sábado, junho 12, 2021

Gripen para o Brasil

SkyWest Airlines encomenda oito novas aeronaves E175 para operação da Alaska Airlines

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

São José dos Campos – SP, 12 de maio de 2021 – A Embraer anunciou a venda de oito novos jatos E175 para a SkyWest, Inc. (NASDAQ: SKYW) para operação pela Alaska Airlines, somando-se a outros 32 jatos E175 da SkyWest que já operam na frota da companhia. A aeronave E175 voará exclusivamente com a Alaska Airlines sob um acordo de compra de capacidade (CPA- Capacity Purchase Agreement, em inglês). O valor do contrato, que será incluído na carteira de pedidos da Embraer do segundo trimestre, é de US$ 399,2 milhões, com base no preço de lista atual.

A Alaska Airlines, novo membro da oneworld Alliance, tem atualmente 62 jatos Embraer E175 em sua frota, operada pelas companhias Horizon Air e SkyWest Airlines. A aeronave de 76 assentos será entregue com as cores da Alaska Airlines e configuração de três classes, a partir de 2022.

O presidente e CEO da SkyWest, Chip Childs, disse: “Com essas aeronaves, teremos mais de 220 jatos E175 em operação, mais do que qualquer outra companhia aérea no mundo. Nossos clientes adoram o E175; e temos grande confiança e apreciamos nossa parceria de longa data com a Embraer há mais de 35 anos”.

“Gerenciamos os impactos da pandemia e estamos em um caminho sólido de recuperação. O E175 continua sendo uma parte fundamental de nossa estratégia”, disse Nat Pieper, Vice-Presidente Sênior de Frota, Finanças e Alianças da Alaska Airlines. “Estamos entusiasmados com o crescimento nos próximos anos, o que sempre esteve no DNA da Alaska. O E175 é um avião excelente para nos ajudar a adicionar novas rotas e frequências e para complementar nossas aeronaves da linha principal para atender à demanda flutuante com a capacidade certa”.

Mark Neely, Vice-Presidente de Vendas e Marketing da Embraer Aviação Comercial para as Américas, diz que “o E175 é verdadeiramente a espinha dorsal do mercado regional da América do Norte; a participação de mercado da Embraer no segmento de 70-90 assentos na região é de 85%. Atualmente, há 588 jatos E175 voando em companhias dos EUA e Canadá para cidades do Canadá, Estados Unidos, México e América Central”.

O E175 tem sido fundamental para as operadoras pois são perfeitamente adequados para reconstruir frequências e adicionar capacidade incremental para atender à crescente demanda doméstica. Durante 2020, foi o primeiro tipo de aeronave a se recuperar, cumprindo 100% do cronograma de 2019 da Alaska Airlines em novembro de 2020. Em outubro passado, o E175 começou a complementar aeronaves maiores em diversas rotas internas no Alasca para atender flutuações de demanda. A Alaska Airlines também vem construindo sua presença na Califórnia com o acréscimo de novas rotas sazonais entre cidades da Califórnia e do estado de Montana com o E175.

Sobre a Embraer

Empresa aeroespacial global com sede no Brasil, a Embraer atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A Companhia projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer Serviços & Suporte a clientes no pós-venda.

Desde sua fundação, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.

DIVULGAÇÃO: Embraer

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Marcelo Bardo

Dá-lhe EMBRAER!!!

karl Bonfim

Isso é uma excelente notícia!
Mas e o E2-175? Já teve algum pedido?

Ramon

Um tempo atrás aqui tinha um número expressivo de especialistas de mercado e acionista doido para receber uma fatiazinha daquele acordo entre Embraer e Boeing falando que a Embraer iria falir se a parte de aviação comercial não fosse comprada pela Boeing porque não ia aguentar a concorrência entre outras coisas, é estou vendo muito bem que ela não consegue competir com as outras empresas coitada da Embraer no meio de uma pandemia tem pedidos que mantém a linha de produção funcionando até 2022, enquanto certa empresa norte americana tá atolada até hj naquela galinha que “voa” que eles chamam… Read more »

Marcos10

Vender é uma coisa, lucrar é outra.

