Enquanto o Peru negocia a compra de aviões de combate leve KAI FA-50, Coreia do Sul oferece também participação no KF-21

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Segundo o site Pucará Defensa, o governo do Peru está avançando nas negociações com a Coreia do Sul e a KAI para a compra de 20 a 24 aviões de combate leve KAI FA-50, com um contrato previsto para até o final do ano, no valor de cerca de 780 milhões de dólares.

Além disso, a Coreia do Sul ofereceu ao Peru a participação no programa do caça de quinta geração KF-21, visando substituir os MiG-29 fora de serviço e futuramente os Mirage 2000P.

A maioria dos aviões FA-50 seria montada localmente, substituindo os antigos Cessna A-37B Dragonfly e Aermacchi MB-339. Além do FA-50, outras opções consideradas pela Força Aérea do Peru incluem o Super Tucano, o Leonardo M346 e o Scorpion da Textron, mas o FA-50 se destaca por suas capacidades superiores e a possibilidade de envolvimento da indústria local.

Embora o Peru esteja interessado também no F-16, a participação no programa KF-21, apesar do maior investimento necessário, proporcionaria um avanço tecnológico significativo e fortaleceria a indústria aeroespacial peruana.

A decisão final buscará equilibrar considerações financeiras, tecnológicas e estratégicas, visando a modernização da força aérea e o fortalecimento da capacidade industrial nacional.

KF-21
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João

Tá ai um excelente opção para substituir o A-1. Custo benefício. Se requerer aos Coreanos, com certeza disponibilizam algumas unidades para uso imediato. 24 unidades por R$ 780 milhões é bem razoável.

Rodrigo

Aparenta ser excelente negócio.

Nilo

Correto meu caro, a depender das compras de Colômbia, das compras ou atualizações da Força do Chile é mais uma variável a levar em consideração. Tem um fator Venezuela que em algum momento, mesmo distante, vai entrar na corrida rsrsrs.

Camargoer.

Olá João, em termos financeiros, você teria razão. A Argentina pagou cerca de US$ 650 milhões por 24 F16 de segunda mão… praticamente o mesmo que o Peru viria pagar por dois esquadrões de FA-50. Contudo, o F16 é superior ao FA50… talvez até o F16 modernizado dos argentinos seja superior, ainda que seja mais velho. Para a FAB, nenhum dos dois… 1) o padrão FAB é o Gripen, que possui uma linha de fabricação no Brasil. 2) o Gripen é superiir ao F16C/D e ao FA50 3) a FAB já amorteceu a maior parte do gasto de logística e… Read more »

Marcos Silva

A janela talvez. Mas as portas dos hangares,huuum…..

Camargoer.

Riso.. neste caso, a gente tem que passar. Uma corrente, colocar cadeado e engolir a chave…

Kauã Mattos

Não acho que tenha se fechado, afinal seriam bons substitutos para os amx, fora o projeto de 6° geração entre a FAB e Saab

Camargoer.

Sei lá… o melhor avião para ficar no lugar do A1 é o Gripen

Jorge Knoll

Não tem comparação entre um e outro, começar pela função para que foram projetados.
um de ataque ao solo, da década 80, e outro que é caça geração 4, que sofreu atualizações, em relação aos primeiros variantes, lançado Suécia, além da distância tecnológica que os separam.

Camargoer.

Caro. O Gripen foi projetado para ter desempenho multimissão, por isso o Gripen é capaz de fazer superioridade aérea, ataque ao solo, reconhecimento.. etc.

A FAB escolheu o Gripen, assim como poderia ter escolhido o F18 ou o Rafale, porque ele pode substutiuir o A1, o F5 e até mesmo o F2000 na FAB. Poderia até substituir o A4 da MB operando a partir de bases continentasis.

Por isso, a melhor opção para substituir o A1 na FAB é o Gripen

JBS

Caro Camargo

Bom dia

Vc tem razão, sem duvidas – mas a questão é a eterna falta de orçamento, e cortes nos poucos recursos(não vou entrar no mérito amplamente debatido aqui, que o valor do orçamento do Brasil é grande, que o problema são os salários, pensões, etc).

Sem dúvidas, o Brasil optou(penso que corretamente), pelo Gripen, e deveria seguir com o mesmo – mas não segue! Fica nestes ínfimos 36.

Seja Gripen, seja F-16 usado, seja FA-50, qq outro, o Brasil precisa urgentemente de mais do que 36 Gripens.

Abs

Marcos Silva

JBS penso que a FAB irá sim aumentar o total de Gripens mas não acredito que passará muito de 60 e poucas unidades.
A ideia inicial era boa,mas…

Rafael Cordeiro

completando… mas nossos oficiais são experts em jogar dinheiro fora com velharias, logo, devem desviar a verba que deveria ser destinada exclusivamente ao programa Gripen e alocar para a compra de alguns F-16 em fim de vida.

Camargoer.

Olá J. O orçamento de defesa do Brasil sempre será insuficiente para as demandas. Isso é apenas o ponto de partida…. além disso, a estrutura militar brasileira é perdulária, anacrônica e ineficiente… Outro aspecto que precisa ser debatido são os gastos com os juros da dívida pública.. é uma discussão que vem sendo adiada e que precisa ser enfrentada, quanto mais cedo melhor. A gente sabe que o mercado financeiro se apropriou do orçamento público no Brasil. O valor da dívida em si nunca foi o problema mas está cada vez mais claro o desequilíbrio entre o desempenho da economia… Read more »

Joao

Sob a luz da doutrina e das missões, justifique perdulária, anacrônica e ineficiente, já que todas as missões são cumpridas.

O mesmo é injustificável comentário.

Carlos I

Essa alternativa de economia planificada sequer pode ser considerada pois é ilógica. Sobre a dívida, o Brasil como a maioria dos países só rola e aumenta, este governo inclusive aumentou muito, portanto pouco afeta o orçamento real rolar a dívida já que nem os juros estão sendo pagos, o que deve ser feito é buscar superávit aí sim eu poderia concordar que ela afetaria o orçamento. A arrecadação aumentou muito, o primeiro trilhão arrecadado este ano foi alcançado dia 05/04 contra 26/04 ano passado e mesmo o governo estrangulando a sociedade com impostos o crescimento não vem e continua buscando… Read more »

Camargoer.

Carlos. Existem duas sistemas de produção. O capitalista e o comunista. A alternativa ao capitalismo é o comunismo. A alternativa ao comunismo é o capitalismo. São mutuamente excludentes. O capitalismo é um sistema instável que alterna ciclos de expansão é recessão. Isto é uma característica do capitalismo. Então, são duas alternativas. 1. aceitar que estes ciclos são parte do capitalismo e desenvolver políticas anticíclicas que servem para reduzir o efeito dos ciclos, nunca evitar os ciclos. ou 2. abandonar o capitalismo e adotar a alternativa comunista. É ilógico esperar que seja possível adotar um sistema capitalista sem suas contradições, inclusive… Read more »

Santamariense

Exatamente. E não é com compras de hipotéticas células adicionais de Gripen, contratadas e entregues em doses homeopáticas, que se resolverá isso.

