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Colaboração Real 3 – Episódio 2: A preparação da Ala 2 para a chegada do Gripen

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Estamos todos mobilizados para a chegada do novo Gripen Brasileiro. Pensando em cada detalhe – tanto para recebê-lo como para operar o caça.

Com isso, está ocorrendo uma preparação da infraestrutura em Anápolis até o treinamento dos pilotos do Gripen.

Confira os detalhes desta preparação no segundo episódio da websérie Colaboração Real 3!

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Cleber
Cleber
3 meses atrás

E bla bla bla … O caça q nunca chega ! Em 2021 ta certo

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Cleber
3 meses atrás

Caro Cleber, Segundo o que foi publicado aqui na trilogia em 2011 “Cronograma detalhado do caça Gripen da FAB na campanha institucional Dimensão 22” (2017), o cronograma está sendo cumprido. Aliás, a Embraer deve iniciar a fabricação do primeiro monoposto este mês.

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Grande Camaergoer, só por curiosidade, pelas dimensões do Brasil, qual a quantidade mínima e ideal de Gripens para defender o espaço aéreo? (levando em conta o fato do patrulhamento regular das fronteiras pode ser feito pelos tucanos).

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Rodrigo
3 meses atrás

Olá Rodrigo. Conta difícil porque leva em conta o que se espera da FAB e do desempenho das aeronaves. Para defesa aérea (alerta 24/7) a gente sabe que a FAB mantém 2 em Manaus, 2 em Anápolis, 2 em Sta Cruz e 2 em Canoas. Podemos supor que a FAB inclua outras duas posições de alerta. Apenas para alerta, seriam 12. Supondo que cada unidade de alerta tenha um terceiro caça disponível, já são 18 caças. Imagine que para cada 2 caças em operação, outro esteja em manutenção (até agora são 30). Um esquadrão de treinamento (são mais 12, totalizando… Read more »

Renato
Renato
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Prezado Camargoer,
Concordo em boa parte com seu comentário.
Mas acho também que é difícil quantificar o número real necessário ao longo de pelo menos 30 anos que é a estimativa de vida útil dos primeiros caças NG.
Já ouvi especulações de que nesse período é pensamento da FAB idealizar o hipotético projeto do caça de 5ª geração.
Caso isso se confirme, não seria produtivo para a FAB investir em caças que poderão.estar defasados tecnologicamente num espaço de tempo relativamente curto.
Um abraço!

Zorann
Zorann
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

12 para a Marinha? Pelo amor de Deus!! O dia que a Marinha fizer minimamente o que se espera dela, quem sabe aí ela deva pensar nisso.   Para uma Marinha que mal navega, que se mantém à beira da total obsolescência de seus meios, que não consegue terminar um PMG em menos de 10 anos, que não consegue operar e manter submarinos, que insiste em manter um efetivo enorme e inútil, que não consegue fazer o mínimo alegando sempre a crônica falta de verbas, mesmo com o orçamento enorme de que dispõe…. você quer dar mais despesa para eles?… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Zorann
3 meses atrás

Caro Zorann. Meu comentário foi sobre qual seria a frota de F39. Evitei fazer um juízo de valor sobre os comandos militares. Existem motivos para criticar o MinDef (particularmente a necessidade de manter 380 mil militares e 17 mil civis, o que corresponde a 43% dos servidores do executivo)

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Acredito que com boa vontade e investimento é uma quantidade bastante possível de ser atingida no médio/longo prazo. (10 anos )
Valeu Camaergoer!

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Alerta DA em ESTALE 0 é somente uma aeronave.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Rodrigo
3 meses atrás

Resposta baseada no nosso histórico, os 68 Gripen para a FAB é uma boa resposta. Baseado no que os nossos vizinhos possuem e o que podem adquirir nos próximos 10 anos, 108 seria o número mais adequado. Agora, em relação às dimensões do Brasil, se formos contar território, população e economia e analisarmos outros países com “dimensões” parecidas, aí a meta deveria ser 200 à 300 caças para o período 2021 à 2035. E outros 200 à 300 caças no período 2036 à 2050. Até 2035 para atingir capacidades próximas de uma potência média como Japão, Reino Unido, Alemanha, etc.… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Luís Henrique
3 meses atrás

Luís, seu otimismo é impressionante hehehehe

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Leandro Costa
3 meses atrás

Não tenho este otimismo. Só opinião que algo próximo ao que eu falei, seria o Ideal para um país do nosso tamanho. Veja o grupo BRIC. A China possui cerca de 1.700 caças. A Rússia possui cerca de 1.500. A Índia possui cerca de 700. Nós nos contentamos com cerca de 50 F-5 que é um sub-caça de 2a categoria da década de 60 do século passado. E agora estamos felizes, eu me incluo, com a aquisição do Gripen E, um excelente caça, mas somente 36 unidades. É muito pouco para um país do nosso tamanho. Somos uma piada em… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Luís Henrique
3 meses atrás

