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Embraer celebra 50 anos com foco nas próximas décadas

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Embraer

São José dos Campos, 19 de agosto de 2019 – A Embraer celebra hoje seu aniversário de 50 anos de fundação com uma festa em São José dos Campos, na sede da Empresa, reunindo funcionários, autoridades e parceiros comerciais. O evento, que pode ser acompanhado ao vivo no link https://embraer.com/br/pt/50-anos, será o ponto alto de uma série de atividades que a Empresa preparou ao longo de todo o ano para relembrar suas cinco décadas de inúmeras conquistas, desafios superados e inovações tecnológicas, em uma das mais fascinantes histórias da indústria aeronáutica.

Para compartilhar essa jornada e resgatar detalhes históricos, a Embraer já tem promovido ações globais de exposição pública que permeiam uma agenda especial no Brasil e no exterior, como participação em eventos e airshows nas Américas, Europa, Oriente Médio e Ásia, voos demonstrativos, exposição de aeronaves atuais e antigas e um livro comemorativo.

“A Embraer é resultado da determinação de visionários que queriam transformar o impossível em realidade – e conseguiram. É isso que queremos contar com essas ações em um momento histórico da Companhia. Foi com esse ímpeto que crescemos, chegamos aos 50, e assim continuaremos pelas próximas décadas”, diz Francisco Gomes Neto, presidente e CEO da Embraer.

Essa jornada de 50 anos, contada por meio da campanha digital “Journey of Wonder”, levou a Embraer a se posicionar como líder global na fabricação de jatos comerciais para até 150 passageiros e a conquistar o prestígio no disputado mercado da aviação executiva. A ser pioneira no desenvolvimento, certificação e fabricação em série da primeira aeronave a etanol e a desenvolver, em conjunto com a Força Aérea Brasileira, produtos únicos para o mercado de defesa e segurança, criando um portfólio completo de produtos e serviços para apoiar clientes em mais de 100 países. Tudo isso em reverência ao EMB-110 Bandeirante, aeronave que deu vida à companhia e que permitiu ao Brasil figurar no seleto grupo de países que detém conhecimento para atuar no ciclo completo da cadeia aeronáutica.

EMB-110 Bandeirante

Ainda como parte da celebração, a Embraer promove a campanha publicitária global “Movida a desafios, guiada por sonhos”. Com presença em mídias programáticas e nas redes sociais da empresa, anúncios em jornais e revistas, além de um filme publicitário, a campanha conta a história de superação da companhia e suas conquistas, evidenciando o protagonismo de seu capital humano e tecnológico na indústria aeronáutica mundial.

Na página da Embraer na internet (http://www.embraer.com.br) é possível acessar um hotsite com conteúdo exclusivo sobre a trajetória da Companhia em diversos formatos e a nova versão do Centro Histórico Embraer, muito mais moderno e intuitivo. O material destaca a indústria aeronáutica nacional com informações e imagens de aeronaves e fábricas. Já nos canais oficiais nas mídias sociais, conteúdos diários trazem histórias e relatos das motivações, sonhos, desafios e curiosidades de diversos protagonistas e dos produtos.

Atualmente, com aproximadamente 18 mil funcionários diretos em todo o mundo, a Empresa conta com iniciativas de valorização das suas pessoas, destacando as histórias de competência, ousadia e coragem daqueles que ajudaram a construir a Embraer, fundada em 19 de agosto de 1969.

Criada pelo Governo Brasileiro como Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A., de capital misto e controle estatal, a Embraer teve em seu propósito inicial ser uma companhia capaz de transformar ciência e tecnologia, desenvolvidas pelo então Centro Técnico de Aeronáutica (CTA) e pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em engenharia e capacidade industrial. Privatizada em 1994, a Embraer se tornou a maior exportadora de produtos manufaturados de alta tecnologia do hemisfério sul e a terceira maior fabricante de jatos comerciais do mundo.

Sediada no Brasil, a empresa global atua nos segmentos de Aviação Comercial, Executiva & Agrícola, Defesa & Segurança e Serviços & Suporte. Projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves, sistemas e suporte ao cliente. Neste meio século, a Embraer entrou em um mercado muito competitivo, enfrentou e superou as turbulências, sempre acreditando na excelência para explorar novos horizontes. Impulsionada pela ousadia que em 50 anos sempre a posicionou como uma Empresa inovadora e além do seu tempo, a Embraer está mais do que pronta para continuar alçando voos cada vez mais altos pelos próximos 50 anos.

Embraer E190-E2

Aviação Comercial

A empresa tem 100 clientes de todo o mundo operando as famílias de aeronaves ERJ e E-Jet. Quase 900 aeronaves da família de jatos regionais ERJ 145 de 37, 44 e 50 assentos foram entregues às companhias aéreas desde sua introdução em 1996. A família de E-Jets inclui quatro aeronaves maiores que têm entre 70 e 130 assentos. Os E170, E175, E190 e E195 definem o padrão em sua categoria com sua engenharia avançada, alto grau de eficiência, cabines espaçosas e ergonômicas com assentos de dois por dois e economia operacional atraente.

