas a casa dele não tem nem muro. Aí vem o infeliz de um ladrão rouba, mata, destroi, pega o cartão bancário saca o dinheiro e deixa o camarada lamentando na miséria.
Um abraço a todos!!!
Antonio, mandou bem!!!
É isso que penso também, se o Brasil quer ser respeitado, tem que se impor e tem que investir alto, sim. Caso contrário, os nossos vizinhos vão continuar nos afrontando (diga-se de passagem que parece que há um coplô contra o Brasil) começou com o gás da Bolívia; não se deu o devido valor!!! Agora todo mundo quer tirar uma casquinha do Brasil.
Tem que se pensar grande e “tirar o escorpião do bolso” ANTES QUE SEJA TARDE.
Tem dinheiro e não quer gastar em nosso benefício???
O Brasil tá igual um cidadão que tem dinheiro na conta mas a casa dele não tem nem muro. Aí vem o infeliz de um ladrão rouba, mata, destroi, pega o cartão bancário saca o dinheiro e deixa o camarada lamentando na miséria.
Um abraço a todos!!!
Antonio,
Os F/A-18 que estao concorrendo no FX-2 sao F/A-18 E/F Super Hornet novos em folha e nao F/A-18A/B/C/D como vc esta pensando.
sds.
Antonio,
Os F/A-18 que estao concorrendo no FX-2 sao F/A-18 E/F Super Hornet novos em folha e nao F/A-18A/B/C/D como vc esta pensando.
sds.
Já que o assunto aqui está mais pra Museu que pra outra coisa…acabei de ler no site do Museu “Asas de um Sonho”, que fica na cidade de São Carlos (aliás, um belo museu…quem ainda não conhece, vale a pena conhecer) o seguinte informe:
“É com muita alegria que anunciamos a intenção da nossa FAB em doar algumas aeronaves que fizeram história naquela instituição para o museu. Estamos falando de:
Um de Havilland Bufallo
Um Caça Mirage
Um Caça F-5
Um HS-125
Um Helicóptero H-1H”
o link da informação é esse: http://www.museutam.com.br/smt/jsp/default.jhtml?adPagina=445&adArtigo=11916
Bem, embora o site do museu não informe isso, mas certamente o Mirage que a FAB estará doando é um F-103, já aposentado. Mas fiquei intrigado com o F-5. A FAB vai doar um F-5 pro Museu? Coisa estranha, pensei que a FAB estava querendo manter todos os seus F-5, ao menos por mais um bom tempo…Não entendi essa parte!!! Não mesmo…
Alguém tem mais alguma informação sobre isso?
abraços a todos
Já que o assunto aqui está mais pra Museu que pra outra coisa…acabei de ler no site do Museu “Asas de um Sonho”, que fica na cidade de São Carlos (aliás, um belo museu…quem ainda não conhece, vale a pena conhecer) o seguinte informe:
“É com muita alegria que anunciamos a intenção da nossa FAB em doar algumas aeronaves que fizeram história naquela instituição para o museu. Estamos falando de:
Um de Havilland Bufallo
Um Caça Mirage
Um Caça F-5
Um HS-125
Um Helicóptero H-1H”
o link da informação é esse: http://www.museutam.com.br/smt/jsp/default.jhtml?adPagina=445&adArtigo=11916
Bem, embora o site do museu não informe isso, mas certamente o Mirage que a FAB estará doando é um F-103, já aposentado. Mas fiquei intrigado com o F-5. A FAB vai doar um F-5 pro Museu? Coisa estranha, pensei que a FAB estava querendo manter todos os seus F-5, ao menos por mais um bom tempo…Não entendi essa parte!!! Não mesmo…
Alguém tem mais alguma informação sobre isso?
abraços a todos
Ainda estamos modernizando os F-5…não acabamos de comprar alguns da Jordânia?…Fiquei intrigado com essa história de doar um F-5 ao museu de São Carlos…nada contra este museu, muito pelo contrário, já visitei e gostei muito do que vi por lá…mas…
É isso que dá a gente ficar falando que só temos peças de museu nas FAs!!! O pessoal dos museus estão levando isso ao pé da letra…rs.rs.rs.
brincadeiras á parte, alguém sabe se temos algum F-5 em estado tão calamitoso que não sirva nem pra modernizar e nem pra voar, e que portanto possa ser doado ao Museu?
abraços a todos
Ainda estamos modernizando os F-5…não acabamos de comprar alguns da Jordânia?…Fiquei intrigado com essa história de doar um F-5 ao museu de São Carlos…nada contra este museu, muito pelo contrário, já visitei e gostei muito do que vi por lá…mas…
É isso que dá a gente ficar falando que só temos peças de museu nas FAs!!! O pessoal dos museus estão levando isso ao pé da letra…rs.rs.rs.
brincadeiras á parte, alguém sabe se temos algum F-5 em estado tão calamitoso que não sirva nem pra modernizar e nem pra voar, e que portanto possa ser doado ao Museu?
abraços a todos
Reciclagem de lata velha é com a gente mesmo!
Reciclagem de lata velha é com a gente mesmo!
É engraçado o pensamento de alguns! Se a marinha comprar o hornet para substituir os modernos caças que dispõe é uma falta do que fazer. Dispomos de recursos ilimitados! Estamos cercados de inimigos que se armam com o que tem de mais moderno. Acordem!!
Não temos dinheiro muitas vezes nem pra exercicio de tiro real. Nos falta muitas vezes grana pro rancho. A cada dia oficiais altamente preparados deixam as forças para assumir empregos civis bem mais remunerados.
Ainda falam em sub atomicos, caças de última geração… Cade o plano de defesa que iria ser apresentado no dia 7 de setembro? foi adiado!!!
Acho que se a fab optar pelo Super Hornet e a marinha resolver comprar o Hornet dos estoques da marinha americana para substituir os A4 estaremos muito bem resolvidos.
É engraçado o pensamento de alguns! Se a marinha comprar o hornet para substituir os modernos caças que dispõe é uma falta do que fazer. Dispomos de recursos ilimitados! Estamos cercados de inimigos que se armam com o que tem de mais moderno. Acordem!!
