Linha de montagem do caça F-16 nos anos 1980

Na década de 1990 a Lockheed Martin tinha planos de construir o caça no Brasil para abastecer o mercado da América do Sul

Em 1996 a revista Flight International publicou um artigo informando o interesse da Lockheed em produzir o F-16 no Brasil em cooperação com a Embraer.

A linha de produção abasteceria outros países da região como o Chile, Peru e a Argentina. Destes países, somente o Chile tornou-se cliente do F-16, sendo que a Argentina aguarda o recebimento dos modelos usados já negociados com a Dinamarca.

(*) Este post foi originalmente publicado em 2012.

Subscribe
Notify of
guest

148 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Paulo

A FAB sempre atrasada!

Agora estamos “recebendo” Gripens após 11 anos de contrato assinado.

Moriah

Argentina comprando F16 nos anos 90 ou 2000 seria para inglês ver?

Chris

Os 24 caças deles… Custaram menos de 3 Gripens brasileiros…

Com mais de 4600 fabricados, se acha peças ate na padaria da esquina, e podem ser atualizados com ate radar de F-35…

Entendo perfeitamente o interesse da FAB… Que 11 anos depois, ainda só vê os pouquíssimos 36 Gripens iniciais no papel..

Muito legal a Embraer receber a tecnologia… Mas ate la, existe um enorme território pra defender e a responsabilidade é da FAB.

Last edited 1 mês atrás by Chris
Camargoer.

Não; Cara F16 de segunda mçao que a Argentina comprou custarpa cerca de US$ 25 mihoes. Os Gripens (novos) custam cerca de US$ 110 milhões cada, praticamente o mesmo valor de um F16 novo oferecido pela Lockheed no programa Fx2.. construpidos nos EUA.

Maurício Veiga

Poderia enviar a fonte desse orçamento referente ao F16/FXII?

Bernardo

Foi o f-18 que chegou na final, vc lembra quanto ficava a unidade? Eu n lembro, mas lembro que o McCain (senador, hj falecido) até veio pra cá e tentou incluir uns navios no negócio de brinde (que iam ser desativados por eles em breve)

Camargoer.

A proposta francesa era da ordem de US$ 9 bilhões e a da Boeing chegava a US$ 8 bilhões. A proposta da Boeing foi acompanhada de muto boato, nada oficial.. teve até o boato (esta oferta nunca aconteceu) de um 747 para a presidêcia Contudo, é fato que a Boeing não deu garantia do acesso ao código fonte, algo que os franceses e os suecos garantiram oficialmente na proposta. A Boeing apena afirmou que confiava que o Congresso dos EUA aprovaria a abertura do código fonte A Boeing jogou pesado… inclusive contratou a ex-embaixadora dos EUA no Brasil para ser… Read more »

Last edited 29 dias atrás by Camargoer.
Riodo

Não custam 110 milhões. Reveja suas fontes de informações.

Camargoer.

Eita… tem uma coisa chamada “Conta de Padaria”, que é a divisão simples do valor do pacote pelo número de aeronaves. O Fx2 custou cerca de US$ 4 bilhões (um pouco mais dependendo do câmbio entre coroas suecas e dólares). Dividindo US$ 4,2 bilhões por 36 aeronaves, o valor é de cerca de US$ 110 mihões. incluindo tudo. Se for apenas o avião, o valor é fica entre US$ 70 e US$ 80 mihões O pacote argentino é de cerca de US$ 650 mihões considerando tudo, ou na conta de padaria, cerca de US% 25 milhões. Se for considerado apenas… Read more »

Geovan

Verdade , motivo do valor , foi a transferência de tecnologia.

Junior Duraes

A compra do Gripen foi um baita ERRO, na epoca da escolha aqui na trilogia houve um debate intenso sobre o custo unitário absurdo de cada Gripen, mas a narrativa da transferência de tecnologia prevaleceu.
Eu mantenho minha opinião, a defesa nacional deveria ser a prioridade da Fab, ou seja ter aeronaves em quantidade suficiente para atender o território nacional, apos cumprir este critério poderíamos pensar em outras coisas. Uma boa compra de prateleira com o menor custo possível e uma boa quantidade teria sido MUITO MELHOR

bjj

O Gripen foi o mais barato de todos. Tu já viu o preço dos Rafales de prateleira da Índia? Saíram mais caro que nossos Gripen com ToT.

Last edited 1 mês atrás by bjj
Fernando "Nunão" De Martini

Exatamente. Postei comentário a respeito hoje mesmo. 36 caças Rafale de prateleira, com poucas adaptações para a Índia, custaram 7,5 bilhões de euros no câmbio rúpias-euro da época. Mais recentemente, 18 caças Rafale para a Grécia, sendo 12 deles usados e apenas 6 novos, custaram cerca de 3 bilhões de dólares. Mais recentemente ainda, o contrato de 42 caças Rafale pra a própria França tem valor de 5 bilhões de euros. Isso dá 5,5 bilhões de dólares, na conta de padaria, 130 milhões de dólares para o próprio país fabricante… Em nenhum planeta o Rafale de prateleira custa menos que… Read more »

Cláudio Fonteneles

É bom lembrar: Quando os argentinos precisaram dos franceses, eles pularam fora. Não integraram os exocet e não entregaram os étendard restantes. O problema do Brasil não é comprar tecnologia, o problema é comprar e depois não usar e logo em seguida fazer outra compra e… a história só se repete com a pouca verba disponível.

