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Programa E-Jets E2 recebe o Grand Laureate da Aviação Comercial concedido pela Aviation Week

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E190-E2 da Air Astana

São José dos Campos, SP, 15 de março de 2019 – A família de jatos E-Jets E2, da Embraer, foi o grande vencedor entre os premiados da Aviação Comercial ao receber o Grand Laureate, da revista Aviation Week, anunciado durante cerimônia que ocorreu em Washington D.C., nos Estados Unidos, na noite de 14 de março. O programa E2 também venceu o Laureates Awards na categoria plataforma de aeronaves comerciais.

“Embora semelhante à série de E-Jets original da Embraer, a família de aviões E2 possui design inovador, além de apresentar grandes avanços em aerodinâmica, propulsão, aviônica, controles de voo e na cabine, estabelecendo-se como uma nova referência para jatos crossover”, justificou a publicação que premiou o Programa E2.

“Este prêmio pertence a todos os 18 mil funcionários da Embraer. Precisamos, obviamente, reconhecer a grandeza de nossas equipes de engenharia, que trabalharam arduamente para superar todos os desafios durante o desenvolvimento do programa E2. É uma honra receber a premiação no mesmo ano em que a Embraer comemora seu 50º aniversário”, disse Paulo Cesar de Souza e Silva, Diretor-Presidente da Embraer.

“Para a Embraer, receber este prêmio é a coroação de um programa incrível”, disse John Slattery, Presidente & CEO da Embraer Aviação Comercial. “É preciso reconhecer que em uma indústria em que não é fácil manter programas complexos no caminho certo, a Embraer trouxe o E2 para o mercado dentro do cronograma e do orçamento. Excedeu, inclusive, várias metas de desempenho. Compartilho esse prêmio também com nossos parceiros comerciais – sem eles, isso não seria possível.”

E190-E2 da Wideroe
E190-E2 da Wideroe

Desde a criação, o Laureate Awards da Aviation Week honrou conquistas extraordinárias do setor aeroespacial, e inovadores que representam os valores e a visão da comunidade aeroespacial global que mudaram a forma como as pessoas trabalham e se movem pelo mundo. A Aviation Week reconhece as melhores realizações nos quatro pilares da indústria: Defesa, Aviação Comercial, Espaço e Aviação Executiva.

A Embraer lançou o programa E-Jets E2 em 2013. A nova geração de aeronaves comerciais é composta por três aviões – E175-E2, E190-E2 e E195-E2 –, com capacidade de 70 a 146 passageiros. Os E-Jets E2 representam o melhor da nova tecnologia em uma plataforma comprovada. A aplicação de tecnologias avançadas para motores, asas e aviônica diferencia os E-Jets E2 no mercado por fornecer às companhias aéreas o máximo em ganhos de eficiência enquanto mantêm a comunalidade com a primeira geração de E-Jets.

Os aprimoramentos em relação à primeira geração incluem novas asas aerodinamicamente avançadas, com maior alongamento, sistemas e aviônica aprimorados, controles de voo fly-by-wire completos de 4ª geração e os motores de alto desempenho GTFTM da Pratt & Whitney (PW1700G no E175-E2, PW1900G no E190-E2 e E195-E2). Essa combinação cria a família de aeronaves de corredor único mais eficiente, com reduções de dois dígitos no consumo de combustível, emissões, ruído e custos de manutenção, além de maior produtividade por meio de menos paradas programadas para manutenção. Os E-Jets E2 alcançam custos por assento semelhantes aos de aeronaves narrow-body maiores remotorizadas com custos por viagem significativamente menores. Em abril de 2018, a Embraer entregou o primeiro E190-E2 para a norueguesa Widerøe, maior companhia aérea regional da Escandinávia.

E-Jets E2
E-Jets E2

Sobre a Embraer

Empresa global com sede no Brasil, a Embraer atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer suporte e serviços de pós-venda.

Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.

DIVULGAÇÃO: Embraer

84 COMMENTS

    • Parabéns a toda uma estrutura nacional que inicia desde a capacitação daqueles que elaboram o projeto a toda uma cadeia de fornecedores, logística, planejamento, execução…

      Agora quem só olha o nome que estampa o rótulo é a limitação da ignorância mesmo. Há inúmeras empresas multinacionais no Brasil sendo tocadas por brasileiros.

      • Caro Colega. O problema foi perder a única grife global brasileira de alta tecnologia. O que sobrou foram as sandálias havaianas.. Todos sabemos da qualidade dos profissionais brasileiros e estrangeiros nas multinacionais que atuam no Brasil ou em qualquer lugar do mundo. Também sabemos das qualidades dos profissionais estrangeiros que atuam no Brasil. Não considere o debate como crítica pessoal.

