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Notícias da Embraer no Farnborough Airshow

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Embraer assina carta de intenção com cliente não divulgado da Espanha para os E-Jets E2s

Farnborough, Reino Unido, 17 de julho de 2018 – A Embraer assinou hoje, no Farnborough Air Show 2018, carta de intenção com um cliente não divulgado da Espanha, para até cinco jatos E195-E2 – três pedidos firmes e duas opções.

Se todas as opções forem exercidas, o acordo tem um valor de USD 342 milhões, a preço de lista. A encomenda será incluída na carteira de pedidos da Embraer assim que se tornar firme.

A Embraer é líder mundial na fabricação de jatos comerciais com até 150 assentos. A companhia conta com 100 clientes em todo o mundo operando os jatos das famílias ERJ e EJets. Apenas para o programa de E-Jets, a Embraer registrou mais de 1.800 pedidos firmes e 1.400 entregas, redefinindo o conceito tradicional de aeronaves regionais.

Embraer e Azul assinam carta de intenção para jatos E195-E2 adicionais

Farnborough, Reino Unido, 17 de julho de 2018 – A Embraer e a Azul Linhas Aéreas Brasileiras S.A. anunciaram hoje, no Farnborough AirShow 2018, na Inglaterra, a assinantura de uma Carta de Intenções para um pedido firme de 21 jatos do modelo E195-E2. Este contrato tem um valor estimado de USD 1,4 bilhão, a preço de lista. A encomenda será adicionada à carteira de pedidos da Embraer assim que o contrato firme estiver concluído.

Este é um pedido adicional aos 30 jatos E195-E2 encomendados pela companhia área em 2015, o que elevará o pedido frime total da Azul junto à Embraer para 51 aeronaves E2. A Azul é o operador de lançamento do E195-E2 e receberá a primeira aeronave em 2019.

“A Azul é muito mais que um cliente, é um grande parceiro de negócios. A Embraer está junto com a Azul antes mesmo do nascimento da empresa, e por isso é tão importante para nós seguir colaborando para a construção do seu futuro”, disse John Slattery, Presidente & CEO, Embraer Aviação Comercial. “O E195-E2, avião mais avançado em sua categoria, vai permitir à Azul melhorar ainda mais seu desempenho operacional, além de permitir aos pilotos dos atuais E-Jets da empresa uma suave transição de treinamento.”

“Estamos muito felizes com o aumento de nossos pedidos de E2s. Nossa frota de aeronaves da Embraer sempre foi e sempre será fundamental para nossa malha e estratégia de frota. Estamos muito satisfeitos com o nosso atual processo de transformação de frota, principal vetor de expansão de margem nos próximos anos. Dado que 50% de nossos E1s serão devolvidos nos próximos cinco anos, esse novo pedido garante a substituição destas aeronaves por aeronaves de nova geração, mais eficientes na queima de combustível, contribuindo para a contínua redução de nossos custos unitários”, afirma John Rodgerson, CEO da Azul.

A Embraer é líder mundial na fabricação de jatos comerciais com até 150 assentos. A companhia conta com 100 clientes em todo o mundo operando os jatos das famílias ERJ e EJets. Apenas para o programa de E-Jets, a Embraer registrou mais de 1.800 pedidos firmes e 1.400 entregas, redefinindo o conceito tradicional de aeronaves regionais.

A Azul S.A. (B3: AZUL4, NYSE: AZUL) é a maior companhia aérea do Brasil em números de cidades atendidas, com 780 voos diários e 107 destinos. Com uma frota operacional de 118 aeronaves e mais de 10.000 funcionários, a Companhia possui 217 rotas em 30 de junho de 2018. A Azul conquistou o prêmio de melhor companhia aérea da América Latina pelo TripAdvisor Travelers’ Choice em 2017. Neste ano, foi eleita a melhor companhia aérea regional da América do Sul pelo oitavo ano consecutivo pela Skytrax. A Azul também foi a companhia aérea mais pontual do Brasil e a companhia low-cost mais pontual nas américas no ano passado, de acordo com o ranking mundial da OAG. Para mais informações, visite www.voeazul.com.br/ri.

