quinta-feira, agosto 5, 2021

Gripen para o Brasil

Pilotos britânicos vão aos EUA para treinar no F-18

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Segundo jornal inglês, o envio de pilotos da Marinha Real para treinar em caças F-18, junto ao USMC (Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA), levanta especulações sobre compra de caças mais baratos do que o F-35 B (provavelmente o F-35 C, que assim como o F-18 é lançado por catapulta), para operar nos novos navios-aeródromo britânicos.

Veja a matéria completa no Poder Naval, clicando aqui.

Importante: para quem quiser relacionar essa notícia ao F-X2 da FAB (afinal, nos últimos tempos quase sempre há quem queira), pedimos que esse tipo de comentário seja feito aqui no Poder Aéreo, deixando à matéria do Poder Naval os comentários relacionados à questão britânica.

FONTE: Portsmouth Today

FOTO (lançamento de F-18): U.S. Navy (Marinha dos EUA)

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Marcelo

Ou a compra do próprio F-18E/F, que é mais barato que o F-35C…os britânicos também estão pesquisando EMALS (catapultas eletromagnéticas).
Abraços.

Cronista

Santa Confusão…..
A apenas um ano alguem que quisesse especular sobre a aviação provavelmente faria essas previsões:
Inglaterra: F-35B em 2 navios-aeródromos
hoje: F-18 em um único NAe..(embora a matéria já fale em 2)
Brasil: 36 ou 48 Dassault Rafale
hoje: só chutando, e muito!
EUA: F-22 + F-35, com F-15
hoje: F-22 (poucos) + F-35 + F-15 + F-18 + A-10 + …….
Mundo louco……

Jakson Almeida

Alguns por aqui defenderam que a Inglaterra iria se aproximar da frança, no entando os pilotos ingleses estão indo para os EUA .Mas uma recusa no rafale.

Asimov

Esse é um tema debatido no Aviation Forum:

http://forum.keypublishing.co.uk/showthread.php?t=102272

RenanZ

Importante: para quem quiser relacionar essa notícia ao F-X2 da FAB (afinal, nos últimos tempos quase sempre há quem queira), pedimos que esse tipo de comentário seja feito aqui no Poder Aéreo, deixando à matéria do Poder Naval os comentários relacionados à questão britânica.

aehaehaehaehaehhaehea

Nossa,

Rodrigo

UM ROUBO AOS COFRES DA RAINHA!

Seria muito mais fácil e barato atravessarem o canal da Mancha para irem treinar com os Rafales!

ahahahaahah

Mais uma para as velhinhas de Taubaté engolirem.

MatheusTS

Eles fizeram mais do que o certo em comprar o F-18 o F-35 foi uma loucura pra mim o F-35 não esta no tempo dele pois ele tem que ter peças mais baratas daqui apoco ele vai estar no preço do F-22 e inferior a ele… Bem seja oque for não quero F-35 aqui prefiro realmente em um F18 ou F15 ou até mesmo o F-16 bem aquipados e Pré Stealth baratos do que vender o pais pra comprar caças…. PS: Prefiro ter no nosso pais caças de 4,5 geração baratos e bons doque de 5G caros e inuteis só… Read more »

Ricardo_Recife

O ingleses chegaram a pensar em substituir o F-35 pelo Rafale. Em 2006, o ministro da defesa John Reid, afirmou que a Royal Navy estudava comprar 150 caças Rafale na sua versão naval. Foi interessante a discussão na época pois discutiu-se a questão da aliança estratégica entre EUA e a Inglaterra. O problema era a relutância norte-americana em permitir que o JSF tivesse manutenção total na Inglaterra. A primeira grande resistência contra o Rafale na RN veio da BAE Systems, do Reino Unido, que defendeu o desenvolvimento de uma versão naval do avião Eurofighter/Typhoon, ideia que morreu logo. O Rafale… Read more »

Colt

É … A coisa tá feia para as ex-grandes potências. Foi-se o tempo que a Inglaterra era a “senhora dos mares”. Agora, podem até ir de F-18!! A coisa ta ficando cada vez mais chinesa. No futuro, vão olhar para nossa época e estudar o período em que a grande potência mundial – China – começou a desenvolver seu poder. Me pergunto, se o mundo continuará como antes, em que as grandes potências, Roma, Inglaterra, EUA, bagunçavam, invadiam, mentiam, matavam, derrubavam governos, tudo em troca de vantagens econômicas e comerciais ou se o planeta vai ficar mais civilizado. Nesse contexto,… Read more »

