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Argentina recebe primeiros treinadores T-6C+ Texan II

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A Força Aérea Argentina (Fuerza Aérea Argentina, FAA) recebeu os primeiros turboélices de treinamento e ataque de leve no final de setembro, de um lote de 24 Beechcraft T-6C + Texan II.

As primeiras quatro aeronaves, contratadas em abril, partiram das instalações da Textron nos Estados Unidos para a Argentina em 28 de setembro, anunciou a FAA em sua página no Facebook.

Em agosto de 2016, o Departamento de Estado dos EUA aprovou a venda de até 24 aeronaves T-6C+ para a Argentina, no valor estimado de US$ 300 milhões. A FAA empregará a nova aeronave para substituir os velhos Embraer EMB-312 Tucano, dos quais apenas alguns permanecem em condições de voo.

Durante a aprovação anunciada e o contrato subseqüente, assumiu-se que os T-6C+ substituiriam os Pucará da Fábrica Argentina de Aviones (FAdeA) nos papéis de contra-insurgência e ataque leve. No início de abril, o chefe da FAA, Brigadeiro General Amrein, descartou esse cenário, dizendo ao Jane’s que o Pucará não seria substituído “já que é um avião que tem outros benefícios para a Força Aérea”.

FONTE: Jane’s

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camargoer
3 anos atrás

Ontem o Cel.Nery fez um comentário duro mas correto. A Embraer errou ao descontinuar o T27 que resultou no sue fim. Não existe alternativa para modernizar as atuais células nem substitui-las por um T27B. Quando acabar, acabou.

Gustavo
Gustavo
3 anos atrás

Ao contrario do Brasil que se nega em ver a necessidade de um LIFT, a Argentina tem a escada perfeita para seus pilotos sendo montada.
T6C + FA 50 e futuramente algum caça de alto desempenho.

Gustavo
Gustavo
3 anos atrás

Obviamente, sem mencionar o PAMPA 3 nessa história toda.

Tallguiese
Tallguiese
3 anos atrás

Agora eles tem algo para treinar!

Paulo Jorge
Paulo Jorge
3 anos atrás

Alguém sabe pq o ST foi preterido?

Nunão
Nunão
3 anos atrás

Paulo Jorge, os argentinos já têm há tempos um avião de contra-insurgência e ataque leve próprio, o turboélice bimotor Pucará, o qual está num interminável processo de modernização e remotorização – mas enfim, ainda não desistiram dele.
.
Já para o treinamento especializado de pilotos de caça, também têm um avião próprio, o jato leve Pampa.
.
O que precisavam é de um treinador básico/ avançado (tarefa da categoria do Tucano, não do Super Tucano) para pilotos recém-saídos da fase primária da instrução, e nessa categoria não se encaixa o Super Tucano.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
3 anos atrás

Sim… Porque queriam um treinador. Por isso.

Nunão
Nunão
3 anos atrás

Paulo Jorge, fiz um comentário um pouco mais longo pouco antes do Luiz Fernando pra dizer basicamente a mesma coisa. Mas o anti-spam mordeu o comentário, acho que o aiatema não gosta quando tem muito “tucano” num mesmo parágrafo rsrsrs. Espero o Galante liberar o comentário logo que possível.

Antonio de Sampaio
Antonio de Sampaio
3 anos atrás

Paulo Jorge 2 de outubro de 2017 at 11:57
O atual governo argentino é anti Brasil e 100% pro USA, apenas isso.

Walfrido Strobel
3 anos atrás

12 T-6C substituirão os T-27 da instrução avançada e 12 T-6C substituirão os AT-27 de interceptação de voo ilícito ao norte da Argentina, como ja usamos nor terceiros antes do A-29.
O Peru, Colombia e Argentina usam os T-27 armados, semelhantes ao nosso AT-27, porem não usam a designação AT-27, usando T-27 para a versão armada ou não.
Os Pucará ainda vão voar mais um tempo e o Pampa é o avião usado para formar caçadores, suas utilizações não serão afetadas pelos T-6C.