Em 2013, a Embraer lançou o E-Jets E2, a segunda geração da família de E-Jets de aeronaves comerciais composta por três novos aviões – E175-E2, E190-E2, E195-E2 – com capacidade para 70 a 146 passageiros. Somente para o programa de E-Jets, a Embraer registrou quase 1.900 pedidos firmes e 1.500 entregas para cerca de 80 companhias aéreas em 50 países, redefinindo o conceito tradicional de aeronaves regionais, operando em uma variedade de aplicações de negócios.

Embraer KC-390
Embraer KC-390

Defesa & Segurança

A Embraer Defesa & Segurança oferece uma linha completa de soluções integradas, como aplicações C4I (Comando, Controle, Comunicação, Computadores e Centro de Inteligência), tecnologias de ponta na produção de radares, controle de tráfego aéreo e sistemas de comunicação, sistemas integrados de monitoramento de fronteiras e vigilância, bem como aeronaves de transporte militar e governamental.

Líder na indústria aeroespacial e de defesa da América Latina, com mais de 60 países atendidos pela Embraer Defence & Security, a unidade inclui as empresas coligadas Atech, Visiona, OGMA e Savis e oferece soluções completas para todas as Forças Armadas. O KC-390 é uma aeronave de transporte tático projetada para estabelecer novos padrões em sua categoria enquanto apresenta o menor custo de ciclo de vida com um potencial de mercado internacional. O A-29 Super Tucano, aeronave de ataque leve e treinamento avançado, também é mundialmente renomado e selecionado por 15 Forças Aéreas, incluindo a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF).

Aviação Executiva

A Embraer é um dos principais fabricantes de jatos executivos do mundo, tendo entrado neste mercado em 2000 com o jato Legacy, que levou ao lançamento dos jatos executivos da Embraer em 2005. A Companhia lançou em 2018 os novos jatos Praetor 500 e Praetor 600, das categorias de jatos médio e supermédio, respectivamente,com tecnologia fly-by-wire completa e redução de turbulência, introduzindo um alcance sem precedentes em seus segmentos.

Seu portfólio, o mais amplo do mercado, também é composto pelos jatos Phenom 100EV, Phenom 300E, Legacy 450, Legacy 500, Legacy 650E e Lineage 1000E. A frota global da Embraer em Jatos Executivos supera 1.400 aeronaves, que estão em operação em mais de 70 países e contam com a rede global de suporte e serviços,, composta por mais de 80 centros de serviços próprios e autorizados, complementados por um Customer Care Center 24 horas por dia, sete dias na semana.

Serviços & Suporte

A Embraer Serviços & Suporte foi estrategicamente criada no final de 2016 para alavancar os negócios pós-venda da Embraer, criando sinergia entre todas as unidades de negócios, promovendo eficiência e desempenho global e respeitando as especificidades de cada segmento e região. Seja Comercial, Executivo, Defesa e Segurança ou Aviação Agrícola, o foco é pensar no amanhã e reter a fidelidade do cliente. A Embraer possui uma rede global de suporte composta por mais de 80 centros de serviços próprios e autorizados, mais de 2.300 pessoas posicionadas no mundo para atender mais de 1.700 clientes, entendendo suas necessidades com mais de 5.600 aeronaves.

O novo portfólio de produtos, serviços e soluções TechCare abrange os seguintes segmentos: Treinamento, Manutenção, Materiais, Modificações de Aeronaves, Operações de Voo, Suporte de Campo, Suporte Técnico e Soluções Inovadoras.

O Centro de Serviços da Embraer em Sorocaba completou cinco anos em 2019 e possui uma moderna infraestrutura de hangares, oficinas e salas VIP, que oferecem um amplo portfólio de serviços, contemplando manutenção de aeronaves, reparo de componentes e interiores, hangaragem, atendimento aeroportuário e gerenciamento técnico de manutenção. Já ofereceu suporte a aproximadamente 70% dos clientes brasileiros, com mais de 90% dos aviões retornando à operação em menos de 24 horas.

Aviação Agrícola

O Ipanema é um dos primeiros aviões lançados pela Embraer e fabricado ininterruptamente há quase 50 anos, na unidade de Botucatu, no Estado de São Paulo. A Companhia celebrou em 2018 a entrega de 1.400 unidades da aeronave Ipanema, líder no segmento de aviação agrícola no Brasil, com 60% de participação de mercado. Em 2015, foi lançada uma nova versão da aeronave, o Ipanema 203.

Movida por energia renovável (etanol), é mais ágil e eficiente, o que garante maior produtividade. As principais culturas que demandaram o avião são: soja, milho, algodão, cana-de-açúcar, banana, citros, eucalipto e café. Multitarefa, pode ser usada para espalhar sementes, combater vetores e larvas, em combate primário a incêndios e assentamento fluvial.

