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Japão liberado para comprar 160 mísseis AIM-120C-7

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F-35A Lightning II lançando um AIM-120 AMRAAM contra um avião alvo QF-16

A administração Trump informou ao Congresso dos EUA sobre uma possível venda militar estrangeira ao Japão de 160 mísseis ar-ar AIM-120C-7.

O pacote de venda vale até US $ 317 milhões. Abaixo, as informações disponibilizadas pela DSCA (Defense Security Cooperation Agency):

WASHINGTON, 17 de maio de 2019 – O Departamento de Estado determinou a aprovação de uma possível venda militar estrangeira para o Japão de mísseis ar-ar de médio alcance AIM-120C-7 (AMRAAM) com apoio estimado em US$ 317 milhões. A Agência de Cooperação em Segurança da Defesa entregou a certificação necessária notificando o Congresso sobre essa possível venda em 16 de maio de 2019.

O Governo do Japão solicitou a compra de cento e sessenta (160) AIM-120C-7 Mísseis Ar-Ar Avançados de Médio Alcance (AMRAAM) e uma (1) seção de orientação AIM-120C-7 AMRAAM. Também estão incluídos contêineres, suporte de armas e equipamentos de suporte, peças sobressalentes e de reparo, engenharia de governo e empreiteiro dos EUA, serviços de suporte técnico e logístico e outros elementos relacionados de apoio logístico e de programas. O custo total estimado do programa é de US$ 317 milhões.

Esta proposta de venda apoiará a política externa e a segurança nacional dos Estados Unidos, melhorando a segurança de um importante aliado que é uma força para a estabilidade política e o progresso econômico na região da Ásia-Pacífico. É vital para os interesses nacionais dos EUA ajudar o Japão a desenvolver e manter uma capacidade forte e eficaz de autodefesa.

A venda proposta desses mísseis proporcionará ao Japão uma capacidade crítica de defesa aérea para ajudar na defesa da pátria japonesa e do pessoal dos EUA estacionados lá. O Japão não terá dificuldade em absorver esses mísseis adicionais em suas forças armadas.

A venda proposta deste equipamento e suporte não altera o equilíbrio militar básico na região.

AIM-120 AMRAAM
AIM-120 AMRAAM

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α TauAndreCarlos CamposJacintosagaz Recent comment authors
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Victor Filipe
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Victor Filipe

160 pode parecer muito, mas se você for equipar cada caça com 8 desses da para apenas 20 aeronaves…

deve ter sido só pra substituir alguns AIM-120 que atingiram sua hora de voo máxima.

Luís Henrique
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Luís Henrique

Nas baias internas para manter a furtividade, hoje são 4 AIM-120 e em um futuro próximo serão 6 para o modelo A e permanecerá 4 para o modelo B.
160 da para colocar 4 mísseis em 40 F-35.

Flamenguista
Visitante
Flamenguista

A venda proposta deste equipamento e suporte não altera o equilíbrio militar básico na região 2

Kemen
Visitante
Kemen

Altera sim, mas sabe como é… tem a Coréia do Norte e a China naquelas bandas, dai para os norte americanos, tudo bem… hehehe
Agora se fossemos nós comprando não sei não se aprovariam…

Bosco
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Bosco

É só mudarmos o fornecedor. Os EUA não são os únicos que vendem mísseis.
E como “altera sim”? A China tá produzindo um destróier por mês e você vem com “vitimismo”? Tenha dó!!!

Glasquis 7
Visitante

Aprovaram Sim, já tem bastantes desses mísseis na região.

nonato
Visitante
nonato

Não entendi o objetivo dessa informação.
Os inimigos na região seriam especialmente China e Coreia do norte.
Realmente 160 mísseis não vão mudar muita coisa.
O ideal seria que desequilibrasse.

Coutinho
Visitante
Coutinho

Será a primeira compra desse míssil. Possivelmente será destinado aos F-35 já que os demais aviões da JADSF utilizam o AAM-4 (Type 99).

Kemen
Visitante
Kemen

São 160 para os furtivos F-35, vale o conjunto, com lançamentos bem sucedidos a uma taxa de efetividade baixa de uns de 80 %, poderiam ser uns ~120 abates ou baixando mais ~100 abates, não acho pouco.