Olá Luis. Acho que as bases de comparação estão erradas. Os EUA têm uma estratégia de ação mundial que requer capacidade de intervenção (basta contar o número de vezes em que esteve/está em guerra nos últimos 50 anos). A Rússia manteve a mesma capacidade de resposta em caso de guerra com os EUA (A URSS colapsou mas a estratégia militar é a mesma), Outro ponto importante é que os EUA, Russia e França são grandes exportadores de armas, o que obriga terem grandes forças armadas que possam absorver parte da produção industrial militar. O crescimento do poder militar chinês está… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Comparado aos nossos vizinhos, não somos mesmo uma piada. Comparado à muitos países pequeninos ao redor do mundo, o Brasil é mais ou menos. Agora, quando analisamos o nosso poder econômico, o nosso tamanho, ai sim, somos uma piada. O Chile com 18 milhões de habitantes possui 58 caças, sendo 46 F-16 C e MLU. Nós com 210 milhões de habitantes (percebe a diferença???), você sugere 68 caças.   O Chile está na mesma região “pacífica” da América do Sul, é um país em desenvolvimento de 3o mundo, como nós.   Mas, claro, devido à nossa incompetência, nos tornamos especialistas… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Luís Henrique
3 meses atrás

Caro Luis. Infelizmente, os motivos que o país tem dado para virar piada internacional nada tem a ver com o número de aeronaves de combate. As forças armadas brasileiras tem vários problemas. Por exemplo, há pouco uso de tecnologia e um efetivo de tropas profissionais inchado (as duas coisas estão relacionadas pois uma tropa mais tecnológica demanda menos soldados profissionais). Segundo a Folha (jornal), são 2.5 mil militares ocupando cargos na administração civil, o que torna o Brasil mais parecido com a Venezuela do que com o Chile.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Leandro Costa
3 meses atrás

Convertendo a moeda, nosso PIB é igual ao da Itália e maior que o da Rússia.   Porque a Rússia consegue ter 1.500 caças. E quando alguém cogita 200 à 300 caças para o Brasil, parece um absurdo?   Porque a Itália possui cerca de 200 caças, entre Eurofighter, Tornado e F-35, e para o Brasil é um absurdo?   E em PPP, nosso PIB é maior que o da Itália. E até maior que o do Reino Unido e França. Não sonho com o Brasil se tornando uma super-potência como a Rússia, mas uma potência média como os pequenos… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Luís Henrique
3 meses atrás

Caro Luis. É preciso contextualizar a Itália e outros países europeus no pós-guerra fria em torno na Otan e dos conflitos no Oriente Médio e no norte da África. Outro ponto importante é a necessidade destes Estados de consumir a produção industrial de suas indústrias de defesa. Após a queda do muro de Berlin, do colapso do Pacto de Varsóvia e da fundação da União Europeia, a OTAN se tornou um dinossauro da guerra-fria.. Otanossauro. A Europa tem que reduzir os níveis militares ao parecido do brasileiro. Não o contrário.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Colega, essa redução já ocorreu faz tempo. O colapso da URSS ocorreu 30 anos atrás. O Reino Unido tinha mais de 800 caças em 1990. Hoje possuem cerca de 300. Na verdade tiveram uma recente redução quando aposentaram os Tornados no ano passado, mas recuperarão os números nos próximos anos com a chegada dos 138 F-35.   E porque o Brasil não pode desenvolver uma indústria bélica equivalente, possuindo um mercado interno maior, comprando mais, para gerar demanda para nossa BID desenvolver?   Não estou nos comparando com EUA. Também não estou nos comparando com Rússia ou China. Estou falando… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Luís Henrique
3 meses atrás

Caro Luiz. O muro de Berlin já caiu há 30 anos e a OTAN dobrou de tamanho. Há anos defendo que as forças armadas brasileiras utilizem material nacional ou nacionalizado (algo parecido ao que o Japão faz). Ao contrário de muitos colegas, defendo a construção de navios/submarinos em estaleiros brasileiros, fui e continuo contra a venda da Embraer, defendo o uso de helicopteros feitos em MG ao invés de adquiri-los via FMS, defendo que os uniformes e coturnos sejam produzidos no Brasil (ao invés de comprados da China). Acho que o poder militar é uma consequência do plano geopolítico do… Read more »

