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O substituto do avião Bandeirante vai ser lançado este mês

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DESAER ATL-100
DESAER ATL-100

No ano em que o avião EMB-110 Bandeirante completa 50 anos do primeiro voo, um projeto 100% brasileiro está sendo desenvolvido por engenheiros que trabalharam na Embraer e promete atender as demandas dos diversos mercados de transportes aéreo do Brasil, países vizinhos e Forças Armadas.

A DESAER, estabelecida nas instalações da Incubaero no DCTA, um pool de start-ups e pesquisa de alta tecnologia dentro do Departamento de Ciência e Tecnologia da Força Aérea Brasileira em São José dos Campos-SP, está desenvolvendo uma aeronave com baixo custo de aquisição, operação e manutenção, capaz de voar fazendo transporte de carga e de passageiros, oferecendo mais segurança de voo em regiões remotas como a Amazônia.

O ATL-100 é um avião bimotor de asa alta, tradicional, empenagem convencional, estrutura semi-monocoque com seção central da fuselagem em material metálico, não pressurizado, com superfícies de comando, rampa traseira e partes não estruturais em material composto, trem de pouso triciclo fixo e alcance com MTOW de 19.000 libras de 1.600 km.

Uma dos pontos fortes do novo avião será sua rampa de carga, que poderá receber até 3 pallets LD3 na versão fullcargo, versões quick-change para ambulância, evacuação humanitária e paraquedistas equipados. Poderá também ser equipado para realizar missões de patrulhamento, vigilância, inteligência e reconhecimento.

O ATL-100 terá 2 motores com 1.000SHP de potência cada um, com uma velocidade máxima aproximada de 430 km/h, podendo transportar 2.500 kg de carga ou 21 passageiros.

O lançamento oficial da aeronave está marcado para o dia 17 de outubro e, se tudo der certo, sua produção deverá começar daqui a 5 anos.

ESPECIFICAÇÕES
Modelo ATL-100
Certificação ANAC – 23.3(d) – Commuter
Motores 2x 1000SHP class
Propulsores TBD
Pressurização Não pressurizado
Tipo de Asa Asa-alta
Trem de pouso Triciclo fixo
Rampa de carga traseira Sim
Configuração Interna 1/2 tripulantes + 19 pax / 12 paraquedistas + 2 /cargo/ ambulância
PERFORMANCE
Máxima Velocidade de Cruzeiro (Km/h) ~430
LRC (Km/h) ~380
Máxima razão de subida (m/s) 8
Alcance Máximo RBAC – MTOW – Carga Máxima (km) 570
Alcance Máximo RBAC – Máximo de Combustível (km) a LRC/3.000m/ISA 2.015
DIMENSÕES
Comprimento: 16 m (52 ft 49 in)
Altura: 6 m (19 ft 68 in)
Envergadura: 20 m (65 ft 61 in)

89 COMMENTS

  1. A ideia é boa, mas infelizmente surgiu em um péssimo momento. O governo federal não vai ter um tostão no bolso para investir nesse projeto e duvido muito que essa empresa iniciante tenha dinheiro para investir no mesmo, temo que a Desaer tenha o mesmo destino da novaer

    • Então seria legal se o Governo não atrapalhasse a vida de quem pode investir, e seria melhor ainda fazer como nos países sérios, onde projetos sérios convencem investidores e recebem investimentos TAMBEM da iniciativa privada.
      Alias, o EMB-110(Bandeirantes) teve cerca de 500 unidades vendidas pelo mundo inteiro. Embraer e outras tantas já não vivem “só” de Brasil faz anos, fosse diferente ja estariam falidas.

      • Bom temos um grande player no setor aeronáutico.
        De repente a EMBRAER, se gostar do projeto e ver algum mercado para o modelo, possa fazer um aporte. Isso se já não o fez.

