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Livro Branco de Defesa sueco propõe novo caça para substituir os Gripen C/D

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Caças Saab Gripen C e D da Força Aérea Sueca

Por Alexandre Galante

Na terça-feira, 14 de maio de 2019, a Comissão de Defesa sueca apresentou seu relatório final, “Poder defensivo – Política de Segurança da Suécia e o Desenvolvimento de sua Defesa Militar 2021-2025”, ao ministro da Defesa, Peter Hultqvist.

O relatório contém uma análise atualizada e abrangente da situação de segurança em torno da Suécia. A Comissão observa que a situação da segurança na Europa se deteriorou ao longo do tempo, devido às ações da Rússia. Os desenvolvimentos na Ásia, particularmente o rápido desenvolvimento da China e seu papel mais assertivo, são de importância crescente para a política externa e de segurança sueca. Os estados europeus devem assumir uma responsabilidade maior por sua própria segurança e defesa.

As propostas da Comissão de Defesa resultarão em um orçamento para a defesa militar no valor de 84 bilhões de coroas suecas (US$ 8,75 bilhões) anualmente a partir de 2025. Com base no nível de custo em 2019, isso equivalerá a 1,5% do PIB em 2025. Além do aumento no orçamento atribuído pelo Parlamento em dezembro de 2018, a Comissão propõe aumentar gradualmente o orçamento da defesa, acrescentando 5 bilhões de coroas suecas (US$ 520 milhões) por ano no período de 2022-2025.

Saab Gripen E 39-9
Os JAS 39E Gripen vão complementar os JAS 39C/D na defesa aérea sueca

Planejamento para a Força Aérea Sueca

O relatório diz que o desenvolvimento da Força Aérea Sueca garantirá que tanto os sistemas avançados já adquiridos quanto aqueles a serem entregues durante o próximo período de projeto de lei de defesa serão plenamente capazes no caso de um ataque armado. Por conseguinte, a Comissão propõe um reforço da organização das bases aéreas, comando e controle e a logística da Força Aérea. Isso também melhorará a capacidade de dispersão dos esquadrões. As capacidades de defesa aérea serão reforçadas através da aquisição de mísseis de cruzeiro lançados pelo ar e de mísseis ar-ar adicionais.

Durante o período de projeto de lei de defesa 2021-2025, o núcleo da Força Aérea será seis esquadrões de caça. O caça JAS 39C/D será mantido, enquanto o JAS 39E é integrado nos esquadrões e se torna operativo. Durante todo o período da lei de defesa, o JAS 39C/D será o núcleo do sistema de aeronaves de combate. Juntamente com o JAS 39E, será uma parte importante da organização também para além de 2030. Durante o próximo período de projeto de lei de defesa, o desenvolvimento da aeronave de combate de próxima geração terá início.

A aeronave de combate da próxima geração substituirá o JAS 39C no final da década de 2030. Para substituir o treinador da Força Aérea SK60 no próximo projeto de lei de defesa, a Comissão de Defesa propõe a aquisição antecipada de um novo treinador para treinamento básico de pilotos. A Comissão de Defesa conclui que o JAS 39D de dois lugares deve ser usado como instrutor avançado para treinamento de pilotos táticos e avançados. A proposta da Comissão de Defesa de manter o JAS 39C/D possibilitará a utilização de um número de JAS 39D como aeronave de treinamento avançada.

O processo de aquisição de novos sensores terá início durante o próximo período de defesa 2021-2025 e será finalizado após 2025. Para substituir os atuais sensores terrestres, bem como o atual comando aéreo e plataforma de vigilância aérea S100D/ASC 890, A Comissão de Defesa propõe que novos sensores terrestres e aéreos sejam adquiridos. A capacidade de helicópteros será mantida e fortalecida com recursos de baseamento ampliados. O esquadrão de C-130 será mantido, com a substituição planejada para o final dos anos 2020.