IVAN

Ricardo, Conterrâneo, quando estamos em negociação com um fornecedor que sabe que é o único ou que já foi escolhido, ficamos sem margem de manobra para melhorar as nossas condições. Em uma situação dessa podemos “chutar o balde” e mandar o negócio para o espaço, o que é difícil quando envolve a defesa nacional, ou então criamos um fato novo, mesmo que fantasioso, para ‘criar’ espaço para manobrar. Quando Israel deixou vazar opniões que o Pak-FA seria melhor opção para sua força aérea (como se a Rússia tivesse FMS para eles… he he) foi para melhorar suas condições. E conseguiram.… Read more »

Rodrigo

Colt disse:
21 de agosto de 2010 às 18:26

Qual o papel do Brasil neste novo tempo ? Fiquei curioso.

Gumpy

E pq não escolheram o mirabolante Sea Gripen, se nele tem muitos componentes britânicos???

Marcelo

ué, porque assim como o NG, ele também não existe ainda. Eles foram treinar…

Colt

O Gripen seria uma boa para os Ingleses, o país tem pouca extensão territorial e para defesa de força-tarefa naval o caça sueco seria bom.
E também economizariam.

Calheiros

meu caro Colt: O papel que o Brasil exercerá neste mesmo tempo, será o de sempre, o de total servidão as grandes potencia e em especial a China que será o novo Play da epóca,tens alguma duvida.Um país que não se protege, onde os policos so visam os seus bolsos o que esperar no futuro. Esse é o Brasil, esses são nossos politicos.

Calheiros

Voltando ao tópico, ja era de se esperar que os ingleses partissem para os F-18, afinal são mais baratos, fabricados em maiores quantidades, significando manutenção mais barata e acima de tudo fabricado pelo Estados Unidos, queriam o que? É senhores epóca das vacas magras.

Roberto F Santana

Anacronismo simbólico.
Já foi o tempo que ingleses e franceses teriam que ter porta-aviões.
As colonias acabaram.

Nick

Do ponto de vista do FX-2, não vejo muita importancia nessa notícia…

Rafale escolhido pela Royal Navy? Difícil heim… se fosse um caça binacional como o Jaguar ainda ia….F-18 E SSH? poderá ser um GAP filler até a chegada dos F-35 C. Com a BAE envolvida no JSF, o que pode acontecer é isso: mudar de versão B -> C para diminuir os custos operacionais.

[]’s

Tio

bela foto, belos caças. é isso que o Brasil precisa! f-18 neles

Fabio

Não podemos esquecer que o F18 é um avião DE PRIMEIRISSIMA QUALIDADE !!! Uma bela máquina de guerra. Quisera a FAB poder voar com esta máquina… NUNCA nem sonhamos em operar… Voamos de sucatas de 40 anos re-re-re-re-re condicionadas… O Brasil deveria deixar de sonhar em descobrir a polvora e comprar logo os equipamentos que o país precisa. F18, SU 35, F15, Rafalle, o que for… Vamos equipar a FAB. Desenvolvimento de tecnologia se faz na paralelo ou com muita pesquisa. Ta na hora de acabar com este sonho infantil em achar que americanos ou russos ou franceses irão nos… Read more »

Colt

Calheiros,
Citando o grande humorista Francisco Milani, “há constrovérsias”. rs
Acredito, que a realidade será um pouco diferente desse passado medieval.
De qualquer maneira, acreditar, já ajuda.

Ricardo_Recife

Caro Ivan, Eu não acredito que o Rafale foi escolhido em setembro de 2009. Tenho certeza que o Rafale foi escolhido bem antes, pelo menos em 2006 quando os Mirage 2000 foram escolhidos. Desde o inicio não vi com bons olhos todo o processo e achei que tinha algo muito estranho em comprar um caça tão surrado e sem possibilidade de modernização. Os caças saíram muito caros, sem data link e sem possibilidade de usarem os MICA por causa do barramento. A FAB pelo que me consta não participou do processo, foi atropelada pela “política”. E como colocou outro blog,… Read more »

dieter91360

Point Mugu Air Show 2010

http://www.youtube.com/watch?v=AUWLBPRVOdA&feature=related

Esse A-10 esteve num show aereo perto daqui aonde eu moro. Soa igual a um Stuka. Muito interessante.

germa

Fabio n ão precisa agradecer. hehe http://www.ausairpower.net/DT-SuperBug-vs-Flanker.html “In conclusion, the Flanker in all current variants kinematically outclasses the Super Hornet in all high performance flight regimes. The only near term advantage the latest Super Hornets have over legacy Flanker variants is in the APG-79 AESA and radar signature reduction features, an advantage which will not last long given highly active ongoing Russian development effort in these areas. The supercruising Al-41F engine will further widen the performance gap in favour of the Flanker. What this means is that post 2010 the Super Hornet is uncompetitive against advanced Flankers in BVR combat,… Read more »

