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Estados Unidos lançam de paraquedas munições para rebeldes sírios contrários ao Estado Islâmico

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Estados Unidos Paratroopers descend on Sicily Drop Zone during the 16th Annual Randy Oler Memorial Operation Toy Drop at Fort Bragg, N.C., Dec. 7, 2013. While the weather did not cooperate earlier in the day, the rain subsided around midday allowing hundreds of paratroopers to complete their jumps and earn their foreign jump wings while supporting area children in need with a new unwrapped toy. (U.S. Army photo by Timothy L. Hale/Released)

ClippingNEWS-PAOs Estados Unidos lançaram no domingo em paraquedas munições no norte da Síria a rebeldes deste país que combatem o grupo Estado Islâmico, indicou nesta segunda-feira um porta-voz do comando das forças americanas no Oriente Médio (Centcom). A operação, bem-sucedida, “forneceu munições a grupos árabes sírios cujos responsáveis foram verificados pelos Estados Unidos”, declarou o coronel Patrick Ryder em um comunicado.

Um responsável do Departamento de Defesa que pediu para não ser identificado disse à AFP que os aviões lançaram 50 toneladas de munições, confirmando uma informação fornecida anteriormente pela CNN. O lançamento através de paraquedas ilustra a nova orientação da administração de Barack Obama para lutar contra o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) na Síria, após o fracasso de seu programa de treinamento de rebeldes sírios moderados.

A mudança de orientação americana foi anunciada 10 dias após a entrada da Rússia no conflito sírio, com importantes bombardeios aéreos. O comunicado não menciona explicitamente os grupos rebeldes que receberam munições e equipamento, mas destaca a eficácia dos combates travados entre as forças curdas sírias e os grupos árabes para libertar as zonas fronteiriças com a Turquia, no nordeste do país.

FONTE: AFP

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HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
4 anos atrás

Periga os EUA estarem agora trabalhando para criar um curdistão resultante da união dos curdistões sírio e iraquiano.

joseboscojr
joseboscojr
4 anos atrás

Entre a carga deve ter umas duas dúzias de Stingers.

Edcarlos Prudente
Edcarlos Prudente
4 anos atrás

Quem garante que essas armas e munições não terminem por cair na mão do ISIS? Grupos ditos moderados tem ou terão condições de combater o ISIS? Ou melhor, esses ditos grupos irão se unir para combater o ISIS? Eu tenho minhas duvidas!

Saudações!

joseboscojr
joseboscojr
4 anos atrás

Qualquer um dá conta de lançar um Stinger. Claro, quem treina tem mais chances de acertar, mas ele é praticamente um sistema a prova de idiotas. É só montar o tubo contendo o míssil na unidade de lançamento, que já conta com uma empunhadura e a mira. Quando um alvo estiver se aproximando, atarraxe a unidade de refrigeração / bateria (BCU) e espera alguns segundos para que o sistema seja energizado e refrigerado. Vai acender uma luzinha no visor dizendo que isso ocorreu. Destrave o sistema e aponte o míssil em direção do alvo usando um visor que serve de… Read more »

Edcarlos Prudente
Edcarlos Prudente
4 anos atrás

Caro bosco, já que descreveu um manual utilização rápida, por favor, transcreva a ficha técnica do Stinger moderno. Obrigado!

Saudações!

joseboscojr
joseboscojr
4 anos atrás

Ed, O Stinger é um míssil que pesa 10 kg (15 kg com o tubo), velocidade de topo de Mach 2.5, motor foguete sólido sem fumaça que funciona por pouco mais de 2 segundos, tem uma ogiva de 3 kg que explode por impacto (com certo retardo). O alcance horizontal é de 8 km e o vertical de 4 km. A navegação é proporcional. O seeker é dual, sendo sensível tanto à frequência IR quanto à UV. É isso que permite que consiga distinguir o que é o alvo e o que são os flares. Os flares emitem na frequência… Read more »

joseboscojr
joseboscojr
4 anos atrás

Vale salientar que esses alcances relatados, de 8 km, só é possível se associado a uma mira dotada de câmera térmico, comum em unidades de lançamento veiculares.
Se a aquisição for visual, como é mais usual na forma portátil, o alcance não passa de 5 km.

joseboscojr
joseboscojr
4 anos atrás

Do jeito que os russos estão voando baixo seus heli nem precisa de Stinger pra derrubá-los.
Do jeito que tem RPG-7 na área, qualquer bobeira e um será derrubado por uma granada antitanque dessas. Esse problema é tão real que estão sendo desenvolvidos sistemas defensivos contra granadas não guiadas, para helicópteros, semelhantes aos sistemas de proteção ativa de veículos terrestres, que interceptam a granada antes que ela atinja o helicóptero.
Os russos voam baixo mas não pairam. São espertos!

Wellington Góes
Wellington Góes
4 anos atrás

Acho que já vi isto não sei aonde?!?!

Ah tá, anos depois resultou em três Boeing e………. a história se repetindo.

joseboscojr
joseboscojr
4 anos atrás

Eu geralmente sou criticado jocosamente em outros blogs, pelos russófilos, como se quisesse passar por “especialista” sobre sistemas de armas, mas com uma rápida olhada no blogosfera e o que mais vejo são “especialistas” em política internacional, “historiadores”, etc.
Chego a ter náuseas. rsrsss

Claudio Moreno
Claudio Moreno
4 anos atrás

Bom dia Senhores,

Os EUA estão criando mais um monstro…os curdos! Logo estes também estarão reinvidicando território no Iraque, Síria, Irã e seus aliados na OTAN a Turquia.