Matheus
Matheus
Reply to  Luís Henrique
3 meses atrás

Simples, geopolitica.
Não quero dizer que “nós não temos inimigos” mas na situação geopolitica atual da América Latina, não é preciso ter 500 caças.
Nem mesmo a FAB com seus 100 Super Tucanos usam metade deles, inclusive algumas lenas ai eles até venderam algumas das unidades que eles tinham pra outros países.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Matheus
3 meses atrás

Caso a China tenha seus interesses prejudicados aqui no Brasil, por ações do governo, desentendimentos, etc. E resolvam iniciar um conflito rápido, destruir nossa marinha e força aérea e impor um bloqueio naval, nós vamos ajoelhar e pedir ajuda dos americanos???   Ou com 46 F-5M e 3 Niteroi, faremos a China pensar 10x e desistir do conflito por causa do grande número de baixas que poderão sofrer?   E se a França tiver seus interesses prejudicados, trocar farpas com nosso Presidente, e resolverem uma intervenção no Brasil. Enviariam o Charles de Gaulle com Rafale e navios de combate. Afundariam… Read more »

Matheus
Matheus
Reply to  Luís Henrique
3 meses atrás

Isso ai já é devaneio seu, pois ninguem inicia uma conflito armado em larga escala por causa de “interesses prejudicados”, se fosse assim nós nem existiriamos hoje. Todo país, todo dia tem algum interesse seu prejudicado em algum canto do mundo.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Matheus
3 meses atrás

Ola Matheus. Concordo. As disputas internacionais são inicialmente uma questão diplomática. A ação militar é uma escalada e resultam de uma provocação. A não ser no caso do Brasil ser o agente agressor (não existe razão para isso), é improvável que o país seja vítima de uma agressão em larga escala. Contudo, é possível que o país possa sofrer algum tipo de sanção (razão humanitária devido um genocídio ou um estado que patrocine ações terroristas) mas seriam sanções localizadas levadas a cabo por uma coalizão internacional. Nestes casos, não tem o que fazer. É sofrer calado porque ninguém vai ajudar… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Luís Henrique
3 meses atrás

Caro Luiz. São três cenários possíveis. O primeiro (menos provável) seria uma guerra de anexação (como a invasão nazista na URSS). Seria uma operação militar gigantesca, previsível (é impossível ignorar a mobilização de um milhão de soldados para invadir o Brasil). Outra cenário mais provável é um sanção militar (fechar o espaço aéreo brasileiro ou bloqueio dos principais portos). Geralmente, esse tipo de sanção é aplicada a um país que cometeu alguma agressão (invasão de anexação, como o Iraque, ou genocídio como na Síria). Esse tipo de sanção internacional (com apoio da ONU) ocorre depois de sanções econômicas e diplomáticas… Read more »

Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  Luís Henrique
3 meses atrás

Hum?

Camargoer
Camargoer
Reply to  Luís Henrique
3 meses atrás

Olá Luis. Acho que 68 Gripens seria uma força superior ou equivalente as países vizinhos. Do Brasil. Discordo que o tamanho do país e população sejam variáveis importantes para dimensionar a FAB. O que deve ser levado em conta são os cenários prováveis de conflito. O principal cenário seria o de defesa aérea contra violações ocasionais (caso Vulcan da RAF). O segundo cenário provável são missões conjuntas sob determinação da ONU. Os países que fazem esse tipo de missão enviam poucos aviões, geralmente um esquadrão. O terceiro cenário seria um caso extremo, pouco provável, de resposta militar estratégica contra algum… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Camargoer
3 meses atrás

E acha correto nos comparar com os vizinhos ? A Venezuela possui 23 Su-30, 19 F-16 e mais uns 20 K-8. Então 68 caças para o Brasil é o suficiente… O Chile possui 58 caças (46 F-16 e 12 F-5). Então 68 Gripen para o Brasil é o suficiente… É assim que pensa?   O Egito, a Turquia, a Grécia possui + de 150 ou + de 200 F-16 não te diz nada? Estão muito longe… não representam uma ameaça para nós… então manteremos essa sensação de segurança por causa do tamanho pequeno dos nossos vizinhos e da distância grande… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Luís Henrique
3 meses atrás

Caro Luis. A FAB teve ter um modo de estimar o tamanho necessário de sua frota. Eu propus um a partir das missões prováveis. Chegue à 90 caças, mas como esse valor pode estar um pouco acima ou abaixo, inclui uma variação arbitrária de 10%, sugerindo um número entre 80 e 10;. Em seguida, contextualizei o número comparando com os vizinho da América do Sul e com o histórico de ações da FAB/MB nos últimos 50 anos e considerei a ausência de conflitos/ameaças no continente, o que sugere adotar uma a menor frota. Também ponderei que menos caças elevará o… Read more »