Vader

Pessoal, sejamos sensatos, treinar no “F-18” (qual? O SH ou o Hornet?) pode significar uma, duas, ou mil coisas, mas a GB está comprometida até aos cueiros com a aquisição do F-35, do qual é uma das principais financiadoras e beneficiárias (sim, empresas britânicas ganharão muito dinheiro com TODOS os F-35 produzidos, de maneira que ela própria cancelar suas compras seria um tremendo tiro no próprio pé). Assim, se a GB adquirir F/A-18(E?) será como tampão até a chegada do F-35. Agora, a discussão sobre se é melhor para a RN usar embarcada a versão STOVL ou CTOL são outros… Read more »

Vader

Colt disse:
21 de agosto de 2010 às 18:26

“Me pergunto, se o mundo continuará como antes, em que as grandes potências, Roma, Inglaterra, EUA, bagunçavam, invadiam, mentiam, matavam, derrubavam governos, tudo em troca de vantagens econômicas e comerciais ou se o planeta vai ficar mais civilizado.”

AHAHAHAHAHA, “mais civilizado” com a China no comando do mundo????? Pergunte aos vizinhos dela o que eles acham… Pergunte no Tibet, no Japão ou no Vietnã, por exemplo…

Hehehehe, vá se preparando parceiro, rsrsrs… Ainda hás de achar as garras da águia americana tremendamente leves perto das mandíbulas do dragão chinês… 😉

Vader

Colt disse: 21 de agosto de 2010 às 18:26 “Me pergunto, se o mundo continuará como antes, em que as grandes potências, Roma, Inglaterra, EUA, bagunçavam, invadiam, mentiam, matavam, derrubavam governos, tudo em troca de vantagens econômicas e comerciais ou se o planeta vai ficar mais civilizado.” Ah, sim, me esqueci, um pouquinho de história sempre é bom: a China são não foi a maior potência do mundo nos 500 anos de Império Romano e nos últimos 500 anos (a partir dos 1.500 d.c.). Durante todo o resto da história da humanidade a “Terra Média” foi DISPARADO a maior potência… Read more »

Cronista

Mundo louco dois….
Eu até defendi Rafale, quando queria é um caça, fosse qual fosse….
Já sonhei com SH na FAB e na MB……
Hoje aposto minhas fichinhas (e são tão poucas!!) no feijão com a rroz do Gripen…Talvez (e bota talvez nisso) só com os suecos possamos, de fato, aprender algo que valha a pena.

Colt

Cronista,
Penso que com o Rafale teremos mais chance de uma parceria tecnológica e embora ele seja mais caro, acredito que é um investimento, tanto na arma em si, como na transferência de tecnologia (pelo menos, um pouco maior do que com os suecos).

ZE

Colt disse:
21 de agosto de 2010 às 23:45

Caro Colt, você poderia nos explicar como os franceses iriam tranferir tecnologia já pronta com grande eficácia ?

Como, por que, e em que sentido os franceses iriam tranferir tecnologia a mais do que os suecos ?

Gostaríamos de saber um pouco mais do “Know-how e do Know-why” acerca da sua afirmativa.

[ ]s

Gabriel T.

ZE, por mais caro que seja o RAFALE, por mais atrasado que seja ele, por mais que ele seja odiado aqui, é o que oferece mais tecnologias para a FAB e não tem birra que vai dizer o contrário. Na COPAC o quesito t. de tecnologia foi mais preenchido pelo RAFALE. Em todos os outros quesitos, preço, desempenho, offsets, manutenção, viabilidade ele perde. Eu gostaria de saber de você porque os franceses são os que menos transferem tecnologias. Como você aborda esse tema levando em conta que na COPAC o RAFALE foi demonstrado como o que mais transferia tecnologia? Só… Read more »

Joker

A FAB e as empresas envolvidas não assinaram uma clausula de confidencialidade? No mais podemos unicamente conjecturar possibilidades segundo o que se divulga na midia e impressa pelas propagandas das referidas empresas, o que tende a ter interpretações e chamadas diferentes. O que tem de certo é que a FAB acredita que tanto o F18 SH e Rafale(pra se ater ao tema do post) cumprem/cumprirão as missões a eles destinadas pela FAB. Com relação a pilotos ingleses irem fazer treinamento nos EUA(USMC). Pilotos de tantas outras nacionalidades já foram realizar treinamentos com o USMC e a USN sem que no… Read more »