C-130 sueco reabatecendo caças Gripen JAS 39C

Para ler o resumo em inglês de 10 páginas em PDF, clique aqui.

78 COMMENTS

  1. O correto seria o Brasil se tornar parceiro estratégico do caça que substituirá o Gripen e, em contrapartida, a Suécia adquirir o KC-390 como substituto dos C-130.

    Claro que nada disso vai acontecer.

  2. O interessante é a possível utilizçao do Gripen D como treinador avançado. Em outras forças, um treinador dedicado seria menos custoso do que utilizar o caça principal, mesmo que em versões mais antigas. Talvez isso seja de interesse da FAB, num futuro próximo.

      • Acho que a versão biplace do Gripen brasileiro não sera para treinamento assim como as versões do SH e Rafale não são.
        Se a FAB usar so pra treinamento ela é burra.

  3. Esse novo caça é para o final da década de 30. Ou seja, para estar operacional em 2040 em diante. Até lá a força aérea sueca passará cerca de 20 anos com Gripen E e C/D, enquanto que outros países terão caças de 5a geração como F-35, Su-57, J-20 e possivelmente outros.

    Em minha modesta opinião, a FAB deve realizar estudos de capacidades sobre o F-35 e o Gripen E. Caso os estudos concluam que o nosso Gripen E pode competir com o F-35, nós pedimos mais 2 lotes de Gripen E para tentar atingir os 108 caças. E se tiver orçamento e vontade política, compramos também o Sea Gripen para a MB.
    CASO os estudos indiquem uma vantagem tática demasiadamente alta para o F-35 em relação ao Gripen E, aí deveríamos entrar em negociações com o governo americano e com a Lockheed e dizer o seguinte: queremos a mesma autonomia de operação e participação industrial que temos com o Gripen, caso vocês aceitem, vamos adquirir + de 100 F-35 dos modelos A e C para a FAB e MB.

    Aí deixamos os Gripen E para a defesa da capital e os F-35A no sudeste, sul e norte. E 1 navio aeródromo do porte do queen Elisabeth com 36 F-35C.

      • A Turquia tem uma encomenda de 100 F-35A. E várias indústrias turcas produzem peças e partes do F-35 E exportam para todos os usuários do caça.
        Os EUA querem excluir a Turquia, tanto a entrega dos 100 caças como a participação industrial.
        O Brasil poderia ficar com os 100 F-35 E abocanhar a participação industrial da Turquia, desde que os EUA aceitem conceder níveis de autonomia e operação equivalentes ao que temos com o Gripen.

        Custando menos de U$ 80 mi a unidade e com meta de atingir U$ 25 mil por hora voo em 2025, não ficará muito distante dos custos do Gripen E.

        Caso fiquemos com a participação industrial turca, não ficará tão distante do que temos com a SAAB.

        E caso o F-35 seja tão bom quanto parece, teremos um caça 1 geração acima do Gripen.
        Caso contrário, é só cancelar a ideia é continuar com mais lotes de Gripen.
        Apenas estou sugerindo um ESTUDO para analisar se existe essa diferença de geração ou não.

          • Fernando, não é. A COPAC avaliou a hora voo do Gripen E em U$ 10 mil. Porém o custo de operação nos EUA inclui tudo, até os armamentos, as pessoas que fazem a proteção da base e melhorias ao longo da vida útil.
            Para efeito de comparação o F-16 lá nos EUA tem custo de hora voo de U$ 22 mil.

    • Luís sonhar não paga nada. Se tratando de Brasil. 100 anos, 01 coca litro e torcer para entrar neste período vários governos com 03 ovos no saco.

      • Luiz
        Corrigindo Com a atual farra com o dinheiro público.
        Setores políticos, público, militar e judiciário
        Se fazer uma limpeza de benefícios, extinguir cargos desnecessário, cargos redundante, igualar as regras de aposentadoria com o do setor privado, teremos bilhões de dólares para gastar.

