domingo, maio 9, 2021

Gripen para o Brasil

Força Aérea do Iraque recebe mais jatos KAI T-50IQ

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

KAI T-50IQ

A Força Aérea Iraquiana publicou imagens dos KAI T-50IQ que chegaram ao Iraque em suas contas de mídia social. Com base nos números de série mostrados nas fotos, pelo menos seis jatos foram entregues.

O Iraque começou a receber os aviões de combate T-50IQ da Coreia do Sul em 2016.

O país encomendou 24 caças de ataque leve com base no treinador supersônico da Korea Aerospace Industries (KAI) T-50, com entregas previstas para serem concluídas em 2017. O pedido, incluindo o treinamento, foi avaliado em US$ 1,1 bilhão, mas a KAI diz que apoiará as aeronaves ao longo 20 anos, também contratados, com receita total além de US$ 2 bilhões.

Embora a aeronave do Iraque seja designada T-50IQ, um funcionário da indústria diz que a aeronave é do projeto da variante de ataque leve FA-50 da família T-50. Propulsado por um único motor General Electric F404, o T-50 é um concorrente para o requisito de treinador T-X da Força Aérea dos EUA.

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Andrei

Ate Iraque comprando aviões e Brasil nesta penúria para terminar submarino, comprar fragatas e 36 caça, que por sinal ainda são poucos mais é um alento.

Clésio Luiz

Sei não, mas acho que se o coreanos desenvolvessem uma versão monoposta o T-50, estariam vendendo mais aeronaves. Poderia até mesmo ser com o mesmo canopi, só trocando o assento por aviônicos e combustível, como fizeram com o Sukhoi Su-22, Mitsubishi F-1, MiG-29M-2 e o nosso A-29A.

Nonato

E aí?
Os pilotos afegãos não conseguem usar armas inteligentes nem operar à noite.
E os pilotos iraquianos conseguem?

Tiger 777

Menos Andrei…
Querer comparar jatos de treinamento, com os nossos Gripens ė forçar a barra.
Com relação aos Subs ė questão de orçamento, ok ( sou analista orçamentário). Tudo depende da situação. O Brasil por enquanto não tem inimigos, já o Iraque precisa de armas logo pra enfrentar os loucos do ISIS e Cia. Ltda.

M.Silva

Um país devastado por guerras e já faz suas compras – olhem as boas condições das instalações! Tiger 777, basta ficar sem cerca que os invasores aparecem. É bom manter boas defesas mesmo sem termos inimigos declarados (inimigos não-declarados, já os temos – globalistas e governos que bancam ONGs que interferem na nossa política e forçam a entrega de terras a índios e a instituições estrangeiras, sabotagens do agronegócio, “direitos humanos” que já viraram privilégios humanos para bandidos, desperdício de verbas em “políticas e programas sociais”, certas “democracias populares”, etc). Quando o EB virar uma polícia de fronteiras, a MB… Read more »

Clésio Luiz

Off Topic:
.
Israel troca novo lote de F-35 por um de F-15:
https://www.haaretz.com/israel-news/israeli-air-force-leaning-toward-f-15-over-f-35-for-next-acquisition-1.5769565
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RAF quer aposentar 16 Typhoon bipostos para economizar U$1,13 bilhões:
http://www.janes.com/article/77413/raf-to-scrap-twin-seat-typhoons
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Su-27 voa a 1,5m de um EP-3 da USN:
https://edition.cnn.com/2018/01/29/politics/russia-jet-us-navy-black-sea/index.html

Ivan

Clésio Luiz, . “…se o coreanos desenvolvessem uma versão monoposta…” . Korea Aerospace Industries – KAI planejava desenvolver uma versão pura de caça leve, seria o F-50 monoposto e monoturbina, porém usando uma versão da General Eletric F-414, semelhante aquelas usadas no Super Hornet e Gripen NG. Mas foi cancelado em favor do programa KF-X, maior e mais capaz. . Por outro lado existem versões bipostas razoavelmente bem armadas, que parecem ser muito úteis como foi no passado os Alpha Jets, Hawks e até mesmo os Fouga Magister. O T-50IQ é derivado do FA-50, que é essencialmente uma avião de… Read more »

Delfim Sobreira

Clesio Luiz.
O biposto atinge 1,5 mach. O monoposto poderia atingir até 1,7 mach com melhor aerodinâmica, e com maior capacidade de combustível teria maior autonomia.
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FA-50 biposto, em 2011, de acordo com o Wiki, saía da prateleira por US$ 30 milhões. E provavelmente com hora de voo mais barata que o F-39.
.
Para quem é feliz com F-5 e não precisa de coisa muito melhor e/ou não pode pagar, é o substituto perfeito. Mas para o Brasil é pouco, como o F-5 é.

Ivan

Sobre o Folland Gnat e HAL Ajeet:
http://airvectors.net/avgnat.html

Clésio Luiz

A intenção seria concorrer no mercado internacional de caças, não fazer algo para a ROKAF. Um monoposto, usando o mesmo canopi, fuselagem frontal e eletrônicos do FA-50 biposto seria mais barato de produzir, mais leve e com maior alcance. Na minha opinião de pitaqueiro de poltrona venderia bem.
.
Mas obviamente a KAI tem gente letrata estudando o mercado, e pode muito bem ter acontecido de que após uma consulta com potenciais clientes, o interesse gerado não justificaria o investimento na criação de tal versão monoposta. Então ficamos apenas nas conjecturas.