Embraer e Republic Airways assinam carta de intenção para até 200 jatos E175

Farnborough, Reino Unido, 17 de julho de 2018 – A Embraer e a Republic Airways, maior operadora de E-Jets do mundo, anunciaram no Farnborough Airshow, a assinatura de uma Carta de Intenção para um acordo de venda de 100 jatos E175, com opções de conversão para o E175-E2, além de direitos de compra para 100 jatos E175 adicionais. Caso todos os direitos de compra sejam exercidos, o contrato tem um valor estimado de USD 9,3 bilhões, com base nos atuais preços de lista, e será incluído na carteira de pedidos da Embraer assim que o contrato se tornar firme, até o final deste ano.

“Estamos satisfeitos em expandir nossa parceria com a Republic, um dos nossos maiores e mais valiosos clientes”, disse John Slattery, Presidente & CEO da Embraer Aviação Comercial. “Com um relacionamento de 20 anos, estamos imensamente honrados em continuar sendo parte integral de seu sucesso à medida que expandem sua frota. com jatos E175 adicionais. A Republic é um componente importante da história da Embraer e estamos absolutamente comprometidos em fornecer um produto que atraia seus clientes enquanto fornece soluções que aumentam a lucratividade.”

“Nas últimas duas décadas, adquirimos mais de 350 jatos por meio de nossa parceria com a Embraer”, disse Bryan Bedford, Presidente e CEO da Republic. “Dessa maneira, conseguimos entregar à indústria segurança, serviço diferenciado e disponibilidade aos nossos parceiros e esse pedido permite à Republic focar no novo passo de crescimento no mercado regional norte-americano. Os E-Jets provaram ser o produto que permite à Republic oferecer aos um experiência de produto confiável incomparável aos nossos clientes, ao lado dos nossos 5.500 dedicados profissionais de aviação, possibilitam a realização da visão de longo prazo de ser a companhia aérea regional preferida.”

A Republic Airways e a Embraer estabeleceram sua parceria em 1999, quando uma de suas ex-subsidiárias, a Chautauqua Airlines, recebeu seu primeiro ERJ 145 com a pintura característica da US Airways Express. Hoje, a Republic opera uma frota de quase 190 aeronaves E170 e E175 e oferece voos com tarifas fixas operadas sob suas marcas parceiras American Eagle, Delta Connection e United Express.

Com este novo contrato, a Embraer soma vendas de mais de 520 vendas de E175 para companhias aéreas na América do Norte desde janeiro de 2013, sendo a responsável por mais de 80% de todos os pedidos neste segmento de jatos de 70-76 lugares.

A Embraer é líder mundial na fabricação de jatos comerciais com até 150 assentos. A companhia conta com 100 clientes em todo o mundo operando os jatos das famílias ERJ e E-Jets. Apenas para o programa de E-Jets, a Embraer registrou mais de 1.800 pedidos firmes e 1.400 entregas, redefinindo o conceito tradicional de aeronaves regionais.

Sobre a Republic Airways

A Republic Airways, controladora da Republic Airline, opera uma frota de cerca de 190 aeronaves Embraer 170/175 e oferece serviço regular de passageiros com cerca de 950 voos diários para 100 cidades em 40 estados dos EUA, Canadá, Caribe e América Central. A companhia aérea, com sede em Indianápolis, oferece voos com tarifas fixas operadas sob suas principais marcas parceiras de American Eagle, Delta Connection e United Express. A companhia emprega cerca de 5.500 profissionais de aviação. Visite www.rjet.com para mais informações, acompanhe a empresa no Instagram, Twitter e YouTube, e conecte-se no Facebook ou LinkedIn.