        • Corretíssimo Nobre Camargoer.

          Ter uma grife tecnológica mundialmente famosa e respeitabilíssima não se encontra em qualquer canto.
          Essa grife estar entre as três maiores do planeta no ramo aeronáutico civil é tudo que os Asiáticos queriam ter.

          A questão da Embraer para o Brasil, vai muito além do caráter pessoal, independente de funcionários, acionistas ou brasileiros anônimos. Se trata do melhor marketing industrial, que roda o mundo, que se possa ter e que todo país adoraria ter.

          Acorda Brasília!
          Esse contrato 80×20 + isso + aquilo + aquilo outro, tem qual objetivo?………………….Brasil agrícola, extrativista, e olhe lá.
          Mudem para 50×50 e aí teremos a tal parceria (divulgada no início dessa negociata), boa para todos.

        • Camargoer, parece que a Embraer está passando o chapéu para todos os Nacionalistas. A Embraer pede que você doe 33% da sua renda, por um período de 20 anos para sustentar os custos de oferecer descontos no preço das Aeronaves igual à Airbus. E então, quando começarão as doações em dinheiro para ajudar a Embraer a não ser vendida???

          • Olá André. Todo o setor industrial do Brasil está em crise. Contudo, não será exportando minério e proteína in natura que será possível sustentar a importação de produtos de alto valor agregado, como eletrônicos e medicamentos. Em muitos casos, a grife é tão importante quanto o produto físico. Como no setor de material esportiivo,, por exemplo. Na crise de 2008, o governo dos EUA interveio para salvar a GM, entre outras empresas e bancos.

          • Qual crise???? Camargoer??? O A220 da Airbus está com 536 encomendas, sendo que 165 destas encomendas foram em 2018. Para o A220 não há crise nenhuma. Mas você não respondeu Camargoer, quando é que você vai começara a doar 33% da sua renda para sustentar a Embraer, já que isto que você está defendendo que os outros façam, nestas postagens.

          • Caro Andre. Segundo IBGE, entre 2013 e 2016, 13 mil indústrias brasileiras foram fechadas, eliminando 1,3 milhão de empregos, o que representou uma queda de 23%. Segundo a FIESP, o setor industrial corresponde hoje a 12% do PIB, similar ao que era antes de JK. Segundo o IEDI, 40% do setor industrial brasileiro terminou 2018 em crise. Dos 93 setores industriais, 37 mostraram queda entre moderada e fulminante. Segundo o economista-chefe do IEDI, o processo de desindustrialização brasileira não tem correspondência ao que ocorre nos países desenvolvidos. Segundo a IRIMA, o Brasil tinha apenas SETE empresas que figuravam entre as empresas com destaque em investimento e pesquisa no mundo (Embraer, Vale, Petrobras, Totvs, Weg, CPFL Energia e Braskem). Provavelmente, este ano serão menos. Mais de 1/3 do setor industrial apresentou desempenho negativo no início de 2018. Segundo o IBGE, a taxa de crescimento trimestral do PIB foi negativo em 2015, 2016 e 2017, e estagnado em 1% ao longo de 2018 (a extrapolação para 2019 sugere taxas menores do que 1% talvez chegando a 0% no último trimestre). A taxa de desocupação está acima de 10% desde o início de 2016.

          • O Governo brasileiro já sustentou o suficiente usando nosso dinheiro para bancar o desenvolvimento do agora americano KC…Embraer hoje é grande e sua carta de clientes é invejável. Foi-se a maior grife nacional. E nada de nacionalismo. O que se enxerga aqui é a transferencia de uma industria estratégica para o nosso crescimento de defesa sendo desfeita sabemos o porque.

        • A maior grife global brasileira é o agronegócio. Somos os país que produz mais alimentos com menos agressão ao meio ambiente e maior preservação além da tecnologia envolvida onde são os nossos cientistas da EMBRAPA os maiores responsáveis pela pesquisa e desenvolvimento para o campo. Este setor é responsável por 22% do PIB do país e vítima de difamações infundadas nacional (por puro desconhecimento), e internacionalmente (por reconhecimento de que somos de 1º mundo e um sério concorrente).

          • Caro Gonçalo. O agronegócio tem um grande participação no PIB, mas não existe nenhuma “grife” brasileira. Não existe nada similar a uma garrafa de água “evian” ou molho “tabasco”. Provavelmente uma latinha de guaraná Antárctica tem uma imagem mais forte dos que os frangos “Sadia” no exterior como “produto brasileiro”. Isso é grife. Sony, Toyota, Armani, Hugoboss, Boeing, GE, Perrier, Nike, Intel, Apple….

    • A próxima década será a mais feroz da indústria aeroespacial global,com novos concorrentes chegando fortemente subsidiados a segmentos ocupados pelas anteriormente intocáveis Boeing e Airbus.