Fernando "Nunão" De Martini

Só uma observação, mesmo sendo discussão paralela: o erro em 1982 foi dos argentinos, a França fez o que qualquer outro país em sua posição faria, com a justificativa extra de ter diversas possessões no além-mar como os britânicos. Antes da guerra os argentinos compraram e receberam tudo que quiseram da França, sem problemas. Foram dois lotes de Mirage III, o segundo até com mísseis ar-ar mais modernos que os primeiros, e depois Super Etendard, Exocet mar-mar e ar-mar e corvetas (que seriam de outro cliente e os argentinos arremataram). Depois que os próprios argentinos começaram a guerra, sendo nesse… Read more »

André Bueno

Fechou.

Sergio

É preciso raciocinar com o cérebro e não com o fígado, como fizeram os malucos da ditadura Argentina…

Até para um moleque subindo em árvores na época era óbvio o caminho que os franceses tomariam.

Nem que morressem de amor por galtieri e sua gang poderiam fazer diferente.

Cláudio Fonteneles

O senhor foi perfeito em sua tréplica, eu realmente escolhi o exemplo errado e me expressei muito mal. Eu quis destacar que o Brasil não pode ficar a depender de tecnologias de outros, precisa ser pragmático, comprar e evoluir. E sobre as Malvinas o máximo que li foi um livro do Roberto Lopes, mas permita-me uma sugestão: um artigo sobre todos os projetos militares que o Brasil comprou e não deu continuidade e depois precisou comprar outro.

Francisco

Os técnicos franceses ficaram na Argentina, em 1982, até os “46 do segundo tempo”. trabalhando na integração das armas e deixar os Super Étendard operacionais.

Bernardo

com o agravante que a frança NÃO entregou o TOT do primeiro contrato dos rafale pra Índia. pra índia. o maior importador de armas DO MUNDO (o aditivo depois do TOT chegava a mais de 100 avioes). e por isso eles abriram uma segunda concorrência.
o que leva a crer que eles entregariam isso pro Brasil que compra tudo à conta-gotas?

Wilson

Tentaram e receberam um NÃO grátis!

Bernardo

então, mas ele também era o mais barato na época (todos os finalistas eram zero de fábrica) tanto na unidade, quanto na “hora voada”, muito embora a “hora voada” seja uma invenção, era baseada num modelo anterior, já que o Brasil tava comprando um modelo subsequente, com motores novos, maior etc, esse papo de hora mais barata não teria como saber não. Mas mesmo assim se fala isso até hoje (inclusive lá fora). Se usa o valor de referência do C como se fosse o E, que ainda tá em teste e ninguém pode bater o martelo ainda em quanto… Read more »

Volpi

Pessoal aqui não gosta que fale mal do Gripen, mesmo nenhum outro país do mundo tendo optado por ele ( a Suécia não tinha opção ), mesmo não sendo entregue, enfim….eu prefiro vários esquadrões de F16 voando do que a espectativa do Gripen

Fernando "Nunão" De Martini

Pelo contrário, sempre houve, entre os comentaristas do site, centenas que gostam de falar mal do Gripen.

Pra falar mal sempre tem comentarista de monte, e cada vez mais, para todos os caças possíveis.

Jorgemateus77

Tem gente q adora falar mal do F-35, do SU-57, dos F-16 blocks antigos, pq q o.Gripen deve ser exceção ?

Edgard

E a transferência de tecnologia não leva mais em conta do defender algo que não está ameaçado?

Mauricio

“narrativa”, eita palavrinha que vc´s gostam de usar heim.

Diego

Grande fato!! Sou hiper a favor do aumento do policiamento nas fronteiras e a compra de uns 50 super tucanos fariam uma baita diferença!! Caças se não forem de superioridade aéreas nem adianta investir, poistemos outras prioridades e o tráfico internacional, junto com o PCC, são urgências nacionais, pois estão dominando tudo!!

Rodolfo

Mas isso não muda a vida útil do Airframe.

Felipe

Mas os F16 vem com transferência de tecnologia?

Camargoer.

Talvez ToT de reciclagem,

bruno

Custaram sim mas os nossos Gripens superam os deles 100 vezes em capacidade de combate. De que adianta comprar um caça mais barato que não supera em combate os caças dos países vizinhos ?

Rodolfo

Era outra época, os EUA buscavam aproximaçao. FHC e Carlos Menem estavam no poder. Ambas economias controlavam a hiperinflação. Menem não queria problemas com os Ingleses (assim como o atual).
A situação geopolítica muda com Lula e Kirchner nos anos 2000.

Camargoer.

Então… um dos melhores momentos da relação entre o Brasil e os EUA foi durante os governos Lula e BushJr… lembre que Lula foi convidado para visitar Camp David e BushJr participou de um churrasco na Granja do Torto, mostrando a intimidade entre os dois presidentes;;;

Nos anos recentes, um dos períodos de maior crise foi entre Dilma e Obama, ao ponto da presidente do Brasil cancelar uma visita aos EUA.

Rinaldo Nery

Não houve melhor relação do que Bolsonaro e Trump.

Camargoer.

Então.. a relação entre Vargas e Rooselvt foi extremamente próxima, muto pela atuação de Rockfeller pelos EUA e por Oswaldo Aranha pelo Brasil. A relação entre Costa e Silva e Nixon convergiu principalmente em razão do apoio dos EUA ao golpe de 64, mas curiosamente, a relação entre os países esfriou quando os presidentes eram Geisel e Carter. Houve uma aproximação entre FHC e Clinton. A relação entre Lula e BushJr foi extremamente próxima. BushJr visitou o Brasil duas vezes. Obama também esteve no Brasil, mas o escândaolo da espionagem da NSA abalou a relação entre dos presidentes dos dois… Read more »

Francisco

mas o escândaolo da espionagem da NSA abalou a relação entre dos presidentes dos dois países…” E derrubou o F-18.