Wataniya Airways, do Kuwait, assina contrato para E195-E2

Farnborough, Reino Unido, 17 de julho de 2018 – Em um acordo que verá a primeira operadora de E2 do Oriente Médio, a Embraer anunciou hoje, no Farnborough Airshow 2018, que assinou um pedido firme com a companhia aérea Wataniya Airways, do Kwait, para 10 jatos E195-E2. O pedido firme será incluído na carteira de encomendas da Embraer do terceiro trimestre de 2018. O contrato também inclui 10 direitos de compra para o mesmo modelo, elevando o pedido potencial total para 20 aeronaves.

O pedido tem um valor estimado de USD 1,3 bilhão, pelo atual preço de lista, com todos os direitos de compra sendo exercidos. As entregas começarão em 2020.

“É ótimo dar as boas-vindas à Wataniya Airways à família de operadores de E-Jets”, disse John Slattery, Presidente & CEO da Embraer Aviação Comercial. “A Wataniya não será apenas a primeira operadora de E2 no Oriente Médio, mas também o cliente de lançamento mundial de nossa classe executiva de assentos escalonados, que estabelecerá um novo nível de conforto na classe executiva para jatos de corredor único.”

A companhia aérea receberá o E195-E2 em uma confortável configuração de 118 assentos, com 12 na classe executiva e 106 na classe econômica.

“O E195-E2 nos permitirá abrir mercados não atendidos e aumentar as freqüências, oferecendo melhor conectividade ao mercado do Kuwait”, disse Rakan Al-Tuwaijri, CEO da Wataniya Airways. “Escolhemos os assentos escalonados para nos diferenciar da concorrência, oferecendo um produto superior com espaço extra para as pernas e melhor privacidade para nossos clientes.”

A Embraer é líder mundial na fabricação de jatos comerciais com até 150 assentos. A companhia conta com 100 clientes em todo o mundo operando os jatos das famílias ERJ e EJets. Apenas para o programa de E-Jets, a Embraer registrou mais de 1.800 pedidos firmes e 1.400 entregas, redefinindo o conceito tradicional de aeronaves regionais.

Helvetic Airways assina carta de intenção de compra para até 24 E-Jets E2

Farnborough, Reino Unido, 17 de julho, 2018 – A Embraer anunciou hoje no Farnborough Airshow que a Helvetic Airways, com sede em Zurique, na Suíça, assinou uma Carta de Intenção para 12 aeronaves E190-E2, com direitos de compra de outras 12 aeronaves e direitos de conversão para o modelo E195-E2. Se todos os diretos de compra forem exercidos, o acordo tem valor estimado em mais de USD 1,5 bilhão, pelo atual preço de lista. A encomenda será incluída na carteira de pedidos da Embraer assim que se tornar firme, o que deve acontecer nos próximos meses.

As primeiras 12 aeronaves E190-E2 começarão a substituir os cinco Fokker 100 e os sete E190 da Embraer atualmente em operação na Helvetic Airways, em um período entre o final de 2019 e o começo de 2021. Os direitos de compra para as 12 aeronaves adicionais (E190-E2 ou E195E2) permitirão à Helvetic Airways crescer de acordo com as oportunidades de mercado.

Tobias Pogorevc, CEO da Helvetic Airways, disse: “Nossa frota Embraer vem tendo um desempenho excelente em termos de taxas de despacho e nossos Fokker 100 foram muito produtivos nos últimos 12 anos. No entanto, com os novos E2, a Helvetic consolidará sua operação altamente confiável com a mais silenciosa e eficiente aeronave disponível de última geração. Além disso, a mudança do atual E190 para a frota E2 será simples para nossos pilotos, pois a comunalidade das aeronaves exige uma transição de apenas dois dias e meio de treinamento.”

“Ser responsável por toda a renovação da frota de uma companhia aérea é uma grande honra para a Embraer, e um importante endosso do serviço que a Embraer vem prestando à Helvetic há muitos anos com a frota de E-Jets”, disse Martyn Holmes, Diretor de Vendas para Europa, Rússia, Ásia & Leasing da Embraer Aviação Comercial. “O respeito pelo meio ambiente em que opera, aliado ao desejo da Helvetic de crescer suas operações, tornam os E-Jets E2 as aeronaves mais ecológica, silenciosa e eficiente do segmento, e a solução perfeita para a companhia aérea concretizar suas ambições.”

