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KC-30A MRTT australiano reabastece Rafales do Armée de l’Air

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Dassault Rafales da Força aérea Francesa são reabastecidos por um KC-30A Multi-Role Tanker Transport do Esquadrão No. 33 a caminho da Austrália, para participar do Exercício Pitch Black 2018 na Base Darwin da RAAF, no Território do Norte (Foto RAAF)

Um KC-30A da Real Força Aérea Australiana (RAAF) desempenhou um papel fundamental na assistência aos Rafales da Força Aérea Francesa, que vão participar do Exercício Pitch Black 18 pela primeira vez.

O KC-30A Multi-Role Tanker Transport viajou da região do Oriente Médio para a Base Darwin da RAAF, reabastecendo ao longo do caminho três aeronaves Dassault Rafale da Força Aérea Francesa que estão participando do exercício Pitch Black.

O coronel da Força Aérea Francesa (Armée de l’Air Française) Arnaud Brunetta, comandante do destacamento, disse que apesar de ter sido uma longa jornada para sua equipe ir para a Austrália, eles estavam animados em ter a oportunidade de treinar em um novo ambiente com tantas nacionalidades diferentes.

“O Pitch Black dá ao nosso pessoal a oportunidade de participar de trocas de trabalho com a ADF (Australian Defence Force), o que é importante para o crescimento profissional e pessoal”, disse o coronel Brunetta.

“Estamos orgulhosos de nossas aeronaves, os Rafale viajaram uma longa distância com mais de 20 horas de voo para chegar à Austrália sem problemas técnicos”.

Para chegar à Austrália, os três aviões Rafale e sua tripulação viajaram mais de 14.000 quilômetros.

Com mais de 4.000 militares, 140 aeronaves e de 16 nações diferentes, o Exercício Pitch Black 18 é a maior iteração do exercício do Território do Norte já realizado e será concluído no dia 17 de agosto.

FONTE: Real Força Aérea Australiana

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Marcos10
Marcos10
1 ano atrás

Tanker para qquer abastecimento: lança ou cesto.

Humberto
Humberto
Reply to  Marcos10
1 ano atrás

Isto para eles é imperativo, o F-18 usam o cesto e o F-35 lança.

Roberto F. Santana
Roberto F. Santana
1 ano atrás

Não sei se soa redundância, mas eu chamaria isso de ‘strategic deployment’ e sem dúvida, os melhores aviões-tanque para esse tipo de missão, são os que tem a sua origem nos grandes aviões comerciais.

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Roberto F. Santana
1 ano atrás

A questão principal é a de custos, não valeria a pena desenvolver um avião para “Tanker”, por isso são aproveitados projetos de aviões de passageiros ou carga com a instalação de equipamentos específicos.

nonato
nonato
Reply to  Walfrido Strobel
1 ano atrás

Concordo.
Até porque para se ter um reabastecedor não precisa reinventar a roda.
Qualquer coisa que voe e tenha espaço para armazenamento serve.
Se até mesmo outros caças podem servir como reabastecedores…

Top Gun Sea
Top Gun Sea
1 ano atrás

Como anda a licitação do KC que a FAB quer comprar?

Leonardo M.
Leonardo M.
Reply to  Top Gun Sea
1 ano atrás

Pegando mofo em alguma gaveta em Brasília.

Mk48
Mk48
1 ano atrás

O KC-390 também sera utilizado como reabastecedor pela FAB ?

Mauricio R.
Reply to  Mk48
1 ano atrás

Não nessa capacidade, será similar ao KC-130J.
A contra parte do avião da Airbus, pelas dimensões, massa e capacidade de carga é o KC-10 da USAF.

Mk48
Mk48
1 ano atrás

Srs Editores bom dia. Mais uma vez meu comentário aqui no PA fica retido.

Poderiam ver por gentileza o por que disto ? Estou em algum filtro ?

RESPOSTA: ALGUM PROBLEMA TÉCNICO ESTÁ AFETANDO SEUS COMENTÁRIOS, EMBORA NÃO EM TODAS AS OCASIÕES. ESTAMOS TENTANDO DESCOBRIR O MOTIVO. PEDIMOS QUE TENHA PACIÊNCIA. VOCÊ NÃO ESTÁ NA LISTA DOS QUE JÁ FORAM SUSPENSOS, CUJOS COMENTÁRIOS SÓ SÃO DESBLOQUEADOS APÓS A LEITURA POR UM DOS EDITORES.

MK48
MK48
Reply to  Mk48
1 ano atrás

Obrigado pelo retorno.

Andrigo
Andrigo
1 ano atrás

Por mais preparados que sejam os pilotos, mas 20 hs no cockpit de um caça deve ser uma tortura! Não ficou claro, mas foram 20 horas ininterruptas de voo?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Andrigo
1 ano atrás

Creio que não, Andrigo.

Provavelmente houve uma parada no meio do caminho para descanso dos pilotos.

20 horas de voo sem escala é muito para os pilotos, mesmo se revezando, no caso de voo em biposto. O máximo que tenho notícia de terem treinado com o Rafale, em voos de duração considerada “extremamente longa” para um caça, foi de cerca de dez horas e meia:

https://www.aereo.jor.br/2014/04/23/cacas-rafale-exercitam-missao-de-longa-duracao-da-franca-ao-oceano-indico/

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 ano atrás

Complementando:

Houve pelo menos duas paradas desde a França, nos Emirados e em Singapura. Até os Emirados o reabastecimento em voo foi feito por avião tanque francês. Dos Emirados até a Austrália, passando por Singapura, foi feito por reabastecedor australiano.

https://www.defense.gouv.fr/air/actus-air/pitch-black-2018-le-convoyage

Andrigo
Andrigo
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 ano atrás

Obrigado Nunão pelo préstimo de ter ido atrás da informação!
Abraço.