      O mercado externo representa 95% das vendas da Embraer, e a capilaridade da empresa brasileira em mercados chaves fica comprometida quando por exemplo os chineses se movimentam para suprir a grande demanda interna deles com aviões de fabricação local ou quando a Bombardier se junta a Airbus para construir em solo americano(o maior mercado do mundo para aviões regionais) o concorrente do E-jet.

      Soma-se a isso a entrada de novos players como os japoneses que mesmo com muitas dificuldades também vão incomodar..

      Se eu fosse presidente da Embraer eu não confiaria em um governo que possui um déficit primário de 159 bilhões para socorrer a empresa quando as coisas ficaram “punk”…..

      O atual acordo possui pontos ruins para o Brasil na minha opinião que mereciam ser discutidos, mas também acho que a Embraer sofrerá muito sozinha.

  1. Parabéns à Embraer mas, acima de tudo, parabéns aos brasileiros que lá trabalham e que, com muita competência e dedicação, conquistaram esse prêmio…

    A história com a Boeing é outra coisa e não desmerece de forma alguma o brilhantismo desses colaboradores…

    • Realmente, quem desmerece é a atual administração da empresa. Foram colocar um vendedor à frente da empresa….. Vendeu foi tudo. Rsrsrsrs

      • Wellington, parece que a crise de vendas só está afetando a Embraer, porque a Airbus já vendeu 536 aeronaves A220, sendo 165 encomendas só no ano de 2018. Ainda não vi nenhum nacionalista do Brasil pegar dinheiro do próprio Bolso para sustentar a Embraer enquanto as encomendas não chegam. Alguém já começou a doar o seu dinheiro para Embraer???

        • André e tu não achas estranho que só a Embraer tenha sido “afetada”?!
          Aliás, as vendas dos 536 CSeries (agora, A220), se dão em grande parte ao enorme desconto comercial que proporcionaram, em outros meios isto se chama dumping, ou seja, como tal não consegue sustentação ao longo no médio e longo prazo, seja, por meios econômicos naturais (ninguém consegue sustentar prejuízos espontâneos por tanto tempo), seja por ação externa contrária (regulação da OMC).

          Quanto a receber dinheiro do próprio bolso…. tu achas realmente que a Embraer chegou aonde chegou apenas pelos próprios meios econômicos, financeiros e tecnológicos?! Se sim, então está sendo mais ingênuo do que deveria.

          Até mais!!! 😉

  2. Parabéns à EMBRAER. O desenvolvimento da nova família de jatos agora premiados começou muito antes do acordo com a Boeing. O mérito é sim da engenharia brasileira, claro, com a parceria de empresas mundiais, muitas delas americanas, como seria em qualquer caso de qualquer avião comercial do mundo (até mesmo da Rússia). Esse é um caso a ser analisado com lupa, pois não é segredo que um dos grandes interesses da Boeing é contar com um corpo de engenheiros jovens, criativos e dispostos a inovar, como é o caso da engenharia da Embraer.

  3. Parabéns ao erário e a FAB por financiar diversos projetos do setor militar, alguns, inclusive, com transferência de tecnologia para a aviação civil da Embraer. Destaque para o projeto do AMX International (Fly-by-wire, softwares embarcados, propulsão a jato, comandos de voo, etc)

    Parabéns ao BNDES por financiar a Embraer durante 14 anos (financiamento para o desenvolvimento de tecnologias e exportação de aeronaves)

    Parabéns ao ITA, Instituto Tecnológico de Aeronáutica, que há quase 20 anos forma engenheiros para a Embraer.

    Brasil zil zil zil

    • Engano seu… Já a muitos anos os engenheiros da Embraer na vêm mais do ITA. Os do ITA vai direto para o mercado financeiro e consultorias, que pagam bem mais.
      Parabéns a Embraer, ao seu espírito, a sua competência.
      Estive entre os milhares que desenvolveu o E2, e este prêmio coroa todo o esforço desta incrível equipe.
      Aqueles que agradecem a Boeing agem com profundo desrespeito a estas pessoas. Uma pena que existam pessoas assim.

      • Parabéns a todos os envolvidos no desenvolvimento desta evolução da industria aeronáutica brasileira…e parabéns a Boeing que engoliu tudo em uma só mordida.

