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Infográfico: História dos aviões de combate a jato da URSS e Rússia

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A evolução dos aviões de combate russos na disputa pela liderança tecnológica com o Ocidente

No infográfico acima de autoria de u/numante, podemos relembrar a evolução dos aviões de combate russos que marcaram a História da Aviação Militar.

Após o desenvolvimento da propulsão a jato no final da Segunda Guerra Mundial por ingleses e alemães, o desenvolvimento dos caças a jato russos alcançou grandes números, para enfrentar os jatos produzidos pelas nações ocidentais.

Como grandes vencedores da Segunda Guerra Mundial, os EUA continuaram a desenvolver sua indústria aeronáutica e de defesa durante a Guerra Fria, disputando continuamente com a União Soviética a liderança tecnológica.

Em várias guerras localizadas, aviões de combate produzidos pelos EUA e pela URSS entraram em combate, como na Guerra da Coreia e na Guerra do Vietnã, além das Guerras Árabe-Israelenses.

O aprendizado absorvido nesses conflitos serviu para aperfeiçoar continuamente a tecnologia dos aviões de combate russos e americanos. A indústria aeronáutica russa também foi pioneira em muitos avanços tecnológicos, como a mira montada no capacete e mísseis ar-ar com capacidade “off-boresight” em 1982, enquanto os aviões de combate ocidentais só teriam acesso a essas tecnologias 20 anos depois.

O desenvolvimento dos caças da série ‘Teen” (F-14, F-15, F-16 e F-18) nos EUA no início dos anos 1970 influenciou o desenvolvimento russo dos caças Sukhoi Su-27 Flanker e Mikoyan MiG-29 Fulcrum.

Com o fim da Guerra Fria e a dissolução da URSS, os russos continuaram aperfeiçoando seus caças visando principalmente o mercado externo.

A recuperação da Rússia no início do século XXI e seu retorno como player na geopolítica internacional, levaram os russos a desenvolver novos aviões de combate, como Sukhoi Su-57 Frazor, criado a partir do Su-27 como resposta aos caças stealth americanos F-22 e F-35.

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marcelo daniel viana
2 anos atrás

A melhor coisa desse infográfico é poder ter uma noção do tamanho das aeronaves, para quem acha o MIG 31 grande, comparando com o TU 128 ele é quase um anão

Dr.Telêmaco
Dr.Telêmaco
Reply to  marcelo daniel viana
2 anos atrás

De fato. Me surpreendeu o tamanho do Su-17. Imaginava ele análogo, em tamanho, ao Mig-23, mas era muito maior. Maior até mesmo que o Mig-29. Interessante.

Antonio
Antonio
2 anos atrás

A então União Soviética conseguiu alcançar paridade contra os aviões a pistão da Alemanha e ocidentais já na Segunda Guerra.
Já na era dos jatos, conseguiu certa superioridade, em suas respectivas épocas, com o Mig-15, o Mig -21 e agora com o Su-35.
Os dois primeiros marcaram época e são ícones da aviação. O Su-35 é a verdadeira máquina mortífera. Inigualável.

JPC3
JPC3
Reply to  Antonio
2 anos atrás

Acho que você tem que pesquisar melhor porque mig-21 nunca foi superior ao F-4 que entrou em serviço quase na mesma época. Se o su-35 é inigualável eu não sei, mas é outro que já foi superado.

Pela sua própria lógica, um caça que pode ser detectado a 800 km de distância é obsoleto.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Antonio
2 anos atrás

É, comparar um caça leve de defesa de ponto como o MiG-21 com o F-4, é bem possível. Mas dizer que era melhor, aí é um tanto mais complicado. Por um lado o MiG-21 era extremamente eficiente como caça de defesa de ponto quando operava em conjunto com controle de terra e contra pilotos mal treinados de F-4, mas quando operava sozinho sem apoio, não tinha tanto sucesso assim. Já o F-4 nasceu como interceptador pesado, era extremamente flexível para ataque ao solo, se pilotado corretamente era eficiente em combate aéreo em curto alcance, foi um supressor de defesas inimigas… Read more »

Augusto L
Augusto L
Reply to  Leandro Costa
2 anos atrás

Penso o mesmo ! Mais vou um pouco além.