      • Aliás, o governo brasileiro é que financiou 100% do desenvolvimento do EMB-110, criou a empresa que iria fabricá-lo e ainda comprou mais de 120 das 500 unidades fabricadas.

      • Vocês tão viajando legal, ninguém vai querer investir nisso sem garantia de retorno, dinheiro não nasce em arvore, especialmente no Brasil de hoje. O que esse avião tem que os outros da categoria dele não tem? Ele é viável comercialmente ou vai depender de pedidos das forças armadas? Se a resposta for a segunda opção é melhor eles nem começarem, porque não vai ter $$$$$$$$$$$$$ para nada por muito tempo. Quanto a Embraer investir nele, só pode ser piada, qual Embraer? Aquela que tocou o KC-390 aos trancos e barrancos, cobrando toda hora para a união liberar as verbas se não o projeto do KC-390 iria atrasar e poderia até parar? Digo e repito, a ideia pode até ser boa, mas veio no pior momento possível, essa Desaer não vai chegar a nem ser uma nova Novaer, aliás que fim levou essa empresa que todo mundo aqui elogiava?

        • Jr 3 de outubro de 2018 at 19:41
          “O que esse avião tem que os outros da categoria dele não tem?”
          Ele geraria empregos diretos e indiretos no Brasil, só por isso já tem a minha torcida !
          Acredito também que o modelo poderia ser empregado em quantidade pelas nossas FFAA sem o menor problema.

  2. É aeronave para o trabalho e sem frescura, aparentemente o projeto pode ser facilmente adaptado para um modelo mais longo de motorização mais potente.

    Saudações!

  3. Já tinha passado da hora de um substituto para ‘pau pra toda obra’ Bandeirante. Mas esse projeto é muito similar ao cessna skycourier 408, que já tem 50 pedidos firmes da FedEx. Com essa concorrência, não vejo uma boa perspectiva de mercado para essa avião não.

  4. A Cessna ja está desenvolvendo um avião igual, e com a escala de produção da Cessna fica difícil concorrer.
    A Fedex encomendou um avião commuter com um diferencial em relação ao Twin Otter, eles queriam que trabalhasse com pallets LD3 ao invés do demorado sistema de carregamento manual dos aviões com malotes.
    Para isso a Cessna usou o desenho mais que testado e aprovado do Twin Otter com seu trem de pouso fixo, mas com capacidade de levar os 3 pallets.
    A FAB não vai gerar uma encomenda que viabilize o projeto a um preço compatível, poderá sair, mas um produto caro sem a menor viabilidade de exportação contra o Cessna 408 que tem uma rede de manutenção a nível mundial e agora que pertence a Textron está mais forte.
    A Cessna pretende cobrar 5.5 milhoes de dólares por cada cargueiro e um valor maior pela versão passageiro pelo interior mais complexo.
    A FAB já está usando o monomotor Cesnna 208 Caravan com sucesso a muitos anos, sabendo da qualidade de seus produtos e excelente pos venda.
    . https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cessna_408_SkyCourier

    • Dei uma olhada nas imagens do projeto Cessna 408 SkyCourier e o mesmo, aparentemente, não tem rampa traseira, portanto não são tão iguais. Acredito que tem espaço para ambos no mercado.

      Saudações!

      • E não tem mesmo, em uma das fotos aparece uma porta lateral chamada de Super Wide, é só clicar na seta da esquerda e ir vendo as fotos mudarem na tela que vc chega lá

      • Entendeu a Cessna que se pode carregar os pallets e conteiners pela grande porta lateral ficou dispensável a rampa.
        Nesta categoria de peso, só o Casa 212 teve rampa de carga, todos os outros DHC6, Bandeirante, M-28, Dornier Do-228 e Harbin Y-12 tem porta lateral para carga.