  4. Talvez não faça sentido o fato de que a Boeing desmantelaria e levaria toda a estrutura de São José dos Campos para os EUA, digo isso pelo fato de que a Boeing necessita de mão de obra, e a mão de obra é um fator de produção que não é móvel como os bens físicos e a maquinaria.
    No Brasil a Embraer tem 18 mil empregados, destes, só na planta de SJC, quatro mil são de engenheiros qualificados, não se pode levar tanta gente assim para trabalhar em outro país, nem mesmo nos EUA. A Boeing necessita desta mão de obra, os problemas do “Max” evidenciam isso.
    Penso que talvez essa planta no Brasil ajude a gerar muitos empregos, engenheiros formados nas universidades como ITA e IME e que acabam indo trabalhar em bancos privados, conheço vários, esta mão de obra teria mais chances de trabalhar naquilo que idealizaram.
    Pensando de maneira otimista, quem sabe esta associação ou que seja, seja pelo menos, menos pior do que ter que fabricar relativamente poucos aviões, e ter que concorrer com a Airbus neste mercado, além de outros países que possuem fábricas estatais, como Rússia e Japão.
    Rússia e Japão estão longe de fabricarem algo como os E2, mas o problema é que mesmo sendo inferiores, muitas vezes a questão geopolítica tem seu peso, principalmente com os russos.. acabam tomando parte do mercado dos E2, sem falar claro, no tal A220 e a União Europeia por trás.
    Vamos ser otimistas, e todos sabemos que o Brasil é um país único, nosso modo de vida, entre a esbórnia e a eficiência, sem o tédio do modo de produção asiático ou mesmo norte americano, quem sabe nossa cultura um tanto quanto irresponsável acabe contaminando positivamente os norte americanos da Boeing, e essa simbiose seja benéfica a ambos os países.
    Se não tivermos ao lado deles estaremos ao lado de quem??? europeus ou chineses.. prefiro que seja com eles… pelo menos eles são uma Nação, e a União Europeia não é uma Nação, é apenas um mercado comum, é diferente, e a China tem uma cultura muito distinta da nossa.

    • Seu discurso é apenas uma forma suave de se render aos dominantes. E aceitar ser sempre o segundo, terceiro… na fila do progresso mundial.

      Bendito será o dia, em que todo brasileiro desejar estar ao lado, ou melhor unicamente à frente, das grandes nações desenvolvidas, e não de manso arrasto de uma delas.
      Ah! Se eles soubessem!… Mas esta sua atitude é mais conveniente, esta é mais afim com muitos desanimados, afinal precisamos ter os pés no chão que.. se render, ser submisso, é o melhor.

      Enfrentar a concorrência que é o que eles fazem, usando de todos os artifícios, deixa pra eles… Deixa pra lá!
      Somos bonzinhos, vamos ajudar eles a crescerem mais.

      Vamos continuar a nos auto sabotar, escutando o som de Garota de Ipanema (Garota de uma Potência).
      .
      .

      Olha que coisa mais linda
      Mais cheia de graça
      É ela Potência, que vem e que passa
      Num doce balanço a caminho do mar

      País do corpo dourado
      Do sol do 1ºMundo
      O seu balançado é mais que um poema
      É a coisa mais linda que já vi passar

      Ah! Como estou tão sozinho
      Ah! Como tudo é tão triste
      Ah! A beleza que existe
      A beleza que não é só minha
      E também passa sozinha

      Ah! Se ela soubesse que quando ela passa
      O mundo inteirinho se enche de graça
      E fica mais lindo por causa da submissão

      Só por causa da submissão…


      Com o perdão de Tom Jobim.

      • Você estaria disposto a pagar para sustentar a Embraer?? sim, porque a Airbus durante muito, durante a maior parte da sua existência foi sustentada pelo pagador de impostos europeu.
        Os governos europeus pagaram a vista e de forma antecipada por centenas de aviões que jamais foram fabricados, assim nasceu e se manteve Airbus.
        O mesmo a Boeing, com projetos militares gigantescos pagos pelos contribuintes.
        Bombardier recebeu 2 bilhões de dólares do governo do Canadá, mesmo assim quebrou e teve de se render a Airbus.
        Rússia, Japão e China são fabricantes estatais… o contribuinte mantém suas fábricas…
        O lucro dessas empresas é na margem…
        Pense em uma coisa, o BNDES financia a venda de produtos da indústria norte americana. Quando a Embraer vende um avião, tudo o que vai nele é financiado pelo BNDES… e vem componentes do mundo todo, mas principalmente de empresas norte americanas. Ou seja, você e todos nós pagamos juros subsiadíssimos para manter indústrias e empregos fora do Brasil.
        Pelo menos se eles investirem e financiarem, já estaremos no lucro.
        Japão, Coreia do Sul e Israel são aliados globais extra OTAN. O Brasil vai fazer parte desse seleto grupo a partir de agora. Olha o que esses países são.
        O mundo está cheio de exemplos de grandes empresas e marcas que faliram e não existem mais, ligaram o modo automático e pensaram que seu sucesso seria eterno.