Francisco

Carter inventou uma política hipócrita de direitos humanos e impediu a venda de armamento mais moderno ao Brasil para não criar um desequilíbrio na região. Pois, também não estava vendendo nada novo para a Argentina e para o Chile.

Jorgemateus77

Bolsonaro e Trump ñ foi de aproximação?? Literalmente colocaram o filho do Bolsonaro para ficar de papo com o Trump Jr e até hj os dois conversas…. Bolsonaro.foi para residência oficial.do Trump em Mara Lago na Flórida… se ele vence em.novembro de novo não haverá mais essa aproximação com o BR

Camargoer.

Então… vale a pena buscar as noticias publicadas nas respectivas épocas, como por exemplo, quais e como foram as respectivas visitas oficiais, como o comércio entre os dois países avançou ou recurou em cada período… quais foram as declarações conjuntas e como cada presidente tratava o outro…

Geralmente, um bom ponto de partida é encontrar um evento que seja marcante, que tenha ficado como alto que representa o todo…

“I love you”

Rodolfo

Sim, vc esta correto, quanto ao Brasil a relação atingiu apice nos anos 2000 e foi produtiva ate o primeiro mandato do Obama antes da tentativa de acordo nuclear com o Ira pelo Brasil e Turquia e o escandalo da espionagem da NSA. Foi nesse periodo que o Brasil recebeu oferta do F35 fora do FX2 mas o Nelsom Jobim disse que seria demais.
A relação da Argentina que se deteriorou antes.

Willber Rodrigues

Recebendo um caça totalmente “zero kilômetro”, enquanto eles e o resto da AL recebem F-16 com 30 anos de uso no lombo.

Pra mim, tá bom. 😎😎😎😎

Bernardo Santos

Tá tão bom que vai ter que comprar caça usado por que não tem dinheiro suficiente pra comprar os novos.

Marcos

Existem fontes internas da FAB declarando em off que essa compra não está sendo cogitada. Referem como Fake News.

bruto

boatos é boatos , se nada saiu da FAB entao mais nada foi verdadeiro

Flávio HMCO

Isso deve ser para pressionar o Governo sueco em compra KC-390 para garantir o Gripen no Brasil….

fewoz

Finalmente alguém falando o óbvio…

André Bueno

Amém!!

Rosi

Ainda não comprou.. somente estudos… Se acalme

deadeye

Primeiramente, os F-16 que o Chile comprou foram modernizados, para a versão Block 52, uma das mais recentes. Seguindo, os F-16 da Argentina, comprados da Dinamarca, foram comprados da versão, block Block 32 MLU, que podem ser modernizados até a Block 70. Embora seja inferior ao Gripen E, ainda são bem capazes.

Willber Rodrigues

“que podem ser modernizados”

Considerando-se o estado da Argemtina, é infinitamente mais fácil esses caças voaram mais 50 anos por lá com esse mesmo block 32 atual.

Chris

Fala isso não, brother…

Considerando o estado brasileiro… É capaz de recebermos uns 20 Gripen.. E cancelarem o resto…

A exemplo ate do KC-390 ! Heheh

Felipe

O radar do Block 70 é o mesmo usado no F-35 e no F-22, então duvido muito que venderiam esse radar, sem falar do preço dele.

Lucas F

Não é o mesmo. Ele usa tecnologias aproveitadas do projeto do APG-81, mas não é o mesmo. Aproveitar a mesma tecnologia de modelos de radares é bem comum. O APG-81 aproveitou bastante coisas do APG-77 e vice-versa em outras atualizações do F-22.

Chris

Qdo se fala em radar… O fator decisivo é a energia gerada pelos motores…

Pela diferença de potência… Em tese, o do F-16 seria um pouco mais fraco que o F-35.

DSC

O radar dos F-16 Block 70/72 (AN/APG-83) não é o mesmo que está nos F-35 e F-22. O F-16 não tem nem o espaço nem a capacidade de refrigeração do F-35 e F-22 para ter um radar monstruoso como o AN/APG-77(V)1 do F-22 ou o AN/APG-81 do F-35. No entanto, podemos sim dizer que o AN/APG-83 é uma versão quase que miniatura e sem algum do “recheio” especial dos AN/APG-81 e AN/APG-77(V)1. https://youtu.be/JZnrtB9rRT8 “…Ao desenvolver o SABR, [a Northrop Grumman] aproveitou seu trabalho anterior nos radares avançados AN/APG-77 e AN/APG-81 para os caças furtivos F-22 Raptor e F-35 Joint Strike… Read more »

Last edited 1 mês atrás by DSC
Chris

Se os F-35 entregues pelo mundo usam esse radar… Não vejo nenhum impedimento pra que a Argentina ou nós recebesse a “versão” F-16.

Last edited 1 mês atrás by Chris
Gui

Isso. Block 32 que passou por MLU, e segundo o F16.net, tem capacidades equivalentes ao Block50. Tecnicamente, bem capazes ainda.

Santamariense

Os aviões argentinos foram comprados da Dinamarca e esta, recebeu 77 F-16A/B dos Blocks 1, 5, 10 e 15, posteriormente modernizando os 61 remanescentes oara o padrão MLU. A Dinamarca unca recebeu exemplares do block 32.

Chris

E lembrando que nossos Gripen foram capados nos sensores “porque não temos ameaças do nível dos europeus”…

Fernando "Nunão" De Martini

Está quase tudo errado no seu comentário.
Chile tem F-16 Block 50 novos de fábrica e Block 15/20 MLU usados.

