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A raposa e o corvo

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O francês Rafale nunca foi testado em combate, é mais caro e, por essas e por outras razões, nunca venceu concorrência

rafale-congresso

Aldo Pereira*

NOITE DE 2 de maio, 1982, guerra das Falklands/Malvinas. Em rápida sucessão, dois torpedos disparados pelo submarino nuclear britânico Conqueror perfuraram o casco do cruzador argentino General Belgrano.

Entre dilacerados e queimados a bordo por explosões primárias e secundárias ou afogados no subsequente naufrágio, a Argentina perdeu naquela noite 323 marinheiros. Chocado, o almirantado argentino recolheu às bases todas as suas unidades, de onde nenhuma delas voltou a sair antes do fim das hostilidades. Dois torpedos, uma esquadra inteira fora de combate.

Livre associação de ideias: se equipada com torpedos Shkval, a frota de submarinos Varshavyanka e Amur, comprados da Rússia pela Venezuela, terá capacidade teórica de varrer do Atlântico, em poucos dias, toda a sucata flutuante da atual marinha de guerra brasileira. Propelido por cavitação, esse míssil subaquático leva menos de um minuto para atingir qualquer navio ou submarino a dez quilômetros de distância, sem lhe dar tempo para manobra defensiva. Que dizer duma estática plataforma?

Na vociferante controvérsia estratégica de hoje, a marinha de superfície aparece como ainda insubstituível para certas operações. Mas as armas decisivas de qualquer confronto aeronaval são agora submarinos, torpedos, aviões, helicópteros, mísseis -e respectivos meios cibernéticos.

Enquanto a Venezuela se arma nessa linha para atacar a Colômbia e instalar ali regime “bolivariano” aparelhado pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (oportuno “casus belli” é questão de tempo), o Brasil boceja perante opções tardias de adequada resposta. Lembrado talvez da fábula “A Raposa e o Corvo”, tal como recontada por La Fontaine, o presidente francês Nicolas Sarkozy tem recorrido a adulações marqueteiras para levar o ingênuo presidente brasileiro a preferir o Rafale para reequipamento central da Força Aérea Brasileira.

Não será de todo irrelevante lembrar que o bilionário senador Serge Dassault é amigo e patrocinador eleitoral de Sarkozy. Dassault controla a fabricante do Rafale e também importante segmento da mídia francesa (Apesar do que, neste ano, um tribunal lhe cassou o mandato de prefeito de Corbeil-Essonnes, municipalidade próxima de Paris, por compra de votos na última eleição). Dassault espera que o Estado francês o ajude agora a vender o Rafale. Ele e Sarkozy têm custeado, para isso, bajuladoras viagens à França de parlamentares e autoridades brasileiras com influência na decisão.

Mas tão complexa equação seria acessível à maioria desses convidados? Cada variável corresponde a alguma opção aviônica (referente à parafernália eletrônica de bordo) ou de logística, ou ainda a fatores estratégicos, como autonomia tecnológica e garantias de reposição de material perdido em ação. A matéria, desafiadora até para refinadas seleções de especialistas, é decerto inacessível à análise de jornalistas leigos e políticos incultos. Note que, ao adiar o Programa FX, em 2003, Lula impôs ao Brasil irresponsável atraso ao já então precário reaparelhamento de nossa defesa.

Caças-bombardeiros Sukhoi 30MK2, como os da Venezuela, sonho e pesadelo dos pilotos da FAB, são tidos como superiores a qualquer outro, com possível exceção do americano F/A 18 Hornet (dependendo de perícia dos pilotos, armamentos, aviônica). Os fabricantes de ambos, porém, recusam partilhar os segredos da respectiva tecnologia. A precaução visa tanto resguardar mercado quanto prevenir repasse -acidental ou intencional- a adversários potenciais.