Conceito eVTOL da EmbraerX

EmbraerX

A inovação faz parte do DNA da Embraer e não se limita ao desenvolvimento tecnológico de aeronaves. Temos uma longa história de inovação e a capacidade de encontrar nichos de negócios e produtos inexplorados. A EmbraerX, uma subsidiária integral da Embraer, existe para construir negócios disruptivos, considerando que o transporte provavelmente será modificado pelo crescimento exponencial de novas tecnologias, bem como o desenvolvimento de novos modelos de negócios.

Além do desenvolvimento do primeiro conceito do veículo elétrico de decolagem e pouso vertical, conhecido pela sigla em inglês eVTOL, por meio de uma cooperação com a Uber e outras empresas, a EmbraerX lançou recentemente um documento com sua visão e proposta para o gerenciamento do espaço aéreo urbano, além do Beacon, um aplicativo que reúne mecânicos e fornecedores de peças, unindo fornecedores de serviços e componentes a companhias aéreas e outros participantes desse ecossistema.

Sobre a Embraer

Empresa aeroespacial global com sede no Brasil, a Embraer completa 50 anos de atuação em 2019 nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança, Aviação Agrícola. A Companhia projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer Serviços & Suporte a clientes no pós-venda.

Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.

DIVULGAÇÃO: Embraer

50 COMMENTS

    • Sem entrar no mérito de nenhuma questão. Mas…

      Lendo as 2 reportagens… Uma coisa é certa… O marketing da Embraer é nota 10 ! Heheh

      Me senti até como se fosse comprar um avião.

    • Minuteman porque voce se deu o trabalho de postar isso? O que voce quer convencer alguem? Te garanto, todo mundo continua achando essa joint venture` o maior crime de lesa patria do mundo. Ninguem nunca disse que a embraer foi vendida. O que todos dizemos eh que ela foi liquidada, acabada. Nenhuma empresa em sua sa consiciencia vende sua unica parte rentavel para depois ter participacao de 20 % – (que durara 5 anos ate a boeing terminar de compra-la, uma jogada de mestre para tentar acalmar os animos dos ultimos patriotas dessa nacao). Alias comeco a achar ate que vc eh americano cara, nao tem condicao!!! Como vc nao se sente mal com algo que vai prejudicar no meio prazo nosso cerne tecnico-cientifico??? O futuro dira ainda os bastidores dessa tragedia de negociacao para a nacao brasileira, e a pessoa que ter esvaziado muito sua consciencia para defender um escarnio de negociacao dessa.

      • “Nenhuma empresa em sua sa consiciencia vende sua unica parte rentavel…”

        01) General Dynamics vendeu a linha do F-16 para a Lockheed, e continua sendo uma grande empresa.

        02) Volvo vendeu sua predtigiada divisão de automóveis, e continua sendo uma grande empresa.

        03) IAI vendeu sua lucrativa divisão de jatos executivos, e continua sendo uma grande empresa.

        04) Ericsson vendeu sua divisão de fabricação de telefones celulares, e continua sendo uma grande empresa.

        05) Nokia vendeu sua divisão de fabricação de telefones celulares, e continua sendo uma grande empresa.

        06) Fiat Chrysler vendeu a divisão Magneti Marelli, e continua sendo uma grande empresa.

        07) Alstom vendeu suas divisões de energia e construção naval, e continua sendo uma grande empresa.

        08) IBM vendeu sua linha de computadores pessoais, e continua sendo uma grande empresa.

        09) Philips vendeu sua divisão de televisores, e continua sendo uma grande empresa.

        10) Sony vendeu sua divisão de computadores pessoais, e continua sendo uma grande empresa.

        11) British Aeroesoace (hoje BAE Sdivisão de abandonou o mercado de aviação civil, e continua sendo uma grande empresa.

        12) Siemens vendeu sua divisão de fabricação de telefones celulares, sua divisão de computadores pessoais, sua divisões de componentes automotivos, e continua sendo uma grande empresa.

        13) Unilever já se desfez de dezenas de marcas e divisões altamente lucrativas, e continua sendo uma grande empresa.

        14) A própria Boeing já teve uma divisão dedicada à aviação regional, vendeu, d continua sendo uma grande empresa.

        15) A Mitsubishi vendeu sua divisão de automóveis (várias vezes), e continua sendo uma grande empresa…

        …enfim, apenas alguns exemplos. Executivos erram muitas vezes, mas também acertam. Os executivos da Embraer, nos últimos anos, têm acertado bastante.

    • Ué, mas a “terceira” foi criada levando parte do corpo, levando braços e pernas. Não foi criado algo novo, tiraram partes principais que não foram substituídas. Não vai mais ter venda de jatos médios na velha embraer que foi reduzida.