Nativo

Correto Camargo.
Essa história de outro vetor junto com o gripen é só para embolar o meio de campo.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER

Se o Brasil mantivesse uma força de 45, 46 F39, que correspondem, em número, mais ou menos o que existem de F-5 operacionais (mas não que existam 46 ativos neste momento) e tivesse uma segunda linha de FA-50 ou M346 em torno de umas 46 unidades também, considerando ainda a modernização dos AT29 (66 + ou -) já ficaria com uma força aérea minimamente adequada às suas necessidades, e com um custo bem menor que 92 F39 + 66 AT29, inclusive de operação. E não estaria fugindo do que a FAB sempre fez: ela sempre foi equipada com uma aeronave… Read more »

Camargoer.

Olá Fábio…. melhor é pensar em uma primeira linha de Gripen.. (entre 50~70… qualquer número neste intervalo está ótimo) e uma segunda linha com o A29M. Lembre que o Gripen é um caça projetado para operar diversas missões (defesa aérea, ataque ao solo, reconhecimento, etc). Antes, eram precisos mutos aviões cada um com sua especialidade… enquanto um esquadrão operava uma missão, o outro ficar ocioso… agora, como Gripen, o mesmo avião vai atuar na missão designada… reduz a ociosidade e por isso reduz o tamanho da frota… Os EUA estão padronizando a frota deles… a França também…. o Chile padronizoi…… Read more »

Rinaldo Nery

A-29. Não existe AT-29.

Alexandre Fontoura

Que aeronave é AT-29¿ Seria o A-29?

Santamariense

“ a FAB já amorteceu a maior parte do gasto de logística e infraestrutura para a implementaççao do Gripen” Aqui tu te engana. O gasto com logística existirá durante toda a vida operacional da aeronave e quanto maior o número de células, mais consumíveis, suprimentos, peças, lubrificantes, etc, serão necessários. Mesmo que o custo tenda a diminuir com a escala de produção, esses itens, mesmo mais baratos, precisarão ser comprados. Mais armamentos, também. Infraestrutura está longe de ser suficiente. Nem mesmo em Anápolis a infraestrutura está pronta e precisará ser implementada, mesmo que de forma mais simplificada, em ao menos… Read more »

Bernardo Santos

O pessoal não enxerga o qual mal vai o programa gripen. Eu também acho que o FA50 ou M-345 poderia ser boas opções para fazer pelo menos números e não deixar pilotos sem voar.

Alexandre Fontoura

Vai mal como? Algum problema técnico insolúvel?

Moacir Medeiros

Seria uma excelente oportunidade para FAB, visto FA50, são modernos, para substituir os A1, custo-benefício, excelente, poderia comprar 50 unidades.

Camargoer.

Então… o dinheiro para comprar 50 FA50 novos seria o mesmo para comprar duas duzias de Gripen novos….

Bernardo Santos

Respeita a opiniões dos outros, é sempre ” não, eu acho”, existe opções boas no mercado, o gripen e bom só que o projeto atrasou e nem tem previsão de mais unidades. Melhor 50 FA do que 12 gripens, pelos menos outros pilotos voaria.

Camargoer.

Caro. “Eu acho” é uma indicação de incerteza. Quando existe uma razoável certeza na afirmação, “eu acho” é inapropriado. O Sol é uma estrela. Dizer que “eu acho que o Sol é uma estrela” é uma frase que indica incerteza e demandaria que alguém confirmasse: “Sim, o Sol é uma estrela”. Em um debate é preciso garantir o respeito ás pessoas. Em um debate é possível concordar ou discordar de uma opinião. São posições mutuamente excludentes. O que é inaceitável é atacar as pessoas por suas opiniões. ofender as pessoas por suas opiniões. 1. O Gripen é superior ao FA50… Read more »

Alexandre Fontoura

Pois acho melhor comprar 22-24 F-39 Gripen, montados no Brasil, pelo mesmo valor que custaria comprar 50 FA-50.

Antonio Marcio Leao

A FAB adquiriu os caças Gripen E/F muito caros, aprox. US$ 125-150 milhões por unidade. Para subtituir os AMX ou A1, um caça leve e de baixo custo de aquisição e manutenção, que poderia também ser treinador avançado, a exemplo do T-50, tendo produção local (mesmo parcial), iria implicar num melhor custo x benefício para a FAB e para o país com maiores quantidade de caças disponíveis. Apostar em novos lotes do caça Gripen E/F neste momento seria burrice, considerando a baixa produção e vendas internacionais desse caça.

Last edited 12 dias atrás by Antonio Marcio Leao
Fernando "Nunão" De Martini

Antonio, Esse valor entre US$ 125 – 150 milhões por unidade está errado. A compra foi feita em coroas suecas, não em dólares, e para comparar com contratos atuais de outros caças em dólares é preciso fazer a conversão atual. O contrato de 39 bilhões de coroas suecas equivale hoje a 3,7 bilhões de dólares. Somando apoio logístico e armamentos, dá cerca de 4 bilhões de dólares. Dividindo o pacote completo por 36 aviões (a chamada “conta de padaria”), dá cerca de 110 milhões de dólares por avião, com tudo incluído. Além disso, a FAB / MD vinha negociando meses… Read more »

Last edited 12 dias atrás by Fernando "Nunão" De Martini
Dudu

Uma duvida: Se esse aditivo fosse composto por 12 Gripens F, haveria condições da Saab licenciar a Embraer a produzi-los em Gavião Peixoto?

E USD $ 1 bilhão por 15 Embraer Gripens E’s, da USD $ 66.666.666,66 que é preço competitivo para um produto do nível do Gripen E. Realmente, se renegociarmos com os suecos os direitos sobre aéreas para exportar ele, e incluírmos a África, o Sul asiático e a Oceania, as perspectivas da aeronave podem mudar.

Rinaldo Nery

Já está licenciado. A FAB quem optou em não construí-lo aqui.

Camargoer.

Olá Dudu.. possível é. Talvez fosse necessário investir na linha da Embraer ou transferir a linha de “F” da Suécia para o Brasil.

Tecnicamente é possível, só que seria mais caro que construir os “E” na Embraer ou os “F” na Suécia

Luís Henrique

O Gripen foi o mais barato entre os caças ocidentais e não pode ser comparado com LIFT. Na época da decisão do FX2 tinha opções de caças de verdade bem mais baratos, mas fora do padrão ocidental. O MiG-29 russo chamava a atenção pela relação custo/benefício. A Índia comprou 29 MiG-29K em 2010 por cerca de U$ 1,2 bi. Na época da decisão os 39 bi de coroas suecas equivaliam à cerca de U$ 4,5 bi. Se não me engano na data da assinatura do contrato, equivalia à cerca de U$ 5 bi. U$ 4,5 bi seria suficiente para adquirir… Read more »

Alexandre Fontoura

O MiG-29 nunca foi ofetecido no F—X2.
E imagine nossa situação hoje, operando avião russo, com a Guerra na Ucrânia, sem contar o fato de o MiG-29 ter um alcance muito inferior ao do Gripen.