Não temos dinheiro muitas vezes nem pra exercicio de tiro real. Nos falta muitas vezes grana pro rancho. A cada dia oficiais altamente preparados deixam as forças para assumir empregos civis bem mais remunerados.
Ainda falam em sub atomicos, caças de última geração… Cade o plano de defesa que iria ser apresentado no dia 7 de setembro? foi adiado!!!
Acho que se a fab optar pelo Super Hornet e a marinha resolver comprar o Hornet dos estoques da marinha americana para substituir os A4 estaremos muito bem resolvidos.
Hornet, deve ser um F-5B que vai ser doado e não F-5E.
Hornet, deve ser um F-5B que vai ser doado e não F-5E.
Também acho, Manfred. Dos cinco F-5B que ficaram anos aguardando destino no PAMA-SP depois de descarregados pelo 1ºGAvCa, sei que pelo menos dois foram restaurados e pintados nas cores originais.
Um (FAB 4800) foi para o MUSAL e o outro (4802) nos últimos anos tem aparecido em exposição no PAMA-SP, durante os domingos aéreos, pro pessoal subir na cabine e tirar foto.
Agora, não sei se é esse avião que vai pro Museu da TAM ou se mais algum foi restaurado pra isso, ou mesmo se vão doar algum ainda não restaurado pra equipe de restauração do “Asas de um Sonho” fazer o serviço.
Também acho, Manfred. Dos cinco F-5B que ficaram anos aguardando destino no PAMA-SP depois de descarregados pelo 1ºGAvCa, sei que pelo menos dois foram restaurados e pintados nas cores originais.
Um (FAB 4800) foi para o MUSAL e o outro (4802) nos últimos anos tem aparecido em exposição no PAMA-SP, durante os domingos aéreos, pro pessoal subir na cabine e tirar foto.
Agora, não sei se é esse avião que vai pro Museu da TAM ou se mais algum foi restaurado pra isso, ou mesmo se vão doar algum ainda não restaurado pra equipe de restauração do “Asas de um Sonho” fazer o serviço.
É o que o Manfred disse aí em cima.
Havia um lote de F5B e F5F que estavam em desuso, porque a FAB só opera F5E(s) hoje em dia.
Um F5F está no MUSAL e talvez um F5B ou outro F5F seja doado para o Museu da TAM.
É o que o Manfred disse aí em cima.
Havia um lote de F5B e F5F que estavam em desuso, porque a FAB só opera F5E(s) hoje em dia.
Um F5F está no MUSAL e talvez um F5B ou outro F5F seja doado para o Museu da TAM.
Sobre possível desativação de algum F-5E: não tenho certeza se a perda por acidentes nesses mais de 30 anos de operação foi de 13, 14 ou 15 unidades (fora um F-5B que não estou contando). Como a FAB recebeu 36 F-5E no primeiro lote (novos) e 26 F-5 E/ F no segundo lote (usados), a soma antes dos jordanianos dá 62. Conforme as perdas tenham sido 13, 14 ou 15 (sinceramente não lembro mais, e estou sem tempo pra pesquisar isso agora), pode haver alguma célula desativada.
Enfim, alguém com rigoroso espírito pesquisador (fundamental) e tempo sobrando (mais ainda) pode conferir isso, porque de memória assim não posso afirmar categoricamente.
Sobre possível desativação de algum F-5E: não tenho certeza se a perda por acidentes nesses mais de 30 anos de operação foi de 13, 14 ou 15 unidades (fora um F-5B que não estou contando). Como a FAB recebeu 36 F-5E no primeiro lote (novos) e 26 F-5 E/ F no segundo lote (usados), a soma antes dos jordanianos dá 62. Conforme as perdas tenham sido 13, 14 ou 15 (sinceramente não lembro mais, e estou sem tempo pra pesquisar isso agora), pode haver alguma célula desativada.
Enfim, alguém com rigoroso espírito pesquisador (fundamental) e tempo sobrando (mais ainda) pode conferir isso, porque de memória assim não posso afirmar categoricamente.
Fábio, pelo que sei só os F-5B foram desativados. Os F5-F não, muito pelo contrário: a compra dos jordanianos foi feita justamente pra aumentar a dotação dos F.
Fábio, pelo que sei só os F-5B foram desativados. Os F5-F não, muito pelo contrário: a compra dos jordanianos foi feita justamente pra aumentar a dotação dos F.
Se a Índia (que é tida como um país emergente e tem os mesmos problemas socias que o nosso) justifica o seu crescente e efetivo investimento em defesa com a disputa pelo região da Caxemira com o Paquistão, ao Brasil não faltam argumentos para começar a traçar um novo modelo de defesa. Junta-se agora à já tão conhecida cobiça pela Amazônia brasileira por parte de potências estrangeiras a imensa riqueza encontrada na Amazônia Azul. A camada pré-sal de petróleo necessita de recursos astronômicos apenas para se desenvolver tecnologias para se começar a exploraçãoo em si. Cada plataforma exploradora desse petróleo custa acima de 2 BILHÕES de dólares. E é sabido que a PETROBRÁS necessita, durante o período de exploração, de pelo menos 3 DEZENAS delas, o que dá por baixo um valor de R$ 60 BILHÕES de DÓLARES só em estrutura física (plataforma petrolífera).
Agora existir pessoas defendendo a aquisição de caças americanos F/A 18 hornet para a marinha e caças F/A-18E/F super hornet para a FAB é, no mínimo, estranho, para não dizer sem fundamento. Restrições políticas e materiais são uma constante por parte do governo americano para aqueles países que fazem uso de material de emprego militar MADE IN USA. Além do mais trata-se de um produto antigo e que não admite atualizações por um período tão longo quanto o que a nossa força aérea pretende usar (em torno de 30 anos). Mesmo que os exemplares pra FAB (os F/A-18 E/F) sejam novos, não justifica um investimento tão grande num avião tão antigo e com severas restrições de uso.
