terça-feira, dezembro 7, 2021

Gripen para o Brasil

Operação Allied Sky: Bombardeiros estratégicos B-52H sobrevoam a Europa acompanhados por caças da OTAN

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

Pela segunda vez em uma rotação da Força-Tarefa de Bombardeiros, aeronaves B-52H da Força Aérea dos EUA (USAF) voaram uma missão sobre todas as 30 nações aliadas da OTAN na Europa em 31 de maio de 2021.

Aeronaves B-52H Stratofortress implantadas na Base Aérea de Morón, na Espanha, e também baseadas nos EUA voaram com mais de 20 aliados da OTAN em um único dia entre os dois comandos combatentes.

A Operação Allied Sky demonstrou o compromisso dos EUA compartilhado com a solidariedade da OTAN, aumentando a prontidão e oferecendo oportunidades de treinamento destinadas a aumentar a interoperabilidade para todas as tripulações participantes dos EUA e de aliados da OTAN.

A Allied Sky é a mais recente iteração de missões da Força-Tarefa de Bombardeiros de rotina que ocorreram no teatro de operações europeu desde 2018, com mais de 200 surtidas coordenadas com aliados e parceiros.

Segundo a USAF, os bombardeiros estratégicos contribuem para a estabilidade em todo o mundo, pois têm como objetivo deter o conflito, em vez de instigá-lo. Se solicitadas, as aeronaves dos EUA oferecem recursos de resposta rápida a qualquer momento e em qualquer teatro.

Aeronaves KC-135 Stratotanker da 100ª Ala de Reabastecimento Aéreo, RAF Mildenhall, Inglaterra, apoiaram a operação. A 100º ARW é a única ala permanente de reabastecimento aéreo da USAF na Europa, estendendo o alcance das aeronaves dos EUA e da OTAN na Europa e além.

“As missões de bombardeiros demonstram a credibilidade de nossas forças para lidar com um ambiente de segurança global que é mais diverso e incerto do que em qualquer outro momento de nossa história”, disse o general Jeff Harrigian, comandante do NATO Allied Air Command and U.S. Air Forces in Europe-Air Forces Africa. “A missão é uma demonstração impressionante da superioridade aérea da OTAN e, juntos, não há desafio que não possamos enfrentar.”

Os países da OTAN programados para participar da missão e voar com as aeronaves dos EUA incluíram Bélgica, Bulgária, Canadá, Croácia, República Tcheca, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Itália, Holanda, Noruega, Polônia, Portugal, Romênia, Eslováquia, Espanha , Turquia e Reino Unido.

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Fernando C. Vidoto

OTAN flexionando seus músculos.

Charles Dickens

Uuuiiiii, que medo!

MestreD'Avis

Quanto a si não sei, mas a possibilidade de um B-52 a voar por cima escoltado por F-16/F-18/Typhoon ou Rafale mete medo a qualquer pessoa racional, seja um soldado Vietnamita em 1970, um Iraquiano em 1991, um Taliban em 2002 ou um Russo em qualquer altura que sabe o que pode vir de lá. Se eu estivesse no chão tinha medo e pedia por tudo que a minha FA não o deixasse chegar perto

Luiz Antonio

No início demonstrou uma ponta de ironia, mas no final, uma dor intensa na articulação de ligação ao úmero à ulna e ao rádio. (a milenar dor-de-cotovêlo, hehehe).

Denis

Hahahah. Muito boa.

Luiz Antonio

Um B-52H sobre a cabeça, dispara o famoso “cagaço” até em show aéreo.

MestreD'Avis

Belas fotos principalmente as tiradas sobre Paris, mas bom ver que o que realmente capturou a atenção da tripulação do B-52 foi o “Jaguar” da FAP que venceu o prémio de melhor pintura do NATO Tiger Meet 2021!

Nonato

Acho estranhas essas pinturas.
Ou seja, podem ser bonitas, mas em termos de guerra não seria um fator negativo, aumentando a visibilidade???

Somewhere IN

A pintura foi apenas para o evento NATO Tiger Meet 2021 (encontro que tem lugar anualmente com as esquadras Tiger da NATO), que teve lugar, este ano, em Portugal.

Nonato

Jaguar? Não é um F 16?

MestreD'Avis

Esse link deve responder

https://ntm2021.pt/

Somewhere IN

Jaguar, por pertencer à Esquadra 301 – “Jaguares”, da FAP, esquadra de luta aérea ofensiva.

Nonato

Nos dias atuais, qual o objetivo desses bombardeiros?
Com certeza, não conseguiriam penetrar o espaço aéreo russo, por exemplo.
Enfrentariam misseis antiaéreos e caças russos.
Iriam agir próximo às fronteiras?
Não poderiam soltar bombas, de forma efetiva.
No caso de mísseis, a não ser que sejam de longo alcance, tipo 2.000 km.
Se forem mísseis de curto alcance só atingiriam pontos próximos à fronteira e não Moscou, por exemplo.
Qual o sentido, então???

Datafire

O B52H pode lançar num só voo 20x AGM-158 JASSM, com um alcance de 1,900km na versão XR, se isto não é dissuasor…

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