quarta-feira, outubro 27, 2021

Gripen para o Brasil

HENSOLDT desenvolve jammer multifuncional para combater novas ameaças

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

‘Kalaetron Attack’ combina as tecnologias mais recentes para otimizar o sensor e o desempenho de bloqueio

Taufkirchen, Alemanha – O provedor de soluções de sensores HENSOLDT deu um salto tecnológico de longo alcance no avanço das tecnologias para controlar o espectro eletromagnético. Combinando inteligência artificial, digitalização, Active Electronically Scanning Array (AESA) e tecnologias de impressão 3D, a HENSOLDT desenvolveu um sistema de interferência multifuncional (‘jammer’) chamado ‘Kalaetron Attack’ que pode bloquear ativamente os radares inimigos em uma banda de frequência extremamente ampla, mas também pode ser usado passivamente como um sensor de reconhecimento. O ‘Kalaetron Attack’ esteve em exibição na exposição AOC Europe deste ano em Liverpool/Reino Unido.

“Os radares de aeronaves de combate e defesa aérea mais recentes cobrem uma largura de banda de frequência extremamente ampla ou saltam entre certas frequências em uma fração de segundo, tornando-os extremamente difíceis de neutralizar”, disse Celia Pelaz, chefe de estratégia e chefe da divisão Spectrum Dominance da HENSOLDT. “Combinando as tecnologias mais recentes, conseguimos otimizar a potência emitida de uma forma direcionada enquanto controlamos o espectro eletromagnético com um canal de recepção. Isso tornará o ‘Kalaetron Attack’ perfeitamente adequado tanto como sistema de autoproteção de aeronave quanto na função de um escort jammer.”

Os elementos centrais do sistema são um sensor e efetor de banda larga totalmente digitalizado, um jammer totalmente polarizável e eletronicamente controlável e um design condensado dos componentes eletrônicos apenas possibilitado pela impressão 3D metálica. Isso tornou possível integrar o jammer AESA em um sistema de pod relativamente pequeno que pode ser facilmente integrado em plataformas aéreas, mas também dimensionado para aplicações marítimas e terrestres. O próximo passo no desenvolvimento é encaixá-lo em uma aeronave para confirmar os resultados de laboratório já excelentes em testes de voo realistas.

O ‘Kalaetron Attack’ faz parte da família de produtos totalmente digitais ‘Kalaetron’ da HENSOLDT. Ele pode ser implantado em várias configurações em diversas plataformas para autoproteção, ESM e tarefas de inteligência de sinal, dependendo das necessidades do cliente. A HENSOLDT atua no mercado de domínio do espectro há décadas. A empresa desenvolveu sensores COMINT e ELINT para a OTAN e forças parceiras e os integra a sistemas EW para a Força Aérea, Exército e Marinha.

Sobre a HENSOLDT

A HENSOLDT é uma campeã alemã na indústria de defesa com uma posição de liderança no mercado na Europa e um alcance global. Com sede em Taufkirchen, perto de Munique, Alemanha, a empresa desenvolve soluções de sensores para aplicações de defesa e segurança. Como líder em tecnologia, a HENSOLDT também expande continuamente seu portfólio Cyber ​​e desenvolve novos produtos para combater uma ampla gama de ameaças com base em abordagens inovadoras para gerenciamento de dados, robótica e segurança cibernética. Com mais de 5.600 funcionários, a HENSOLDT gerou receitas de 1,2 bilhões de euros em 2020. A HENSOLDT está listada na Bolsa de Valores de Frankfurt e no índice do mercado de ações SDAX.

DIVULGAÇÃO: Hensoldt

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Nilton L Junior

É interessante as tecnologias que vão surgindo para garantir a superioridade aérea, e muito provável que so países com orçamento significativo vão ter acesso a esta arma.

Carlos Campos

nem precisa ser um país rico, mas afinal nem todos os caças vão levar esse pod.

Nilton L Junior

Nesse caso vai levar o caça banguelo

Nonato

Talvez num grupo um leva, os outros não.
Igual o F 18 Growler.

Nonato

Quem disse que isso é MUITO caro?
Isso tem mais a ver com software.

Carlos Campos

EUA estão finalizando um novo pode para substituir ALQ99, o ALQ 249, tem também o AREXIS que acredito que poderá ser usado em caçs que não sejam da SAAB, esses 3 jammers, são novos e cobrem uma ampla faixa de frequência, o F22 quando ficou operacional seu radar AESA, era quase que imune ao Jamming, hoje com esses novos pods acredito que não seja assim, os mísseis mais antigos que não tem radar AESA é que vão sofrer mais. espero que o Brasil compre o Arexis, a França desconheço seu pod, nem que pod Rafale leva, apesar da Spectra ser… Read more »

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