terça-feira, agosto 3, 2021

Gripen para o Brasil

‘Silent Hornet’ na Aero India 2011

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Este vídeo feito durante o Aero India 2011 mostra, em poucos minutos, as principais mudanças externas sugeridas pela Boeing para manter o Super Hornet no mercado nas próximas décadas.

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Vader

Fantásticas as atualizações realizadas pela Boeing, especialmente: 1. Baia de armamentos de baixa assinatura radar, o que diminui ainda mais o RCS total da aeronave – que já é bem mais baixo que o do Rafale, ao contrário do que apregoam alguns rafanáticos por aí; 2. Tanques conformais, que aumentarão ainda mais o já fantástico alcance e raio de combate do Super Hornet; 3. IRST interno, o que implica em menor RCS e liberação de um espaço sob a fuselagem, além de destruir completamente a bisonha tese propagada por alguns de que o SH seria um vetor “velho” e “sem… Read more »

Nick

Concordo 100% Vader,

É por ae mesmo…. Será uma boa solução de baixo custo(se comparado aos 5G e ao Rafale ). Testado, com um bom programa de upgrade, escala a perder de vista (logística garantida).

E poderíamos quem sabe no futuro, baseado no GE-414 EPE + estudos suecos de um 5G (FS2020), equipar a FAB com um caça de 5ª geração, parcialmente nacional, desde o projeto.

[]’s

joseboscojr

A dimensão do IRST sugere que ou ele é mais que um simples IRST, podendo também fazer o papel de um designador de alvos (FLIR + laser), ou que ele foi instalado “externamente”. Pela posição eu apostaria que pode fazer o papel também do casulo de ataque ATFLIR e ainda realizar missões típicas de um IRST. Interessante que os mísseis WVR foram mantidos nas pontas das asas. Será que a adição de 1 Amraam nas estações de armas 5 e 7 aumenta muito o RCS? Será que podem ser levados mais que 1 SWB? Seria interessante ver o F-18 Silent… Read more »

joseboscojr

O SWB é conectado a um cabide que com certeza também é furtivo.
Não seria possível usar esse cabide furtivo para carregar “armas furtivas”, sem ser necessário o SWB?
As armas furtivas integradas ao Hornet são a bomba JSOW e o míssil SLAM-Er.

joseboscojr

Mas olhando com mais atenção o IRST não parece ser capaz de realizar as funções de um designador de alvos por ter a cabeça fixa, o que limita o ângulo de visada impedindo que alvos laterais sejam detectados, identificados, travados e designados.
É uma pena já que limitará o uso de armas quando numa configuração “silent”, ou então obrigará o uso do ATFLIR em uma estação de armas, o que a bem da verdade não deve acrescentar muito em termos de aumento da RCS.

Nick

Caro Bosco,

Esse IRST do F-18 lembra muito o EOTS do F-35(?) Não poderiam ter as mesmas funções?? E se entre esses upgrades, um sistema semelhante ao DAS, ae sim heim….

[]’s

joseboscojr

Nick,
Lembra mesmo, mas o EOTS é todo “transparente” enquanto esse não.
Também o sistema de alerta de lançamento/aproximação de mísseis baseado em detecção IR deve ser bem inferior ao DAS, que é bem mais que um MWS. E bota mais nisso. rsrsr
Um abraço.

Renato Oliveira

Grandes posts!

Esse sensor do SH parece com o AN/AAS-42 do F-14D, apenas com a parte externa stealth.

http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/ca/irst2.html

Como se pode ver, o SH é uma opção excelente para o Brasil, servindo desde já tanto à FAB quanto à MB.

joseboscojr

Renato,
Com certeza o IRST do Silent Hornet será baseado no AN/AAS-42.
Aliás, todos os atuais IRST usados pelos americanos atualmente o são.
Exemplos: O tanque/IRST em desenvolvimento para o Super Hornet, O IRST usado no F-15K, o pod Shadow para o F-16 e F-15, o sistema citado por você usado no F-14D (retirado), o IRST do ABL (laser aerotransportado), o IRST interno usado no F-15J, etc.
O único que é novidade é o EOTS do F-35, que não é apenas IRST.

joseboscojr

“Atuais usados atualmente”, rsrssss

Mauricio R.

Bonitinho, mas continua faltando o essesncial, pelo menos p/ mim, mais área alar. Se vc tem uma nova motorização, que te dá mais 20% de empuxo e +300 lbs de combustível sem te acrescentar arrasto, mais área alar seria o ó do borogodó. Mas isto implicaria em mtas modificações, um center barrel novo e maior que o atual. Qnto ao IRST, apesar de parecer fixo, se o sensor puder escanear eletrônicamente então o mesmo deve ter tanto horizonte de varredura, qnto o radar AESA. Mas isto somente c/ o tempo e c/ mais informações, saberemos. No SWB vc pode montar… Read more »

joseboscojr

Maurício,
300 ou 3000?
Quanto ao cone de varredura (FOV) de um IRST costuma ser maior que o de um radar de varredura eletrônica que em geral se limita a 120° + ou -. Chutando, diria que o sensor de um IRST chega fácil a 150°.
Mas mesmo assim é muito limitado para a função de designador de alvos, que exige um campo de visão de uns 270°.

Renato Oliveira

Maurício, o SH está no limite superior de peso para operação em NAes. O F-14, por exemplo, se quisesse pousar tinha que ejetar armas, o SH não precisa; inclusive, essa foi uma das premissas do projeto.

Aumento de área alar seria ótimo para dogfight e aumentaria o alcance, mas aumentaria também o peso vazio, e nisso não dava pra mexer.

Bosco, o FOV pouco importa, de certa forma: FOV grande para achar o alvo, FOV estreito para refinar a pontaria. Porém o radar é menos suscetível ao clima, a desvantagem é ser ativo. Nada é perfeito… 😉

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