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Luís Henrique
3 meses atrás

Se puder me “meter” para contibuir, penso de forma bem similiar ao Sr. Luís Henrique.   Somos um dos 5 mega-países do mundo, com grande população, grande território e grande economia, junto com EUA, China, Russia e Índia. Esse é o clube. Mas os outros quatro são as quatro maiores potências militares da atualidade e o Brasil, nem de perto é ao menos a quinta. Portanto, estamos nos posicionando muito fracos na geopolítica frente, não só ao baita potencial, mas quase pela “obrigação” de ser uma liderança pelo menos regional. Dessa forma… sigo as palavras do Sr. Luís Henrique.  … Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  GFC_RJ
3 meses atrás

Exatamente. Somos um dos 5 mega países e existem 45 países com mais caças que o Brasil.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  GFC_RJ
3 meses atrás

Olá GFC. O Brasil nunca combateu uma guerra em duas frentes. Acho mais importante avaliar o contexto geopolítico de cada país (localização, histórico de conflitos, dependência energética, por exemplo) do que considerar PIB, população e extensão territorial. Os EUA têm uma problema de dependência energética que o obriga a ter uma ação global inclusive em áreas de conflitos regionais. Os países com capacidade nuclear obriga a manutenção de formas convencionais elevadas (um país nuclear tem que ter capacidade de resposta proporcional às ameaças externas ao mesmo tempo que está impedido de ser o primeiro a usar armas nucleares) porque são… Read more »

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Caro Camargo,      Concordo com muita coisa que falaste, apesar de discordar de outros.   Não vou falar de todos os pontos, pois é muito complexo não dá para argumentar em um post.   Os EUA não tem uma atuação global simplesmente por uma questão energética. Mas porque ele tem uma Grande Estratégia de ser a grande potência mundial (the greatest), pois isso garantirá aos seus mais poder, mais prosperidade, mais soberania, mais mercados, mais matérias-primas, mais todo o resto, e que nenhum gaiato vai tomar aquilo que é dele, isto é, o mundo e até acima dele.  … Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  GFC_RJ
3 meses atrás

Olá GFC. Um livro do Moniz Bandeira sobre os EUA deve ter umas 600 páginas, e são vários. Aqui temos que simplificar e escrever pouco e resumido. Após a II Guerra, 60% da produção industrial do mundo era feita nos EUA. Durante a Guerra Fria, a expansão militar dos EUA estava inserida no contexto da corrida armamentista, que demandava uma enorme atividade industrial e demanda energética. Após o colapso da URSS, puderam ampliar a influência militar irrestritamente. Talvez a ascensão militar da China e a ressurgimento do poder militar na Rússia são resultados da expansão militar dos EUA no pós-guerra… Read more »

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Caro Camargo,   Belíssimo descritivo histórico.   “Durante a Guerra Fria, a expansão militar dos EUA estava inserida no contexto da corrida armamentista, que demandava uma enorme atividade industrial e demanda energética”. Vejo que não só por isso, mas também para garantir nações abertas e mercados. Se cada vez mais áreas caíssem nas mãos soviéticas, menos mercados abertos para a parte capitalista do mundo bipolarizado. Buscava-se áreas importantes de influência, até para posicionamento de bases mais próximas ao inimigo maior em termos de guerra fria. Mas sim, o Oriente Médio SEMPRE foi prioritário para os americanos por causa da questão… Read more »

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  Luís Henrique
3 meses atrás

Obrigado pela contribuição Luiz.
Com base nos números do camaergoer, doutrina militar brasileira e contesto regional, acredito que 100 a 150 aviões sempre modernos e sistemas de defesa antiaéreos em quantidade nosso espaço aéreo estaria bem protegido.

Heyarth
Heyarth
Reply to  Luís Henrique
3 meses atrás

Minha opinião é parecida com a do Luís, nós estamos acostumados a comparar o Brasil com os países da américa latina e isso não está certo. Pelo tamanho e potêncial do nosso país em algum momento seremos alvos de grandes países, isso pq a população mundial nao para de crescer e os recursos nós sabemos que são limitados. Em algum momento teremos que nos defender de países dentre os 5 mais fortes. O que faremos se algo assim acontecer? É preciso ter responsabilidade com seus recursos e nós estamos em 2020 operando caças f5, leopard1A5 dentre outras tecnologias ultrapassadas. Tivemos… Read more »

Rival Sensor
Rival Sensor
Reply to  Cleber
3 meses atrás

Está tudo dentro do cronograma até agora.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Cleber
3 meses atrás

Amigo,um caça não é um Toyota corolla que se monta em 20 e poucas horas…
 
É algo complexo,recheado de tecnologia,uma maquina que terá seus sistemas e subsistemas testados por horas ou dias para que qualquer defeito possa ser descoberto ou sanado.
 