O F-4 era melhor na doutrina ocidental na soviética o Mig, era melhor; Massss, as doutrinas não representavam a tecnologia disponível na época???

Sim !

As doutrinas eram moldadas e aperfeiçoadas em volta do que se tinha.

E continua sendo assim.

carcara_br
carcara_br
2 anos atrás

Uma bela história, grandes aeronaves!
Depois de 85 a grande novidade foi o T-50, que esta na geladeira pelo visto…

XFF
XFF
Reply to  carcara_br
2 anos atrás

Na geladeira? T-50 está sendo testado na Síria e está na fase de produção.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  XFF
2 anos atrás

O uso do Su-57 na Síria já chegou ao fim, XFF. Foi testado lá sim, mas já retornou para a mãe Rússia, e ainda está longe de estar em fase de produção em larga escala. Existem controvérsias à esse respeito. Chegou à ser anunciado que ele não entraria em produção.

http://www.thedrive.com/the-war-zone/22234/no-russias-su-57-stealth-fighter-program-isnt-dead-at-least-not-yet

Jodreski
Jodreski
Reply to  XFF
2 anos atrás

Vc está alguns meses desatualizado amigo, sugiro boa leitura para você!

Augusto L
Augusto L
Reply to  carcara_br
2 anos atrás

Eu diria que ele vai ficar mais tempo na maternidade do que se esperava !

Wyot Melchior
Wyot Melchior
2 anos atrás

Qual seria a diferença entre o MiG-29 KR para o MiG-35? É apenas uma evolução ou são conceitos diferentes?

Marcos10
Marcos10
Reply to  Wyot Melchior
2 anos atrás

É uma evolução!
O que se destaca mais é o maior peso de decolagem e os bocais de exaustão 3D.

Rui chapéu
Rui chapéu
Reply to  Wyot Melchior
2 anos atrás

A diferença é no sistema de nomenclatura dos russos.
Os americanos usam o mesmo airframe e não mudam o número dele, mudam as letras. Ex: F-15 A – F-15C – F-15 E.

Já os russos trocam algo e mudam o número do avião. É só ver quantas versões de Su-27 existem.

Rui chapéu
Rui chapéu
Reply to  Rui chapéu
2 anos atrás

E reparando agora, isso é depois que acabou a URSS.
O mig-21 foi um caça de trocentas versões, e não se trocou o número dele.

Depois do fim da URSS que começaram a trocar os números dos aviões. Pra mim isso é marketing interno.

Renato B.
Renato B.
Reply to  Rui chapéu
2 anos atrás

Geralmente as versões de exportação tinham números diferentes.

Kleber Peters
Kleber Peters
Reply to  Rui chapéu
2 anos atrás

Bom, temos MiG-23BN/MiG27… Su-17/20/22, todos da era soviética. E a troca de número é meio ligada à troca de função. No caso do Flanker: -27 – Interceptador; -30 – Caça multifunção biposto; -33 – Caça embarcado; -35 – Caça multifunção monoposto. No caso do Fulcrum, o -35 é o primeiro biposto voltado para combate, pois os -29UB eram, apesar de capacidade de combate, voltados para treinamento. Tem algumas modificações no airframe também.

Topol
Topol
Reply to  Wyot Melchior
2 anos atrás

Mig-29KR e KUB são versões navais .pode reparar que no desenho ao lado mostra ele com as asas dobráveis

Matheus santos
Matheus santos
2 anos atrás

Ter um Tupolev como caça beira a anomalia. 😉
O MiG-21 está bem resumido em versões.
Senti falta do Frogfoot. Podem dizer q ele é só ataque, mas é ímpar (Su-25). E se o Forger, que é par, está, QQ coisa tb pode ser chamada de caça. 😉
Muito legal.

MGNVS
MGNVS
2 anos atrás

Infografico sensacional.
Parabens aos editores!
Pura historia digitalizada.
Ja salvei nos meus arquivos.

