Home Aviação de Ataque FOTO: O armamento dos Sukhoi Su-30MKV da Venezuela

FOTO: O armamento dos Sukhoi Su-30MKV da Venezuela

13907
67

primeiro post do Poder Aéreo em 2008, quando o blog foi criado, mostrava fotos dos Su-30MKV venezuelanos operando na Região Amazônica.

A foto acima, divulgada recentemente nas redes sociais, mostra um Su-30MKV levando armamento ar-ar e ar-solo.

O caça está equipado com mísseis ar-ar AA-10 Alamo (R-27), AA-12 Adder (R-77) apelidado de “Amraamski” – pois é equivalente ao AIM-120 AMRAAM americano –,  mísseis ar-ar de curto alcance R-73 (AA-11 Archer) e mísseis ar-superfície Kh-31, além de bombas.

A título de comparação, o radar dos Su-30MKV tem mais que o dobro do alcance do radar do F-5EM da FAB e o alcance dos mísseis também é superior ao dos mísseis BVR Derby empregados pelos caças brasileiros.

Por outro lado, os caças brasileiros têm a vantagem de contar com o alerta aéreo antecipado proporcionado pelos aviões Embraer E-99.

Subscribe
Notify of
guest
67 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Tomcat4,2
Tomcat4,2
1 mês atrás

No caso F-5 e E-99 nossa perna só continua curta por causa do alcance menor de nosso atual míssil BVR mas em breve isso mudará absurdamente e ,até sem o E-99, já estaremos à frente tanto no alcance do radar como , e principalmente, no alcance do míssil q será levado nas asas de nossos Grifos.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

sim, vamos virar o jogo com relacao ao radar, o radar destes Su-30 venezuelanos sao inferiores ate aos da India. Mas com relacao aos misseis, so se adquirirmos os Meteor, isso nao foi confirmado ainda.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Já foi confirmado. Há até uma matéria á respeito disso aqui no P.A.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

O problema é que o E-99 só localiza e informa coordenadas por rádio. Mas para “lockar” o alvo e atirar o BVR, ainda é necessário o radar do próprio F5 e aí complica.

Com o Gripen, IFF e o Link Br2 a coisa muda bastante de figura.

Augusto L
Augusto L
Reply to  GFC_RJ
1 mês atrás

O E-99 tem link com GCI da FAB e os F-5 com os GCI então pode haver um lock ai por um intermédio.

Luiz Castro
Luiz Castro
Reply to  GFC_RJ
1 mês atrás

Errado, o sistema de datalink dos F-5 é alimentado diretamente com os dados do E-99, inclusive com capacidade fighter to fighter, não sei se os F-5 são capazes de disparar misseis com o radar desligado assim como o Gripen, mas não duvido.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Luiz Castro
1 mês atrás

Caro LC,

O datalink do F-5 não é atualizado pelo E99, somente entre si. O Link BR1 comunica o E99 somente com estações em terra. O Link BR2 fará o E99 atualizar outras aeronaves como o F-39 e o A-29.

A não ser que tenha ocorrido alguma atualização que eu desconheça desde essa entrevista de 2012.

https://www.aereo.jor.br/2012/12/07/link-br2-fab-tera-sistema-nacional-de-datalink-para-comunicacao-entre-aeronaves/

Abraços.

Salim
Salim
Reply to  GFC_RJ
1 mês atrás

O derby e fire e forget, a curto alcance e lobl, isto e VC mira com capacete e radar do Missil tranca alvo. Acredito que no médio alcance e com caca bem vetorado pelo e99 e no nez do derby funciona bem alimentado pelo hms no lançamento.

ted
ted
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

Mas em breve…kkkk e se ano que vem os SU30 resolverem bombardear .cindacta4, cachimbo e formosa DF.

Allan Lemos
Allan Lemos
1 mês atrás

A FAB nem o Governo Federal pensou em acelerar o programa FX-2 depois que a Venezuela adquiriu os Su-30.Por isso em sempre bato na tecla da falta de visão estratégica dos oficiais e da classe política.Se não querem fazer do Brasil uma potência militar mundial,deveriam ao menos ter a noção de que um país com tamanha importância regional deveria ao menos manter uma superioridade militar frente a todos os vizinhos latino-americanos.

Elece
Elece
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Uma questão de governo. Durante 20 anos permitimos a superioridade militar dos nossos vizinhos.

Kornet
Kornet
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Na época o governo era do ParTido e dos “cumpanheiros”,por isso não havia preocupação.
Agora a coisa mudou e com o Gripen e os Meteor mais ainda.

