segunda-feira, maio 23, 2022

Gripen para o Brasil

Ozires volta a falar em caça genuinamente nacional

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Iara Gomes

vinheta-clippingA decisão de equipar a Força Aérea Brasileira (FAB) com caças de última geração, o Projeto FX, não é nova. A primeira tentativa de compra começou em 1996. Marcado por atrasos, cancelamentos e adiamentos, o programa foi retomado em 2008, desta vez com o nome de FX-2. E agora se encontra na fase final. A Dassault (França) disputa o contrato para fornecer 36 caças à FAB com o Rafale; a Boeing (EUA), com o caça F-18 Super Hornet; e a Saab (Suécia), com o Gripen NG. O preço do Rafale teria caído de US$ 8,2 bilhões para US$ 6,2 bilhões depois que o presidente Lula declarou a sua preferência pelos aviões franceses e pediu ao presidente da França, Nicolas Sarkozy, que intercedesse junto ao fabricante. As propostas da Boeing e da Saab estariam avaliadas em US$ 5,7 bilhões e US$ 4,7 bilhões, respectivamente. Em meio às controvérsias sobre a melhor proposta, um grupo de empresários de São José dos Campos (SP), da cadeia aeronáutica, liderado pelo ex-ministro e fundador da Embraer, Ozires Silva, tenta convencer o governo a adotar um programa de desenvolvimento do caça brasileiro. No modelo proposto, a indústria aeronáutica nacional, ao invés de esperar a prometida transferência de tecnologia, seria contratada para desenvolver o avião junto com o fornecedor estrangeiro.

“No início dos anos de 1970, por ocasião do acordo Embraer-Aermacchi para construção do Xavante, pensou-se em criar a partir daquele aprendizado o programa AX, um jato de ataque, mas devido à falta de recursos o projeto não foi adiante. Ainda dá tempo”, disse o especialista em assuntos militares da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF-MG), Expedito Bastos.

FONTE: DCI, via Notimp

NOTA DO EDITOR: o programa A-X foi adiante e deu origem ao AMX

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Rodrigo

O Ozires teria razão, se houvesse tempo hábil para isto.

Humberto

Interessante, algumas dúvidas.. Quem tem a ganhar com isto? Quem vai pagar? Quanto tempo vai demorar para termos um vetor? Qual o caça tampão para a FAB até começar a produção do vetor? Quando e se algum dia o mesmo voar, quem disse que vai ser efetivo (existem vários exemplos de caças que são absurdamente caros e que não trazem nada a mais se comparada a outros)? Qual a solução, a lá NG (que utiliza componentes de vários fornecedores) ou a Rafale (no qual a França fornece grande parte dos componentes)? Só para alguns refrescarem a memória..O programa do subnuc… Read more »

era200

A Embraer esta com a razão, compramos 24 Super Hornet ( tampão), vedemos para os Americanos 200 ST, e entramos de cabeça no projeto de um caça de 5 geração ai sim teremos a Independencia que todos sonhamos.

Nick

Apóio Ozises Silva. Ele tem toda a razão. Conhecimento vindo de prateleira dificilmente você consegue assimilar. É como estudar livros e não por em prática. Por melhor que sejam o Rafale e F-18 SH são prateleira. O Gripen NG oferece conhecimento mesmo que parcial visto que o projeto está bastante adiantado. Mas existem algumas oportunidades. Queremos ter o conhecimento para projetar, desenvolver e construir caças?? Temos de fazer do começo, dos rascunhos, e claro com alguma acessoria externa, visto que enfrentaríamos algumas questões e isso aceleraria o programa. Temos de seguir o exemplo da India com seu Tejas, ou da… Read more »

Ricardo_Recife

O subnuc e o programa espacial brasileiro morreram por falta de verba, orçamento. Não da para planejar algo se todo ano você não sabe com quanto vai contar para fazer o projeto andar. O mesmo acontece com as atuais compras do governo atual, tem gente perguntando e o GF não responde, de onde vai sair o dinheiro para manter tudo isto. O Lula já disse que dinheiro para manter os novos caças voando é um problema do governo futuro, e não dele.

robert

O problema é que começam num governo dai o outro já entra e corta as verbas.

Não tem projeto no mundo que consegue se desenvolver assim.

Ou há uma política pra isso, ou é melhor ficar dependente dos outros.