ZE

Vamos lá. Em primeiro lugar, não podemos simplesmente ignorar a ESCALA de produção, pois ela NÃO É AMPLAMENTE RELATIVA. No caso em tela, ela é determinante para sabermos que o vetor francês não é viável. Os gauleses estão com um grande problema em suas mãos: eles não tem dinheiro (na verdade, o orçamento das Forças Armadas foi dimunuído em 10%) para manter a linha de produção do Rafale aberta, assim dependem de exportações. Como sabemos, a linha de montagem do Rafale, outrora podia produzir 25 vetores ao ano. Ela foi diminuindo até chegar aos parcos 11 vetores/ano. Portanto, o número… Read more »

grifo

Na COPAC o quesito t. de tecnologia foi mais preenchido pelo RAFALE.

Caro Gabriel T., na verdade o Rafale ficou em último também no quesito transferência de tecnologia. Se quiser confirmação, basta perguntar aos seus conhecidos na EMBRAER, porque ela foi peça-chave na avaliação deste item.

Eu gostaria de saber de você porque os franceses são os que menos transferem tecnologias.

Acho que quem tem que responder isso é a Dassault e não o ZE, mas você pode começar se perguntando como é que um avião que será todo feito na França vai transferir qualquer quantidade significativa de tecnologia.

Rodrigo

Gabriel T. disse: 22 de agosto de 2010 às 0:59 Gabriel, a esta altura do campeonato nem falam mais em ToT! O quesito ToT do neo-relatório o Rafale só foi vencedor porque alteraram todos os pesos. Na realidade as propostas de transferências dos TRÊS CANDIDATOS eram tão iguais, que precisaram fazer todo tipo de alteração e remendo para o Rafale sair vencedor. O que me incomoda é que ao contrário que os “insiders” do Gov. falam, não existem tecnologias sensíveis nas TRÊS PROPOSTAS. Não tem nada sobre motores e aviônica avançada que não sejam de propriedade da SAAB, Boeing e… Read more »

Ricardo_Recife

Sobre o tal ToT do Rafale: a. Foi pura mutreta, reduziram ao mínimo os pesos que beneficiavam o Gripen e aumentaram desmensuradamente a do caça da Dassualt. A coisa foi tão discarada que a tiveram que fazer o cambalacho 3 vezes. b. Os sindicatos franceses já colocaram com todas as letras, “não vai haver transferência de tecnologia para as empresas brasileiras, especialmente a EMBRAER”. c. A tal tecnologia francesa do Rafale não impressionou nenhuma das forças aéreas que o analisaram, ao contrário, ele tem problemas sérios como o radar AESA que é inferior ao do F-16 dez anos atrás. c.… Read more »

Rodrigo

Agora voltando ao tema da RN…

Pelo andar da carruagem a RN, vai ficar como a RAF.

Mesclando F35, com um 4.5G…

A RAF com o Typhoon e a RN com o SH.

Força 100% stealth nem os gringos estão $uportando

Colt

ZE O Gripen, pelo que se sabe, usa muita tecnologia norte americana (além dos motores). O Rafale não tem essa restrição, ou a tem em menor grau, assim, é natural que possam se comprometer com uma maior transferência de tecnologia, de acordo com os requerimentos da FAB. A base para essas restrições é o Arms Export Control Act: “The Arms Export Control Act of 1976 gives the President of the United States the authority to control the import and export of defense articles and defense services. It requires governments that receive weapons from the United States to use them for… Read more »

Ivan

A questão inglesa. Esta história da Royal Navy comprar Rafale no passado recente ou Super Hornet agora é, no meu entedimento, uma tentativa do governo britânico criar margem de manobra para negociar com sócios e aliados dentro do programa JSF. A possibilidade de investir em um futuro Sea Gripen é extremamente improvável e sem sentido. Nenhuma força aeronaval vai gastar recursos com caças de 4ª Geração (ou 4,5, ou 4,5+++) quando terá em breve incríveis aeronaves de 5ª Geração. Seria jogar dinheiro fora… Nos próximos 5 (cinco) ou 6 (seis) anos vão continuar usando os BAE Systems/Boeing Harrier II Gr-9,… Read more »

Ivan

Mas há também a questão OPERACIONAL. Eu discuti acima a questão NEGOCIAÇÃO dos F-35 ingleses. Sinceramente acredito que o governo britânico está criando alternativas para melhorar suas condições dentro do JSF. Contudo a questão OPERACIONAL é relevante. É possível e provável que a Royal Navy esteja aproveitando a oportunidade para questionar suas prioridades e qual a forma mais eficiente e econômica de operar aeronaves de combate embarcadas. Abaixo alguns dados das três versões do F-35 Lightning II, retirado do site do programa, http://www.jsf.mil : F-35 A => Conventional Take Off & Landing (CTOL) Span (ft) 35 Length (ft) 50.5 Wing… Read more »