Os da Argentina também são Block 15/20 MLU.

Correto só o fato de serem inferiores ao Gripen E, pela óbvia diferença do tempo e tecnologias mais recentes.

André Bueno

O Chile comprou cerca de uma dezena de Block 50 novos e o restante eram MLU holandeses. Cadê o Glasquis?!

Bruno

Block 32 ?? Dinamarca possui Block 15/20 inicial. Hoje com o MLU estão com capacidades bem melhores. Acho que entregam o mesmo que um Block 50.

Chris

Os 24 caças deles… Custaram menos de 3 Gripens brasileiros…

E somos um pais… Que precisaria de uns 300 se quiser garantir a soberania nacional com o tamanho do nosso território.

Embraer é uma coisa… A FAB é outra, e esta vendo ate seus AMX e F5 chegarem no fim da vida útil, eqto os pouquíssimos 36 Gripens so existem no papel, mesmo após 11 anos de contrato.

Eu só acho é que vocês deviam reclamar é com o governo e não com a FAB.

Last edited 1 mês atrás by Chris
Camargoer.

Os argentinos irão pagar cerca de US$ 650 milhões por 24 F16 de segunda mão com cerca de 20 anos de idade, algo em torno de US$ 25 milhões por aeronave (padaria). A FAB está pagando cerca de US$ 110~120 milhões por um avião novo… sei lá.

Chris

As notícias que acompanhei falam em 320 milhões.

Fato… AMX e F5… Estão a beira da aposentadoria..

E mesmo esses 36 Gripens chegando a conta gotas… Sao pra la de insuficientes pro Brasil.

A FAB não pode ficar esperando a boa vontade da SAAB, Embraer e governo.

Sensato

Cara. Como assim falta de boa vontade da Saab e Embraer? São empresas. Dá dinheiro e eles te dão produto. O Brasil tá cada vez mais endividado e do dinheiro que tem, quer gastar em caças? É muito claro onde está o problema.

bjj

Camargo, acho que você está sendo generoso com esses “20 anos de idade”. Os F-16 dinamarqueses foram recebidos por eles nos anos 80, portanto estão mais para o dobro disso. Em relação ao preço, também há outros custos além das próprias aeronaves e sua logística que a aquisição dos F-16 nos traria. Provavelmente a base no qual forem alocados precisará passar por alguma obra de adequação, da mesma forma como foi com Anápolis para receber o Gripen. Além disso, os F-16 não são compatíveis com nossos reabastecedores atuais. Precisaríamos de pelo menos duas aeronaves com sistema de reabastecimento por lança… Read more »

Rodolfo

Segundo defesanet, viriam KC-135 usados. Segundo fontes da caserna, ontem 12 de junho, o chefe do Estado Maior da Aeronáutica, Tenente Brigadeiro do Ar Sérgio Almeida teria dito no CPEA “que seria um ótimo negócio pra FAB adquirir F-16 e aviões de reabastecimento direto dos USA pelo programa de material excedente da USAF”. (Sistema FMS – Foreign Miitary Sales) A informação confirma que o projeto F-39 Gripen foi relevado ao segundo plano, deixando de ser prioridade para uma aeronave 40 anos mais antiga. Também confirma os rumores sobre o cancelamento da modernização dos KC-30 (Airbus A-330 ex-AZUL) para o padrão… Read more »

André Bueno

Camargo, esses dinamarqueses têm cerca de 40 anos de fabricação. Talvez tenham 20 de MLU. Se não me engano Bélgica, Dinamarca, Noruega e Holanda compraram juntos, uma espécie de consórcio. Não tenho certeza. E, também se não me engano, foram montados na Bélgica pela SABCA.

Camargoer.

Olá Andre

obrigado pelo alerta

Achei melhor arredondar para baixo para aliviar a mão.
Vamos supor que após a modernização, zeraram o odômetro.

Guilherme Poggio

Prezado André Bueno, os F-16 do consórcio europeu foram montados pela SABCA e pela Fokker e entregues entre 1979 e 1992.

Marcio Conde

Você está enganado, a metade desse valor é dos aviões e a outra e de armamento e peças de reposição.
https://braziljournal.com/milei-compra-cacas-f-16-de-segunda-mao-argentina-volta-a-ter-jatos-supersonicos/

Fernando "Nunão" De Martini

Nesse caso não. Ele está comparando pacotes completos de introdução de duas aeronaves. Mesmo porque o valor de cada Gripen, sem todo o pacote relacionado à sua introdução na FAB, armas, sobressalentes etc, é menor que 110 milhões, na casa dos 80 milhões (conforme as negociações para um aditivo de até 25% no valor do contrato corresponder entre 12 e 15 aviões, número informado pelo próprio CEO da Saab). O F-16, para ser introduzido na FAB, também vai precisar de contratos que vão além das aeronaves (servico, treinamento, armamentos, sobressalentes etc). Para introduzir 24 caças F-16 na FAB, por mais… Read more »

Camargoer.

Olá Nunão Exato. Estimaria que o valor de um contrato para a compra de duas duzias de F16 de segunda mão teria um valor parecido ao do pacote argentino. Pelo menos é um ponto de partida. No caso do Gripen, lembro que há alguns anos comentei minha curiosidade do valor de um segundo lote, que nos daria o valor do Gripen “pelado”, ou seja, sem o custo do treinamento, armas, etc… Na época, estimei entre US$ 60~70 milhões.. como tem muita gente confundindo tudo, devo esclarecer que sou contra a compra destes aviões de segunda mão, cuja iniciativa só pode… Read more »

Last edited 29 dias atrás by Camargoer.
Rosi

vc está usando este valor e repetindo em todas as msterias..qual a fonte deste valor? Ou. Vc inventou este valor para ser um viés de confirmação ?