    • Conversa para boi dormir.
      Sair de um negócio consolidado para outras áreas sem garantia alguma.
      Quem disse que o carro voador vai virar realidade? Se virar, quem disse que serão os carros da Embraer que farão sucesso?
      Viver de assistência técnica? Era só o que faltava.
      Só falta agora também vender Avon ou Jequiti para manter o faturamento.
      Essa falta de foco e especialmente em áreas totalmente incertas parece mais uma startup que está tentando a sorte…

      • Nonato, quando o CTA criou o Bandeirante muitos diziam como você: “Brasil fazer avião? Pra que? O EUA tem de montão! Talvez vc não saiba que o grande “pulo do gato” da empresa nestes 50 anos é o de achar oportunidades e mercados , assim como foi o Bandeirante, o tucano, o A-29, KC-390, etc. Ela já está de olho no futuro a muito tempo!

        • “Eles” quem? Porque todos esses projetos tiveram participação, visão e apoio do Estado e das forças armadas . A visão futurista foi com foco na industrialização, exigências e desafios que deveria enfrentar a sociedade brasileira, fruto de uma política de estado, não da privatização, uma privatização que foi feita bem por sinal, onde a maioria do capital era brasileiro e havia ainda a garantia da golden share. O Bandeirante, o Brasília, o Xingu, a família ERJ, o AMX,…,todos projetos com compromisso com Brasil que visavam suprir as necessidades do país e seus desafios, alem de garantir e entregar para a empresa estatal o know-how que ele tem hoje. A Empresa FOI sempre brasileira antes da pulverização do capital, sempre teve apoio e subsídios, empréstimos a juros camaradas.
          Sim a sacada do Brasil foi bandeirante, justamente um avião poliedrico, de emprego geral, tanto civil quanto militar, nada de megalomania argentinas de focar em projetos mirabolantes para inglês ver, porém inviáveis, sem os pés no chão. Uma empresa com os pés no chão focada na realidade, pragmática… Não uma FAdeA, que en passant esteve baixo controle da Lockheed Martin e não viu esse maravilhoso futuro que muitos alardeiam com a Boeing.

          • ” Tudo pelo Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado” já dizia Mussolini não é mesmo!?

            Entenda! A EMBRAER não poderia mais ter continuado como estatal pois não apenas as condições que propiciaram a criação da empresa lá em 1969 não mais existiam como a própria incapacidade estatal de gerenciá-la iria levá-la a falencia (natural visto que o Estado não é e nem deveria ser empresário).

            Ademais cumpre lembrar que os programas mais bem sucedidos de toda a história da EMBRAER (ERJs, os E-Jets e a linha de jatos executivos) não tiveram “participação, visão e apoio do Estado brasileiro” tendo sido sim orientados pela visão de futuro dos executivos da empresa, o que explique a incompreensão e as críticas eivadas de um nacionalismo primitivo.

            Por fim, empresa brasileira é toda empresa constituída no Brasil de acordo com as leis brasileiras. Assim, e embora a EMBRAER tenha seu capital pulverizado trata-se de empresa brasileira assim como a futura Boeing Commercial Brasil.

          • o projeto ERJ foi iniciado antes da privatização , quando ainda era estatal mas a crise inviabilizou, foi retomado em seguida pela gestão privada.
            Quanto a dicotomia puramente de masturbação intelectual/ ideológica estado vs privado é tão simplória que vou deixar para próxima vez . Sobre o tema recomendo um excelente livro : O Estado empreendedor: Desmascarando o mito do setor público vs. setor privado- Mariana Mazzucato
            “Uma análise séria e reveladora que mostra que o Estado foi crucial nas revoluções tecnológicas mais recentes do mundo. Uma invenção com impacto enorme na vida de milhões de pessoas, o iPhone costuma ser visto como fruto da mente genial de Steve Jobs e da empresa que ele ajudou a se tornar uma marca mundial bilionária, a Apple. Muitas das tecnologias mais marcantes do aparelho, porém, são resultado de pesquisas financiadas pelo Estado americano, como a tela touchscreen e o assistente virtual acionado por voz, Siri. Essa é uma das revelações feitas por Mariana Mazzucato em O Estado empreendedor, e ilustra bem o principal tema discutido por ela no livro: apesar de ser percebido como lento, burocrático e pouco ousado, o Estado teve e continua tendo papel fundamental e estratégico no desenvolvimento de grandes avanços tecnológicos. Valendo-se sempre de dados fartos e análises bem-fundamentadas, a autora examina outros casos semelhantes em áreas que vão da internet à nanotecnologia e, através de um olhar fresco e muitas vezes surpreendente, enriquece um debate atualíssimo.”

