segunda-feira, maio 17, 2021

Gripen para o Brasil

Embraer e Republic assinam acordo de quase US$ 1 bilhão

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Maior cliente de E-Jets decide aumentar a frota com mais 24 EMBRAER 190

São José dos Campos, 21 de julho de 2010 – A Embraer e a Republic Airlines, o maior operador de E-Jets do mundo, assinaram hoje, no 47º Show Aéreo Internacional Farnborough, na Inglaterra, uma Carta de Intenções (Letter of Intent – LOI) para a
venda de 24 jatos EMBRAER 190. O valor total do acordo, referido a preço de lista, é de US$ 960 milhões, com base nas condições econômicas de janeiro de 2010.

“É uma grande honra anunciar este novo acordo para mais jatos EMBRAER 190. Temos uma longa e bem-sucedida parceria com a Republic Airlines, que já opera os três modelos da nossa família de jatos ERJ 145, bem como o EMBRAER 170, EMBRAER 175 e EMBRAER 190”, disse Paulo César de Souza e Silva, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial. “Esta é mais uma prova da flexibilidade e conveniência que os E-Jets oferecem às companhias aéreas. Os quatro modelos de aeronaves têm mais de 86% de comunalidade, o que representa
custos de treinamento e manutenção reduzidos com a mesma cabine confortável e sistemas modernos.”

O relacionamento da Empresa com a Republic data de 1999, quando a Chautauqua Airlines, também uma subsidiária da Republic Airways Holdings, recebeu seu primeiro ERJ 145 nas cores da US Airways Express. A Chautauqua Airlines opera atualmente os três modelos da família ERJ 145 – o ERJ 135, o ERJ 140 e o ERJ 145 – nas cores da American Connection, Continental Express, Delta Connection, Frontier Airlines, Midwest Airlines e US Airways Express, totalizando 78 aeronaves. A Republic Airways Holdings possui seis companhias aéreas e opera um total de 223 jatos Embraer.

“É uma grande satisfação pessoal anunciar mais uma expansão da nossa parceira com a Embraer”, disse Bryan Bedford, CEO da Republic Airways Holdings. “Este novo acordo confirma nosso comprometimento com os E-Jets. Conforto para o passageiro, desempenho operacional, especialmente em condições de altitude elevada e alta temperatura como Denver (DEN) e economia são grandes vantagens dessa maravilhosa família de aeronaves.

Receberemos os primeiros seis EMBRAER em meados de 2011 e temos ainda a flexibilidade de escolher o EMBRAER 195, configurado com 116 assentos em classe única, por meio de direitos de conversão.”

A companhia norte-americana tem atualmente 145 E-Jets (76 EMBRAER 170, 54
EMBRAER 175 e 15 EMBRAER 190), que operam nas cores da Delta Connection, Frontier Airlines, Midwest Airlines, United Express e US Airways Express. A primeira entrega dos novos EMBRAER 190 está programada para o primeiro semestre de 2011.

FONTE: Embraer

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Sérgio Araújo

Pois é, a Embraer está fazendo a festa em Farnborough.
Seus concorrentes devem estar enlouquecendo…

Tito

Tá vendendo mais que pão quente. 🙂

Se não fosse pela crise de 2008 (que não passou ainda) teriam sido vendidos muito mais aviões.
Sem ufanismo, o produto esta um degrau acima do oferecido pela concorrência, só não pode baixar a guarda.

Ricardo GF

Voei recentemente em alguns e-jets e posso afirmar com tranquilidade…as aeronaves da Embraer dão SHOW na grande maioria dos patéticos Boeings 737 e Airbus A31x/A32x por aí, tanto em conforto para o passageiro quanto em economia de combustível e aviônicos…

Só vira-lata continua a não enxergar o óbvio, que é nossa indústria caminhando a passos largos para a liderança do mercado de aeronaves civis médias, para não mencionar o KC-390, que varrerá o chão com os destroços do C-130J em um futuro próximo…já tem MUITA gente de olho para conduzir o projeto junto com a Embraer.