Ricardo_Recife

robert, isto não acontece apenas entre governos, muitas vezes dentro de um mesmo governo isto acontece. Mudam ministros, muda tudo. Chega uma eleição e tira-se dinheiro de um projeto prioritário para o país e se manda para construir ponte com nome de mãe de deputado e senador em Curral eleitoral lá no raio que o parta.

shungria

Respondendo às perguntas do Humberto: Humberto disse: 22 de abril de 2010 às 9:39 Quem tem a ganhar com isto? R- O Brasil como um todo. Quem vai pagar? R- O mesmo que quer pagar pelo Rafalixo, o GF. Quanto tempo vai demorar para termos um vetor? R- Muito menos tempo, mas muito menos tempo que se optar pelo Rafalix. Qual o caça tampão para a FAB até começar a produção do vetor? R- Ah, meu amigo, qualquer um.. F16, SU35, não precisa escolher muito não, pois qualquer um é melhor que o Rafajaca. Quando e se algum dia o… Read more »

Jovert

O Brasil tem condições de desenvolver seus próprios caças sem dúvidas. Se alguém já visitou a Sukhoi na Russia, isso serviria de referencia para mostra que o Brasil está muito mais adiantado em questão de instalações. Em termos de tecnologia e processos, o que o Brasil tem hoje e o que pode desenvolver rapidamente vai atender as necessidades operacionais dos caças. Lembre-se que nossos inimigos potêciais (ou imaginários) não são os mais fortes. Em questão de tempo, o Brasil não precisa caças hoje. Alguém viu algum estudo estratégico mostrando a necessidade imediata? Há alguma ameaça iminente? Só no imaginário daqueles… Read more »

emerson

respeito Ozires demais para rebater suas ideias, mas tenho algumas dúvidas. Considerando o esforço americano no F35, russo no PAK50 e do europeu nas tecnologias stealth, imagino que o desenvolvimento de um caça nacional similar ao NG levaria de 10 a 15 anos custando algo como 20 bilhões de dolares. Se fosse um similar ao F35, poderia levar de 20 até 30 anos, podendo chegar a 80 ou 70 bilhões de dolares. Isso para produzir 100 aeronaves para a FAB. Pode ser até 200, mas a ordem é a mesma. Considerando o mercado internacional, essas aeronaves iriam competir com modelos… Read more »

Giordani RS

Por quê ele não defendeu isto quando era ministro?
Por quê ele não defendeu isto quando era presidente da embraer?
Agora é fácil falar…

Somos um país extremamente rico! Não só riqueza natural, mas também humana. Temos condições de levar um Homem a Lua e trazê-lo de volta. O que nos falta é a maior de todas as riquezas: A Riqueza Moral.
A Lei de Gérson impera sobre esta nação…

Dia 22/04 será a data de vida ou morte do FX2…

drcoakroach

Segundo Robert Hewson da Jane’s o Gripen NG jah seria parte brasileiro: “- In Brazil as a partner in the Gripen Next Generation increases the chance of Saab in the world market significantly, “said Air Force expert Robert Hewson on Jane’s London to New Technology. Saab makes a smart move to invite Brazil and its aviation industry with Embraer in the lead in practice to become half owner of the new Gripen Next Generation, argues Robert Hewson, editor of Jane’s Air Launched Weapons. ” http://www.bgdna.com/vehicles/brazil-is-saab-s-best-chance.html Os fabricantes Europeus precisam de parcerias fora da Europa p/ continuarem competitivos. A Saab sabe… Read more »

Jovert

Quando se desenvolve o produto no Brasil, o dinheiro gasto fica no Brasil pois paga salários de pessoas que gastam o dinheiro no Brasil. Quando se compra caça de fora o dinhiero vai todo para os bolsos dos empregados naquele país. Ou seja, quando se desenvolve no Brasil o gasto é muito menor do que comprar de fora pois o dinheiro circula no Brasil e então não é na verdade um gasto. Pense que os empregados franceses tem uma qualidade de vida melhro do que a dos brasileiros e se comprarmos caças deles quem vai ganhar mais ainda serão eles… Read more »

Vilas Nobre

Respeito o Ozires Silva, mas talvez esta sugestão não teria que ter sido feita na época do F-X em 96 ? Alguém sabe se isto chegou a ser sugerido na época e, caso positivo, quais as razões para não terem ido adiante ?

Em príncipio a idéia é muito boa, mas não sei se é viável operacionalizá-la, pela urgência no reaparelhamento e pela disponibilidade financeira existente, uma vez que existem empenhos e compromissos comerciais em outros projetos já em andamento, como bem lembrado pelo emerson.