Kemen
Visitante
Kemen

Esta se acrescentando a Força Aérea do Japão que já tem uns 300 aviões de combate armados, 160 misseis para os F-35, que aumentariam a sua probabilidade de abates, entre 100 e 120 abates a mais. Lembro que o Japão esta comprando no total uns 130 F-35 se não me engano.

Roberto F. Santana
Visitante
Roberto F. Santana

Alguns anos atrás, aqui no Poder Aéreo, o pessoal era mais favorável aos aviões americanos, qualquer um que elogiasse aeronaves russas era rapidamente hostilizado.
Hoje parece ser o contrário, quando se falava bem de aeronaves russas e chinesas a aceitação é maior.
Impossível negar certo viés ideológico que a questão carrega, mesmo que mitigado, é perceptivel que críticas às aeronaves americans (ou russas e chinesas) tenham como pano de fundo alguma questão política ou ideológica.

Rui Chapéu
Visitante
Rui Chapéu

Sempre foi, sempre será assim.

Os aviões são apenas uma parte da guerra. Quando começam a disputar entre aviões, um exemplo entre F-86 X Mig-15, sempre vem argumentos sobre treinamentos, quantidade produção, tecnologia embarcada etc….

Então nunca termina avião X contra avião Y, sempre vira país X contra país Y.

É impossível distinguir entre um e outro.

Até pq TODO avião é uma arma política.
EUA não fez B-52 pra atacar o México, num exemplo.
Para invadir esse país poderia usar outros meios. Mas como a disputa era contra a Rússia, fez uma máquina que atendesse a esse requisito.

Então sempre será assim.

Roberto F. Santana
Visitante
Roberto F. Santana

Sempre mas nem todos.
Alguns sao verdadeiros entusiastas, nao importanto a origem das aeronaves.

Maurício Vaz
Visitante

Tipo eu xd

PauloSollo
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É verdade. No meu caso, estou mais pro lado de tirar sarro do que de influências ideológicas, mas vemos que os militam em prol de Rússia e China são bem mais radicais e afetados. Esta rebeldia contra o ocidente, identificando-se com os “revolucionários que lutam pelo povo oprimido”, não se resume só a identificaçao ideológica mas tem raízes em mecanismos psicológicos de frustração e demandas não realizadas, o que leva o sujeito a adotar uma postura “do contra” para se vingar.

Roberto F. Santana
Visitante
Roberto F. Santana

Sem duvida, existe muito de psicologia nesses casos.

Coutinho
Visitante
Coutinho

Olá Roberto. Sua colocação inicial traz a tona algo que a algum tempo vem ocorrendo no blog. A aparição de alguns trolls que encontraram aqui um meio de serem “levados em consideração”. Claro que suas colocações são quase sempre equivocadas já que tem muito pouco argumento técnico. Por isso existe aquela máxima que era muito lembrada aqui mas caiu no esquecimento: ‘Não alimentem os trolls”.

Evgeniy (RF).
Visitante
Evgeniy (RF).

Paulosollo
Quem mesmo “se rebelou” contra o Ocidente? E por que exatamente “revoltado”? E você acha que a China ou a Rússia deveriam se curvar ao Ocidente, e especificamente aos Estados Unidos, e reconhecer seu controle sobre si mesmos? Geralmente é em que base fazer?

sagaz
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sagaz

A China se curva ao seu partido, basta ver às censuras as quais o povo é subjugado entre outros “ganhos” de não se “curvar ao ocidente”.

Evgeniy (RF).
Visitante
Evgeniy (RF).

Da China moderna, a saída é bastante gratuita. Pelo menos um turista. Se todos fossem “escravizados” lá, então o número de chineses, mesmo na América Latina, cresceria dramaticamente e cresceria muito rapidamente.
O padrão de vida na China está aumentando constantemente, e sem qualquer admiração, para qualquer um. Isso também acontece.

PauloSollo
Visitante

Estou me referindo aos fanboyskis e chinaboys e não aos países. Isto está claríssimo no meu comentário.