Ricardo_Recife

“Colt disse: 22 de agosto de 2010 às 10:19” Eu acho que você não entendeu nada! Ninguém está dizendo que os EUA não podem ou não vão embarcar tecnologia, todos podem fazer isto. A questão é que os EUA tem uma legislação clara para isto (http://www.pmddtc.state.gov/regulations_laws/aeca). Se você quiser entender todo o processo e somente ler a legislação. No caso americano o embargo não se sustenta em voluntarismo mas em uma legislação rígida. Mas claro, como toda legislação, passível de interpretação. Os franceses fazem isto por debaixo do pano, enrolando a gente e não admitindo. Quanto do Brasil fez o… Read more »

Michel Lineker

Provavelmente os pilotos da RN foram treinar com o USMC para terem doutrinas iguais ou mais ou menos iguais, visto que vão operar o mesmo vetor.Eu acho isso.

Rodrigo

Colt disse:
22 de agosto de 2010 às 10:19

Os franceses também impõem muitas condições de compartilhamento e comercialização.

Diga-se de passagem a atual linha de relações internacionais do Brasil, nos coloca como aliados de inimigos em potencial dos franceses.

AceCombatV2

Estranho essa aquisição da RN pelos F-18E SH mesmo sendo um tapa buraco durante o desenvolvimento dos F-35B VStol e C Naval, já que estão fazendo cortes drasticos militares orçamentarios G8 estão se esgotando não tem mais de quem eles sugarem hoje e historia é outra.

Gabriel T.

ZE, você está misturando tudo. Escala de produção é amplamente relativa porque você tem que analisar quem produz e o que precisa para essa produção. Veja que não montamos mais do que 70 AMX e a escala de produção bateu com o que se queria. A linha do RAFALE jamais teve 25 células ao ano, nem o F-16 teve isso. Quantos mísseis AIM-9 os EUA produziram para eles? E quantos piranhas o Brasil vai produzir para nós? Ta vendo que a escala americana vai ser muito maior que o nosso? Isso não quer dizer que sofremos porque o piranha não… Read more »

Gabriel T.

Grifo, justamente por estar na Embraer que questiono de onde vocês tiraram que o RAFALE é o que menos repassa tecnologia. A tecnologia que os 3 oferecem é patética. Juntar uma asa, integrar um trem de pouso ou usar materiais compostos a EMBRAER tira isso de letra, muito obrigado. Por isso que EMBRAER avaliou o RAFALE por último porque sabemos que o que eles oferecem já sabemos de muito tempo atrás. Vocês acham que com o gripen vamos aprender a desenvolver o sisttema de gerenciamento do radar? A construção da turbina? Os pontos de incidência de fadiga estrutural? Claro que… Read more »

Rodrigo

Você não altera o preenchimento, mas altera a importância do item.

Fazendo assim, eu arrumo um relatório que até a ToT do F22 seria a vencedora.

grifo

Grifo, justamente por estar na Embraer que questiono de onde vocês tiraram que o RAFALE é o que menos repassa tecnologia. Caro Gabriel T., se você está mesmo na Embraer (algo que agora considero improvável), sugiro que procure a área de defesa da empresa. Lá eles poderão te contar sobre o parecer enviado à FAB analisando as tecnologias e offsets oferecidos por cada concorrente. Eles poderão também te contar sobre o questionário elaborado pela Embraer que foi enviado para cada concorrente, pedindo que eles identificassem em que ponto da proposta estava sendo oferecida cada uma das tecnologias e offsets. E… Read more »

grifo

Você não altera o preenchimento, mas altera a importância do item. Caro Rodrigo, eu não vi o relatório feito pelo ministro Jobim, mas duvido que tenham sido alterados os pesos dos quesitos. Aliás, duvido até que o relatório dele tenha qualquer referência a pesos. Primeiro, não se trata de um relatório técnico mas de um relatório político. O ministério da Defesa não tem competência (em todos os sentidos desta palavra) para fazer uma avaliação técnica dos concorrentes. E em relatório político não existem quesitos objetivos nem pesos entre eles, até porque não precisa. Segundo, o Rafale ficou tão atrás na… Read more »

grifo

Ah sim, como não vi o relatório Jobim isto é só o meu “achômetro”. Mas vindo dele qualquer coisa é possível.

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