Humberto

Caro shungria, Em termos caro..em termos.. Quem ganha são os acionistas da Embraer, os funcionários da Embraer, e das empresas que orbitam a Embraer, o resto, muito pouco tirando o orgulho de termos uma empresa grande. O GF não gera dim dim algum, tudo é fruto de impostos e emprestimos, ou seja, quem vai pagar a bagaça somos nós.. Não gosto do Rafale, mas sinceramente não vejo um caça nacional voando em menos de 10 anos, se for de quinta geração (ou superior) vai demorar beeeemmmm mais.. Concordo em tudo sobre o caça tampão…Perfeito..mas nenhum deles são finalistas do FX.… Read more »

Jovert

Quem quer ter caça para defendero Brasil, deve primeiro defender os empregos e oportunidade no Brasil. Quando a Embraer e as empresas que orbitam ganham, quem ganha são seus funcionários, os municipios e o futuro do país como um tudo.
Os empregados dessas empresas ganham mais e gastam mais, viajando a turismo, saindo para jantar com a familia, comprando roupas, pagando tratamento medico e dentario, pagando imposto, etc… ë uma bola de neve que beneficia a todos no país. Beneficia a todos que estão lendo esse blog.

Jovert

Primeiro temos que ter o que defender no Brasil, nossa qualidade de vida e liberdade, para depois pensarmos em ter os caças para defender o BRasil.

julio

eu achu q o brasil n demoraria mto pra desenvolver um caça de quinta geraçao nao.
a embraer esta adiantada em termos de tecnologia o q falta eh $$ pra desenvolver um futuro projeto deles vi num site que o brasil ja tao desenvolvendo motor de caça e que pode estar pronto em 2014
quando o assunto é aviaçao embraer sabe o que fazer
como eu disse neh o que falta eh dinheiro

LBacelar

O Ozires é maluco??? Só pode!!! O Brasil não tem a menor capacidade de desenvolver um caça de 4ª geração, se iniciassemos o processo agora talvez conseguiriamos fazer um F16C em 2030!!! Acho que ele bateu a cabeça depois que saiu do ministério! Será que ele não parou p/ pensar em vetores como o F35, F22,Rafale, EF2000, Tejas e etc que ficaram anos na prancheta até saírem do papel? E todos esses vetores foram construidos por países que realmente prezam por forças aéreas tecnologicamente preparadas e doutrinadas! Quando a gente fala só para aparecer começa a falar mais do que… Read more »

Jovert

Isso é delicado de se dizer e talvez não deveria dizer aqui, mas lembrem-se que os militares e políticos que estão decidindo comprar os caças no exterior tem estabilidade de emprego e aposentadoria integral garantida. Já a maioria de nós dependemos de criação de empregos para vivermos. Será que isso abre o olho de alguns menos alertas a situação real versus a enpolgação?

M1

Rodrigo disse:
22 de abril de 2010 às 9:22

E se o Brasil comprar uns caças de prateleira? Teria tempo, certo?

Nick

Caro Humberto, Sobre os custos, eu entendo que o um caça nacional, deveria seguir a mesma filosofia dos suecos , utilizar o máximo do que já existe no mercado. Isso tem duas vantagens: 1) Redução dos custos de R&D 2) Já existe escala antes mesmo do projeto existir. Um exemplo é o motor GE414. O NG terá um motor mais barato que o VolvoRM12, e mais potente, com uma escala de no mínimo de 800 motores já existentes. Outro exemplo são os radares e sensores Irst da Selex. Quem vai desenvolver é a Selex Galileo, o custo do mesmo ficam… Read more »

Humberto

Caro LBacelar, Acho que Ozires não é maluco não.. Muito que a Embreaer é hoje é devido ao Ozires, o inverso também é verdadeiro..Então ele quer que a empresa cresça a qq custo.. Só complementado o que vc postou (que concordo), um caça, além de todo o desenvolvimento é a continuidade de anos de desenvolvimento e fabricação (vamos colocar como tradição) de caças anteriores, nós vamos subindo e crescendo..Um caça como Rafale são décadas de desenvolvimento e pesquisa, podemos pular e queimar etapas? Claro que sim, mas mesmo queimando etapas, o prazo é longo (neste quesito, de repente vc é… Read more »

Humberto

Caro Nick,
Concordo com vc, o caminho seria um NG like e trabalharmos em parceiria com outras empresas, eu acredito (apesar do meu preferido ser o F-18) que se pulassemos no programa NG, o caça nacional estaria mais próximo da realidade.
[]