A desclassificação do produto russo (sukhoi 35) para o projeto F-X era mais do que esperada. Não pelo avião em si, que é uma ótima plataforma de combate, com todas as vantagens técnicas desse super caça, mas por uma indústria que não prima por transparência. A indústria russa é conhecida por responder ao request for information
de forma evasiva, sem assumir compromissos por escrito e, portanto, sem compromisso com entrega de peças de reposição, manutenção e, principalmente, prazos de entrega.
A FAB fez exigências claras, objetivas, específicas e concretas no RFI, típicas de país de 1º mundo.
O produto francês é o mais adquado aos propósitos apresentados pela FAB. Já é usado aviões do mesmo fabricante em nosso país, pelo que se sabe o fabricante se dispõe a fornecer parte da tecnologia empregada na construção do avião, abrindo inclusive os códigos-fonte da aeronave e o melhor de tudo é a possibilidade de unformização de uso na FAB e na MARINHA. A comunialidade de treinamento, peças, doutrina de emprego é extremamente importante num país que não dispõe de tantos recursos. Por tudo isso, o caça francês RAFALE é o franco favorito para vencer a concorrência do F-X.
Com a possibilidade de usar armamento nacional como o míssil A DARTER, o míssil anti-radiação (M.A.R.), o futuro míssil anti-navio que, segundo bastidores, já começou a ser pensado, seria uma plataforma muito coerente com as necessidades brasileiras.
Acredito também que o país deveria dar um recado de independência e força às potências da OTAN. A aquisição de um esquadrão aéreo de combate naval seria de fundamental importância para a proteção da área de 4.451.766 km quadrados que corresponde à nossa Amazônia Azul. O avião SUKHOI 34 seria ideal. Primeiro porque não dependeríamos, nesse caso, daqueles que mais cobiçam nossas riquezas: as potências da OTAN. Segundo porque é um avião reconhecidamente construído para combater meios navais reduzindo significativamente a desigualdade de uma marinha inferior em termos numéricos e tecnológicos. Terceiro porque politicamente mandaríamos o recado de que estaremos do lado daqueles que nos for conveniente e não do lado daqueles que queiram nos impor uma aliança. Esse avião russo armado com o futuro míssil anti-navio brasileiro que será desenvolvido e armado com o míssil anti-navio russo SS-N-22 SUNBURN, o Moskit, daria uma confortável posição de meios de defesa à nossa força aérea. 12 deles já seriam suficientes.
Agora importar meios como Super Ètandart modernizado, A4 Skyhawk, F/A 18 hornet (ou o E/F super hornet), P-3 Orion, S-2 Tracker, S-3 Viking é uma tremenda distorção das neccessidades desse país. Pensamento pequeno de quem defende a aquisição dessas aeronaves.
Pra mim elas só tem lugar num museu.
Se a Índia (que é tida como um país emergente e tem os mesmos problemas socias que o nosso) justifica o seu crescente e efetivo investimento em defesa com a disputa pelo região da Caxemira com o Paquistão, ao Brasil não faltam argumentos para começar a traçar um novo modelo de defesa. Junta-se agora à já tão conhecida cobiça pela Amazônia brasileira por parte de potências estrangeiras a imensa riqueza encontrada na Amazônia Azul. A camada pré-sal de petróleo necessita de recursos astronômicos apenas para se desenvolver tecnologias para se começar a exploraçãoo em si. Cada plataforma exploradora desse petróleo custa acima de 2 BILHÕES de dólares. E é sabido que a PETROBRÁS necessita, durante o período de exploração, de pelo menos 3 DEZENAS delas, o que dá por baixo um valor de R$ 60 BILHÕES de DÓLARES só em estrutura física (plataforma petrolífera).
Agora existir pessoas defendendo a aquisição de caças americanos F/A 18 hornet para a marinha e caças F/A-18E/F super hornet para a FAB é, no mínimo, estranho, para não dizer sem fundamento. Restrições políticas e materiais são uma constante por parte do governo americano para aqueles países que fazem uso de material de emprego militar MADE IN USA. Além do mais trata-se de um produto antigo e que não admite atualizações por um período tão longo quanto o que a nossa força aérea pretende usar (em torno de 30 anos). Mesmo que os exemplares pra FAB (os F/A-18 E/F) sejam novos, não justifica um investimento tão grande num avião tão antigo e com severas restrições de uso.
A desclassificação do produto russo (sukhoi 35) para o projeto F-X era mais do que esperada. Não pelo avião em si, que é uma ótima plataforma de combate, com todas as vantagens técnicas desse super caça, mas por uma indústria que não prima por transparência. A indústria russa é conhecida por responder ao request for information
de forma evasiva, sem assumir compromissos por escrito e, portanto, sem compromisso com entrega de peças de reposição, manutenção e, principalmente, prazos de entrega.
A FAB fez exigências claras, objetivas, específicas e concretas no RFI, típicas de país de 1º mundo.
O produto francês é o mais adquado aos propósitos apresentados pela FAB. Já é usado aviões do mesmo fabricante em nosso país, pelo que se sabe o fabricante se dispõe a fornecer parte da tecnologia empregada na construção do avião, abrindo inclusive os códigos-fonte da aeronave e o melhor de tudo é a possibilidade de unformização de uso na FAB e na MARINHA. A comunialidade de treinamento, peças, doutrina de emprego é extremamente importante num país que não dispõe de tantos recursos. Por tudo isso, o caça francês RAFALE é o franco favorito para vencer a concorrência do F-X.
Com a possibilidade de usar armamento nacional como o míssil A DARTER, o míssil anti-radiação (M.A.R.), o futuro míssil anti-navio que, segundo bastidores, já começou a ser pensado, seria uma plataforma muito coerente com as necessidades brasileiras.
