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Opções de 747 muito mais interessantes do que um modesto ‘Air Force One’

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A notícia recente divulgada pela Reuters, dando de conta de que a presidente Dilma Rousseff está interessada em um Boeing 747 como o do presidente Obama,  parece ter indignado alguns leitores. Mas acreditamos que essa questão também deveria ser encarada como uma oportunidade para voar ainda mais longe. Assim, pensamos em algumas outras sugestões de versões do Boeing 747 que os norte-americanos poderiam oferecer, e que seriam ainda mais interessantes, talvez, do que uma simples configuração do tipo “Air Force One” que, convenhamos, já anda um tanto “démodé”.

A primeira, mostrada nas duas imagens acima, serviria para causar impacto e botar medo em qualquer lugar onde se vá, com essa poderosíssima torreta laser instalada no nariz. Infelizmente, o sistema de acumulação de energia para o laser e toda a parafernália de controle ocupam boa parte do espaço interno. Em compensação, não precisa mais se preocupar com novos caças para a FAB, pois com um avião desses para passar fogo em quem se meta pela frente, quem precisa de Força Aérea?

Já esta segunda opção é menos belicosa, porém ainda mais impactante e, de quebra, oferece um espaço extra no teto. Literalmente, muito espaço. Um espaço, digamos assim, espacial. Com alguns adendos tecnológicos que poderiam ser desenvolvidos aqui mesmo, privilegiando as mentes e esforços nacionais e fomentando nossa pesquisa em foguetes, poderia ser “tunada” e abandonar essa ideia de só visitar membros do BRICS, coisa de novo rico. Bom mesmo é ter a capacidade de visitar membros do G8. Evidentemente, estamos falando do Grupo dos Oito planetas do sistema solar. Audaciosamente indo onde nenhum avião presidencial jamais esteve!

IMAGENS: USAF e Boeing

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danra2
danra2
7 anos atrás

Eu prefiro a segunda opção. Quem sabe acontece algum problema no sistema de navegação e eles vão visitar o Sol?

Vader
7 anos atrás

Not funny…

Giordani RS
7 anos atrás

A FABb* precisava era de uns dois KC-747…se bem que ao encher o tanque de apenas um avião, consumir-se-ia toda a verba do esquadrão… 🙁

* = Força Aérea Bolivariana brazileira…

Nick
Nick
7 anos atrás

Com algumas pequenas modificações, poderíamos até dispensar o 1ºGDA. 🙂 Compra-se digamos, 12 AeroDilmas (US$1bilhão cada) nessa configuração: Equipados com radar AESA de 1000km de alcance; IRST do F-35 capaz de detectar lançamentos de ICBMs; Cargo Bay convertido em Bomb-Bay com sistema giratório de lançamento de 24 METEORs (2x) 48 no total. Ou, configurado Ar-Terra: 60 Tomahawks (última versão); Sistema SPECTRA do Rafale, mas com 10x mais energia(inclusive com sistema de Cancelamento Ativo); Manteria o Laser no nariz, mas em uma versão mais leve; Alcance de 40.000km (pode dar à volta na Terra se quiser) Capacidade võo sem piloto (maior… Read more »

Observador
Observador
7 anos atrás

Humor negro. Nigérrimo.

Só será uma boa idéia se a tripulação “acidentalmente” usasse o laser para derreter o congresso nacional com todos os bandidos, facínoras, escroques e mafiosos lá dentro.

Nosso país, num passe de mágica, avançaria cinquenta anos.

helder junior
helder junior
7 anos atrás

FX-AERODILMA! 50 ANOS PARA COMPRAR O AVIÃO!

Edgar
Admin
7 anos atrás

Acho que um dos requisitos fundamentais seria a versão STOVL do 747:

http://www.youtube.com/watch?v=cHhZwvdRR5c&feature=player_embedded#!

joseboscojr
joseboscojr
7 anos atrás

O YAL-1 ABL iria servir quase que exclusivamente contra a Coréia do Norte. Mantendo-se protegido sobre a Coréia do Sul ele poderia interceptar mísseis balísticos na fase inicial (boost-phase), logo após ultrapassarem os primeiros 30 km de altura. Usando um laser químico seria capaz de destruir alvos a 600 km de distância (o que lhe garantia também um potencial antisatélite) e ser usado contra cerca de 100 alvos antes que precisasse voltar à base para recarregar seus tanques de produtos químicos reagentes. Contra o Irã já não seria tão útil tendo em vista a maior extensão territorial, o que implicaria… Read more »

ricardo_recife
ricardo_recife
7 anos atrás

Temos que dar graças aos ceus do Concorde ter sido aposentado, se não …. iria dar mais parceria estratégica.

Abs,

Ricardo