H.Saito
H.Saito
2 anos atrás

off topic: Lá no Japão vai sair um anime com o Saab Gripen…

Só vejam o pôster, por conta e risco:

comment image

Ivanmc
Ivanmc
2 anos atrás

Quem pode faz história e que não pode conta estórias.
Bela matéria!

fabio jeffer
fabio jeffer
2 anos atrás

Senti a falta do Mig-27

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  fabio jeffer
2 anos atrás

Basta olhar para o Mig-23 e pensar que ele vai atacar o solo.

Carlos Renan
Carlos Renan
2 anos atrás

Também senti falta do Mig-27, apesar de ser um Mig-23 com “bico de pato”, deveria ter aparecido no infográfico

Rui chapéu
Rui chapéu
2 anos atrás

Esse tupolev era um monstro!!

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
2 anos atrás

Sempre que vejo um Su34 lembro de um F22.

Gabriel
Gabriel
2 anos atrás

Poderia vendes em poster lá no site de vcs.. Tem tanta imagem maneiro aqui no blog nao apenas as fotos infográficos e desenhos técnicos. Abraço

Delfim
Delfim
2 anos atrás

Dada a extensão da URSS/Rússia, é normal que seus caças sejam grandes.

Defensor da Liberdade
Defensor da Liberdade
2 anos atrás

Esse Tu-128 era para abater bombardeiros? Que geringonça, mas se tratando da Rússia, cujo território ocupa uma boa parte das terras emersas do globo, e sua economia é frágil, ou a máquina é eficiente no que se destina, ou terá sua defesa condenada.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Defensor da Liberdade
2 anos atrás

Era sim, mas não me surpreende que fosse desse tamanho, até porque is requisitos operacionais pelos quais foi desenvolvido e a época em que foi desenvolvido, meio que condenavam a aeronave à ter esse tamanho. Por muito pouco o ocidente não produziu aeronaves bem parecidas. Houveram algumas, porém menores, que se assemelhavam um pouco e que tinham mais ou menos o mesmo papel, como o CF-100 Canuck que foi produzido em larga escala, e principalmente o XF-108 Rapier, que seria mais ou menos o equivalente americano, mas que não saiu da maquete em tamanho real.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Leandro Costa
2 anos atrás

Diria que ele vai passar mais tempo na maternidade.

Topol
Topol
2 anos atrás

Sou particularmente fã assumido de 2 modelos em questão… o primeiro é o Mig-31 que sobe muito alto, voa muito rápido, detecta muito longe e carrega mísseis BVR de verdade ! ele dificultou a vida do pessoal do reconhecimento estratégico do Pentágono e praticamente aposentou o SR-71, tornando as missões que antes eram praticamente impunes em arriscadas demais… O segundo é o SU-34, para mim a melhor aeronave multi função do mundo pelas suas capacidade ímpares de alcance e capacidade multi missão sendo um exímio caçador mantendo sua capacidade nata de um legítimo stryker , além de ter as formas… Read more »

Dr.Telêmaco
Dr.Telêmaco
2 anos atrás

Um feito tecnológico gigante para uma nação que existiu em isolamento.
Uma das tantas provas de que a necessidade obriga o “cerumano” a se superar.
Parece que o fim da URSS foi bom para os soviéticos. Para os fãs da aviação foi terrível rsrsrs

Bosco
Bosco
Reply to  Dr.Telêmaco
2 anos atrás

A URSS vivia em isolamento? Como assim?

Dr.Telêmaco
Dr.Telêmaco
Reply to  Bosco
2 anos atrás

Desculpe se dei uma informação equivocada. Não sou historiador e não vivi o suficiente para verificar in loco isso que li em alguns livros. Até onde sabia a URSS era isolada da maioria dos países, salvo os da Europa Oriental. Mas fique a vontade para me corrigir, gosto de aprender.