Os planos da Helvetic de lançar novas rotas para o Aeroporto de London City receberam um novo impulso na semana passada, no dia 13 de julho, quando o E190-E2 fez sua estreia no aeroporto em Londres.

A Embraer é líder mundial na fabricação de jatos comerciais com até 150 assentos. A companhia conta com 100 clientes em todo o mundo operando os jatos das famílias ERJ e EJets. Apenas para o programa de E-Jets, a Embraer registrou mais de 1.800 pedidos firmes e 1.400 entregas, redefinindo o conceito tradicional de aeronaves regionais.

Sobre a Helvetic Airways
A Helvetic Airways AG opera sete aeronaves E190 e cinco Fokker 100. Quatro aeronaves E190 estão há um longo período a serviço da Swiss International Air Lines como parte de uma parceria da ACMI (Aeronave, tripulação, manutenção e segurados, no termo em inglês). A Helvetic Airways usa a aeronave remanescente para voos da ACMI e seus próprios negócios programados e fretados. A Helvetic Airways também gerencia uma instalação de manutenção no aeroporto de Zurique (EASA Parte 145). Atualmente, a empresa possui 440 funcionários.
A Helvetic Airways tem trabalhado em estreita cooperação com a Horizon Swiss Flight Academy Ltd., Kloten, Suíça (www.horizon-sfa.ch), desde abril de 2008. Ambas as companhias fazem parte do Grupo Helvetic Airways, Freienbach, na Suíça.

Embraer e Mauritania Airlines assinam contrato para dois E175

Farnborough, Reino Unido, 17 de Julho de 2018 – A Embraer e a Mauritania Airlines anunciaram hoje, no Farnborough Airshow 2018, um pedido firme para dois jatos E175. O contrato tem um valor de USD 93,8 milhões, com base nos atuais preços de lista, e será incluído no backlog da Embraer do terceiro trimestre de 2018.

“A Embraer tem muito orgulho de receber a Mauritania Airlines na crescente família de operadores de E-Jets”, disse Raul Villaron, Diretor de Vendas para Oriente Médio e África, Embraer Aviação Comercial. “Com a melhor eficiência operacional na sua categoria, o E175 é um sucesso ao redor do mundo e estamos muito felizes com a entrada da aeronave no mercado africano pelas mãos da Mauritania Airlines.”

A Mauritania Airlines receberá as aeronaves com 76 assentos em uma confortável configuração com duas classes de serviço. As entregas ocorrerão em 2019.

“A aquisição dos jatos E175 faz parte da modernização de nossa frota, substituindo aeronaves antigas por novos aviões de corredor único”, disse Mohamed Radhy Bennahi, CEO da Mauritania Airlines. “Estamos certos de que, com o E175, poderemos oferecer um serviço ainda melhor aos nossos clientes, com mais conforto, além de adicionar mais frequências e novos destinos.”

A Embraer é líder mundial na fabricação de jatos comerciais com até 150 assentos. A companhia conta com 100 clientes em todo o mundo operando os jatos das famílias ERJ e EJets. Apenas para o programa de E-Jets, a Embraer registrou mais de 1.800 pedidos firmes e 1.400 entregas, redefinindo o conceito tradicional de aeronaves regionais.

Embraer anuncia carta de intenção com NAC para três jatos E190

Farnborough, Reino Unido, 17 de julho de 2018 – Foi anunciado hoje, no Farnborough Airshow 2018, que a Embraer assinou uma carta de intenção com a Nordic Aviation Capital (NAC) para três aeronaves E190. O contrato tem um valor de USD 156 milhões, com base nos preços de lista da Embraer. A encomenda será incluída na carteira de pedidos da Embraer assim que se tornar firme.

Essas novas aeronaves vão se juntar aos outros 134 E-Jets que atualmente pertencem à NAC.