Oiseau de Proie
Visitante
Oiseau de Proie

Antes de mais nada uma correção…”Americano” é quem nasce no continente Americano…portanto Eu, os Venezuelanos, Argentinos, Mexicanos ou Cubanos somos todos Americanos como vc…na verdade de fato nós é que somos Americanos…aquela gente é que não são é nada daqui…são apenas invasores que se apossaram deste lugar para explorar e pilhar como fazem até hoje em outras partes do mundo… Não faz mais sentido hoje os eua continuarem investindo na tecnologia de quinta geração já que os rivais dominam o suficiente desta tecnologia para alcançar paridade tecnológica…por isso desativaram a linha de produção de seus f-22 cascão e correm para… Read more »

Pampapoker
Visitante
Pampapoker

Pergunta…Seus pais são de qual origem!?

sagaz
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sagaz

“MÃE RUSSIA”, um país que não teve honra nem com os seus durante a 2ª guerra com filhos b.. em outros países. Olha o maior número de mortos na 2 guerra cidadão…e no pós-guerra tbm, mas o que vale é o professor maloqueiro da escola que toma tapa na cabeça do PM…

Bosco
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Bosco

Oiseau, Hoje em dia se um homem quer ser chamado de “ela” todo mundo tem que aceitar como natural. No caso dos nascidos no EUA eles se autodenominam “americanos” porque no nome do país dele há referência á América. Desenhando: Estados Unidos DA AMÉRICA. Eles se autodenominam “AMERICANOS” e não há nada no mundo, muito menos essa picuinha ridícula que quer ser politicamente correta e intelectualmente consistente, que irá mudar esse fato. Nós, brasileiros, somos brasileiros porque o nosso país chama-se: República Federativa DO BRASIL. E se lhe é tão caro a denominação de “americano”, devo-lhe informa-lo que nenhum outro… Read more »

α Tau
Visitante
α Tau

“Bosco

Oiseau,

eles se autodenominam “americanos” porque no nome do país dele há referência á América. Desenhando: Estados Unidos DA AMÉRICA. Eles se autodenominam “AMERICANOS” e não há nada no mundo, muito menos essa picuinha ridícula que quer ser politicamente correta e intelectualmente consistente, que irá mudar esse fato”

Eu estou me lixando para os chineses ou os estadunidenses Bosco…eles estão se lixando pra nós…(2)… 😀

Bosco
Visitante
Bosco

A Tau,
Se lixe para o que bem entender mas não problematize em cima de gentílicos alheios.

DENYS
Visitante
DENYS

Copia da china são de qualidade??

Ricardo Bigliazzi
Visitante
Ricardo Bigliazzi

São as Torcidas do Blog… segue o jogo. Os placares reais nos combates dos últimos 30 anos apontam quais são as aeronaves que decolam normalmente e descem apoiadas em seus trens de pouso.

Bosco
Visitante
Bosco

Na verdade essa denominação “médio alcance” é equivocada . Claro que não tem como mudar o nome do míssil que continuará AMRAAM , mas o AIM-120C7 já pode ser considerado de “longo alcance”.
Mais ou menos, os mísseis ar-ar ficam assim:
Curto alcance (SRAAM): até 20 km
Médio alcance (MRAAM): de 20 a 100 km
Longo alcance (LRAAM): além de 100 km
*Os mísseis com alcance além de 200 km (Ex: R-37 ou KS-172) podem ser considerados de “alcance muito longo” (VLRAAM).

TJLopes
Visitante
TJLopes

O AIM-120D já está em produção?

Bosco
Visitante
Bosco

TJ,
Sim! Há mais de 3 anos.

TJLopes
Visitante
TJLopes

Então não entendo o Japão escolher o C-7. O D tem alguma limitação para ser usado no F-35?

Bosco
Visitante
Bosco

TJ,
Não tem limitação alguma. Não sei o motivo da escolha do C-7.

Kemen
Visitante
Kemen

160 misseis são suficientes para acabar com a força aérea de alguns paises.

Marcos
Visitante
Marcos

Com o K/D desses mísseis acho difícil

Augusto L
Visitante
Augusto L

O AIM-120c-7 tem uma taxa de sucesso muito superior aos 50% das versões A/B.
Diferente de outras versões onde pra se ter um PK de 100%, era preciso 4 misseis, essa versão ai só precisa de 2.

Kemen
Visitante
Kemen

Augusto, na minha opinião acho que se lançados do furtivo F-35 a taxa de efetividade dos AIM-120 C7 aumentaria bastante, pois o missil poderia ser lançado em muitos casos sem que o F-35 tivesse sido detectado, em ótimas condições.