Clausewitz
Clausewitz
Reply to  Kornet
1 mês atrás

Kornet, quem vc acha que comprou os Gripen e negociou os meteor? Pela amor de Deus, a FAB faz política de Estado e vem fazendo um bom trabalho contínuo com a pouca verba que tinha nos outros e no atual governo. Parem de fazer politicagem, sem nem conhecer a história da escolha do caça, utilizando uma instituição competente de Estado pra isso.

ted
ted
Reply to  Clausewitz
1 mês atrás

ué! o companheiro não tinha elegido o rafale???

Edmar
Edmar
Reply to  Kornet
1 mês atrás

Está publicado, foi na época do governo “comunista ” : O Brasil, foi convidado para o PAC da Sukhoi, mais 02 Submarinos Nuclear de segunda mão, para suprir a América Amazônia Azul. Com relação ao compartilhamento (participação da Embraer, no desenvolvimento do avião. É claro que nós enara ríamos com parte do custo, porém o Bridade ironia J. Saito, disso que não queria denegrir a Sukhoi, mas os motores não eram confiáveis. Nada contra o Brigadeiro, pois estestou assuntos ninguém comenta a íntegra da conversa. O que podemos intuir e isto fui publicado em revistas , que não é do… Read more »

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

E nem precisa ser superioridade do equipamento, mas do conjunto ao menos. Um país do nosso tamanho deveria primar pela quantidade até mais do que pela pura e simples qualidade, uma vez que é melhor ter um monte de esquadrões com Gripens do que 3 ou 4 com [insira aqui um caça pesado e mais parrudo]…
O problema: a única coisa de qualidade na força armada é sua aposentadoria, assim como a única coisa em quantidade é o contingente.

Arariboia
Arariboia
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

E visão fraca! Na verdade sempre estivemos em inferioridade para vários países da AL mesmo com a Ditadura. Já falei quando estamos no fundo da merda e passamos pro meio, a reação é dar pulos de alegria, mas na realidade é que continuamos na merda. Se tem vários exemplos por decadas…

ted
ted
Reply to  Arariboia
1 mês atrás

Quando eclodiu a guerra das malvinas os militares brasileiro ficaram arrepiados. Não tinhão ideia do poder da maquina de guerra Argentina. Se fosse contra nós …tvmosfu. Mas com apoio dos satélites americanos. Em 40 dias tava tudo resolvido. E Galtiere assinava a capitulação com as condições britânicas para tal, como: desmantelamento do programa de misseis tronador e construção de submarinos, bem como a venda do PA25 de maio, e embargo de armas que perdura até hoje. Replicando no desenvolvimento econômico “estrangulamento”da nação.

Sagaz
Sagaz
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

E porque temos inferioridade em relação aos vizinhos? Ao sul é só abrir as comportas de itauipu e parar de comprar gás, ao norte é só cortar o fornecimento de papel higiênico. A oeste só temos amigos, e basta ver que as guerrilhas que por lá cresceram aqui nunca conseguiram ocupar territórios, quando tentaram algo levaram uma coça

Marcelo
Marcelo
1 mês atrás

De fato eh uma configuracao impressionante, mas valida para propaganda (“beast mode”). Em situacao operacional nao iria operar assim.

JuggerBR
JuggerBR
1 mês atrás

Contei 15 pontos de fixação, confere? Uma bela plataforma de misseis, e com uma baita manobrabilidade…
A questão aí são três num eventual conflito: nível de treinamento dos pilotos deles, quantidade de aviões em condições de uso e como trazê-los pro T.O. Brasil, caso eles queiram nos atacar, sem ter REVO.

JSilva
JSilva
Reply to  JuggerBR
1 mês atrás

Eu nunca gostei muito dessa linha de argumentação pois ela depende de fatores que não podemos controlar, apenas torcer contra.

Se o dinheiro do Petróleo fosse canalizado para treinamento e manutenção do Su-30MKV, F-16 e do S-300, seria muito difícil fazer frente com F-5M/Derby, mesmo apoiado pelo E-99, e o A-1.