Os franceses prometem ser mais flexíveis quanto à transferência, não se sabe bem até que ponto. Mas o Rafale nunca foi testado em combate, é mais caro, e, por essas e outras razões, nunca venceu concorrência. Ao rejeitá-lo, como também a Índia o fez, a Austrália alegou uma razão que o Brasil deveria ponderar: raio de ação relativamente curto. O Rafale foi projetado para guerra na Europa, onde trajeto de mil quilômetros pode transpor meia dúzia de países. Não serve para a vastidão continental da Austrália. Que, aliás, é até pouco menor do que o Brasil.

Transferência de tecnologia é decerto ponto essencial na barganha em curso. Fator decisivo da derrota da Argentina na guerra das Falklands/ Malvinas foi sua incapacidade de pronta reposição de arsenal e equipamento. Já em nosso caso, a prioridade imediata deve ser superioridade capaz de dissuadir os potenciaisagressores.

*ALDO PEREIRA , 77, é ex-editorialista e colaborador especial da Folha.

FONTE: Folha de São Paulo, via Notimp / FOTO: Dassault

NOTA DO BLOG: o texto acima contém uma série de inverdades que, no conjunto, podem passar um ideia errada ao leitor e até mesmo desinformá-lo. Vejamos alguns pontos:

  1. Os torpedos que afundaram o Belgrano eram antigos e de tecnologia ultrapassada. A maior novidade do ataque era a utilização de um submarino nuclear.
  2. A Venezuela ainda não fechou nenhum acordo com a Rússia para a aquisição de submarinos. Embora o nome pomposo “Varshavyanka”, citado no texto, possa causar um certo “medo” no leitor ou demonstrar um vasto conhecimento do autor, isso nada mais é do que o Project 877 classe Kilo.
  3. Ao contrário do exposto no texto, o Rafale já foi testado sim em combate, e continua em atividade no Afeganistão.
  4. A Índia não rejeitou o Rafale e ele segue como forte concorrente do programa MMRCA.
  5. O Rafale possui um raio de ação excepcional, embora o texto diga exatamente o contrário.

Recentemente, foi publicada uma matéria no jornal Correio Brasiliense onde o maestro Jorge Antunes, sem o menor conhecimento sobre o assunto F-X2, teceu diversos argumentos equivocados sobre o tema.

Simplesmente nós do blog do Poder Aéreo não entendemos de onde saem estes cidadãos e por que a grande imprensa dá ouvidos a eles ao invés de consultar os especialistas no assunto em questão.  Além de colaborarem para a desinformação do leitor, textos como o acima prejudicam a imagem e a credibilidade do veículo de comunicação.

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Bosco
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Bosco

Poggio,
ele citou que o ‘Conqueror’ era nuclear sim.
Um abraço.

Rodrigo Marques
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Rodrigo Marques

Acho que antes de malharmos o Sr. Aldo, temos como a nota do blog fez precisamente, identificar no veículo que permitiu-lhe escrever todas essas asneiras um claro componente político. Sobre algum problema com a Venezuela, acho que por um bom tempo nada disso vai ocorrer, pois todos os postulantes ao governo estão mais alinhados com ele do que o contrário. Infelizmente.

Esdras
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Esdras

Se o fato de um caça nunca ter entrado em combate é motivo para não comprar, então avião militar nenhum será vendido mais. Essa afirmação é simplismente ridicula.
Quando os argentinos compraram o SUE ele também nunca tinha entrado em conflito, mas entrou e mostrou quem ele era.
Então ninguém deve comprar o F-35 porque ele nunca entrou em combate?

R_Cordeiro
Visitante
R_Cordeiro

amanhã um torneiro mecânico publicará uma matéria na folha sobre a superioridade/inferioridade dos foguetes utilizados entre Russia e EUA na corrida ao espaço.

(não desmerecendo a profissão…)

como ja disse da outra vez… legal a liberdade de opinião, mas opinião sem conhecimento não é opinião é palpite.

e de palpitero a mídia brasileira tem um monte.

abraços!