Roberto F. Santana
Visitante
Roberto F. Santana

O F-35 com esses mísseis ficou como os antigos lanceiros. Era importante atingir o inimigo com longas lanças antes do enfrentamento muito próximo.
Lembra os lanceiros ingleses na Batalha de Waterloo, muito bons e valentes, mas enfrentar corpo a corpo um cuirassier de Napoleão, era morte quase certa.
O F-35 depois de fazer uso desses mísseis terá que bater em retirada o mais rápido possível.

Pampapoker
Visitante
Pampapoker

E qual é a aeronave que não bate em retirada ao esgotar os seus mísseis.

Roberto F. Santana
Visitante
Roberto F. Santana

Eu disse ‘desses misseis’, misseis de medio alcance, portanto, para o F-35 seria melhor, considerando o preco da aeronave, se arriscar e nem mesmo usar misseis de curto alcance ou seu canhao interno. Talvez, abandonar o combate, voltar, deixar esse tipo de combate para outro tipo de aeronave, etc.

Michel Moreira
Visitante
Michel Moreira

Você acha que o piloto do F-35 não saberá usá lo para engajar mais alvos depois de ter gasto seus 4 AIM-120 (desconsiderando a possível configuração de 6 munições internas), com seus AIM-9X???

Alfredo Araujo
Visitante
Alfredo Araujo

Ou não mestre Santana…
O fato do F-35 ter uma seção radar, no aspecto dianteiro, perto da ínfima, não o habilita, mais do que qualquer outro, a se aproximar mais de uma “presa” e usar seus Aim-9X ?

Roberto F. Santana
Visitante
Roberto F. Santana

Michel Moreira e Alfredo Araújo. Quanto mais próximo a aeronave se manter na sua função fim e mais afastada ela permanecer de alguma função secundária, maior será sua eficácia. O F-35 foi feito para o ataque eficaz usando a furtividade eletrônica (incluindo sua forma que reduz sua assinatura radar), portanto, ele na função de combate visual, ficaria afastado de função própria, ou seja, não estaria usando sua máxima eficácia. Quanto aos mísseis, os mísseis de médio alcance têm muito mais eficiência teórica que os de curto alcance, por uma razão muito simples, evitam que a aeronave seja exposta ao combate… Read more »

Augusto L
Visitante
Augusto L

Mira no capacete + misseis IR de medio alcance.
A versão nova do AIM-9x tem 25 km de alcance.
Não tem pq o F-35 fugir ele n precisa ser manobravel se tem uma mira montade e misseis que puxam mais de 100g.

Roberto F. Santana
Visitante
Roberto F. Santana

Mira no capacete, mísseis IR de boa capacidade não são exclusividade do F-35, ou seja, é uma característica neutralizada, portanto, anulada.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Assim como a agilidade de outro oponente.
Wvr se vence exclusivamente na tatica.
Nao tem, o porque do F-35 fugir desse engajamento, se precisar ele, vai engajar no combate aproximado.

Sérgio Luís
Visitante
Sérgio Luís

Só cabem 2 em cada “Deus Vivo” isso o torna muito mas muito “limitado”!!
Isso não sou quem disse mas a LM!!

Luís Henrique
Visitante
Luís Henrique

Cabe 4 AIM-120 nas baias internsas do F-35 hoje.
E já estão produzindo um novo suporte que aumentará para 6 AIM-120 nas baias internas dos F-35A e C, o B continua 4.
Mas além das baias internas, o F-35 também possui pontos externos de fixação de armas. Nesse caso da para carregar 14 AIM-120 em um UNICO F-35.

Bosco
Visitante
Bosco

Luís,
Tá explicado o porquê do Sérigo Luís não gostar do F-35. Ele não o conhece. Não sabe sequer quantos mísseis o caça leva internamente.
Tá explicado. Eu acha que era má fé dele mas é ignorância.

Sérgio Luís
Visitante
Sérgio Luís

É mesmo?
Então quando a dupla de expets no “Deus Vivo” souber de pelo menos um elogio contundente me avise!
Tô sentado aguardando!

