Dassault Aviation e Airbus chegam a acordo sobre o caça de próxima geração

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O presidente e CEO da Dassault, Eric Trappier, anunciou em uma entrevista publicada pelo Le Figaro na quinta-feira, 1º de dezembro, que chegou a um acordo industrial com a Airbus sobre o caça de última geração (NGF), um componente-chave do FCAS

O presidente e CEO da Dassault, Eric Trappier, anunciou em uma entrevista publicada pelo Le Figaro na quinta-feira, 1º de dezembro, que chegou a um acordo industrial com a Airbus sobre o Next-Generation Fighter (NGF), um componente-chave do FCAS.

“O FCAS é um projeto político lançado pelo presidente Emmanuel Macron e pela chanceler Angela Merkel em 2017, e parado desde o verão de 2021. Então, sim, hoje está feito. Temos um acordo com a Airbus”, disse o CEO com satisfação.

“Agora poderemos passar para a próxima fase de estudos, conhecida como 1B, para preparar o desenvolvimento de um demonstrador, que deve voar por volta de 2029… Fomos confirmados em nosso papel como contratada principal e arquiteto da aeronave, e obtivemos proteção para nosso know-how e tecnologias industriais… Ser o arquiteto de um novo avião de caça é muito motivador para nossa empresa, nossas equipes, as da Airbus, nosso principal parceiro, Indra e nossos parceiros de longa data, Safran, Thales e MBDA. Sem falar no nosso ecossistema de subcontratadas, nos três países, que farão parte da aventura… Sem contar todos os jovens que vamos recrutar para trabalhar com os experientes, que estiveram envolvidos no Rafale”, disse Eric Trappier.

DIVULGAÇÃO: Dassault Aviation

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Zezão

“Fomos confirmados em nosso papel como contratada principal e arquiteto da aeronave, e obtivemos proteção para nosso know-how e tecnologias industriais…” 

Eric Trappier, CEO da Dassault, deve estar feliz da vida, kkk…

Ser a contratada principal/arquiteto significa que os franceses irão liderar o desenvolvimento deste novo caça, enquanto os alemães da DASA (Deutsche Aerospace Aktiengesellschaft) serão coadjuvantes do projeto.

Hcosta

Tem 3 grandes projetos: o caça. os drones e a “cloud”.

Provavelmente cada um dos países deverá liderar um deles.

Zezão

Quem irá financiar o desenvolvimento desse novo caça serão os clientes que irão adquirir essa aeronave, pois o custo do projeto estará embutido no preço de cada avião adquirido. A princípio, será a França e a Alemanha que pagarão com a maior parte dos custos, enquanto a Espanha, que provavelmente comprará uma quantidade bem menor de aviões, acabará pagando menos. Portanto, se serão os pagadores de impostos alemães e franceses que estarão gastando mais, é natural que esse dinheiro seja gasto pra pagar majoritariamente empresas da Alemanha e da França e não da Espanha. Ou seja, não importa como será… Read more »

Nonato

Negativo

Hcosta

Estava a complementar o seu comentário, nada mais do que isso.
Mas estamos a falar de projetos políticos e industriais e não necessariamente projetos comerciais.

H.Saito

Na verdade isso significa que o laboratório de pesquisa stealth ficará na França, e a Alemanha ficará dependente dos franceses na fabricação de caças de última geração e não competirão com os franceses futuramente.
Também significa que os franceses ficarão com o lucro maior.
É como diz aquele ditado, “capitalismo para mim, socialidmo para você”.

Verde branco

Esssa porcaria será inferior ao F35

Leandro Costa

Realmente o M.S 406 é no máximo ‘simpático’ hehehehe

Mas em compensação, o D.520 é realmente uma belezinha.

Henrique

kkkkkkkkkkk.arrego

Mirão

Com esse cronograma atual deles, quando o avião entrar em operação o Brasil já vai ter se tornado uma super potencia kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

marcio

eeee la vamos nos, de novo! e de novo!

Leonardo

É ver pra crer…

Marcelo M

Só penso numa coisa. Vai ser um caça com custo de aquisição proibitivo. A ser adquirido somente por aqueles com muito dinheiro e dificuldade de acesso a armamentos americanos ou mesmo chineses, caso até lá tenha algo parecido com o J20 no mercado internacional.

Renato

“Quando voar já estará obsoleto”

Carlos Campos

kkkk

Carlos Campos

França conseguiu o que sempre quis, a liderança do projeto e não ter que passar sua tecnologia para ninguém, ainda pelo visto vão ficar com o motor, que é uma parte muito importante, também não tem saída, que eu saiba além deles, só o UK tem tecnologia de ponta de motores turbofan.