domingo, abril 11, 2021

Gripen para o Brasil

VÍDEO: Veículo elétrico de decolagem e pouso vertical (eVTOL) da Eve, primeiro spin-off da EmbraerX

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

A Embraer divulgou vídeo da Eve Air Mobility, uma ponte para o futuro do voo urbano.

A Eve, primeiro spin-off da EmbraerX está projetando um ecossistema de mobilidade aérea seguro, acessível e ecológico por meio de um portfólio completo de soluções para resolver os desafios de mobilidade em grandes centros urbanos.

Beneficiando-se de uma mentalidade de startup, apoiada na história de mais de 50 anos de experiência aeroespacial da Embraer, a Eve apresenta uma proposta de mercado única e valiosa.

O projeto eVTOL da Eve, centrado no ser humano, representa o desenvolvimento de um produto real e certificável, conforme evidenciado pelo primeiro voo do simulador de engenharia em julho de 2020.

A empresa está aproveitando a experiência da Embraer e da Atech, uma subsidiária do Grupo Embraer, no fornecimento de softwares de gestão de tráfego aéreo mundialmente reconhecido para criar as soluções que ajudarão a dimensionar com segurança a indústria de UAM daqui para frente.

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Joli Le Chat

Que pena que é só animação.
Tem até uma parte lá com o PP-XZE, mas no meio de tanta animação não ficou claro se é real.

Marcelo

parece um modelo real nao tripulado em escala reduzida. Por que escreveriam EXPERIMENTAL em uma animacao?

Marcos10

Aos 30 seg há um protótipo em tamanho real para fins de teste.

Joao Argolo

Pelo que percebi, foi desenvolvido um modelo experimental para vôo mas não tripulável. Percebam que o modelo que voa não tem janelas nem para-brisas, só um bloco pintado de branco e plotado, mas ele é real. Os que aparecem sobre cidades são sim animação, pois nas mesmas não haveria permissão para esse tipo de vôo. O que me estranha neste modelo é o posicionamento dos motores, que deveriam permitir a compensação em caso de falha. O eHang chinês mostrou um teste de falha de até 03 motores e é hoje o modelo mais avançado deste tipo de transporte, já em… Read more »

Tiago Gimenes

Espero que dê certo, a aviação precisa de uma renovada nos meios.

Foxtrot

Veículo de conceito mecânico estranho.
Se fosse algo semelhante ao V-22 Osprey porém todo elétrico acho que seria mais eficaz, apesar do mesmo possuir mais partes móveis e sendo assim consumir mais energia.
Mas acho que o caminho para Embraer é esse.
Buscar cada vez mais a fronteira do conhecimento humano.
Tecnologias disruptivas para ser o diferencial do mercado.
Todas as empresas brasileiras que investiram pesado em P&D hoje são multi internacionais e referência em suas áreas de atuação !

JuggerBR

Tem que ser seguro de operar, acho que as turbinas do Osprey fazendo rotação no solo aumentaria os acidentes com pessoas perto da aeronave. Fora o espaço reduzido de pouso e decolagem.

Fernando

Praticamente todo veículo aéreo elétrico tem propulsão distribuída em diversos rotores. Para aeronaves elétricas é mais eficiente assim.

Marcelo Baptista

Foxtrot, o veiculo está sendo projetado apenas para uso urbano, ainda tem chão para aparecer algo comercial, mas o conceito é por ai. A velocidade vai ser padrão, com um IA pilotando e comunicação em rede.
E com poucas partes articuladas (custos!), o conceito do V-22, que é um hibrido heli/avião, combinando a versatilidade dos helis com a velocidade dos aviões, não é, na minha opinião muito importante para um veiculo de transporte urbano.

Fernando

O voo foi real. Não é animação. Foi um demonstrador do conceito, um modelo em escala. Mas realmente voou e a vídeo é real.

Clésio Luiz

Um aspecto que muitos proponentes de drones e veículos maiores como esse da Embraer preferem não comentar nas apresentações, é a questão do ruído produzido por eles.