McNamara
Visitante

No rico vocabulário, este senhor procura ocultar sua ignorância nos assuntos da área militar. Ouve falar do Shkival, e já acha que tal sistema está à disposição do Sr. Chávez, desvenda conclusões óbvias da relação governo / iniciativa privada na França, como se elas não acontecessem em qualquer país… Antevê conflitos baseado na sua experiência de editorialista??? Esse senhor não passa de um garimpador de notícias bombásticas, tão superficiais quanto o seu conhecimento geral a respeito de assuntos militares. Lastimável que tais asneiras sejam publicadas em veículo de tão grande alcance.

Rodrigo Marques
Visitante
Rodrigo Marques

Corrigindo. A nota do blog aponta no veículo o principal problema ( a propagação da desinformação). Sou eu quem coloco a questão política.

latino
Visitante

+ uma perola da imprensa !!!

Eloizio H. M. Dantas
Visitante
Eloizio H. M. Dantas

Alguém sabe qual foram os caças comprados pela Australia, no lugar do rejeitado Rafale?

Felipe Cps
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Felipe Cps

Editorial bobinho de tudo. Acerta na conclusão mas erra nas premissas. Faz de conta que não li.

Sds.

Fritche
Visitante
Fritche

É triste, mas enfim, fazer o que. Se o Lula tivesse divulgado preferência pelo F18 teriamos palpiteiros, como o colaga acima citou, aos montes dizendo que o Brasil ruma a tornar-se colônia Norte Americiada (Mexico II?). Se a preferência foste pela SAAB teriamos palpites relacionados ao caça que não existe, aos atrasos que poderiam ocorrer principalmente com o envolvimento do Brasil no projeto….. Enfim, o que importa para a imprensa no geral é ‘malhar’ o governo, independente de qual for, independente de qual for o assunto, o que importa é audiência, independente de qualidade e conteúdo, ao menos é a… Read more »

Repsol
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Repsol

“”Caças-bombardeiros Sukhoi 30MK2, como os da Venezuela, sonho e pesadelo dos pilotos da FAB, são tidos como superiores a qualquer outro, com possível exceção do americano F/A 18 Hornet””

Alguem pode me dizer se um Rafale ou um Gripen NG é realmente inferior aos sukhois venezuelanos?

Eu acho que não.

Tiago Jeronimo
Visitante
Tiago Jeronimo

Além das inverdades apontadas pelo Blog ainda há mais uma: Caças-bombardeiros Sukhoi 30MK2, como os da Venezuela, sonho e pesadelo dos pilotos da FAB, são tidos como superiores a qualquer outro, com possível exceção do americano F/A 18 Hornet (dependendo de perícia dos pilotos, armamentos, aviônica). É fato que o Rafale tem uma capacidade Ar-Ar superior ou pelo menos igual ao Super-Hornet. Quanto ao fato de o Rafale ser testado em combate tenho que discordar do Blog. Não podemos considerar o Afeganistão um real campo de provas, já que as ameaças aéreas e anti-aéreas não existem há não ser que… Read more »

Sandro
Visitante
Sandro

Espetacular, a cada matéria a folha de são paulo se supera, é tanta asneira e inconpetencia que já são merecedores do Guines Book.
Não sei quem e pior se os reporteres ou os chefes destes que ao meu ver ja eram para estar no circo!

Eu
Visitante
Eu

Foi testado EM COMBATE sim! Na guerra do Afeganistão.

Eta comentariozinho sem base…

Lucas
Visitante
Lucas

Caramba, estes ilustres personagens da nossa imprensa sabem ler algum jornal, revista? Porque, a compra dos submarinos da Venezuela não foi fechada como disse o blog, em contrapartida o Brasil, já fechou o negócio da compra de 5 submarinos convencionais e um nuclear, esta frota sim, com as unidades de IKL 209 ainda restantes na Marinha do Brasil são capazes de varrer o atlantico sul. Me parece também que o autor deste texto desconheçe um país chamado Afeganistão, no qual o Rafale F3 esta sendo usado em combate real e sendo muito eficaz por sinal,outra coisa que o texto citou… Read more »

Leigo
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Leigo

Parabéns leitor da folha …

Você foi ( mais uma vez ) manipulado.