Alexandre Fontoura

Antônio, esse valor de US$ 150 milhões/unidade pelo Gripen é “conta de padaria”, dividindo o valor do contrato (de 39,3 bilhões de coroas suecas) ao câmbio do dólar na época pelo número de aeronaves. A julgar pelo valor equivalente do aditivo de 25% ao contrato que, convertido em dólar, seriam suficientes para a aquisição de 12 a 15 Gripen, isso mostra que o custo unitário do Gripen seria algo entre US$ 75 e US$ 92 mihões. Sobre vendas internacionais da aeronave, é bom lembrar que, em 2013, o Rafale, mesmo quase dez anos após sua entrada em serviço, não vendia.… Read more »

ChinEs

Mas o Peru esta sendo pragmático, ou seja vai comprar um caça de treino e receber tecnologia de uma caça de 5ª Geração como é o caso do KF-21, igual fizeram no navio de assalto anfibio PISCO , e o mesmo nas Fragatas , tudo vem da Coreia do Sul.

Luís Henrique

A Malásia comprou no ano passado 18 FA-50 Block 20 por U$ 920 mi.
O Block 20 vem com capacidade BVR enquanto que o Block 10 só possui míssil ar-ar de curto alcance.

20 ou 24 FA-50 por U$ 780 mi deve ser da versão Block 10.

Prefiro 14 Gripen E por U$ 1 bi, diferença pequena de valor e um caça muito mais capaz e com linha de produção aqui.

Camargoer.

Olá Luiz, depende muito do pacote logístico e, talvez, do pacote de armas….

Luís Henrique

Sim. Também é bom deixar claro que os F-16 usados que os argentinos compraram não custaram U$ 650 mi, custaram U$ 338 mi e vieram com treinamento e peças sobressalentes. O que elevou o preço a U$ 650 foi um pacote de armamentos adquirido dos americanos por cerca de U$ 318 mi. Como este caça sul-coreano utiliza mísseis americanos e europeus, talvez um contrato de armamentos tenha que ser firmado à parte, elevando o custo total. Não acho que dê para comparar esses U$ 780 mi com os U$ 650 mi pagos pela Argentina, como fez um outro colega aqui,… Read more »

Camargoer.

Então… sem treinamento e armas, sem peças de reposição e manuais, os aviões ficariam parados no hangar… Por isso venho dizendo que existe o valor “cheio” (avião, treinamento do piloto, treinamento dos mecânicos, armas, apoio logpistico, sobressalentes) e valor “seco” (apenas o avião). Quando um país compra um novo tipo de avião, mesmo que seja de segunda mão, tem que pagar o valor cheio…. (no caso dos argentinos, cerca de US$ 25 mihões). Lotes subsequentes são mais baratos porque apenas os aviões são pagos (eventualmente, um apoio logistico, inclusive para os motores) Você tem razão ao lembrar que o valor… Read more »

Luís Henrique

Sim, mas reforçando mais uma vez, várias mídias indicaram que o valor de U$ 338 mi pagos para a Dinamarca inclui os aviões, treinamento, simuladores e peças sobressalentes. E o valor de U$ 318 mi pagos aos EUA é em quase sua totalidade para armamentos. Muitos entenderam que U$ 338 mi são para os aviões pelados, sem nada e que foi necessário os outros U$ 318 mi em “extras”. Eu não entendi assim, a Dinamarca vai entregar os 24 F-16 + treinamento + simuladores + peças sobressalentes por U$ 328 mi ou cerca de U$ 14 mi cada. E a… Read more »

Santamariense

Os valores e a conta são exatamente como você colocou.

Camargoer.

Então… o pacote completo que a Argentina vai pagar, incluindo aviões, armas, treinamento. etc… é da ordem de US$ 650 milhões. Uma parte do valor é para armas, outras para treinamentos, outra parte é o valor das aeronaves… tenho chamado isso de valor “cheio”.] É a mesma conta feita ao dividir o valor do Fx2 por 36… o programa inclui a aquisição das aeronaves, das armas, do treinamento, da linha de montagem da Embraer, do desenvolvimento do “F”… por esta conta, o valor do Gripen para a FAB ficou em torno de US$ 110 milhões, assim como o F16 usado… Read more »

Luís Henrique

Não concordo com isso. O pacote de armas adquirido foi pequeno. Se for para adquirir + 24 Gripen E a FAB terá que adquirir mais armas. Caso a ideia seja economizar nas armas e usar o que já tem, o F-16 acho que também opera com Derby, Python 4, reccelite, Spice, etc. U$ 110 mi é com o valor do câmbio de hoje. Quando foi escolhido dava U$ 125 mi e quando o contrato foi assinado acho que chegou em U$ 150 mi. O F-16 usado não precisa chegar em U$ 25 mi. Depende do que a FAB vai querer… Read more »

Camargoer.

Então.. o Gripen também pode operar o arsenal de armas do F5M. O Meteor e o Iris-T são superiores aos Python, Derby etc… A FAB comprou armas novas e de última geração para o Gripen para aproveitar a sua superioridade tecnológica, mas nada impede dele usar armas mais antigas ou mesmo armas novas fabricadas nos EUA. Portanto, é equivocado supor que há vantagem em comprar aviões usados porque eles podem usar as armas usadas no A1 e no F5. O Gripen também pode. Na verdade, é o F5M e o A1M que não possuem capacidade de usar armas novas e… Read more »

Alexandre Fontoura

O Gripen E, ao câmbio atual, sai por US$ 85-90 milhões/unidade em média, somente o caça.
Não existe isso de US$ 150 milhões a unidade. Você está dividindo o valor total do contrato por 36 unidades?

Last edited 7 dias atrás by Alexandre Fontoura
Marcelo Bardo

Provavelmente não haverá outro vetor além do Gripen. A informação da mídia gringa segue causando histeria.

Marcos Silva

Histeria porque? O Janes inventou alguma coisa? Com que motivação iria “sabotar” o Gripen para a FAB?
Afinal,o próprio comandante falou que as opções estão em aberto. E não se descarta o F-16 ou outro caça. Vcs parecem que esquecem desse episódio.

Tochiro

EDITADO:
COMENTARISTA BLOQUEADO.

BLACKRIVER

Nos já temos uma excelente opção para substituir o AMX A1; essa opção tem nome sobrenome é já está em produção em Gavião Peixoto – SP

SAAB GRIPEN

Camargoer.

Perfeito

Marcelo

Agora está explicado o porque a fab largou o gripen e quer o m-345 italiano,tudo por causa do preço!!!

Alexandre Fontoura

Quando foi mesmo que “a FAB largou o Gripen”?

Fabio Araujo

Os coreanos estão estudando comprar alguns KC-390, poderíamos juntar nesse negócio alguns FA-50.