Nenhuma iniciativa dessas terá um futuro sustentável, sem antes enfrentar a questão da tremenda poluição sonora oriunda deles. Num mundo onde alguns automóveis esportivos geram ruído de motor artificial na cabine, por causa de leis antipoluição sonora que obrigam um reduzido nível externo, veículos aéreos com múltiplos rotores não terão mercado dentro de grandes centros urbanos, enquanto não reduzirem o ruído gerado para uma pequena fração da atual.

Fernando

Se o desafio fosse só o ruído seria fácil… Tem muitos outros desafios a serem superados para que estes veículos se tornem uma realidade. Mas isso vai acontecer. E tudo começa assim com protótipos, estudos e etc.

Então parabéns a equipe Embraer.

Leandro Costa

Clésio, eu concordo. Mas, pelo menos no Brasil e pelo menos no eixo Rio-Niterói, enquanto não resolverem os escapamentos de motocas de entregadores fazendo barulhos altíssimos de madrugada e mesmo no alto do dia, esse ruído não será tão problemático assim, mas ainda assim eu concordo com você.

Também como o Fernando colocou, isso é algo que muito provavelmente será enfrentado em tempo hábil, até para aumentar a aceitação do produto, da mesma forma como esse problema é enfrentado nas aeronaves convencionais e que ao longo dos anos tem sido abordado com cada vez mais afinco pelos fabricantes.

Marcelo Baptista

Clésio, acho que ainda tem um chão para ser comercial. Ainda tem que desenvolver a IA para pilotar o veiculo, já que isso é um sistema e não só o veiculo. O barulho pode ser minimizado ao longo do desenvolvimento, provavelmente por outra equipe, estudando melhorias na propulsão. Isto ocorrendo por vários outros itens do sistema. O legal de desenvolvimento é começar com o que tem no mercado, e ir saindo da caixinha, tentando novos materiais, novos desenhos, obvio, tendo dinheiro para isto. Este é um mercado para daqui 15/20 anos, de alto padrão, 40/50 anos para uso popular. Minha… Read more »

Cristiano de Aquino Campos

Falava-se o mesmo de carros e motos elétricos ou híbridos. Hoje no Brasil, tem uma escooter elétrica por 9 mil reais.

Marcelo Baptista

Cristiano, os veículos elétricos ou híbridos já são uma realidade para o segmento de alto padrão, para uso popular ainda vai uns, na minha opinião, 15 anos.

Vamos lembrar que o próprio carro a combustão, no começo era um produto para os ricos, e só depois de 20 anos +/- começou a se popularizar.

Quanto a uma scooter elétrica por 9 mil, quando, se diminuíssemos impostos, os componentes fossem fabricados aqui, entre outras coisas, poderia ser vendida na faixa dos 3,5 mil.
Isto já é o custo Brasil, a tecnologia já está ai e madura.

Leandro Costa

Concordo totalmente com isso, Marcelo. Acho interessante que já brincávamos com a ideia de carros elétricos já na década de 1980. FURNAS chegou à testar uma ‘Kombi elétrica’ lá pelo início daquela década, mas o veículo era inviável devido ao peso das baterias na caçamba.

Mas a evolução tecnológica sanou esse e diversos outros problemas. Não tenho dúvidas que veremos muita coisa interessante surgindo nos próximos anos, bem como a popularização daquilo que hoje é de difícil aquisição.

Defensor da liberdade

Vou comprar um desses para ir para a fazenda.

Nilo

É um conceito de transporte urbano, de propulsão totalmente elétrica e automatizada, com desenvolvimento de diversas tecnologias como matérias, softwares de controle de voo e de gestão de tráfego…
A Embraer nos surpreende em plena crise da indústria aeronáutica, mesmo com vozes (dentro do país) sinistras a fim de retalhar a empresa.
O ruído desde equipamento elétrico, se muito, ruido de hélice baixo, que já deve esta sendo levado em consideração no “design” da hélice, em que momento é um potencial empecilho no mercado?