        • O M28 possui portas traseiras tipo clamshell

          Aliás, era melhor um acordo para produção local desse vetor, para cortar-se custos e ganhar musculatura, do que um passo inicial tão grande.
          Lembrem-se do shorts tucano da RAF

  5. É isso aí vamos investir em uma possível substituta da Embraer, quem sabe daqui uns 20 anos ela vai estar tão forte quanto a Embraer, mas o governo poderia ter uma participação de uns 40% no capital e gold-share, aí poderia ser dado o inicio de um projeto de um treinador avançado a jato tendo um pacote complementar para transforma-lo em um caça lift e barato

  6. A Indonésia depois que ficou como o único produtor do C-212 decidiu fazer uma versão própria sem rampa, otimizada para passageiros, o N219.
    Eles tem a necessidade deste avião para interligar as muitas ilhas com pequenos aetoportos e tem venda certa de mais de 100 aeronaves para sua aviação regional onde substituirão os muitos Casa 212 e DHC-6 Twin Otter existentes.
    No início seria um C-212 modificado, mas com a evolução do projeto acabou ficando parecido com o DHC-6 Twin Ottet devido a vontade das empresas aéreas consultadas, estas empresas tambem mudaram o motor, seria o TPE331 e mudaram para o P&W PT6.
    Ao contrário do Desaer que não tem vendas garantidas o N219 será fabricado pela estatal PT-DI e tem vendas e financiamento garantidos.
    Esta semana apresentaram o segundo protótipo, o primeiro já voa a um ano.
    . https://en.m.wikipedia.org/wiki/Indonesian_Aerospace_N-219

  7. Tem tudo pra fazer, assim como o fez o Bandeirante, história tanto na FAB quanto no EB que está reativando sua aviação de asas fixas, mercado há !!! Sucesso para a DESAER !

  8. Uma aeronave assim atenderia não somente a FAB, mas também o EB a substituir os Sherpa adquiridos recentemente. Como se trata de um projeto de prazo de 5 anos, há muita possibilidade de ser desenvolvido com calma e tornar-se um novo sucesso de vendas internacionais, já que atende inúmeras funções, tanto militares quanto civis.

    • Concordo enormente. E o governo deveria resgatar a Novaer. Empresas como esta não podem desaparecer. Quem sabe uma fusão Desaer + Novaer alla Embroeing haha

  9. Como eu disse, está ai uma das boas possibilidades de substituição da Montaer (Embraer).
    Além desta temos Aeromot (que trabalhou no projeto AMX), Avibrás, Flight tecnologias, Akaer, Holding T2, Inbra aeroespace, Aviônics Brasil, Fibra Forte, Novaer kraft etc etc etc.
    Poderiam criar uma joint venture entre essas empresa, e além de incentivar os projetos dessas empresa, criar uma nova empresa em substituição a Montaer/Boeing.
    Quem sabe desenvolver uma nova variante estrutural do AMX, com maior velocidade, alcance e manobrabilidade.
    Isso baseado no projeto original (evoluído) e em engenharia reversa feita nos F-5/ Mirage-III/2000 hora utilizados pela FAB.
    Assim aprenderiam como fazer a junção asa/ estrutura para que na hora que o avião atingisse velocidade sônica as asas não soltassem.
    Afinal de contas a velocidade está diretamente ligada a razão Potência X Peso, e hoje dominamos a fabricação e modelagem de inúmeros materiais compósitos, ligas de Titânio , alumínio etc…
    Uma participação das diversas faculdades nacionais que oferecem cursos de engenharia aeroespacial seria mais que muito bem vindo.
    Mas a vassalagem e submissão, somado a covardia diplomática e internacionalização dos militares atuais impedirá um empreendimento destes.
    Continuaremos um bom tempo como vassalos/submissos do mundo moderno.

  10. Um excelente cliente para este avião seria os Correios, empresas aéreas nacionais para voos regionais etc.
    Mas como Brasileiro não prestigia o que é nacional, duvido muito que consiga marcar tentos a curto prazo.
    Acho que deveria ter uma lei obrigando empresas nacionais a adquirir soluções nacionais para problemas internos, mesmo havendo soluções internacionais no mercado.
    Cabendo a adoção de soluções internacionais só quando não houvesse soluções nacionais, agindo assim como um motivador e incentivador das empresas 100% brasileiras.
    Mas isso é coisa de países sérios e independentes, não de países laicos como o Brasil.