Vader

Ao contrário do que acham os derrotistas de plantão, capacidade de construir um caça nós temos e de sobra. Ou então que alguém me prove que a Índia tem mais capacidade que nós. Ou Taiwan. O que estes países tem é PROJETO DE NAÇÃO (com maiúsculas mesmo). Nós não temos: não temos competência política mesmo. Não temos um projeto de Estado. Não temos um projeto de Nação. Tudo o que temos é o projeto bolivariano internacionalista de fazer do Brasil um Cubão, o novo “Leste-Europeu” do socialismo, unindo nosso país a nossos patéticos vizinhos cucarachos. Diante disso, o Ozires viaja… Read more »

Curvo

Caro emerson disse: 22 de abril de 2010 às 10:37 Tenho acompanhado o que o Ozires Silva tem falado, e pelo que depreendi é uma coisa um tanto quanto diferente do que tem se postado até agora aqui, pelo que entendi o que o Ozires quer “no curto prazo e dentro do FX-2” é que a “gerência” do projeto, quanto à sua contraparte (nacionalização e fabricação dos Vetores aqui) seja de responsabilidade da Embraer, pois ela é que é a especialista em fabricação de aeronaves no Brasil !!! E ao que li, isto não está contemplado no programa FX2, ou… Read more »

Curvo

Vader disse: 22 de abril de 2010 às 11:44, o meu mêdo é que tal já esteja bem próximo !
Basta ver as últimas de Nuestro Amigo “Mui Amigo” Chávez, 35 mil milicianos, Sus 30 OK, Juventude Hittlerista, digo Bolivariana, Rifles novos, tanques de guerra novos, submarinos novos, só falta comida, por que o Circo já está armado !!!
E a comida ? Pode ser conseguida logo ali … no Brasil !!! Tem uns pessoal muito bom de papo, e ruim de defender os interesses da Nação !!! Não concorda ?

Curvo

Basta ver o contingeciamento de verbas deste ano e, por que não dos anos passados contra receitas do Governo Federal. Aonde foi gasto os recordes de arrecadação que a cada mês vemos estampados na mídia ?
AAAAhhh tem a gasolina do AeroLula, os repasses ao MST, etc…..
Sem mais comentários, está quase pronto o Teatro, os atores já estão posicionados e o Brasil, bem o Brasil esperando (? talvez) para 2014 novos aviões, para não sei quando os VBTBs (está correto falar assim do novo Guarani), sem falar do Opalão ….

hms tireless

Antes tentar desenvolver um caça nacional do que ser vassalos da turma do biquinho . Aliás, tendo em vista a informação que segundo a qual teríamos 40% da propriedade intelectual do Gripen NG, fica à pargunta para os que contam os dias para se tornar vassalos da turma do biquinho: qual o percentual da propriedade intelectual que a Dassault vai nos oferecer da Jaca?

Sukhoi

Instalações não querem dizer nada. A Sukhoi é uma prova disso.

Mas de que adianta ter boas instalações, se o conhecimento sobre caças de combate é pífio?

Sem parcerias, é impossível elaborar um caça nacional e competitivo, de 4ª geração, pelo menos.

E a grana para financiar a coisa toda, de onde virá?

Sejamos realistas, e não ufanistas.

Jovert

Brasil não precisa caça de qualquer geração. Brasil precisa emprego, cidadania e caça Brasileiro de ultima geração, seja qual for.
O dinheiro: você começa com os 7 milhões que iriam para o Rafale e esse dinheiro vai circular e gerar mais dinheiro que será reinjetado no programa ao longo do tempo. Comprar lá fora é matar a galinha dos ovos de ouro.
Sejamos realistas bem fudamentados e não chutadores empolgados.

tyrion

dinherio crinças tudo e dinheiro ate a presente data nos “contribuinte” ja entregamos ao estado 370,6 bilhoes de reais.

Aonde esta o problema? o brasil tem o mair indice de imposto em relação ao pib. pra onde ta indo todo este dinheiro…programas sociais ? saude? educação ? segurança publica? custeio da maquina? corrupção? este pais e uma piada….