Tadeu Mendes
2 anos atrás

A primeira turbina na Russia, foi presente dos Ingleses. Fizeram engenharia reversa e deu no que deu. A tecnologia aeronáutica russa nunca esteve á frente da tecnologia ocidental. Com raras execpões em caso de mísseis. Não sei de onde o autor tirou essa pérola de que o Ocidente demorou 20 anos para se equiparar aos russos. Primeiro porque a eletrônica dêles sempre foi defasada perante os americanos, franceses e Ingleses. Especialmente nos anos 70, 80. Segundo, que a tecnologia de manufatura dêles era primitiva, e ainda no se iguala ao Ocidente Terceiro: capacidade computacional dêles (microprocessadores) não chega nem perto… Read more »

100nick-Elã
100nick-Elã
Reply to  Tadeu Mendes
2 anos atrás

Os russos não conseguiram superar os obstáculos tecnológicos para produzirem aeronaves VTOL.=> aeronaves VTOL por quê e para quê? se a filosofia da Rússia não é investir em porta-aviões. qual a vantagem de possuir VTOL?

Não conseguiram desenvolver aeronaves stealth.=> E o SU-57? além disso, stealth não é tão relevante como a propaganda do Ocidente diz ser, F-117 na Iuguslávia que o diga.

A palavra chave é qualidade. Que é inferior ao Ocidente.=> qual a justificativa para dizer que a qualidade deles é inferior? baseado em quê? fígado?

Bosco
Bosco
Reply to  100nick-Elã
2 anos atrás

100,
A capacidade VTOL é residualmente aproveitada para uso em “porta-aviões” mas sua finalidade principal seria dispersar as aeronaves e deixá-las independentes de vulneráveis pistas de pouso no solo, que são os alvos prioritários nos primeiros dias de uma guerra.
Nem todos os países que irão adquirir o F-35B têm porta-aviões. Eles serão utilizados a partir de bases em terra.
Os russos podem não achar necessário tê-los, mas essa opção não tem nada a ver com porta-aviões.

JPC3
JPC3
Reply to  100nick-Elã
2 anos atrás

Não sabe qual a justificativa para dizer que a qualidade deles era inferior?

Então não conhece a doutrina soviética.

Marcos10
Marcos10
Reply to  Tadeu Mendes
2 anos atrás

Na verdade o primeiro motor a jato dos russos foi um BMW 003 a base de engenharia reversa, que equipou o Mig 9.
Já o Yak 15 usava um Jumo 004 mesmo.

Coutinho
Coutinho
Reply to  Tadeu Mendes
2 anos atrás

Essa questão dos 20 amos se refere apenas ao uso da mira montada no capacete e dos misseis que podem ser disparados de qualquer posição que seria a combinação HMD/R-73. Com a queda do muro de Berlim, o Ocidente teve acesso aos MG-29 da antiga Alemanha Oriental e verificou a desvantagem do sistema de misseis WVR ocidental. Se não me engano, somente com a introdução do Python 4 e sua mira montada em capacete é que o Ocidente se equiparou.

Marcos10
Marcos10
Reply to  Tadeu Mendes
2 anos atrás

Não sei de onde o autor tirou essa pérola de que o Ocidente demorou 20 anos para se equiparar aos russos.

“A indústria aeronáutica russa também foi pioneira em muitos avanços tecnológicos, como a mira montada no capacete e mísseis ar-ar com capacidade “off-boresight” em 1982, enquanto os aviões de combate ocidentais só teriam acesso a essas tecnologias 20 anos depois.”

Bosco
Bosco
Reply to  Marcos10
2 anos atrás

Vale salientar que há dois equívocos no artigo, que são alusivos à sentença “A indústria aeronáutica russa também foi pioneira em muitos avanços tecnológicos, como a mira montada no capacete e mísseis ar-ar com capacidade “off-boresight”” Os americanos já utilizavam mira montada em capacete desde a década de 70. Em relação ao termo “off-boresight”, ele significa “fora da linha de mira”. Mísseis ar-ar com capacidade “off-boresight” e até “high off boresight” já estavam em operação há muito tempo, tanto do lado americano quanto soviético. Esse termo na frase deveria ser substituído pelo termo “high off-boresight”. O que o R-73 combinado… Read more »