Terá que haver integração e homologação para usar armas e novas armas.
Todo caça passa por processos para atingir as chamadas IOC (certificação de operação inicial) e FOC (certificação de operação final).
 
Prefiro ver o Gripen E demorar a ser entregue mas que venha perfeito,melhor do quê ser um caça problemático como o ultramegafodástico Lockheed F-35,cheio de bugs.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Last edited 3 meses atrás by Alexandre Galante
Tomcat4,2
Tomcat4,2
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
3 meses atrás

Concordo plenamente contigo Adriano.

Luis
Luis
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
3 meses atrás

eterna ladainha do f35 ser um caça ruim. façamos o seguinte. vcs dizem quais são os caças q vcs julgam melhor do q o f35 q é uma aeronave de ataque e não de superioridade aérea, e, no dia q houver uma guerra e entre um país q use o f35 e outro q use uma das aeronaves apontadas, daqui a 5, 10,15 ou 30 anos, voltamos a essa página para ver quem vai rir de quem. alguém topa?

Luis
Luis
Reply to  Luis
3 meses atrás

falar qualquer um fala, quero ver é assumir o q falou depois, em vez de fingir nunca ter dito, que é o q acontece quase sempre (não digo sempre só para dar o benefício da dúvida a alguém que nunca conheci)

silas
silas
Reply to  Cleber
3 meses atrás

tá com pressa? Compra no Mercado Livre… cada uma que se lê aqui!!!

Lu Feliphe
Reply to  Cleber
3 meses atrás

O caça está seguindo seu cronograma.

Doug385
Doug385
Reply to  Cleber
3 meses atrás

Tem gente que pensa que fabricar caça é como fazer pão.

angelo
angelo
3 meses atrás

Só acredito vendo. São Tomé.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  angelo
3 meses atrás

Caro Angelo. São Tomé não tinha microscópio e morreu de Covid 19. Cuidado.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
3 meses atrás

No começo do ano surgiram notícias que primeiro Gripen brasileiro que esta sendo usado nos testes poderia ser entregue ainda esse ano para testes da FAB no Brasil, foi só especulação ou realmente surgiu essa possibilidade? Após a pandemia como anda o cronograma?

Vitor
Vitor
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Ele vai pra Testes de ensaio em Vôo antes em Gavião Peixoto. Quando a campanha for concluída sera entregue em Anápolis ao GDA e o Adelphi que irão operar lá.
Serão 4 aeronaves entregues em 2021 + a Aeronave que estará em testes.

Lu Feliphe
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Creio que essa pandemia não irá afetar o cronograma, pois até agora não houve mudanças nos testes e cronogramas devido ao vírus.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Lu Feliphe
3 meses atrás

Olá Lu. A crise da pandemia poderia afetar de dois modos 1) a SAAB ir á falência antes de concluir o programa (acho pouco provável) 2) o Tesouro nacional interromper os pagamentos devido a queda de arrecadação. O ProSub e o FX2 são financiados por empréstimos internacionais. Isso minimiza a chances do programa ser abandonado no meio do caminho. Acho incerto que o governo federal contrate o segundo lote nos próximos 2 anos (nem vou discutir o que se passa na cabeça do ministro da economia). Por outro lado, é possível que a FAB atrase os gastos na base de… Read more »

Lu Feliphe
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Olá Camaergoer.
Acho pouco provável que o vírus irá afetar significa mente esses programas.
Mas creio que a Força Aérea possa atrasar os gastos da base.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Lu Feliphe
3 meses atrás

Olá Lu. Eu também acho que a coisa vai nessa direção. O primeiro lote custou US$ 4 bilhões (algo em torno de US$ 110 milhões por unidade) incluindo similadores, treinamento do pilotos e dos engenheiros, etc). Uma busca rápida na internet aparece muitas vezes que o custo do aparelho em torno de US$ 60 milhões. Creio que um segundo lote de 36 caças possa ficar em torno de US$ 2 bilhões~US$ 2,5 bilhões (continua sendo muito caro) mas seriam feitos na Embraer e pagos em reais (sem a necessidade de um financiamento internacional). O simples fato do governo federal assinar… Read more »

joel eduardo soares
joel eduardo soares
3 meses atrás

Boa tarde a todos
Primeiro o técnico deve estar com as duas mãos livres (lanterna)
Segundo se estamos lidando com tecnologia sensível que se tenha como alternativa a lupa articulada nos óculo
SDS

MCruel
MCruel
3 meses atrás

Que mania que brasileiro tem de reclamar de tudo! Poha… espera o caça chegar e pronto.. tu tá de quarentena, sem fazer nada mesmo! Senta e espera! Ao invés de ficar orgulhoso que a FAB está se organizando e dando um salto tecnológico ficam lamentando tudo… Haja saco com esse povo tacanho!