Passamos uma década (2010/2020) torcendo pela incompetência da Venezuela de Chavez/Maduro.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  JSilva
1 mês atrás

Não é torcer, é só analisar a situação. A Venezuela teria condições de atacar pouquíssimas cidades brasileiras com seus Su-30, devido ao alcance dos mesmos em relação à Amazônia em si. A marinha deles seria incapaz de impedir um bloqueio naval mesmo contra a Marinha do Rio de Janeiro e, devido ao nosso parque fabril e tamanho da população, jamais teriam absolutamente nenhuma chance numa guerra estendida. Teríamos peitos pra tomar tiro e munição sendo fabricada de modo sustentável, tanto para o quesito munição simples de fuzil, quanto munição para nossos veículos militares. Não fabricamos nem de longe os melhores… Read more »

JSilva
JSilva
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

“Honestamente, a soma de todos os países com quem fazemos fronteira não seria capaz de nos vencer nem com muita sorte, e isso não é nem um pouco mérito nosso.” Mas é disso que estou falando, depender de fatores que não podemos controlar, como o nível de treinamento e manutenção que o adversário dá ao seu equipamento. Não precisa ser uma guerra, imagina uma escaramuça ali na fronteira, tipo a recente entre India e Paquistão, e quatro Su-30MKV armados como nessa foto da matéria, com tripulações bem treinadas e manutenção em dia, contra quatro F-5M com dois Derby e dois… Read more »

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  JSilva
1 mês atrás

Assim como num cruzamento de trânsito, num dogfight a vantagem é do mais corajoso!

Augusto L
Augusto L
Reply to  JSilva
1 mês atrás

Na verdade contam.
A FAB tem pods Skyshield

Flanker
Flanker
Reply to  Augusto L
1 mês atrás

Mas, não nos F-5. Na FAB, esses pods operam com os A-1.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Eles foram comprados para modernização dos F-5.

Vieram junto com os Derbys.

Eu ja ouvi que a FAB pretendia usa-los nos A1 mas como n foram modernizados acho q ainda continuam usando nos F-5

Flanker
Flanker
Reply to  Augusto L
1 mês atrás

A única aeronave da FAB que já operou com esse pod foi o A-1…..e antes da modernização. Mesmo caso dos pods Litening, que foram comprados para operar com os F-5M, mas só são usados nos A-1. E se depender de A-1 modernizado, até agora entregaram 8 deles…..então, tem células modernizados do A-1 disponíveis também.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Augusto L
1 mês atrás

NUNCA foi usado nos F-5. Estão em Santa Maria.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Não acho que o Brasil teria condições de guerrear em várias frentes no continente. Nem com a FAB-2026.

Mas você está certo em dizer que nenhum país do continente tem condições de interdição e atingir muitos pontos de gravidade nossos. Penso aqui por alto que o mais exposto é Itaipu. De resto, não rola. 

Já a recíproca não procede. O que a FAB promete para breve e em o MICLA-BR indo para frente, as missões de interdição vão poder atingir os principais centros de gravidade de todos os países com fronteira. Vai desequilibrar bastante, com certeza.

Abraços.

ted
ted
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

guerra estendida: Se algum estrategista de uma nação estrangeira quiser botar o Brasil de joelhos é só financiar a venezuela durante cinco anos numa guerra de fronteira, exaurindo os cofres da nação e depois aparecendo como salvador da pátria ….isso é geopolítica cara pálida e apenas uma das formas de fazer a desgraça alheia. por isso que existe o tal de ITAMARATI. que DEUS nos livre de todo o mal.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  JSilva
1 mês atrás

Sim. Os planos da Venezuela de Chaves, na época, eram para + 60 Flanker (possivelmente um mix entre Su-30 e Su-35), além dos 24 adquiridos, elevando o número total para 84 Su-30/35.
Além disso uma aquisição de um número não revelado de aeronaves de ataque Su-25 e aeronaves LIFT para treinamento YAK-130.

Claro, isso nunca ocorreu, mas poderia muito bem ter seguido dessa forma.
Concordo que o Brasil deve se espelhar nos grande países do mundo, países de porte semelhante ao nosso, não nos nossos vizinhos, que com todo o respeito, mas são bem menores do que o Brasil.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  JuggerBR
1 mês atrás

São 12 pontos de fixação no Su-30 MKK ou MK2.
Em um dos pontos sob a asa, tem 2 bombas, portanto da para contar 14 mísseis ou bombas, mas o número de pontos duros são 12 mesmo.

ted
ted
Reply to  JuggerBR
1 mês atrás

Russos sempre ao seu dispor. É só pagar

Wagner
Wagner
Reply to  JuggerBR
1 mês atrás

Creio que o Brasil é muito grande, tem uma população enorme e um bom parque industrial e tecnológico, comparada com nossos vizinhos. Tudo isso pode ser mobilizado num esforço de guerra. Não acredito que nenhum dos nossos vizinhos teriam a audácia de mexer com um país com uma das maiores economias do mundo.
Não precisamos comprar equipamentos de ponta considerando a região em que estamos inseridos. Vários esquadrões de Gripen, aviões KC-390, aviões bombardeiros já serão mais que suficientes para dissuadir.

