segunda-feira, outubro 18, 2021

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FAB celebra 30 anos do primeiro pouso no continente gelado

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

FAB 30 anos na antartida 3

O primeiro voo para a Antártida realizado pela Força Aérea Brasileira completa 30 anos nesta sexta-feira (23). A missão cumprida exclusivamente pelo Esquadrão Gordo (1º/1º GT), sediado no Rio de Janeiro, faz parte do apoio logístico ao Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR). Os dez voos realizados a cada ano são imprescindíveis para que cientistas brasileiros possam trabalhar na busca de respostas, como a cura do câncer e as soluções para as mudanças climáticas globais. Leia mais sobre o assunto na última edição da Aerovisão.

De acordo com o comandante do Esquadrão Gordo, Tenente-Coronel-Aviador Sérgio Mourão Mello, a experiência de operar no gelo permitiu que a FAB consolidasse doutrina própria para esta missão. Além disso, o comandante destaca quais são os desafios para os próximos 30 anos.

Selo comemorativo – A data será celebrada na próxima semana (30/08) com uma solenidade militar na Base Aérea do Galeão (BAGL) reunindo atuais e ex-integrantes do Esquadrão Gordo. Na ocasião, será lançado o selo comemorativo de 30 anos da operação antártica. A imagem do C-130 Hércules da FAB sobrevoando o continente polar será utilizada no uniforme de voo por todos os integrantes da unidade aérea durante um ano.

No evento, também serão homenageados os militares que fizeram enfrentaram pela primeira vez os desafios do gelo. Dois anos depois do primeiro voo, em 23/08/1985, a tripulação foi surpreendida por uma forte nevasca. Sem condições de decolagem, a única saída para os seis militares foi pernoitar no inóspito continente. Veja fotos sobre a operação no gelo.

Os desafios de voar no gelo – Qual a preparação dos pilotos? Como é o caminho para chegar no continente gelado? Descubra estas respostas no programa FAB em Ação sobre os desafios de voar na Antártida. Um lugar onde os ventos podem ultrapassar os 100 km/h, a névoa encobre tudo num piscar de olhos e no verão as temperaturas não vão muito além de zero grau.

FAB 30 anos na antartida 1

FAB 30 anos na antartida 2

FONTE/FOTOS: FAB

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Soyuz

Uma noção verdadeira de quem é quem naquela parte do mundo em termos de presença.

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/7c/Antarctica_Station_Map.gif

Oganza

Parabéns ao Programa, a FAB e ao Gordo.

Mas putz, quem é que escreve esses textos para a FAB e as outras forças? É de um amadorismo sem tamanho.

“Força Aérea Brasileira. Presente na vida dos brasileiros.” O que é isso? A FAB é parido político agora?

Grande abraço.

Oganza

Soyuz, o que me emputece não é nem a presença maior de outros países ou da qualidade de seus programas e infraestrutura disponibilizada à eles.

É o discursozinho VAGABUNDO de que o PROANTAR é a ultima bolacha do pacote, é o MEGASUPERPOWER programa antártico da galáxia… e o pior é que vejo as entrevistas de pessoas que participam/participaram dele repetindo a mesma conversa pra boi dormir.

Enfim… Sds.

Edgar

Soyuz, o que deve ter de Petróleo por aquelas bandas não caberia em livros. Só o tempo poderá dizer se estou certo, mas se as tensões no Middle East se intensificarem ao ponto de reduzir criticamente a oferta de petróleo no mundo, parte dessas nações que ditam as regras na terra dos pinguins podem dar início à pesquisa e exploração do mesmo por lá. Claro que o fator logístico tornaria qualquer empreendimento fadado ao fracasso, mas tudo depende da vontade que o volume de demanda poderá criar. Para quem julga essa visão fora da realidade, é interessante notar que no… Read more »

Joner

Vai ser muito interessante ver o KC-390 pousando pela primeira vez por lá, vai atrair olhares de todos os lados.

rommelqe

Soyus: que negócio é esse de reivindicar os direitos de “mapenta”, antes exclusivos do ” mapento” Ivan!
Brincadeiras à parte: imagino que na guerra das Falklands as bases San Martin versus Rothera e Signy versus Orcado estavam “quentes”. Alguem sabe dizer se esse conflito teve repercusões mais graves lá no gêlo?

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