Acredito também que o país deveria dar um recado de independência e força às potências da OTAN. A aquisição de um esquadrão aéreo de combate naval seria de fundamental importância para a proteção da área de 4.451.766 km quadrados que corresponde à nossa Amazônia Azul. O avião SUKHOI 34 seria ideal. Primeiro porque não dependeríamos, nesse caso, daqueles que mais cobiçam nossas riquezas: as potências da OTAN. Segundo porque é um avião reconhecidamente construído para combater meios navais reduzindo significativamente a desigualdade de uma marinha inferior em termos numéricos e tecnológicos. Terceiro porque politicamente mandaríamos o recado de que estaremos do lado daqueles que nos for conveniente e não do lado daqueles que queiram nos impor uma aliança. Esse avião russo armado com o futuro míssil anti-navio brasileiro que será desenvolvido e armado com o míssil anti-navio russo SS-N-22 SUNBURN, o Moskit, daria uma confortável posição de meios de defesa à nossa força aérea. 12 deles já seriam suficientes.
Agora importar meios como Super Ètandart modernizado, A4 Skyhawk, F/A 18 hornet (ou o E/F super hornet), P-3 Orion, S-2 Tracker, S-3 Viking é uma tremenda distorção das neccessidades desse país. Pensamento pequeno de quem defende a aquisição dessas aeronaves.
Pra mim elas só tem lugar num museu.
Antonio em 18 out, 2008 às 11:16: “…Além do mais trata-se de um produto antigo e que não admite atualizações por um período tão longo quanto o que a nossa força aérea pretende usar…”
F/A-18E/F Super Hornet
First flight 29 November 1995
http://en.wikipedia.org/wiki/F/A-18E/F_Super_Hornet
Dassault Rafale
First flight 4 July 1986
http://en.wikipedia.org/wiki/Dassault_Rafale
Qual é o produto antigo mesmo?
Abraço
Antonio em 18 out, 2008 às 11:16: “…Além do mais trata-se de um produto antigo e que não admite atualizações por um período tão longo quanto o que a nossa força aérea pretende usar…”
F/A-18E/F Super Hornet
First flight 29 November 1995
http://en.wikipedia.org/wiki/F/A-18E/F_Super_Hornet
Dassault Rafale
First flight 4 July 1986
http://en.wikipedia.org/wiki/Dassault_Rafale
Qual é o produto antigo mesmo?
Abraço
O Chile está modernizando sua força aérea e optou pelo F-16. Para sua realidade é um ótimo caça e, acima de tudo, tem a garantia de ter ainda uma longa vida pela frente. Fora os caças estocados no deserto que podem ser modernizados, conta com todos os F-16 ainda em uso nos EUA que serão, a curto prazo, substituídos pelos F-35.
Muito inteligente e acima de tudo, oportuno a maneira como o Chile obteve sucesso na maneira de rejuvenescer sua força aérea. E, como aliado incondicional dos ingleses e dos EUA, tem a garantia de fornecimento a qualquer hora e por qualquer motivo de mais caças F-16.
Já F-5… aí é coisa de “lixo de uns…. “
O Chile está modernizando sua força aérea e optou pelo F-16. Para sua realidade é um ótimo caça e, acima de tudo, tem a garantia de ter ainda uma longa vida pela frente. Fora os caças estocados no deserto que podem ser modernizados, conta com todos os F-16 ainda em uso nos EUA que serão, a curto prazo, substituídos pelos F-35.
Muito inteligente e acima de tudo, oportuno a maneira como o Chile obteve sucesso na maneira de rejuvenescer sua força aérea. E, como aliado incondicional dos ingleses e dos EUA, tem a garantia de fornecimento a qualquer hora e por qualquer motivo de mais caças F-16.
Já F-5… aí é coisa de “lixo de uns…. “
A diferença é q a India tem fronteiras com China e Paquistao… Paquistao é inimigo declarado e a China é um em potencial…
O Brasil faz fronteira com Paraguai, Bolivia, Colombia, Venezuela, Argentina e Guianas… temos q temer o q desses paises???
E outra coisa q ja escrevi aki.. para q precisamos de armamentos se a politica externa brasileira é do tipo de “abrir as pernas”… nossos politicos nao defendem os interesses brasileiros.. ao contrario, cedem até nao poder mais!!
Para q teriamos Su-35?? So se for para ser o novo aviao da esquadrilha da fumaça!!
A diferença é q a India tem fronteiras com China e Paquistao… Paquistao é inimigo declarado e a China é um em potencial…
O Brasil faz fronteira com Paraguai, Bolivia, Colombia, Venezuela, Argentina e Guianas… temos q temer o q desses paises???
E outra coisa q ja escrevi aki.. para q precisamos de armamentos se a politica externa brasileira é do tipo de “abrir as pernas”… nossos politicos nao defendem os interesses brasileiros.. ao contrario, cedem até nao poder mais!!
Para q teriamos Su-35?? So se for para ser o novo aviao da esquadrilha da fumaça!!
Mauro, o SU 34 não seria o meio de defesa principal. Seria um meio complementar e de longo alcance. Serviria apenas como bombardeiro naval, terrestre e anti-submarino.
Como você deve saber o RAFALE F3 é um caça multi funções, configurado, inclusive, para interdição naval, só que com limitações de alcance inerente a um caça de porte médio.
O SU 34 seria uma ótima aquisição do ponto de vista material e, principalmente, político, como já falei no post anterior.
O Sukhoi 34 não foi objeto de R.F.I. por parte da FAB, razão pela qual não se pode afirmar que quanto a esse avião os prazos de entrega, reposição de peças e manutenção não seriam atendidos, até porque pelo que me consta já está aberta a linha de produção desse avião e em efetivo uso pela força aérea russa, diferentemente do Sukhoi 35 que ainda não passa de um protótipo.
A desconfiança a que me referi foi ao produto SUKHOI 35.
Não sendo o SU 34 o nosso vetor principal de defesa, as exigências de prazo não precisariam ser tão imediatas.
Defendo o SU 34 por ser uma aeronave ímpar, de características excepcionais quanto a desempenho, aviônica embarcada, armamento, alcance. Ideal para o Brasil com seus mais de 7.000 km de litoral e outros tantos de fronteiras terrestres.
Corrigindo: US$ 60 BILHÕES de dólares; necessidades.