A Embraer é líder mundial na fabricação de jatos comerciais com até 150 assentos. A companhia conta com 100 clientes em todo o mundo operando os jatos das famílias ERJ e E-Jets. Apenas para o programa de E-Jets, a Embraer registrou mais de 1.800 pedidos firmes e 1.400 entregas, redefinindo o conceito tradicional de aeronaves regionais.

DIVULGAÇÃO: Embraer

41 COMMENTS

  1. Independente de qualquer tendência de preferências, é sempre muito bom e gratificante sabermos que uma empresa como a EMBRAER realiza bons negócios, pois isso sempre é bom para a economia e principalmente para os seus funcionários, fornecedores e clientes.
    Segue a fila.

  2. Em se confirmando essas encomendas, já seria um bom motivo para um freio de arrumação nessa história com a Boeing e deixar qualquer decisão bem mais para frente.

    • Ai na semana que vem a Airbus e da mais algumas aeronaves de graça para esses mesmos clientes que acabaram de comprar da Embraer só porque o lobby de venda e o abismo financeiro entre as duas empresas é colossal… Alias, a EMBRAER ja não compete mais com a Bombardier, hoje ela compete com a Airbus em pessoa. Ter uma outra gigante(Boeing) ao lado dela(Embraer) seria ótimo.

        • Razoável não, É excelente, na verdade especialistas do assunto em sua maioria comprovam em a superioridade do produto da Embraer frente aos antigos Bombardier e atuais Airbus. Mas o contexto das vendas é bem maior que esse post, pode ganhar aqui e perde ali, e é bom ter apoio para não perder território e continuar o bom crescimento.

      • Primeiro que a Embraer não terá a boeing ao seu lado, ela estará fora do mercado. Essa JV é uma COMPRA, com ela a embraer fica fora da jogada. Segundo, dupping é ilegal e cabe a Embraer e ao governo brasileiro recorrer a OMC contra isso, não entregar a embraer de graça aos tubarões do mercado. As atitudes ilegais da airbus não ser argumento para a venda.

  3. é difícil saber se essas vendas teve ou não influência da Joint Venture com a Boeing, eu acredito que a Embraer tem total capacidade para vender esse número de aviões sem a parceria, mas sabemos que nesse setor específico, o lobby manda muitas vezes, será que o mercado não começou a olhar com “outros olhos” os aviões da Embraer, devido a força da Boeing se juntar com ela no futuro ? Talvez nunca iremos saber.

    • Difícil saber?! É só verificar os números anteriores de vendas da empresa. Aliás, a Embraer já tinha 19 bilhões de carteira. Ninguém chega ser terceira maior indústria de aviação comercial, sem ter produtos competitivos e qualidade de serviços.

      A Embraer chegou aonde chegou sem precisar de Boeing. Querer agora computar, ou deixar entender, de que Boeing tem responsabilidade nisso, só porque dizem por aí que ela vai comprar a Embraer, é querer ignorar tudo que a empresa brasileira fez de certo até aqui.

  4. Pelo visto a Embraer faliu hoje. Vamos vender urgentemente essa empresa deficitária para a Boeing por 4 bilhões e deixar eles se virarem com os 30 bilhões a receber do backlog. Vamos entregar os mais de 70 clientes que não compram nada. Não precisamos de tecnologia de ponta, precisamos de sementes de soja, milho e bananas.

    • 1) Embora o negócio envolva uma quantidade grande de aeronaves, não sabermos quais são as margens de retorno que a Embraer teve nessas negociações. Lembre-se que a Airbus deu desconto de mais de 70% para fechas com a JetBlue. Então a briga nas negociações é grande.
      2) O que a Embraer provavelmente vê de bom em um acordo com a Boeing é nas negociações com fornecedores. Outro ponto seria na facilidade de financiamento, com juros melhores.
      Posto isso, o negócio com a Boeing ainda é válido.