Munhoz
Munhoz
Reply to  Tadeu Mendes
2 anos atrás

Já ouviu falar de R 73 com mira no capacete cobrindo 90 graus à frente do caça contra 60 graus do AIM 9L , já ouvi falar do Mig 31 com seu radar de varredura eletrônica com link entre 4 caças , fora o arranjo das entradas de ar dos Su 27 e Mig 29, já ouviu falar do programa espacial soviético que mesmo com o fim desta ainda continuou a frente do ocidente. Fora outras pérolas como o Yak 141 cujo a tecnologia foi adaptada para o F 35B ! Ops : acho que é exatamente o contrário do… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Munhoz
2 anos atrás

Munhoz,
Os soviéticos têm o merecido mérito de terem colocado primeiro um satélite artificial em órbita e de primeiro terem levado um homem ao espaço, mas além disso, o que você considera os soviéticos/russos a frente do Ocidente no quesito “programa espacial”? Realmente estou curioso.

Munhoz
Munhoz
Reply to  Bosco
2 anos atrás

Estação espacial Mir, os transportadores que o ocidente depende até hoje , quantos acidentes com transportadores russos e quantos com os ônibus espaciais dos EUA ?

Aparentemente foi somente o homem na lua em que os EUA levaram vantagem , isso é se for verdade rsss

Brincadeira 😁

Bosco
Bosco
Reply to  Munhoz
2 anos atrás

Munhoz, Os russos nem chegam as pés do programa de sondas interplanetárias dos americanos. A quantidade de satélites (civis e militares) é imensamente favorável aos EUA. Os americanos além de terem ido 6 vezes na Lua ainda foram os únicos que desenvolveram um veículo reutilizável e que era capaz de levar até 10 astronautas de cada vez. O telescópio Hubble. Sem dúvida a MIR foi um programa fantástico dos russos, agora, o fato dos americanos terem abandonado seu programa tripulado e pegar carona com os russo para a ISS não tem nada a ver (a não ser emblematicamente) . O… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Munhoz
2 anos atrás

Só complementando, os EUA ainda é o único a ter “lançadores orbitais” reutilizáveis, tanto no caso do primeiro estágio dos foguetes Falcon 9 e Falcon Heavy da Space X quanto no caso do veículo orbital X-37.

ScudB
ScudB
Reply to  Munhoz
2 anos atrás

Amigo Bosco! Na soma o programa espacial soviética conta com mais troféus que simples citação de Sputnik, Gagarin e estação Mir. So de cabeça vem algumas coisas a frente do seu concorrente : tartarugas de Lua, Lunohod , Venus-9 , programa fundamental e recorde absoluto de permanência dos astronautas no espaço , etc . E veiculo reutilizável para 10 tripulantes (Buran) foi feito , testado e pousado em modo automático(!). E .. abandonado em seguida com fim da USSR com varias carcas permanecentes ate hoje . Um deles no galpão de Baikonur bem surrado (https://youtu.be/ShGHgtuyD6I?t=12m29s).Mas tudo indica que o projeto… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Munhoz
2 anos atrás

Sem nada a ver com a discussão, mas vale salientar que a tecnologia russa acaba de salvar 2 astronautas (um russo e um americano) que iam para a ISS. Salvo engano é a primeira vez que um sistema de salvamento é acionado permitindo o retorno dos astronautas antes da entrada em órbita.
Parabéns à tecnologia russa!

Munhoz
Munhoz
Reply to  Bosco
2 anos atrás

Quando vc analisa tem que medir até os anos 90 depois disso o dinheiro da Rússia acabou, tem medir na linha de chegada do fim da guerra fria. Os mais renomados analistas reconhecem que o programa espacial russo foi mais econômico e pratico além de mais eficiente quando comparado ao dos EUA. Não tiro o mérito dos EUA mas sua indústria gosta de pegar uma grana do governo e isso todo mundo sabe . Seus programas geralmente são mais custosos , lógico que levaram vantagem em algumas áreas assim como os russos em outras . Mas quando se compara são… Read more »

Coutinho
Coutinho
Reply to  Tadeu Mendes
2 anos atrás

Essa questão da equiparação está relacionada somente ao sistema de mira montada no capacete + o missil capaz de ser disparado de qualquer posição que os russos utilizavam. Quando o Muro de Berlim caiu e os Mig-29 da antiga Alemanha Oriental foram incorporados a Luftwaffe, foi possivel analisar o missel R-73 e o HMD russo e foi constatado que esse sistema era superior ao ocidental. Somente com a entrada em serviço do Python 4 e o HMD israelense que houve a equiparação.