É bom que todos nós pensemos o que disse Ciro, rei da Pérsia: “Se demonstras força, todos querem ser teus aliados. Ao contrário, se mostras fraqueza, ninguém te dará importância. E, se tendo riquezas, não demonstras força, atrairás sobre tua cabeça todas as ambições do mundo.”
Mauro, o SU 34 não seria o meio de defesa principal. Seria um meio complementar e de longo alcance. Serviria apenas como bombardeiro naval, terrestre e anti-submarino.
Como você deve saber o RAFALE F3 é um caça multi funções, configurado, inclusive, para interdição naval, só que com limitações de alcance inerente a um caça de porte médio.
O SU 34 seria uma ótima aquisição do ponto de vista material e, principalmente, político, como já falei no post anterior.
O Sukhoi 34 não foi objeto de R.F.I. por parte da FAB, razão pela qual não se pode afirmar que quanto a esse avião os prazos de entrega, reposição de peças e manutenção não seriam atendidos, até porque pelo que me consta já está aberta a linha de produção desse avião e em efetivo uso pela força aérea russa, diferentemente do Sukhoi 35 que ainda não passa de um protótipo.
A desconfiança a que me referi foi ao produto SUKHOI 35.
Não sendo o SU 34 o nosso vetor principal de defesa, as exigências de prazo não precisariam ser tão imediatas.
Defendo o SU 34 por ser uma aeronave ímpar, de características excepcionais quanto a desempenho, aviônica embarcada, armamento, alcance. Ideal para o Brasil com seus mais de 7.000 km de litoral e outros tantos de fronteiras terrestres.
Corrigindo: US$ 60 BILHÕES de dólares; necessidades.
É bom que todos nós pensemos o que disse Ciro, rei da Pérsia: “Se demonstras força, todos querem ser teus aliados. Ao contrário, se mostras fraqueza, ninguém te dará importância. E, se tendo riquezas, não demonstras força, atrairás sobre tua cabeça todas as ambições do mundo.”
Sobre caças estocados: sei que os EUA usam até surrarem as células. Até porque o clima de lá é bem diferente, muuuuito frio ou muuuuuito quente. E pra piorar estão estocados no deserto!! Não gostaria de comprar nada de um ferro velho, prefiro de um usuário que mantém em dia, troca o óleo, etc.
Sobre o Super Hornet ser obsoleto: A própria criação do SH em cima do Hornet A/B/C/D foi feito pra que ele pudesse receber upgrades no futuro. O caça é ENORME!! Tenho ambos modelos montados em escala 1/48 e a ponta do Rafale termina onde começa o cockpit do S.Hornet!! O diâmetro do nariz então deve ser 1/3 mais largo…
Sobre o Chile: eles não tinham mais nada pra poder upgrade, por isto tiverma que comprar. Também a indústria militar é limitada e não podem construir próprio. O que eles vão ter é comparável aos nossos F-5EM, o que chamamos de “middle tier”, coluna do meio. Quando entrar em operação os FX2 teremos uma FA de dar inveja aos outros países, com 36 de linha de frente, mais 100 de segunda linha (F5, AMX), e mais 140 de terceira linha (A-29, Xavante, Impala). Isto até os FX3 substituirem os de segunda linha, daí teremos um FA porreta. E se a Marinha entrar na onda, aí o bicho pega mesmo.
Sobre caças estocados: sei que os EUA usam até surrarem as células. Até porque o clima de lá é bem diferente, muuuuito frio ou muuuuuito quente. E pra piorar estão estocados no deserto!! Não gostaria de comprar nada de um ferro velho, prefiro de um usuário que mantém em dia, troca o óleo, etc.
Sobre o Super Hornet ser obsoleto: A própria criação do SH em cima do Hornet A/B/C/D foi feito pra que ele pudesse receber upgrades no futuro. O caça é ENORME!! Tenho ambos modelos montados em escala 1/48 e a ponta do Rafale termina onde começa o cockpit do S.Hornet!! O diâmetro do nariz então deve ser 1/3 mais largo…
Sobre o Chile: eles não tinham mais nada pra poder upgrade, por isto tiverma que comprar. Também a indústria militar é limitada e não podem construir próprio. O que eles vão ter é comparável aos nossos F-5EM, o que chamamos de “middle tier”, coluna do meio. Quando entrar em operação os FX2 teremos uma FA de dar inveja aos outros países, com 36 de linha de frente, mais 100 de segunda linha (F5, AMX), e mais 140 de terceira linha (A-29, Xavante, Impala). Isto até os FX3 substituirem os de segunda linha, daí teremos um FA porreta. E se a Marinha entrar na onda, aí o bicho pega mesmo.
KunFusion, os caças e outros aviões estão estocado no deserto justamente porque o clima estremamente seco contribui para a preservação do material.
Faça um paralelo com as múmias do Egito, a falta de humidade é um fator muito significativo na luta contra o desgaste natural. Só que nesse caso, as múmias são outras…
Mesmo assim, obsoleto ou não; se o Brasil conseguisse de lambuja uns 50 F-4 Phantons, eu os colocaria na linha de defesa sul do país – até porque é a mais segura e estabilizada. Além do mais, pôxa, o F-4 é demais!! Mesmo sendo velho…
KunFusion, os caças e outros aviões estão estocado no deserto justamente porque o clima estremamente seco contribui para a preservação do material.
Faça um paralelo com as múmias do Egito, a falta de humidade é um fator muito significativo na luta contra o desgaste natural. Só que nesse caso, as múmias são outras…
Mesmo assim, obsoleto ou não; se o Brasil conseguisse de lambuja uns 50 F-4 Phantons, eu os colocaria na linha de defesa sul do país – até porque é a mais segura e estabilizada. Além do mais, pôxa, o F-4 é demais!! Mesmo sendo velho…
Nunão, Manfred e Fabio Max
Obrigado pelos esclarecimentos! Sendo assim já faz mais sentido.
abraços
Nunão, Manfred e Fabio Max
Obrigado pelos esclarecimentos! Sendo assim já faz mais sentido.
abraços
O Nunão tem razão….
Células de F-5F são mosca branca de olhos azauis no mercado internacional.