        • Mauro, no post ‘Aviões Super Tucano da Embraer poderão fazer parte de parceria com Boeing, diz executivo’ fiz um comentário que me parece ser nessa sua linha de pensamento. Muitos aqui carecem de um verdadeiro choque de realidade. Abs.

        • Caro colega. Em 2008, o governo dos EUA disponibilizou US$ 700 bilhões para conter a crise. Apenas a GM ficou com US$ 50 bilhões para não falir. O total sacado pelas industrias, bancos e seguradoras foi da ordem de US$ 430 bilhões, que foram pagos ao FED depois. O setor industrial brasileiro está próximo a 11% do PIB, sendo que nos anos 80 durante o período da crise da dívida era próximo.a 20%. É impossível pagar smartphone vendendo soja e minério de ferro.

        • Caro Sagaz. Ao invesv de queimar os livros de história, acho melhor esquecer os conselhos dos astrólogos. Caso contrário breve, estaremos abrindo as entranhas das corujas para ler a sorte.

        • sagaz
          adjetivo de dois gêneros
          1.
          dotado de sagacidade; perspicaz, fino.
          2.
          que não se deixa enganar; esperto.

          Não é bem isso…….

      • Valdez, é que as vezes sendo bem direto acaba magoando os sentimentos ou interesses de alguns, portanto tentei dar uma amenizada, mesmo o comentário sendo irônico…rsrsrs

  5. A Boeing fez um negoção. Pagou uma pechincha e vai levar os melhores projetos da aviação comercial regional (com uma ótima carteira de pedidos).

    Brasileiro é muito, muito “ixperto”!!!

      • kkkkkkkkkkkkkk

        Sequer consegue raciocinar com o próprio comentário….. Se está questionando do porquê ainda não vendeu tanto quanto o A220, é porque sequer acredita do potencial de vendas do próprio avião e da Embraer. Ah, mas esquece de dizer do dumping que a Airbus/Bombardier fazem. Estranho, não?!?!

        Como eu digo, quando as premissas são erradas, a ação também é.

        No mais, tá parecendo moleque mimado, medindo o tamanho do pinto, como se isto fosse garantia de virilidade.. rsrsrsrs

        • Não enrole.
          Você afirmou que estão levando uma ótima carteira de pedidos. Então pedi para mostrar está ótima carteira. Simples assim.
          O resto está fazendo afirmações de que disse coisas que não disse. Tópico de quem não tem argumentos.
          Acredito no potencial do produto, mas isso não significa que venderá o que foi previsto pra o mercado mudou.
          Sim, a Bombardier fez damping, mas não tinha fôlego para sustenta-lo. Agora com a Airbus a coisa muda de figura. Primeiro porque podem reduzir consideravelmente o custo do produto, depois porque ganham enorme força para continuar vendendo o produto com descontos acima do que a Embraer pode praticar, além de oferecer vendas casadas e outras vantagens que a Embraer não tem como ofertar.
          Então, não é não votar fé no produto, mas reconhecer que o mercado está muito mais hostil, e o E2 por isso, está em sério risco de ser programa que não se paga.
          Mas fica a pergunta, que é simples: cadê a ótima carteira de pedidos que você afirmou?
          E, para que fique claro, torço todos os dias para que está carteira aumente muito…
          Acho que o infantil aqui está sendo você.

          • E por acaso acha que eu não conheço isso… Trabalho na empresa, para sua informação.
            E isso não é uma ótima carteira de pedidos. Já foi muito melhor.
            Olhando o todo é ótimo, mas carteira de pedidos a entregar é o que interessa… Explicações do porque não é uma ótima carteira… Já postei.

          • Aonde eu coloquei, especificamente, carteira de pedidos do E2?! Aliás, a Boeing está comprando só o projeto E2?!

            No mais, o que não falta é fonte das vendas dos aviões da Embraer nos meses.

            Em todo caso, deixem de preguiça (você, Fernando, e Vanessa) e podem começar aqui mesmo pelo Poder Aéreo, na matéria, que pelo visto, nem sequer se deram ao trabalho de ler. rsrsrs

            “Embraer divulga os resultados do 4º trimestre e do ano de 2018.
            https://www.aereo.jor.br/2019/03/14/embraer-divulga-os-resultados-do-4o-trimestre-e-do-ano-de-2018/

            Advinha o que aparece?!?!
            PEDIDOS FIRMES EM CARTEIRA
            Considerando-se todas as entregas, bem como os pedidos firmes obtidos durante o período, a carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) da Companhia fechou o trimestre em US$ 16,3 bilhões.

            https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2019/03/Embraer-4T18-9.jpg

            AVIAÇÃO COMERCIAL
            No 4T18, a Embraer entregou 33 aeronaves comerciais, encerrando 2018 com 90 aeronaves entregues.