Paulo Lahr
Paulo Lahr
3 meses atrás

Orgulho. Mesmo sentimento que bateu no peito com o video do Riachuelo. Emociona.
 

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Paulo Lahr
3 meses atrás

2!!!!!!! 2!!!!!!!!!! 2!!!!!!!!!

Tomcat4,2
Tomcat4,2
3 meses atrás

E vamo que vamo neste salto ornamental que a FAB está dando. Show ,ver os brasileiros trabalhando no caça.

Caique
Caique
3 meses atrás

Acho engraçado que no dia do primeiro voo do nosso Gripen, a matéria que a Globo fez só poderia mostrar certos ângulos do caça, teve parte coberta e muitas outras regras. Nos videos instrucionais não tem isso, porque ?

Flanker
Flanker
Reply to  Caique
3 meses atrás

Talvez pq quisessem fazer segredo da pintura /camuflagem/adesivagem, omoa bandeira na deriva.

Douglas Rodrigues
Douglas Rodrigues
Reply to  Caique
3 meses atrás

A matéria foi feita antes do primeiro voo ao que me lembre…

LUCIANO DO PRADO
3 meses atrás

Muito bom esse vídeo!

Zorann
Zorann
3 meses atrás

Alguém ai pra cima falou de quantidade de caças. O “ideal” seriam os 108, que estamos acostumados a ler por aí, suficientes para equipar 6 esquadrões com 18 aeronaves, substituindo os Mirages (já retirados a anos), os F-5 e os A-1.   Esquadrões com 18 aeronaves, como já explicado pela própria FAB, facilitam a manutenção/operação, permite mais aeronaves na linha de voo, facilita o desdobramento de aeronaves à outros locais e etc…sendo o número ideal.   Um número mais realista, tendo por base estas 18 aeronaves por esquadrão, seriam 90 Gripens para equipar 5 esquadrões.   A maioria acredita em… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Zorann
3 meses atrás

Olá Zorann. Acho que você levantou pontos importantes. Talvez algumas coisas que precisam ser consideradas. O primeiro lote de F39 inclui coisas importantes para o início de operação das aeronaves mas serão desnecessárias depois (como treinamento dos pilotos, dos engenheiros, aquisição dos simuladores, armas). É provável que o custo por aeronave do segundo lote seja bem menor. Outro ponto é que a Embraer já terá capacidade de produzir os aviões no Brasil, portanto não haverá mais necessidade de financiamento externo (a aquisição poderá ser feita diretamente com recursos do Tesouro). A entrada em operação dos F39 irá elevar os custos… Read more »

Zorann
Zorann
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Sem problemas…. querem diminuir a quantidade de aeronaves? Que seja. Então vamos de 36 caças, 8 E-99/R-99, 30 KC-390, uns 80 A-29…. enfim, umas 300 aeronaves em condições de voo. Uns 15.000 militares devem ser suficientes pra voar e manter isto aí né?   Nós temos 80.000 recebendo o nosso dinheiro, consumindo os recursos que deveriam ser usados para defender o país. O orçamento da FAB sozinha é maior que o orçamento da Suécia para todas as Forças Armadas daquele país. Eles possuem em 95 Gripens C/D em serviço (72 C + 23 E) + Marinha + Exército, com menos… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Zorann
3 meses atrás

Olá Luiz. Eu tenho a mesma impressão sobre a necessidade de reduzir o tamanho da tropa de todas as forças, principalmente do EB. Creio que o sistema de controle de tráfego e defesa aérea já se sustenta pelas tarifas há vários anos. Tanto faz ser um servidor morar ou civil, os recursos são pagos pelo Tesouro. Os problemas de excesso de pessoal deve está em outro lugar.

Zorann
Zorann
Reply to  Camargoer
3 meses atrás

Não “tanto faz” não. Os servidores civis tem custos menores, tem sistema de previdência diferente.
 