  11. A ideia é boa apesar de não ser pressurizado. Vamos ver se os resultados das eleições presidenciais não atrapalham o desenvolvimento do projeto.

  12. Eu acho que é um projeto muito importante.
    O Bandeirante precisa de um substituto e, pensando no EB e na Marinha, creio que há, sim, número suficiente para uma produção.

  13. Alguém ai sabe me responder se existe algum pedido pra esse avião ou juntou-se um monte de engenheiros e decidiram montar um avião pra depois tentar vender sem ter pesquisado se existe demanda?
    Pq se eles vão criar pra depois ver se alguém quer comprar é um tiro no pé.

    • Não tem pedido, vão querer fazer como a NOVAER, desenvolver um substituto do T-25 e depois tentar empurrar para o governo, se colar colou…

      • E depois se o governo não comprar (por não haver necessidade alguma) vão falar que é por causa dos americanos imperialistas ou pq “não se privilegia a indústria nacional”.

        Já vi essa história antes……

      • provavelmente seria “empurrado” para as Forças Armadas, e la, quem toma as decisões costuma ser mais tecnico. Governo é diferente de FA.

  14. Ovo de Colombo!!! Pena a conjuntura não ser tão favorável mas bem que o BNDES poderia ajudar no financiamento para uma versão civil. Show de bola!!! desejo o maior sucesso aos idealizadores!!!

    • O Novaer foi financiado pelo FINEP, Agência pública que financia a inovação, desde a pesquisa básica até a preparação do produto para o mercado.

  15. O sucessor do Bandeirante, tecnicamente falando, foi o Brasília. Asa alta e trem de pouso fixo não substituem asa baixa e trem de pouso retrátil, são outra coisa.
    Sim, eu sei que o Bandeirante foi adaptado para a função de cargueiro leve, então neste caso, melhor comprar o Cessna 408, que já está aí. Gastar tempo e dinheiro para desenvolver algo igual ao que já está aí ?
    .
    Aliás não há um projeto de modernização dos C-95 ?

    • Os C-95 de carga e tropa(A, , B e C) foram modernizados, eles estão de olho na substituição deles daqui a uns 10 anos.
      Os C-95 de passageiros já foram substituidos pelo menor Cessna Caravan que dá conta do recado.

    • Na verdade dentro da categoria Commuter que transporta de 19 a 23 passageiros não interessa muito se a asa é baixa ou alta, no auge dos Commuter nos anos 70 a 90 tivemos o Bandeirante, Beech 1900, BAe Jetstream 31, Swearinger e outros com asa baixa e DHC-6, Let 410, C-212 e outros com asa alta. Alguns com trem de poso fixo outros retráteis.
      .
      O Brasília já é de outra categoriade de 30 e poucos passageiros, onde voou o SAAB 340, BAe Jetstream 41 e Short 360.

  16. Excelente notícia.
    Vamos investir no que é nosso, no que é Brasileiro. 5 anos é muito tempo.
    Quem sabe nosso novo Governo verde e amarelo de verdade se interesse pelo belo projeto.
    Vamos Brasil.

  17. A muito tempo atrás ou nem tanto assim, a FAB tentou trocar os Bandeirantes por CASA C-212, mas a coisa não foi pra frente e os Bandeirantes foram modernizados.
    .
    Se esse projeto vingar, vai ser uma solução nacional, desenvolvida para atender um problema nacional. Muito bom. Se tiver como bancar, claro…
    .
    Enquanto isso: E o T-Xc e a Novaer?
    Silêncio absoluto. Não se falou mais nada.