Tiago Jeronimo
Visitante
Tiago Jeronimo

Lucas, só lembrando que o Rafale F3 não está operacional ainda, e o que está sendo usado no Afeganistão é a versão F2 salvo engano meu.

Délcio
Visitante
Délcio

Pois é, e com os investimentos que temos na educação (infelizmente sou um professor), teremos ainda por muito tempo um enorme ‘batalhão’ de analfabetos funcionais como o cidadão que redigiu tamanha ‘diarréia mental’ citada acima, ou o tal maestro de outro dia.

Fico me perguntando como um veiculo de comunicações de tal porte contrata um cidadão destes!
Pior ainda, PUBLICA algo deste nível!!!

Abraços

luis
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luis

AEW parabens aos administradores do blog, já ouvi tanta besteira de jornalista que não sabe m………nenhuma e ainda mais sobre area militar.
A unica parte qeu eu concordo é com relação ao lobby feito pelos franceses, se lobby desse certo os rafale já estariam aqui.

abraço

Lucas
Visitante
Lucas

Tiago Jeronimo, pelo que li, ALGUNS Rafales F3 utilizados no Afeganistão foram modernizados para a versão F3, com a troca do radar e aluns aviônicos, como os Rafales da marinha francesa que caíram ao mar, os dois eram versões F2 modernizadas para versão F3.
Abraço.

Lucas
Visitante
Lucas

Alguns Rafales F2, foram modernizados para versão F3, desculpa pelo erro de digitação.
Abraço

Marine
Visitante
Marine

Poggio e PA,

Parabens a voce e ao blog em geral pela defesa de sua integridade ao apontar os erros no texto!

Semper Fidelis!

Gustavo D. da Hora
Visitante
Gustavo D. da Hora

O RAFALE já foi testado em combate,aliás está sendo usado em combate.
O que muda é a versão que foi proposta ao Brasil,versão F3,a qual contém algumas melhorias multimissão.

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

“O Rafale possui um raio de ação excepcional, embora o texto diga exatamente o contrário.”

Na concorrência de Cingapura, um dos motivos da derrota do Rafale, foi justamente o fato de ter alcance inferior ao do F-15.

Henrique
Visitante
Henrique

É cada uma…. Esse tal torpedo citado foi o mesmo que destruiu o Kursk e que avariou outro Sub Russo em provas de mar este ano. Tomara que a Venezuela compre mesmo estes equipamentos… Malhar o Rafale é fácil, como qualquer outro caça… não existe avião perfeito, o que será melhor ou pior é o que os equipará + o treinamento de quem os usará. Muitas concorrências internacionais são decididas nos bastidores, no ganha-ganha… e os EUA são especialistas nisso portanto falar que um ou outro caça nunca ganhou uma concorrência e ser injusto… Os melhores equipamentos para um país… Read more »

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

“É fato que o Rafale tem uma capacidade Ar-Ar superior ou pelo menos igual ao Super-Hornet.”

O fato é que em se considerando a aerodinâmica do Flanker, este põe no bolso c/ folgas tanto ao Rafale qnto o SH.
Isto claro, pode ser revertido pela existencia de radares e misseis ocidentais melhores e pilotos mais bem treinados.

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

“Alguém sabe qual foram os caças comprados pela Australia, no lugar do rejeitado Rafale?”

Justamente o SH, que deverá suabstituir aos F-111.
Mas a Autrália é sócia, das mais reclamonas, do F-35.