Last edited 1 mês atrás by Wagner
Guilherme Poggio
Editor
1 mês atrás

Primeiro post do Poder Aéreo lá em 2008

https://www.aereo.jor.br/2008/08/21/os-sukhois-bolivarianos/

Marcelo
Marcelo
Reply to  Guilherme Poggio
1 mês atrás

haha, os comentarios sao muito parecidos !

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Qual o RCS do F5? O alcance do radar do SU-30 venezuelano é o dobro do alcance do radar do F5, mas aproximadamente a que distância o F-5 com se RCS menor seria detectado pelo SU-30? O F-5 alertado pelo R-99 já saberia da presença do SU-30 muito antes dele ser detectado e se levar em conta os pod’s EWS o F-5 pode teoricamente ter alguma chance num combate, mas sem usar esses meios de apoio a chance seria muito pequena.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Caro Fabio, a relação Alcance Radar vs RCS não funciona de forma proporcional. Para você ter uma ideia, para conseguir uma redução de 50% no alcance de detecção, é preciso reduzir a RCS em cerca de 17X menos. Imagine 2 caças de mesma geração, ambos não furtivos. Um é grande e possui RCS de 10 m² o outro é pequeno e possui RCS de 5 m². Imagine um radar com 250 km de alcance para alvos com 10m² de RCS. Ele vai detectar o caça grande no máximo e vai detectar o caça leve a 210 km de distância. Veja,… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Luís Henrique
1 mês atrás

Dando outro exemplo: Se um radar detecta a aeronave A a uma distância de 200 km e a aeronave B a uma distância de 100 km, o RCS da aeronave B precisa ser 17 X menor que o da aeronave A. Se a aeronave A tem RCS de 5 m² a aeronave B precisará ter uma RCS de apenas 0,29 m². Mesmo se a aeronave A tivesse RCS de 10 m², a aeronave B teria que ter RCS de 0,58 m². E sabemos que um RCS tão baixo é praticamente impossível de ser atingido com mísseis e/ou bombas penduradas. Por… Read more »

Rodrigo
Rodrigo
1 mês atrás

Mesmo no cenário atual, a FAB daria conta em um suposto embate com a FAV. Por dois motivos logística e treinamento… E com entrada operacional do KC390, Gripen + missel BVR Meteor e do E99 estaremos uns 20 anos na frente em superioridade de qualquer força área sul-americana

Wellington
Wellington
Reply to  Rodrigo
1 mês atrás

essa questão do treinamento é só suposição…

Last edited 1 mês atrás by Wellington
Paulo
Paulo
Reply to  Wellington
1 mês atrás

E põe suposição nisto.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
1 mês atrás

Uma dúvida que tenho sobre o E-99 e como ele trabalha no “campo de batalha” :

ele voa junto com as aeronaves caças ou ele voa em uma altitude acima deles🤔❓

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 mês atrás

O alcance dele é suficiente para ele operar numa região próxima ao campo de batalha mas fora do alcance das armas do inimigo.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 mês atrás

O radar do E-99 enxerga ¨pra cima e pra baixo¨. O E-99 voa na melhor altitude para detecção, não importando em que altitude estão os caças. Inclusive, podem estar em baixíssima altitude.

Ari Levinson
Ari Levinson
1 mês atrás

É uma configuração espetaculosa para fins de propaganda mas a julgar pela baixa operacionalidade dos Su-30 bolivarianos um caça em solo é apenas e tão somente um alvo fácil, algo que os árabes descobriram amargamente em 1967.

Jadson Cabral
Jadson Cabral
1 mês atrás

Meu deus! Chega a dar ânsia em ver logo os esquadrões de gripens voando por aqui com os E-99 e os KC-390. Espero que continuemos assim de hoje em diante. Porque se for lembra do nosso histórico a FAB vai se manter como a melhor equipada da AL por uma década, mas vai ser passada por algum outro país, graças a falta de continuidade dos programas estratégicos

Mauro
Mauro
1 mês atrás

Suspeita-se, segundo os próprios militares venezuelanos, que esses Su-30 comprados da Rússia eram usados, de segunda mão, mas foram vendidos como se fossem novos de fábrica. Esse avião é criticado por muita gente da Força Aérea da Venezuela. Esse avião não tem um sistema anti colisão com o solo, o Gripen E tem. Aquele que se chocou contra o solo durante a noite foi por desorientação, com o Gripen esse tipo de acidente é mais difícil. O Mike com apoio dos E-99 e por serem em maior quantidade, dariam conta desses aviões, são apenas 23. É duvidoso a capacidade de… Read more »

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Mauro
1 mês atrás

Quanto ao produto de segunda mão eu não sei.
Mas desde o acidente fatal do ano passado, agora são 22.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Mauro
1 mês atrás

Além dos 23 Su-30 a Venezuela possui 19 F-16 e 24 K-8 (lift com capacidade de ataque leve).