            No 4T18, a Embraer e a operadora espanhola Binter Canarias assinaram um contrato de 5 E195-E2, sendo 3 pedidos firmes e 2 direitos de compra. As entregas acontecerão no segundo semestre de 2019 e a companhia aérea se tornará a primeira operadora europeia do maior membro da geração E2.

            A Embraer e a American Airlines Inc. assinaram em novembro um pedido firme adicional para 15 E175s configurados em 76 assentos. As entregas começarão em 2020. Com este novo contrato, a companhia acumula um total de 104 aeronaves desse modelo desde 2013.

            A Embraer assinou um pedido firme para três jatos E190 com a Nordic Aviation Capital (NAC), uma empresa global líder em leasing de aeronaves regionais. O pedido foi incluído na carteira de pedidos da Embraer do quarto trimestre de 2018.

            A Embraer e a Azul Linhas Aéreas Brasileiras S.A. assinaram contrato para pedidos firmes de 21 jatos E195-E2. Isso é um acréscimo aos 30 jatos E195-E2 encomendados em 2015 e aumenta o total de pedidos firmes da companhia aérea para 51 Ejets E2. A Azul é a operadora de lançamento do E195-E2 e receberá a primeira aeronave em 2019.

            A Embraer e a Republic Airways, maior operadora de E-Jets do mundo, assinaram um contrato com pedidos firmes de 100 jatos E175. As entregas começarão em 2020. O contrato também inclui direitos de compra de 100 E175s adicionais, com opção de conversão para E175-E2, aumentando o potencial de pedido para até 200 E-Jets. Se todos os direitos de compra forem exercidos, o valor de lista do contrato será de US$ 9,38 bilhões.

            Ainda em dezembro, a Embraer anunciou a assinatura de contrato com o governo de Kiribati em parceria com a companhia aérea nacional, Air Kiribati, com pedidos firmes de dois jatos E190-E2 e dois direitos de compra adicionais. Com entregas programadas para 2019, o E190-E2 permitirá que a companhia aérea da República de Kiribati, localizada no Pacífico central, voe em rotas domésticas e internacionais mais longas do que as atualmente realizadas com sua frota turboélice.

            A Embraer também divulgou um pedido adicional de 9 jatos E175 para a SkyWest, operadora regional líder nos Estados Unidos. Desde 2013, a empresa adquiriu um total de 158 jatos E175 (incluindo os nove últimos), ampliando sua frota atual de aeronaves Embraer.

            Ao término do ano a Embraer comemorou a entrega do E-Jet número 1.500, um modelo E175, para a Horizon Air, subsidiária integral da Alaska Air Group, Inc. Até o final de 2019, a Horizon terá uma frota de 26 E175s, considerando outras quatro aeronaves com entregas já programadas.

            Como parte de sua estratégia para promover a nova geração de Ejets E2, a Embraer realizou uma turnê mundial de demonstração durante o segundo semestre do ano. Quase cinco meses após o lançamento no Farnborough Air Show, em julho de 2018, a turnê do E190-E2 terminou em dezembro em Dublin. O avião, com sua impressionante imagem de um tubarão pintado à frente, visitou 68 cidades em 39 países. Ao todo, 2.400 convidados de 120 companhias aéreas voaram em trechos que somam mais de 200.000 km (125.000 mn), distância equivalente a seis voltas ao redor do planeta.

            Apesar do cronograma rigoroso, muitas vezes em partes remotas do mundo como Nepal e Kiribati, o E2 apresentou desempenho impecável. Suas extraordinárias capacidades operacionais tornaram-se evidentes em vários aeroportos de alto perfil, incluindo London City, com sua pista curta e requisitos de “steep approach”, e o Aeroporto Lhasa Gonggar, a 3.570 m (11.713 pés) acima do nível do mar.

            No final do 4T18, a carteira de pedidos (backlog) e as entregas da Aviação Comercial eram as seguintes:
            https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2019/03/Embraer-4T18-12.jpg

            A carteira de pedidos firmes e a entregar da Aviação Comercial encerrou 2018 em US$ 9,7 bilhões, representando 59% do total da Companhia.”

            Só dos E2, são 154 pedidos firmes e mais 214 dos modelos E1 e, até onde sei, tantos os E2, quanto os E1 foram “vendidos” à Boeing, ou não?!?! Ou vão querer que eu desenhe?!?!