José
Visitante
José

Senhores, já foi dito várias vezes que qualquer caça do ‘programa FX2’ carrega alta-tecnologia e pode enfrentar um caça ‘SU-30’. Destaque para o ‘Rafale F-3’ que em simulações feitas no Japão se destacou ao abater aviões como SU-30, SU-33, SU-35, F-16MLU, F/A-18 S H, entre outros. Senhores, o Rafale F-3 é sem dúvida um excepcional avião e vai dar uma grande vida tecnologica a FAB. Cada avião caça do FX2 tem suas qualidades, mas, a destaque para o Rafale F-3 e Gripen NG que são aviões que ultrapassam a velocidade de 2100Km por hora e futuramente podem crescer tecnologicamente. Já… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

A capacidade de combate BVR do SH oferecido ao Brasil pode ser considerada maior que a do Rafale F3. Quanto ao SH sabemos que o mesmo virá com o AIM-120C7 e não temos idéia se o Rafale virá com o Meteor. Podemos considerar fundamentais para o combate BVR os seguintes pontos: RCS- igual para ambos de acordo com as fontes disponíveis taxa de ascensão- do Rafale é melhor qualidade do radar- o AESA do SH é no mínimo igual ao do Rafale F3 alcance dos mísseis- o alcance da versão C7 do Amraam é quase o dobro do alcance do… Read more »

Harry
Visitante
Harry

Caros

O moço esqueceu esqueceu de dizer que os torpedos Shkval não só tem capacidade de afundar toda a sucata flutuante da atual marinha de guerra brasileira, mas como uma esquadra novinha da EUA. É um torpedo que dificel defesa até para marinha americana.

“Rafale nunca foi testado em combate / O Rafale foi projetado para guerra na Europa”

Com essas duas afirmações ridiculas tenta denegri o Rafale e o Gripen NG. Tá na cara por o bojetivo do incefalo.

Abs

william
Visitante

PESSOAL NÃO É MELHOR ESPERAR PRA VER QUEM VAI GANHAR A CONCORRENCIA, DO QUE FICAR FALANDO OU ESCREVENDO CADA BESTEIRA EU ESTOU REALMENTE PREUCUPADO COM TANTO COMENTARIO BESTA, EU PREFIRO ESSE EU PREFIRO ESTE OU AQUELE EU GOSTO DESSE OU ESSE E MELHOR QUE AQUELE, CARA ME DA VONTADE DE VOMITAR, TODOS VCS SABEM QUE O RAFALE TEM POUCA AUTONOMIA E E O MAS CARO PRA QUE CONTINUAR DEFENDENDO UM CAÇA QUE VAI VIVER DENTRO DOS HANGARES OU PEGANDO SOL E CHUVA POR QUE A FAB NÃO TEM RECURSOS PARA MANUTENÇÃO, DESCUPE A VERDADE.

Harry
Visitante
Harry

digo: -dificil
-Tá na cara qual o objetivo do incefalo

Patriota
Visitante
Patriota

Desmentindo os reporters mentirosos do Brasil que demonstram profunda ignorancia sobre o assunto , o Rafale tem realizado inumeras operações no afeganistão com desempenho muito superior
ao do Super Hornet , seria no minimo falta de inteligencia afirmar que um caça navalizado como o F-18 SH atende de forma mais adequada uma força aerea em missões de superioridade aerea que o gripen Ng
ou Rafale F3.

Para derrubar tamanha mentira nada melhor que um video com as
operações realizadas pela força aerea francesa no Afeganistão e
o depoimento de pilotos franceses sobre o assunto .

http://www.youtube.com/watch?v=7wZ0Q_hB6m8

Harry
Visitante
Harry

Caro amigo Willian

Assim como todos nós voce acaba de vomitar (TODOS VCS SABEM QUE O RAFALE TEM POUCA AUTONOMIA E E O MAS CARO), temos o direito também não acha?