Sds.
O Nunão tem razão….
Células de F-5F são mosca branca de olhos azauis no mercado internacional.
Sds.
Eu devo ter me enganado sobre os F5F.
Li alguma coisa há tempos atrás e me confundi.
Mas voltando ao assunto, eu penso que o Brasil precisa modernizar o maximo de F5 que puder. Segundo o que entendi, os jordanianos vieram para completar o número de 46 células modernizadas, visto que algumas que já msão da FAB, estariam com problemas de corrosão e não poderiam ser modernizadas.
Ainda acho que aqueles F5 chilenos seriam de grande valia…
Mas a aquisição de vetores usados como os F18 ou F16 ou mesmo mais 12 ou 24 Mirage 2000C seriam interessantes, para compor uma força aérea mais abrangente no território nacional. É sabido que a amazônia precisa de capacidade supersônica… mas desde, claro, que isso não afete o projeto principal, o FX2.
Acho bobagem essa coisa se ser contra compras de prateleira…
Eu devo ter me enganado sobre os F5F.
Li alguma coisa há tempos atrás e me confundi.
Mas voltando ao assunto, eu penso que o Brasil precisa modernizar o maximo de F5 que puder. Segundo o que entendi, os jordanianos vieram para completar o número de 46 células modernizadas, visto que algumas que já msão da FAB, estariam com problemas de corrosão e não poderiam ser modernizadas.
Ainda acho que aqueles F5 chilenos seriam de grande valia…
Mas a aquisição de vetores usados como os F18 ou F16 ou mesmo mais 12 ou 24 Mirage 2000C seriam interessantes, para compor uma força aérea mais abrangente no território nacional. É sabido que a amazônia precisa de capacidade supersônica… mas desde, claro, que isso não afete o projeto principal, o FX2.
Acho bobagem essa coisa se ser contra compras de prateleira…
Fábio, também acho que compras de prateleira podem ter sim sua hora e vez. Se no FX original, o caça escolhido tivesse sido o F-16, por exemplo (só a título de exemplo, não creio que isso pudesse acontecer), a compra de células usadas como fez o Chile faria sentido. O mesmo na hipótese do Mirage 2000-5 ganhar FX e se comprar M2000-C pra modernizar, ou Gripen C para vir os modelos A, ou o Su35 de então para vir Su27 etc. São compras que, bem feitas e bem planejadas, têm sua lógica.
Mas agora eu não creio ser vantagem alguma pensar em modelos usados antes de se ter a definição do F-X2. A partir de sua definição, só faria sentido pensar em usados “de prateleira” se fosse o Gripen. Ou, no caso do Super Hornet, se houvessem F/A-18A canadenses disponíveis para a MB. Mas para a FAB, não faria sentido mais um modelo de caça, na real tem que diminuir a quantidade de tipos. Um primeiro lote de F-X2, se rolar, já aposenta os F-2000. Antes disso, creio que os A-1M e F-5M já teriam terminado de aposentar os Xavante / Impala. Aí ficamos com só três tipos enquanto não terminam as entregas do F-X2. Por fim, um lote de caças leves / lift terminaria por aposentar os últimos F-5M e A-1M – o ideal a meu ver é não criar nenhuma nova cadeia logística sem cortar uma antiga.
Minha visão ideal que já escrevi antes e repito agora é, no fim das contas, termos 120 novos caças com metade sendo F-X2 e metade caça-leve / lift (como os T-50 coreanos e outros que apareceram aqui mesmo, acho que no primeiro mês que o blog esteve no ar). 60 aviões de cada modelo (120 no total), em esquadrões com umas 18 a 20 aeronaves em cada (dependo da quantidade ideal que se estipule para reserva técnica / atrito), totalizando 6 esquadrões de caças a jato no total, 3 com cada vetor. No caso da escolha ser o Gripen que tem custos de operação mais baixos, poderia até ser pensada uma relação 2/3 e 1/3, com 4 esquadrões de Gripen e 2 de caça leve / lift. Eu penso que mais do que isso é só sonho mesmo, não dá pra manter. Se um dia o país puder, maravilha, amplia-se a partir dessa base que, convenhamos, estaria muuuuuito à frente do que temos hoje. Aliás, metade dessa frota, bem equipada, voando, treinando, com armamento em quantidade, já seria muito melhor do que hoje, apesar de insuficiente para dissuasão e para poder se desdobrar.
Enfim, é o que eu penso a respeito, e já há muito tempo. Enxugar para crescer.
Fábio, também acho que compras de prateleira podem ter sim sua hora e vez. Se no FX original, o caça escolhido tivesse sido o F-16, por exemplo (só a título de exemplo, não creio que isso pudesse acontecer), a compra de células usadas como fez o Chile faria sentido. O mesmo na hipótese do Mirage 2000-5 ganhar FX e se comprar M2000-C pra modernizar, ou Gripen C para vir os modelos A, ou o Su35 de então para vir Su27 etc. São compras que, bem feitas e bem planejadas, têm sua lógica.
Mas agora eu não creio ser vantagem alguma pensar em modelos usados antes de se ter a definição do F-X2. A partir de sua definição, só faria sentido pensar em usados “de prateleira” se fosse o Gripen. Ou, no caso do Super Hornet, se houvessem F/A-18A canadenses disponíveis para a MB. Mas para a FAB, não faria sentido mais um modelo de caça, na real tem que diminuir a quantidade de tipos. Um primeiro lote de F-X2, se rolar, já aposenta os F-2000. Antes disso, creio que os A-1M e F-5M já teriam terminado de aposentar os Xavante / Impala. Aí ficamos com só três tipos enquanto não terminam as entregas do F-X2. Por fim, um lote de caças leves / lift terminaria por aposentar os últimos F-5M e A-1M – o ideal a meu ver é não criar nenhuma nova cadeia logística sem cortar uma antiga.