            Mas se vocês quiserem ler mais, é só digitar no Google “carteiras de pedidos da Embraer” que aparecem algumas notícias complementares. Então deixem de preguiça. rsrsrs

            Ou então, vejam as oportunidades vislumbradas por gente de fora do Brasil.

            https://www.infomoney.com.br/negocios/grandes-empresas/noticia/6614694/maior-aviao-passageiros-embraer-pode-tornar-campeao-vendas

            Até mais!!! 😉

          • E acha isso uma excelente carteira de pedidos?? Considerando os a entregar… Vejamos…
            Analise os números…
            A carteira mostra uma enorme dependência no E175, e no mercado norte americano. Ocorre que o E175 nos últimos anos dominou 80% deste mercado, com cerca de 500 encomendas. Ótimo. Mas a mais já entregue, e o mercado está ficando saturado. Ou seja, a maior parte das encomendas já foi feita.
            E tem a questão das margens… Os produtos de maior margem são os aviões maiores (E190 e E195). E olha a carteira deles!!!
            Os E175 do muito bons para manter a máquina funcionado, mas não para dar grande lucro.
            Os E2 já vai completar um ano em operação… E apenas 154 encomendas… Muitas delas de empresas de leasing, que dependem de fechar contratos com as operadoras.
            Então… Isso não é uma excelente carteira de pedidos.
            E, para terminar… Dos 16 bilhões em carteira, 40% não são da aviação comercial.
            Não, não é uma excelente carteira de pedidos… Será excelente com muito mais vendas dos E2.

  6. Acho que alem de perdermos a Embraer , perderemos todas as empresas aéreas que dominam o mercado interno para os estrangeiros , não que eu defenda o monopólio nacional mas oque nos falta?

    • Falta que o brasileiro (não o Brasil) entenda que o mundo mudou. Que a competitividade é o que importa e que as empresas não possuem mais pátria. A Embraer não morreu. Ela mudou. Mudou para se adaptar a uma nova conjuntura de mercado, onde seu concorrente passou a ser a gigante Airbus. É bem possível que, ficando tudo como estava, a Embraer entrasse em uma enorme crise (ou coisa pior) em poucos anos…Podemos chorar o quanto quisermos, mas eu prefiro que boa parte dos 18 mil funcionários da Embraer usem, aqui no Brasil, uniforme da nova empresa Boeing80-Embraer20, do que sabermos em breve que perderam seus empregos por conta de nacionalismo sem sentido.

      • Adriano, se tem algo que eu admiro nos americanos é seu nacionalismo real e verdadeiro, vai lá nos EUA e diz que empresas não possuem mais pátria para você ver uma coisa, certo está o Trump, que barra na base do canetaço a venda de empresas estratégicas para os chineses.

  7. Engraçado, depois da venda da Embraer, esse assunto da venda de venda de aviões da família E2 deixou de me motivar.
    Acho que é porque também não me empolgo quando a VW fecha um grande contrato de exportação. São apenas filiais de multinacionais fazendo seus negócios, aqui e em muitos outros lugares do mundo.

        • Quem fabrica aviões não pode fabricar os motores, é lei, para evitar concentração de mercado.
          Ninguém de fora iria comprar. Esse tipo de indústria é do tipo de que todo mundo tem de ganhar um pouco, em pequeno país do leste europeu que quase ninguém sabe que existe fabrica peças específicas para Boeing, Embraer e Airbus. Uma dessas esbolávias da vida.
          Um tênis da Nike é fabricado por dezenas e dezenas de países diferentes, um simples tênis.

          • Olà Mauro. Não podemos esquecer que a matriz da Nike continua nos EUA. As empresas contratadas pela Nike para produzir os calçados, camisas, etc, provavelmente produzem também para a Adidas, Mizuno, etc. Mas a grife Nike está fortemente ancorada nos EUA.

          • Mauro, quanto a fabricar seus motores a Honda quebrou isso ao alegar que tradicionalmente fabrica os motores de seus veículos e quando decidiu fabricar o seu Hondajet 420 optou por desrnvolver o motor próprio em parceria com a GE.
            E deu certo o Hondajet em cinco anos de fabricação com seu motor GE-Honda já é o lider absoluto na sua categoria desbancando o Phenom 100.
            .
            GE-Honda HF120: https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQEv0yW0i631Wb7jH-lF6Kxx_cpkpS9fuqLagtrCdK5x2rioU5vJNgY7dMRCw

          • Esse avião da Honda não é comparável ao Phenom100, é um avião barato, e por isso inferior, ele preenche um nicho de marcado dos sem jatinho e sem bala na agulha, a pessoa diz ter um jatinho, mas não é bem isso, se é que me entende.
            O Phenom100 está em um patamar acima.
            É como comparar um Gol Bolinha com o Honda Fit. Ambos são automóveis, mas….