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Luís Henrique
1 mês atrás

Esses 19 F-16 não vingam. São, sei lá, Blk 15 ou 20. Ainda estão no perfil de 3a geração. Não possuem capacidade BVR e nem NVG.
Fora a baixa prontidão, pois não podem adquirir peças.
Esses aí, nossos F-5 Mike já passam o carro!

Paulo
Paulo
Reply to  GFC_RJ
1 mês atrás

Será mesmo?

Lu Feliphe
Reply to  Luís Henrique
1 mês atrás

São 22 aeronaves já que uma caiu. Além de que não se sabe quantas unidades estão operacionais, os f 16 deles são a versão b 15, a b 15 é antiga e não tem capacidade bvr.

João Adaime
João Adaime
1 mês atrás

O Maduro jamais mandaria esses aviões para próximo da fronteira com o Brasil ou mesmo da Colômbia. Ele tem medo de que os pilotos desertem. Como em todo estado totalitário, lá ninguém confia em ninguém.

GILSON GERALDO DOS SANTOS
GILSON GERALDO DOS SANTOS
1 mês atrás

Traduzindo, Chega Rapido Grippen senão num conflito aereo não daremos nem para o cheiro.

Jota
Jota
1 mês atrás

Sempre usamos o argumento que pelo fato de termos o E-99, teremos uma vantagem tática. Mas se os venezuelanos resolverem comprar um Beriev A-50 ou A-100 , ferrou legal!

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Jota
1 mês atrás

Poder, pode.
Mas o Brasil, além de ter desenvolvido o produto, já o opera há 20 anos! Já tem toda uma doutrina desenvolvida.
O que quero dizer é que não é só uma questão de comprar o produto e “botar pra jogar” levaria anos até que fosse minimamente operacional.

Abraços.

Vitor
Vitor
1 mês atrás

A coisa vai mudar em outubro quando o 1° Gripen chegar. E o compartilhamento de dados do Gripen é superior ao desse Flanker.

ted
ted
Reply to  Vitor
1 mês atrás

com um (1) Gripen a coisas vai mudar…Demais, chocante. mesmo com 36 a força aérea do catar é melhor que a fab.

Lu Feliphe
Reply to  ted
1 mês atrás

São comparações erradas, por que não comparar outras Forças Aéreas da região?

IBIZ
IBIZ
1 mês atrás

Disputas geopolíticas e ideológicas de lado; é uma bela aeronave. Ninguém pode negar!

Eduardo Capps
Eduardo Capps
1 mês atrás

O orçamento militar da Venezuela em 2015 foi de 4,5 bilhões de dólares.
O orçamento militar do Brasil em 2017 foi de 20,5 bilhões de dólares.
E nós ainda temos de esperar o Gripen para ter algum poder de contenção.
Algo não está certo?

Lima Golf Romeu 1377
Reply to  Eduardo Capps
21 dias atrás

Sua conta não está certa… Apesar de ser orçamento “militar” tem coisas aí que fogem do escopo. Vou resumir algumas que eu penso: Toda a integração nacional da amazônia é baseada nas forças armadas, assistência médica indígena, até a acolhida às hordas de miseráveis venezuelanos que diariamente chegam no Brasil é feita por militares. A utilização de batalhões de engenharia para terminar obras de infra estrutura também entram nesse orçamento. Não vou falar no soldo dos militares e nem tampouco na quantidade de militares, mas me atrevo a dizer que as F.A. gastam mais com médicos e dentistas na amazônia… Read more »

Jorge
Jorge
1 mês atrás

Li tantos blá, blá, blá…, a maioria contra os caças russos da Venezuela e outros que parecem comédia, do Brasil se dar bem contra a Venezuela. Aff!!
Galera, não é preciso ser técnico em armamentos, é só estudar geopolítica e se questionar, porque os EUA, com todo poderio bélico, nunca teve coragem de invadir à Venezuela, apesar das centenas de ameaças.
Aí leio aqui posts que o Brasil poderia se dar bem… rá, rá, rá!!!
Façam-me o favor!!

Antunes 1980
Antunes 1980
1 mês atrás

Apenas meia dúzia de SU-30 já seriam capazes de atacar Brasília.
E hoje, a FAB seria incapaz de impedi-los.
Nossos cansados e obsoletos F-5 estão a décadas atrás no quesito equipamentos, armamentos, tecnologia. Como é superior a capacidade completa do vetor russo.