Fernando EMB

Marcos, bem colocado.
Venha não é lucro, e preço de lista não é valor de contrato.

FernandoEMB

E com isso já se vão mais de 700 Embraer E175 vendidos nos EUA…

Thiago Pires

Excelente: que orgulho Embraer!

Nilo

Em março/2019 “Boeing Brasil – Commercial” para aqueles que festejavam, diziam “Jogada de mestre , nome melhor impossível, chorem sindicalistas”.
Para uma empresa já privatizada, me leva a pensar que, para essas pessoas, nem o cidadão com CPF deveria ter direito de ter CNPJ, a não ser que esteja subordinado ao CNPJ americano ou europeu.
A Bandeira Americana subindo o Palácio da Alvorada, não deixa de ser um simbolo dessa pensamento desse grupo.
Mas a engenharia brasileira é resiliente 😂 😂 😂 😂 😂 e olha que estamos falando de uma aeronave de mais de quinze anos de lançado.

Last edited 30 dias atrás by Nilo
Ricardo Campelo

Parabéns EMBRAER orgulho do Brasil!!!! A capacidade de nosso povo é formidável e a EMBRAER é a prova concreta disso. Sempre elevando a capacidade de nossa engenharia.

JuggerBR

E o investimento no E175-E2 segue sem retorno, impressionante como um problema sindical conseguiu enterrar essa versão de um avião de grande sucesso…

Fernando EMB

Não enterrou. As cláusulas sindicais são revistas de temos em tempos. Não foram alteradas na última revisão, mas podem ser na próxima. O importante é, caso aconteça, ter o produto certo.
No caso a Embraer está bem posicionada, se nada mudar tem o E175E1, se mudar tem o E175E2.

Last edited 30 dias atrás by Fernando EMB
Caerthal

Esse modelo atende até 2028, quando há mudança nas normas. Até lá me parece que a versão menor do novo turbohélice E3 (? E160) poderá ganhar uma fatia do mercado norte-americano com uma proposta de aeronave regional de alta performance, com mais espaço para passageiros, menos vibrações e voando mais alto e com melhor tempo que os atuais Q-400 e ATR-72.

Outro caminho seria modernizar o 175E1 com novos motores (ex: Safran Silvercrest), mantendo as dimensões e pesos sem grandes modificações, de forma a não precisar de flexibilização das Scope Clauses.

Alexandre Galante

Aviação é isso, investimento de risco.

Allan Lemos

Onde estão os traidores da Pátria que falavam que a Embraer quebraria caso não fosse vendida a preço de banana à Boeing?

Antonio Palhares

Quem disse que a Embraer não andaria sem a Boeing ?

Fernando EMB

A Embraer nunca deixou ou deixaria de ser uma empresa viável… Com ou sem o acordo da aviação comercial com a Boeing.
Mas ainda bem que não rolou… E acredito que seremos beneficiados com o novo cenário da aviação no pós pandemia.

Allan Lemos

Fernando, essa ladainha de que a Embraer precisaria ser vendida para não ir à falência foi inventada justamente pelos americanos, eles não dão ponto sem nó, e é óbvio que os acionistas, traidores da Pátria, que queriam ver a venda acontecer iriam fazer com que a mentira fosse tida como verdade por aqui. Mas de fato, a Embraer jamais esteve em risco de fechar as portas.

Claudino

Pois é, ainda bem que a Embraer mostra que não depende de Boeing, o que é até lógico, pois se a Embrer fosse um modelo falido, porque a Boeing se interessaria? O Pessoal asiste muito “hoje no mundo militar” que só defende os interesses dos EUA, dizendo que a Embraer deveria ser quase doada à boeing para se salvar e o que vemos é o contrário!

Allan Lemos

O canal que você citou jamais defendeu a venda da Boeing da forma como foi proposta, pelo contrário, em um dos vídeos ele até afirma que o mais interessante seria uma parceria que não envolvesse a perda de controle acionário ou a EDS.