Moriah

Todo mundo observando a China, mas é a Coreia do Sul que está ganhando protagonismo. Quem também tinha ou tem ainda participação no KF-21? E ainda tem outro ator do Sudeste Asiático…

Jonas Luiz Paulino

Olhando para os modelos da Industria Sul Coreana me questiono se não seriam uma opção muito melhor ao invés de F-16 usados. Entendo que é importante o Brasil operar uma segunda opção vetor seja ele FA-50 (para substituir os AMX) ou mesmo o KF-21, pois se em todo caso tivermos que criar uma nova cadeia logistica que seja para um item novo de fabrica onde poderiamos colocar como condição algum nivel de nacionalização das tecnologias e até mesmo a montagem das aeronaves pela Embraer. Com certeza a industria aero espacial sul coreana ficaria muito satisfeita em fazer esse intercambio. Alguem… Read more »

Nilo

Colômbia, Peru..A FAB precisa estar mostrando as capacidades do Gripen E, através de exercícios com as Forças Aéreas, incluindo países potenciais compradores e usuários e ter a Força Aérea sueca junto.
Afinal temos duas linhas de produção sueca e brasileira.

Marcos Silva

O Gripen dificilmente conseguirá vendas na AL. O custo está fora da realidade da região.

Filipe Prestes

E o KF-21 que os mesmos peruanos estão consideram é acaso mais barato de adquirir e manter que o Gripen?

Marcos Silva

Ninguém sabe. Porém,esses KF-50 devem ser mais em conta.

Alexandre Fontoura

Quase metade do preço de um Gripen E/F, mas com capacidades muito menores também.

Fábio CDC

O avião Koreano é bem menor, mais leve e mais simples do que o nosso GNG, então me parece que sim, muito mais barato de adquirir e manter. Além disso, será compra de prateleira, sem transferência nenhuma, o que barateia ainda mais a parte da aquisição.

Marcos Silva

Mais simples não,e ainda é um bimotor. Tem que esperar entrar em serviço para se poder afirmar qualquer coisa sobre ele.

Santamariense

Marcos, ele se refere ao FA-50.

Marcos Silva

Aí sim. Porque o KF-21 de simples não tem nada.

Nilo

Exatamente Fábio, a FAB, Embraer e SAAB, não podem ficar letárgicos, porque o mercado sempre terá opções de caças inferiores ou usados com valores mais baixos, só lembrar que a Argentina a pouco tempo atrás estava com o embrolho do S. Stendard rsrs

Filipe Prestes

Qual é a sua fonte de que o KF-21 é mais simples que o Gripen E considerando que a KAI fará dele um 5ta geração puro? Essa lógica me parece equivocada

Santamariense

Ele tá falando do FA-50!!

Alexandre Fontoura

KF-21 é bimotor, para começar… Mas ele se referia ao FA-50.

Santamariense

Ué, mas a proposta do KF-21 é de participação dos peruanos no programa. Já o Gripen, para eles, seria de prateleira. Aí precisa se fazer a pergunta: o Brasil pagou a mais pelo Gripen devido à ToT…e os peruanos não devem pensar neles e pagar mais pela participação no projeto do caça sul-coreano?

Filipe Prestes

A questão é: Os peruanos conseguem pagar a mais, algo na mesma proporção que a FAB pagou pelo Gripen? E além disso resta a dúvida, que empresa suficientemente grande eles tem para absorver essa tecnologia? Ao meu ver a resposta é nula pra ambas.

Santamariense

Depende do que for negociado. Se o que eles puderem absorver for cobrado de forma proporcional, qualquer coisa já é um ganho.

Sensato

Participação industrial é algo muito amplo. Fabricar rodas para o avião ou algo do tipo é participação industrial…

Santamariense

Pois é, isso que eu quero dizer.

Alexandre Fontoura

Muito mais barato do que os cogitados Rafale, Typhoon, F-16 Block 70 e KF-21…

Inka

En resumen les digo a los amigos brasileños que no esperen que Perú compre cazas Grippen, porque por Geopolítica y estrategia no se adquiere armamento producido y/o ensamblado en LATAM. La FAP tampoco va comprar F16 usados, ya tenemos Mirage 2000, Mig 29 y Zukoi usados, la estrategia es reemplazar por cazas nuevas. El vector Coreano= KTP1 / KAI 50 es el proceso, para finalizar con el KF 21 para cuando se den de baja los cazas que tenemos, pasando el año 2030.

Marcos Silva

FA-50,M346 e F-16 usados são o que a maioria dos países da região podem pagar.
Esse KF-21 já sabe ser bonito.

Rodrigo LD

KF-21, para uma FA latina que não consegue nem trocar seus Mig-29 e Mirage 2000??? Vão sonhando….vai dar é F-16 de segunda mão mesmo, exatamente como na Argentina!!!

Funcionário da Petrobras

Quando a FAP adquiriu, salvo engano em 1983, o Mirage 2000P, este era o caça mais avançado da AL.
Quando compraram o Mig-29, em meados de 1997, de novo, este era o mais avançado da região.
Resumindo:
A FAP não tem histórico de adquirir aviões da linha de frente obsoletos para os padrões da AL.

Last edited 13 dias atrás by Funcionário da Petrobras
Inka

Exacto, el Perú fue pionero al comprar cazas de última generación, la idea es comprar el KF 21 pasados el año 2030 para reemplazar los cazas que se tiene. Leo a muchos brasileños decir que el Kai 50 es para reemplazar a los mig29 , Mirage 2000, es errónea la lectura que tienen, el Kai 50 es entrenador intermedio por eso se va adquirir, no es para ser el vector que reemplace a cazas de 4 generación. Se ha elegido el Kai 50 porque para utilizar a futuro el KF 21 se debe entrenar en un caza ligero del mismo… Read more »

Funcionário da Petrobras

Ao contrário aqui do Brasil que, na maioria das vezes, com exceção do Mirage III em 1972 e agora com o Gripen E, adquiriu caças ultrapassados.

Camargoer.

Olá FP. Creio que seriam um erro supor que os F5E também comprados novos pela FAB no início da década de 70 fossem ultrapassados naquele período

Funcionário da Petrobras

Creio que, os F-5 mesmo que novos da fábrica da Northrop do primeiro lote, já estavam ultrapassados.
Pode me corrigir por favor, se for o contrário.
Você é um colega que respeito aqui, pelo conhecimento e simplicidade em colocar seus conhecimentos.

Camargoer.

Ola FP. Concordo que os F5E eram inferiores à outras aeronaves disponíveis no mesmo período, inclusive ao Mirage III (que avião lindo), mas eram excelentes aeronaves em seu contexto.

Certamente os F5E se tornaram ultrapassadas a partir de meados ou fim da década de 80, mas no início da década de 70 quando foram comprados eram eficientes e eficazes.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER

Os Mirage III eram aeronaves de primeirissima linha, quando adquiridos, estavam na mesma licitação o F-4 Phanton e um caça inglês da BAE Systems cujo nome não lembro.. Os F-5 já eram uma aeronave de segunda linha, mas foram adquiridos novos, no primeiro lote.