      • Prezado nonato, não o conheço, e não faço a menor ideia do que você faz da vida. Mas tenho a mais absoluta certeza de que você não é um grande executivo de uma grande empresa, e nem trabalha com pesquisa, tecnologia ou desenvolvimento. Se uma empresa depositar seu futuro em alguém com a sua visão, estará simplesmente perdida…

  1. Só pode ser piada.
    Comemorar o fim?
    Era a terceira maior fabricante de aeronaves do mundo.
    Agora encolheu uns 80%.
    Se se vendeu quando era grande, imagine a facilidade de se acabar sendo pequena…

    • A Embraer não ia durar 5 anos sozinha. Nunca ela teria força para competir com a Boeing, ou pior, com os Bombardier made in Airbus.

      A única forma de se manter foi fazer essa joint venture, muito diferente de ser vendida.

  2. Neste momento, voando em formação sobre Botucatu KC-390; 2 ERJ e 1 Phenon, em comemoração ao aniversário da Embraer. Visão rara!!!

  3. A Embraer defesa e segurança tem que buscar a inovação para ser referência no mercado de trabalho.
    Iniciativa como eVTOL, telecomunicações, aplicativos, podem colocar a empresa em lugar de destaque.
    Devem ter muito cuidado com sabotagem e espionagem, pois são tecnologias que podem mudar muita coisa no mundo.
    A Embraer deve fortalecer seus setores que dão certo ( kc 390, A29, praetor 600, Gripen) e buscar o novo.
    Buscar aeronaves elétricas, aeronaves autônomas, novas tecnologias para o campo de batalha. Com aplicação no agronegócio, exemplo um drone com 20 cm com 1 hora de autonomia e 5 km de raio de ação. Pode ser útil a tropas e ao agronegócio.
    Drones que consigam levar 100kg de carga útil a 20 km pode ser útil aos militares e a empresas de mineração, agronegócio, apoio medico, extinção de incêndios, etc.
    Desenvolvimento de aviões capazes de levar suprimentos a auto mar, capazes de pousa em pleno o oceano e transferir significativos recursos as embarcações. Decolar e voltar ao continente. Diminuindo a dependência de navios de apoio logístico.
    Desenvolvimento de tecnologia nacional de comunicação para que seja possível comandar drones a 3 mil quilômetros de distância. Drones capaz de se manter no ar por 7 dias.
    Desenvolvimento de aeronaves remotamente pilotadas para ser lançado de navios capaz de levar cargas para diferentes tipos de missões. ( Lançamento de kit de sobrevivência no mar com Mine bote, e suprimentos com localizador/ lançamento de pequenos mísseis/ lançamento de sono bóia)
    A Embraer tem capacidade de atuar como líder de inovação.
    Basta pleitear está posição
    Abraço

    • Dando continuidade ao programa do Gripen… Ja esta bom demais. Heheh

      Como a tecnologia absorvida com o AMX não gerou nenhum caça novo. Espero que desta vez dê certo.

      • Caro Chris, não concordo, pois foi baseada em grande parte em conhecimentos adquiridos no projeto AMX que a EMBRAER atingiu o grau de excelencia que possui hoje. Sem o AMX acredito que mesmo o programa do GRIPEN seria mais árduo, por que adaptar toda uma fábrica para a produção de novas aeronaves requer uma experiencia prévia muito grande.

  4. Parabéns EMBRAER.
    off topic: ontem estive no pequeno aeroporto de Piracicaba. Exibição da Esquadrilha da Fumaça. Moro distante 4 km do aeroporto. 2 horas para chegar e 3 horas para voltar para casa. O povo é fanático por esse Esquadrão e não é para menos. Porém, nenhuma novidade. SENSACIONAL COMO SEMPRE.
    Ganhei meu domingo.
    Abraços

  5. A EMBRAER teve um começo bastante desafiador. Cada sucesso dela era muito comemorado e, com o tempo, foi a responsável por desenvolver toda uma cadeia de industria e especialistas do mais alto padrão. Ter boa parte de suas operações compradas pela BOEING é apenas mais um capitulo de sua história e não o seu final. Ela continuará sim, durante um bom tempo, a estar por aí nos orgulhando e gerando muita riqueza para o nosso país.

  6. A festa foi fantástica. Milhares de funcionários, e muita animação.
    O pessoal daqui faz todo um mimimi…. Mas quem trabalha na empresa acredita muito no futuro das duas empresas.
    Começamos um novo ciclo… Podem ter certeza temos agora uma divisão comercial com muito mais poder… E a Embraer agora é uma empresa menor, porém sem dívidas, mais ágil e com o melhor capital humano de engenharia do país. Pronta para diversificar, buscar novos negócios e crescer…
    Todo esse blablabla de nacionalismo é que é história para boi dormir. E o negócio só é leda pátria para quem está de fora.
    Empregos, muitos, serão gerados. E empregos de ponta, emprego na área de tecnologia… Muito já está se investindo para que isso aconteça. A produção vai aumentar e o país ganhará com mais gestação de divisas, impostos e etc…
    Vamos voltar a conversar em cinco anos, que tal? Com certeza teremos muitos assuntos para discutir, melhor do que tentar adivinhar um futuro como se fôssemos senhores do tempo.
    Eu acredito num futuro promissor a frente para as duas empresas.