Os recursos serem pagos pelo Tesouro é bem diferente dos recursos serem pagos com o orçamento da Defesa.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Zorann
3 meses atrás

Caro Zorann. Eu sei que o sistema brasileiro integra a defesa e o controle de tráfego aéreo. Isso reduziu o custo de implantação e operação (isso é importante se a gente considerar que o espaço aéreo brasileiro é do tamanho do europeu). Talvez faça sentido em separar as salas de operação de controle de tráfego e de defesa aérea, colocando civis no controle e militares na defesa (eu não sei avaliar a os problemas técnicos desse tipo de separação ou integração. A FAB já tem um histórico de operação que deve ser suficiente para saber onde o sistema tinha ou… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Você quer que os controladores civis entrem em greve todo ano e parem o País? Ou acha que não acontece? Aconteceu na Espanha quando a ¨empacotadora de vento¨ ia pra Europa e teve que cancelar a missão porque não tinha como sobrevoar o espaço aéreo espanhol. Daí, mudou de idéia ¨na hora¨ no projeto de ¨civilizar¨o DECEA. Sabe quando vai ocorrer? NUNCA!
Já imaginou, Camargo? Você e família, de férias, com pacote pago pra Punta Cana. Greve dos controladores, e ninguém sai do chão, e o Camargo perde as férias e o pacote. Show, né?

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Rinaldo Nery
3 meses atrás

Olá Cel.Nery. Você levantou um ponto importante para o debate. Militares não podem entrar em greve, contudo em 2007 ocorreu um movimento dos controladores que paralisou o transporte aéreo no Brasil. Creio que foram punidos depois. O sistema integrado de controle de tráfego e defesa aérea foi uma solução para instalar uma cobertura de radar de dimensões continentais. É preciso deixar claro que uma coisa seria criar uma agência civil para fazer o controle de tráfego aéreo, outra coisa seria criar uma carreira civil de controladores dentro do DECEA. Há um problema de ter uma carreira civil (controle) e outra… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Não há como o sargento controlador ganhar mais que o mecânico, infantaria, enfermeiro, eletrônica etc. Impossível sob o ponto de vista legal. Senão, eu, aviador, ganharia mais que o intendente.
O motim (esse é o nome correto) de 2007 teve várias razões, as quais não devo comentar aqui. Eu era cmt do 2°/6° GAV e, juntamente com o 1° GDA, tivemos que aprestar os Alertas. Passamos pra ESTALE 1 (crise). Os cabeças do motim foram julgados pela Justiça Militar, condenados e expulsos da FAB.Com amplo direito defesa, é bom pontuar.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Rinaldo Nery
3 meses atrás

Olá Cel.Nery. O motim foi grave. Uma greve de policiais como aconteceu recentemente também foi grave porque fere a lei. Acho que operadores civis de controle de tráfego também estariam enquadrados nas categorias proibidas de fazer greve. Eu não vejo problemas no fato do sistema brasileiro integrar o controle e a defesa e ser militar. Talvez o mais difícil seja a questão salarial. Haveria uma gratificação para o militar ocupar essa função?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Camargoer
3 meses atrás

Não.

Douglas Rodrigues
Douglas Rodrigues
Reply to  Zorann
3 meses atrás

Eu acredito sim em pelo menos um outro lote de 36, e sabe porque? 1 – A FAB resolveu desistir da modernização da maioria dos A-1, tendo modernizado apenas 8 dos 43. 2 – O Gripen NG será o caça que vai substituir nem só os Mirage, mas os F-5 e os A-1. 3 – Levar engenheiros, construir uma fábrica, gastar com treinamento e capacitação está no cálculo de custos para a aquisição desse primeiro lote (ainda que tenha sido desviado um pouco pro ParTido corrupto, mas isso não convém falar aqui). 4 – Deixar uma estrutura e profissionais de… Read more »

Zorann
Zorann
Reply to  Douglas Rodrigues
3 meses atrás

Desculpe-me….todas as razões que você citou, foram muito boas. Mas isto não muda o fato de que as aeronaves precisam ser pagas. Este dinheiro vai ter de sair de algum lugar.
 
O item 4 é normal acontecer por aqui. Nós sempre pagamos por esta capacidade e não há continuidade. É só mais do mesmo: ilusão achar que desta vez vai ser diferente. As pessoas “racionalizam” demais querendo acreditar que tudo está dando certo/dentro do planejado.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Douglas Rodrigues
3 meses atrás

Não acredito em mais um lote, na verdade espero estar vivo quando os Gripen forem aposentados, acredito que mais de 1/3 da audiencia do blog já tenha morrido quando isso acontecer.
 
O Brasil foi destroçado nesses ultimos 20 anos. Podemos dar por satisfeitos pelos Submarinos e Gripens.
 