  5. Será que a Boeing já sabia de.todas essas aquisições, levando em conta que cada nave vendida de um lucro de 10 ( dez ) porcento, veja quanto a Boeing está lucrando já com este acordo 80 x 20.

      • Aviação é um dos ramos mais ingratos, se trabalha muitas vezes no fio da navalha. Tem uma máxima que diz que a maneira mais fácil de vc se tornar um milionário é ser bilionário e abrir um cia aérea. Não é mesma coisa que ser fabricante de aeronaves comerciais, mas veja pela quantidade de fabricantes que existem hoje que não é uma atividade que estimule investidores privados a entrar no ramo. Abs.

    • Esse avião turbo hélice é somente um estudo. Pode até virar projeto, mas primeiro a Embraer terá de vender pesado seus E2.
      Seria oportuno que de fato surgisse algum projeto novo, porque com o término dos atuais projetos, a mão de obra altamente especializada irá ficar ociosa. E mão de obra ociosa nessa área é igual demissão.

  6. Caracas não está interessada em aviões da EMBRAER.
    Está interessada em investimentos chineses que estão voltando aos bilhões.
    Depois, quem sabe uns J-20 e COMACS?

  7. A tal “parceria”, “acordo” ou o que seja, subiu no telhado.
    Hoje a Embraer se desejar, faz algo como o 737-700 ou A-320, tem capability de sobra pra isso, todo mundo sabe, me parece que a Boeing quer mais é matar essa concorrência na fonte, do que realmente ter os aviões menores em sua carteira.
    Dispenso certos comentários, na real é isso mesmo, em no máximo 3 anos a Embraer põe um novo avião desse porte voando, tranquilo.
    Melhor dar um reset nesse negócio.
    Gostei mais ainda que uma empresa da Espanha vai comprar o E-195E2, ou seja, estamos dando baile dentro da casa da Airbus, é assim que se faz.
    Tem gente que acha que fabricar e vender aviões é igual pão, faz a massa, põe pra assar, vende e computa o lucro de imediato, nunca leram um livro de economia, para entenderem o significado de “curto e longo prazo” em um chamado “ciclo do produto”.
    É como começar a fabricar um transatlântico, vai demorar anos, décadas até ficar pronto e depois vender, em tese, durante esse tempo todo, esse transatlântico não estará dando o tal “Lucro”, pelo contrário, segundo tal ótica, dará prejuízo.
    Quem necessita de quem?? A Embraer necessita da Boeing realmente?
    E esse A-200 não compete no preço com os E2, a oferta da Airbus é criminosa, sem o crime do Dumping, não venderia, tem que ir pra OMC, e aplicar todas as retaliações comerciais autorizadas se for o caso.

    • Silvano… Menos, muito menos tá.
      Não se coloca um novo avião no mercado em três anos.
      Temos capacidade técnica, mas não temos a infraestrutura, os meios materiais e financeiros para isso. Não sozinhos, não agora.

  8. Ohhhh! O Brasil é tão bonzinho! Que fofo! Na Boeing se estouram champagnes. Sabe o que eles fizeram? Nada! O desespero seria muito melhor para o Take Over em negociata subserviente. Mas uma remessa de pão quente não é nada mau.

  9. Há um aspecto pouco comentado mas que parece ser bastante inusitado… Ao que parece a Embraer manterá por bastante tempo a produção de concorrentes entre si, os E e E2. As razões são claras, mercado norte americano, treinamento, etc… vantagens haverão e também desvantagens… mas o certo é que trata-se de situação um tanto não habitual. Terá sido considerada no plano de negócios do E2?

    • Dumont,

      Apenas o modelo E175-E1 é mantido e necessário para o mercado norte-americano porque o sindicato dos aeronautas da aviação regional americana não aceita aeronaves com MTOW maior (conforme o acordo sindical ora em vigor).

      O E175-E2 existe e é melhor, mas, por enquanto, não tem mercado nos EUA.
      As demais aeronaves, E190-E2 e E195-E2, não são para os voos “regionais”, pois têm capacidade maior de pax (97 e 120, em configuração de duas classes, respectivamente).