Sérgio Luís
Visitante
Sérgio Luís

Bosco,
Eu era quem tinha outra concepção das suas postagens mas pelo que vejo vc não era aquilo que eu pensava!
A furtividade só efetiva se o Deus Vivo estiver totalmente limpo!
Ai vcs ficam conjecturando sobre armamento externo!?!?!
Tá faltando raciocínio!

Bosco
Visitante
Bosco

Sérgio, A imensa maioria dos caças levam somente 4 mísseis BVR em suas missões de interceptação. Além disso levam 2 mísseis de curto alcance de “autoproteção”, somando 6 mísseis. Mais do que isso é só pra posar pra fotografia promocional do fabricante. O F-35 leva exatamente esses 4 mísseis BVR internamente e em geral não leva mísseis de autoproteção porque não precisa deles. Diferente de um caça convencional ele só fecha pro visual se ele quiser. Um par de SRAAM no F-35 ou no F-22 tem a função básica de prover uma arma mais barata para cenários específicos (ex: proteção… Read more »

Carlos Gallani
Visitante
Carlos Gallani

Quem sabe, sabe!

Sérgio Luís
Visitante
Sérgio Luís

Bosco,
Chega de ficha técnica com esses textos intermináveis dou conta não!
Outra coisa
Só 2 AIM-120 por vez???? Uai então eu tenho razão!

Bosco
Visitante
Bosco

Sérgio,
Pra quem não é entusiasta e só tá aqui pra “causar” sem somar, é só um monte de letrinhas intermináveis. Mas pra quem é entusiasta faz muito sentido. Na verdade é bem simples.
Quanto a “só dois”… pelo amor de Deus… é numa configuração ar-sup. Numa configuração ar-ar são quatro (4 = 1 + 1 + 1 + 1 = 2 + 2).

Sérgio Luís
Visitante
Sérgio Luís

Rsrsrs deixa pra lá Boscao!
Vc ama o “Deus Vivo” e eu não!!
Sem ressentimento parceiro!

Bosco
Visitante
Bosco

Serjão,
Sem ressentimentos!
Mas só pra deixar claro, eu , diferente de você, não nutro esse tipo de sentimento por uma máquina (amor e ódio), não sou um ludista e nem um tecnofóbico.
Só acho o F-35 adequado ao seu papel.

Sérgio Luís
Visitante
Sérgio Luís

Boscao,
Tanto eu quanto você sabemos que essa aeronave não é o que sonham e ainda não provou sua eficácia! Eu até agora não vi uma matéria nesse fórum que aprove contundentemente o que vc afirma sobre o F-35 e isso já faz um bom tempo!
Agora vc tem razão na condição operacional ( USAF e IDAF na Síria ) mas com escolta do lado!? Dou conta não!
Outra coisa tabelas e fichas técnicas só servem as vezes pra menstruação!
Tô aguardando esse “Deus Vivo” provar que vale o quanto custa .

Luís Henrique
Visitante
Luís Henrique

Rss. Bosco, o F-35 é pouco conhecido, de verdade. As pessoas analisam o comprimento de pouco mais de 15 m, o uso de somente 1 motor, os dados divulgados de raio de ação SOMENTE com combustível interno, o número Mach divulgado de velocidade máxima, uma crítica sobre um dogfight contra um F-16 LIMPO e voilá, pintam o F-35 como um caça pequeno, que carrega pouco armamento, que tem pouco alcance, que é pouco manobrável, e o pior de tudo, acham que ele possui sensores equivalentes aos caças leves e médios de 4a geração e somente a furtividade como diferencial. Tirando… Read more »

Carlos Gallani
Visitante
Carlos Gallani

Quem sabe, sabe! (Volume dois!)

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

Fora que ele é um monstro de EW essas entenas do radar cegam qualquer sistena anti aereo russo ou chinês, pq ele não emite interferência em uma freqüência. Ele direciona o ataquee direto no radar inimigo cegando completamente. Sendo assim melhor que o Growler na guerra eletrónica

Sérgio Luís
Visitante
Sérgio Luís

Se e quando tiver 6 interno nos avise!

