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Infográfico: Caças a jato dos Estados Unidos da América – 1945 a 2015

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AEL Sistemas

Os aviões de combate dos Estados Unidos da América continuam na liderança tecnológica

No infográfico acima de autoria de u/numante, podemos relembrar a evolução dos aviões de combate americanos que marcaram a História da Aviação Militar.

Apesar do desenvolvimento tardio da propulsão a jato nos Estados Unidos da América, o desenvolvimento dos caças a jatos americanos alcançou números muito superiores aos produzidos na Europa Ocidental.

Como grandes vencedores da Segunda Guerra Mundial, os EUA continuaram a desenvolver sua indústria aeronáutica e defesa durante a Guerra Fria sempre buscando manter a liderança tecnológica diante dos equipamentos produzidos pela União Soviética.

Em várias guerras localizadas, aviões de combate produzidos pelos EUA e pela URSS entraram em combate, como na Guerra da Coreia e na Guerra do Vietnã, além das Guerras Árabe-Israelenses.

O aprendizado absorvido nesses conflitos serviu para aperfeiçoar continuamente a tecnologia dos aviões de combate americanos. A indústria aeronáutica dos EUA foi pioneira em muitos avanços tecnológicos, como o voo supersônico, fly-by-wire, stealth, entre outros.

Os aviões de combate americanos ainda continuam sendo o “benchmark” pelo qual são medidos os aviões produzidos no resto do planeta, mas aos poucos o “gap” tecnológico tem sido reduzido pela Rússia e China.

58 COMMENTS

  1. “mas aos poucos o “gap” tecnológico tem sido reduzido pela Rússia e China.”

    Particularmente eu discordo! Não há nada de inovador nos projetos do Su-57 e J-20 que justifique uma suposta redução do gap tecnológico, especialmente em relação ao F-22 a despeito do caça da LM ter entrado em serviço há 13 anos.

  2. fabricou os melhores em todas as décadas desde a segunda guerra,mas estranhamente,está tendo dificuldades com os f-35,e já que produziu o f-22 que é superior aõ 35.E estranho no mínimo,os americanos não só sabem produzir caças ,mas submarinos, enfim tudo só que seus custos num projeto são carrissimos.

    • E a Suécia? Que também produz de tudo um pouco? Caça(s), submarinos, navios de guerra, radares, mísseis. Com um PIB bem pequeno…

  3. Alexandre Galante.
    Você lembra daqueles infográficos da revista Flap? Aqueles pôsteres, aviação da marinha brasileira, aviação comercial, indústria aeronáutica brasileira, etc?
    Acho que tenho todos, seria interessante publicar o mais interessante deles, aviões da FAB 1980 (?).

    • Roberto, se você puder me enviar uma foto em alta resolução do poster dos aviões da FAB de 1980, ficaria muito agradecido. Eu consegui uma imagem dele, mas a resolução não está muito boa. Abração!

      • Colei com Durex na parede do meu quarto. Certa noite caiu em mim e me assustou. Também havia o da aviação naval e aeronaves comerciais.

      • Achei. Todos eles.
        Amanhã mesmo envio o arquivo.

        P.S. Mando também uma foto extra, bem interessante, sobre o F-5E da FAB, que poucas pessoas conhecem.

          • Caso ainda voce leia esses comentarios.
            Eu havia mencionado uma rara foto do F-5E da FAB.
            E uma foto dele com o nariz de reconhecimento, eu ia tambem mandar um texto falando sobre a foto e o assunto.
            So que pesquisando na net, achei material de um sujeito que contava toda a historia com todos os detalhes!
            Portanto, achei por bem nao mandar.

  4. super show o post, pode continuar postando em alta resolução – inclusive outros infográficos. prometo imprimir todos em formato grande.
    Dispenso o papo do “gap” – Rússia e China…? faz favor né?

  5. Farei melhor, quando encontrar os pôsteres, levo até uma gráfica e peço para escanear e lhe mando o arquivo.
    Até lá, é melhor retirar a figura, pois pode haver um esgotamento do assunto.

    • Detalhe que os americanos não sofreram com os efeitos da II GM dentro do próprio território (com a ressalva das ilhas do pacífico) e saíram fortalecidos da guerra.

      Além disso, apenas 2 ou 3 países europeus mantêm a produção constantes de aviões de combate. A população destes somada é inferior à americana.

  6. Seria legal ver mais um poster desses com aeronaves de ataque/bombardeio. Realmente, não entendo o que o F-111 está fazendo ali. De ‘F’ só a designação mesmo.

  7. Amigos,
    .
    Todos os aviões de ataque norte-americanos estão fora da lista.
    São, na verdade, outro tipo de aeronave de combate.
    .
    Todos os A, de Attack assemelhados à caças:
    – Douglas A-1 Skyraider;
    – Douglas A2D Skyshark (não prosperou e era feio…);
    – Douglas A-4 Skyhawk;
    – Ling-Temco-Vought (LTV) A-7 Corsair II;
    – Northrop YA-9 (preterido pelo A-10);
    – Fairchild Republic A-10 Thunderbolt II.
    .
    Todos os A, de Attack assemelhados à bombardeiros:
    – Douglas A-3 Skywarrior;
    – North American A-5 Vigilante;
    – Grumman A-6 Intruder;
    .
    P.s.:
    As aeronaves de ataque (ATTACK) norte americanas também eram (algumas ainda são) incríveis.
    Do pequeno e ágil A-4 ao poderoso e veloz A-5, são soluções impressionantes e que poderiam estar voando ainda hoje em várias forças aéreas ao redor do mundo.
    .
    Sds.,
    Ivan, o Antigo.

  8. No geral os caças a reação americanos são mais bonitos que os europeus.
    .
    O F-5 mostrado como lançado em 1962 é o E e não o A, e o “F-5 II/III” mostrado é o III (F-20). Juntaram 2 versões distintas numa só.
    .
    Se tem F-105, F-111 e AV-8 podia ter o A-4.

    • Delfim,
      O F-5E não é de 1962. O perfil e a data (1962) são do F-5A
      O F-5E (Tiger II) é o de 1975, e o perfil está correto, totalmente diferente do perfil do F-5G, depois renomeado F-20. A denominação Tiger III é para Tiger II modernizado, esse sim na minha opinião um erro no infográfico.
      Acho que as datas se referem às primeiras entregas de série (os primeiros voos de protótipos foram anos antes nos dois casos).

        • Delfin,
          Tem avião de ataque com prefixo F e caça com prefixo A. rsrs
          O AV-8 original eu reconheço que era basicamente um avião de reconhecimento, apoio tático e interdição, tanto é que nem foi colocado no gráfico, mas a partir do Harrier II ficou claro que ele seria multirole, também com função de caça diurno, claro, com as deficiências de não ter um radar como os Sea Harrier. Ele saia em missões só com armas ar-ar (mísseis Sidewinder).
          Essa deficiência só foi resolvida no USMC com o Harrier II Plus, que incorporou o radar do F-18 e mísseis amraam.

  9. De todos os aviões à jato que estão ae, o mais impressionante é o Harrier na minha humilde opinião! o fato de fazer um motor direcionando sua exaustão para quatro bocais direcionáveis já demonstram isso e o F-15 é indiscutivelmente “The best!”. Nem o F-22 na minha humilde e ignorante opinião supera o “Strike Eagle”.

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