  10. É provável que as encomendas da cliente da Espanha sejam da Air Europa, que já é operadora dos E-Jets.
    Quanto aos 175 E2, a teor de outras matérias já postadas aqui no Poder Aéreo, seu futuro depende muito da questão envolvendo a cláusula contratual entre os sindicatos de pilotos dos EUA e as empresas aéreas de lá, por conta do peso da aeronave (me corrijam os foristas com maior conhecimento se eu estiver errado, por favor). E aí creio que o acordo com a Boeing possa ajudar de duas formas: pressão política para alteração do parâmetro de peso estabelecido na cláusula ou, num outro cenário e a depender da viabilidade e do custo x benefício/potencial de vendas, alteração do projeto (talvez com adoção de materiais compostos) para enquadrar o 175 E2 nos parâmetros fixados naquela cláusula.

  11. Porque alguém não posta os números da Embraer para gente tomar uma base?
    Quanto foi o lucro de cada setor da Embrear no ano passado?
    Quanto ela iria lucrar com esses novos pedidos ?
    E se esse novos pedidos tem mesmo relação com a JV ?

  12. Boas notícias para os acionistas da Embraer. Acredito que a Boeing tenha atuado nos bastidores para a concretização de Taís negócios. Caso isso não tivesse ocorrido, os acionistas já estariam se movimentando em sentido contrário. Torço positivamente que JV realmente se concretize e que não pare por aí. Aos antis, desejo muita sorte com os seus mimimis.

    • Não é JV, é compra direta, dos ativos e controle, em suma: Caracu.
      Tão pouco a Boeing tem algo a ver com essas vendas, pelo contrário, neste momento não interessa a ela ter uma Embraer forte.

  13. Filho, os acionistas já estão se movimentando, não está acompanhando as notícias? Não viu a queda do preço das ações e os processos que estão sendo movidos? Além do que,que comprar avião não é o mesmo que comprar pão, ou você acha que essa venda saiu de uma hora para a outra por interferência da boeing? Essas negociações levam meses e com certeza já estavam avançadas antes do anuncio do interesse da boeing. Eu acho que você deveria se informar antes de vir aqui com comentário desse tipo.

  14. O cliente de E-2 para a Espanha deve ser, provavelmente, a Air Europa, que já opera os E-JETS.
    No gancho do comentário feito pelo Marcov, creio que a união d Embraer com a Boeing pode ser benéfica ao 175 E2 nos EUA, seja para exercer alguma pressão política na alteração da cláusula contratual dos sindicatos de pilotos com as empresas. Num outro cenário mais radical, poderia a Boeing bancar, a depender da viabilidade e custo x benefício/potencial de vendas do 175 E2 nos EUA (maior mercado da Embraer), uma revisão do projeto para diminuição do peso da aeronave (uso de materiais compostos, por exemplo) e enquadramento nos parâmetros estabelecidos na cláusula contratual.

  15. A realização de tão bons negócios pela EMBRAER durante o Salão de Farnborought lança uma novo olhar sobre a real necessidade da Join Venture com a Boeing. Ainda que durante o mesmo uma nova companhia norte-americana, liderada por David Neeleman, tenha se comprometido a adquirir 60 A220-300, o antigo CS300, a julgar pelos termos pelos quais aviões semelhantes foram vendidos à Jetblue a Airbus/Bombardier longe de estarem lucrando estão praticamente pagando para entregar os aviões, algo que financeiramente não se sustenta a longo prazo e tampouco sobrevive ao crivo das regras sobre Dumping da OMC.

    Por seu turno, o desenvolvimento dos novos E-2 foi bem menos turbulento e custosos de forma que o retorno financeiro será bem mais rápido.

    Ademais, ainda que se prossiga na ideia de uma Joint Venture, a carteira renovada e robustecida de encomendas dos E-jets da EMBRAER permite que a mesma seja renegociada em termos mais vantajosos para a empresa brasileira especialmente no tocante à participação na mesma.