        • Se retomar o petróleo do pré sal e usar o dinheiro do lucro dessa venda para todos os brasileiros, teremos dinheiro para tudo para toda a vida e mais seis meses.

        • “RENAN

          Luiz
          Corrigindo Com a atual farra com o dinheiro público.
          Setores políticos, público, militar e judiciário
          Se fazer uma limpeza de benefícios, extinguir cargos desnecessário, cargos redundante, igualar as regras de aposentadoria com o do setor privado, teremos bilhões de dólares para gastar.”

          O brazileiro tem que conscientizar que não existe partido, e sim, torcer para melhorar o país…porque só de acabar com a corrupção o Brasil vai andar e muito…porque nosso país é rico…só falta acabar com a farra destes parasitas e traidores lesa-pátria, que o resto fluirá…

          • como o salario de juízes e procuradores de mais de R$75.000 quando o teto é R$33.600 em um pais que o salario minimo é R$937 e só seu vale moradia desnecessário é R$ 4.380

        • Isso aí é só wishful thinking.
          Não haveria bilhões de dólares para gastar. É só ter um pouco de seriedade na argumentação e algum conhecimento factual para ver isso. E se houvesse alguma dobra de dinheiro, há usos socialmente mais eficientes do que comprar caças.

    • Seria uma boa o Brasil com um porta avião como o Queen Elizabeth, acho q o até 2 porta avião seria ótimo para MB
      Mas precisa primeiro de recursos sem isso esse sonho fica distante

    • Interessante. Porém, não é de se esperar que tenhamos orçamento para manter 100 aeronaves caríssimas como o F35. Já o Gripen E, tem custo otimizado para nosso orçamento de defesa. Os norte americanos, nunca foram liberais com cooperação tecnológica na área militar. Ao contrário, nosso MBT Osório, morreu devido a pressão politica dos Americanos sobre os Sauditas. Claro também graças a incompetencia de nosso governo. Fazer parceria com os Suecos seria também muito interessante, sobretudo se entrar no jogo, nosso desenvolvimento de hiper propulsão.

      • O número ideal de F-35 para o Brasil é zero. É um bom avião, mas não para nós. Não passaria de uma caixa-preta caríssima de operar.
        Se tivermos sorte teremos mais um lote de Gripens e poderemos nos associar ao desenvolvimento do próximo caça da Saab

        • JT8D boa tarde. É bom ver alguém praticando o estoicismos, o Brasil tem que ser realista em planos. Mas pra não deixar de lado um eventual otimismo, eu acho que seria incrível se o Brasil viesse a se unir no futuro caça sueco. Afinal mesmo que tivéssemos uma participação pequena, países podem pensar em em estratégias de longo prazo e acumulação de pequenos avanços acabam criando um efeito bola de neve.
          Tchau.

      • Também uma boa opção.
        Mas aí seriam 36 F-35 de prateleira.

        Acho esse estudo muito importante.

        Já pensaram no seguinte cenario:
        Em 2025 ou 2030
        Brasil com 72 Gripen E

        Possibilidades:
        Chile com 10 F-35 + 46 F-16
        Colômbia com 10 F-35 + um punhado de kfir ou f-16
        Venezuela com 10 J-20 + 23 Su-30 mk2
        Peru com 6 Su-57 + punhado de Mig-29 smt

        Caso as vitórias de 20 para 1 do F-35 contra caças de 4a geração seja uma tendência da 5a contra a 4a geração, a FAB e o Brasil poderá permanecer na vanguarda regional por POUCOS anos.
        E 6 ou 10 caças de 5a geração em qualquer país da região, poderão fazer um estrago na nossa frota de Gripen.

        Por isso peço esse estudo por parte da FAB.
        Nada contra o Gripen, mas temos que ficar atentos com os caças de 5a geração.
        E é nosso DEVER possuir, não apenas a superioridade numérica, mas principalmente, a superioridade TECNOLÓGICA na nossa região.