    • Rapaz ,lendo aqui, que a com a construção dos 4 novos prédios na unidade Eugênio de Melo , a EMB vai gerar mais 2.500 empregos além dos 600 temporários já gerados na construção dos prédios. Good news de presente de 50 anos!!!
      Nada como dar tempo ao tempo!!! 😉

      • Tomcat… não é gerar 2.500 novos empregos. Estes novos prédios estão sendo construídos para abrigar 2.500 funcionários que serão transferidos da unidade Faria Lima. Mas calma novos empregos serão gerados sim, mas não assim de imediato. Ano que vem teremos boas notícias quanto a isso.

  7. Independentemente de qualquer outra consideração, o que a EMBRAER representou e ainda representará, certamente, de positivo para o Brasil é fantástico. PARABÉNS a todos que a tornaram a excelente projetista e produtora de aviões que é.

    • Independentemente de qualquer outro ponto vista, Lemos, temos que considerar tudo aquilo que ja foi feito e será feito no Brasil. Ou vc acha que temos que botar fogo nas fabricas de SJC? Se vc fosse funcionário da Honda em Indaiatuba estaria querendo que ela mandasse embora todos funcionários só porque o capital da empresa não é totalmente brasileiro? Só o fato de recolher impostos ja justifica a sua existencia. Ou vc acha que qualquer outro país não gostaria de ter uma industria assim? Até os EUA….
      Sejamos racionais.

      • Dependendo do net fiscal e aportes do Tesouro o país pode estar pagando para desenvolver uma industria nacional.
        Esta pode ser uma opção válida e legítima de um país (mas cada vez mais restrita por acordos na OMC, OCDE, e acordos bilaterais), mas no caso da Embraer não temos acesso aos números, não temos análise de performance, metas, não temos debate estratégico, não temos limite temporal para tal projeto, só temos o lobby puro e simples que já dura décadas e é cantado como verdades absolutas sem o menor debate público, temos no máximo políticos em ano eleitoral e espaços publicitários pagos pela empresa.
        Se é justo e se o país quer continuar bancando uma empresa estrangeira deveria ser tema de debate, mas a ocultação de dados o inviabiliza.

      • A questão não é de quem é o capital apenas!
        Primeiro, se o Brasil ou qualquer outro país quisesse comprar a Boing ou a Lookhead Martin ou qualquer outra empresa de ponta deles vc acha que eles permitiriam?
        A Argentina vendeu sua fabrica de aviões durante o governo Menem e essa fabrica foi desmantelada. Quem garante que o mesmo não vai acontecer aqui??
        Outra questão é deter a continuidade da área de desenvolvimento e inovação.
        Foi feita alguma salvaguarda para a continuidade aqui do desenvolvimento e produção?
        Se eles tranferirem o desenvolvimento, pouco vai adiantar fabricar aqui o trem de pouso e algumas pecinhas.
        Outro aspecto, ouvi falar que o KC390 iria ser fabricado nos EUA, não sei se é verdade. Se for, só isto já justificaria a não venda.
        Falar que a Embraer não seria competitiva tendo o 6o maior mercado da aviação no mundo não me convence.
        Daqui a pouco iremos voltar a vender bananas e café, com desenvolvimento em tecnologia 0.

        • Fernando… já existem respostas para suas perguntas. Tudo está sendo pensado.
          Quem considera o acordo ser lesa pátria é porque não conhece o acordo. Fica só nas manchete mas não se aprofunda.
          Já estou sentindo na pele os primeiros reflexos do acordo. E olha que ele nem existe na prática ainda. Não existe a Boeing Brasil enquanto o acordo não for completamente finalizado e aprovado.
          E os reflexos são muito bons.
          Minha previsão (não tenho bola de cristal e me baseio no que vi até agora) é que serão gerados muitos empregos, as atividades de ambas as empresas vão crescer e no médio prazo teremos não uma, mas duas empresas aeroespaciais fortes, com aumento das atividades de desenvolvimento e manufatura.

  8. E que tal debater a linha de financiamento do BNDES pra jatos executivos da EMBRAER que em 5 anos custou ao Tesouro R$700Mi em juros subsidiados?
    Algum palpiteiro dirá q é normal pra “incentivar industria nacional”, então por que não cobram os mesmos juros pra maquinário agricola ou maquinas industriais, ou então, pra equivaler os bens, pq não cobra os mesmos juros pra venda de moto, de carro, de bicicleta?

    Quem criticava EMBRAER por chupinhar o Tesouro por décadas sempre foi alvo de ofensas, agora que é empresa americana os desenvolvimentistas nacionalistas que nunca olharam uma planilha pra embasar sua opinião em defesa da EMBRAER vão defender linha de crédito pros donos do ITAU, pro governador de SP, pra família Klein e artistas lacradores.