Renan
Renan
3 anos atrás

Achei legal o fato de terem vindo voando. Foi assunto mto discutido na página da FAA. Mtos vídeos legais também foram feitos. (Tinha comentado isso na postagem sobre o T-6 mas aparentemente foi deletado…)

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
3 anos atrás

Gustavo, por que você AFIRMA que a FAB necessita de um LIFT? Você é caçador? Instrutor em algum Esquadrão de primeira linha? Porque, pra mim, só os Oficiais de Operações das UAE de primeira linha podem afirmar isso. Servi 7 anos em Anapolis, e nunca ouvi o S-3 do 1° GDA afirmando isso… Mas você deve saber de algo que não sabemos ou percebemos.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
3 anos atrás

Nada demais em vir voando. Em 2000 trouxe um Grand Caravan dos EUA pra Manaus.

Renan
Renan
3 anos atrás

De fato nada demais. É mais curiosidade pessoal. Sou piloto privado por lazer e gosto de ver a galera contando de trazer aeronaves dos EUA. Curiosidade de inexperiente. Sempre uma aventura.

igortepe
igortepe
3 anos atrás

Rinaldo Nery, o futuro piloto de caça da FAB, vai sair do Super Tucano, e ir direto para um F5 ou F39?

Luiz Fernando
Luiz Fernando
3 anos atrás

Sim, vão sair direto sim. Lembre que também teremis simuladores e, além disso, Gripen biplace.

Nunão
Nunão
3 anos atrás

Igortepe, no caso do F-5, há vários anos que os tenentes da Aviação de Caça da FAB, após acumularem centenas de horas no Super Tucano nos esquadrões do 3º Grupo de Aviação, vão direto para o F-5M, numa transição em que cada tipo de missão é treinada em horas de simulador, voo no F-5FM e depois voo no F-5EM.
.
Eu mesmo, junto com o Galante, realizei matéria sobre esse tema para a revista Forças de Defesa há alguns anos, incluindo entrevista com instrutor de F-5M e aluno recém-saído de A-29.

Nunão
Nunão
3 anos atrás

E vale ressaltar que o Gripen é muito mais fácil de pilotar, devido aos comandos Fly-by-wire, do que o F-5, especialmente o pouso, que é feito em velocidade relativamente alta e perdoa poucos erros. O Gripen, pelo que pude atestar em simuladores da Saab mais de uma vez, é muito mais dócil. . Quanto à pilotagem em si (não estou falando da complexidade do combate aéreo e dos sistemas de armas), a passagem do Super Tucano para o Gripen promete ser muito mais suave do que atualmente, para o F-5, cuja pilotagem é mais manhosa e arisca. . Outra coisa,… Read more »

Paulo Jorge
Paulo Jorge
3 anos atrás

Obrigado a todos pelas explicações.
Só fiquei na dúvida do porque deles não terem tentado negociar uma versão “capada” do ST que iria satisfazer as necessidades de treinador básico do mesmo modo a um custo nem tão dispare.

Sds

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
3 anos atrás

Paulo Jorge, entendi que você está se referindo a um possível substituto para o T-27, para instrução na AFA. Porque formação de Líder de Esquadrilha de Caça, que é realizada nos Terceiros, não é instrução básica.

camargoer
3 anos atrás

Olá Nunão e Cel. Nery,
Seria razoável pensa que após a chegada dos Gripens, a FAB teria que pensar em um upgrade do A29 para um painel digital?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
3 anos atrás

Uai! Mas já é full glass cockpit!

camargoer
3 anos atrás

Olá Cel.Nery
Talvez a melhor pergunta seria em relação ao software, se haveria um upgrade da interface para aproximar o A29 do F39? E obrigado pela resposta.

camargoer
3 anos atrás

Caro Cel.Nery, Quando vejo o cockpit do A29, do F5M e do A1M, dá para perceber uma uniformização do layout e provavelmente, dos procedimentos (isso talvez o Cel.Nery saberá comentar). Por outro lado, parece que o Gripen será bem diferente do A29. Por isso minha dúvida sobre a possibilidade de aproveitar o momento de um upgrade do A29 para torna-lo mais próximo ao F39. O que acha?

Juarez
Juarez
3 anos atrás

Rinaldo Nery 2 de outubro de 2017 at 16:00 Gustavo, por que você AFIRMA que a FAB necessita de um LIFT? Você é caçador? Instrutor em algum Esquadrão de primeira linha? Porque, pra mim, só os Oficiais de Operações das UAE de primeira linha podem afirmar isso. Servi 7 anos em Anapolis, e nunca ouvi o S-3 do 1° GDA afirmando isso… Mas você deve saber de algo que não sabemos ou percebemos. Cel, tavez ele esteja pensando o que eu e muitos outros graxeiros sabem a muito tempo e vocês simplesmente fazem cara de paisagem, com todo o respeito… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
3 anos atrás

Só se instalar o WAD no A-29. O A-29 chileno simula o APG-66 do F-16. Talvez poderia ser implementado algo semelhante.