Para quem desejar saber mais sobre a colcha de retálios que é o território habitado pela etinia curda, segue abaixo link interessante:

http://www.coladaweb.com/geografia/paises/curdistao

No mais aguardemos novos capítulos da novelinha made in Yanke: Idiot American Empire.

CM

Felipe Morais
Felipe Morais
4 anos atrás

Claudio, antes os curdos finalmente tirarem o Curdistão do papel, do que os extremistas que avançam na base da bala.
São muitos lados no conflitos, mas dentre os grupos que lutam contra os governos vigentes, os Curdos são os únicos que lutam por terras realmente suas.
“Maior etnia do mundo sem Estado”, se parar pra pensar, talvez os curdos sejam mais perseguidos que os Judeus, pois são chutados pelos três países onde se firmaram (Turquia, Irã e Iraque).

Edimur
Edimur
4 anos atrás

So falo uma coisa vai dar M…..estao abrindo as portas do inferno

Wellington Góes
Wellington Góes
4 anos atrás

Bosco, meu amigo, estas rotulações enchem o saco, sei como é que é.

Quanto à náuseas, tome Dramin, vai ajudar contra estes efeitos. Mas ó, tem o efeito de sonolência. Rsrsrs

Até mais!!! ; )

Wellington Góes
Wellington Góes
4 anos atrás

O problema não estaria, segundo o meu entendimento, em municiar os curtos, mas de jogarem mais armamentos nas mãos de rebeldes extremistas (Al-Nushra e ISIS). Os curdos são os menores dos problemas. Aliás, o Curdistão deveria ter sido criado junto com o Estado de Israel. Já passou da hora.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

Concordo com o Wellington. Os EUA estão criando um problema mundial para o futuro, principalmente pra eles mesmos. Só que agora não tem mais torres gêmeas pra derrubarem. Uma parte dessas armas vai cair nas mãos do ISIS.

Claudio Moreno
Claudio Moreno
4 anos atrás

Mesopotâmia! Berço das três principais civilizações do mundo, subsolo rico em petróleo, saída direta para a europa sem precisar passa por Suéz…

Duvido que este lugar terá paz neste sistema de coisas!

CM

Gardusi
Gardusi
4 anos atrás

Maldito acordo Sykes – Picot! Ninguém agora consegue ver uma solução para o lugar. Dizem até que não são preparados para a democracia, como se os seres que vivessem nessa região fossem de outra espécie que não homo sapiens. Mais cedo ou mais tarde as potencias terão que desarmar essa bomba chamada oriente médio. Seria ótimo se uma confrontação entre as potências forçasse um novo acordo pra refazer (bem feito) as fronteiras. Na hora que russos e americanos ficarem com os dedos no botão vermelho, os interesses turcos e de quem quer que seja serão deixados de lado. Tomara que… Read more »

Colombelli
Colombelli
4 anos atrás

Este tipo de iniciativa é temerário. Não se tem controle.

So haverá uma solução decente se EUA, Europa, e Russia se aliarem e fizerem uma intervenção organizada na região e consumirem o ISIS, criando o estado para os Curdos. Fora isso, será o eterno alimentar do radicalismo que não tardará a bater-lhes nas portas.

Mauricio R.
Mauricio R.
4 anos atrás

OFF TOPIC…

…mas nem tanto!!!

Poderia ser no Naval, mas vai aqui mesmo!!!
Depois de mais esta presepada, vão passar o Obama banana pela quilha do “Ford”!!!

(http://snafu-solomon.blogspot.com.br/2015/10/russia-sending-aircraft-carrier-to-syria.html)

Mauricio R.
Mauricio R.
4 anos atrás

OFF TOPIC…

…mas nem tanto!!!

“Os russos voam baixo mas não pairam. São espertos!”

Helicópteros “Hind” russos voando CAS, ou o que quer que seja como os russos chamam isto:

(http://snafu-solomon.blogspot.com.br/2015/10/russian-helicopter-close-air-support-in.html)

Mauricio R.
Mauricio R.
4 anos atrás

Os russos somente vão entender algo, qndo a Coalizão passar a bombardear as posições pró Assad e oferecer cobertura aérea as áreas pró oposição moderada.
Até lá…

Mauricio R.
Mauricio R.
4 anos atrás

OFF TOPIC… …mas nem tanto!!! Esperar p/ ver, talvez a melhor das estratégias. Será??? “Russia’s motivation is simple: to protect Assad. Putin believes he is defending a basic principle against “outside intervention” that seeks to bring down an allied government—as he’s angrily watched happen over the last 15 years in Serbia, Iraq, Libya and Ukraine. And Russia’s military role in the Syrian conflict is hardly new. They’ve been there from the beginning as one of Assad’s only allies and chief weapons suppliers. Russian personnel have been on the ground throughout.” “Seen this way, Putin’s moves are driven primarily out of… Read more »

Anderson Petronio
Anderson Petronio
4 anos atrás

Mauricio…

Essas manobrinhas russas são pinto perto do que o pessoal da PMERJ faz com os helis nas operações nos morros

Juarez
Juarez
4 anos atrás

Caro anderson, a diferença é que nos morros cariocas ainda não atiram com RPGs e ou Manpads e artilharia de tubo pesada neles, pelo menos por enquanto…..

G abraço

Wellington Góes
Wellington Góes
4 anos atrás

Maurício, se a coalizão resolver bombardear as posições de Assad, então estarão declarando guerra a Síria, pois estarão bombardeando um exército constituído, de uma nação constituída. Sendo uma declaração de guerra, as aeronaves da coalizão não sobrevoariam o território sírio impunemente. Hoje a coalizão sobrevoa porque existe um inimigo comum (ISIS)