Abs

Luan
Visitante
Luan

è…O Rafale ja combateu no Afeganistão,mas ninguem fala que seu sistema de mira não esta completo e que é falho e o sistema de integração de armas tbm não esta completo,não estão completamente integrados com as GBU-12,tanto que eles não atacam sem um M-2000 ou Etendard “mirar” o alvo.

O F2 ainda não esta pronto,o F3 esta longe de ficar.Operacional mesmo apenas os intercepitadores.

[]’s

cmte.felix
Visitante
cmte.felix

Até um torneiro mecânico falaria menos bobagem que este cidadão aí.

O único ponto que concordei com ele foi ter citado as sucatas da MB, isso temos que ser bem claros e admitir que é um absurdo.

Eu tenho quase certeza que essa gente escreve isso por puro jogo político.

abçs

Colt
Visitante

Esse merece:
Sem comentários.

Erich Hartmann
Visitante

Já devem ter postado sobre Rafale mas gostaria de argumentar o fato de supostamente não ter sido avaliado em combate…ão existe diversos relatos sobre Red Flags em que os Rafale F-2 venceram F16 Block52 e Super Hornet na razão de 3:1?

Eu sei que “treino é treino e jogo é jogo”(guerra no caso),mas são as mesmas formas de aferição que chegaram a conclusão que o F-22 atinge 4.5:1 frente ao EF-2000/Eurofighter/Typhoon.

Além desses creio que conte alguma experiência no Afeganistão:
http://www.dassault-aviation.com/en/defense/dassault-aviation-a-magazine-focusing-on-defense/rafale-over-afghanistan.html?L=1

LBacelar
Visitante
LBacelar

Luan,

Cite as fontes por favor!

Alexandre G.R.S.
Visitante
Alexandre G.R.S.

Prezados. Situações como essa já eram esperadas. Não pensem que nos outros paises isso não ocorre. Pelo contrário. Talves a diferença é que o nível educacional desses paises seja um pouco mais elevado fazendo com que, em teoria, seus cidadãos sejam mais críticos e politizados. Não há como negarmos que, infelizmente, os anos de chumbo no Brasil deixaram suas marcas. Tal qual observamos na Argentina e de uma certa maneira no próprio Chile. Existe uma parcela da população, particularmente formadora de opinião e que foi calada na época ditatorial Brasileira. (não entro no mérito de ser certo ou errado. E… Read more »

william
Visitante

PESSOAL VAMOS SER REALISTAS, VAI SER UMA VERGONHA VER CAÇAS CAROS D+ PARADOS ESPERANDO PEÇAS PARA SUA MANUTENÇÃO.

Bosco
Visitante
Bosco

Harry,
na distância em que o Skval parece operar até mesmo torpedos de corrida reta convencionais (não guiados) lançados em salva são eficientes.
O objetivo primordial da guerra ASW é atingir o vetor (submarino) antes que ele lance o torpedo e não interceptar o torpedo em si.
Apesar de considerar o conceito (e a tecnologia) dos torpedos de supercavitação promissor, eles ainda não mostraram ‘para que vieram’.
Um abraço

Demian Franklin
Visitante

Levei um grande susto ao ler toda essa asneira. Mas depois vi que era a citação de mais um “especialista” falando asneiras para os jornalões. A começar pelo grande perigo dos “bolivarianos” em nos atacar. Antigamente eram os comunistas. P/ começo de conversa, Chaves pode ser um chato de galocha, mas não é nenhum louco de pensar no ataque ao Brasil.

Felipe Cps
Visitante
Felipe Cps

Grande Bosco, meio sumido hein velho? Saudades de teus comentários.

Pessoal, apenas fazer o parêntese de que o Rafale (F3 ou F2, qual seja) tem experiência de combate apenas em modo ar-terra, e assim mesmo, dizem alguns, com alvos sendo “iluminados” por Mirages (s.m.j.). De maneira que dizer que é “testado em combate” é um pouco de exagero.