Dudu

Menos um mercado para tentar exportar o Gripen NG e possivelmente um concorrente de grande potencial devido ao seu menor custo-benefício para a região. Já disse: O Gripen E sem o F, é uma canoa furada. Se os peruanos fecharem com a KAI, com certeza vão exigir o direito de montar as versões monoplace e biplace e o direito de reexportar a maquina para a América Latina. Aí é que o problema de Gavião Peixoto será triplicado porque além de perder um possível cliente, vai ganhar um concorrente do qual o produto apesar de ser inferior, terá um portfólio maior… Read more »

Last edited 13 dias atrás by Dudu
Marcos Silva

Fala sério,vc acha mesmo que o Peru consegue fazer tudo isso que vc disse? Um país sem tradição alguma no meio aeronáutico?

Ozires

Mais um com a neura da Coréia copiando o KC390? Não está se negociando meu amigo a venda já ocorreu.

Santamariense

“ Quero só vê se depois dessa, a EDS vai continuar negociando os KC 390 para os sul-coreanos estudarem e fazerem engenharia reversa para desenvolver o MC-X.”

Meu Deus … teoria da conspiração é pouco …

“ começarem os trabalhos de conceito e desenvolvimento do caça nacional de 6° geração ( CN6G),…”

Isso, aham…quem sabe um de 7ª geração…6ª é muito pouco para o Brasil, com sua capacidade exponencial em projetar, desenvolver, produzir e operar caças de primeiríssima linha, como nossos 5ª geração que já operamos há décadas … epa, peraí ….

Marcos Silva

Esse argumento de comprar KC-390 e fazer engenharia reversa à partir dele merece o premio de pior teoria da conspiração dos últimos anos.
Os coreanos projetaram FA-50 e KF-21,entre outros. Eles tem capacidade de projetar e fabricar seu próprio avião de transporte.

Santamariense

Exato!!

Dudu

Santamariense, os programas de caças de 6° geração Tempest e FCAS, liderados por Inglaterra e França, partem de onde? Da soma das experiências construtivas e operacionais de caças de 4.5++° ( Eurofigther e Rafale) mais as pesquisas e desenvolvimentos de materiais e tintas furtivas furtivas com estudos de desenhos aerodinâmicos manobravel furtivo e de novos conceitos de aeronaves. O Gripen NG é o quê? É fruto do nada? Nao. É fruto do acúmulo de experiências construtivas e operacionais de uma indústria que concebe é desenvolver avioes militares há mais de 80 anos e que tem 10 modelos de aeronaves em… Read more »

Santamariense

“Se voce, o Santamariense, não acredita, é um problema seu. Quem é você? Ninguem. Qual a sua formação? Nenhuma. Qual a sua ocupacao? Ninguem sabe. Qual a sua experiencia profissional na industrial aeronautica? Nenhuma. A sua opiniao nao tem valor porque voce é no maximo um mero entusiasta da midia dessa aerea. Resumindo: para os profissionais e pessoas sensatas, a opinião de gente igual a você, não vale nada.” Quando falta argumento, mostra que ficou brabinho … hehehehehehehehehe “E para finalizar: conceber,projetar e fábricar avioes turbo-helices ou jatos de 4° e 5° geração é uma coisa; fazer avioes estratégicos é… Read more »

Dudu0

” Além de todos os óbices tecnológicos que deveriam ser superados numa empreitada dessas, tem um maior ainda que é o CUSTO!! Para te ilustrar um pouquinho:” Você não pensa no que lê. Você lê e compulsivamente pela vontade de contrariar constrói um restinho, aparentemente coerente, mas totalmente cheio de falhas. Então vamos as principais: “. Mas, tu querer fazer crer que o Brasil, mesmo associado com a Suécia” A primeira mentira ou exibição de ignorância está acima. Os suecos não serão sócios e muito menos parceiros. Por terem uma fábrica de aeroestruras no Brasil, entrariam no programa como fornecedores.… Read more »

Dudu0

Correcao:

3. Ter capacidade interna de transportar grande e variada quantidade de armamentos;*

Santamariense

Eu vou te responder em poucas linhas:

Eu contrario tudo aquilo que salta aos olhos pela total desconexão com a realidade. Faço isso na tentativa de mostrar o quão grande é a besteira que o outro escreve. Mas para ti, vou fazer uma exceção, por dois motivos:

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Boa viagem …hehehe

COMENTÁRIO EDITADO. MANTENHA O RESPEITO, DEBATA OS ARGUMENTOS SEM ATACAR AS PESSOAS.
LEIA AS REGRAS DO BLOG:
https://www.aereo.jor.br/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Andromeda1016

A Coreia escolheu o KC 390 para fazer engenharia reversa sim. Mas nem tudo será prejuízo para a Embraer se ela souber criar sinergia com a KAI e formar parcerias com a empresa coreana.

Marcos Silva

E o rapaz insiste nisso Santamariense…

Santamariense

Hehehehe…

BraZil

Bom dia. A coisa está feia mesmo. Ou nossa Força Aérea contrata urgentemente uma consultoria especializada.(pode ser qualquer blogueiro meio entendido no assunto, já dará um UP) ou perderemos também o posto de arma aérea mais deterrente do continente. A marinha já foi. Fico me perguntando o que deu errado na fornada da EPCAR do fim dos anos 80. Estamos errando muito, no nível decisório. Escolhas erradas e outras bem questionáveis, cálculos de quantidade de equipamentos exagerados, quebras de contrato…Socorro brigadeiro Brauer…

Marcos Silva

Não é somente nas forças armadas…

Vitor Botafogo

Da Década de 80 pra cá a instabilidade econômica também vem atingindo com frequência. Não tivemos muita paz na Economia pra suportar os projetos e a modernização da força.

Camargoer.

Olá VItor.. o capitalimos mostra crises recorrentes desde o Sé.XIX… a primeira depressão aconteceu em 1870…. a depressão de 1930 resultou na II Guerra… depois teve outras crises… na década de 70 os EUA busaram o FMI durante a crise do petróleo…. 2008 foi um ensaio de outra depressão mundia, que foi evitada pela intervenção coordenada de bancos centrais no mundo todo.. O Brasil está inserido na economia capitalista desde o início da revolução industrial como fornecedor de matéria prima e depois como uma economoa industrial tardia… e sempre esteve envolvido em crises periódicas.. algumas com origem doméstica e outras… Read more »

Angus

Para falar só de América Latina, bom mesmo é o sistema onde Cuba e Venezuela estão inseridos, nunca vivem crises e sua população é feliz (os países vizinhos não precisam fechar fronteiras ou montar operação para receber refugiados). Inclusive tenho certeza que os 2 países estão contratando professores. Olha a oportunidade que você tem. Deixar esse sistema capitalista, onde o Brasil está inserido, colaborar e viver feliz em Cuba ou na Venezuela, num sistema que funciona. Talvez não tenha mais a liberdade, acesso a internet ou dispositivo para comentar aqui, mas isso é supérfluo mediante a felicidade de viver em… Read more »

EduardoSP

Vc viajou no seu comentário. O colega apenas fez uma descrição de fatos.
Aí vc vem com um monte de suposições, teorias e imputações só para desopilar o fígado.
Recomendo um antiga notinha que era publicada na Casseta Popular “Leia só o que está escrito e, na dúvida, entenda o mais fácil. Não somos tão profundos assim”.