    • A empresa é fundamental para o país… Muitos dizem. Governo financia suas vendas… Sim. Assim como existem subsídios para venda de aeronaves no mundo todo. Para produtos como aviões as linhas de crédito virgiliano a existência das indústrias aeroespaciais.
      E estes financiamentos retornam na forma de impostos, salários, tecnologias que se desdobram…
      Além disso os financiamentos são pagos pelos clientes. E a diferença nas taxas de juros, são mais do que compensadas…

      • Agradeço pela atenção na resposta, Fernando EMB.

        Compreendo o argumento e a teoria microeconomica que a embasa, como disse em outro comentário anterior, em resposta a Rommelqe, carecemos de dados, métrica, metas, prazo e estratégia de desenvolvimento da cadeia produtiva. Sem isso, infelizmente, defensores ou críticos da política atual de fomento não tem subsidios objetivos para suas posições.

        R$700Mi podem parecer pouco ou bastante, não temos o total dos desembolsos do Tesouro (seja por ação fiscal ou subsidios comerciais)

        O princípio da publicidade de dados do Estado Brasileiro, seus Entes e orgãos públicos é um escárnio; a dificuldade na revelação de dados referentes a financiamento de menos de duas centenas de jatos em período de cinco anos findos em 2014 são apenas um exemplo.

        Tudo tem um custo que devemos ponderar o benefício; no caso, os pagadores de impostos são sistematicamente alijados do direito ao questionamento sobre os custos e retornos sociais EFETIVOS da política de fomento da indústria aeronautica, é apenas muita teoria pra justificar tanto dinheiro por tanto temmpo.

        A Embraer ser americana é “apenas” um fator novo em discução mais ampla e antiga.

        Sds

          • Okido,

            Só pra complementar, meu comentário de resposta ao E. D. serve para refletir também sobre o texto do link que você postou. O site em questão (e olha que em vários outros assuntos ele acerta) está fazendo uma análise rasa a partir de um ou outro dado do Ipea, colocando tudo no mesmo saco, e ignorando o fato que um ponto fundamental é competir com outros países que fazem exatamente a mesma coisa.

            Pode-se concordar ou não com o Brasil fazer isso, subsidiar financiamentos de aeronaves produzidas aqui, mas não se pode ignorar que os competidores de outros países fazem a mesmíssima coisa. E volta e meia vão à OMC e outros fóruns pra reclamar uns dos outros.

          • Obrigado Nunão e por liberar o link anteriormente.Tenho restrições a todos os veículos de mídia, o do link não é diferente. Meu foco maior nem era no resultado propagado na matéria , confesso que não procurei pelo estudo do Ipea para conferir, minha indicação era mais no sentido de que existem alguns estudos técnicos, penso q como esse devem ser realizados ainda mais, como era o foco da conversa. Acho q a FAB, Itamaraty e diversos ministérios devem ter inúmeros estudos sobre o tema, mas poucos coordenados ou amplos.
            Abraço

        • E. d., só um acréscimo, ou melhor, uma elucidação a um ponto levantado pelo Fernando EMB, sobre existirem subsídios para financiamento de aeronaves no mundo todo.

          Não é apenas questão de fomento. Bancos e agências estatais no mundo todo subsidiam vendas financiadas de aeronaves, que são consideradas bens de capital (e, no caso de jatos executivos, em sua grande maioria são bens de capital, instrumentos de trabalho pelo fato de viagens de negócios serem parte dos negócios).

          Se não houver financiamento com juros subsidiados por banco estatal brasileiro para uma aeronave brasileira, o comprador vai adquirir uma aeronave canadense, com juros subsidiados por banco estatal canadense (ou banco privado que opera com garantia de Estado, o que na prática dá quase no mesmo pois o contribuinte está garantindo esse subsídio), ou francesa com juros subsidiados pelo contribuinte francês, ou americana com juros subsidiados pelo contribuinte americano. E, aí sim no lado do fomento, vai ajudar a manter empregos no Canadá, na França, nos EUA.

          Da mesma forma, um cliente estrangeiro que queira adquirir a aeronave brasileira, não vai comprá-la se não houver condições de financiamento competitivas com as outras opções de fabricantes americanos, canadenses, franceses (coloco esses exemplos por serem países com os mais importantes fabricantes, rivalizando com o Brasil, no segmento de aviação executiva). E esses fabricantes estrangeiros oferecem suas aeronaves com algum grau de subsídio estatal no financiamento.

          Não oferecer isso aqui é não ser competitivo, por mais que se possa encontrar argumentos para criticar o contribuinte brasileiro ajudando a subsidiar a compra de jatos executivos aqui e no mundo. No fundo, a questão da competitividade é o que mais pesa.