No mais o Rafaleco é de fato uma excelente aeronave, embora eu não ache a melhor proposta para a FAB, dados, principalmente, seu altíssimo preço de aquisição e custo de operação/manutenção.

Sds.

Luan
Visitante
Luan

LBacelar.

Não tenho fontes,pesquise mais a fundo e tbm vai encontrar isto.

Pq não se ve Rafales operando no afeganistão sem escolta de outros aviões?

Eu não gosto do Rafale,mas não porque é ruim,não acho isto,mas seus problemas ja foram citados aqui,e ele tem tantos quanto o SH e o NG poderá ter.

abraços.

Lucio
Visitante

A matéria do Aldo Pereira é um oferecimento da Boeing com apoio cultural do Pentágono com texto original de um jovem estagiário da CIA.He he! Basicamente ele está dizendo que devemos apressadamente e desesperadamente nos armar com o que for mais barato e rápido de comprar pra nos defender do Chapolim que embora travestido de socialista tem provavelmente Mein Kampf como livro de cabeceira. O Chaves por tudo que diz e faz, parece um rascunho mal acabado de Adolf Hitler pré segunda guerra. O projeto de defesa que o Jobim expõe aos jornais de vez em quando parece ser algo… Read more »

Jonas Rafael
Visitante
Jonas Rafael

“Os franceses prometem ser mais flexíveis quanto à transferência, não se sabe bem até que ponto. Mas o Rafale nunca foi testado em combate, é mais caro, e, por essas e outras razões, nunca venceu concorrência. Ao rejeitá-lo, como também a Índia o fez, a Austrália alegou uma razão que o Brasil deveria ponderar: raio de ação relativamente curto. O Rafale foi projetado para guerra na Europa, onde trajeto de mil quilômetros pode transpor meia dúzia de países. Não serve para a vastidão continental da Austrália. Que, aliás, é até pouco menor do que o Brasil.” Se o Rafale foi… Read more »

Alexandre
Visitante
Alexandre

Quantos aviões foram testados em combate???????????? EF2000 não foi Gripen a,c e ng não foram Su 30 não foi F-22 não foi Rafale somente no modo ar terra assim como o SH. Nesse modo o rafale precisava do M2000 pois o mesmo não tinha um pod integrado, coisa que veio a acontecer com o rafale F3 que já foi homologado e foi entregue para a força aérea francesa testar e até 2012 terá seu primeiro esquadrão operacional. Bom quanto a comparação com o su 30 venezuelano aí é covardia, qualquer um dos 3 derruba o su 30 com extrema facilidade.… Read more »

Paulo
Visitante
Paulo

Primeiro: fica dificil acreditar que a França, país que foi assolado por duas grandes guerras mundiais, tendo inclusive sido invadido na segunda grande guerra; que participou de campanhas na indochina e na argélia, enfim, que tem larga experiência de conflito internacional (isso sem contar os tempos napoelônicos), vá entregar a defesa aérea de seu território a uma “porcaria” como alguns querem fazer acreditar. Afinal não é o Rafale F3 o vetor “de frente” da defesa aerea francesa? E não é este avião que está sendo oferecido ao Brasil? (Comparativamente, que fique claro, seria o mesmo que os EUA oferecessem o… Read more »

Felipe Cps
Visitante
Felipe Cps

Pessoal, outro parêntese: não acho que o cara “serve” a esse ou aquele fabricante. Isso porque até pra “servir” a este ou aquele tem que ter cacife; tem que ter bagagem. Tem que saber o que falar. O que ocorre é que o sujeito é simplesmente burro mesmo. Ou pior: um desinformado querendo “pagar de gatão”, de “sabichão”. No mais, qualquer jornalista que já tenha trabalhado numa redação de grande jornal (não é meu caso, mas conheço quem já trabalhou) sabe como é que funciona: o negócio é falar, meter matéria, produzir quantidade; depois vê que bicho dá. Mas isso… Read more »