Fernando_MG

Complexo de vira-lata, como dizia Nelson Rodrigues. A muito leio os comentários aqui e vejo que existe uma grande quantidade de leitores que simplesmente acham o Ozires, louco, irrealista, sonhador e por aí vai. No fundo esse é um enorme complexo de inferioridade e não há razão para isso, somos tão capacitados ou mais que qualquer gringo ( e eu sou meio gringo). Quando o Ozires começou com a história do Bandeirantes, a maioria o chamava de (no minímo) sonhador, o próprio francês que o projetou cedeu os direitos por não acreditar no projeto, o Brasil estava bem mais pobre… Read more »

paulo

O Brasil tem capacidade de desenvolver um vetor nacional, adequado às nossas necessidades (grande alcance, supercruise, robustez e multimissão com alguma capacidade stealth e capacidade BVR). O problema de se discutir isso agora é que estamos em fase final de um processo de aquisição de tecnologia e vetores de 4ª++ geração (estes últimos mais que necessários ante a “idade avançada” de nossos aviões) e tal manobra pode ser mero divercionismo de “interessados” em melar tal aquisição e atrasar o Brasil ainda mais. (vide belo monte que os EUA não querem; vide os quilombolas reclamões face a nosso desenvolvimento espacial; vide… Read more »

Phaco

Boa tarde pessoal, Li em outro fórum que a Polaris em parceria com o CTA já tem um protótipo de turbina de 1300HP desenvolvida… Se o Brasil conseguir desenvolver uma turbina 100% nacional, confiável e de alto desempenho para equipar um futuro caça, não é impossível que a Embraer, em parceria com diversas outras empresas brasileiras, consiga construir um caça stealth! O cerne da questão não é construir o caça..isso é muito fácil para uma empresa do calibre da Embraer….o fundamental é ter a capacidade de construir os diversos sistemas que a aeronave utilizará: Turbinas, mísseis, controle de armas, etc,… Read more »

paulo

diversionismo é com “s”! Desculpem colegas…

Bosco

Tudo bem! Vamos fazer nosso caça tupiniquim.
Mas por via das dúvidas vamos comprar logo uns 50 F-18E/F.
Vai que esse projeto do caça leve uns 50 anos…
30 anos levou pra desenvolvermos o míssil Piranha.

CosmeBR

julio disse:
22 de abril de 2010 às 11:12
eu achu q o brasil n demoraria mto pra desenvolver um caça de quinta geraçao nao.
a embraer esta adiantada em termos de tecnologia o q falta eh $$ pra desenvolver um futuro projeto deles vi num site que o brasil ja tao desenvolvendo motor de caça e que pode estar pronto em 2014
quando o assunto é aviaçao embraer sabe o que fazer
como eu disse neh o que falta eh dinheiro

A EMBRAER está adiantada? Em que? Estrutura? Chapa de aço? E os aviônicos e os motores? O recheio?

Alecsander

Dez de que seja um caça de 5ª ou 6ª geração, pode ser uma boa, mas se for um caça de 4ª geração é pura perda de tempo e de dinheiro, e será melhor ficar com um dos caças do FX-2 mesmo. Se o Brasil quiser desenvolver seu caça nacional, tem que pegar o exemplo do AMX para ver tudo o que não se deve fazer, começando pelo maior problema do AMX. O maior problema do AMX; 1º foi o Brasil ter entrado em parceria com a Itália, para desenvolver um caça de ataque ao solo, na época em que… Read more »

Jonas

Acredito que a melhor chance do Brasil desenvolver um caça é em parceria com outros países. Para um caça de 5º geração: entramos no F-35 (a partir do F-18 de pratileira), no PAK (a partir do SU-35 ou SU-30MKII de pratileira) ou no Gripen Stealth (a partir do Jas39 de pratileira). Ou VANT (com Rafale ou Tycoon de pratileira). Em vez de gastarmos com “compra de transferência de tecnologia”, vamos comprar os caças mais baratos e gastar a diferença do FX-2 nesses programas. Aí, a Embrar e outras empresas aeronáuticas vão ter capacidade de absorver tecnologia de fato, pois estarão… Read more »

Jovert

VOCÊ É BOM EM TOMAR DECISÕES ? Um grupo de crianças brinca próximo a duas vias férreas, uma das vias ainda está em uso e a outra está desativada. Apenas uma criança brinca na via desativada, as outras na via em operação. O trem está vindo e você está exatamente sobre aquele aparelho que pode mudar o trem de uma linha para outra. Você pode fazer o trem mudar seu curso para a pista desativada e salvar a vida da maioria das crianças. Entretanto, isto significa que a solitária criança que brinca na via desativada será sacrificada. Você deixaria o… Read more »

D'Almeida

Alguem aí se lembra de uma frase que foi ridiculazada a muito tempo atrás que dizia: “O PETROLEO É NOSSO”?
Voces sabem o nome dessa empresa e no que ela se tornou?