Last edited 1 mês atrás by Rosi
ElBryan

A política Brasileira leva a isso, basta ver a demora que foi o programa FX-1 e FX-2. Sempre remediar…

André Bueno

Não há política no Brasil, há, sim, um bsnfo de aproveitadores.

Moriah

Tome combustível! F16 agora com tanques CFT e alijáveis no voo para o Brasil…

Fernando "Nunão" De Martini

Só caças F-16 de blocks mais recentes são compatíveis com tanques conformais.

Gabriel Moreira

Por favor, leiam todo o meu comentário antes de tirar conclusões. Acho que a FAB errou em ter escolhido o Gripen, ainda mais pagando uma fortuna pela tal transferência de tecnologia. Não que isso seja ruim, mas para valer a pena, o produto tem que vender, manter as fábricas funcionando, mesmo sem encomendas internas. Infelizmente, o Gripen não vende…além dele estar concorrendo com cacas de 5 geração muito superiores e com preço parecido, ele também concorre com cacas de 4 geração de países que tem muito mais peso para vender seus produtos (França com Rafael e EUA com F16, que… Read more »

Pedro Fullback

Se você ficar nessa de ” não vou fazer um produto, já que tem um superior”, você nunca vai pra frente. O Gripen foi a escolha ideal para a Embraer, vamos receber tecnologia que a Embraer ainda não possui. A transferência de tecnologia dos concorrentes eram ” vamos te ensinar a construir uma asa de avião”, que transferência de tecnologia é essa? AMX não foi o melhor avião, mas ensinou a Embraer, assim como os Xavantes. O Gripen é um projeto atual e novo, o F-16 é um projeto mais antigo. É a mesma coisa um C-130 vs um Kc-390.… Read more »

Nilo

É mais que isso, hoje estaríamos com um F-16 sofrendo atualizações, com um produto em fim de linha de de produção. Com parceria com alguém que lhe fornece aquilo que ele acha que você precisa. Considerando que vc não tem liberdade de instalar armamentos no seu caça que contrariem o seu fornecedor. Ao contrário do Gripen E, em que nos deu oportunidade de fazer parte da cadeia produtiva, possibilitou incorporação de tecnologia nacional inovadora ao nosso parque produtivo e agora temos a possibilidade de participar com a Saab de um projeto de caça de uma nova geração. Para alguns o… Read more »

Lucas F

Fim da linha? A linha de produção do F-16 Block 70/72 hoje tem mais unidades e compradores do que o Gripen E/F. Aliado a isso, diferentes tipos de armamentos integrados no mercado. Existe uma grande quantidade de peças sobressalentes no mercado, um paralelo diferente do AMX.

Não é mais prudente focar naquilo que pode ter de fato economia de escala, e consequentemente pode aumentar o nível de componentes nacionalizados? Conhece o projeto TX-C?

Nilo

Novaer T-Xc.

Jorgemateus77

Projeto morto há 10 anos…
Era pra FAB ter assinado o contrato de compra de umas.100 unidades mas caiu no esquecimento

Nilo

O que vc está dizendo é que a FAB deveria comprar o F-16 porque compra fácil peças de reposição no desmanche, para um produto que vai ter sua linha de montagem na periferia porque o EUA não quer mais aí vamos sustentar o emprego deles.
Está me parecendo aquele presidente que queria trazer de volta a produção do Fusca.

Last edited 1 mês atrás by Nilo
Lucas F

O que estou dizendo é que para a simples realidade, é mais factível em ganhos para o próprio ramo adquirir de prateleira e ter um vetor com uma gama de armamentos já integrados, do que mais de décadas para operar um mesmo número muito mais caro. Na questão de empregos, um projeto autóctone menor, com demanda e custo baixo pode manter e aumentar os empregos e investimento local (nacionalização da aviônica e quem sabe até investimento maior no domínio da propulsão de um vetor menor, vide T-Xc que troquei os minúsculos e maiúsculos/hífen) de maneira mais firme que um projeto… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Lucas F
Nilo

Meu caro acompanho os comentários, todos, quando se trata dA FAB, os comentários críticos são sobre a capacidade de investimento em novos projetos que fomentem o já adquirido conhecimento da SAAB, como o Brasil entrar em um novo projeto de caça da 5 geração ou sexta, já que não temos dúvida que o ToT dará a Embraer maior capacitação no desenvolvimento de projetos de aviões civis, a história da FAB nos ensina a curva de conhecimento do projeto do AMX com os italianos, são artigos diversos e vastos comentários dos editores como testemunho. Vc quer retrocesso em compra de prateleira… Read more »

Lucas F

Olha, para você celebrar a possibilidade de entrar em um projeto de 5ª/6ª, que significaria mais bilhões e tempo quando atualmente discutimos um número entre 10/12/14 do Gripen E/F (muito baixo considerando a intenção das 108 unidades), é de fato não ver a situação atual e o prático. A questão é a organização desses programas e o quão bem o uso do dinheiro poderia ser aplicado na questão de defesa. Já existiram várias e várias ponderações nos comentários sobre as discussões sobre o TOT em diferentes programas nos três ramos. O AMX de fato forneceu conhecimento para a Embraer, mas… Read more »

Last edited 29 dias atrás by Lucas F
Fernando "Nunão" De Martini

Só uma observação: projetos autóctones gerando empregos já tem o KC-390 e antes dele o A-29, bem mais avançados do que um treinador primário e básico de baixa potência.