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Zorann
3 meses atrás

A contribuição não era 9%. Era 7,5%. Portanto vai aumentar de 7,5% para 10,5%. Contribuirão 5 anos a mais. E os alunos de escolas militares e Pensionistas que não contribuíam, passarão a contribuir.   A economia não seria de 10 bilhões em 10 anos, será. A economia com a reforma da previdência militar seria de 97 bilhões em 10 anos. Mas o plano de reestruturação das carreiras aumentará os gastos em 87 bilhões. Portanto ainda terá uma economia de 10 bilhões ao longo de 10 anos.     Ainda é pouco? Sim. Acredito que daqui 5 anos, deveriam aumentar mais… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Luís Henrique
3 meses atrás

Olá Luis. Acho que você tem razão nas suas contas. Eu acho necessário incluir o problema dos policiais militares nessa conta (que não fecha). São 600 mil PM que têm direito a uma aposentadoria diferenciada sem que isso tenha sido revertido em garantia de uma política de segurança pública efetiva. O modelo de PM já tem 50 anos e junto com a ideia de amplo encarceramento fracassou como política de segurança pública. Foi incapaz de evitar o escalonamento da violência. O ideia geral que seria necessário ampliar o modelo que não funciona após 50 anos de experiência é equivocada. Apenas… Read more »

Zorann
Zorann
Reply to  Luís Henrique
3 meses atrás

“A economia não seria de 10 bilhões em 10 anos, será. A economia com a reforma da previdência militar seria de 97 bilhões em 10 anos. Mas o plano de reestruturação das carreiras aumentará os gastos em 87 bilhões. Portanto ainda terá uma economia de 10 bilhões ao longo de 10 anos.”   O que é absolutamente a mesma coisa….e com os aumentos de até 40% concedidos ate 2023, o custo desta reforma/reestruturação/ou o nome que quiser dar a este aumento de despesas; é maior do que a economia.   Só no Brasil para conseguirem fazer uma reforma para resolver… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Zorann
3 meses atrás

Concordo. Os quase 100 bi de economia, daria 10 bi para aquisição de equipamentos. Mas os militares sabem que os políticos “pegariam” esses 10 bi e alocariam em outras áreas. Então existe de um lado os políticos querendo alocar dinheiro em outras áreas, isso quando são os melhores políticos que temos, que são minoria. Quando são outros políticos, ai o dinheiro para em grandes malas. E do outro lado, temos militares pensando na vida, na família, na saúde financeira, cada um pensando no seu bolso.   E muito pouco é pensado ou existe pouco esforço para mudar a situação caótica… Read more »

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
3 meses atrás

Preparação da Ala 2? Já chegaram suficientes para duas alas???

Flanker
Flanker
Reply to  Joao Moita Jr
3 meses atrás

Alas são a denominação atual das antigas Bases Aéreas…..Ala 1 (Brasília), Ala 2 (Anápolis), Ala 3 (Canoas), Ala 4 (Santa Maria), Ala 5 (Campo Grande), ……..

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Flanker
3 meses atrás

Ah, ok. Eu traduzi como wing, ou seja, uma coleção de um determinado número de caças.

Flanker
Flanker
Reply to  Joao Moita Jr
3 meses atrás

Sim, imaginei.. Vc entendeu que seria assim como é nos EUA.

Mauro
Mauro
Reply to  Joao Moita Jr
3 meses atrás

Tu manja pra quiçó..

Mauro
Mauro
3 meses atrás

A boa notícia do andamento do programa foi que o Fórneas tirou o bigode.

Zorann
Zorann
3 meses atrás

O que os últimos conflitos pelo mundo nos ensinaram?
 
Nos ensinaram que sem superioridade aérea, não há possibilidade de vitória.
 
Nós temos quase 500 mil militares que em caso de conflito, dependem diretamente de somente 36 Gripens para terem êxito em sua tarefa de defender o país.
 
Não se luta com pedras e paus. Nunca foi tão inútil um efetivo deste tamanho.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Zorann
3 meses atrás

Temos cerca de 360 mil militares. Cerca de 200 mil no exército, 80 mil na marinha e 80 mil na força aérea.   Até 2029 foi decidido entre Ministério da Defesa e Ministério da Economia a redução em 10%, cerca de 36 mil militares a menos. Esse planejamento consta no plano de reestruturação da carreira militar. De um lado eles aumentarão os soldos e alguns benefícios como bônus na “aposentadoria” que é de 4 salários e passará para 8 salários, etc. Porém, por outro lado, reduzirão o efetivo.   Pelo que divulgaram a redução atingirá militares de Carreira e Temporários.… Read more »

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
3 meses atrás

“A La Chasse!”” 2021!!!!

MAURICIO LEÃO
MAURICIO LEÃO
2 meses atrás

qual o radar do Gripen brasileiro? não é aesa?