        • Luís, eu entendo seu ponto de vista, mas sinceramente não creio que nossos vizinhos terão F-35 ou qualquer outro quinta geração tão cedo. A Colômbia tem Kfir, nem F-16 do deserto eles tem. O próximo passo para eles seria F-16, F/A-18 ou Gripen. O Chile já tem F-16 e não precisa de mais do que isso para estar anos-luz à frente da Argentina e da Bolívia. A economia mundial está bem devagar, ninguém vai comprar caças de quinta geração só porque é bonito

          • JT8D, não se prenda apenas nos vizinhos. O mundo todo caminha para a 5a geração. A matéria reforça isso, até a Suécia que possui um ótimo caça de 4a geração, não quer deixar de fabricar seu próprio caça e não tem um orçamento muito grande, está declarando que iniciarão o desenvolvimento de um caça de nova geração.

            Daqui para a frente vamos ver mais e mais países adquirindo caças de 5a geração. Agora só temos o F-35 vendendo e exportando, mas já começa a surgir matérias indicando a exportação de Su-57 e em breve os chineses tb.

            A FAB e o Brasil vai decidir QUANDO entraremos na 5a geração. Nós iremos de qualquer forma, a questão é: estaremos ao lado das potências militares ou vamos passar outros 30 anos defasados e compraremos caças de 5a geração somente quando as potências estiverem na 6a?

        • Agora voltando a realidade política e econômica, não vejo nenhum vizinho com capacidade de algo melhor que um F-16 block50/52 ou Gripen C/D nos próximos 10 anos pelo menos.

        • Luiz Henrique, aqui fonia “Coruja’, descer para nível 5 proa 120, sequência curva a esquerda esquerda, na perna do vento, flapeia, pendura, tira motor arredonda e pousa a tua tua aeronave no mundo real.

    • “…caso vocês aceitem, vamos adquirir + de 100 F-35 dos modelos A e C para a FAB e MB.”
      .
      Tá bom… Mais de 100 F-35 A e C e um Porta Aviões CATOBAR do porte de HMS QNLZ na conta.
      .
      Só pra deixar claro: E todo o resto que as FFAA necessitam???
      .
      Precisamos de novos MBTs, um VBCI pra tocar fogo na porcaria dos M113, precisamos tocar a família Guarani, PRECISAMOS DE UM 4X4 BLINDADO aos milhares, trocar todos os helicópteros leves, melhorar equipamento pessoal, comprar, manter e operar os KC-390, Kombis, comprar novas Fragatas, novos Patrulhas, uma Marinha nova… Mísseis, drones, satélites, mais mísseis, Sistema de gerenciamento e comunicação… etc, etc, etc. Vai tirar o dinheiro pra PA CATOBAR e mais de 100 F-35 A e C de onde??
      .
      MB é LHD + F-35B. É isso. Ambos visando operações multimissão. Mas até isso é sonhar alto…
      https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2017/07/LHD-Fincantiere.jpg
      .
      OUTRA: F-35B não invalida o investimento do “K”C-390. F-35A invalida.

    • Meu caro Luís Henrique, sonhar não custa nada e eu compartilho do vosso sonho. Sabemos das dificuldades financeiras etc e tal, da impossibilidade orçamentária…. Mas se chegar a hora de precisarmos de nossas forças armadas e estas estiverem impossibilitadas de defender nossos limites e soberania, em virtude da pobreza, atraso e falta de investimento em material de defesa, aí muitos verão que a economia no investimento militar saiu muito caro, simplesmente porque geralmente o “barratinho” nos tomou a soberania, a pátria e nossos símbolos. abraços

  4. Ué a Suécia então abdicou de ter um tipo único, o J-39E, para operá-lo conjuntamente com a versão C modernizada ? A grana pesou ?
    .
    Para o BR não vale, pois os C/D tem a perna curta para nossas necessidades territoriais. E os suecos já tem uma linha logística para os C/D.
    .
    Se a SAAB começar a desenvolver um novo caça de 5G a partir de 2025, quantos lotes de F-39 serão necessários para a FAB ? Este novo caça substituiria os F-5M e A-1M que voarão até a década de 2030 ? Pois os F-39 estarão no máximo na meia vida útil.
    Por aí se vê como, mesmo a associação com os suecos sendo a melhor opção, podemos ficar na saia justa com os cronogramas alheios.
    Deus queira que tenhamos condições de operar um mix de caças de 4G e 5G.
    .
    E tb possamos vender mais alguns KC-390 para a Suécia.