  18. Minha humilde sugestão: adotem o motor do AT29. Potente, confiável e com muitas unidades voando, e ainda com uma longa vida no mercado. Garantia de peças e mão de obra no futuro.

    • Hoje tem 3 motores ocidentais para um avião desta categoria Commuter, os 3 são bons e confiáveis.
      O mais vendido hoje é o Pratt & Whitney Canada PT6 do T-27, A-29, C-95, C-98 nas suas versões que vão desde 550 shp(T-34C Turbo Mentor) até 1600 shp(ST e PC-21).
      O outro que teve muitas versões utilizadas por vários aviões é o Garrett TPE331, hoje TPE331 da Honeywell.
      O novo no mercado é o General Electric H80, mas na verdade é o Walter M601 Tcheco que foi comprado pela GE e modernizado, é o motor do LET-410 utilizado no Brasil.

  19. O melhor avião da categoria, por isso tão copiado foi o De Havilland Canada DHC-6 Twin Otter, fabricado até hoje pela Viking do Canadá, opera bem sobre rodas em qualquer tipo de terreno.
    . https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRYlW2LWTncXZZZwHcLMG6aYt5fqFOahdB1SkYQ2W2nrHOTt89FO8dx5FNTbQ
    .
    Pode operar na neve com skis.
    . https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ5B3kJhIw7sV0oGqPIcmDMo9v0jvyiVdzwEV_YH8Qz89ucVOq81puaFjnl
    .
    E opera na água com flutuadores.
    . https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTl08sEYo6mdHtLntye1li48oxAvlZAXSKXhrevy0Mn2b6OvdQsqcNWe3a0

  20. A realidade é dura mas a gente torce pra da certo.
    Uma coisa que eu vejo que pode ser boa é essa empresa vender o projeto pra algum país da América latina ou OM e exportar algumas peças, com isso se pagaria o projeto e ganharia algum caixa.
    Como é exportação da pra descolar um dinheirinho no BNDES e tem alguma isenção de impostos.
    Talvez no futuro tenha alguma chance na FAB e no EB, se a empresa sobreviver.

  21. Por enquanto a empresa toda é isso que aparece no vídeo, nada mais que isso. Dizer que em 5 avise estará iniciando a produção… Só se for de protótipo. Posts verificar e estar operando. Calculo 7 a 10 anos.
    Ahhh. E muitos milhões de dólares depois.
    Se a FAB não comprar uma quantidade substancial, termo que não de em nada.
    PS:: conheço metade deste povo do vídeo.

  22. O conceito é excelente. Creio que terá boas perspectivas de mercado, que não seriam necessariamente restritas às FFAA brasileira, mas, caso venha efetivamente a tornar-se realidade, poderiam abranger empresas civis e outras forças armadas. Concordo que terá concorrentes de peso, tal qual o Cesna 408 citado pelo Walfrido, mas parece que isso ja ocorreu no passado, certo? Ou quando o Bandeirantes foi lançado seu mercado alvo já não possuía concorrentes? E o Tucano?
    Quando a Embraer se lançou na produção dos piper aqui no Brasil (cansei de voar em Navajo, por exemplo) o fato de ter outros players no mercado não impediu de que tivesse amplo êxito.

    Boa sorte à DESAER! Parabéns pela iniciativa. Estou torcendo para que voces consigam se fixar neste mercado! E venham, no futuro, a receber muitos royalties e vender componentes para outros paises que se interessem em montar uma joint venture para produção de seus aviões!!!!!!!!

    Mas mantenham golden share e evitem arabes ….a menos que tenham um contrato muito bem urdido com clausulas de multas pesadas etc.

    Grande abraço

  23. Maravilha. Cai como uma luva nas nossas necessidades de um avião prático e de capacidade de carga suficiente para os nossos operadores. É a configuração ideal para o mercado da America do Sul. Vai vender bem, acho.