Last edited 16 dias atrás by Nilo
Nilo

Você troca o motor por bateria, reduzindo os níveis(emissores) de ruído, ficando com o ruído das hélices. Você terá isso: (motor+hélice, nem por isso os helicópteros deixaram de ser usados em áreas urbanas) vídeo a 01:40 min.
https://www.youtube.com/watch?v=OAKCbpwmrgI&t=138s

Last edited 16 dias atrás by Nilo
ERNANI BORGES

Show

Billy

Vem com 4 nacelles !!

Edu

Não estou querendo dar uma de engenheiro da Embraer, mas achei a aeronave muito “carregada”. Agradeço se alguém puder me tirar algumas dúvidas:

– A calda e estabilizador vertical são mesmo necessários, tendo em vista que as hélices girando em sentido simétrico poderiam prover a estabilidade? Além de que a baixa velocidade da aeronave reduziria a necessidade do estabilizador.
– As “asas” geram sustentação?
– O piloto é necessário?

Pergunto porque qualquer quilograma a mais é crítico numa aeronave elétrica movida a baterias.

Nilo

Cada projeto eVTOL se diferencia na solução de engenharia.
O controle de voo é automatizado.

Jadson Cabral

a aeronave é VTOL, o que significa que o pouso e a decolagem são verticais, mas o voo de cruzeiro é horizontal como um avião comum, talvez com algum auxílio das hélices devido a baixa área das asas. Você consegue ver isso na simulação, onde as helices superiores estão desligadas e a aeronaves está sendo propulsado pelas hélices traseiras.

Marcelo Andrade

A Embraer sendo Embraer, enxergando o futuro e as necessidades que este trará! Como diz o Grande Soldador (animação Robos) ^Viu a necessidade? Atenda! A subsidiária desse Projeto é a EmbraerX.

Mauro

Não é a necessidade, ou demanda que cria a oferta. Na maioria das vezes é a oferta que cria a demanda.

Aliás para os clássicos, toda a oferta cria sua própria demanda. Todo bem uma vez produzido, cria no mesmo instante, a demanda potencial para seu consumo.

Carlos Campos

Muito interessante, qual é a autonomia? se tirar o espaço para pessoas dá colocar mais bateria? dá para instalar Hellfire? ou os mísseis Mi 35?

Mario

O futuro caça da FAB.

Frederick

Depois de 69 anos, nosso “Convertiplano”.

Defensor da liberdade

Só falta fazer um destes, com umas 30 toneladas de armas. Uma versão menor para a marinha.

Dragón.png
Wagner

Embraer na vanguarda! Penso que será full IFR o bichinho. Poxa, quero um.

Marcelo Baptista

Vendo o vídeo, me lembrei de “Metropolis”, aquela visão pode se tornar realidade quase 130 anos depois.
Calma, não esqueci das centenas de Helis que sobrevoam SP, mas no filme, a idéia de volume de trafego é muuuuito maior.

Segatto

Qual a vantagem que tal configuração traria sobre um helicóptero (considerando um que tenha propulsão elétrica também)? As vezes me arrependo de não ter escolhido cursar engenharia aeroespacial na UFSC quando passei, se bem que é aeroespacial e não aeronáutica (que tem mercado no Brasil com a Embraer) e minha família quase não tem dinheiro, acho que viraria professor de cursinho (excelente profissão, mas não o que gostaria)

Bardini

A aeroespacial é bem “méh”. Mecânica te traria muito mais oportunidades dentro da Embraer, pensando em UFSC.

Fernando

Tem vários excelentes Engenheiros Aeroespaciais na Embraer. Só de cabeça conheço uns 30…

Last edited 15 dias atrás by Fernando
Denis

Por que raios a própria Embraer não desenvolve algo assim?

Danieljr

Ela está desenvolvendo

Mayuan

Que bom que a Embraer não se deixa contaminar pela viralatice reinante nesse país e continua a pesquisar, criar e fazer sucesso! Faço votos que seja mais um produto campeão dessa empresa que tanto nos orgulha!

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