Minha visão ideal que já escrevi antes e repito agora é, no fim das contas, termos 120 novos caças com metade sendo F-X2 e metade caça-leve / lift (como os T-50 coreanos e outros que apareceram aqui mesmo, acho que no primeiro mês que o blog esteve no ar). 60 aviões de cada modelo (120 no total), em esquadrões com umas 18 a 20 aeronaves em cada (dependo da quantidade ideal que se estipule para reserva técnica / atrito), totalizando 6 esquadrões de caças a jato no total, 3 com cada vetor. No caso da escolha ser o Gripen que tem custos de operação mais baixos, poderia até ser pensada uma relação 2/3 e 1/3, com 4 esquadrões de Gripen e 2 de caça leve / lift. Eu penso que mais do que isso é só sonho mesmo, não dá pra manter. Se um dia o país puder, maravilha, amplia-se a partir dessa base que, convenhamos, estaria muuuuuito à frente do que temos hoje. Aliás, metade dessa frota, bem equipada, voando, treinando, com armamento em quantidade, já seria muito melhor do que hoje, apesar de insuficiente para dissuasão e para poder se desdobrar.
Enfim, é o que eu penso a respeito, e já há muito tempo. Enxugar para crescer.
Só não ficou enxuto o post… Barbaridade, fazia tempo que eu não escrevia um comentário tão longo.
Só não ficou enxuto o post… Barbaridade, fazia tempo que eu não escrevia um comentário tão longo.
É justamente por conta da cadeia logística que citei os F5 e reforcei a idéia de mais Mirages 2000, pois eles já têm essa cadeia.
Por esse ponto de vista, F16 e F18 usados não seriam boa opção mesmo.
Mas o que acho importante ressaltar é que o país precisa de uma aviação de combate abrangente no território nacional, e que mesmo quando estiver equipada com o FX2, deverá manter uma aviação de segunda linha, tal qual muitas FA(s) pelo mundo afora.
A Alemanha ainda não desativou seus F-4 Phanton.
A Itália só desativou o F104 Starfighter agora, em 2008.
Os EUA mantém operacionais muitas versões antigas de F16, F18, etc…
A França Mirages F1, etc..,.
É justamente por conta da cadeia logística que citei os F5 e reforcei a idéia de mais Mirages 2000, pois eles já têm essa cadeia.
Por esse ponto de vista, F16 e F18 usados não seriam boa opção mesmo.
Mas o que acho importante ressaltar é que o país precisa de uma aviação de combate abrangente no território nacional, e que mesmo quando estiver equipada com o FX2, deverá manter uma aviação de segunda linha, tal qual muitas FA(s) pelo mundo afora.
A Alemanha ainda não desativou seus F-4 Phanton.
A Itália só desativou o F104 Starfighter agora, em 2008.
Os EUA mantém operacionais muitas versões antigas de F16, F18, etc…
A França Mirages F1, etc..,.
Nesse aspecto da cadeia já implantada concordo com vc Fábio, mas só no caso dos Mirage 2000, e pensando na hipótese do F-X2 não se concretizar e de haver disponibilidade desse vetor, usado, com mais horas de vôo disponíveis do que os que vieram pra cá e passíveis de modernização.
F-5 usado, em boa quantidade e com essas características, talvez nem os suíços.
No caso de se manter uma primeira linha com F-X2 e uma segunda linha com modelos usados, também penso que só seria viável eliminando algum dos 3 vetores atuais (e não estou contando com os Xavante / Impala… ainda ia precisar de um lift, ou contar com F-5 e A-1 pra isso…) Senão os custos de operação só iriam, a meu ver, aumentar, em vez de diminuir com uma racionalização. E uns 10 anos depois, o problema de substituir volta a aparecer. Enfim, nada muito diferente do que tem sido nos últimos tempos…
Nesse aspecto da cadeia já implantada concordo com vc Fábio, mas só no caso dos Mirage 2000, e pensando na hipótese do F-X2 não se concretizar e de haver disponibilidade desse vetor, usado, com mais horas de vôo disponíveis do que os que vieram pra cá e passíveis de modernização.
F-5 usado, em boa quantidade e com essas características, talvez nem os suíços.
No caso de se manter uma primeira linha com F-X2 e uma segunda linha com modelos usados, também penso que só seria viável eliminando algum dos 3 vetores atuais (e não estou contando com os Xavante / Impala… ainda ia precisar de um lift, ou contar com F-5 e A-1 pra isso…) Senão os custos de operação só iriam, a meu ver, aumentar, em vez de diminuir com uma racionalização. E uns 10 anos depois, o problema de substituir volta a aparecer. Enfim, nada muito diferente do que tem sido nos últimos tempos…
Nunão em 19 out, 2008 às 1:01:
CLAP! CLAP! CLAP!
Nunão em 19 out, 2008 às 1:01:
CLAP! CLAP! CLAP!
Os Xavante/Impala, é bom lembrar, já são passado. Só estão em operação por conta da falta de vetores melhores.
Os Xavante/Impala, é bom lembrar, já são passado. Só estão em operação por conta da falta de vetores melhores.
Aí eu discordo: os Xavante/Impala só vão ser passado realmente quando forem desativados e o que se gasta em sua manutenção ficar liberado para outros vetores mais adequados. Até lá, ainda serão “presente”.
Aí eu discordo: os Xavante/Impala só vão ser passado realmente quando forem desativados e o que se gasta em sua manutenção ficar liberado para outros vetores mais adequados. Até lá, ainda serão “presente”.
Tem gente aqui criticando o super-hornet dizendo que é um caça velho e defende o SU-35, ora o que é o SU-35 se não uma modernização do SU-27 um projeto da década de 70.
Coerência pessoal, coerência…
Tem gente aqui criticando o super-hornet dizendo que é um caça velho e defende o SU-35, ora o que é o SU-35 se não uma modernização do SU-27 um projeto da década de 70.
Coerência pessoal, coerência…
Caro Hornet,
tudo em paz, meu irmão?