Nick

Mais uma bela notícia 🙂

Parabéns Embraer, e que as próximas decisões de mercado sejam tão acertadas como a família 170/175/190/195.

[]’s

Vader

Embraer RULES!!! 🙂

PS: já pensaram se tivéssemos peitado “uzamericanu” e vendido meia dúzia de ST pro Chaveco? Será que teríamos como vender tanta aeronave assim?

Respeito aos contratos é bom e todo mundo gosta…

black hawk

meu DEUS!!!
com noticias assim tenhu muito orgulho do brasil!!
poxa a embraer e a unica empresa brasileira q esta crescendo nesse ritmo!!!
desse jeito a boeing ou airbus vao acabar fazendo um acordo com nossa embraer!!!
vai embraer toma conta dos ceus e destrua seus concorrentes!!!
ja q o governo e tao lerdo(fx-2 ta mais enrolado q novela mexicana…)
pelo menos a embraer mostra q o brasil tem tecnologia e pessoas competentes!!!
logico q nao e nada graças ao governo, se a embraer dependesse dela,putz tava falida igual a engesa…

SxMarcos

Fala Vader.
Se não me engano, a Embraer não domina a “arte” de projeto e construção de turbinas.

SxMarcos

Não que o ST tenha uma 🙂 mas o motor acho que é americano.
Mas seria uma boa ela reprojetar ou investir em um ST totalmente nacional.
Vejo um grande futuro para o ST.
Se o Brasil investisse mais na aviônica, absorvendo tudo que pode no FX-2, não veria mais limites para a aviação brasileira.

Vader

SxMarcos disse:
21 de julho de 2010 às 17:16

“Se não me engano, a Embraer não domina a “arte” de projeto e construção de turbinas.”

Pois é… Então a pergunta é pertinente né?

Sds.

Alexandre Galante

Será que o pessoal não entende a questão de que fazer uma turbina do ST no Brasil ou qualquer equipamento poderia tornar o avião anti-econômico?

A mesma coisa para os outros aviões. Que companhia gostaria de comprar um jato comercial brasileiro com turbina brasileira?

Quem vai querer abrir mão de usar uma Rolls-Royce, GE ou Pratt-Whitney, que têm muito mais escala?

Fabio Mayer

Bem…a Bombardier tambem não fabrica suas turbinas.

Importante é notar que a Embraer está à frente de suas cncorrentes, pelo menos temporariamente. Falou-se que teria conorência russa e japonesa pela frente mas o fato é que com essas encmendas garantes-se no topo por algum tempo.

SxMarcos

Fala isso pros franceses Galante, que tem o fabricante Snecma.
Concordo que é muito mais econômico obter uma turbina com mais escala, mas a questão não é essa.
A questão foi o embargo que uma empresa brasileira sofreu em uma venda certa.
Agora, comercialmente falando, concordo com suas palavras.

Harry

Caros

….segundo a globo a Embraer em tres dias de feira chegou perto de
9 bilhões de dolares em venda….

Abs

Alexandre Galante

SxMarcos, para turbinas de aviões comerciais, a Snecma teve que se juntar à GE.

Sérgio Araújo

Caro Harry,
se não me engano são quase 10bi só com a Republic.

Vou procurar aqui.

Sérgio Araújo

Opa! Errei e duas vezes.

Achei que o contrato de quase 10 bi era com a Flybe, mas é de 5bi.

nando

pra frente brasil,salve a sele… ´`(ops) embraer he he he

Luiz Eduardo

SxMarcos disse: 21 de julho de 2010 às 19:14 A Embraer nunca sofreu embargo de turbinas ou motores… Ah, caso ST x Venezuela? Não houve embargo, houve negação de venda, do sistema de GPS. Se a Embraer quisesse tinha comprado o mesmo sistema de outra empresa em outro lugar, mas pegou a calculadora, fez os calculos e viu que o custo-beneficio não valeria a pena, então simplesmente DESISTIU da venda. Esses números de Farnborough só confirmam como ela estava certa – peitar os EUA por uma vendinha michuruca – q na M…. q anda o Chavito, nem sei se ia… Read more »

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