Lucas F

Sim, só que a concepção e custos do projeto do A-29 ST tem dimensões menores que o programa Gripen. Sendo uma aeronave capaz de treinamento e ataque leve, possui um nicho bastante aproveitável e no mínimo uma expectativa de vendas considerável.

O KC-390 pegou uma oportunidade muito boa sendo um cargueiro a jato e tendo capacidades que superam o C-130. Mas comparado a expectativa de exportar um Gripen vs. um projeto na categoria do A-29 ou mesmo um treinador primário, o primeiro vai ter mais dificuldades. Principalmente com os competidores atuais.

Fernando "Nunão" De Martini

Lucas,
Eu estava justamente respondendo a um comentário sobre um programa, sugerido por outro comentarista, de dimensões menores ainda que do KC-390 e do A-29, o TH-X, um treinador primário e básico, e dizendo que isso não faria sentido (aplicar num treinador simples, a hélice, a tecnologia obtida de um caça supersônico, ao invés de aplicar em projetos de potencial maior valor agregado).

Last edited 29 dias atrás by Fernando "Nunão" De Martini
Lucas F

Entendo, mas eu tinha em mente um caminho paralelo que o TOT via FX-2, e maior produção.

Gabriel Moreira

Quantos F16 foram fabricados da década de 90 até agora? Se o Brasil tivesse produzido parte da carcaça do F16 como faz com o Gripen, já teria produzido quantas? Centenas, talvez milhares, sendo que só a Turquia comprou 300 e poucos. E uma observação muito importante…o F22 não vendeu porque os EUA nunca liberaram a sua venda (na época a tecnologia Stealth era exclusiva dos americanos). Nenhum dos aliados dos EUA tem o F22, nem os mais próximos. O primeiro caça Stealth que teve a venda liberada foi o F35, e veja quantas concorrências ele ganhou dos demais. Como disse,… Read more »

Nilo

Está olhando o todo, olhe parte.
A turbina da GE, o radar italiano, as diversas parcerias que tornaram o projeto de baixo risco e investimento vc está condenando um projeto como condenaram a Embraer “a empresa sem futuro” como condenaram o KC390, mas não agora os donos das críticas sumiram.

Jorgemateus77

Fechou sua sentença fazendo uma comparação ridícula….. em algum momento houve a opção de se comprar um F-22 ??? Ñ é q nem o.Gripen E que tem 11.anos q ninguém mais quer esse caça.
O F-22 é a.cereja do.bolo, por isso americano ñ vende.
No caso do gripen o pessoal tenta questionar os países q escolhem o F-35

Leo Barreiro

Esse foi o problema… foram as melhoras escolhas para a Embraer e não para a defesa do Brasil!! O lucro da Embraer foca no Brasil? Temos de fato ótimos profissionais! Não seria melhor ter comprado os caças de prateleira e ter investido o restante na pesquisa daquilo que a Embraer precisava aprender?

Lucas F

Essa é outra discussão interessante. O equilíbrio das necessidades e ganhos para a atividade fim que o ramo literalmente existe para isso vs. Benefícios e questões industriais autóctones. Muitos reclamaram da FAB quando desistiram do STOUT e diminuíram a encomenda dos C-390, mas imagina gastar naquilo para “agradar a Embraer com o produto no mercado”, ao passo de não investir na modernização da frota de caças? Se tivessem ido naquele caminho, a situação seria pior ainda para o programa Gripen.

Diego

Não é para agradar a Embraer, se você quer uma indústria de defesa nacional tem que comprar dela ou ela fecha as portas.
Exemplo: Engesa, a fabricante do tamoio que não me recordo o nome, e agora Avibras.

Lucas F

Era a Bernadini.

A questão é o investimento e direcionamento certo na indústria, os processos de TOT do LMV/Guaicuru e a modernização de milhões no Cascavel não seria mais benéfico para o programa Astros?

Sensato

A Embraer é a maior exportadora de bens com alto valor agregado do país. Isso gera divisas, promove o país e sua ciência e tecnologia. Como você acha que isso foi conseguido? Com muito esforço deles e TOT meu caro.

Camargoer.

Exato. também é a maior tomadora de financiamentos de exportação do BNDES. Quando a Boeing tentou comprar a Embraer, mencionei aqui que a Embraer exporta US$ 2 para cada US$ 1 que importa.

Lembrei da propagando do governo durante a crise da dpivida externa “O que importa é exportar”

Lucas F

É, penso que seria muito melhor para a BID/FA dimensionarem esforços em projetos menores, que podem contar com grande escala e consequentemente maior nacionalização dos componentes, do que projetos gigantescos que são caros para se montar a infraestrutura de TOT e nem são adquiridos mais de três lotes.

O KC-390 por ser um cargueiro a jato tático aproveitou bem sua oportunidade, mas não dá para comparar o atual sucesso dele com o Gripen E.

Diego Tarses Cardoso

Vamos receber o F-16 30 anos depois

Cipinha

Acho difícil em!? EUA nos obrigaram a escolher outro canhão para o AMX, imagina produzir F-16 aqui, sem contar que a LM era dona da Embraer Argentina

Coutinho

Os EUA sempre tentaram nos podar. Vetaram a aquisição do F-4 Phantom, o que nis obrigou a adquirir os Mirage III da França só pra exemplificar. Se tivessem mesmo interesse nessa produção de F-16, teriam se esforçado mais. O governo dos EUA provavelmente vetou essa possibilidade. Agora já era.