    • Pois então, meu amigo, o abacaxi está na mão da Airbus, deixa eles se estourarem pra lá, tendo que dar esses descontássos e irem acumulando prejuízo.

      Esta Joint Ventura, na forma como está sendo acordada, é um absurdo de ante do potencial e das capacidades da Embraer. Parceria ganha-ganha é fifty-fifty (50-50) e não 80-20. Quem tem que remar é a Boeing, não a Embraer.

  16. “Fenômeno Jet Blue”

    Queiramos ou não de agora em diante a EMBRAER terá que lutar contra a AIRBUS.

    Se nada for feito, daqui a 5/10 anos terá que lutar contra a AIRBUS e a BOEING…

    São por essas e outras que as discussões sobre a venda ou não venda da EMBRAER para a BOEING são muito mais complexas do que as simples “paixões” que estão sendo externadas por uma série de pessoas.

    Podemos manter em “Terras Brazilis” essa reserva de conhecimento, porém por quanto tempo essa reserva de conhecimento conseguirá sobreviver a disputas comerciais não tão “limpas” como a que aconteceu com a “Jet Blue” (vale a pena lembrar que a Jet Blue é a “Mãe” de nossa AZUL, uma das maiores operadoras da EMBRAER no Mundo).

    Tudo muito complexo, como aquele velho dilema: “queremos ser a cabeça de uma sardinha ou o rabo de um tubarão?

    • Ricardo, até pode haver a Join Venture mas depois dos números do Salão de Farnborought e da informação do desconto de 72% dado pela Airbus à JetBlue os percentuais de 80% para a Boeing e 20% para a EMBRAER não se sustentam.

  17. Semana passada falei aqui em outra matéria que o avião do mercado americano é o 175 nas Empresas Connect que fazem as conexões da American e da Delta. Embraer segue firme e forte como sempre.

  18. Gente, vamos entender uma coisa: fabricantes e airliners concentram anúncios de pedidos em grandes feiras desde o tempo de Cabral. Podem ter certeza que não houve “fato novo” para a Boeing ou Embraer. Isso não é ão muda significativamente nada nos parâmetros da negociação. Apenas os ajustes pós due-diligence do valor a ser pago por ação. Mais receita e caixa, mais valor. Só.

    Os motivos estratégicos que levaram as empresas à mesa não se alteram com esses pedidos, pois não olham unicamente os exercícios de 2019 ou 2020. Principalmente do lado dos acionistas da Embraer (lembrem que eles existem e são investidores, não beneméritos…). Na conta deles, que é a que interessa, entre realizar o potencial de valor das ações agora, ficando sócios minoritários de um projeto maior e mais sólido, e as incertezas com o concorrência da Airbus, novos entrantes, falta de novos nichos pouco explorados para estratégia de crescimento e de novos projetis que garantam o time de engenharia nos próximos anos, eles escolheram a JV com capitalização. E garanto que não será “barato”. Será o que a única compradora do mercado pagaria, suficiente par que os acionistas aceitem. É a vida. São os negócios.

    Eu também gostaria que fosse a Embraer comprando a Boeing. Mas, por óbvio, não é. Resta ao governo, com a golden share, tentar negociar as melhores condições possíveis sobre produção local, empregos, desenvolvimento de fornecedores e comprometimento com eventuais interesses da FAB. Mas o governo não é dono!

    Tem candidato a presidente fazendo mimimi e mandando cartinhas às empresas. Oras! Isso cheira a negociação de facilidade$$$… “olha aqui, eu posso melar depois…”. Se é, como alguns dizem, lesivo ao país, com valor de mamata e se “conosco ninguém podosco”, já avisa que vai reestatizar de uma vez. Uma mina de ouro dessa, imbatível aos concorrentes… põe logo embaixo do braço do estado! Porque associar com a Boeing é nessa base que está aí. Se não tá bom, é só cobrir a oferta aos acionistas pelo preço de mamata que tem gente falando, e pronto! Mas aí…

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