Bosco
Bosco
Reply to  Coutinho
2 anos atrás

Coutinho,
O sistema soviético foi considerado superior ao ocidental nesse quesito em particular , mas vale salientar que os americanos já usavam o HMS desde da década de 70 em seus F-4 Phantons.
O que causou “espanto” foi a superagilidade do míssil (com TVC) que combinado com o HMS (mira montada no capacete) permitia uma vantagem no combate de curto alcance.
http://sistemasdearmas.com.br/ca/hmd3usa.html

Augusto L
Augusto L
Reply to  Bosco
2 anos atrás

Vale lembrar que no início da década de 90 o ocidente já usava os capacetes com mira, então não chega a ser 20 anos.
No máximo 15.
Se contar Israel como parte do ocidente essa distância cai mais ainda.

Coutinho
Coutinho
Reply to  Bosco
2 anos atrás

Obrigado pelos esclarecimentos amigos.

Bosco
Bosco
Reply to  Coutinho
2 anos atrás

E vale salientar que um moderno sistema HMD/S e um míssil de curto alcance de superagilidade levou 20 anos para ser desenvolvido porque a ênfase foi dada no combate BVR. Enquanto os 20 anos se passaram a tecnologia stealth foi desenvolvida, os radares AESA foram desenvolvidos, o supercruzeiro foi desenvolvido, a fusão de dados foi desenvolvida. Os europeus na década de 80 se incumbiram de desenvolver o míssil de curto alcance que deveria estar pronto em meados da década de 90, mas meteram os pés pelas mãos, o que resultou no ASRAAM, no IRIS-T e no AIM-9X. Vale salientar que… Read more »

Edilson Júnior
Edilson Júnior
Reply to  Tadeu Mendes
2 anos atrás

Então me diga p q o Flanker venceu 90 por cento dos combates contra o Eagle?!A URSS/Rússia é uma potencia tecnológica e seus produtos bélicos e aero-espacias estão mais ou menos no mesmo nível do Ocidente,eu acho.Porém,o q o senhor disse é verdade,sobre o atraso em eletrônica,microprocessadores e motores.Mas,também esse site fala a verdade do pioneirismo russo em vários campos,por isso, disse q há paridade tecnológica.

Antunes 1980
Antunes 1980
2 anos atrás

Parabéns a USSR. A única indústria aeronáutica que foi capaz em de preocupar a maior e única potência que já existiu. (décadas de 50, 60 e 70). Definitivamente, os Estados Unidos tiveram nos céus, adversários realmente competitivos. O que não se poder ser dito hoje. Atualmente a Rússia deixou o ocidente avançar ainda mais, não conseguindo acompanhar a tecnologia de vetores stealth. como os F-22 e F-35. Acredito que devido aos custos altíssimos e a falta de parceiros a Rússia esteja fadada de forma desesperada, a ficar mesmo nas propagandas via mídia paga, tentando demonstrar que seus vetores de gerações… Read more »

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
2 anos atrás

“praticamente aposentou o SR-71”. Duvidas na afirmação Primeiro voo do SR71 – 22/12/1964 Primeiro voo do MIG-31 – 16/09/1975 – teto 20Km – cruzeiro 2.500km – velocidade maxima “Mach 2.85” Retirada de serviço do SR-71 – (1990 – mês incerto). Velocidade de cruzeiro “Mach 3,17” – teto 26KM SR-71 continuou a voar regularmente por mais de 15 anos apos o primeiro voo do MIG-31. Nem levo em conta que de 1995 a 97 dois voltaram para “fazer bagunça por ai” para depois serem retirados da ativa. Acho que com a evolução de outra tecnologias, como satélites entre outras, fizeram com… Read more »

Vinicius
Vinicius
Reply to  Ricardo Bigliazzi
2 anos atrás

Voar em águas internacionais qualquer um voa, é um direito!