Last edited 1 mês atrás by Coutinho
Underground

Os EUA fazem todos os tipos de negócio com os mais inúmeros países, mas aí os caras devem ter uma implicância com o Brasil.

Renato

Não querem outra China ao sul.

Bernardo

depende da época e da região a questão de venda. por ex. no caso da argentina se não tivesse a china pra vender em cima eles não correriam pra marcar o ponto. a china aumentou muito a presença na américa do sul por inércia dos EUA e hj eles tentam reverter. se não tiver concorrência ou algo que eles achem estratégico, eles dão de ombros msm e não vendem.
É a msm coisa q era na época da união soviética.

Lucas F

Oportunidades e aprendizagem real…

jarg2006

Existe um ditado antigo que diz:
Nunca coloque todas suas moedas em um só bolso.
É ótimo tem um leque maior de possibilidades, compatível com diversos armamentos, excelência comprovada no mundo inteiro, boa aquisição

Camargoer.

Fazia sentido quando de usava moedas.. com Pix mudou tudo…

Quero dizer, há uma evolução tecnológica que acompanhou uma exponencial elevação dos custos de aquicso e operação.

Nunes

Qual utilidade destes avioes

Lucas F

A Grécia está em processo de colocar F-16C Block 30 no mercado.

Rodrigo G C Frizoni

A versão Viper do F-16 (a mais atual e que tawian esta usando) para substituir os f-5 velhos enquanto negociam um novo lote de gripens n serve ?

Leo Barreiro

A pergunta que não quer calar!! O que adiantou gastar milhões em uma super tela no gripen! Se o F-16, se assim for comprado, não vai ter? Tá na hora das compras serem racionais e parar com essa “merlin” de transferência de tecnologia! Coloca isso como off-set! Defesa se faz com seriedade! Há horas que tem que se pensar na nação e não na empresa a ou b!! Se o gripen tivesse sido comprado de prateleira, apenas com a opção de aprendizado de manutenção e integração de armas! Quantos a mais não poderiam ser comprados?? Olha entrei no trilogia a… Read more »

Maurício Veiga

Pensamento correto porém ambos erraram no avião, agora o F16 mostra as caras novamente e se os EUA insistirem em embargos a China agradece e começará a ter projeção de mercado, ninguém é bobo nesse jogo de interesses e geopolítica, o mundo está mudando, quem diria quando do início do FX2 que a Argentina teria autorização para comprar F16???

Moccelin

Sim… E a se buscar deve ter a Dassault falando a mesma coisa sobre o M2000 na mesma época! Mas quem seguiu a novela FX desde o começo sabe como foi essa novela.

Marcelo

O certo era ter pego o dinheiro investido no Gripen e ter comprado tudo de F-16 novo de prateleira que daria tranquilamente para suprir todos os esquadrões da FAB.

Camargoer.

Provavelmente ficaria o mesmo valor ou até mais caro… por causa do câmbio, o custo do programa Fx2 ficou muto mais barato que as propostas originais. O valor da proposta da Lockhees para 36 avióes F16 sem qualquer desenvolvimento ou participação da Embraer era de US$ 4 bilhões…. o contrato com a Saab ficou em US$ 4,5 bilhões (aproximadamente)

Diego

A compra do Gripen foi acertada, o negócio foi bom, isso pode ser só jogada para pressionar a SAAB, por uma condição mais vantajosa para um segundo lote. Eu acredito que se a FAB for complementar o Gripen irá de M-346 Master

Alexandre Berzotti

Estamos comprando/aprendendo a tecnologia embarcada nesses Gripens. Certeza o que foi negociado não são só os aviões e sim o repasse da tecnologia a um nível que outros não liberaram.
Conhecimento não tem preço. Paga-se, aprende, domine, melhore e desenvolva o seu.

Mauricio

Não acredito muito nisso ainda, os EUA sempre tentam enfiar seus usados na América Latina, especialmente vendo que o Brasil está desenvolvendo a Embraer desenvolver Gripens por aqui, eles sabem muito bem do potencial da empresa. Do nada surgiu “de novo” esse papo de F-16, engraçado como tem gente por aqui no Braisl, que se empolga em comprar coisa usada e gasta,

Nilo

Tens razão, é o papel deles é estão corretos correm pelo deles, vendem espelhinhos, panelas e machadinha para índio, já faziam isso os portugueses no Brasil de 1500.

Fabio Araujo

Uma oportunidade perdida!

Jagdverband#44

Lockheed imperialista.

JT8D

Eu imagino os militares colombianos, decidindo se compram Gripen E/F ou F-16 V. Aí, o país que produziria pelo menos peças para os Gripen E/F opta por comprar F-16. Qual avião alguém em sã consciência escolheria? A FAB nem precisa comprar o F-16, só a demonstração desse interesse já destroi qualquer chance que o Gripen poderia ter nessa concorrência. Se é apenas uma pressão para que a Suécia compre o KC-390, o efeito colateral vai ser um dano incalculável à reputação do Gripen. No fim das contas, para vender 3 ou 4 KC-390, o Brasil vai causar um prejuízo enorme… Read more »

Last edited 1 mês atrás by JT8D
JT8D

Eu só consigo enxergar três explicações para essa demonstração de interesse pelo F-16: 1 – É uma forma de pressionar a Suécia a comprar o KC-390. Como eu disse num comentário anterior, isso causaria mais prejuízo do que benefício à Embraer e ao Brasil, pois prejudicaria seriamente a reputação do Gripen em troco da venda de 3 ou 4 KC-390. 2 – A FAB realmente acha que o F-16 é uma solução melhor para as suas necessidades do que o Gripen. Nesse caso, isso estamparia o fracasso do programa Gripen, expondo a incompetência da FAB por ter embarcado num projeto… Read more »

Last edited 1 mês atrás by JT8D
Pedro costa

O Brasil fez certo em em ter aceitado o gripen, com transferência de tecnologia o País já pensa em caças de 6 geração p o futuro

Jorgemateus77

Kkkkkkk
É sempre bom ter comentários descontraídos

Gilson Elano

Maior erro do Brasil, nessa questão do F16, foi não ter seguido em frente com o fx1

Camargoer.