Camargoer.

Olá Edu. Exato. O capitalismo é um sistema instável com ciclos de crescimento e recessão. geralmente de 3~5 anos cada. Isso é conhecido desde o fim do século XIX. O mundo viu duas depressões, uma em torno de 1870 e outra em 1930.. cada uma durante cerca de uma década. Portanto instabilidades econômicas acontecem no sistema capitalista desde o Século XIX. Crises ocorrem desde muito antes da década de 80. Todos os países que estão inseridos no sistema capitalista passam pelos ciclos de crescimento e recessão, sejam democracias ou ditaduras. É uma característica do capitalismo. A ampliação e popularização da… Read more »

Santamariense

👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

Luciano

Vou aguardar as informações oficiais. Muito disse, que me disse, e artigos se retroalimentando. Aah, porque “segundo tal jornalista, segundo tal meio de comunicação, segundo a imprensa coreana, etc”.

A FAP perdeu os Migs, tem 11 M2000 dos anos 80 sem nenhuma modernização, acabou de perder um em acidente que matou o piloto, e focou em um LIFT? O Chile tem 44 F16 a 200/300 km da fronteira deles. Muito estranho.

Posso estar errado, mas vamos ver, logo.

Marcelo Tatsch

Sem desmerecer o Peru, mas com tanta instabilidade política naquela região e com a atual situação da Força Aérea, não creio que eles irão participar do programa do Kf-21 neste momento. O FA-50 é uma aeronave muito mais real para a realidade peruana.

Last edited 13 dias atrás by Marcelo Tatsch
Jose Pereira

Quem tem linha de produção de gripen e A29 não precisa recorrer a importações

Rodrigo Maçolla

Na teoria sim, é verdade, Mais nesse caso é bem melhor mesmo que importar F-16 usados…

Camargoer.

Exato. A melhor opção para reequipar os esquadrões de A1 são os Gripen

JuggerBR

Peru é o segundo pais mais instável politicamente da região, vai saber se isso não vai atrapalhar a continuidade de um projeto grande desses, se não vão mudar de ideia a cada novo governante que ficar na cadeira… Lá tem Natal e Impeachment todo ano…

Afonso

Todo mundo comprando aviãozinho novo ou seminovo, Brasil precisa correr digo voar para não perder a hegemonia na América do Sul

Camargoer.

O Brasil nunca terá a hegemonia na América Latina… mas tem o protagonismo e a superioridade econônica e industrial, e até mesmo militar.

O Gripen garante isso na questão aérea

Franklin junior

Pensamento político: o de sempre. Somos os maiores do continente e não temos ameaças. Crise é economica, gastos com FAs dispensável. Faz o de sempre compra um ou outro brinquedinho( uns gripen, umas fragatas , uns centauros e se vira com eles o resto maqueia até quebrar. Sempre foi assim, porq mudar agora. Se não mechermos muito no bolso sobra mais.

Marcos

Para início de conversa, não existe indústria aeroespacial no Peru. A Seman tem as mesmas capacidades que os Centros de Manutenção da Gol e da Latam no Brasil, fazem apenas pinturas e manutenções de nível 3 em aeronaves. O Peru não fabrica absolutamente nada no setor aeroespacial. O programa espacial peruano disparou um foguete de sondagem cujo apogeu chegou em 12 km, é o máximo logro do setor aeroespacial peruano nos últimos 50 anos. E pq eu destaquei isso? Vamos lá A Coreia do Sul ganhou projetos no setor naval, terrestre e aéreo. O programa de blindados tinha selecionado a… Read more »

Last edited 13 dias atrás by Marcos
Santamariense

Tem lei de licitações no Peru? As Forças Armadas de lá são obrigadas a submeter todas as compras a processos licitatórios?

Maurício.

Na minha opinião, o TA-50 é um excelente substituto do AMX, (claro, se a novela de mais lotes do Gripen não for para frente) não tem o alcance do mesmo, mas é mais novo, é melhor inclusive que F-16 de bloco antigo, que logo vai precisar de uma modernização, e com certeza é mais barato que manter e operar, o substituto do AMX não precisa ser um caça, afinal, nem o AMX é um caça, e sim uma aeronave subsônica de ataque. O TA-50 nas funções do AMX, que é ataque ao solo e reconhecimento tático, dá e sobra, e… Read more »

Orivaldo

Rapaz esses Coreanos estão fazendo uma boa Grana heim

Pirata da Baixada
Sensato

O que significa que os custos deles serão muito maiores que os nossos já que aquisição acontece apenas uma vez mas manutenção e operação ocorrem por 30 anos.

Antonio Marcio Leao

Tendo dúvidas em relação a questão dos custos, pois são milhares de F-35 vendidos e produzidos, assim a escala de produção já resulta em menor custo de produção e maior disponibilidade de peças de reposição. Já o Gripen tem baixíssima venda e produção, o que implica em dificuldades futuras de obter peças de reposição, aumentando assim o custo de manutenção.

Sensato

O F16 foi produzido aos borbotoes e ainda tem custos maiores, mesmo sem tantos sistemas, sem ser stealth, sem usar uma cobertura especial que tem que ser reaplicada de tempos em tempos e etc. Sim. Os custos do F35 serão menores mas duvido que o suficiente

Alexandre Fontoura

F-16 também foi produzido aos milhares, tem uns 900 em operação ba USAF e sua hora de voo ainda é bem mais cara do que a do Gripen.

Alexandre Fontoura

Preço de Gripen?
Pelo valor total do contrato, dividido pelo número de unidades, cada F-35 suíço sai a US$ 173 milhões, na conta “de padaria”.
Pelo valor do contrato, na época, dividido por 36, cada Gripen saiu a US$ 125 milhões.
Um Gripen E, hoje, sai por algo na faixa de US$ 85-92 mihões, só o caça.
Quero ver a Suíça descobrindo o custo operacional do F-35…

Last edited 7 dias atrás by Alexandre Fontoura
Rodrigo Maçolla

Como a grande maioria ja comentou: Ai FAB aprende com o Peru !!!, (F-16 usados não)

Camargoer.

A FAB deve aprender com a FAB.. mais Gripen novos

Rodrigo Maçolla

Sim verdade concordo contigo, mais nesse contexto de F-16 usados sendo ventilados por ai e sem 2º lote de Gripen a vista, melhor então este FA-50 (já que a notícia trata deste). ou melhor alternativa Super Tucanos novos.