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
2 anos atrás

Caro Topol, Quanto a sua afirmação – “praticamente aposentou o SR-71” – acredito não ser uma realidade de fato. Segue alguns dados: Primeiro voo do SR71 – 22/12/1964 Primeiro voo do MIG-31 – 16/09/1975 – teto 20Km – cruzeiro 2.500km – velocidade máxima “Mach 2.85” Retirada de serviço do SR-71 – (1990 – mês incerto). Velocidade de cruzeiro “Mach 3,17” (cruzeiro, não máxima) – teto 26KM SR-71 continuou a voar regularmente por mais de 15 anos apos o primeiro voo do MIG-31. Nem levo em conta que de 1995 a 97 dois voltaram para “fazer bagunça por ai” para depois… Read more »

Cláudio Capraro Alves
Cláudio Capraro Alves
2 anos atrás

Não foi mencionado o Yakovlev Yak-130, O desenvolvimento do avião começou em 1991 e o vôo inaugural foi conduzido em 25 de abril de 1996. Em 2002, ganhou uma licitação do governo russo para treinamento de aeronaves e em 2009 a aeronave entrou em serviço com a Força Aérea Russa.

Maurício.
Maurício.
2 anos atrás

Pena que a Rússia deu uma estagnada na aviação de caça (pra quem gosta de aviação claro), até os europeus já estão planejando suas próximas gerações, os americanos avançaram com o F-22 e no futuro o F-35, não sei se o Su-57 vai vingar ou ficar apenas nos protótipos produzidos, pelo visto o Su-27 e seus derivados vão durar muitos e muitos anos como a espinha dorsal da força aérea russa.

Augusto L
Augusto L
2 anos atrás

Não sei se alguns de vocês já leram essa reportagem.
É de um piloto sueco, que conta um pouco das operações do BlackBird no Baltico e a perspectiva sueca, e acaba contando tbm como os SR-71 operavam e como os soviéticos reagiam.
https://theaviationgeekclub.com/viggen-vs-blackbird-swedish-air-force-ja-37-fighter-pilots-able-achieve-radar-lock-legendary-sr-71-mach-3-spy-plane/.

Rodrigo
2 anos atrás

O infográfico é sensacional! A antiga URSS conseguiu correr atrás e em alguns com alguma superioridade pontual até os anos 70. Com a intrudução do F-15 abriu-se um abismo de uma década e com o F-22 este abismo tem o tamanho de, no mínimo, 2 décadas. Acredito que o novo adversário das forças armadas dos EUA já é a China, por sua capacidade e vontade política.

Rodrigo M
Rodrigo M
2 anos atrás

Ao longo de todos esses anos lendo e comentando aqui na trilogia, percebo que infelizmente o pessoal ainda coloca o ideologismo politico a frente da discussão técnica. Também sou totalmente contra o comunismo/socialismo pregado pelos governos do leste, mas nem por isso desqualifico seus aviões e equipamentos bélicos afins.. Os comentários aqui (com exceções) se resumem a desqualificar automaticamente qualquer aparelho que não tenha o selo “made in USA”. Lamentável, pois torna muito raso o debate e prejudica uma discussão com boas opiniões, fatos curiosos, etc.. Digo isso, pois tenho certo conhecimento em uma área especifica no mundo civil (comunicações)… Read more »

Rodrigo M
Rodrigo M
Reply to  Rodrigo M
2 anos atrás

* haver = a ver

Edilson Júnior
Edilson Júnior
Reply to  Rodrigo M
2 anos atrás

Sr. Rodrigo M.Concordo plenamente com o senhor.Adoto sua palavras,são bem sensatas.

Augusto L
Augusto L
2 anos atrás

Legal o infográfico.