Com certeza estão no deserto das ideias.

ChinEs

A Realidade veio a tona, os F16 são uma solução mais pragmatica e mais realista da FAB, o Gripen será mais uma rainha de hangar, pelo menos se voçê perder um F16, não vai doer tanto se voçê perder um Gripen milionario, o F16 faz o trabalho e isso é o mais importante.

Fernando "Nunão" De Martini

Por que rainha do hangar? Pode aprofundar a sua afirmação?

Os caças Gripen brasileiros estão voando todos os dias em Anápolis e em Gavião Peixoto.

Rinaldo Nery

É cada uma que lemos aqui, Nunão… Vc é o rei da paciência. Invejo.

Guilherme Poggio

Concordo. A paciência do Nunão é interminável.

Camargoer.

Olá Poggio.. exceto nas vezes em que ela termina.. riso

Fernando "Nunão" De Martini

Está rolando agora uma festa junina na paróquia aqui perto, com forró, alto pra cacete.

Até aí tudo bem, quase desci pra ir lá, até umas onze da noite acaba, que o padre também quer dormir.

Mas o forró é versão em português de músicas da Roxette.

Aí sim eu perco a paciência!!!!

Leandro Costa

Versão em Português…. em forró… de Roxette? Caraca, ‘How do You do” deve ser incrível!

A solução para isso é lança-chamas, Nunão. Não sei se é proibido o uso, mas nesse caso o Juiz deve levar em consideração circumstâncias atenuantes. Se bobear dá até para alegar medida de autodefesa.

Fernando "Nunão" De Martini

“It must have been love” e “Spending my time”. Vc acha fácil as versões forró e pisadinha em português no YouTube.

Viraram “Não sou feliz mais” e “Na hora de amar”.

Não vou postar aqui os vídeos porque já estou fugindo do tema e terei que puxar minha própria orelha.

Leandro Costa

Agradeço a sugestão, Nunão. Mas eu acho que vou ficar com as originais mesmo. Tenho boas lembranças de Roxette.

Fernando "Nunão" De Martini

Hehehehe

Acho que está mais pra curiosidade sobre que diabos o sujeito vai inventar pra responder.

Daniel

É de uma imbecilidade tão grande a FAB cogitar essa possibilidade de adquirir o F-16. Qual é o sentido disso? Adquirir caças de segunda mão 🤦‍♂️… É desrespeitoso com o contribuinte, é jogar dinheiro pelo ralo!

Quero dizer que, foi criado o projeto FX 2, a Saab foi a escolhida, fecharam um contrato bilionário com os Suecos, contrato esse que inclui transferência de tecnologia e possibilidade de construir nossos próprios caças novinhos. Aí vem a FAB com interesse em comprar sucata dos EUA🤷‍♂️
Vira logo de costas, passa o K.Y e deixa os caras se divertirem!!!🤷‍♂️

Aluizio Araruna

Boa noite pessoal, eu sempre que posso vejo os comentários de vcs, e fico intringado com tanto conhecimento, sim as vezes sinto inveja. Eu, no começo não gostei da compra dos caças suecos, mesmos com a cessão de tecnologia, se a memória não me falha, ou o meu conhecimento é curto, na epoca foi oferecido os f35, pelo mesmo valor, um pouco a mais e com fornecimento de tecnologia?Se na época houve essa condição e o pais nao aproveitou, foi uma coisa intrigante, isso sem levar em conta que os caças suecos não foram testados em guerra, não tem as… Read more »

Camargoer.

Ola AA. A LM ofereceu o F35 fora do progama Fx2, para uma compra direta. Não sabemos o valor da proposta, mas o ministro da defesa na época declarou que era um valor muto alto para ser pago sem qualquer transferência de tecnologia… Pelo que temos visto os contratos de venda do F35 mundo afora, são valores que variam de US$ 150 até US$ 220 milhões, dependendo do pacote. Os EUA nuinca ofereceram o F22 para outros países e creio que a linha de produção foi encerrada. Sobre o conhecimento dos colegas, é um processo de mutos anos e alguma… Read more »

Gilberto Ladewig

O problema com os F16 é que eles vem muito defasados. Todos os aviônicos deverão ser revistos e refeitos. Além do mais nem todos são da mesma série, o que significa que para serem operacionais vai haver um custo bem significativo. Também já estão no limite de uso dos motores (8000 hrs) podendo até ser extendidas até umas 12000 hrs. E ainda há o fato que existem 2 tipos de motores de fábricas diferentes. São semi sucatas que logo vão perder a eficácia. O diabo é que SAAB está ____________para as entregas dos Gripen para o Brasil. O último foi… Read more »

Gilberto Ladewig

Em tempo! Lembrem dos F5 que tiveram que ser quase totalmente refeitos, e, só ser tornaram eficientes e verdadeitamente operacionais com os modificados(F5M). Dos 60 comprados apenas a metade prestava. E até hj muitos não foram modificados.