Luís Henrique
Visitante
Luís Henrique

Programado para o Bloco 4 em 2024. Provavelmente antes disso.
Mas hoje mesmo você pode colocar 14 AIM-120 + 2 Aim-9 utilizando as baias internas + os pilones externos.
Ah mas aí deixa de ser Furtivo….mas o F-15ex é furtivo?
Quando for preciso carregar muitos mísseis configura o F-35 no modo Beast e pronto. Quando for preciso máximo de furtividade, configura com 4 mísseis e em breve com 6 e pronto.

Quer 16 mísseis nas baias internas e continuar com máximo de furtividade? Compre um B-2 Spirit.

Antunes 1980
Visitante
Antunes 1980

O tempo passa, o tempo voa… mas só vejo encomendas de vetores e armamentos do F-35.
Enquanto isso a turminha da sua arquibancada vermelha continua dando “deslikes”, nos comentários mais alinhados com a realidade.
SU-57 não está operacional e não tem nenhuma encomenda externa. J-20, idem.
Agora querer falar mal do único vetor stealth que realmente existe, é muita canalhice.

Evgeniy (RF).
Visitante
Evgeniy (RF).

Talvez o SU-57 deva ser completado primeiro, para que os pedidos apareçam nele?

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

não é necessário, o F35, o JAS 39 e o Eurofighter não estavam prontos e já tinham compras certas.

Coutinho
Visitante
Coutinho

SU-57 ainda é um protótipo, por mais que alguem afirme o contrário, ainda não é a versão definitiva. J-20 mal entrou em serviço. Talvez em uns 2 ou 3 anos esses vetores despertem o interesse de alguem. Quanto ao F-35, é como vários foristas já comentaram aqui: ele veio pra ficar e não adianta os críticos baterem o pé.

Evgeniy (RF).
Visitante
Evgeniy (RF).

Com licença, qual é o protótipo do SU-57? Sim, ele não está totalmente preparado. Mas isso não é um protótipo. O primeiro serial SU-57, que deve se manter atualizado, antes de novembro, será essencialmente o mesmo T-50-11, mas com um conjunto completo de aviônicos. Mas ter o motor do primeiro estágio. Embora com tal motor, cumpre totalmente com as exigências do VKS de Rússia. Existem apenas duas intrigas: 1.-Será que esta aeronave tem um revestimento de absorção de rádio (provavelmente não). 2.-Haverá um bico imperceptível sobre ele (também apropriadamente). Todos esses aviões devem ser 12. Ou seja, um esquadrão. E… Read more »

Coutinho
Visitante
Coutinho

Certo. Eu penso que esse 64 aparelhos terão varias modificações em relação aos 12 primeiros. Não só um novo motor mas alguns “detalhes de acabamento” por assim dizer (parafusos a mostra, cobertura do canopi, etc). Um aparelho com as capacidades equivalentes aos SU-30/35.

Evgeniy (RF).
Visitante
Evgeniy (RF).

Sim, claro, as próximas 64 aeronaves terão diferenças. Principalmente devido ao revestimento de material radiopaco (embora seja parcialmente e assim usado).
Mas isso não é o SU-30 e o SU-35. O SU-57 supera-os.
Além disso, a possível integração com o UAV C-70, que foi demonstrado para Putin em Akhtubinsk. A imagem de satélite já apareceu:comment image

Coutinho
Visitante
Coutinho

Com relação a equivalência, eu tinha me referido ao comportamento dinâmico. Em termos de eletrônica embarcada eu acredito que o SU-57 será superior aos demais Sukhoi’s.

Evgeniy (RF).
Visitante
Evgeniy (RF).

Se falamos de “comportamento”, então também não há nenhum, pelo menos devido ao fato de que o SU-57 tem a capacidade de voar em um cruzeiro supersônico, sem ligar o impulso. Mesmo com o motor do primeiro estágio. E às vezes menos visibilidade.

Carlos Gallani
Visitante
Carlos Gallani

Boa parte do pessoal que reclama do número de falhas do F-35 fecha os olhos para o stealth fake do SU-57 e para o J-20 de desempenho pra lá de duvidoso!
Dor de cotovelo pura!

Evgeniy (RF).
Visitante
Evgeniy (RF).

Como você conhece as características do J-20, dado o alto sigilo na China? Você tem acesso aos materiais da sede da China?

DENYS
Visitante
DENYS

Evgeniy (RF). Você tem acesso? unica fonte de informação é midia controlado pelo governo nada mais.