Porque não: “O CAÇA É NOSSO”?
Não faltam brasileiros idelalistas, não falta dinheiro. Tecnologia se desenvolve.
Tenho certeza que antigamente se dava mais valor a pátria e o orgulho estava presente.

Infelizmente nossa nação esta entregue a um bando de vendilhões.

Tudo começa com um sonho. Mas quando aparecem aqueles que dizem que não é possível. DUVIDE! Desconfie os interesses que estão por trás disso.

YES WE CAN!

LBacelar

Humberto disse: 22 de abril de 2010 às 11:24 Boa tarde Humberto e me desculpe se fui radical demais. Infelizmente hj em dia não temos gerencia e nem administração competente para tocar um projeto 100% nacional, como quer o Ozires, Só de RFI nós perderíamos um bom tempo. Se pararmos para pensar, o programa FX2 está atrasado em mais de 10 anos, cancelar tudo agora não trará benefícios para ninguém, só para quem está interessado em lucrar com a possível “fabricação” dos aviões. Eu acho que devemos nos planejar para que em 2030 possamos iniciar a construção de um caça… Read more »

emerson

Amigo Curvo, Sempre é bom o debate contigo. Acho que o gerenciamento do FX2 pela Embraer, nos moldes colocados em seu comentário, seriam realmente o ponto de desembaraço para a transferencia de tecnologia para a Embraer. Eu também vejo como correto que a Embraer seja a grande beneficiada tecnologicamente pelo FX2, e não a construção de um outro polo aeronautico em S.Bernardo. Contudo, se seguirmos a informação do post sobre o desenvolvimento do F-BR, acho que seria uma aventura arriscada, como exploquei em meu longo comentário. Me parece que o detalhamento da participação da Embraer no FX2 vai depender de… Read more »

Bosco

Ufanismo exacerbado é viralatice igual ao derrotismo, pois coloca nos ombros de outro o dever de fazer o país imaginado.
É igual o sargentão cobrar 200 apoios dos filhos dos outros apelando pro machismo e pro patriotismo, enquanto o dele tem um par de piercings nos bicos do peito e passa o dia mascando chiclete e jogando videogame.

Gilberto Rezende-Rio Grande/RS

Com todo respeito essa sugestão passou do ponto no tempo em, NO MÍNIMO, 8 anos…
Começar AGORA um projeto nacional com os Mirages 2000 da FAB (já tampax-1), buscar um TAMPAX-2 e abortar o FX-2 a (supostamente) um mês da decisão final é caso de FUZILAMENTO SUMÁRIO por traição a pátria por ambição empresarial DESMEDIDA….

F/A 18 SH ou RAFALE a FAB PRECISA de um avião de VERDADE para ONTEM !!!

Jovert L Garotti

Alguém realmente acha que algum vizinho do Brasil seria doido de atacar-nos? Alguém realmente acha que o Brasil poderia atacar algum vizinho?
Que tal misseis terra-ar? Poderiam ser mais baratos e mais efetivos que 20 caças.

Bruno Holtz

Olha com todo respeito ao Dr. Ozires…esta idéia, no momento, não vai dar. Admiro ele pelo passado empreendedor, mas também sebemos também que ele já deu muitos foras por aí. Lembro que ele era presidente da Varig (Na época, trabalhava na Nordeste, do grupo), e falou que o projeto da GOL não daria certo pois o brasileiro não iria aceitar barrinha de cereal em avião. Este foi um mito que se formou na cultura da empresa, e deu no que deu. Claro que isto não o desqualifica. Muito pelo contrário, nba Varig tolhiram muito as suas ações. Mas esta idéia… Read more »

rogerio

Humberto concordo com voce isso dai e pra alguns encherem o bolso como foi amx,e o submarino nuclear dos anos 80

Tito

Ok. a resposta é:

GRIPEN NGBR.

Sem duvida, é o que mais se aproxima de um desenvolvimento nacional.
Lembremos que os custos de desenvolver um caça são enormes, e pouquíssimas nações o fazem sozinhas, e menos ainda o farão no futuro.

O novo supra sumo da aviação de combate, o F-35, teve de se apoiar em vários parceiros para se tornar viável.
Então vamos a parceria com os Suecos, ai esta nosso futuro.

(Uma parceria com as Suecas seria melhor ainda) 😉

Abs.

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