Walfrido Strobel

Clésio Luiz, a KAI estudou o mercado e chegou a conclusão de que um F-50 com radar AESA e capacitado ao BVR não é o que querem seus clientes, para isso tem o F-16E/F e o Gripen E/F e os clientes do projeto T-50/FA-50 querem um biplace que possa ser utilizado na conversão, mais barato e o motor atual com radar EL-M 2032 e canhão 20mm, sidewinder e maverick dão conta das necessidades de formação e patrulha como “Lo” dos países mais capacitados ou primeira linha de Forças Aéreas como as Filipinas de baixo orçamento. Conforme postou o Ivan, para… Read more »

Silva

OFF TOPIC

“Rival japonês da Embraer sofre primeiro revés com cancelamento de pedidos”

http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/rival-japones-da-embraer-sofre-primeiro-reves-com-cancelamento-de-pedidos_3764.html

Parece ser uma boa notícia para a Embraer, esse cancelamento de um pedido firme de 20 MRJ90 para a Eastern Air Lines. O cancelamento é provável que seja devido aos inúmeros atrasos no cronograma do projeto MRJ90.

Delfim Sobreira

Clésio.
Um forte rival para o J-17.
Faria sucesso na América Latina e África.
Com aviônica e armamento israeli serviria para a Argentina, burlando veto britânico.
Dizem que pode receber AESA Elta-2052.
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Se em caso de faltar $$$ para além do lote inicial de 36 F-39, seria uma opção de baixo custo para completar os 108 caças a reação da FAB ? Conjecturas…
.
Olha o LIFT maldito !

Renato B.

Delfim Moreira, logo vai aparecer alguém sugerindo o sueco como caça “High” e o coreano como “Low”

Walfrido Strobel

Renato B., parabens, uma boa sugestão, fazer como o Iraque que tem F-16C/D novos como “Hi” e os FA-50 cono “Lo”, além dos L-159 Alca como Ataque onde usamos o ST.
Ou vc espera que comprem muitos F-39 para repor os F-5M que serão substituidos em Manaus, Canoas e Santa Cruz até 2030, prcisarão outros 36 para equipar cada esquadão com 12 unidades, haja bilhões de dólares.

Tiger 777

Post do Clésio sobre a retirada dos Typhoons, mostra que não tá fácil pra ninguém…

Ivan

Clésio e Walfrido, . Como escrevi antes, gosto do conceito de ‘Caça Leve’. Mas acredito que F-16 e JAS-39 qualquerletra ultrapassaram um pouco o que seria realmente leve e affordable para forças aéreas de países com menos recursos como nosso vizinhos Paraguay e Uruguay (só para dar uma referência próxima). . Talvez – apenas talvez – o projeto do F-50 com motorização reforçada (GE F414), monoposto, radar AESA e outros recursos mais tenha deixado seu custo – consequentemente o preço mínimo – muito alto para o mercado, comparando com aeronaves já disponíveis (F-16 A/B/C/D e Gripen A/B/C/D usados) ou entrando… Read more »

Clésio Luiz

Off Topic importante:
Eis o vídeo do Flanker “tirando tinta” do EP-3. Foi postado num canal da USN, mas parece computação gráfica:

https://www.youtube.com/watch?v=uC_joSQzYcs

Delfim Sobreira

Renato B
Sim, eu já brinquei de fazer hi-low com F-39 e FA-50.
Dá para comprar 3 FA-50 pelo preço de 1 F-39. Então pelo preço de 108 F-39 se compra 72 F-39 e 108 FA-50, totalizando 180 caças supersônicos na FAB. Suficiente para apavorar a vizinhança.
.
Se dobrar a linha logística valeria a economia ou ter mais caças é que são elas.

Renato B.

Delfim e Walfrido, concordo que no final das contas é tudo uma questão de custo x benefício. Só acho que essa dobradinha já seria o peso leve junto com o peso mosca.

Walfrido Strobel

Renato B., é o que cabe no orçamento de Forças Aéreas como a nossa ou do Iraque. Não adianta sonhar com mais de 100 F-39 e daqui a uns anos terá que ser encomendado mais caças para repor os F-5 que devem voar só até cerca de 2030, com vários parando antes disso. Uma modernização como a que sofreu os F-5 normalmente é feita para poder ser voado cerca de 15 anos, inclusive é isso que Israel promete também para os F-16 usados modernizados que está vendendo. Portanto no final do próximo governo devetá ser escolhido um substituto para os… Read more »

Ronaldo de souza gonçalves

O Brasil deva sim ficar com os 36, e ir encomendando lotes de 12 em doze para ir substituindo o f-5,lembre-se que a tendência que os f-35 vão ficando mais barato e se EUA liberar para nós,quem sabe mas partir pro coreano que daqui a 10 anos estará obsoleto,só nos atrasará em acompanhar as grandes potencias.Sem poletizar mas se comprássemos no primeiro fx os Miragem 2000 estaríamos com um baita abacaxi na mão, é só restaria ficar refém dos franceses e ir de rafaeles.é mesmo se opta-mos pelo f-18 estaríamos reféns dos EUA,pois o mesmo não liberaria o f-35.Foi sorte… Read more »

Gideon

Essa idéia de ter 180 caças além de dobrar a linha logística praticamente dobra o custo de operação também, afinal são mais oitenta aviões e mais oitenta motores etc… A melhor opção no FX2 era o JAS 39 e continua sendo, o Brasil vai contar com a linha de montagem dele em solo nacional e é bom continuar comprando afinal muito desse dinheiro vai ficar no país em forma de emprego. Os caças vão sendo comprados e vão substituindo os F5 gradualmente, não precisa de cem caças antes de 2030 para isso, a metade disso já faz o trabalho dos… Read more »

Gideon

Outra coisa: vocês sempre comentam sobre os EUA “liberarem” o f35, será que caso o governo brasileiro chegasse lá querendo comprar eles recusaram? Depois de todos os problemas eles estão dispensando clientes assim mesmo?

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