Evgeniy (RF).
Visitante
Evgeniy (RF).

Eu tenho acesso a informações chinesas, quase o mesmo que todo mundo. Os meios de comunicação estatais, ou mídia não estatal na China, estão na questão do acesso a informações estrangeiras, não faz nenhuma diferença.
Mas se você pegar as informações que estão disponíveis no domínio público, então a disponibilidade do J-20 não é particularmente alta. A única coisa em que o J-20 possivelmente ultrapassa o SU-57 é que sua pele é mais lisa, isso é tudo. Mas “chicotada”, neste caso, não significa mais “invisível”.

Carlos Gallani
Visitante
Carlos Gallani

Aé onde eu sei ninguém aqui é engenheiro da LM, da Sukhoi ou do governo chinês, a maior parte da informação que temos é especulativa, é assim que funciona com projetos de ponta e segue o jogo!

Marcelo
Visitante
Marcelo

A versão mais moderna não é o AIM-120D? O Japão não tem acesso à essa versão?

Victor Filipe
Visitante
Victor Filipe

até onde eu saiba o AIM-120D é exclusivo dos EUA (se eu não estiver enganado)

Merlin
Visitante
Merlin

A versão AIM-120C7 é a última versão homologada e já bem testada. Especificado com mais de 110 km de alcance. Deve ter sido uma escolha do próprio Japão devido ao status (já finalizado) do projeto.
A versão AIM-120D, se já não está em produção, deve estar com 1 pé e meio neste estado. Mas por ser um projeto bem recente, deve ter pesado para os dois lados facilitando o denominador comum da negociação.

Roberto Bozzo
Visitante
Roberto Bozzo

Aquela região esta quentíssima…no mesmo dia , o congresso americano também foi informado da possível compra de mísseis SM-II pela Coréia, 94 unidades mais 12 para treinamento se não me engano. Os valores são parecidos, pouco mais de US$ 330 milhões…

Marcos10
Visitante
Marcos10

Todos falam em Hi – Low: F15 – F39.
O Hi – Low hoje seria F35 – F39.

Carlos Gallani
Visitante
Carlos Gallani

Hi low de luxo mas plausível pra quem não está falido e gastando 80% da verba com folha de pagamento!

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

Bora rezar que venha. Quem sabe com um Patriot PAc 3 com o novo radar AMDR

Merlin
Visitante
Merlin

Como é falso fazer o calculo de custos unitários, independente do equipamento militar, baseado apenas no valor do total do contrato. Levando apenas em consideração o apontado na matéria, veríamos como custo unitário a cifra de quase US$ 2 milhões. Muito fácil mas longe do correto. O próprio texto já informa: “Também estão incluídos contêineres, suporte de armas e equipamentos de suporte, peças sobressalentes e de reparo, engenharia de governo e empreiteiro dos EUA, serviços de suporte técnico e logístico e outros elementos relacionados de apoio logístico e de programas.”. Com uma estimativa básica, da para chegar que, em um… Read more »

Luís Henrique
Visitante
Luís Henrique

Interessante ser o C7 em vez do D. Inglaterra e Austrália compraram o D.
O Japão não foi autorizado a comprar o D ou simplesmente não quis pagar o preço do D?
Se fosse o D, pelo preço pago pelos ingleses, daria U$ 520 mi em vez de U$ 316 como divulgado.

Será que foi uma decisão japonesa com relação ao custo ou os EUA vendem SM-3 para eles mas negam o AIM-120D?

Jacinto
Visitante
Jacinto

Acho que os japoneses não quiseram pagar o preço adicional pela versão D já que estão tentando criar um míssil com motorização inspirada no meteor e orientação com base no AAM-4 (que usa radar AESA).

Carlos Gallani
Visitante
Carlos Gallani

Boa elucidação, não faz sentido o Japão economizar nesse caso ou mais ainda ter alguma restrição de compra, eles já têm o filé!

Andre
Visitante
Andre

Da mais de 10 misseis para cada su57 encomendado. Me parece suficiente, acho que o Japão da conta dessa.

Coutinho
Visitante
Coutinho

Na minha humilde opinião, acho muito improvavel aeronaves japonesas entrarem em um embate com aeronaves da Russia. Ainda mais os SU-57.