    • Delfim, os Gripens C/D são os caças mais antigos, é natural que sejam substituídos primeiro. Restará na força aérea sueca o Gripen E e o novo caça, provavelmente de quinta geração.
      O Brasil vai operar o Gripen E até o fim de sua vida útil, assim como a o fará a Suécia. A única diferença é que a Suécia já tem que se preocupar com o caça da próxima geração, afinal eles só podem contar com si mesmos.

  5. Na Suécia tem planejamento e comprometimento do governo! Brasil vai operar os 36 gripens NG por 30 ou 40 anos, aqui a defesa não tem prioridade o F5 se arrastou para receber a modernização veio a conta gotas com 20 anos de atraso e sem contar a insuficiência de armamentos modernos e sistemas de guerra eletrônica, A1 dos 53 planejados no padrão M vai se arrastar em 12 unidades e se chegar a tal número .

  6. A Suécia é um país sério e o Brasil só tem a ganhar fazendo dos suecos nossos principais parceiros na área de defesa.

  7. Mas os substitutos não são os E/F?!?!

    Nada como um dia após o outro para verdade vir a tona. Rsrsrsrs

    Agora, para pedirmos um segundo e, quem sabe, um terceiro lote, a vinculação de a Flygvapnet ter que adquirir o KC-390 tem que estar na pauta. Só aqui que os iluminados acham que este tipo de negócio de mão dupla não acontece.

    • Os C/D são muito novos para serem substituídos agora. Eles ainda vão conviver com os E por algum tempo e serão retirados de operação apenas quando o novo caça (quinta geração) estiver pronto

    • Pesquise no google “caças de quinta geração”.
      Pesquise também “quanto tempo demora para desenvolver um caça de quinta geração”

  8. High & Low Mix
    .
    Uma realidade inexorável.
    Aparentemente nem mesmo a disciplinada e equilibrada Flygvapnet conseguirá escapar dessa realidade implacável, uma regra que tem contornos de inflexibilidade.
    .
    Combinar sistemas de armas mais novos com mais antigos, mais complexos com mais simples, maiores com menores, high com low, é algo absolutamente comum no mundo todo e ao longo do tempo.
    .
    Spitfire & Hurricane;
    Mirage III & Ouragan;
    F-4 Phantom & A-4 Hawk;
    F-15 Eagle & F-16 Fighting hawk;
    Su-27 Flanker & MiG-29 Fulcrum;
    Rafale & Mirage 2000;
    F-22 Raptor & F-35 Lightning II.
    .
    As combinações são enormes, espalhadas ao longo da história… e da geografia.
    Mais grave !!!
    Uma regra que vale também para outros sistemas de armas além das aeronaves de combate, no ar, na terra ou no mar.
    .
    Cordiais saudações,
    Ivan, o incansável defensor do HiLowMix.

    • Rinaldo, em 2013 o F-35 ainda estava engatinhando.
      Lembro do Jobim dizendo que não precisávamos do F-35 e pediu reforço do Saito que negou, dizendo que seria uma capacidade dissuasória.

      Porém agora em 2019 o F-35 Já está andando. 20 a 1 em exercícios com caças de 4a geração.
      Em alguns anos, época da decisão de um novo lote de caças, o F-35 provavelmente estará ainda mais maduro.

      O custo já diminuiu bastante. Menos de 80 mi. O custo de operação também já diminuiu bastante.