  24. Acho ótima ideia e quero desejar que essa empresa cresça e de frutos na área de defesa,
    A acredito que o Governo tera recursos nos próximos anos para investir em projetos militares.
    Alem disso, existe um esforço do BNDS em apoiar empreendimentos da BID e linhas de créditos ja devem estar disponíveis pra isso

  25. Sabe qual o engraçado, com esse papo aqui de substituição do bandeirante foi olhar no inventário da FAB no Wikipedia e acabei descobrindo que a FAB tem um R-35am, um Learjet com capacidade ELINT e de EW.
    Interessante, não sabia que a FAB tinha isso.

    • A FAB possui 6 Learjet R-35. São 3 R-35A, equipados com câmeras fotográficas em uma carenagem específica, situada no ventre da aeronave, à frente das asas. Os R-35AM não possuem as câmeras fotográficas, mas sim um radar Thales DR-3000 Mk.2B, com sua antena instalada no cone de cauda. Essa versão possui capacidade de reconhecimento e guerra eletrônica. Seus tanques das pontas das asas são maiores que os da versão A. Todos operam no 1°/6° GAV, na Ala 2, em Anápolis.

      • Acho que o DR-3000 não é um radar, e sim um sistema ELINT… Acompanhei a implantação disso nos R-35 (ex GTE), à época.

  26. Sabe qual o engraçado, com esse papo aqui de substituição do bandeirante foi olhar no inventário da FAB no Wikipedia e acabei descobrindo que a FAB tem um R-35am, um Learjet com capacidade ELINT e de EW.
    Interessante, não sabia que a FAB tinha isso.

  27. Excelente. Voltaremos a ter uma empresa brasileira fornecendo um avião simples de transporte para a FAB, que irá fabricar alguma aeronave sob licença até aprender a projetar e construir aeronaves comerciais competitivas. Dai é só vende-la para a Boeing (ou para Airbus, para ser justo).

  28. Como Aki tem gente que valoriza só o que vem de fora o projeto da cesnna nem saiu do papel ainda, nem protótipo voando, e já falam que Aki nasceu natimorto, tem o país que merece. A concorrência existe para isso, opções no mercado.

  29. O IPD era isso na época do Bandeirante; turma pequena mas boa.

    E o Wagner que semana passada, numa audiência pública sobre controle de acionário de empresas públicas em Brasília, expôs alguns pontos de vista interessantes sobre a JV da Embraer?

    Vale a pena escutar para debater.

  30. è uma boa opção para pouco a pouco ir substituindo nossos bandeirantes,que foram épicos ,mas o progresso tem que continuar é já que o exército começou a criar sua força de asas fixas é muito interessante além de padronizar com a Fab.Eu acho que tem mercado na américa latina caribe é africa,dependendo do preço claro.

  31. Teriam que aumentar a altura do trem de pouso principal, a seção traseira ficou muito baixa, vai dificultar o toque no pouso e a rotação na decolagem. Ainda assim, a aeronave está alta, irá aumentar o ângulo da rampa, dificultando e aumentando o esforço de carregamento no compartimento.
    Como a aeronave tem a rampa de carga como característica, eu sugeriria tomar como base, o conjunto de trem de pouso principal do Short SC 7 Skyvan e se possível, o recuo da asa.
    Outro ponto importante, é a entrada principal da tripulação com a porta à esquerda, está muito próxima do arco da hélice, tornando o ingresso ou a saída da tripulação pela mesma, limitado e restrito à certas condicoes de operacao. O que é potencialmente perigoso deve ser sempre evitado.

  32. Vejo mercado nele para o EB e Marinha ( pelotão de fuzileiros navais , operações especiais )em curto prazo .Uma nova empresa surgindo : Ótima noticia !

  33. O único ponto que não me agrada no avião é esse trem de pouso fixo. Mas tudo bem, é apenas detalhe, não me juntarei aos que reclamam somente por reclamar. Tomare que prospere. Força a Desaer! O País precisa de mais empresas como a Embraer para deixar de ser dependente.

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