Claudino

as vezes ele fala essa possibilidade com sendo também boa, mas todo mundo sabe que isso não aconteceria, ele sempre deixou claro que não havia a opção da embraer caminhar só, sempre dizia como justificativa a “concorrência com a airbus” e que a embraer não tinha alternativa, a não ser isso, sempre arrumando desculpas para justificar a compra pela boeing.

Claudino

e digo mais a EDS que você citou não foi comprada, estamos falando da parte civil e comercial que seria sim comprada e ele sempre defendia isso, pois se não ocorresse, a embraer iria falir!

Nilo

Que o sindicato e empresas aéreas americanas conheçam que a Embraer manterá o desenvolvimento E175-E2 mais eficiente e confortável aeronave comercial na categoria (sem concorrente na categoria) de 76 assentos, e que a aeronave ficará disponível em um momento mais adequado para entrar em serviço para atender à demanda do mercado pelo jato. 🥂

Last edited 30 dias atrás by Nilo
eggfilho

O presidente e CEO da SkyWest, Chip Childs, disse: “Com essas aeronaves, teremos mais de 220 jatos E175 em operação, mais do que qualquer outra companhia aérea no mundo. Nossos clientes adoram o E175; e temos grande confiança e apreciamos nossa parceria de longa data com a Embraer há mais de 35 anos”. qual empresa aerea nacional que tem toda esta saude ,com trinta cinco anos de mercado ( digo regional)? por falta de regulamentaçoes coerentes , combustivel e derivados com impostos altissimo, manter a empresa com absurrdos encargos sociais e mais impostos , para sustentar um estado gigante.. e… Read more »

Nilo

A Embraer acredita firmemente que a Boeing rescindiu indevidamente o MTA, tendo criado falsas alegações como pretexto para se furtar a sua obrigação de concluir a Operação e pagar o preço de compra de US$ 4,2 bilhões à Embraer, até hoje não pagou os curtos de 100 milhões de dólares dispêndios pelo Embraer gastos para realização do acordo.A Embraer perdeu dois anos focada na venda da maior parte de sua operação, uma aventura. O especialista no setor aeronáutico e de defesa, Prof. Dr. Marcos Barbieri, disse que era mais provável a Embraer ajudar a salvar a Boeing que o contrário, “considerando… Read more »

Fernando EMB

Esse professor tem a visão dele da qual compartilho em parte. Mas fala o que não sabe em alguns pontos.

Nilo

minhas considerações (a suas ponderações).

Last edited 30 dias atrás by Nilo
Esteves

60 bilhões seriam para o setor.

A Boeing faria emissão de títulos no valor de 25 bilhões. Significaria aumentar a participação societária na empresa fato que encontrou resistências dos atuais. Também precisariam encontrar agências para conduzir essa capitalização sem aumentar as taxas de risco atuais da Boeing.

Ainda teriam que reduzir custos e…na pandemia reduzir custos como? Cortando em torno de 20 mil postos de trabalho?

Como sanear um gigante como a Boeing? A Embraer precisa transformar vendas em lucro. Antes disso, precisa encher o caixa com dólares.

Nilo

Em entrevista, esta semana, a um dos potenciais mercados do mundo para a Embraer a Índia, o chefe de Aviação Comercial da Embraer para a Ásia-Pacífico, Raul Villaron, falou sobre o foco da fabricante no mercado indiano. Atualmente, apenas uma companhia aérea na Índia opera a família de E-jet, a transportadora regional Star Air (cinco aviões). No entanto, o futuro pode trazer oportunidades mais consideráveis. Cita: O maior benefício em termos de custos mais baixos vem em rotas abaixo de 650 milhas náuticas. É aqui que o E2 realmente oferece melhores custos por assento do que até mesmo veículos estreitos… Read more »

Fernando EMB

Não existem atualmente operadores de EJets na Índia. Só de ERJ145.

Nilo

obrigado

starair ERJ-145.png

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