Seguinte: o caça a ser doado deve ser o F-5A/B – são aqueles que foram reformados e postos à venda, mas não teve comprador. São do mesmo tipo que a Venezuela possui (aqueles que possuem tanques na ponta da asa). Falaram do F-5F. Neste caso, estes não foram desativados ainda, e como o Baschera falou: são moscas de olhos azuis. São extremamente cobiçados. A FAB necessita aumentar o número deles, pois são os treinadores do F-5E. Para comprá-los, os países que ainda possuem F-5 em seus estoques impõem a compra devárias células do F-5E. Li em alguma revista – pra variar, não lembro o nome – que pode chegar a uma proporção de 5 Es pra cada F. A galera vende o monoposto se vc levar vários bipostos. É assim que funciona.
Um abraço, galera.
Caro Hornet,
tudo em paz, meu irmão?
Seguinte: o caça a ser doado deve ser o F-5A/B – são aqueles que foram reformados e postos à venda, mas não teve comprador. São do mesmo tipo que a Venezuela possui (aqueles que possuem tanques na ponta da asa). Falaram do F-5F. Neste caso, estes não foram desativados ainda, e como o Baschera falou: são moscas de olhos azuis. São extremamente cobiçados. A FAB necessita aumentar o número deles, pois são os treinadores do F-5E. Para comprá-los, os países que ainda possuem F-5 em seus estoques impõem a compra devárias células do F-5E. Li em alguma revista – pra variar, não lembro o nome – que pode chegar a uma proporção de 5 Es pra cada F. A galera vende o monoposto se vc levar vários bipostos. É assim que funciona.
Um abraço, galera.
olá walderson,
falou bem, só que no finalzinho se confundiu e não tirou o 10,
“Li em alguma revista – pra variar, não lembro o nome – que pode chegar a uma proporção de 5 Es pra cada F. A galera vende o monoposto se vc levar vários bipostos. É assim que funciona.”
não seria correto dizer:
A galera vende o biposto se vc levar vários monopostos?
sds
mas deu pra entender seu recado
olá walderson,
falou bem, só que no finalzinho se confundiu e não tirou o 10,
“Li em alguma revista – pra variar, não lembro o nome – que pode chegar a uma proporção de 5 Es pra cada F. A galera vende o monoposto se vc levar vários bipostos. É assim que funciona.”
não seria correto dizer:
A galera vende o biposto se vc levar vários monopostos?
sds
mas deu pra entender seu recado
A final a FAB precisa de quantos F-5 ???
A final a FAB precisa de quantos F-5 ???
[...] e preparados para serem entregues à Armada Argentina. Os outros quatro estavam estocados na Davis-Monthan Air Force Base, em Tucson, estado do Arizona. Na foto acima, pode ser visto um dos seis SH-3H Sea King [...]
[...] e preparados para serem entregues à Armada Argentina. Os outros quatro estavam estocados na Davis-Monthan Air Force Base, em Tucson, estado do Arizona. Na foto acima, pode ser visto um dos seis SH-3H Sea King [...]
[...] final, tudo indica que um grande número de aeronaves usadas da USAF estará disponível para estoque no AMARG ou eventual repasse para aliados dos EUA por valores bastante [...]
[...] final, tudo indica que um grande número de aeronaves usadas da USAF estará disponível para estoque no AMARG ou eventual repasse para aliados dos EUA por valores bastante [...]
_ Passei aqui pra deixar o meu recado, acho que não é mais nescessário, a observação do Junior lá em cima já diz tudo. _ Lamentavelmente a cabeça dos nossos governantes é desprovida de cérebro (só pensam no ontem) e o nosso comando militar não tem nenhum poder persuasivo. Fazer o que? “Continuemos agindo assim e logo seremos um país de quarto mundo; independente de tudo e todo conhecimento que temos”
_ Passei aqui pra deixar o meu recado, acho que não é mais nescessário, a observação do Junior lá em cima já diz tudo. _ Lamentavelmente a cabeça dos nossos governantes é desprovida de cérebro (só pensam no ontem) e o nosso comando militar não tem nenhum poder persuasivo. Fazer o que? “Continuemos agindo assim e logo seremos um país de quarto mundo; independente de tudo e todo conhecimento que temos”
Li um comentário do RLobo ali em cima e não sei se já teve resposta porque são muitos posts pra ler, falava sobre a MB comprar alguns Super Hornets,
eles são sem dúvida a pior opção para a FAB/MB, no caso da marinha eles não operariam no A-12, sem contar que eles se destinariam a defender, vejam só, o nosso PETRÒLEO, só pode tar de brincadeira mesmo, caças americanos pra nos defender dos americanos
e quanto ao Rafale: um caça da OTAN para nos defendermos da OTAN
ou alguém aqui acha que os franceses ficariam contra a Grã-Bretanha em caso de um conflito entre o Brasil e eles?
Portanto, o governo Lula já vive as turras com os ianques (honduras, Irã , malvinas agora) porque não comprar uns flankers então?
lixo para brasil nao!!chega de lixo de outros paises !!fora f5.f15,f16 !!queremos caças de quarta e quinta geraço!!lixo é caro para se manter!!lixo nao!!manda para paises que compram de prateleira!!gastar em forças armadas nao é gasto é investimento arante nossa soberania ,gerando emprego e tecnologia.Eu quero melhor para brasil rafale,suhoi35, pak50.quero torpedos black shark,furacao misseis tor ,s300 misseis antinavio moskit navios fremm porta avioes fabricados no brasil!!chega de gerar emprego nos outros paises nos temos capacidade fazer aqui.acorda brasil acorda autoridades!!russia esta vendendo é baratinho!!nos temos responsabilidade de defesa nacional!mundo precisa do brasil!!nao podemos nos furtar em ajudar.chega de se cachorro vira lata, acorda gigante!!nos vamos bater muitas vezes de frente com eua!!nos temos nao somos cachorrinho dos ianques !!nao encosta que nos mordemos,nao sejamos eua sejamos o brasil com qualidade ,nao com quantidade!!tenhamos tres frotas com seus porta avioes navios de apoio,tenhamos 120 caças de quarta geraçao e pradonizado!!que futuramente adquirimos pak 50 de quinta numa versao ocidental fabricado pela embraer tenhamos poder dissuasorio na altura do brasil que quer vaga no conselho da onu