      Não concorda que a FAB deve fazer uma análise profunda das capacidades do F-35, agora que seremos aliados preferenciais dos EUA, creio que um pedido de informações seria concedido com prazer.
      E após essas análises podemos decidir muito melhor sobre o futuro: mais Gripen ou um Mix.

    • Realmente é um detalhe q eu não havia me atentado direito. O texto levantou a bola do futuro treinador da Suécia. Vale notar que se eles seguirem a aposta T-X eles iriam fazer uma ótima escolha no sentido de economia, dado pela escala que o T-X terá graças aos US. É afinal pra todo mundo dinheiro tá difícil.

  9. F-35 não temos dinheiro.
    Tio Sam não venderá caças de primeiro escalão para nós.
    F-18, F-16 e olhe lá

  10. Temos que trocar 250 deputados por 2 porta-aviões e 100 f35.
    E ainda sobrava dinheiro. Manter 1 deputado custa mais caro que um f22. E deputado não serve para nada além de aprovar leis em benefício próprio.

  11. O Brasil não precisa de aeronave de 5°geração, 60/70 Gripens E/F são muito mais que suficientes para a situação geopolítica da América Latina, vamos acordar pessoal.

    • Adriano, olhando pro futuro não podemos conceber a FAB como equipada apenas pro cenário latino-americano, mas como tendo capacidade dissuasória e defensiva dos interesses nacionais na Amazônia Azul por exemplo.

    • Existem dezenas e mais dezenas de países com bem mais que 60 ou 70 caças.
      Existem dezenas de países adquirindo caças de 5a geração.
      E só existem uns 5 ou 6 países com economia maior que a nossa.
      Pela situação geopolítica da América do Sul o Sr. Acha que devemos continuar sendo o 5o maior país do mundo, o 5o mais populoso, a 6a ou 7a maior economia e figurar em 47o lugar no número de caças?

      E ainda ficar preso na 4a geração pelos próximos 30 a 40 anos, enquanto o mundo todo está partindo para a 5a geração?

      • E o que tem a ver ser população com número de caças????
        Resposta: Exatamente nada, mas não adianta eu, o Cel Neri e outros te explicarem papagaiescamente que não determina isto por por tamanho da população, do território ou olhando somente para países que tem problemas com vizinhos e TOs completamente diferentes.
        Luiz Henrique, de novo, mais uma vez:

        1 Qual a missão?
        2. De que meios necessitamos para cumpri-la?
        3 Qual o valor para adquirir, manter e operar estes meios?
        4 De onde sairão os recursos para isto?

        É assim que se tem uma ideia do números de aeronaves de combate de uma força aérea séria e organizada, e principalmente de uma pais sério.

  12. Como eu disse em outras ocasiões, compramos a um projeto de caça defasado.
    Poderíamos ter comprado um projeto de caça já em operação e fabricação para encurtar o tempo, tais como F-15, F-18, SU-35, Rafaele etc
    Gastamos bilhões em um “avião de papel”, que entrará em operação no Brasil lá para 2020 na melhor das hipóteses e que já prevê sua substituição em 2040.
    Com esse absurdo financeiro, poderíamos muito bem, com parceria internacional evoluir a plataforma do AMX.
    Mas a ignorância estratégica prossegue no país do besteirol e absurdos sem igual.

  13. Não seria interessante a FAB adquirir Gripens C/D usados para substituirem os AMX, ao quanto o NG substituiria somente os F-5BR? Ter todos os esquadrões com NG, que é o plano incial, acho que vai ficar no sonho da FAB, dada as condições de nosso pais no presente, e um futuro incerto em vista da politicagem suja de nosso pais. Mas com os custos bem inferiores dos C/D seria bem possível.

    • Sim, mas somente se for possível converter os C/D para porta aviões (pois são pequenos). O problema é se a fuselagem pode suportar as catapultas. Modificar o trem de pouso não seria um problema dos maiores.

    • Porque compras militares são 90% de peso político, alinhamento (econômico/militar). Coisa em que a Suécia acrescenta relativamente pouco.

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