          • Mauro, os dois estão na categoria very light jet e são compatíveis:
            HondaJet: MTOW Max takeoff weight: 4,808 kg
            Phenom 100: MTOW Max. takeoff weight: 4,800 kg
            .
            Honda: Cruise speed: 682 km/h
            Phenom 100: Cruise speed: 750 km/h
            .
            Honda: Range: 2,234 km
            Phenom 100: Range: 2,182 km
            .
            Honda: GE Honda HF120 turbofan 2,050 lbf)
            Phenom 100: Pratt & Whitney Canada PW617F1-E turbofan 1,730 lbf
            .
            A diferença de um passageiro a mais no Phenom 100 se deve ao fato de terem feito um banco no fundo com privada debaixo da tampa que é o banheiro fechado por uma porta mas pode ser utilizado por passageiros durante toda as fases do voo com a porta aberta, a Honda preferiu ter um banheiro completo mais luxuoso que não pode ser utilizado nos pousos e decolagens, o que se mostrou mais ao gosto dos compradores.

    • Tô na mesma. Antes adorava passear pelo youtube procurando videos dos ejets da embraer nas cores de empresas europeias, americanas etc. A cada noticia de venda, enchia de orgulho “coisa de besta rs”, corria para ver a quantidade, pesquisava sobre o cliente, delivery etc. Apesar de ser fã da Boeing, para mim, a embraer entrou no limbo.

    • Para mim continua tudo na mesma… o mesmo orgulho por ver este produto voando mundo afora, por ver novos contratos e novas entregas. Mesmo que seja um dia rebatizado como Boeing xyz.
      Ainda é um produto desenvolvido e produzido aqui pela nossa engenharia, pelas nossas pessoas.

  8. É sempre assim…quando estamos ganhando alguma coisa temos que vender para crescer e usar tudo que temos de melhor para dar aos estrangeiros!!…sempre cedemos as pressões e perdemos o que construímos…Lembrem-se da maior indústria automotiva da América Latina…a Vemag…Um mês após ser vendida teve o nome apagado e toda linha de produção cancelada…

  9. Vendo de outro ponto de vista: Airbus está na frente das encomendas da boeing a um bom tempo, série max foi lançada com atraso, sofreu atrasos de desenvolvimento e trouxe podres aos olhos. 777x ainda nem voou e não vê as expectativas de encomendas aumentarem. O a350 vem ganhando cada vez mais tração(a350 neo pode vir em 2025+). Airbus já possui produtos revolucionários em questão de energia já desenvolvimento para 2030 e 40, enquanto a boeing ainda se decide se faz um Mom (airbus já tem o a322 na mão caso necessário). A tendência é o a320 superar em vendas o 737 e com recorde de segurança ainda melhor. Massa intelectual da boeing vem se aposentando e vê difícil reposição. O 787 ainda tem que entregar mais que o dobro pra se pagar, china e russia vão diminuir gradualmente as encomendas dos ocidentais. Área espacial da boeing foi substituída pela spacex etc. Eu vejo outra empresa em estágio terminal. Subscrevo também, melhor a Embraer pular dessa.

  10. Uma curiosidade, a Força Aérea da Indonésia divulga o uniforme das comissárias de seus aviões VIP do Esquadrão 17(Skadron Udara 17).
    São Cabos e Soldados que depois de prestar o serviço militar tem lugar certo nas companhias aéreas.
    . https://3.bp.blogspot.com/-zW_us-4oi9w/VFma8unNqeI/AAAAAAAACE4/msWJwu9B7KI/s1600/PesawatPresiden111397659565_preview.jpg
    .
    . https://gregetblog.files.wordpress.com/2014/12/tere-airforceone-indonesia-2.jpg
    .
    Tem opção de uniforme para as muçulmanas com cabelos cobertos, as que usam cabelos curtos e descobertos são na maioria budistas.
    . https://sgp1.digitaloceanspaces.com/radarbogor/2018/04/20180424_radar-bogor_halamanutama_Cerita-Riska-Dwi-N-Pramugari-Pesawat-Kepresidenan-RI-dari-Bogor.jpg
    .
    As que optam por permanecer na Força Aérea seguem como Sargento, exercendo a função de Comissária Chefe de Equipe nos aviões, podemos ver nesta foto um grupo de comissárias com as roupas normais da Força Aérea.
    . https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQvlCYTMQ3hyY9xb5pnBxm-2lKVU2NmO6JzG8WhRC5X0ksFmYyNia1mQxjX
    .
    Aos que pensam que as bonitas são modelos só para divulgação, na verdade as militares femininas da Indonésia tem a fama de serem bonitas, façam uma pesquisa com “wanita TNI indonesia” e verão em “imagens”.
    . https://cdns.klimg.com/merdeka.com/i/w/photonews/2014/10/31/451939/640×320/20141031144112-ini-sosok-theresia-mariana-pramugari-cantik-pesawat-presiden-ri-001-nfi.jpg

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