Camargoer.

Olá R. Aqui temos duas situações limites. 1) A FAB não tem dinheiro para mais Gripen ou 2) O A1 vai ser retirado de serviço antes de chegar Gripens para repor o esquadrão. No primeiro caso, se não tem dinheiro para Gripen então não tem dinheiro para F16 usado, FA50 novos ou qualquer outra aquisição. No segundo caso, as entregas de Gripen para Santa Maria estariam atrasadas em relação á baixa do A1. O primeiro caso é o tipico “o que não tem solução não é problema”. A solução seria disponiblizar recursos… neste caso, a solução é comprar mais Gripen…… Read more »

Gabriel BR

Seria uma excelente escolha

Pirata da Baixada

A verdade é que o Gripen está caro demais

Camargoer.

Olá Pirata. Avião de caça novo é caro… o F16 novo é igual ou mais caro que o Gripen… o F35 é muto mais caro ainda…. Os pacotes dos F35 estão variando de US$ 150 até 220 milhões. O Gripen está no patamar de US$ 110~12o milhões cheio (primeiro lote). Lotes subsequentes devem custar alto entre US$ 70~80 milhões… no fim, o valor de um Gripen “seco” é praticmente o valor de dois FA50 “cheios” ou três F16 de segunda mão (pacote cheio). A FAB tem dois problemas… o primeiro é a forma anacrônica e perdulária com que os mlitares… Read more »

Rodrigo Maçolla

Caro demais ou o Brasil que não leva a sério o investimento em defesa ?

Marcos Silva

Os dois!

Filipe Prestes

É o dólar que está caro. O valor do Gripen per se deve ter oscilado bem pouco para cima

Alexandre Fontoura

Caro demais em relação a quê? A-29?

JSilva

Eu já defendi este avião na FAB, mas em outro contexto. Num cenário em que um segundo lote de Gripen fosse contratado, com pelo menos 20 aviões, chegando a um total de 56 caças. Considerando o clássico triângulo de bases da FAB (Canoas, Santa Cruz e Anápolis) e a implantação de mais uma base, que preferencialmente seria Manaus, daria para alocar essas 4 bases com esquadrões de 14 Gripen cada. Faltaria apenas o Nordeste, aí entraria o FA-50, com um esquadrão de 12/14 aeronaves em Natal, na função de Lift e defesa aérea. Mas os eternos problemas orçamentários e de… Read more »

Filipe Prestes

A amazônia é um ambiente sem muito o que ser defendido e pouca empregabilidade para caças senão ADF/ superioridade. Por lá mais valem dúzias e dúzias de helicópteros – preferencialmente de ataque – e aviões de transporte. Em Manaus, penso que deveria haver mais um esquadrão do KC e não de Gripens, que deveria estar no Nordeste mesmo, em Fortaleza ou Natal, afinal nossas possíveis ameaças/hipóteses de conflito vem do mar

Maurício Veiga

É quase isso, a ideia da FAB é ter por volta de 100 caças na linha de frente, 70 Gripen e os demais na função LIFT que a princípio e dependendo do preço será o F16, eu também prefiro FA 50 novos ao invés de F16 usados mas o orçamento está apertado, em breve teremos novidades…

Maurício

Participar do kf21para o Brasil seria interessante, a Coreia do Sul está com dificuldades de arcar sozinha com desenvolvimento em relação aos recursos.

Daniel

O KF21 não agregaria nada para nós. Ele é mais ou menos como o Gripen. Por mais que os coreanos digam o contrário, sem materiais compósitos e baia interna de armas, nenhuma aeronave é furtiva.

Lucas

Mas a baia interna é o próximo passo no desenvolvimento do KF21, parece que não colocaram antes pra não atrasar o projeto.

Daniel

Quando e SE isso acontecer E produzirem o avião com materiais compósitos eles poderão conseguir uma aeronave “stealth”. Mas aí não será mais o KF-21. Será um avião completamente novo.

Daniel

Será que a EMBRAER e a SAAB não conseguem melar esse acordo com os coreanos e emplacar o Gripen, para variar? O mercado da América Latina deveria ser do Brasil, mas parece que todo mundo consegue vender aqui, EXCETO as empresas brasileiras.

Filipe Prestes

Depende muito mais da SAAB do que da Embraer e o FA-50 é uma aeronave mais barata de adquirir e fazer volume que o Gripen. Ao contrário do que a maioria diz, que a qualidade é sempre melhor que quantidade, essa última é uma qualidade por si só. E convenhamos, 24 conforma um único esquadrão.

Santamariense

Depende. 24 podem equipar 2 esquadrões.

Daniel

Se o preço fosse o principal critério, eles comprariam Super Tucanos, amigo. O Gripen pode fazer tudo o que ambas as aeronaves fazem e muito melhor.

Camargoer.

Olá Daniel.

Pois é. Se há dinheiro para comprar duas duzias de F16 de segunda mão então há dinheiro para comprar um número menor de Gripen…

Se não há dinheiro para comprar Gripen, então também falta dinheiro para comprar F16 de segunda mão.

A solução mais barata é a modernização de uma dúzia de A29.

Antonio Marcio Leao

A FAB está perdendo uma excelente oportunidade, que o Peru vai aproveitar. A FAB poderia obter caças novos FA-50, com vida útil de 20-30 anos e tendo o mesmo motor do Gripen em vez de caças F-16 velhos e ultrapassados e de reduzida vida útil. Além disso, participaria também do desenvolvimento do caça KF-21, que poderá ser um caça de 5° geração num futuro próximo. Tudo isso tendo ainda a participação da indústria nacional. O Brasil não tem recursos para desenvolver um caça nacional do “zero”, mas está pagando caro pelo caça Gripen em razão de transferencia de tecnologia que… Read more »

Filipe Prestes

A “excelente oportunidade” pra FAB é mais Gripen e qualquer outra aeronave que não seja o Gripen, nova ou usada, é uma solução tampão.

Antonio Marcio Leao

Receber uma ou duas unidades por ano, e ainda pagando mais de 100 milhões de dólares por unidade, com pouquíssimas unidades vendidas (somente Brasil e Suécia adquiriu), é um excelente oportunidade para a FAB? Acho que não, pois a parceria com a Coréia do Sul permitiria ter acesso a um caça de 5° geração num futuro próximo gastando bem menos do que desenvolver do “zero” um caça nacional.

Alexandre Fontoura

Qual caça moderno pode ser comprado novo por US$ 100 milhões a unidade, novo?
Rafale, por muito tempo, só era usado pela França e só depois de quase 15 anos de usa entrada em operação foi exportado pela primeira vez. Hoje vende bem.
A melhor solução para a FAB é comprar mais Gripen.
Comprar outra aeronave, mesmo usada, passa uma mensagem muito ruim.