Rommelqe
Rommelqe
3 anos atrás

Prezado Camargoer: essa hipotese que vc aventou – quanto a fazer um up-grade das interfaces dos paineis do A-29, para tornar nosso treinador mais proximo do F-39E – me parece bem pertinente. Mas entendo que o WAD do Gripen tem em suas principais finalidades possibilitar um otimo desempenho em combate, graças à centralização, no IHM de tela unica, de dados processados em redes complexas e oriundos de varias aeronaves e de instalaçoes em solo. Por isso, na minha opinião, os WADs empregados na instruçao de alto nivel seriam aqueles dos bipostos e de simuladores em terra. Isso devido, talvez e… Read more »

camargoer
3 anos atrás

Caro Rommelqe e Cel.Nery Obrigado pelas respostas. Penso que tecnicamente seria possível instalar um WAD no A29 que oferecesse a mesma interface do Gripen, de tal modo que os pilotos nos 3/ já operariam o A29 em um ambiente integrado. Pode ser uma vantagem tanto para o treinamento daqueles que irão para o Gripen quanto para a integração das operações da FAB no futuro por meio de um poderoso datalink. Por outro lado, não sei avaliar o custo ou o benefício desta modificação nos A29. Como bem colocado pelo Rommelqe, talvez seja possível qualificar os pilotos apenas com o F39F… Read more »

Walfrido Strobel
3 anos atrás

Camargoer, imagine o custo para se modernizar os A-29 para o padrão do F-39 nestes tempos de vacas magras.
Acredito que em simulador possam fazer toda a adaptação necessária, lembre do F-35 que nem versão biplace tem, todo o curso e adaptação ao novo cockpit é feito em simulador, hoje com alguns pilotos vindo do T-38.

camargoer
3 anos atrás

Olá Walfrido. Não discordo que esta modernização seja cara nem ignoro que a crise que nos assola. Por outro lado, não se faz planejamento futuro considerando o fundo do poço. Como diz Quintana, eles passarão e nós passarinho.. riso. Claro que os A20 ainda terão muitas horas de vôo antes de passarem por uma modernização de meia-vida, que irá ocorrer em algum momento, mas não é agora. É razoável imaginar que nos próximos anos a FAB avaliará os procedimentos de preparação dos pilotos para o F39 a partir do A29 e saberá ajustar o que for preciso.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
3 anos atrás

Camargoer, lembro que os A-29 já possuem data link.
Juarez, o trem do F-5FM na BASC não baixou porque o avião já passou da data de aposentar. E, by the way, vai voltar a voar. E a FAB não vai mudar a atual sistemática. É isso aí : do A-29 pro Gripen. E ninguém vai quebrar ou morrer por isso. O que vai faltar é uma centrífuga, pois os larápios da DIRSA que compraram aquela na França e não instalaram não foram presos.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
3 anos atrás

E outro detalhe: não conseguir pousar um avião só porque aproxima com 150 KIAS? Devolve o distintivo de caçador. O E195 aproxima com 150 KIAS com flapes 5, peso de pouso de 44 ton e copiloto novinho manicaca de aeroclube, com 200 horas totais, pousa sem quebrar.

Juarez
Juarez
3 anos atrás

Cel, desculpe não tem nada a ver. O Mike é muito ruim de final, o senhor sabe muito bem disto. em uma Cruzex em na BANT, uma major aviador do 14 com 700 horas de Xavante nas costas e mais não seis quantas de F 5 tomou um totó do vento, quebrou o trem e longarina inferior. Cel, o senhor piloto de 195, e acho que o senhor não faria um comparativo destes, pois o F 5 literalmente uma pedra caindo em relação a toda aquela área de asa do 195. Sabe porque ele pode voltar a voar, porque é… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
3 anos atrás

Juarez, eu estava naquela CRUZEX e presenciei o ocorrido. O Tenente pegou uma windshear na final, e ninguém teria escapado duma situação daquelas. Fizeram o telhado do novo terminal de Parnamirim no formato de uma asa, jogando todo o vento pra cabeceira 16. Foi azar militar. Pouso brusco acontece com qualquer um em qualquer avião. E o E190/195 não tem asa suficiente para o tamanho e peso dele, o que foi corrigido com a nova asa do E2. Eu quase quebrei um em SINOP, logo depois do solo. Continuo afirmando que não teremos problemas.