          E não se engane quem argumentar que, com a crise de anos atrás nos EUA, o Exim bank deles cortou linhas de financiamentos para aeronaves. Partiu-se para alternativas igualmente subsidiadas, mesmo não provenientes dos EUA: por exemplo, no caso de motores serem da britânica Rolls Royce, aeronaves americanas chegaram a ser vendidas com financiamentos subsidiados e com garantias do tesouro britânico…

          Houve também financiamentos de aviões americanos subsidiados / garantidos por bancos e agências estatais da Itália, dos Japão, conforme os fabricantes de componentes desses países conseguissem, para manter suas vendas e competitividade, a partir da venda das aeronaves americanas com seus componentes, competindo com aviões canadenses com financiamentos subsidiados no Canadá, brasileiros com financiamento garantido pelo BNDES etc.

          Em suma, a coisa é bem mais complexa e envolve competição com outros países que fazem o mesmo, e não comporta as acusações rasas, do debate político e “moral”, que se vê (e foi tema de manchetes recentes) no fato de que este ou aquele executivo ou celebridade comprou avião com financiamento do BNDES. Se não fosse avião brasileiro com financiamento subsidiado no Brasil, simplesmente o comprador iria adquirir jato canadense subsidiado no Canadá etc.

          • Nunão,

            Estou de pleno acordo que o jogo na industustria é esse, quem quer participar tem que dançar conforme a música. Ações junto a OMC de Brasil, Canadá, EUA e UE são prova disso. Os concorrentes e seus países de origem agem assim. (Nem entrarei aqui no debate de Embraer ser de capital e controle americanas, de sua produção ser pulverizada em outros países, e da utilização de tal argumento para a Embraer/Boeing)

            Quanto a aviação comercial compreendo ação do BNDES, mas jatos executivos serem enquadrados como bens de capital não.
            Reforço que falta debate, precisamos quantificar, ter subsidios para nossas argumentações e talvez mudança de posições, do contrário é, como disse antes, muita teoria pra justificar dinheiro público onde o senso de justiça da população é afrontado ao ver bilionários comprando jatinhos com défcit do Tesouro (subsidios) enquanto um caminhoneiro paga juros muito maiores.

            Quando da definição do RJ pra sede da Olimpiada me lamentava por vislumbrar o óbivio: roubalheira, desperdicio, investimentos sem retorno no médio e longo prazo. Um estrangeiro se surpreendeu e me questionou, eu estava sendo ingenuo pois os retornos seriam muito maiores que os investimentos, mesmo que elevados. Será? O ponto aí é: quais as curvas de investimento/retorno? O quanto de investimento gera de retorno? lembrando que essa relação não é linear e em certo nível se torna negativa.

            O mesmo se aplica na industria aéronáutica.
            Quais são essas curvas? Qual o ponto de inflexão? Em que momento gastamos mais do que recebemos? Ninguém sabe e quem sabe ou quer saber não tem repercussão na inexistente discussão em nossa sociedade.

            Quanto ($$) de um avião montado pela Embraer é, de fato, produzido no Brasil? Esse número é facílimo de apurar mas em valores nunca vi no debate público, obviamente a Embraer não os mostra.
            Uma aeronave de valor final de R$30mi ganha juros subsidiados de 2,5%aa de TODA a aeronave, não sei a tabela de custos e lucro envolvidos mas pra uma conta rasa de padaria considere 20% de lucro e 40% de produção nacional (otimista), isso equivale a R$9,6mi produzidos no Brasil pra justificar o financiamento dos R$30mi, a reboque subsidiando também a industria americana, e inglesa que numa cadeia produtiva internacionalizada produzem tantos outros componentes e “partes” da aernave. Isso se justifica? A União esta certa? É moral? Economicamente falando faz sentido?

            Nesse ambiente o que nos resta é o simples e duro senso de justiça e nele me baseio para dizer que os donos do Itaú ou o governador de SP, ou artistas bilionários não deveriam usar dinheiro da União para viajarem a suas ilhas particulares; são as oligarquias, o estabelishment, que toma conta do Estado para fins próprios, como há décadas apontava Raimundo Faoro, são os “donos do poder”, sem ideologias, sem valores, tudo sob suas conveniências.

            Depois de tantas décadas esperava-se um debate público amadurecido em números, mas ainda estamos reféns de teorias/achismo pra gastarmos dinheiro do contribuinte que é educado a não confiar nos seus próprios olhos.

          • PS: minha conta de padaria do financiamento de avião não considerou estudos na cadeia produtiva, de 30mi financiados, os 9,6mi são diretos, mas há sim mais ganhos indiretos a considerar. Contudo, saliento que a cadeia produtiva da Embraer é mais internacionalizada que de seus concorrentes e subsidios do Estados Unidos e UE à industria aeronáutica fomenta MUITO mais as empresas locais do que o equivalente brasileiro.

          • A solução é fácil… Acabemos com a indústria aeronáutica nacional. Todas estas questões estarão resolvidas.

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