Vilela

Muito melhor que f16 usado…

Construtor

Já cantei essa bola faz tempo. Os coreanos virão com tudo para o mercado SulAmericano. Devem emplacar o FA-50 no Peru, na Colômbia, no Uruguai (terão finalmente um avião supersônico), quiçá até na Argentina, pois os F16 usados que eles compraram não vão durar muitos anos (víde o estudo que a força aérea colombiana fez a respeito dessas aeronaves). Pena que o Brasil perderá essa bela oportunidade.

J.Neto

Peru quer substituir suas aeronaves Low ,mais lógico pegar as coreanas novas, terão sobrevida de mais de 30 anos, cumprindo as funções e sobrepondo as capacidades da antecessora, F16 usado só vai durar 10 anos,15 no máximo, quando forem substituir os principais combatentes, pensar em gripem, KF21, sukoi seja lá o q for

Inka

Por cuestiones de geopolítica, el Tawantinsuyo ahora Perú no compra cazas grippen a Suecia, menos lo va hacer a los ensamblados en Brasil. Ya la firma está con la coreana KAI con los KTP1, ahora se va por los F50 como entrenadores avanzados, para finalizar con los KF21, ese el proyecto a futuro. En la marina pasó lo mismo, Brasil ofreció submarino Tupi, no se aceptó por geopolítica, se va realizar un proyecto grande con Hyundai Navy Industries para la construcción de submarinos con transferencia tecnológica.

Nilton L Junior

Rapaz só o fato de montar localmente e poder estar no KF-21 justifica o investimento.

Rafael Tunes

Torcendo para uma lucidez e vontade política. Nossas forças armadas não são vistas como estratégicas, nem para segurança nacional nem desenvolvimento tecnológico. Grippens, scorpenes e mekos são excelentes, mas país precisa de mais visão e projetos.

adriano Madureira

Está aí uma boa aposta para o Peru, se modernizar com caças coreanos…

Poderíamos entrar em uma negociação para adquirir o F-16 coreano de bolso, mas aqui não pecamos pelos problemas financeiros, mas pelo retardo dos militares que não pensam fora da caixa, preferem a comodidade fácil…

Pastor Pedro

Acho que FAB ,se saiu bem , melhor com a Suécia po

Pastor Pedro

Brasil se saiu Bem melhor fábrica o avião em conjunto com a Suécia

Antonio Marcio Leao

De um caça que deverá ter poucas unidades vendidas e produzidas? Até a alegada vantagem de possuir menor custo de manutenção deixaria de existir. Anos atrás, a África do Sul aterrou todos os seus Gripen C/D devido ao alto custo de manutenção. Agora, a FAB corre esse mesmo risco.

Antonio Marcio Leao

É um erro adquirir o 2° lote do Gripen, pois somando as unidades da Suécia e Brasil daria pouco mais de uma centena de unidades adquiridas, a maioria ainda não produzida. O FA-50 já foi vendido para diversos países por ter custo menor, mesmo sendo inferior ao Gripen. A FAB deveria pesquisar o motivo dos países que adquiriram a versão anterior do Gripen não estarem interessado nesta nova versão. Melhor ter parceria comercial e tecnológica com a Coréia do Sul. Resolveria diversos problemas da FAB, tais como: treinador avançado (T-50), caça leve de combate (FA-50) e futuro caça avançado de… Read more »

Last edited 12 dias atrás by Antonio Marcio Leao
Alexandre Fontoura

É um erro não comprar o segundo lote de Gripen.

Heinz

Se isto acontecer, será a FA mais poderosa no quesito caças de combate, da América do Sul.

Marcos Silva

Quem? Peru?

Gabrielffc

Dependendo de como ficar as coisas(dinheiro), troco c390 por f/a50.

Marcos Silva

Troco segundo lote de Gripen por mais KC-390. É o que o país precisa.

Otafran Sousa Lima Brasil

O Programa de Geração 5 da Coreia do Sul apresentado, dos Caças KF-21, colocaram ao Peru que tá interessado em comprar de 20 a 24 Caças KAI FA-50, se o negócio for fechado, a participação no programa da Geração 5. O valor da compra desses novos Caças, chega a 780 milhões de Dólares, o interesse Peruano existe também no F 16 Falcon, mais moderno que os Caças que possui, os MIG 29 SE, e os MIRAGE 2000P, mais esses é um negócio a fechar com os Estados Unidos da América, que comercializam os F 16 e possuem os F 15EX… Read more »

Jorge Cardoso

Traduz, por favor.

Marcos Silva

what a fuck??

Leandro Costa

Se me pagarem uma boa grana, eu leio do jeito que está e até faço comentário altamente polido.

Caso contrário me recuso à ler.

Santamariense

Kkkkkkkkkkkk….eu tentei ler, mas é completamente ininteligível…

Aurelio Barreto

O que voces pensam sobre a mudança geopolítica com a entrada da Suécia na OTAN e a posição brasileira pro-russa nos 2 últimos governos?

Camargoer.

Olá Aurélio.
A entrada da Suécia na OTAN nada munda na política externa brasileira, nem com a Suécia nem com os demais países.

A posição brasileira sobre o conflito na Ucrânia segue o que estabelece a CF88.

Muita gente ainda acha que a posição brasileira contrária ao conflito é uma posição pró-Rússia… é um equívoco. O Brasil defende o fim do conflito e apoia a negociação de paz entre os dois países.

Se este conflito se prolongar, qualquer que seja o presidente ou a presidente eleitos em 2026, a posição brasileira continuará a mesma.

Marcos Silva

Suécia na OTAN,excelente. Bazólia apoiando o lixo russo,uma m3rd@…

Diego

A galera que curte samsung vibra kkkk

Marcelo

Agora ta explicado o pq a fab largou o gripen e quer o m-345 italiano, por causa do preço.
700 milhoes nao compra 6 gripen em quanto 700 milhoes compra 24 m-345 italianos e resolve o problema parcialmente da fab.

Construtor

O avião da matéria é o FA-50 coreano. Um avião bem melhor que o m-345 italiano.

Santamariense

Acho que você quis dizer M346, não M345.

Bavarian Lion

O equipamento da Coreia do Sul aparenta ser ótimo, e esse deveria ser o vetor estudado pela FAB para substituir o F-5BR e o A-1.

Uma vez que o teatro de operações deles conta com vizinhos poderosos, bem como a parceria de longa data com a Lockheed Martin, essa família de caças não está para brincadeiras com certeza.

Ademais, segundo o cronograma de entrega deles, é quase que o mesmo tempo para colocar operacionais o F-16 night Falcon ou MLU, para um FA-50 ou KF-21, e no último caso, já colocar um pé na quinta geração…

Ronald

Bom mesmo em Super Tucano da Esquadrilha da fumaça.

Fabio Araujo

Eu acho que o FA-50 seria uma boa opção para substiruir o A-1M e fazer também a função de treinador avançado.

Cláudio Pistori Júnior

Enquanto isso, um Gigante do Sul Global dorme em berço esplêndido não produzido quase nada, sem fazer parceria alguma e pior, entregado o pouco que possui , a Avibrás. Não aprenderam nada no caso da Engesa.