Caçador Cometa
Caçador Cometa
3 anos atrás

igortepe “Rinaldo Nery, o futuro piloto de caça da FAB, vai sair do Super Tucano, e ir direto para um F5 ou F39?” Caro igortepe, temos pilotos de F-5 atualmente, que estavam voando o T-25 um ano antes! E ninguém placou pouso no ano seguinte. Por que? Porque estavam voando grandes quantidades de horas e com uma frequência de voos muito boas. Obviamente já eram Pilotos de Caça quando chegaram para ministrar instrução na AFA e depois iriam prosseguir na sua progressão operacional dentro da Aviação de Caça. Ou seja Juarez, o que realmente conta e importa é a experiência… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
3 anos atrás

Caçador Cometa, estava em Anapolis quando o Rubens chegou de Boa Vista, onde voava AT-27 e fez o curso do F-103 com um pé nas costas. Hoje é comandante de A320 na Avianca.

Caçador Cometa
Caçador Cometa
3 anos atrás

Cel, quando eu era Cadete no meu 1° ano na AFA, o então Cap Rubens foi comandante da minha turma. Não faz muito tempo. Sou um ano mais antigo que o filho do Sr, o conheço desde BQ.

sergio ribamar ferreira
sergio ribamar ferreira
3 anos atrás

Cel. Rinaldo. Perguntas de um entusiasta. Não seria prudente o aviador passar para as seguintes fases.. A29ST, A1 M e F5 M para se ganhar experiência? E quanto ao intercâmbio com outras forças que possuem aeronaves de desempenho dentro do mesmo raciocínio? Exemplo esdrúxulo: Pucará, Pampa III e F5M seguindo a ordem ou com outras forças aéreas mais avançadas(Itália, EUA,…)?Desculpe e Grande Abraço.

jorge Alberto
jorge Alberto
3 anos atrás

Cel. Rinaldo, perdoe a ignorancia deste pobre escriba… Mas ficar nas trevas eh mais vergonhoso do que perguntar! Entao: Que “diferenca” eh essa que dizem existir, quando da transicao de um piloto, de turbo helice para um jato?
.
Leio sobre isso desda epoca da introducao dos ME-262…
.
Isso ainda se sente ao sair de um A-29 para um “Mike”? Pq?
.
Obrigado!

Juarez
Juarez
3 anos atrás

Caçador cometa, aí que está, não se pode pegar um tenentinho 350 horas de ST e jogar o cara num cockpit de um Fox ou quiçá de uma NG, vai dar merd… como está dando e só não mais porque estão voando quase nada.

G abraço

Juarez
Juarez
3 anos atrás

Rinaldo Nery 3 de outubro de 2017 at 21:00

Caçador Cometa, estava em Anapolis quando o Rubens chegou de Boa Vista, onde voava AT-27 e fez o curso do F-103 com um pé nas costas. Hoje é comandante de A320 na Avianca.

Pois é Cel, mas este aí provavelmente voou Xavante e chegou com umas 700 horas de AT 27, diferente do que está acontecendo hoje.

g abraço

Corsario137
Corsario137
3 anos atrás

1. É incontestável que estamos voando pouco na instrução; 2. Não vejo problema algum na transição A-29 to F-39; 3. Não vejo necessidade de se replicar WAD do 39 no 29. No 29 o piloto “aprende a voar” utilizando-se da tecnologia trazida pelos CMFD, HMD, HOTAS, UFCP, NVG… os seja, instrumentos dos quais eles não dispunham nos treinadorea da AFA. Resumindo, eles aprendem a voar “digital”. Dai, dado que ele já aprendeu a voar “digital”, se no 39 a apresentação ou interface dos instrumentos é diferente não há problema, nada que não se resolva com um excelente ground e algumas… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
3 anos atrás

Juarez, o Rubens não voou nem 180 horas de Xavante. O único problema que está ocorrendo hoje é o combate BVR, onde se exige uma consciência situacional muito elevada. Isso pode e é resolvido no simulador. O combate WVR também é outro problema, devido ao aumento do tamanho da arena, problema que só é solucionado com mais missões. Pousar o avião não é problema, nem nunca foi.